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Tag: internacional

Estados Unidos anunciam ajuda ao Nepal após enchentes que já deixaram centenas de mortos

Tragédia provocada por colapso de geleira devastou comunidades na fronteira com a China; equipes internacionais participam das operações de resgate Os Estados Unidos anunciaram ajuda humanitária ao Nepal após as devastadoras enchentes que atingiram a região próxima à fronteira com a China. O desastre provocou uma das maiores crises recentes enfrentadas pelo país e deixou centenas de mortos e milhares de pessoas desaparecidas. O governo nepalês atualizou neste sábado (29) o número de mortos para 675 pessoas. No lado chinês, no Tibete, também foram registradas mortes, elevando o balanço total da tragédia na região para mais de 680 vítimas. Quase 3 mil pessoas continuam desaparecidas entre Nepal e Tibete. A enchente foi provocada pelo colapso de uma geleira, que desencadeou uma enorme corrente de água, lama, pedras e detritos pelos rios da região. A força da inundação destruiu casas, estradas, pontes e estruturas de geração de energia. As operações de busca e resgate foram retomadas neste sábado após uma interrupção provocada pelas condições climáticas. Mais de 3,7 mil pessoas já foram resgatadas no Nepal, enquanto equipes continuam trabalhando em áreas de difícil acesso. Entre os pontos mais preocupantes estão os projetos de geração de energia atingidos pelas águas. Em uma das áreas afetadas, equipes de resgate trabalham para localizar pessoas que podem estar presas em um túnel de uma usina hidrelétrica. Além da ajuda financeira e humanitária, o Nepal também solicitou apoio técnico especializado de países vizinhos. Equipes da Índia e da China já chegaram ao país para auxiliar principalmente em operações de resgate em túneis, identificação de vítimas e recuperação da infraestrutura destruída. A dimensão dos estragos também representa um enorme desafio econômico. O governo nepalês estima que a reconstrução de estradas, pontes, usinas e outras estruturas destruídas possa custar entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões. Enquanto a ajuda internacional começa a chegar, familiares continuam procurando informações sobre pessoas desaparecidas. Em várias cidades, hospitais e centros de atendimento passaram a receber famílias em busca de notícias de parentes que não foram localizados desde a passagem da inundação. As equipes de emergência seguem mobilizadas na tentativa de encontrar sobreviventes e localizar os desaparecidos. A prioridade, segundo as autoridades, é alcançar as regiões isoladas, prestar atendimento às comunidades afetadas e iniciar a recuperação da infraestrutura destruída pela força das águas. (Renan Isaltino) Foto: arquivo/ redes sociais

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Quase 900 trabalhadores desaparecem após fortes inundações atingirem hidrelétricas no Nepal

Equipes especializadas da Índia e da China foram mobilizadas para ajudar nas buscas; dezenas de trabalhadores podem estar presos em túneis e canteiros de obras. Quase 900 trabalhadores nepaleses que atuavam em projetos de construção de usinas hidrelétricas estão desaparecidos após as fortes inundações que atingiram regiões próximas à fronteira entre o Nepal e a China. Segundo informações reunidas pela Associação de Produtores Independentes de Energia do Nepal, aproximadamente 361 trabalhadores já foram resgatados. As equipes de emergência continuam procurando os demais funcionários, muitos deles sem contato desde o início do desastre. A inundação repentina provocou uma série de estragos em dezenas de projetos hidrelétricos instalados na região. Além das estruturas destruídas ou danificadas, trabalhadores ficaram isolados em canteiros de obras e túneis, dificultando ainda mais as operações de resgate. Diante da dimensão da tragédia, o governo do Nepal pediu ajuda internacional. Especialistas em resgate em túneis da Índia e da China foram enviados ao país para auxiliar as equipes nepalesas nas buscas e na retirada dos trabalhadores que podem estar presos. As primeiras equipes dos dois países chegaram ao Nepal neste sábado (29), e novos grupos de apoio devem ser enviados nos próximos dias. O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shisir Khanal, afirmou que a participação dos países vizinhos representa uma ajuda especializada diante das dificuldades encontradas pelas equipes locais. As inundações também provocaram um forte impacto no setor de geração de energia do Nepal. De acordo com a Autoridade de Eletricidade do país, pelo menos 12 projetos hidrelétricos que já estavam em funcionamento ficaram inoperantes. Outros 15 empreendimentos que ainda estavam em fase de construção também foram atingidos pelas enchentes. Além das perdas materiais e dos prejuízos para o setor energético, o principal desafio neste momento é localizar os trabalhadores desaparecidos e alcançar áreas que continuam de difícil acesso. As autoridades nepalesas mantêm as operações de busca e resgate enquanto equipes nacionais e internacionais trabalham para chegar aos locais mais afetados pelo desastre. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Reuters

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Enchente devastadora atinge Nepal, deixa mortos e centenas de desaparecidos

Tragédia na região do Himalaia destruiu casas, pontes e estradas; equipes de resgate enfrentam dificuldades para localizar vítimas em áreas isoladas. Uma enchente repentina, acompanhada por uma avalanche de lama, pedras e gelo, destruiu casas, estradas, pontes e estruturas de energia. O desastre também deixou centenas de pessoas desaparecidas. Os números ainda estão sendo atualizados pelas autoridades. Informações mais recentes apontam para pelo menos 157 mortos no Nepal e outros três no lado chinês, além de centenas de desaparecidos. Entre as pessoas que não foram localizadas estão centenas de estrangeiros que estavam na região a turismo ou em peregrinação religiosa. A força da água foi registrada em vídeos que mostram verdadeiras ondas de lama descendo pelos vales do Himalaia. Veículos, construções e partes da infraestrutura foram arrastados pela correnteza. COMO A TRAGÉDIA COMEÇOU As causas do desastre ainda estão sendo investigadas. Uma das hipóteses é que o colapso de uma geleira tenha provocado uma enorme avalanche de gelo e rochas. Segundo especialistas citados pela Reuters, imagens de satélite indicaram que uma grande parte de uma geleira, localizada a cerca de 5.200 metros de altitude, teria se desprendido e despencado em direção a um vale. Outra hipótese inicialmente considerada foi a ocorrência de um terremoto de magnitude 4,4, que poderia ter desencadeado o deslizamento. No entanto, o Serviço Geológico dos Estados Unidos posteriormente corrigiu a informação e afirmou que as ondas sísmicas registradas no momento do desastre foram provocadas pelo próprio deslizamento de terra, e não necessariamente por um terremoto. O fenômeno teria bloqueado temporariamente o curso de um rio e, na sequência, provocado uma gigantesca onda de água, lama e detritos. REGIÃO FOI DEVASTADA As áreas mais atingidas ficam próximas aos rios Bhote Koshi e Trishuli, na região norte do Nepal. Estradas foram destruídas e pontes ficaram danificadas ou foram completamente levadas pela correnteza. O fornecimento de energia também foi prejudicado. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, aproximadamente 430 megawatts de capacidade de geração de energia foram afetados, incluindo instalações hidrelétricas e solares. O acesso às áreas atingidas também ficou extremamente complicado, principalmente por causa do terreno montanhoso e dos bloqueios provocados por lama e deslizamentos. CENTENAS DE PESSOAS DESAPARECIDAS O número de desaparecidos inclui trabalhadores, moradores e turistas estrangeiros. Entre os estrangeiros estão cidadãos da Índia, Estados Unidos, Austrália, Reino Unido e Canadá. Muitos estavam viajando pela região em peregrinações religiosas, inclusive em direção ao Monte Kailash, no Tibete. No lado chinês da fronteira, um deslizamento também atingiu a região de Gyirong, no Tibete. As autoridades chinesas informaram mortes e centenas de desaparecidos. RESGATES O Exército do Nepal mobilizou helicópteros e equipes especializadas para retirar pessoas que ficaram isoladas. As operações de resgate, porém, enfrentam dificuldades por causa do mau tempo, dos rios ainda perigosos e das estradas destruídas. As autoridades trabalham para localizar os desaparecidos e levar atendimento médico às áreas mais afetadas. A tragédia acontece durante o período de monções no sul da Ásia, quando chuvas intensas aumentam o risco de enchentes e deslizamentos. Especialistas também alertam que o derretimento acelerado das geleiras, associado ao aumento das temperaturas, pode elevar o risco de eventos extremos semelhantes na região do Himalaia. As buscas e os trabalhos de reconstrução devem continuar nos próximos dias, enquanto as autoridades tentam dimensionar toda a extensão da destruição causada pela enchente. Foto: redes sociais

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Terremoto de magnitude 7,4 deixa pelo menos 111 mortos e causa destruição em várias cidades da Colômbia

Forte tremor teve epicentro próximo a San José del Palmar, foi sentido em diferentes regiões do país e provocou desabamentos, feridos e interrupção de voos; governo decretou estado de emergência nacional Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia na manhã desta segunda-feira (10) e deixou pelo menos 111 mortos e 87 feridos, segundo informações divulgadas pelo presidente Abelardo De La Espriella. O epicentro foi registrado a cerca de 5 quilômetros de San José del Palmar, no departamento de Chocó, no oeste do país. O tremor aconteceu a aproximadamente 96 quilômetros de profundidade e foi sentido em diversas cidades colombianas. Diante da dimensão da tragédia, o governo colombiano decretou estado de emergência nacional e mobilizou equipes de resgate para localizar pessoas que ficaram presas sob os escombros. “Temos que proteger vidas e auxiliar as comunidades afetadas. A prioridade número um é resgatar as pessoas presas sob os escombros”, afirmou o presidente durante pronunciamento à nação. Risaralda concentra maior número de vítimas A província de Risaralda registrou o maior número de mortes até o momento. Segundo o governador Juan Diego Patiño, pelo menos 42 pessoas morreram na região. Na cidade de Pereira, imagens divulgadas nas redes sociais mostram a fachada de um prédio rachando e desabando. Uma grande nuvem de poeira tomou conta da rua enquanto pessoas corriam para tentar escapar dos destroços. Em Manizales, três pessoas morreram. O terremoto também provocou o desabamento de uma das torres localizada no topo de uma catedral em estilo gótico. Na cidade de Buenaventura, no litoral do Pacífico, uma pessoa morreu após um prédio desabar e soterrar várias pessoas. Também foram registradas mortes em Zarzal e Quibdó. Cali tem dezenas de prédios destruídos Uma das cidades mais atingidas foi Cali. Segundo o prefeito Alejandro Eder, pelo menos 25 edifícios ficaram gravemente danificados ou desabaram. Equipes de emergência trabalham em pelo menos 12 pontos considerados críticos. Há relatos de pessoas presas nos escombros. Até o momento, duas vítimas foram retiradas com vida, entre elas uma mulher idosa e uma menina. O prefeito solicitou o envio de equipes especializadas de Bogotá e Medellín para reforçar as operações de resgate. Tremor foi sentido em várias regiões A agência colombiana responsável pelo gerenciamento de desastres informou que recebeu ocorrências em nove departamentos e relatos de tremores em todas as 32 capitais departamentais do país. Vídeos publicados nas redes sociais mostram moradores deixando prédios e procurando locais abertos para se proteger durante o terremoto. Em Bogotá, apesar do forte tremor, não foram registrados grandes danos materiais, segundo o prefeito Carlos Galán. O terremoto também foi sentido na Venezuela, principalmente no estado de Táchira e na cidade de Barquisimeto. Aeroportos têm voos suspensos Por causa dos possíveis danos estruturais provocados pelo terremoto, a autoridade de aviação civil colombiana determinou a suspensão temporária de voos nos aeroportos de Pereira, Manizales, Quibdó, Armenia, Cartago e Buenaventura. As estruturas estão sendo vistoriadas por equipes técnicas antes da retomada das operações. As comunicações telefônicas também ficaram prejudicadas em diferentes regiões, dificultando o contato entre familiares e equipes de emergência. Réplica de magnitude 5 Poucas horas depois do primeiro tremor, uma réplica de magnitude 5 foi registrada nas proximidades de San José del Palmar. O segundo tremor ocorreu às 10h18, no horário de Brasília, a cerca de 16 quilômetros do local do primeiro terremoto. As autoridades permanecem em alerta para novas réplicas e orientam moradores de áreas afetadas a permanecerem atentos às orientações das equipes de emergência. O sistema de alerta de tsunami dos Estados Unidos informou que não havia ameaça de tsunami para a costa colombiana. Enquanto os trabalhos de resgate continuam, equipes de emergência percorrem as áreas mais atingidas em busca de sobreviventes e vítimas que ainda possam estar sob os escombros. (Renan Isaltino) Foto: divulgação redes sociais Fonte: REUTERS

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Acordo entre EUA e Irã entra em colapso e conflito volta a escalar no Oriente Médio

Troca de ataques entre os dois países deixa mortos e feridos, aumenta a tensão na região e eleva o risco de uma guerra de grandes proporções com reflexos na economia mundial. O acordo provisório firmado entre Estados Unidos e Irã para interromper a guerra entrou em colapso após uma nova escalada militar no Oriente Médio. O estopim foi o ataque de um drone iraniano contra um navio cargueiro que navegava pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Em resposta, os Estados Unidos lançaram uma série de bombardeios contra instalações militares iranianas, atingindo bases de mísseis, radares, sistemas de defesa aérea e embarcações da Guarda Revolucionária. O Irã reagiu com novos ataques a navios e a alvos em países do Golfo que abrigam tropas americanas, como Kuwait, Bahrein e Catar. Nos últimos dias, os confrontos se intensificaram. As forças americanas ampliaram as ofensivas para outras regiões do território iraniano, atingindo pontes, estações de energia e estruturas estratégicas. Segundo o governo do Irã, os ataques já provocaram ao menos 46 mortes e deixaram mais de 400 pessoas feridas. Além das ações militares, Washington restabeleceu sanções contra o petróleo iraniano, agravando ainda mais a crise diplomática. O presidente Donald Trump afirmou que qualquer novo ataque iraniano receberá uma resposta ainda mais severa, enquanto Teerã acusa os Estados Unidos de violarem o acordo e promete manter as retaliações. Com o fracasso das negociações e a intensificação dos combates, cresce o temor de que o conflito avance para uma guerra em larga escala, colocando em risco a estabilidade do Oriente Médio e provocando impactos no mercado internacional de petróleo e na economia global. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V

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EUA oficializam novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros

Medida anunciada pelo governo Donald Trump amplia pressão comercial sobre o Brasil; Ministério da Fazenda avalia impacto reduzido na economia. O governo dos Estados Unidos oficializou nesta quinta-feira (15) a aplicação de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. O presidente Donald Trump acatou recomendação do USTR e decidiu impor uma alíquota adicional de 25% sobre uma série de importações vindas do Brasil. A medida é resultado de uma investigação conduzida pelo USTR desde o anúncio da primeira tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, feita por Trump em julho de 2025. No início de junho deste ano, o órgão norte-americano já havia proposto novas tarifas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, mecanismo que permite ao governo norte-americano investigar e retaliar países acusados de manter práticas comerciais consideradas injustas. Segundo o USTR, políticas adotadas pelo governo brasileiro em áreas como comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, processamento de patentes, pirataria, etanol e desmatamento ilegal gerariam insegurança jurídica e competição desleal para empresas dos Estados Unidos. Impacto avaliado como limitado A Secretaria de Política Econômica informou que, caso as novas tarifas sejam efetivamente implementadas, o impacto sobre a economia brasileira deve ser reduzido. Técnicos da pasta avaliam que, apesar da importância do mercado norte-americano para diversos setores exportadores, a diversificação das exportações brasileiras tende a amenizar os efeitos da medida sobre o desempenho econômico do país. O governo brasileiro ainda deve analisar possíveis respostas diplomáticas e comerciais. Especialistas apontam que o episódio pode levar a novas negociações entre Brasil e Estados Unidos, além da busca por alternativas para minimizar os impactos sobre empresas exportadoras. Com a decisão, a tensão comercial entre os dois países ganha um novo capítulo e aumenta a preocupação de setores da indústria e do agronegócio que dependem do mercado norte-americano. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V

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Número de mortos em terremotos na Venezuela sobe para 4.333

Novo balanço oficial aponta mais de 16 mil feridos e cerca de 17 mil pessoas desabrigadas após os tremores de 24 de junho. O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 4.333, segundo o balanço mais recente divulgado neste sábado (11) pelas autoridades do país. A atualização representa um aumento significativo em relação aos levantamentos anteriores. De acordo com o governo venezuelano, 16.740 pessoas ficaram feridas e cerca de 17 mil continuam desabrigadas. O estado de La Guaira, no norte do país, permanece como a região mais afetada pela tragédia. As autoridades informaram ainda que 856 edifícios sofreram danos, dos quais 190 desabaram completamente ou apresentaram comprometimento estrutural grave. Equipes de resgate seguem trabalhando nas áreas atingidas em busca de desaparecidos e no atendimento às vítimas. Segundo o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, a distribuição de moradias para famílias afetadas deverá começar na próxima semana. O governo também anunciou a identificação de terrenos para a construção de novas habitações destinadas aos desabrigados. A tragédia é considerada uma das maiores catástrofes naturais da história recente do país. Organizações internacionais alertam para uma situação sanitária crítica, com hospitais sobrecarregados, risco de surtos em abrigos temporários e dificuldades no atendimento médico devido aos danos na infraestrutura de saúde. Os dois terremotos tiveram magnitudes de 7,5 e 7,2 e foram registrados na região centro-norte da Venezuela, provocando destruição em diversas cidades e mobilizando operações de resgate nacionais e internacionais. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Agência Brasil

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Preço do diesel cai 0,7% e gasolina recua 0,4% na semana, aponta ANP

Levantamento mostra redução nos valores médios dos combustíveis entre os dias 5 e 11 de julho; GLP também ficou ligeiramente mais barato Os preços dos combustíveis registraram queda na semana de 5 a 11 de julho, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. O destaque foi o diesel, que teve redução de 0,7% tanto na versão S-10 quanto na S-500. O preço médio do diesel S-10 passou de R$ 7,02 para R$ 6,97 por litro, enquanto o diesel S-500 caiu de R$ 6,69 para R$ 6,64 por litro. A gasolina também apresentou recuo. O valor médio nacional passou de R$ 6,61 para R$ 6,58 por litro, uma queda de 0,4% em relação à semana anterior. Já o gás de cozinha (GLP) teve redução mais discreta, de 0,1%, chegando a R$ 114,41 o botijão de 13 quilos. Maiores e menores preços do país De acordo com a ANP, os maiores preços do diesel e da gasolina foram encontrados em Guarujá, no litoral paulista, onde ambos chegaram a R$ 9,79 por litro. O botijão de gás mais caro foi registrado em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, ao valor de R$ 161,00. Entre os menores preços do país, o diesel foi encontrado no Rio de Janeiro, por R$ 5,89 o litro. A gasolina mais barata foi comercializada em Araraquara, no interior paulista, a R$ 5,49 o litro. O menor valor do gás de cozinha foi registrado em Caçapava, também em São Paulo, por R$ 79,00 o botijão. Impacto no bolso A redução do diesel tende a ter efeito mais amplo na economia, já que o combustível é utilizado no transporte de cargas em todo o país. Quedas sucessivas podem ajudar a reduzir custos logísticos e pressionar menos os preços de produtos transportados por rodovias. No caso da gasolina, a diminuição foi menor, mas representa um alívio para os motoristas após semanas de estabilidade nos valores médios nacionais. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Agência Brasil

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Turkey earthquake aerial view. Aerial view of collapsed buildings in Hatay

Número de mortos em terremotos na Venezuela passa de 2,6 mil

Novo balanço do governo aponta mais de 12 mil feridos, milhares de desabrigados e uma grande operação internacional de resgate em andamento Subiu para 2.645 o número de mortos provocados pelos fortes terremotos que atingiram a região central da costa da Venezuela no último dia 24 de junho. O novo balanço foi divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério da Comunicação e Informação do país. Os dois tremores, de magnitudes 7,5 e 7,2 na escala Richter, causaram destruição em diversas cidades. Segundo as autoridades venezuelanas, mais de 800 edifícios foram danificados, sendo que 190 desabaram completamente. Além das vítimas fatais, o governo informou que 12.666 pessoas ficaram feridas e outras 15.050 perderam suas casas em consequência da tragédia. As equipes de emergência seguem mobilizadas para atender a população afetada. De acordo com o balanço oficial, mais de 86 mil famílias já receberam algum tipo de assistência humanitária. Também foram resgatadas 6.462 pessoas e distribuídas mais de 9.400 toneladas de alimentos, além de cerca de 78 mil cestas de mantimentos. A operação de resposta ao desastre conta com mais de 3.300 socorristas internacionais, que trabalham nas áreas atingidas em busca de sobreviventes e no atendimento às vítimas. Desde os terremotos, a região também registra intensa atividade sísmica. Segundo o governo venezuelano, cerca de 900 réplicas foram contabilizadas, mantendo o alerta das autoridades e aumentando os desafios das equipes de resgate e reconstrução. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V

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Brasil vence o Japão com gol nos acréscimos e segue firme na luta pelo hexacampeonato

Após sair atrás no placar, seleção reage no segundo tempo, busca a virada por 2 a 1 e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 com gol decisivo de Gabriel Martinelli O sonho do hexacampeonato continua vivo. Em uma partida emocionante disputada nesta segunda-feira (29), em Houston, nos Estados Unidos, o Brasil venceu o Japão por 2 a 1, de virada, e garantiu classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A seleção brasileira encontrou muitas dificuldades diante da organizada equipe japonesa. Depois de um início promissor, o Brasil perdeu intensidade, passou a cometer erros de passe e viu os adversários crescerem na partida. Aos 28 minutos do primeiro tempo, Kaishu Sano aproveitou uma falha na saída de bola brasileira, avançou pelo meio e bateu rasteiro para abrir o placar para os japoneses. O gol abalou a equipe comandada por Carlo Ancelotti, que encontrou dificuldades para furar a forte marcação dos chamados “Samurais Azuis”. Bem posicionados defensivamente, os japoneses controlaram boa parte da etapa inicial, enquanto o Brasil abusava dos erros e pouco conseguia criar. Na volta do intervalo, Ancelotti promoveu mudanças, colocou Endrick em campo e a seleção voltou com uma postura muito mais agressiva. Apostando nas jogadas pelas laterais e principalmente nas bolas aéreas, o Brasil passou a pressionar o Japão desde os primeiros minutos. Depois de criar boas oportunidades e obrigar o goleiro Zion Suzuki a fazer importantes defesas, o empate finalmente saiu aos nove minutos da etapa final. Gabriel Magalhães cruzou com precisão pela esquerda e Casemiro apareceu no meio da área para cabecear firme e deixar tudo igual. Com o empate, o Brasil cresceu na partida. Vinícius Júnior passou a encontrar mais espaços, criou boas jogadas individuais e chegou a acertar a trave em uma grande arrancada pela esquerda. A seleção manteve o controle da posse de bola e cercou a defesa japonesa, que apostava apenas nos contra-ataques. Quando a partida já caminhava para a prorrogação, brilhou a estrela de Gabriel Martinelli. Aos 49 minutos do segundo tempo, Bruno Guimarães encontrou o atacante em velocidade. Cara a cara com o goleiro, Martinelli bateu cruzado. A bola ainda tocou na trave antes de entrar, levando os mais de 68 mil torcedores presentes em Houston ao delírio e garantindo a vitória brasileira. Com o resultado, o Brasil avança às oitavas de final da Copa do Mundo e agora aguarda o vencedor do confronto entre Noruega e Costa do Marfim. A próxima partida da seleção será no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Mais uma vez, o Brasil mostrou poder de reação, superou um adversário extremamente competitivo e manteve vivo o objetivo de conquistar o tão sonhado sexto título mundial. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil

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