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Tag: Pets

Sofrendo com artrite grave, cachorro não consegue brincar de buscar bolinha – mas seu amigo está ali para ajudar

Quando a vida começa a impor limites ao corpo, nada como ter um bom amigo ao lado. E, no caso de Blue, um pastor-australiano de seis anos, essa ajuda veio do Sr. Darcy, o gato frajola da casa. Cão Blue e seu melhor amigo felino, Sr. Darcy. (Foto: TikTok/@blue.the.bluey) Diagnosticado com artrite severa desde os três anos, Blue não consegue mais correr como antes. Atividades simples, como brincar de buscar bolinha, se tornaram difíceis e até dolorosas. Mas Blue tem sorte de contar com o Sr. Darcy, um gato que inicialmente chegou como lar temporário, mas assumiu o papel de ajudante oficial de bolinha. E, de quebra, ele ainda ganhou um lar definitivo e o coração de milhares de pessoas nas redes sociais. “Trabalho em equipe” Um vídeo do TikTok (@blue.the.bluey) mostra Blue se posicionando ao lado da bolinha, pronto para fazer sua parte. O tutor arremessa o brinquedo do outro lado da cozinha. E quem é que pega? O Sr. Darcy! Ágil, ele intercepta a bolinha antes que ela fuja para muito longe e dá sinal verde para Blue. Blue, então, caminha tranquilamente até o ponto onde o gato o espera. Pega a bolinha com calma e os dois retornam juntos, lado a lado, como se essa coreografia tivesse sido ensaiada por semanas. O “trabalho em equipe que faz o sonho funcionar”, como escreveu a tutora no vídeo, já ultrapassou 635 mil visualizações e 171 mil curtidas. “Eu não estou chorando. Você está chorando”, comentou um internauta. “É tão fascinante como eles descobrem essas coisas entre si. Depois, descobrimos o que eles já estavam fazendo”, disse outro. Artrite em cães Segundo o VCA Animal Hospitals, a osteoartrite (OA) é uma condição complexa que envolve inflamação e degeneração nas articulações. Ela pode ser causada por vários fatores, como: Peso corporal elevado Predisposições genéticas Histórico de lesões Anormalidades articulares E, diferentemente do que muitos acreditam, não é uma condição exclusiva da velhice. Blue, um cão pastor-australiano com artrite. (Foto: TikTok/@blue.the.bluey) Entre os sinais mais comuns estão: Rigidez ao andar Dificuldade para subir ou descer degraus Relutância em pular ou ser tocado Cansaço fácil durante caminhadas Agressividade incomum Com o diagnóstico precoce e cuidados adequados, cães com artrite podem levar uma vida confortável. É o caso de Blue, que recebe suplementos, terapia a laser, usa suporte especial nas pernas e, claro, conta com a ajuda emocional e física de seu melhor amigo felino. Por conta da artrite, Blue usa um suporte especial nas pernas. (Foto: TikTok/@blue.the.bluey) Algumas adaptações podem fazer grande diferença para cães com artrite: Camas macias e acolchoadas Tigelas elevadas Pisos antiderrapantes Rampas de acesso ao sofá ou carros Exercícios adaptados, sob orientação veterinária O amor supera qualquer limitação Essa não é a primeira vez que vemos animais superando desafios com a ajuda de um companheiro. Na própria publicação, um internauta compartilhou o relato: “Nossa gata idosa ficou cega e notamos que nosso cachorro começou a andar na frente dela o tempo todo. Percebemos que ele está deixando que ela corra em direção a ele em vez de contra as paredes. É tão emocionante como ele a ajuda. Animais são preciosos demais!” Outro caso emocionante que nós já mostramos aqui foi o de Maisy, uma golden retriever que sempre ajuda seu “irmão” surdo, Levi, a perceber quando os tutores chegam em casa: E o mais incrível é que Maisy nunca foi treinada para isso. Ela simplesmente compreendeu a necessidade de Levi e passou a ajudá-lo espontaneamente.   Fonte: R7 Foto: TikTok/@blue.the.bluey

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Cão policial aposentado veste traje de apicultor e ajuda a proteger abelhas

Animal foi treinado a detectar uma bactéria altamente contagiosa capaz de exterminar larvas do inseto nas colmeias, nos EUA Maple, uma cadela de quase 10 anos, está acostumada a ajudar humanos. Ela já trabalhou como cão policial em buscas por pessoas desaparecidas. No entanto, um acidente de trabalho forçou a springer spaniel inglês a se aposentar. Agora, ela encontrou uma nova atividade: farejar ameaças às populações de abelhas nos Estados Unidos. O animal foi treinado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan (MSU) a detectar uma bactéria altamente contagiosa que provoca a loque americana, capaz de exterminar larvas de abelhas. A cadela treina para o trabalho inspecionando colmeias no Centro de Desempenho de Polinizadores da universidade com sua treinadora, a ex-aluna da MSU, Sue Stejskal. Em uma demonstração, Maple, vestida em seu traje de apicultor, ziguezagueia de caixa em caixa com Stejskal segurando uma guia antes de se sentar e levantar uma pata na frente de uma colmeia. Neste dia, não há abelhas nessas colmeias, mas uma delas exala o cheiro de loque americana. “Boa cachorra”, diz Stejskal, jogando um brinquedo para Maple. O animal identificou a colmeia com a bactéria. Atualmente, apicultores comerciais inspecionam manualmente centenas de colônias em busca de loque americana, o que pode levar dias como parte das inspeções de rotina. Um cão como Maple, no entanto, poderia farejar várias colônias em um período muito mais curto. A loque americana pode ser devastadora para as colônias, portanto, encontrar a doença em seus estágios iniciais pode impedir a propagação para outras colônias. Maple não é o único cão nos EUA a ajudar na conservação das abelhas. Darwin, um pointer alemão de pelo curto da Carolina do Norte, foi especialmente treinado para farejar colmeias subterrâneas.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/X/michiganstateu

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Reação de golden retriever após término de férias rende risadas e conquista a web

Quem não ama férias? E quem não fica triste quando elas acabam? O golden retriever Atlas Hill, de apenas nove meses, é o tipo de cachorro que aproveita cada segundo, principalmente quando as férias envolvem uma viagem com muita água para brincar. Isso porque, assim como a maioria dos cães dessa raça, Atlas é apaixonado por nadar, correr na areia e se molhar o tempo todo. A alegria dele é visível sempre que vê uma praia, lago ou até mesmo uma piscininha inflável. Por isso, quando a diversão acaba ele fica muito triste e consolá-lo não é uma tarefa nada fácil. Seus tutores, que são da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, precisam ter muita paciência para lidar com a carinha triste de Atlas toda vez que as férias chegam ao fim e é hora de voltar para casa. Férias, por que acabar tão rápido? Acho que foi exatamente isso que Atlas pensou depois de passar uma semana viajando com seus tutores por uma região com lago. Ao voltar para casa, ele parecia não aceitar que a diversão havia chegado ao fim. Sentou-se no sofá com a cabeça cabisbaixa, olhando para o nada, como quem diz: “Já acabou mesmo?” Seu jeitinho triste foi filmado e compartilhado no perfil do Instagram do pet, @atlas.the.golden.boy, no dia 8 de julho, e conquistou o coração dos internautas, provando que nem só os humanos sofrem com o fim das férias. “Eu nasci para ser um cão de lago, isso não é justo”, diz a legenda. A publicação acumulou mais de 1,5 milhão de visualizações e cenetas de comentários. “Tristeza pós-férias! Espero que você consiga voltar antes do verão acabar!”, consolou uma internauta. “Hora de se mudar, mamãe e papai!”, cogitou outra. “Voltar de férias é triste para todos!”, declarou um terceiro. Por que será que Atlas reagiu assim? A reação de Atlas ao voltar das férias pode parecer exagerada, mas tem explicação científica. Segundo especialistas da ASPCA (American Society for the Prevention of Cruelty to Animals), mudanças na rotina e no ambiente podem causar estresse e sinais de apatia em cães, especialmente após períodos de alta estimulação, como viagens, passeios e interações constantes. Durante uma semana de férias em uma região com lago, Atlas viveu experiências novas, com liberdade para brincar e gastar energia. Atlas triste porque as férias no lago terminaram. (Foto: Instagram/@atlas.the.golden.boy) O retorno à rotina – com menos estímulos e tempo de lazer – pode ter provocado o que os veterinários chamam de estresse por transição ou “blues pós-férias”. É comum que cães apresentem comportamentos como ficar cabisbaixos, quietos, ou até recusar brincadeiras, como forma de adaptação à mudança. Esse tipo de comportamento é semelhante à ansiedade de separação leve, e não indica necessariamente um problema grave, mas sim a necessidade de um ajuste gradual à rotina.   Fonte: R7 Foto de capa: Instagram/@atlas.the.golden.boy

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Gato também precisa de rotina: o que muda no humor e saúde do pet

O gato ama uma rotina e precisa dela. No Dia do Gato (08/08), a Petiko, empresa de inovação pet, destaca como pequenos hábitos diários fazem diferença no comportamento e na saúde dos felinos. Horários previsíveis de alimentação, brincadeira, descanso e até higiene são fundamentais para o equilíbrio físico e emocional dos felinos. Quando essa estrutura é alterada, o gato pode se sentir inseguro, entediado ou estressado. Mesmo em casas agitadas ou com pouco tempo disponível, é possível adaptar uma rotina saudável para o pet. Reservar de 10 a 15 minutos por dia para brincadeiras já faz diferença. O segredo está na variedade e no estímulo: alternar brinquedos, explorar sons e texturas ajudam a manter o interesse do gato e ainda ativa seus instintos naturais de caça. Além das brincadeiras, a alimentação também tem papel essencial nesse equilíbrio. Manter horários regulares para as refeições contribui para que o gato se sinta seguro e confortável no ambiente, reduzindo comportamentos ansiosos ou destrutivos. “As brincadeiras são de extrema importância para a saúde e desenvolvimento dos pets e para auxiliar os tutores a brincarem de maneira segura. A Petiko possui brinquedos pensados na diversão e em como pode contribuir com a saúde do gato. Além disso, os pets precisam de seus momentos de diversão com brinquedos que contribuem com o enriquecimento sensorial, ambiental, para afiar as unhas e deixá-las saudáveis e para combater o estresse e ansiedade” comenta Bianca Parracho, especialista no desenvolvimento de produtos para pet. Fonte: R7 Foto de capa: Instagram/@petiko_br

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Dicas para proporcionar mais qualidade de vida aos pets

Mars Petcare compartilha orientações práticas para enriquecer a rotina de gatos e cães Mesmo com a correria do dia a dia, pequenos gestos podem fazer toda a diferença na vida dos pets. Brincadeiras, passeios e até momentos de carinho são exemplos de como transformar a convivência com gatos e cães em experiências mais ricas e acolhedoras. “Os animais de estimação precisam de estímulos, segurança e afeto para terem uma boa qualidade de vida. Mesmo com uma rotina atribulada, é possível promover interações diárias, que trazem benefícios físicos e emocionais não só para os pets, mas também para os tutores. Proporcionar momentos de atenção e vínculo, através de uma rotina mais ativa, saudável e equilibrada, é também uma forma de exercer a guarda-responsável dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil. Pensando nisso, a Mars Petcare, especialista em nutrição e bem-estar animal, detentora das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, compartilha orientações práticas para tornar o dia a dia dos pets mais estimulante. Confira! Enriquecimento ambiental Estimular os sentidos dos pets por meio de brinquedos, texturas, sons, cheiros e comedouros interativos é uma ótima maneira de incentivar comportamentos naturais. Essas práticas ajudam a combater o tédio e a ansiedade, promovendo equilíbrio emocional. Atividades interativas Mesmo com pouco tempo, alguns minutos de brincadeira por dia podem fortalecer a conexão com o pet. Jogar uma bolinha, esconder petiscos pela casa ou oferecer brinquedos que estimulem a curiosidade são exemplos simples e eficazes. Estímulos mentais e físicos Variar os brinquedos, propor desafios e explorar caminhos diferentes durante os passeios são atitudes que ativam o intelecto do animal, promovendo gasto de energia e reduzindo sinais de estresse. Interação social e cuidados diários Interagir com o pet, oferecer carinho e cuidados diários com sua saúde proporcionam segurança emocional, além de ajudar o animal a se sentir parte ativa do lar. Alimentação adequada Oferecer uma alimentação adequada para as suas necessidades e de maneira criativa — em brinquedos apropriados ou em locais variados da casa — estimula os instintos de busca e recompensa. Os alimentos úmidos, além de auxiliar na hidratação do animal, também podem despertar ainda mais seu interesse e tornar esse momento uma experiência sensorial prazerosa. Sobre a Mars A Mars, Incorporated acredita que o mundo que queremos amanhã começa com a forma como fazemos negócios hoje. Como uma empresa familiar de mais de US$ 50 bilhões, nosso portfólio diversificado e em expansão de produtos líderes em cuidados com animais de estimação e serviços veterinários atende animais de estimação em todo o mundo, e nossos snacks e alimentos de qualidade encantam milhões de pessoas todos os dias. Produzimos algumas das marcas mais amadas do mundo, incluindo ROYAL CANIN®, PEDIGREE®, WHISKAS®, CESAR®, DOVE®, EXTRA®, M&M’S®, SNICKERS® e BEN’S ORIGINAL™. Nossas redes internacionais de hospitais veterinários, incluindo BANFIELD™, BLUEPEARL™, VCA™ e ANICURA™, abrangem cuidados veterinários preventivos, gerais, especializados e de emergência, e nosso negócio global de diagnósticos veterinários, ANTECH®, oferece recursos inovadores em diagnósticos para animais de estimação. Os Cinco Princípios da Mars — Qualidade, Responsabilidade, Mutualidade, Eficiência e Liberdade — inspiram nossos 150.000 associados a agir todos os dias para ajudar a criar um mundo melhor para as pessoas, os animais de estimação e o planeta. Para mais informações sobre a Mars, visite o site.   Imagem: Divulgação/Mars Petcare  

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Será que seu pet sabe o que você sente? Pesquisadores respondem

Animais de estimação são fonte de conforto e companhia para muitos humanos, mas estão realmente tentando nos consolar quando estamos tristes — ou apenas querendo comida? Uma pesquisa feita em 2021 apontou que 80% dos donos de cães acreditam que seus pets os ajudaram a enfrentar momentos difíceis. A professora de ioga Sally Bayly, de East Sussex no Reino Unido, contou ao jornal The Guardian que, após a morte do marido em 2020, a cachorrinha de estimação da família, Lola ficou mais próxima dela e dos filhos. “Era como se ela tivesse perdido um dos membros da matilha e estivesse determinada a não perder mais nenhum”, disse. “Quando alguém está triste, ela vem, deita perto, encosta a cabeça ou lambe nossas mãos, rosto ou roupas.” Lola também passa a sensação de segurança para os alunos nas aulas de ioga: caminha silenciosamente entre eles durante o relaxamento e só se deita quando percebe que todos estão tranquilos. O que a ciência diz? Apesar desses relatos, parte da comunidade científica resiste a atribuir esse tipo de comportamento à empatia. Uma pesquisa recente concluiu que “é improvável que cães sejam capazes de empatia ou compaixão”. Karen Hiestand, pesquisadora em ética animal do Royal Veterinary College, explica que ainda há uma crença de que habilidades emocionais mais complexas, como a empatia, são exclusivas dos humanos. Quando essas qualidades são atribuídas a outros animais, muitos cientistas chamam isso de antropomorfismo — projetar características humanas em outras espécies. Hiestand destaca a diferença entre “contaminação emocional” — quando alguém apenas reflete a emoção de outra pessoa, sem entendê-la — e a empatia verdadeira, que envolve um componente cognitivo: compreender o que o outro sente e tentar ajudar. Para investigar esse tipo de empatia em animais, pesquisadores adaptaram testes originalmente criados para crianças pequenas. Um exemplo é quando o tutor finge estar ferido ou chorando, e os cientistas observam se o animal reage com indiferença ou tenta confortar a pessoa. O resultado dos estudos Em um dos estudos, os cães reagiram não apenas ao choro dos donos, mas também ao de estranhos. Se fosse apenas contaminação emocional, eles buscariam conforto com os donos quando o estranho chorasse. Mas os cães se aproximaram do estranho para oferecer consolo, sugerindo uma forma mais elaborada de empatia. Jon Bowen, consultor comportamental no Queen Mother Hospital for Animals, também estuda a forma como cães e humanos se comunicam. Em uma palestra recente, ele explicou que os cães desenvolveram a habilidade de observar rostos humanos de modo diferente do que fazem com outros cães. Em humanos, as emoções tendem a se manifestar com mais clareza no lado esquerdo do rosto, e as pessoas, instintivamente, olham mais para esse lado quando tentam entender como alguém está se sentindo. Segundo Bowen, os cães aprenderam a fazer o mesmo: quando nos observam, focam mais no lado esquerdo do nosso rosto — uma adaptação específica para conviver conosco. Com outros cães, isso não acontece, pois as expressões faciais caninas são mais simétricas. Mas e os gatinhos? Os gatos também se adaptaram à convivência com humanos. Embora não expressem emoções com o rosto da mesma forma que os cães, eles reconhecem tons de voz e expressões humanas e desenvolveram um repertório vocal direcionado principalmente a nós. Ainda assim, um estudo da Universidade de Milão mostrou que a maioria das pessoas tem dificuldade em interpretar corretamente os diferentes tipos de miado. Mesmo com milhares de anos de convivência, ainda compreendemos pouco do que cães e gatos realmente pensam. Mas as evidências sugerem que, ao contrário de nós, eles estão ficando cada vez melhores em entender o que sentimos.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Reprodução/TikTok – @bigdandweenie

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Vacinação antirrábica para cães e gatos segue disponível em Santa Bárbara

Imunização pode ser agendada em ponto fixo durante o ano todo A Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, por meio da Secretaria de Saúde, informa que a vacinação antirrábica para cães e gatos segue disponível no município. A iniciativa gratuita é realizada pelo DVZ (Departamento de Vigilância em Zoonoses) em ponto fixo que funciona durante todo o ano, mediante agendamento. Segundo dados do Setor de Controle Animal, desde o início do ano foram imunizados 337 cães e 206 gatos. Para ter acesso, o proprietário do animal deve entrar em contato previamente pelo telefone (19) 3454.4020, de segunda a sexta-feira (exceto feriado e ponto facultativo), das 9 às 15 horas. As aplicações ocorrem na Estrada da Cachoeira, 1.365, no São Joaquim. O DVZ orienta que todos os cães e gatos acima de três meses sadios devem ser vacinados anualmente. A vacinação é a forma mais importante de controlar a raiva nos cães e gatos e, por consequência, na população humana. A raiva é uma zoonose causada por um vírus com alta letalidade, chegando a 100% de óbitos nos indivíduos acometidos. O vírus contido na saliva do animal infectado penetra no organismo principalmente por meio da mordedura, arranhadura e lambedura. Atualmente os casos de raiva em animais estão relacionados a acidentes com morcegos, que podem ser encontrados no solo, caídos, pendurados em paredes, ou caçados, principalmente pelos felinos. Em casos de humanos que entraram em contato com morcegos, a Prefeitura orienta procurar atendimento médico o mais rápido possível. Já os cães e gatos quando contactantes precisam receber dose de reforço da vacina antirrábica. A Prefeitura ressalta ainda que nunca se deve manipular morcegos, principalmente os caídos no solo. Sempre que esses animais forem encontrados, a pessoa deve ligar para o Departamento de Vigilância em Zoonoses, que realizará o recolhimento e envio para análise.   Foto: Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste  

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Poodle viraliza ao ganhar bolo miniatura de si mesmo; veja fotos

Um poodle caramelo chamado Aro viralizou nas redes sociais após aparecer em fotos de sua festa de aniversário com um bolo feito à sua semelhança. A comemoração ocorreu na última segunda-feira (21) e chamou atenção pela réplica do animal em forma de doce. As imagens foram publicadas pelo tutor no Instagram e rapidamente se espalharam por outras plataformas como Facebook e X. O poodle completou 3 anos de vida e surgiu usando um chapéu rosa e um laço vermelho no pescoço, os mesmos itens presentes na decoração do bolo. “Hoje é o aniversário do meu querido Aro, que está ainda mais incrível. Ele tem um sorriso maduro e acaba de fazer 3 anos”, escreveu o tutor na legenda da publicação. As fotos ultrapassaram 69 mil curtidas e geraram diversos comentários. Usuários elogiaram a criatividade e o nível de detalhe do bolo. “Não consigo superar esse bolo. Gente, são réplicas um do outro”, escreveu um internauta. “Pronto, agora vou querer fazer um bolo miniatura para o meu cachorro também. O aniversário dele é mês que vem”, comentou outro. Especialistas alertam que bolos comuns, feitos para consumo humano, podem conter ingredientes nocivos aos animais. Chocolate, por exemplo, é tóxico para cães. Por isso, bolos para pets devem ser preparados com ingredientes seguros como farinha de aveia, cenoura e mel.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram

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‘Vira-lata’ que detecta sangue humano se torna o 2° cão perito da Polícia Científica de SP

A cachorra Savana ainda era filhote quando foi encontrada abandonada próximo à casa de João Henrique Machado, em São José dos Campos. O perito criminal resgatou a vira-lata em grave estado de desnutrição. Durante o tratamento para que ela pudesse ser entregue a um programa de adoção, o policial descobriu que Savana tinha algo especial, que fez com que os dois se tornassem parceiros de vida. Com muita disposição em aprender, sociabilidade e um faro refinado, Savana se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo. Ela consegue detectar manchas de sangue humano que não são visíveis a olho nu ou quando há a tentativa de remoção do vestígio, podendo ajudar na elucidação de casos de crimes contra a vida. A vira-lata acabou desenvolvendo essa habilidade “imitando” o Mani, o primeiro cachorro que integra a equipe de peritos da Polícia Científica. Com muita disposição em aprender, sociabilidade e um faro refinado, Savana se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo Os dois ficam à disposição do Instituto de Criminalística de São José dos Campos, onde Machado trabalha há cinco anos na perícia de crimes fazendo a biodetecção de vestígios biológicos com o uso de cães. “Para eles, o trabalho é uma grande brincadeira. Os dois se divertem juntos e competem para ver quem acha o vestígio primeiro”, contou o perito. Savana foi preparada para atuar em casos importantes de maneira independente. Com dois anos de treinamento e passando nos testes internos, Machado aperfeiçoou o animal para contribuir com máxima eficiência nos laudos da perícia. Para isso, são realizados testes frequentes e em horários variados para não criar uma rotina, já que o acionamento pode ser feito a qualquer momento. Com muita disposição em aprender, sociabilidade e um faro refinado, Savana se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo Há atividades de obediência, recreação e detecção, que são realizadas em ambientes abertos e fechados na tentativa de reproduzir os locais que comumente são encontrados na perícia criminal — veículos, áreas com grandes extensões como sítios e peças de roupas, por exemplo. Com toda a experiência adquirida nos testes até aqui, o tutor dos animais comentou que já foi possível encontrar material biológico de até um ano do crime: “O Mani já descobriu manchas de sangue latente em um veículo de seis meses e em uma camiseta após um ano. Mas isso depende de vários fatores, de como aquele material se preservou em meio ao processo de degradação”, explicou o policial. Menos custo e mais precisão A utilização de cães como uma ferramenta de perícia é um projeto pioneiro no Brasil. Além de ter um custo mais barato para a polícia, tem demonstrado ser uma técnica mais precisa na descoberta de sangue humano no cenário do crime. Geralmente, para descobrir algum vestígio de sangue latente, os peritos criminais utilizam o luminol, um produto químico que reage com o ferro do sangue e emite uma luz fluorescente. Porém, em amostras diluídas ou em áreas muito iluminadas e extensas, o reagente não produz o efeito desejado — além de ser um produto de alto custo. “Nas grandes áreas, gasta-se muito luminol para encontrar um vestígio de sangue, que pode não ser de humano já que o produto não faz essa separação. Já o cão é treinado para detectar apenas esse tipo de sangue. Então quando ele aponta um local, dá a certeza ao perito de que aquela área deve ser melhor trabalhada”, disse o policial. Para ele, a olfação dos cachorros melhora a sensibilidade e a qualidade dos exames periciais, uma vez que diminui o índice de perdas de amostras que podem ser fundamentais na resolução de um caso. O indício apontado pelos cães com o uso de produtos químicos ajuda o perito a concluir se a amostra deve ser levada ao laboratório para exames complementares. E é assim, indo para um lado e para o outro, que Savana sai à caça dos vestígios para ganhar a sua bola de borracha de recompensa. Quando encontra, a cachorra senta ou deita em frente à amostra, indicando o material a ser analisado. “O grande diferencial é o trabalho em cima das amostras que a gente usa. Então tem todo o detalhe para que o cão não vicie no mesmo tipo sanguíneo e mesmo material, já que o sangue de hoje não é o mesmo daqui 30 dias. Os cachorros são treinados para lidar com essas nuances”, observou Machado. Com muita disposição em aprender, sociabilidade e um faro refinado, Savana se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo Parceria de vida Os quatro anos que já passaram juntos tornaram Savana e Machado uma dupla inseparável. O perito comentou que desenvolveu uma relação quase que de dependência com o animal. “Sinto muitas saudades quando não vejo ela. A gente fala que os cães ficam ansiosos quando se separam, mas eu que fico com ansiedade quando estou longe dela”, brincou. Para o futuro, a ideia do perito é que cada núcleo da Polícia Científica de São Paulo tenha o seu próprio cão para apoiar as equipes locais de campo. Mas não é qualquer animal que pode ser incorporado na profissão. Machado observa as habilidades extras dos caninos como foco, determinação, socialização, alto nível de energia e vontade de fazer as mesmas coisas que um cão perito faz. Cães muito agressivos ou muito grandes são evitados. As buscas geralmente são feitas nos canis dos municípios. Polícia Científica de São José dos Campos O policial é formado em medicina veterinária e atualmente desenvolve um projeto de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de São José dos Campos para elaborar o protocolo de treinamento e utilização de cães pela Polícia Científica. “A visão do humano, mais a olfação do cão, com a ajuda da ciência, cria um superdepartamento de perícia. Essa mistura de habilidades tem o objetivo de aumentar cada vez mais o índice de resolução criminal do estado de São Paulo”, finalizou o tutor.   Fotos:

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Conheça a APET, O Plano de Saúde Ideal para seu Pet – Afinal, Por Que Contratar um Plano de Saúde Pet?

Sobre a APet Com 11 anos de mercado e com o propósito de “Garantir o acesso à saúde e cuidados de qualidade aos Pets” a APet se posiciona como uma das mais importantes e respeitadas empresas de plano de saúde pet do Brasil. Luiz Gênova, sócios e CEO da APET explica que “Nosso Propósito e Nossos Pilares (“Pessoas”; “Tecnologia e Inovação”; e “Relações de Confiança”), são fundamentais para nos trazer até aqui, e isso sempre com o cliente no centro de nossas atenções”. Procuramos entender as dores de Tutores e seus Pets e trazer soluções que democratizem o acesso à saúde pet e tragam tranquilidade”. Os melhores planos de saúde pet do mercado brasileiro, contam com diversos benefícios, como, “Tele Medicina Pet”, “Tag Localizadora”; “Livre Escolha de Clínicas; “Clube de Vantagens” e ainda concorrem a um prêmio de R$ 10 mil todos os meses. A entrega de valor aos Tutores e seus Pets podem ser medidos pelos indicadores de qualidade, NPS de clientes de 85 e clínicas de 89; nota RA de 85; e indicação para o prêmio RA 2025 na categoria “Pet Serviços” Os planos de saúde pet já são uma realidade. Pesquisa com Tutores da APet mostra que, + de 70% responderam que o pet é um filho ou membro da família e que cuidados e saúde são as principais preocupações com seus melhores amigos. Outra constatação é que + de 80% dos entrevistados gostariam que seus pets fossem atendidos por seus veterinários de confiança. “Marca”, a “Reputação” e a “Credibilidade” são fatores fortemente avaliados pelos Tutores. E os Pets no Brasil Dados de 2024, da Abinpet, mostram que no país são mais de 164 milhões de animais de estimação, ou, 1,8 animal de estimação por residência, sendo que os cães e gatos representam aproximadamente 100 milhões. São 63,7 MM de cães e 32,2 MM de gatos. Esses dados confirmam que o Brasil não apenas mantém sua posição como um dos maiores mercados pet do mundo, mas também mostra como as mudanças sociais e urbanas estão moldando nossas relações com os pets. Venha conhecer a APet Sigam nosso instagram e visitem nosso site. Leiam o QRCode abaixo e saibam de uma promoção especial para quem nos acompanha nesta matéria. Instagram: www.instagram.com/apetsaude/ Site: www.apetsaude.com.br Foto: Divulgação

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