internacional Archives - Página 10 de 26 - Portal Veloz Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Laudo descarta suicídio e diz que policial Gisele foi assassinada

Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos

Comércio de Limeira terá horários especiais em setembro; confira

Homem é preso com mais de 400 porções de drogas durante abordagem em Piracicaba

Desfile de 7 de Setembro terá exposição de carros antigos e praça de alimentação em Limeira

Câmara de Limeira discute ações para melhorar fiscalização de perturbação do sossego com autoridades

Tag: internacional

Ataques aéreos israelenses matam 10 em escola com desabrigados

Um ataque aéreo israelense a uma escola que abrigava famílias desabrigadas no norte de Gaza matou pelo menos 10 pessoas, enquanto outro atingiu um hospital infantil, informaram autoridades de saúde locais, elevando o número de mortos nesta quarta-feira (23) para 20. Os médicos disseram que o ataque aéreo à Escola Yaffa, na área de Tuffah, na cidade de Gaza, incendiou barracas e salas de aula. Não houve comentário israelense sobre o ataque à escola. Alguns móveis ainda estavam em chamas várias horas após o ataque, enquanto as pessoas vasculhavam as salas de aula e o pátio da escola em busca de seus pertences. “Estávamos dormindo e de repente algo explodiu, começamos a procurar e encontramos toda a escola em chamas, as barracas aqui e ali estavam em chamas, tudo estava em chamas”, disse a testemunha Um Mohammed Al-Hwaiti. “As pessoas estavam gritando e os homens estavam carregando pessoas carbonizadas, crianças carbonizadas, estavam caminhando e dizendo: ‘Querido Deus, querido Deus, não temos ninguém além de você’ O que podemos dizer? Querido Deus, somente”, afirmou ela à Reuters. Os médicos disseram que pelo menos mais 10 pessoas foram mortas em ataques israelenses separados no enclave. Desde o colapso do cessar-fogo de janeiro, em 18 de março, os ataques israelenses mataram mais de 1.600 palestinos, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza, e centenas de milhares de pessoas foram forçadas a deixar suas casas, à medida que Israel se apoderou do que chama de zona tampão das terras de Gaza. UTI danificada Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde de Gaza disse que um míssil israelense também atingiu o prédio superior do Hospital Infantil Durra, na Cidade de Gaza, danificando a unidade de terapia intensiva e destruindo o sistema de painéis solares que alimenta a instalação com energia. Ninguém morreu no ataque ao hospital. O sistema de saúde de Gaza está próximo do colapso devido ao bloqueio israelense a todos os suprimentos para a cidade, inclusive combustível e eletricidade, desde o início de março, quando as operações militares foram retomadas. O governo israelense afirma que o bloqueio tem como objetivo pressionar os militantes do Hamas, que comandam Gaza, a libertar os 59 reféns israelenses restantes capturados nos ataques de outubro de 2023 que precipitaram a guerra. O Hamas afirma que está disposto a libertá-los, mas somente como parte de um acordo que ponha fim à guerra.   Fonte: Agência Brasil foto: Reuters/Mahmoud Issa

Leia Mais

JD Vance diz que Rússia e Ucrânia devem alcançar acordo ou EUA abandonarão negociações

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou nesta quarta-feira (23) que Rússia e Ucrânia devem alcançar um acordo de paz ou Washington abandonará os esforços de mediação nas negociações. Vance afirmou durante uma visita à Índia que seu país fez uma “proposta muito explícita” às duas partes, que inclui a necessidade de troca de territórios, “e é hora para que digam sim ou para que os Estados Unidos se retirem deste processo”. Representantes dos Estados Unidos, da Ucrânia e de sete países europeus se reúnem nesta quarta-feira em Londres, em uma nova tentativa de acabar com a guerra russa em território ucraniano. “Este é o momento, acredito, de dar, se não o passo final, um dos passos finais, que é, em um nível mais amplo, dizer que vamos parar com as mortes, que vamos congelar as linhas territoriais em algum nível próximo de onde elas estão hoje”, acrescentou Vance. “Agora, é claro, isso significa que ucranianos e russos terão que renunciar a uma parte do território que possuem atualmente”, completou. O presidente americano, Donald Trump, prometeu na campanha que alcançaria um acordo entre Moscou e Kiev em 24 horas, mas não conseguiu obter concessões do presidente russo, Vladimir Putin. Washington celebrou um acordo separado das duas partes para suspender os ataques contra instalações de energia por 30 dias, mas o Kremlin anunciou que considera que a moratória já terminou.   Fonte: R7 Foto: Kenny Holston / POOL / AFP / CP

Leia Mais

EUA aplicam tarifas de até 3.521% sobre equipamentos de energia solar de alguns países asiáticos

Na última segunda-feira (21), os Estados Unidos anunciaram novas tarifas sobre a importação de equipamentos de energia solar de alguns países asiáticos. O Camboja vai enfrentar tarifas de 3.521%; o Vietnã 395,9%; a Tailândia 375,2%; e a Malásia 34,4%. Segundo o governo americano, a medida foi tomada após uma investigação mostrar que empresas desses países recebiam subsídios governamentais e exportavam produtos para os Estados Unidos a preços abaixo do custo de produção. A análise foi solicitada por fabricantes do país ainda na gestão de Joe Biden.

Leia Mais

Universidade de Harvard processa governo Trump por cortes sem financiamento

A universidade de Harvard apresentou uma ação contra o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelos cortes “ilegais” de financiamento, anunciados em represália por não acatar as políticas impostas pela Casa Branca para acabar com o que considera atos de antissemitismo e as políticas de integração. “As ações dos demandados são ilegais”, apontam dirigentes da universidade na ação em que os advogados da instituição lembram que a tentativa do governo de “coagir e controlar Harvard ignora” os princípios fundamentais contemplados na Primeira Emenda da Constituição e que salvaguardavam a “liberdade acadêmica”.“Nenhum governo — independentemente do partido que esteja no poder — deve ditar o que as universidades privadas podem ensinar, a quem pode admitir e contratar, e quais áreas de estudo e pesquisa podem seguir”, destaca a ação. O governo Trump anunciou o congelamento de 2,2 bilhões de dólares (cerca de R$ 13 bilhões, na cotação atual) em subvenções federais e a suspensão das isenções fiscais de Harvard, após a instituição se negar a catar as medidas para reforçar o antissemitismo e desmantelar suas políticas de diversidade, igualdade e inclusão. O governo também planeja retirar de Harvard mais bilhões de dólares (R$ 5,8 bilhões) em financiamento para pesquisas médicas, lembram os advogados. Mesmo antes do congelamento, o governo tinha ameaçado suprimir até 8,7 bilhões de dólares (R$ 50,9 bilhões) em financiamento não só para Harvard, mas também para hospitais e centros oncológicos importantes, o que demonstra o “caráter arbitrário e voluntário da decisão abrupta e indiscriminada” do governo Trump. “A disjuntiva que se apresenta para Harvard e outras universidades é clara: permitir que o Governo gerencie sua instituição acadêmica ou coloque em risco a capacidade da instituição de alcançar avanços médicos, descobertas científicas e soluções inovadoras”, escreveram os advogados na ação. Exemplo para as outras instituições O reitor de Harvard, Alan Garber, explicou recentemente, em carta dirigida a estudantes e funcionários, que a instituição “não renunciará à sua independência, nem aos direitos que a Constituição garante”. Na semana passada, Trump escreveu em sua plataforma, Truth Social, que “Harvard já nem mesmo pode ser considerado um lugar decente de aprendizado e não deveria constar em nenhuma lista de melhores universidades do mundo”. Dona de um patrimônio de mais de 50 bilhões de dólares (R$ 292,7 bilhões), que faz dela uma das universidades mais ricas do país, Harvard se beneficia de uma isenção fiscal federal e fora do estado de Massachusetts. Em meio a esse morde e assopra entre a universidade e o governo federal, a Casa Branca ameaçou, na semana passada, eliminar os vistos para os estudantes estrangeiros de Harvard, que representam um quarto de seus 30.000 alunos. Paralelamente, os republicanos do Congresso anunciaram a abertura de uma investigação contra a universidade para determinar se ela descumpriu a lei de direitos civis. O presidente, que pediu que a universidade se desculpasse, avalia que a instituição recruta “esquerdistas radicais, idiotas e cabeças-oca”. A instituição, situada perto de Boston e que integra a seleta Ivy League, ocupa há anos os primeiros lugares na lista de universidades mais prestigiosas do mundo, conhecida como ranking Xangai. Harvard é uma das 60 universidades de alto nível na mira do governo republicano, que considera que estes centros de ensino têm uma visão esquerdista. A experiência se intensificou quando as universidades foram cenário de protestos estudantis contra a guerra em Gaza, o que desencadeou críticas sobre a falta de proteção aos estudantes judeus nos campos. Diferentemente de Harvard, a universidade de Columbia aceitou realizar reformas profundas, vistas por alguns como uma capitulação ao governo Trump. A resposta firme de Harvard foi aclamada por centenas de professores e várias personalidades do Partido Democrata, incluindo o ex-presidente Barack Obama, que citou esta universidade como um “exemplo” para outras “instituições”.   Fonte: R7 Foto: Sophie Park / TNYT | Andrew Caballero-Reynolds / AFP

Leia Mais

Rússia reforma base aérea na Líbia para ampliar operações militares na África, diz relatório

O Kremlin está restaurando uma antiga base aérea no sudeste da Líbia como parte de um esforço para expandir sua presença militar no continente africano. A informação foi publicada na última quarta-feira (17) pela Fundação Jamestown, um think tank especializado em defesa com sede em Washington D.C., capital dos Estados Unidos. A base em questão está localizada em Matan al-Sarra, perto da fronteira com o Chade. Inativa desde 2011, a área começou a ser reformada em dezembro de 2024 e poderá servir como centro logístico estratégico para operações na África Central. A reforma da instalação incluirá pontos de reabastecimento para aviões cargueiros militares russos e oferecerá uma base de monitoramento dos fluxos migratórios em direção à Europa. A base também deve funcionar como apoio para operações em países como o Sudão. O relatório aponta que o projeto envolve militares russos, forças sírias e empreiteiros civis, o que indica uma operação coordenada e de longo prazo. A base está localizada em uma zona com condições ambientais adversas, caracterizada por altas temperaturas e escassez de chuvas por boa parte do ano. Esses fatores aumentam os desafios logísticos para manter uma presença militar constante na região. Matan al-Sarra está sob controle de um batalhão comandado por um dos filhos de Khalifa Haftar, figura central na política líbia e líder militar no leste do país. O envolvimento de Haftar sugere um acordo estratégico com Moscou. A Rússia vem aprofundando seus laços com o comandante líbio nos últimos anos. Em 2020, forneceu ao menos 14 caças MiG-29 e Su-24 ao Exército Nacional Líbio, liderado por Haftar. Analistas da Fundação Jamestown avaliam que, em troca, o militar líbio pode buscar acesso a armamentos russos mais modernos. Além disso, a operação russa parece contar com alianças locais, como os Toubou, grupo étnico nômade que controla vastas áreas da região, e a tribo árabe Zuwayya. O território dos Toubou é estratégico, especialmente para o acesso às áreas de mineração de ouro no Sudão e para o aumento da influência russa no vizinho Chade. A base de Matan al-Sarra também tem relevância histórica. Em 1989, ela foi usada por Haftar, então comandante das forças de Muammar Gaddafi, como ponto de partida para uma campanha militar contra o Chade. Após o fracasso da operação, Haftar desertou e foi para os Estados Unidos. Ele retornaria à Líbia apenas em 2011, após a queda do regime de Gaddafi. O relatório ainda menciona movimentos paralelos, como a tentativa da companhia aérea estatal de Belarus, a Belavia, de adquirir três aeronaves A330 anteriormente registradas por uma empresa da Gâmbia. Analistas do setor suspeitam que a iniciativa possa ajudar a Rússia a contornar sanções ocidentais impostas à sua aviação civil após a invasão da Ucrânia em 2022.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/X – @Oded121351

Leia Mais

Equador em “alerta máximo” por relatório sobre plano de assassinato de Noboa

O Equador está em “alerta máximo”, afirmou neste sábado (19) o governo, após a divulgação de um relatório do serviço de inteligência com a advertência sobre uma suposta tentativa de assassinato contra o presidente reeleito Daniel Noboa. Um relatório do Comando Conjunto das Forças Armadas, com data de 17 de abril e assinado pelo coronel do Exército Rolando Proaño, afirma que após a reeleição de Noboa no fim de semana passado, “começaram os deslocamentos de assassinos de aluguel do México e outros países para o Equador, com a finalidade de realizar atentados terroristas contra o Presidente da República” e seus funcionários mais próximos. Noboa terá um novo mandato até 2029 após vencer, no segundo turno, a esquerdista Luisa González, que não reconhece a derrota. “Condenamos e repudiamos energicamente qualquer tentativa de atentar contra a vida do senhor Presidente da República, autoridades do Estado e funcionários públicos”, afirmou o Ministério do Governo em um comunicado divulgado neste sábado, horas após a divulgação do documento militar nas redes sociais. O relatório adverte sobre “o planejamento de possíveis atentados terroristas” em infraestruturas rodoviárias, bancos e instituições do Estado. Também menciona a realização de protestos “violentos” no país e recomenda reforçar o esquema de segurança do chefe de Estado. “O Estado está em alerta máximo”, afirmou o Ministério do Governo em seu comunicado. “As Forças Armadas, a Polícia Nacional e os organismos de inteligência estão trabalhando de forma articulada para neutralizar qualquer ameaça”. O governo de Noboa responsabilizou “estruturas criminosas, em conluio com setores políticos derrotados nas urnas” pelo suposto plano de assassinato, sem revelar detalhes ou nomes. Os governos esquerdistas de Gustavo Petro na Colômbia e Claudia Sheinbaum no México se abstêm de reconhecer a vitória de Noboa após as acusações de fraude de González, descartadas por observadores da União Europeia e da Organização dos Estados Americanos. O México rompeu relações com o Equador em abril do ano passado, quando Noboa ordenou a invasão da embaixada do país em Quito para capturar o ex-vice-presidente Jorge Glas, condenado por peculato e que estava asilado na representação diplomática. Antes considerado um símbolo de paz em uma região conflituosa, o Equador atualmente é cenário de uma guerra territorial entre narcotraficantes e grupos mafiosos internacionais. Noboa, que em 2024 declarou o país em conflito armado interno, busca enfrentar a violência criminosa com uma política de linha dura para a qual busca o apoio de países aliados.   Fonte: R7 Foto: Rodrigo Buendia / AFP

Leia Mais

Chineses viralizam ao afirmar que marcas de luxo vendem bolsas fabricadas por eles

Conforme a Casa Branca anunciou na última terça-feira (15), as taxas sobre produtos chineses exportados para os EUA agora podem chegar a 245%. Descontentes com a situação e temorosos em relação ao impacto que a guerra tarifária de Donald Trump pode causar, empresários da indústria têxtil chinesa resolveram expor no TikTok uma suposta farsa na cadeia de produção das grifes de luxo e a diferença de preço entre os produtos com e sem etiqueta. Alegando que fornecem bolsas para famosas casas de moda, os fabricantes afirmam que os itens que levam etiquetas “Made in Italy” ou “Made in France”, na verdade, são desenvolvidos na China, onde os preços dos acessórios ficam muito mais em conta. Segundo eles, modelos que custam cerca de R$ 8 mil para serem produzidos, chegam a ser vendidos por aproximadamente R$ 200 mil na Terra do Tio Sam. “Este estoque é o que sobra da produção de bolsas para marcas de luxo europeias, mas, graças às tarifas de Trump, não posso mais exportar para os EUA”, afirma um dos comerciantes enquanto passeia por um armazém cheio de bolsas. “Durante décadas, o Ocidente chamou o ‘Made in China’ de barato, enquanto nós, silenciosamente, criávamos suas bolsas de US$ 20 mil ‘Made in Italy’”, complementa. Veja no TikTok! Os vídeos, é claro, chegaram como uma bomba na plataforma, onde as publicações atingiam milhões de visualizações antes de serem derrubadas. Muitos dos conteúdos eram acompanhados de links, oferecendo aos usuários a oportunidade de comprar as peças “sem etiqueta”. “Mais de 90% do preço de uma bolsa de luxo está no logo. Se você não liga para a marca, pode comprar o mesmo produto conosco por muito menos”, promovia um fornecedor que teve sua conta banida. Ainda que muitos espectadores não tenham dado credibilidade às “denúncias”, centenas de consumidores começaram a questionar a autenticidade dos produtos e seu verdadeiro valor. Enquanto isso, grifes centenárias correram para a internet no intuito de desmentir as informações, afirmando repetidamente que não fabricam produtos na China e que protegem rigorosamente suas cadeias de produção. A Hermès é uma das etiquetas que defende veementemente que suas peças são produzidas 100% na França – Divulgação/Hermès No entanto, a verdade é que a União Europeia autoriza que uma mercadoria seja etiquetada com “Feito na França” ou “Feito na Itália” mesmo que só o acabamento seja realizado nestes países. Não é uma prática ilegal. Ainda que os empresários estejam blefando ou fazendo falsas afirmações, as dúvidas que tais publicações despertam são válidas. Onde os itens de luxo são realmente feitos? A tão famigerada qualidade dos produtos é real ou não passa de um artifício de marketing? A transparência das grifes em relação ao seu processo de produção é suficiente? Quanto é o custo de produção? Qual a margem de lucro? Em um mundo com recursos cada vez mais escassos, ainda há espaço para esse tipo de exploração? Enquanto tantas reflexões ganham espaço nas redes sociais, as etiquetas agora se perguntam como vão superar o baque da guerra tarifária e da “Trade War TikTok”, como ficou conhecida a onda de vídeos expondo as grandes marcas. O momento é delicado. Na segunda-feira (14), o grupo LVMH, dono de marcas como Louis Vuitton, Dior, Fendi, Givenchy e Celine, divulgou que as vendas de roupas e artigos de couro caíram 5% no primeiro trimestre. Agora, com a credibilidade das etiquetas abalada, a recuperação será ainda mais difícil. “Não subestime o que isso pode significar para o luxo”, escreveu o especialista em marketing Fabio Becheri em uma publicação no LinkedIn. “Esses vídeos podem parecer apenas ruído, mas a narrativa que eles estão promovendo pode, discretamente, remodelar a forma como as pessoas percebem valor, origem e autenticidade”, defende.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram

Leia Mais

“Até nova ordem”: Supremo Tribunal dos Estados Unidos trava deportações de venezuelanos

Suprema Corte dos Estados Unidos pediu, na madrugada deste sábado (19), que o governo de Donald Trump não deportasse os venezuelanos detidos no norte do Texas com base na Alien Enemies Act — uma lei do século XVIII —, após os advogados dos detidos alegarem que eles seriam deportados sem o devido processo judicial, o que já havia sido previamente ordenado pelos juízes. “O governo está instruído a não remover nenhum membro do grupo proposto de detidos dos Estados Unidos até nova ordem deste tribunal”, afirmaram os juízes em um comunicado divulgado nesta manhã, citado pela Reuters. Segundo o mesmo comunicado, dois juízes conservadores — Clarence Thomas e Samuel Alito — discordaram da decisão. A Suprema Corte respondeu a uma liminar apresentada pela União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que alegava que as autoridades de imigração estavam retomando as deportações com base na Alien Enemies Act, de 1798. A Corte já havia decidido, no início de abril, que as deportações só poderiam ocorrer se os imigrantes tivessem a chance de apresentar seus casos na Justiça e recebessem um “prazo razoável” para contestar as ordens de expulsão. “Estamos profundamente aliviados pelo fato de o tribunal ter suspendido temporariamente as deportações. Esses indivíduos corriam o risco iminente de passar o resto de suas vidas em uma prisão brutal em El Salvador, sem nunca terem tido um julgamento justo”, afirmou o advogado da ACLU, Lee Gelernt, à agência Associated Press (AP). Na sexta-feira, dois juízes federais se recusaram a intervir enquanto os advogados dos detidos tentavam ações legais urgentes para impedir as deportações. A ACLU já havia recorrido anteriormente contra a deportação de dois venezuelanos detidos no centro de detenção de Bluebonnet, pedindo uma decisão judicial que barrasse a remoção de qualquer imigrante da região com base na Alien Enemies Act. Na liminar apresentada na sexta-feira, a ACLU alertou que autoridades de imigração estavam acusando outros venezuelanos detidos no mesmo local de pertencerem ao grupo criminoso Tren de Aragua, o que os tornaria alvos da lei invocada pela administração Trump. Essa lei foi usada apenas três vezes na história dos EUA — a mais recente durante a Segunda Guerra Mundial, quando foi aplicada para expulsar civis nipo-americanos detidos em campos de internamento. O governo Trump alegou que a lei lhe dava poder para deportar rapidamente imigrantes que identificasse como membros do grupo transnacional Tren de Aragua, surgido em uma prisão da Venezuela, independentemente do status migratório dos acusados. Após uma decisão unânime da Suprema Corte em 9 de abril, juízes federais do Colorado, Nova York e sul do Texas emitiram ordens proibindo a deportação de detidos com base nessa lei, até que o governo apresentasse acusações formais em tribunal. Os Estados Unidos firmaram um acordo com o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, para enviar os imigrantes detidos em território americano ao Centro de Confinamento do Terrorismo (Cecot), uma prisão de segurança máxima que já foi alvo de denúncias de violações de direitos humanos. Como parte do acordo — cujos detalhes não foram totalmente divulgados —, Washington pagará a El Salvador seis milhões de dólares por ano para apoiar o sistema prisional do país. No total, os EUA já enviaram mais de 200 imigrantes, em sua maioria venezuelanos, para essa prisão, alegando que eles são membros do Tren de Aragua. Segundo uma análise publicada na semana passada pela Bloomberg, 90% desses mais de 200 homens não têm nenhum antecedente criminal nos Estados Unidos.   Fonte: R7 Foto: Reuters

Leia Mais

Trump volta a criticar presidente Banco Central americano após alerta sobre tarifas

Em uma escalada de tensão, o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou duramente o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, acusando-o de conduzir a política de juros do país de forma “atrasada e errada”. A declaração de Trump, feita nesta quinta-feira (17), surge após Powell expressar preocupação com o impacto das tarifas impostas pelo governo, que, segundo ele, podem elevar a inflação e prejudicar a economia. Powell, em discurso na quarta-feira (16), alertou que as tarifas de Trump superam as previsões do Fed, mesmo em cenários extremos, e podem dificultar o controle da inflação e a manutenção do mercado de trabalho aquecido. Trump, por sua vez, manifestou impaciência com a duração do mandato de Powell, que se estende até maio de 2026. A discordância entre os dois líderes expõe um conflito de visões sobre a economia americana. Enquanto Powell, alinhado com a maioria dos especialistas, teme que as tarifas de Trump causem inflação e recessão, Trump defende que as tarifas estão enriquecendo o país e que a inflação está em declínio. Powell sinalizou que o Fed poderá manter a taxa de juros estável em sua próxima reunião, agendada para os dias 6 e 7 de maio, aguardando maior clareza sobre os efeitos das tarifas. Ele enfatizou a necessidade de avaliar se a inflação será um fenômeno temporário ou persistente. Trump, por outro lado, pressiona por cortes imediatos na taxa de juros, comparando a postura do Fed com a do Banco Central Europeu (BCE), que, segundo ele, já realizou múltiplos cortes. A taxa de juros nos EUA está atualmente entre 4,25% e 4,50% ao ano, um patamar considerado elevado para os padrões do país, e o Fed, sendo uma instituição independente, não pode sofrer interferência direta do governo.   Fonte: R7 Foto: Getty

Leia Mais

Trump bloqueou plano israelense para atacar instalações nucleares do Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, bloqueou um plano de Israel para atacar instalações nucleares no Irã, informou o jornal The New York Times, em meio às negociações entre Washington e Teerã. Os dois países, sem relações diplomáticas há mais de 40 anos, buscam um novo acordo sobre o programa nuclear do Irã depois que Trump retirou os Estados Unidos, durante seu primeiro mandato, de um pacto anterior sobre o tema. Depois de uma primeira reunião em Omã na semana passada, o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, e o ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, participarão de uma segunda rodada de negociações em Roma no sábado. Neste contexto, fontes do governo Trump explicaram ao NYT que Israel havia solicitado ajuda de Washington para efetuar um ataque em maio contra as instalações nucleares do Irã. Segundo o New York Times, o plano e sua possível execução foram avaliados pelo governo dos Estados Unidos por meses. Porém, durante uma visita à Casa Branca do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na semana passada, Trump disse ao interlocutor israelense que não apoiaria um ataque. Ao mesmo tempo, o presidente republicano anunciou de maneira surpreendente as negociações com o Irã sobre seu programa nuclear. Desde sua posse em janeiro, Trump intensificou a pressão contra Teerã, com mais sanções e ameaças de uma ação militar caso os países não alcancem um acordo sobre a questão. Estados Unidos, Israel e outros países ocidentais consideram que o programa nuclear do Irã busca o desenvolvimento da bomba atômica, o que Teerã nega. Na terça-feira, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, disse que os iranianos “não estão longe” de conseguir uma arma atômica. O relatório mais recente da agência da ONU indica, com “grave preocupação”, que o Irã dispõe de 274,8 quilos de urânio enriquecido a 60% – o nível necessário para produzir uma bomba nuclear é de 90%.   Fonte: R7 Foto: Brendan Smialowski / AFP

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz