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Tag: economia

Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rio e Minas são os estados com mais beneficiários do Bolsa Família

Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os cinco estados brasileiros com mais famílias beneficiadas pelo programa de transferência de renda Bolsa Família. Juntas, as unidades federativas concentram 47,11% das famílias que recebem os recursos. Em abril, o benefício vai alcançar 20.488.545 de núcleos familiares, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Na Bahia, são 2.469.268 de famílias, o que corresponde a 12,05% dos participantes. Em São Paulo, 2.461.899 — 12,02%. Em Pernambuco, as famílias atendidas chegam a 1.580.478 (7,71%); em Minas Gerais, a 1.570.614 (7,67%); e no Rio de Janeiro, a 1.570.408 (7,66%). Veja a lista completa das unidades federativas abaixo. Os pagamentos de abril começaram na última terça-feira (15) e seguem até o dia 30. As transferências foram antecipadas neste mês devido ao feriado prolongado. Os repasses são feitos de acordo com o último dígito do NIS (Número de Inscrição Social). Valor médio Neste mês, o valor médio no Brasil do repasse do programa ficou em R$ 668,73. Dez estados ficaram acima desse número — Pará, Maranhão, Amazonas, Alagoas, Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, Acre, Amapá e Roraima. As outras 17 unidades federativas têm média menor que o dado nacional: Bahia, São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás, Sergipe, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Confira o valor médio de cada local: Roraima: R$ 734,96 Amazonas: R$ 724,96 Amapá: R$ 716,56 Acre: R$ 715,82 Pará: R$ 695,67 Maranhão: R$ 694,97 Tocantins: R$ 685,01 Mato Grosso: R$ 681,22 Alagoas: R$ 678,71 Mato Grosso do Sul: R$ 677,17 Rondônia: R$ 674,87 Piauí: R$ 667,91 Distrito Federal: R$ 665,92 Paraíba: R$ 665,49 Goiás: R$ 663,95 Pernambuco: R$ 663,16 Sergipe: R$ 662,97 Espírito Santo: R$ 661,33 Ceará: R$ 660,91 Rio de Janeiro: R$ 660,09 Bahia: R$ 659,37 Rio Grande do Norte: R$ 659,25 Santa Catarina: R$ 658,98 Rio Grande do Sul: R$ 658,65 Paraná: R$ 658,34 São Paulo: R$ 657,99 Minas Gerais: R$ 653,77 Beneficiados do Bolsa Família por estado Bahia: 2.469.268 famílias atendidas (12,05%) São Paulo: 2.461.899 famílias atendidas (12,02%) Pernambuco: 1.580.478 famílias atendidas (7,71%) Minas Gerais: 1.570.614 famílias atendidas (7,67%) Rio de Janeiro: 1.570.408 famílias atendidas (7,66%) Ceará: 1.450.919 famílias atendidas (7,08%) Pará: 1.346.626 famílias atendidas (6,57%) Maranhão: 1.233.767 famílias atendidas (6,02%) Paraíba: 667.654 famílias atendidas (3,26%) Amazonas: 645.503 famílias atendidas (3,15%) Rio Grande do Sul: 615.013 famílias atendidas (3%) Paraná: 603.509 famílias atendidas (2,95%) Piauí: 590.373 famílias atendidas (2,88%) Alagoas: 533.449 famílias atendidas (2,6%) Rio Grande do Norte: 497.853 famílias atendidas (2,43%) Goiás: 489.727 famílias atendidas (2,39%) Sergipe: 378.895 famílias atendidas (1,85%) Espírito Santo: 308.981 famílias atendidas (1,51%) Mato Grosso: 244.792 famílias atendidas (1,19%) Santa Catarina: 230.693 famílias atendidas (1,13%) Mato Grosso do Sul: 201.654 famílias atendidas (0,98%) Distrito Federal: 170.381 famílias atendidas (0,83%) Tocantins: 155.378 famílias atendidas (0,76%) Rondônia: 133.969 famílias atendidas (0,65%) Acre: 132.564 famílias atendidas (0,65%) Amapá: 123.177 famílias atendidas (0,6%) Roraima: 81.001 famílias atendidas (0,4%) O governo federal investe R$ 13,7 bilhões no Bolsa Família. O pagamento mínimo do programa é de R$ 600, mas a transferência pode aumentar, a depender dos integrantes e do formato da família. São os benefícios adicionais: R$ 150 para cada criança de 0 a 6 anos; R$ 50 para gestantes; R$ 50 reais para lactantes; e R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos. Brasil não pode ‘viver eternamente do Bolsa Família’ Na terça-feira (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não pode ser um país que “vive eternamente do Bolsa Família”, programa de transferência de renda criado por ele em outubro de 2003, durante o primeiro mandato. A iniciativa, rebatizada de “Auxílio Brasil” pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a se chamar Bolsa Família em março de 2023. “Eu voltei para a Presidência da República para provar que este país não pode ser um país eternamente pobre, eternamente vivendo de Bolsa Família. Não. Precisamos fazer as pessoas se formarem adequadamente, aprender uma profissão, constituir família, terem prosperidade e viverem bem, num padrão de classe média”, destacou, durante agenda em Resende (RJ).   Fonte: R7 Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Piracicaba anuncia três novos distritos industriais com 22 lotes para doação a empresas

A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, anunciou, durante reunião com órgãos municipais, o lançamento de três novos distritos industriais no município: Unisul, Unioeste e Nupei. Juntos, as áreas disponibilizarão aproximadamente 22 lotes para empresas interessadas em se instalar ou expandir suas atividades na cidade, contemplando áreas entre 2.000 e 15 mil metros quadrados. Participaram da reunião representantes do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto); Secretarias de Obras, Infraestrutura e Serviços Públicos; Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente; e Segurança Pública, Trânsito e Transportes; além da Procuradoria-Geral do Município e do Comedic (Conselho Municipal de Desenvolvimento Industrial e Comercial) — responsável pela análise técnica e aprovação dos projetos das empresas. “A liberação desses novos distritos é mais um passo importante rumo ao fortalecimento da economia local e à geração de oportunidades para a cidade. Nosso objetivo, nessa questão, é criar condições para que Piracicaba volte a ser referência em desenvolvimento”, salientou o prefeito Helinho Zanatta. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Thais Fornicola, celebrou o marco importante, destacando a relevância dessa conquista. “Após mais de dez anos sem conseguir liberar terrenos para doação, conseguimos avançar nesse processo, viabilizando essas doações que tem estimativa de gerar 1.600 empregos diretos e um faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão.” Os três novos distritos industriais apresentam características distintas em termos de área e capacidade de ocupação. O Unisul conta com 50 mil metros quadrados de área útil, distribuídos em cinco lotes. Já o Unioeste possui uma área total de 110 mil metros quadrados, onde foram definidos cinco lotes, cada um com aproximadamente 15 mil metros quadrados. O Nupei, por sua vez, está localizado em uma área de aproximadamente 30 mil metros quadrados, organizados em 12 lotes menores. As áreas serão destinadas às empresas que atualmente figuram na lista de espera para participação em concorrência, conforme estipulado pela Lei nº 4.020/1955. As empresas interessadas em se cadastrar na lista podem fazê-lo por meio do Sistema Sem Papel, no link: https://sempapel.piracicaba.sp.gov.br/atendimento/servico-info/57. A seleção das empresas que serão contempladas com os terrenos será baseada em critérios estabelecidos pela legislação, como a maior capacidade de investimento, projetos voltados à geração de empregos e potencial de faturamento. Esses critérios são alinhados aos objetivos de desenvolvimento econômico e social da cidade, garantindo que os investimentos promovam o crescimento sustentável e a criação de oportunidades para a população. As regras de seleção serão divulgadas em edital que será publicado nos próximos dias. A destinação das áreas seguirá os trâmites legais e será submetida ao processo de urbanização e regularização como núcleo urbano. Apesar da liberação, a Pasta destaca que, embora estejam na lista de espera, a instalação imediata não é garantida, uma vez que é preciso que cada empresa envie seu projeto para apreciação do Comedic.   Foto: Prefeitura de Piracicaba

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Campinas registra melhor primeiro trimestre para abertura de empresas em cinco anos

Campinas registrou o melhor primeiro trimestre em cinco anos para abertura de CNPJs, tanto da modalidade Microempreendedor Individual (MEI) quanto nas demais. Os dados são da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) e foram compilados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação.   Em 2025, foram abertas 10.815 empresas no total; já em 2024, foram 8.485. Em 2023, foram 8.644; em 2022 (ano em que a pandemia de Covid-19 ainda vigorava), foram 7.828 aberturas; e, em 2021, foram 8.016.   Outro número positivo de destaque é a expansão de 26,31% na abertura de MEIs na cidade, na comparação entre o primeiro trimestre de 2025, com 7.992 novos cadastros, frente a 6.272 em 2024.   Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi, os indicadores corroboram o bom momento econômico e de negócios que Campinas vive atualmente, graças a medidas que foram implementadas nos últimos anos.   “Campinas tem se destacado no cenário nacional e internacional e atraído grandes empresas, sem se esquecer do microempreendedor. Criamos leis de incentivos fiscais voltadas à indústria de transformação e outros setores; a lei que prevê isenção de IPTU, ITBI e ISSQN de 5% para 2%; criamos leis específicas para atrair empresas para o centro da cidade, entre outras ações”, explica Flosi.   Olhando especificamente os dados referentes ao total de CNPJs, houve um aumento de 27,46% no número total, em comparação com o mesmo período do ano passado.   Tendência de alta   Os números atuais corroboram a tendência de alta na quantidade de empresas abertas em Campinas. Houve crescimento no número de empresas abertas na cidade em 2024, se comparado com o ano de 2023. Ao todo, foram 9.762 empresas no ano passado, contra 8.773 do ano anterior, um aumento de 11%. Os dados também são da Jucesp e não levam em conta as MEIs. Foto: Prefeitura de Campinas

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Varejão Especial de Pescados acontece até sexta-feira (18) em Piracicaba

Realizado anualmente na semana de Páscoa, por iniciativa da Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, o Varejão Especial de Pescados teve início hoje, 16/04, e segue até a sexta-feira, 18/04, no Varejão Municipal do Centro (rua Santa Cruz, 1.260). Hoje, quarta-feira, e amanhã, quinta-feira, o Varejão de Pescados funcionará das 14h às 19h; na sexta-feira, das 6h às 12h. No sábado, dia 19/04, o varejão funcionará em horário normal, das 5h às 12h. Segundo a Pasta, a expectativa para este ano é vender entre 5% a 8% a mais que em 2024, quando foram comercializadas aproximadamente dez toneladas de pescados de água doce e salgada congelados, como cascudo, curimbatá, corvinas, pacu e tilápia e também pescados mais nobres, como pintado, filhote e bacalhau fresco. O objetivo do Varejão Especial é disponibilizar uma grande variedade e quantidade de pescados para os consumidores “O objetivo desse Varejão Especial é disponibilizar uma grande variedade e quantidade de pescados para os consumidores, com valores e qualidades controlados por técnicos da Pasta”, explicou o secretário de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, Maurício Perissinotto. Além dos pescados, também será comercializada a linha completa de produtos já presentes nos varejões, como frutas nacionais e importadas, cereais e tubérculos, citros, bananas, verduras, legumes, temperos e condimentos, ovos, frios, laticínios e aves, pães e doces e a tradicional praça de alimentação, com pastel, milho verde e caldo de cana. Expectativa para este ano é vender entre 5% a 8% a mais que no ano passado SERVIÇO – Varejão Especial de Pescados. Hoje, 16/04, e amanhã, 17/04, quinta-feira, das 14h às 19h; e dia 18, sexta-feira, das 6h às 12h. No Varejão Central, rua Santa Cruz, 1.260, ao lado do Terminal Central de Integração (TCI).   Fotos: Prefeitura de Piracicaba

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Entenda a nova Faixa Minha Casa Minha Vida e veja quem tem direito

O Conselho Curador do FTGS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (15) a criação da Faixa 4 do programa habitacional MCMV (Minha Casa Minha Vida). A nova categoria é voltada para famílias com renda mensal entre R$ 8 mil e R$ 12 mil e amplia o alcance da política pública de acesso à moradia. A expectativa é beneficiar mais de 120 mil famílias com essa medida. A nova faixa permite financiamentos para imóveis de até R$ 500 mil, com parcelamento em até 420 meses (35 anos) e taxa de juros anual de 10,5% — percentual inferior ao praticado no mercado imobiliário. As famílias dessa faixa não receberão subsídio do governo, mas poderão utilizar recursos do FGTS para viabilizar o financiamento. Entenda os principais pontos da Faixa 4: Renda familiar entre R$ 8 mil e R$ 12 mil; Financiamento de imóveis de até R$ 500 mil; Prazo de pagamento de até 420 meses (35 anos); Taxa de juros de 10,5% ao ano; Uso do FGTS permitido; Sem subsídios governamentais. Reajuste nas faixas existentes Além da nova faixa, o Conselho do FGTS também atualizou os limites de renda das faixas já existentes do programa: Faixa 1: passou de R$ 2.640 para R$ 2.850 mensais; Faixa 2: de R$ 4.400 para R$ 4.700 mensais; Faixa 3: de R$ 8.000 para R$ 8.600 mensais. Com esses reajustes, o governo estima que cerca de 100 mil famílias também sejam beneficiadas, ampliando as possibilidades de acesso ao crédito habitacional. Isenção para beneficiários do BPC e Bolsa Família Importante destacar que famílias que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) ou o Bolsa Família continuam contempladas pelas regras mais vantajosas do programa. Nesses casos, não há cobrança de parcelas: o imóvel é 100% subsidiado pelo governo federal. Além disso, os cálculos para enquadramento nas faixas de renda não consideram benefícios como auxílio-doença, auxílio-acidente, seguro-desemprego, BPC ou Bolsa Família. Novas regras para o interior do país Com o objetivo de incentivar o financiamento habitacional em cidades menores, o Conselho autorizou o aumento do teto dos valores dos imóveis em municípios com até 100 mil habitantes. Agora, os limites variam de R$ 210 mil a R$ 230 mil, representando um aumento de 11% a 16% em relação aos valores anteriores. Outra medida aprovada permite que famílias com renda de até R$ 4.700 (atualmente nas faixas 1 e 2) possam financiar imóveis com o teto da Faixa 3, que é de R$ 350 mil. Nesses casos, o financiamento segue as condições da Faixa 3 — com juros entre 7,66% e 8,16% ao ano e sem acesso a descontos.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Governo não prevê mais prazo para o fim dos saques do ‘dinheiro esquecido’ do BC

O governo federal não prevê transferir o ‘dinheiro esquecido’ do SVR (Sistema de Valores a Receber), do Banco Central, para o Tesouro Nacional. Segundo o Ministério da Fazenda, não há previsão para a transferência nem de prazo para o fim dos saques. Atualmente, o SVR tem R$ 9 bilhões deixados em bancos e instituições financeiras, que podem ser sacados por consumidores e empresas. Desde 2022, já foram devolvidos R$ 9,7 bilhões, de um total de R$ 18,74 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras. A proposta de transferência faz parte da compensação, após a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro de 2024 pelo Congresso Nacional. O governo iria determinar um prazo de seis meses em outubro do ano passado para a realização dos saques requeridos judicialmente, antes de os recursos serem enviados ao Tesouro. Mas, para isso, deveria ser publicado um edital, que nunca foi editado nem tem previsão de ser, segundo a Fazenda. “De acordo com o artigo 46 da Lei nº 14.973/2024, o prazo para requerer judicialmente o reconhecimento do direito aos depósitos de que trata a referida Lei é de seis meses, contados a partir da data de publicação do edital mencionado no § 3º do art. 45. Cabe destacar que o edital não foi publicado, e não há previsão para sua publicação, de modo que o prazo de seis meses não se iniciou e, portanto, não se encerrará nesta semana”, afirmou a pasta em nota. A assessoria de imprensa do Banco Central informou que a “questão do prazo deve ser encaminhada ao Ministério da Fazenda”. Já a Casa Civil não respondeu ao pedido de esclarecimento da medida. Com potencial de afetar a popularidade do governo, na época da aprovação, a proposta foi chamada de “confisco” pela oposição. Serviço O SVR é um serviço do BC em que é possível consultar se empresas, mesmo aquelas que foram encerradas, e pessoas físicas, inclusive falecidas, têm dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição. Além de saber como solicitar o valor. Caso os recursos não sejam requeridos no prazo de 25 anos, poderão ser incorporados à União. Em relação ao número de beneficiários, 29,09 milhões de correntistas já resgataram valores desde 2022. Outros 50,67 milhões de beneficiários, entre pessoas físicas e jurídicas, ainda não sacaram seus recursos. Como recuperar os valores Para consultar se tem valores a receber, basta acessar o sistema no site do Banco Central (www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber) e preencher os campos com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). O Banco Central alerta para os seguintes cuidados • O único site para consultar e saber como solicitar a devolução dos valores, da empresa ou de pessoas falecidas, é o valoresareceber.bcb.gov.br. • Todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos. Não faça nenhum tipo de pagamento para ter acesso aos valores. • O Banco Central não envia links nem entra em contato para tratar de valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais. • Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode contatar você, e ela nunca vai pedir sua senha. • Não clique em links suspeitos enviados por email, SMS, WhatsApp ou Telegram.   Fonte: R7

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SP transfere R$ 490 milhões em ICMS aos municípios paulistas

A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) deposita nesta terça-feira (15) R$ 489,79 milhões na conta dos 645 municípios paulistas após arrecadação entre os dias 7 e 11 de abril. É o segundo repasse de abril desses recursos, que chegam aos cofres das prefeituras com desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Com a transferência de hoje, a Sefaz-SP já destinou às administrações municipais neste mês mais de R$ 1,43 bilhão. ​No primeiro trimestre deste ano, as prefeituras receberam do Governo do Estado mais de R$ 11,16 bilhões em ICMS, conforme tabela abaixo. Mês Nº de Repasses Valor Depositado Janeiro 4 R$ 3,84 bilhões Fevereiro 4 R$ 3,80 bilhões Março 4 R$ 3,52 bilhões Destaque paulista Santa Cruz do Rio Pardo, com quase 48 mil habitantes, possui inúmeras atrações, entre elas as de cunho cultural, eventos religiosos, esportivos e, principalmente, suas belezas naturais que podem motivar o turista a conhecer a cidade e a desfrutar de seus benefícios e atrativos. Nesta terça-feira, os santa-cruzenses recebem da Sefaz-SP mais de R$ 835 mil em recursos do ICMS. ​Uma das suas grandes atrações é a réplica da antiga estação da Sorocabana e uma locomotiva a vapor de 1907, que percorre um pequeno trecho para os visitantes. A cidade é a maior beneficiadora de arroz no estado de São Paulo. Além disso, destaca-se pela produção de pão de alho, molho de pimenta, sorvete, ração para animais de estimação, entre outros. Também tem uma produção expressiva em calçados femininos. O município possui bom acervo e uma história que está presente em sua arquitetura e no Museu Histórico e Pedagógico “Ernesto Bertoldi”, que pertencia à Estrada de Ferro Sorocabana. Já passando pelo Turismo Ecológico e pelo Rural, as atividades turísticas estão atreladas ao famoso Rio Pardo – que atravessa a cidade e é o principal rio da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema. Santa Cruz do Rio Pardo destaca-se tanto por sua economia forte quanto por sua população gentil, suas peculiaridades interioranas, a beleza da cidade em si e pelo caudaloso rio Pardo que dá nome à cidade. Repasses de ICMS Os repasses semanais são feitos sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Fazenda, no link Acesso à Informação > Transferências de Recursos > Transferências Constitucionais a Municípios. Agenda Tributária Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. ​A agenda de pagamentos está concentrada em até cinco períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações. Índice de Participação dos Municípios Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertence aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º). Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93. ​   Foto: Governo de SP

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Estados podem aderir a nova renegociação de dívidas até 31 de dezembro

A partir desta terça-feira (15), os estados e o Distrito Federal podem aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê descontos em juros e financiamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos.  Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro mesmo aos que não tiverem débitos com a União, para investimento em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas. Administrado pelo Banco do Brasil, o FEF terá 20% dos recursos partilhados conforme o inverso da dívida estadual (quem deve menos recebe mais), com os 80% restantes distribuídos conforme os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE), usado para repartir os recursos do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Segundo Ceron, ainda não há estimativas de quanto o FEF arrecadará porque o montante dependerá de quantas unidades da Federação aderirem ao Propag. A ideia é que os estados pouco endividados e bons pagadores sejam recompensados com mais investimentos em educação, segurança e infraestrutura. O Propag também permite que os estados amortizem até 20% do saldo devedor oferecendo ativos à União, como empresas estatais locais, royalties de petróleo, imóveis, créditos a receber e dívida ativa estadual ou distrital, entre outras. Em troca, os estados terão menos contrapartidas em investimentos diretos e poderão reduzir os aportes ao FEF. Sancionado no início do ano, o Propag foi regulamentado nesta-terça. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou pontos que trariam impacto sobre o resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública). Investimentos Em entrevista coletiva nessa segunda-feira (14), o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse que o Propag permitirá aos estados ampliar o investimento em cerca de R$ 20 bilhões por ano (em valores atuais). Assim como no caso da União, esses investimentos não devem impactar o resultado primário dos estados. Pelas regras do programa, explicou Ceron, em troca do valor que os estados poderão investir a mais, serão reduzidos os limites de crédito que os governos estaduais poderão pegar emprestados no sistema financeiro. Dessa forma, o impacto final do programa sobre os cofres estaduais será neutralizado. Todos os anos, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estipula o limite de crédito que os estados e os municípios podem pegar emprestado. A redução dos limites de crédito precisa ser aprovada pelo conselho. Contas da União A União, informou Ceron, deixará de receber de R$ 20 bilhões a R$ 25 bilhões por ano (em valores atuais) em juros da dívida dos estados. O secretário, no entanto, esclareceu que o impacto sobre os cofres federais não afetará o resultado primário, resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública e usado para apurar o cumprimento das metas fiscais. Segundo Ceron, o dinheiro que o governo federal não receber afetará operações financeiras que impactam a dívida pública líquida (diferença entre o que a União deve e tem a receber), sem ser contabilizado no resultado primário da União. Apenas em alguns casos, em que estados oferecerem à União participação em ações de estatais locais para amortizar a dívida, haverá um impacto residual sobre o resultado primário. Isso porque o governo federal herdará lucros e prejuízos dessas empresas, aumentando ou reduzindo o déficit. Em janeiro, o Tesouro tinha informado que o Propag aumentaria a dívida pública federal em até R$ 105,9 bilhões de 2025 a 2029 no pior cenário, em que os estados não oferecerem ativos à União e não amortizarem os débitos. No melhor cenário, a União arrecadará até R$ 5,5 bilhões no mesmo período, caso os estados transfiram R$ 160 bilhões em ativos à União e amortizem a divida nos primeiros cinco anos. Vetos Apesar da insatisfação de diversos governadores, que têm pressionado as bancadas estaduais a votarem pela derrubada dos vetos à lei complementar do Propag, Ceron disse que a equipe econômica não trabalha com essa possibilidade. Segundo ele, o projeto de lei foi amplamente negociado entre a União e o Ministério da Fazenda. Os governadores do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul já fizeram manifestações favoráveis à derrubada dos vetos. Um dos pontos de maior polêmica é a retirada da possibilidade de que os estados usem recursos do futuro Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) para abater débitos com a União. Criado pela reforma tributária, o FNDR combaterá desigualdades regionais.   Fonte: Agência Brasil

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Brasil abre 1,4 milhão de pequenos negócios no 1º trimestre e bate recorde de MEIs

O Brasil registrou a abertura de mais de 1,4 milhão de pequenos negócios nos três primeiros meses de 2025, segundo levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O número exato chegou a 1.407.010 novos CNPJs até março, com destaque para os MEIs (microempreendedores individuais), que representam 78% do total. O crescimento na formalização dos MEIs foi expressivo: 35% a mais do que no mesmo período de 2024. Já as MPEs (micro e pequenas empresas) também avançaram, com aumento de 28% nas aberturas no primeiro trimestre. O Sudeste segue como a região com maior número absoluto de novos negócios, puxada por São Paulo (28,6%), Minas Gerais (10,9%) e Rio de Janeiro (7,8%). Mas o maior avanço proporcional ocorreu em outras regiões: Ceará (56,8%), Piauí (55,3%) e Amazonas (51,3%) lideraram o crescimento percentual em comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Serviços dominam os novos negócios O setor de Serviços segue sendo o principal motor do empreendedorismo no país. Em março, 63,7% dos pequenos negócios abertos estavam nessa área, somando 257.156 registros. Em seguida aparecem os setores de Comércio (20,8%), com 83.921 registros, e Indústria da Transformação (7,6%), com 30.859. MEIs mais comuns: entrega, beleza e ensino Entre os MEIs, as atividades com maior número de registros em março foram: Transporte rodoviário de carga – 20.526 registros Atividades de malote e entrega – 20.093 Serviços de beleza e cabeleireiros – 18.278 Publicidade – 18.139 Atividades de ensino – 15.937 Já entre as micro e pequenas empresas (MPEs), os destaques foram: Atividades de saúde, exceto médicas e odontológicas – 5.620 Serviços médicos e odontológicos ambulatoriais – 5.373 Serviços de escritório e apoio administrativo – 4.888 Restaurantes e estabelecimentos de alimentação – 3.563 Publicidade – 2.661 Brasil sobe no ranking global de empreendedores estabelecidos Outro reflexo dessa política aparece nos dados do Monitor Global de Empreendedorismo, pesquisa conduzida no Brasil pelo Sebrae em parceria com a Anegepe (Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo). Segundo o estudo, 47 milhões de brasileiros estão à frente de algum tipo de negócio, formal ou informal. A Taxa de Empreendedores Estabelecidos — que considera negócios com mais de 3,5 anos de operação — subiu de 8,7% em 2020 para 13,2% em 2024, o maior patamar em quatro anos. Com isso, o Brasil subiu duas posições no ranking global, passando da 8ª para a 6ª posição entre os países com mais empreendedores estabelecidos, à frente de potências como Reino Unido, Itália e Estados Unidos. Além disso, a Taxa de Empreendedorismo Total (que inclui os empreendedores iniciantes) também cresceu, passando de 30,1% para 33,4% entre 2023 e 2024.   Fonte: R7 Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Procon de Santa Bárbara encontra variações de até 428% nos preços de peixes e 84% em ovos de Páscoa

O Procon de Santa Bárbara d’Oeste, órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Relações Institucionais e à Fundação Procon-SP, divulgou nesta segunda-feira (14) os resultados das pesquisas de preços de ovos de Páscoa e peixes, realizadas entre os dias 1º e 7 de abril de 2025 em supermercados do Município. Entre os produtos analisados, o destaque de maior variação ficou com o camarão cinza, que apresentou uma diferença de 428% no preço por quilo — oscilando de R$ 45,98 a R$ 242,80. Já a sardinha salgada teve a segunda maior disparidade: 218,76%, com preços entre R$ 12,90 e R$ 41,12. Outros produtos também chamaram a atenção do Procon de Santa Bárbara, como a tilápia: variação de 157,15%, com preços entre R$ 21,98 e R$ 89,95; a pescada: 115,44%, de R$ 39,90 a R$ 85,96; e o salmão: 118,63%, oscilando de R$ 69,98 a R$ 153. Já a menor variação ficou por conta de produtos como abadejo, atum e bacalhau saith, cujos preços se mantiveram constantes entre os estabelecimentos consultados. Entre os ovos de Páscoa, a maior variação de preço foi registrada no Ovo Arcor ao leite 190g, com 83,72% de diferença: os preços variaram de R$ 42,99 a R$ 78,98, dependendo do estabelecimento. Além disso, outros produtos apresentaram diferenças notáveis, como o Ovo Tortuguita Estrela Ninja 120g (variação de 74,44%, com preços entre R$ 42,99 e R$ 74,99), o Ovo Ouro Branco 359g (variação de 73,62%, com preços entre R$ 57,59 e R$ 99,99) e o Ovo Sonho de Valsa 357g (variação de 60,29%, com preços entre R$ 53,59 e R$ 85,90). Já entre os produtos das marcas Lacta e Nestlé, a maior diferença foi observada no Ovo Sonho de Valsa 357g, com 60,29% de variação, sendo encontrado de R$ 53,59 a R$ 85,90. Cuidados O Procon de Santa Bárbara d’Oeste alerta que, além da comparação de preços, é fundamental que o consumidor esteja atento à conservação e integridade dos produtos. Para os peixes, o consumidor deve observar as condições de armazenamento, aparência e frescor. É preciso observar nos peixes frescos se os olhos estão brilhantes e salientes, se as escamas estão bem presas ao corpo e se a barriga está firme. No caso do bacalhau, pintas vermelhas ou pretas indicam deterioração. Já no caso dos ovos de Páscoa devem ser mantidos longe de produtos de limpeza e de fontes de calor, e suas embalagens não devem estar violadas, amassadas ou com furos. Produtos com brindes, como brinquedos, precisam trazer na embalagem a indicação de que estão certificados pelo Inmetro e a faixa etária adequada. Após a abertura, o selo do Inmetro deve estar presente também na embalagem do brinquedo. A pesquisa completa com os preços de peixes e ovos de Páscoa está disponível na sede do Procon, localizada na Rua Graça Martins, 436 – Centro (entrada pela lateral), das 9 às 16 horas, de segunda a sexta-feira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3455.5779.   Foto: Prefeitura de Santa Bárbara

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