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Tag: internacional

Trump cita Brasil entre países que cobram muitos impostos dos EUA

O presidente Donald Trump fez seu primeiro discurso ao Congresso americano desde seu retorno à Casa Branca. Ele citou o Brasil entre os países que cobram muitos impostos dos Estados Unidos. Ele destacou a saída do Acordo de Paris e da Organização Mundial da Saúde e defendeu aumentos nos impostos sobre parceiros comerciais como México, Canadá e China. Trump elogiou Elon Musk pelos esforços para reduzir gastos do governo e prometeu encerrar a guerra na Ucrânia. Em uma mensagem conciliatória, leu um agradecimento do presidente ucraniano. O discurso gerou aplausos dos republicanos e protestos dos democratas. Um deputado chegou a ser retirado do plenário por interromper Trump.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Hamas aceita proposta para reconstrução de Gaza aprovada em cúpula da Liga Árabe

O Hamas afirmou nesta terça-feira (4), que aceita o plano adotado por dirigentes árabes para reconstruir a Faixa de Gaza e a criação de um comitê que supervisione a reconstrução e a governança no território palestino, devastado pela guerra. “Aceitamos o plano de reconstrução de Gaza adotado no comunicado final da cúpula e pedimos que sejam garantidos todos os recursos necessários para que seja um sucesso”, declarou o movimento islamista palestino em comunicado.   Fonte: R7 Foto: BASHAR TALEB / AFP/ CP

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Irmã de Kim Jong-un ameaça resposta nuclear após atividades dos EUA na Coreia do Sul

Kim Yo Jong, a poderosa irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, intensificou o tom contra os Estados Unidos nesta terça-feira (4), acusando o governo de Donald Trump de adotar uma “política de confronto” que justificaria o fortalecimento do poder nuclear da Coreia do Norte. As declarações, divulgadas pela mídia estatal norte-coreana KCNA, foram uma resposta direta à chegada do porta-aviões americano USS Carl Vinson à Coreia do Sul no último domingo (2), em um movimento visto por Pyongyang como provocação. Kim Yo Jong denunciou a visita do porta-aviões a Busan, cidade portuária no sul da Coreia do Sul, como parte de uma escalada de “provocações políticas e militares” dos EUA contra os norte-coreanos, segundo a Reuters e a AP. “Assim que a nova administração surgiu neste ano, os EUA intensificaram as provocações contra a RPDC [República Popular Democrática da Coreia, nome oficial do país], dando continuidade à política hostil da gestão anterior”, afirmou ela, de acordo com a KCNA. A irmã do líder norte-coreano declarou que “a política hostil dos EUA oferece justificativa suficiente para que a RPDC reforce indefinidamente seu poder de dissuasão de guerra nuclear”. Kim ainda ameaçou “aumentar ações que ameaçam a segurança do inimigo no nível estratégico”, sugerindo que a Coreia do Norte pode intensificar testes de mísseis, possivelmente mirando o território continental dos EUA ou bases americanas na região. A declaração ocorre após o teste de mísseis de cruzeiro pela Coreia do Norte na semana passada, o quarto evento do tipo neste ano. Respostas do Sul O Ministério da Defesa da Coreia do Sul classificou os comentários de Kim como uma “farsa” para justificar o desenvolvimento de mísseis nucleares, afirmando que “a única maneira da Coreia do Norte sobreviver é abandonar sua obsessão por armas nucleares”. No domingo, a marinha sul-coreana disse que a chegada do Carl Vinson, o primeiro porta-aviões dos EUA a atracar no país desde o início do segundo mandato de Trump, em janeiro, foi uma demonstração de força contra as ameaças norte-coreanas. A Defesa do país alertou que está preparada para repelir qualquer provocação norte-coreana, chamando as ameaças de Kim de “sofisma” para justificar seu programa nuclear, segundo a AP. Enquanto isso, Trump, que já realizou cúpulas históricas com Kim Jong Un em seu primeiro mandato, afirma que pretende retomar o contato com o líder norte-coreano — relação que desmoronou em 2019 por divergências sobre sanções.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/KCNA (Agência Central de Notícias da Coreia)

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China suspende compras de três frigoríficos brasileiros

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) confirmou à Agência Estado a suspensão temporária de importação de carne bovina de três empresas brasileiras pela China. A medida, que passou a vigorar nesta segunda-feira (3), abrange uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo). Em nota, a associação informou que a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) realizou auditorias remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil, dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia. “Em todos os casos, foram identificadas não conformidades em relação aos requisitos chineses para o registro de estabelecimentos estrangeiros”, diz a entidade que representa os frigoríficos. As empresas envolvidas já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências das autoridades chinesas, informou a Abiec. A associação destacou, ainda, que os demais estabelecimentos habilitados seguem operando normalmente e que, juntamente com o Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa), segue em diálogo com as autoridades competentes “para garantir a rápida resolução da questão”. Procurada, a JBS afirmou que, por ser um tema setorial, o assunto está sendo tratado diretamente pela Abiec.   Fonte: R7 Foto: Jaelson Lucas /AEN / CP

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Brasil critica decisão israelense de suspender entrada de ajuda humanitária em Gaza

O Itamaraty disse nesta segunda-feira (3) que “deplora” a decisão de Israel de suspender a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Na nota, o Brasil lembrou que Israel tem obrigação, segundo a Corte Internacional de Justiça, de garantir a prestação de serviços básicos essenciais e assistência humanitária à população de Gaza, sem impedimentos. “A obstrução deliberada e o uso político da ajuda humanitária constituem grave violação do direito internacional humanitário”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores. Por fim, o Itamaraty reforçou a necessidade de cumprimento do acordo de cessar-fogo por ambas as partes, com a retirada das forças israelenses de Gaza, libertação de todos os reféns e estabelecimento de mecanismos para ingresso de assistência humanitária desimpedida. “O Brasil insta as partes ao estrito cumprimento dos termos do acordo de cessar-fogo e ao engajamento nas negociações a fim de garantir cessação permanente das hostilidades, retirada das forças israelenses de Gaza, libertação de todos os reféns e estabelecimento de mecanismos robustos para ingresso de assistência humanitária desimpedida, previsível e na necessária escala.” Interrupção da entrada de ajuda em Gaza No domingo (2), Israel decidiu interromper a entrada de ajuda humanitária em Gaza. A decisão foi tomada após o Hamas rejeitar a extensão da primeira fase do cessar-fogo. “Com o fim da primeira fase do acordo de reféns e diante da recusa do Hamas em aceitar o esboço do [enviado especial dos EUA, Steve] Witkoff para continuar as negociações — proposta que Israel aceitou —, o primeiro-ministro Netanyahu decidiu que, a partir desta manhã, toda a entrada de bens e suprimentos na Faixa de Gaza será interrompida”, declarou o gabinete do primeiro-ministro. A proposta de Israel era a adoção do chamado “plano Witkoff”, que previa a extensão do cessar-fogo até 19 de abril. Pela proposta, metade dos reféns restantes, vivos e mortos, seriam libertos no primeiro dia do novo acordo, e os demais seriam soltos ao fim do período, caso um cessar-fogo permanente fosse alcançado. No entanto, o Hamas rejeitou a proposta e criticou a suspensão da entrada de ajuda humanitária, classificando-a como “uma extorsão barata, um crime de guerra e uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo”. O grupo pediu que mediadores internacionais pressionem Israel para reverter a decisão. No acordo inicial, no domingo (2) deveria ter início a segunda fase do cessar-fogo, que previa o fim definitivo da guerra e a libertação dos últimos reféns. Fonte: R7 Foto: Record News/Reprodução

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África do Sul recebeu 2,3 milhões de turistas internacionais a mais que o Brasil em 2024

Safáris, vinícolas, natureza, cultura. Motivos não faltam. E justificam os dados recentes do Statistics South Africa , que confirmam: o setor de turismo da África do Sul continua a crescer, com um total de chegadas internacionais alcançando 8,92 milhões de chegadas internacionais em 2024, marcando um aumento impressionante de 5,1% em comparação a 2023. O número é 2,3 milhões a mais do que o Brasil registrou em 2024, o que foi um recorde para o país sul-americano. O continente africano continua a impulsionar a maioria das chegadas na África do Sul, contribuindo com 76% de todos os turistas de janeiro a dezembro de 2024, enquanto o crescimento de outras regiões sinaliza uma recuperação constante. Embora o setor ainda não tenha se recuperado totalmente aos níveis pré-pandêmicos (2019), ele agora contribui com 8,8% para o PIB e sustenta 1,68 milhão de empregos, de acordo com estimativas do World Travel and Tourism Council (WTTC). Esse momento positivo ressalta a resiliência do setor, apesar das pressões econômicas globais. “É encorajador ver que, apesar das incertezas econômicas em várias partes do mundo, o setor de turismo global está crescendo. É ainda mais encorajador que nosso país siga a mesma tendência e trajetória”, disse a Ministra do Turismo, Patricia de Lille. África lidera o caminho O continente africano continua sendo a maior fonte de turistas para a África do Sul, com 6,8 milhões de chegadas de turistas em 2024, representando 76% do total de chegadas. • O Zimbábue continua sendo o principal mercado de origem, crescendo 3,6% em comparação a 2023, para 2.183.260 chegadas em 2024. • Gana registrou um aumento excepcional de 149% em relação a 2023, atingindo 36.656 chegadas em 2024, em grande parte impulsionado pela disponibilidade de transporte aéreo e pela introdução de uma isenção de visto em novembro de 2023. O Ministro de Lille expressou apreço pelo crescimento contínuo do continente africano, particularmente de Gana. “O imenso desempenho de Gana pode ser atribuído ao fato de que os viajantes entre Gana e a África do Sul não precisam mais de vistos para viajar entre os dois países. Isso, juntamente com o aumento das iniciativas de marketing direcionadas ao transporte aéreo pelo South African Tourism, cria uma fórmula vencedora para o crescimento do nosso setor”, disse o Ministro de Lille. O acordo de isenção de visto entre a África do Sul e Gana, implementado em novembro de 2023, desempenhou um papel fundamental na atração de turistas, permitindo viagens de até 90 dias sem visto para fins comerciais ou turísticos. Fortalecendo o crescimento nas Américas As chegadas de turistas das Américas tiveram um forte crescimento de 10,9% a partir de 2023, chegando a 505.579 chegadas em 2024. • Os Estados Unidos continuam sendo o principal mercado da região e o principal mercado externo, com 372.362 turistas, refletindo um aumento de 5,2% de 2023 para 2024. • O aumento da conectividade aérea direta do Brasil, combinado com melhores esforços de marketing, contribuiu significativamente para um aumento de 94,2% nas chegadas do Brasil de 2023 a 2024, totalizando 49.855 turistas em 2024. A retomada do voo entre São Paulo e Joanesburgo pela LATAM e South African Airways e a criação da rota entre São Paulo e a Cidade do Cabo também contribuíram. Esse crescimento consistente destaca o apelo da África do Sul entre viajantes de longa distância e a eficácia das parcerias estratégicas com companhias aéreas e comércio. Mercados europeus mostram dinâmica positiva As chegadas de turistas da Europa atingiram 1.258.706 em 2024, refletindo um aumento de 1,1% em comparação a 2023. • O Reino Unido continua sendo o principal mercado europeu de origem, com 349.883 chegadas em 2024, embora esse número tenha sido 1,8% menor que em 2023. • A Alemanha experimentou um forte crescimento de 4,0%, com 254.992 chegadas em 2024. • A Holanda está tendo um desempenho melhor que a França e viu um aumento de 0,8%, totalizando 132.422 chegadas em 2024. Embora o crescimento da Europa seja mais lento em comparação a outras regiões, a região é um alicerce no que diz respeito ao maior número de chegadas de estrangeiros e surgiu como um mercado de forte desempenho, em grande parte devido a campanhas de marketing focadas em mostrar a cultura, o povo e as atrações da África do Sul. Ásia e Australásia: Crescimento Notável As chegadas de turistas da Ásia aumentaram 4,2%, com 207.718 turistas registrados em 2024. • A China teve um aumento de 11,4%, totalizando 41.651 chegadas, impulsionado por promoções direcionadas e aumento da conectividade de voos. • A Índia registrou 75.541 chegadas, um declínio de 5,3%, principalmente devido a atrasos no processamento de vistos e à ausência de voos diretos. • A África do Sul viu um crescimento fenomenal de 31,8% em relação ao Japão, atingindo 17.370 chegadas em 2024 • A Austrália também registrou ganhos estáveis, com forte demanda por viagens da região prevista para impulsionar ainda mais o crescimento em 2025. Desempenho no Oriente Médio: Resultados Mistos O Oriente Médio viu um declínio de 16,1%, com chegadas totais caindo para 45.602. No entanto, a Arábia Saudita mudou a tendência, aumentando as chegadas em 12,1% para 18.333 chegadas à África do Sul em 2024. Os Emirados Árabes Unidos contribuíram com 6.717 chegadas à África do Sul em 2024. Embora o desempenho geral nesta região tenha enfrentado reveses, esforços estratégicos para aumentar a conectividade e aprimorar o envolvimento comercial em outros mercados da região serão cruciais para a recuperação futura. Cenário competitivo: África do Sul vs. players globais Entre os principais concorrentes diretos, a África do Sul ocupa o terceiro lugar na contribuição do turismo para o PIB: O crescimento anual de 5,1% da África do Sul mostra um progresso constante, mas é necessário um investimento mais consistente em conectividade aérea e marketing global para permanecer competitivo. O Futuro do Turismo: Estratégias para o Crescimento Para acelerar a recuperação, a África do Sul implementou intervenções estratégicas de marketing e políticas: • Expansão do transporte aéreo: esforços estão em andamento para restaurar rotas importantes, aumentar parcerias aéreas

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Trump decide pausar toda a ajuda econômica e militar à Ucrânia

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, optou nesta segunda-feira (3), por pausar toda a ajuda econômica e militar à Ucrânia. A pausa ocorre dias depois de um bate-boca entre Trump e o presidente ucraniano na Casa Branca. Um funcionário da Casa Branca afirmou à Associated Press (AP) que a pausa na ajuda deve continuar até que Zelensky esteja disposto a negociar um acordo de paz com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. O oficial apontou que todo o equipamento militar dos EUA que estiver a caminho de Kiev não seria entregue aos ucranianos, incluindo armas em trânsito. Segundo o funcionário, trata-se de uma “revisão” para entender se a ajuda a Kiev estava “contribuindo para que a solução seja encontrada”. Fonte: R7 Foto: Natalia Kolesnikova / AFP / CP

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França e Grã-Bretanha propõem cessar-fogo de um mês na Ucrânia, diz Mácron a jornal

A França e a Grã-Bretanha propuseram um cessar-fogo de um mês na Ucrânia “no ar, nos mares e na infraestrutura energética”, disse o presidente francês Emmanuel Macron ao jornal Le Figaro. Macron não falou com repórteres ao sair da cúpula de líderes sobre a defesa da Ucrânia em Londres, mas falou com o Le Figaro a caminho da cúpula. O presidente francês disse que ele e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, elaboraram uma trégua que duraria um mês. Os soldados só seriam enviados ao solo em um estágio posterior. “Não haverá tropas europeias em solo ucraniano nas próximas semanas”, disse. “A questão é como usaremos esse tempo para tentar obter uma trégua acessível, com negociações que levarão várias semanas e, então, uma vez que a paz seja assinada, uma mobilização.” Questionado em uma entrevista coletiva se ele estava ciente do plano colocado na mesa por Macron e Starmer, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse, sem dar mais detalhes, de acordo com uma tradução da BBC: “Estou ciente de tudo”.   Fonte: R7 Foto: AFP

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Após bate-boca na Casa Branca, Zelensky diz ser ‘muito grato’ e agradece apoio de Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse neste sábado (1º) ser “muito grato” pelo suporte dos Estados Unidos e agradeceu o apoio de Donald Trump. A fala ocorreu depois do bate-boca entre os dois líderes na Casa Branca, nessa sexta-feira (28), quando o presidente dos EUA acusou o ucraniano de estar “jogando com a Terceira Guerra Mundial” e de “não ser grato” ao não aceitar a proposta norte-americana para cessar o conflito envolvendo a Rússia e pedir reiteradamente por garantias de segurança dos Estados Unidos. Nas redes sociais, Zelensky fez uma série de publicações agradecendo o governo americano. “A ajuda da América foi vital para nos ajudar a sobreviver, e eu quero reconhecer isso. Apesar do diálogo difícil, continuamos parceiros estratégicos”, escreveu o ucraniano. No entanto, ele disse que “precisamos ser honestos e diretos uns com os outros para realmente entender nossos objetivos compartilhados”. Segundo Zelensky, “é crucial para nós termos o apoio do presidente Trump”. “Ele quer acabar com a guerra, mas ninguém quer a paz mais do que nós do. Somos nós que vivemos esta guerra na Ucrânia. É uma luta pela nossa liberdade, pela nossa própria sobrevivência.” O presidente comentou, ainda, que a Ucrânia está pronta para assinar um acordo para os EUA explorarem minerais e depósitos com elementos raros em território ucraniano. Essa seria uma contrapartida para os Estados Unidos enviarem apoio militar à Ucrânia. A expectativa era que o acordo fosse assinado durante a vista de Zelensky à Casa Branca nessa sexta, o que não aconteceu devido à discussão dos dois líderes. Segundo o presidente ucraniano, o pacto entre os países não é suficiente para garantir a segurança do país europeu. “Um cessar-fogo sem garantias de segurança é perigoso para a Ucrânia. Estamos lutando há 3 anos, e o povo ucraniano precisa saber que a América está do nosso lado”, completou. Apesar da ajuda da Europa, Zelensky disse que sem a ajuda dos Estados Unidos “será difícil”. Ele pediu para o país norte-americano ficar mais firme ao lado da Ucrânia. “Queremos paz. É por isso que vim aos Estados Unidos e visitei o presidente Trump. O acordo sobre minerais é apenas um primeiro passo em direção a garantias de segurança e para nos aproximarmos da paz. Nossa situação é difícil, mas não podemos simplesmente parar de lutar e não ter garantias de que Putin não retornará amanhã.” Em fevereiro, Trump disse que conversou com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre o fim da guerra. Na época, o presidente dos EUA afirmou que Putin quer “impedir que milhões de mortes ocorram na guerra com a Rússia/Ucrânia”. Segundo ele, os líderes concordaram em trabalhar juntos e em fazer com que as respectivas equipes iniciem as negociações.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/redes sociais @zelenskyy_official

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Turbina pega fogo e avião faz pouso de emergência nos Estados Unidos

Um Boeing 767 cargueiro da companhia FedEx precisou retornar ao aeroporto de Newark Liberty, nos Estados Unidos, depois que uma falha no motor direito foi detectada. É possível ver fogo em uma das turbinas do avião nas imagens do pouso. Assim que disparou o alarme no cockpit, a tripulação acionou a torre comunicando a falha e solicitou um pouso de emergência. A Brigada de Incêndio foi acionada e os bombeiros agiram rápido para resfriar o motor, modelo GE CF6-80. Embora a cena possa parecer assustadora, esse tipo de pane não é rara e não representa séria ameaça à segurança de voo, embora o protocolo recomende que os pilotos pousem na pista mais próxima. Fonte: R7 Foto: Reprodução/X/@fl360aero

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