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Tag: internacional

Parlamento da Ucrânia prorroga lei marcial e mantém Zelensky no poder até agosto

O Parlamento da Ucrânia prorrogou até agosto, nesta quarta-feira (16), a lei marcial que mantém o presidente do país, Volodymyr Zelensky, no poder. Essa medida veio em meio à forte pressão dos Estados Unidos e da Rússia para a escolha de um novo líder, já que o mandato do ucraniano terminou em 2024. A decisão suspende o ciclo de eleições e permite que a Ucrânia siga mobilizando as tropas em meio ao conflito com os russos. Atualmente, as negociações de paz entre Rússia e Ucrânia estão paralisadas — o presidente americano, Donald Trump, busca um acordo de cessar-fogo há dois meses. O russo Vladimir Putin não concorda com alguns termos e modificações podem ser feitas nos próximos dias ou semanas.   Fonte: R7 Foto: AFP

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Israel confirma a morte de mais um chefe do Hamas

As forças de segurança de Israel confirmaram a morte de mais um chefe do grupo terrorista Hamas que esteve envolvido no planejamento do ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel. Mahmud Ibrahim Hasan Abu Hisirah atuava ao lado de um dos principais líderes militares do grupo. A Jihad Islâmica, que é aliada do Hamas, divulgou, nesta quarta-feira (16), imagens de um refém israelense.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Governo dos EUA ameaça impedir Harvard de matricular estrangeiros

O governo dos Estados Unidos ameaçou revogar da Universidade de Harvard o direito de matricular estudantes estrangeiros caso a instituição não cumpra, até 30 de abril de 2025, exigências rigorosas de prestação de informações. A medida foi anunciada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS), liderado por Kristi Noem, que também determinou o cancelamento de dois subsídios no valor de US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 13,7 milhões) destinados à universidade. Segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira (17), Noem enviou uma carta à reitoria exigindo “registros detalhados das atividades ilegais e violentas de estudantes estrangeiros com visto”, alertando que, em caso de descumprimento, Harvard perderá sua certificação no Programa de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio (SEVP). A secretária do DHS criticou duramente a universidade, acusando a administração da instituição de “alimentar o antissemitismo” e de permitir “motins extremistas” que colocariam em risco a segurança nacional. “Harvard se curva ao antissemitismo impulsionado por uma liderança sem coluna vertebral. A ideologia antiamericana e pró-Hamas está envenenando o campus e as salas de aula”, declarou Noem. A ação segue a decisão do presidente Donald Trump, que congelou nesta semana US$ 2,2 bilhões em repasses federais à universidade e propôs a revogação de seu status de isenção fiscal. Em sua rede social, Truth Social, Trump acusou Harvard de “ensinar ódio e imbecilidade” e defendeu que a instituição “não deve continuar recebendo dinheiro do governo”. Noem reforçou esse posicionamento, afirmando que, com um fundo patrimonial avaliado em mais de US$ 53 bilhões, a universidade “pode financiar seu próprio caos – o DHS não vai fazê-lo”. O governo federal exige que as universidades implementem medidas para combater o antissemitismo em seus campi, incluindo auditorias sobre as posições de estudantes e professores. Caso contrário, podem perder o acesso a recursos públicos. Em resposta, o reitor de Harvard, Alan Garber, afirmou em carta enviada à comunidade acadêmica que a universidade já vinha tomando medidas contra o antissemitismo e garantiu que não abrirá mão de sua independência nem dos direitos constitucionais, como a liberdade de expressão. “Nenhum governo, de qualquer partido, deve determinar o que as universidades privadas devem ensinar, quem podem contratar ou quais temas podem pesquisar”, escreveu. A declaração de Garber foi elogiada por centenas de professores e por figuras do Partido Democrata, incluindo o ex-presidente Barack Obama, que considerou a postura um exemplo a ser seguido. Em contrapartida, a Universidade de Columbia concordou com reformas mais amplas em resposta às exigências do governo Trump. No entanto, a instituição declarou que não aceitará “nenhum acordo que comprometa sua independência”. Harvard, localizada nos arredores de Boston, tem cerca de 30 mil estudantes e está entre as instituições mais prestigiadas do mundo, ocupando há anos o topo do ranking acadêmico de Xangai. Fonte: R7 Foto: Lusa

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Indícios fortes de vida em Exoplaneta animam cientistas

Um estudo publicado na revista científica Astrophysical Journal Letters aponta para sinais promissores da possível existência de vida no exoplaneta K2-18b, localizado na constelação de Leão, a aproximadamente 120 anos-luz da Terra. A pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, com base em dados obtidos pelo Telescópio Espacial James Webb. Segundo a BBC, o K2-18b é mais de duas vezes maior que a Terra, e os cientistas identificaram a presença de moléculas que, em nosso planeta, são associadas exclusivamente à atividade biológica. “Estes são os sinais mais fortes já detectados de um planeta potencialmente habitável fora do nosso Sistema Solar”, afirmou o astrofísico Nikku Madhusudhan, que liderou o estudo. Apesar da descoberta animadora, os pesquisadores alertam que ainda é cedo para afirmar com certeza que há vida no exoplaneta. “Existe um grande ‘se’ sobre se esses dados realmente indicam vida. E ninguém quer fazer essa afirmação de forma precipitada”, destacou Madhusudhan.   Fonte: R7 Foto: Reprodução- Nasa  

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Polícia espanhola prende duas pessoas que traficavam felinos exóticos na Europa

A polícia espanhola prendeu duas pessoas na ilha de Maiorca por envolvimento em um esquema de criação e venda ilegal de felinos exóticos por meio da internet. A operação, conduzida pela Guarda Civil, resultou na apreensão de 19 animais silvestres, incluindo um caracal e dois servais, em uma propriedade localizada na cidade de Manacor, nas Ilhas Baleares. Além dos animais, os agentes encontraram mais de 40 passaportes irregulares de espécies exóticas provenientes de países como Rússia, Belarus e China. A suspeita é de que os documentos falsos eram utilizados para tentar legalizar os animais comercializados. A investigação teve início em março de 2024, quando as autoridades receberam denúncias sobre um casal que criava felinos selvagens e híbridos (cruzamentos entre espécies exóticas e gatos domésticos) em Palma de Maiorca. Segundo a polícia, os suspeitos promoviam os animais em redes sociais e ofereciam exemplares de espécies altamente protegidas pelas autoridades ambientais da Espanha, como tigres brancos, leopardos nebulosos, linces-eurasiáticos, hienas, leopardos negros e pumas. Um dos anúncios chegou a pedir 60 mil euros (cerca de R$ 400 mil) por um leopardo nebuloso. De acordo com a Guarda Civil, a prática de manter grandes felinos como animais de estimação tem se popularizado em países como Rússia e Ucrânia, e a tendência vem sendo replicada em outras partes da Europa, apesar dos riscos para os próprios donos, para os animais e para o meio ambiente. Os 19 felinos resgatados serão encaminhados a um centro especializado em reabilitação de mamíferos exóticos na cidade de Alicante, no leste da Espanha. As autoridades continuam investigando o caso para identificar possíveis conexões internacionais no tráfico de animais silvestres.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Guarda Civil da Espanha

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Irã afirma que enriquecimento de urânio ‘não é negociável’ com EUA

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou nesta quarta-feira (16) que a questão do enriquecimento de urânio “não é negociável” para Teerã, depois que o emissário dos Estados Unidos, Steve Witkoff, pediu o fim do processo, visando um acordo entre Washington e Teerã. “Estamos dispostos a desenvolver a confiança em resposta a preocupações potenciais (sobre o programa nuclear), mas a questão do enriquecimento não é negociável”, declarou Araqchi à imprensa após uma reunião do conselho de ministros. A declaração acontece antes da segunda rodada de conversações entre Irã e Estados Unidos em Omã, no sábado (19), com a mediação de representantes do sultanato. No fim de semana passado, representantes dos países participaram de uma primeira série de negociações de alto escalão. O enviado do presidente Donald Trump pediu a Teerã na terça-feira que interrompa o enriquecimento urânio como parte de qualquer acordo. “Qualquer acordo final deve estabelecer um quadro para a paz, a estabilidade e a prosperidade no Oriente Médio, o que significa que o Irã deve interromper e eliminar o seu programa de enriquecimento nuclear e armamento”, afirmou Witkoff na rede social X. Um dia antes, o enviado americano pareceu indicar o contrário, quando se absteve de exigir o desmantelamento total do programa nuclear iraniano em uma entrevista ao canal Fox News. “Nós ouvimos posições contraditórias” por parte das autoridades americanas, disse Araqchi. O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, expressou na terça-feira sua satisfação com as recentes conversas com os Estados Unidos, mas também enfatizou sua desconfiança a respeito dos interlocutores. Estados Unidos e outros países ocidentais suspeitam que o Irã deseje desenvolver armas nucleares. Teerã nega as acusações e defende o uso nuclear para fins civis, principalmente para energia. Em 2015, o Irã assinou um acordo com os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, Rússia, Estados Unidos, França e Reino Unido) e a Alemanha para a supervisão de suas atividades nucleares. Mas em 2018, Trump retirou seu país do acordo durante seu primeiro mandato e retomou as sanções contra Teerã, que então começou a se desvincular dos compromissos assumidos no acordo.   Fonte: R7 Foto: Evelyn Hockstein e Amer Hilab / várias fontes / AFP

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UE identifica sete países ‘seguros’ e limita critérios para concessão de asilo

A União Europeia (UE) identificou em uma lista publicada nesta quarta-feira (16) sete países ‘seguros’, uma medida que limita aos cidadãos destas nações as possibilidades de obter asilo no bloco. Os sete países considerados seguros são Kosovo, Bangladesh, Colômbia, Egito, Índia, Marrocos e Tunísia. O comissário europeu para a Migração, Magnus Brunner, declarou em um comunicado que vários Estados da UE “enfrentam um acúmulo significativo de pedidos de asilo, então tudo o que pudermos fazer para apoiar decisões de asilo mais rápidas é essencial”. A adoção da lista de países de origem considerados seguros permitiria que as autoridades nacionais agissem mais rapidamente em solicitações apresentadas por migrantes de outras nacionalidades. A UE já havia apresentado uma lista semelhante em 2015, mas o plano foi abandonado devido a debates acalorados sobre a inclusão ou não da Turquia. Vários países do bloco europeu pressionavam a Comissão Europeia (o braço executivo da UE) para reduzir o número de chegadas e facilitar o processo de remoção de migrantes não aceitos. Em resposta, a Comissão apresentou em março um projeto de reforma do sistema de devolução de migrantes, abrindo caminho para que os Estados-membros estabeleçam centros de retorno de migrantes fora do bloco. Atualmente, menos de 20% dos migrantes rejeitados que são forçados a deixar o bloco são devolvidos ao seu país de origem, segundo dados da UE.   Fonte: R7 Foto: Dušan Cvetanović/Pexels

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Chineses trocam aluguel por quarto de hotel para driblar custos de moradia

Diante do alto custo de moradia e das dificuldades do mercado imobiliário na China, um número crescente de chineses está optando por viver em hotéis em vez de alugar apartamentos. A tendência, impulsionada especialmente entre jovens adultos, vem transformando a dinâmica do setor hoteleiro e pressionando o mercado de aluguéis residenciais em grandes cidades do país. Segundo levantamento da plataforma de viagens online Qunar, as reservas de estadias com duração superior a um mês cresceram 2,5 vezes entre novembro e janeiro, na comparação com o mesmo período de 2019. O aumento foi mais expressivo entre hóspedes de 25 a 30 anos. O custo médio mensal de uma estadia prolongada foi de 2.700 yuans (cerca de R$ 2 mil), valor que inclui despesas como água, luz, internet e, em alguns casos, serviços de limpeza e academia. Em entrevista ao portal chinês Sixth Tone, Hu Weiwei, atleta de vôlei de 24 anos, contou que decidiu morar em hotéis após enfrentar experiências negativas com aluguel tradicional na cidade de Tianjin, no norte da China. “Para alguém com ansiedade social como eu, lidar com os proprietários é a pior parte. É um pesadelo”, afirmou. Ela explicou que, ao comparar os custos, descobriu que uma estadia mensal em hotel por 2.500 yuans era mais vantajosa do que alugar um apartamento individual, cujo valor chegava a até 3.000 yuans. Além da economia, Hu destacou a praticidade: ar-condicionado funcionando 24 horas, segurança reforçada com câmeras de vigilância e localização próxima a transporte público e comércio. Desde então, ela já morou em hotéis em diferentes cidades, como Xangai e Suzhou, e pretende manter esse modelo no futuro. Outra jovem entrevistada pelo Sixth Tone, Tang Miaomiao, de 22 anos, optou por alugar um quarto de hotel com o namorado durante as férias de inverno em Qingdao, na província de Shandong. Ela citou a hospitalidade como um diferencial. “A equipe do hotel preparou bolinhos para nós na véspera do Ano Novo”, lembrou. Apesar de reconhecer limitações como a falta de cozinha, Tang afirmou que os custos com hospedagem ainda compensam em estadias curtas. A rede Jin Jiang Hotels China Region confirmou a tendência. De acordo com a empresa, o número de hóspedes com menos de 40 anos que se hospedaram por mais de um mês aumentou 1,5 vez entre janeiro e março deste ano, em relação ao mesmo período de 2023. Os perfis mais comuns são freelancers, viajantes a trabalho e jovens profissionais. “Ao oferecer descontos para estadias prolongadas, conseguimos alinhar os preços aos aluguéis residenciais em bairros comparáveis, eliminando custos como depósitos e contas de serviços públicos”, disse um porta-voz da rede. O modelo, inicialmente impulsionado pela pandemia, quando o turismo despencou, se consolidou como uma alternativa viável e atrativa. Segundo Wu Ben, professora associada de turismo na Universidade Fudan, hotéis econômicos aproveitaram o período para atrair moradores com tarifas competitivas. “Durante as restrições de mobilidade, os hotéis se tornaram mais acessíveis do que apartamentos tradicionais”, explicou Wu. A crescente adesão ao estilo de “vida leve” também estimula essa escolha. É o caso de Casey Cheuk, de 40 anos, moradora de um hotel da rede Marriott em Xangai. Ela destacou a flexibilidade e a economia como os principais atrativos. “Economizamos com estacionamento, contas e serviços domésticos, e ainda temos a liberdade de mudar de cidade quando quisermos”, afirmou Cheuk. Dados recentes indicam que essa nova forma de moradia já tem impacto no mercado de aluguéis. Em 2024, os preços médios de imóveis residenciais caíram 3,25% nas 50 maiores cidades chinesas, mesmo com incentivos do governo para estimular o setor.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/ Record News

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Trump congela US$ 2,2 bilhões de Harvard após instituição rejeitar combate ao antissemitismo

O governo dos Estados Unidos anunciou que vai congelar mais de US$ 2,2 bilhões (cerca de R$ 12,8 bilhões) em subsídios e US$ 60 milhões em contratos da Universidade Harvard, logo após a instituição informar que não acataria as exigências da gestão de Donald Trump para limitar o ativismo no campi e combater a agenda antissemita. Em uma carta dirigida à Harvard na última sexta-feira (11), o governo norte-americano pediu que a instituição fizesse amplas mudanças na gestão e nas políticas de admissão, além da realização de auditorias sobre os programas de diversidade. A universidade foi palco de protestos pró-Palestina por estudantes no ano passado. O governo alega que manifestações contra a guerra na Faixa de Gaza foram movidas por antissemitismo. Nesta segunda-feira (14), o presidente de Harvard, Alan Garber, afirmou que não cederia às exigências do governo, justificando a manutenção da liberdade de ensino. “A universidade não renunciará à sua independência nem a seus direitos constitucionais”, disse, em uma carta dirigida à comunidade acadêmica.   Fonte: R7 Foto: Daniel Torok/Official White House Photographer

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Israel entrega para o Egito nova proposta de cessar-fogo temporário na Faixa de Gaza

Israel entregou para o Egito uma nova proposta de cessar-fogo de 45 dias na Faixa de Gaza em troca da libertação de dez reféns. As forças armadas do país realizam operações de busca por reféns mantidos no território palestino. O acordo ainda inclui a abertura de passagens humanitárias para a entrada de comida e de remédios no território palestino, além do reposicionamento militar em Gaza. O período serviria para negociar uma possível segunda fase da trégua.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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