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Tag: economia

Prefeitura de Americana prorroga prazo para pedido de isenção de IPTU até 30 de maio

A Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Fazenda, prorrogou até 30 de maio o prazo para solicitação de isenção do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) 2025. O ato será formalizado em publicação no Diário Oficial do Município deste sábado (26) e na segunda-feira (28). Para facilitar o acesso ao benefício, além da ampliação do prazo a Prefeitura também oferecerá atendimento presencial. A solicitação pode ser feita preferencialmente de forma online, pelo site www.americana.sp.gov.br. Os contribuintes que não conseguirem formalizar o pedido pela internet poderão ser atendidos na Unidade de Arrecadação do Paço Municipal (Avenida Brasil, nº 85), entre os dias 12 e 30 de maio, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, ou nas unidades de administração regional. “A concessão de isenção em determinadas situações tem o propósito de minimizar as dificuldades enfrentadas por parte da população e, assim, a Prefeitura visa alcançar o contribuinte que não tem condições de arcar com o pagamento do imposto”, afirmou a secretária de Fazenda, Simone Inácio de França Bruno. “Os beneficiários devem se enquadrar nos requisitos fixados em lei e atender a todos os critérios estabelecidos nas normas em vigor. Desta forma, estaremos contemplando os menos favorecidos com a aplicação de mecanismos de equidade fiscal”, acrescentou a secretária. Documentos necessários para formalizar o pedido: – Cópias dos documentos pessoais; – Demonstrativo de cálculo do carnê de IPTU; – Comprovante de renda (holerite); – Carta de concessão do INSS (se aposentado); – Carteira de trabalho; – Comprovante de residência (contas de CPFL, DAE, telefone ou gás) em nome do solicitante; – Documento de propriedade do imóvel, caso não esteja em nome do requerente; – Carteira de trabalho e comprovantes de renda do cônjuge e dos demais proprietários do imóvel. Para pedidos relacionados a doenças graves: – Cópia do laudo ou atestado médico com a classificação CID (emitido há no máximo 18 meses); – Cópia da conta de energia elétrica (CPFL). Foto: Prefeitura de Americana

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PPA da Prefeitura de Americana estima receita de R$ 6 bilhões entre 2026 e 2029

A Prefeitura de Americana realizou nesta quarta-feira (23) a audiência pública para apresentação do PPA (Plano Plurianual) 2026/2029 e da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2026. O encontro, coordenado pelas secretarias de Fazenda e Planejamento, ocorreu no Auditório Villa Americana, com participação de secretários, vereadores e transmissão ao vivo nas redes oficiais do município. A projeção é de R$ 6,3 bilhões em receitas para os próximos quatro anos, sendo R$ 1,517 bilhão em 2026; R$ 1,563 bilhão em 2027; R$ 1,613 bilhão em 2028; e R$ 1,688 bilhão em 2029. A audiência atende às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal, da Lei Orgânica do Município e da Lei Municipal nº 5.717, que regulamenta a realização de audiências públicas. “A discussão do PPA e da LDO é o primeiro passo para a elaboração das peças orçamentárias. Em seguida, discutiremos a LOA (Lei Orçamentária Anual)”, explicou a secretária de Fazenda, Simone Inácio de França Bruno. Durante a audiência, Simone reforçou que o PPA define as prioridades de governo, orientando a execução de políticas públicas. “Adotamos parâmetros técnicos e objetivos para construir uma peça orçamentária factível e comprometida com o bem-estar da população”, completou. O secretário de Planejamento, Diego de Barros Guidolin, também lembrou que o PPA é o instrumento que norteia a arrecadação, os gastos e os investimentos municipais. “É um documento fundamental para o cumprimento das diretrizes da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou. O processo de elaboração envolveu reuniões com secretarias e autarquias para alinhamento de diretrizes, além de consulta pública aberta à população. Já a LDO é o instrumento que define as metas e prioridades da administração para o ano seguinte, orientando a elaboração da LOA. A receita estimada para 2026 é de R$ 1,517 bilhão, considerando os indicadores do Boletim Focus de 21 de março de 2025: IPCA de 4,5%, PIB de 1,6% e taxa Selic de 12,5%.   Foto: Prefeitura de Americana

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Região de Piracicaba apresenta crescimento em vendas e locações em março

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de Março de 2025, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de fevereiro de 2025 em Piracicaba e região. Foram consultadas 90 imobiliárias das cidades de Araras, Brotas, Charqueada, Conchas, Cordeirópolis, Ipeúna, Laranjal Paulista, Leme, Limeira, Piracicaba, Pirassununga, Porangaba, Rio Claro, Rio Das Pedras, Santa Cruz Da Conceição e Vargem Grande Do Sul. As vendas apresentaram alta de 62,91% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve alta de 71,07%. José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP, comemorou os resultados: “Março trouxe uma reviravolta positiva, com incrementos de 62,91% nas vendas e notáveis 71,07% nas locações, impulsionando o acumulado do ano para um crescimento de 49,89% nas vendas e 26,28% nas locações. Esses números destacam a adaptabilidade do setor imobiliário e a confiança contínua dos consumidores e investidores em nosso mercado regional.” Vendas: Casas: 47%; apartamentos: 53% Locações: Casas: 58%; Apartamentos: 42% Vendas em Março A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 50 m² a 100 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de até 50 m². 52,5% das propriedades vendidas em Março estavam situadas na periferia, 37,5% nas regiões centrais e 10% nas áreas nobres. Com relação às modalidades de venda, 31,8% foram financiadas pela CAIXA, 18,2% por outros bancos, 13,6% diretamente pelos proprietários, 34,1% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 2,3% no período. Locações em Março A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou entre R$ 1.000,00 e R$ 1.500,00. A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o fiador. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (41%), na região central (33%) e nas áreas nobres (26%). E daqueles que encerraram os contratos de locação, 60,6% não informaram a razão da mudança, 15,2% mudaram para um aluguel mais caro e 24,2% mudaram para um aluguel mais barato. Vendas em Março Vendas % Casas Vendidas 47% Apartamentos Vendidos 53%   Casas vendidas Dormitórios Casa Percentual 1 Dorm. 4,5% 2 Dorm. 68,2% 3 Dorm. 22,7% 4 Dorm. 4,5% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 4,5% 51 a 100 m² 45,5% 101 a 200 m² 18,2% 201 a 300 m² 13,6% 301 a 400 m² 9,1% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 9,1%   Aptos vendidos Dormitórios apto Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 8,7% 2 Dorm. 73,9% 3 Dorm. 17,4% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 47,8% 51 a 100 m² 43,5% 101 a 200 m² 8,7% 201 a 300 m² 0,0% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%       Casas e aptos vendidos localização Casa/Apartamento Percentual Central 37,5% Nobre 10,0% Demais Regiões 52,5%   Forma de Pagamento Casa/Apartamento Percentual À Vista 34,1% Financiamento CAIXA 31,8% Financiamento Outros Bancos 18,2% Direto com Proprietário 13,6% Consórcios 2,3%   Desconto concedido Percentual Vendida no MESMO VALOR ANUNCIADO 53,3% Vendida com desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado 24,4% Vendida com desconto de 6 a 10%, ABAIXO do Anunciado 17,8% Vendida com desconto de 11 a 15%, ABAIXO do Anunciado 4,4% Vendida com desconto de 16 a 20%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 21 a 25%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 26 a 30%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 31 a 35%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 36 a 40%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 41 a 45%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 46 a 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto maior que 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0%   Faixa de preço média Percentual Até R$25 mil 0,0% De R$ 25mil a R$50 mil 0,0% De R$ 51mil a R$100 mil 2,2% De R$ 101mil a R$150 mil 4,4% De R$ 151mil a R$200 mil 4,4% De R$ 201mil a R$250 mil 31,1% De R$ 251mil a R$300 mil 22,2% De R$ 301mil a R$350 mil 4,4% De R$ 351mil a R$400 mil 4,4% De R$ 401mil a R$450 mil 6,7% De R$ 451mil a R$500 mil 6,7% De R$ 501mil a R$600 mil 6,7% De R$ 601mil a R$700 mil 2,2% De R$ 701mil a R$800 mil 0,0% De R$ 801mil a R$900 mil 0,0% De R$ 901mil a R$1 milhão 0,0% De R$ 1milhão a R$1.2 mi 0,0% De R$ 1.3 mi a R$1.5 mi 4,4% De R$ 1.6 mi a R$ 2 mi 0,0% De R$ 2.1 mi a R$ 2.5 mi 0,0% De R$ 2.6 mi a R$ 3 mi 0,0% De R$ 3.1 mi a R$ 4 mi 0,0% De R$ 4.1 mi a R$ 5 mi 0,0% Acima de R$ 5 mi 0,0%   Locações em Março Locações % Casas Alugadas 58% Apartamentos Alugadas 42%   Casas alugadas Dormitórios Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 5,9% 2 Dorm. 58,8% 3 Dorm. 35,3% 4 Dorm. 0,0% 5 ou mais Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 17,6% 51 a 100 m² 47,1% 101 a 200 m² 29,4% 201 a 300 m² 5,9% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%   Aptos Alugados Dormitórios Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 11,1% 2 Dorm. 72,2% 3 Dorm. 16,7% 4 Dorm. 0,0% 5 ou mais Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 27,8% 51

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Mais de 97% dos aposentados e pensionistas do INSS não autorizaram descontos, diz CGU

Um relatório da CGU (Controladoria-Geral da União), divulgado nesta quarta-feira (23), revela que a grande maioria dos aposentados e pensionistas do INSS não autorizou os descontos de mensalidades associativas aplicados diretamente na folha de pagamento. A auditoria foi realizada no âmbito da Operação Sem Desconto, em parceria com a Polícia Federal. O levantamento teve como objetivo verificar a regularidade dos descontos promovidos por entidades associativas. Entre os dias 17 de abril e 4 de julho de 2024, a CGU entrevistou 1.273 beneficiários em todos os estados do país e no Distrito Federal. Do total, 1.242 (97,6%) afirmaram não ter autorizado os descontos, e 1.221 (95,9%) disseram sequer fazer parte de qualquer associação. Os dados sugerem que os descontos estão sendo realizados de forma indevida, sem o consentimento dos beneficiários e em desacordo com a legislação vigente. Muitos entrevistados também relataram dificuldades para identificar a cobrança nos extratos de pagamento e para solicitar o cancelamento do desconto. Além das entrevistas, a CGU analisou a folha de pagamentos do INSS e identificou um aumento expressivo nos valores descontados por entidades associativas. Os descontos saltaram de R$ 536,3 milhões em 2021 para R$ 1,3 bilhão em 2023. Caso o padrão de maio de 2024 se mantenha, a estimativa é de que o valor chegue a R$ 2,6 bilhões até o fim deste ano. Diante dos indícios de irregularidades, a CGU recomendou ao INSS uma série de medidas, entre elas: Bloqueio cautelar imediato de novos descontos associativos; Revisão dos procedimentos de formalização, acompanhamento, suspensão e cancelamento de Acordos de Cooperação Técnica; Suspensão preventiva de descontos referentes a entidades com indícios de risco elevado de irregularidade; Disponibilização dos documentos dos ACTs em plataforma acessível à autarquia. A CGU também reforça que a população pode encaminhar denúncias sobre descontos indevidos ou outras irregularidades por meio da plataforma Fala.BR, da Ouvidoria-Geral da União. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, bastando selecionar a opção “Não identificado”. Para facilitar o encaminhamento, recomenda-se marcar a opção “Operações CGU” no campo de assunto e, no corpo do texto, indicar o nome da operação e o estado onde ela ocorreu. Os beneficiários do INSS que identificarem descontos indevidos podem solicitar tanto a exclusão da cobrança quanto o bloqueio preventivo do benefício contra futuras cobranças não autorizadas.   Fonte: R7

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Aposentados e pensionistas começam a receber antecipação do 13º

Cerca de 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta quinta-feira (24) a primeira parcela do décimo terceiro salário. Feito de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS), o pagamento vai até 8 de maio. Com a previsão de injetar R$ 73,3 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. A segunda parcela vai de 26 de maio a 6 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo. Desde a semana passada, a consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.   Quem recebe mais que o salário mínimo      Final do NIS          Primeira Parcela        Segunda Parcela    1 e 6    2 de maio     2 de junho     2 e 7    5 de maio     3 de junho     3 e 8    6 de maio     4 de junho     4 e 9    7 de maio     5 de junho     5 e 0    8 de maio     6 de junho O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no início do mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sexto ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024, em abril e maio. Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 28,68 milhões de pessoas, cerca de 70,5% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo por mês (R$ 1.518), enquanto 11,98 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.157,41.  A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente. O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário. Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Crédito consignado CLT será liberado pelos canais eletrônicos dos bancos a partir de sexta

O empréstimo consignado para quem tem cardeira assinada poderá ser feito diretamente pelos canais eletrônicos dos bancos a partir da sexta-feira (25). A nova modalidade de crédito está disponível, por enquanto, apenas pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Além disso, o trabalhador que já tem o consignado ativo também poderá fazer a migração para a nova linha, com juros mais baixos, desconto diretamente da folha de pagamento e garantia do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), a partir da sexta-feira. A estimativa é que mais de 80 instituições estejam habilitadas a oferecer a modalidade pelos seus sites. O Crédito do Trabalhador, chamado também de Consignado CLT, já atingiu R$ 7,4 bilhões em empréstimos em quase um mês de funcionamento. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, de 21 de março até 17 de abril, foram 6,9 milhões de solicitações, com 1,3 milhão de contratos firmados. Para Rubens Neto, especialista da Crédito Popular, a disponibilidade pelos canais eletrônicos dos bancos vai ser benéfica aos trabalhadores que tenham crédito mais caro e poderão migrar para a nova linha de consignado com garantia do FGTS. “As taxas que os grandes bancos irão oferecer vai depender da análise de risco das instituições financeiras farão com base no seu tempo de trabalho e histórico de operações de crédito. No entanto, espera-se que o acesso ao crédito seja mais vantajoso em comparação com outras modalidades de empréstimo, já que o crédito consignado possui uma das menores taxas de juros do mercado”, afirma Rubens Neto. As taxas de juros para o crédito consignado do trabalhador com carteira assinada variaram de 2,99% a 4,99% ao mês, aproximadamente 40% a 80% ao ano, nos primeiros dias da nova modalidade. Enquanto os juros do empréstimo pessoal variam entre 5% e 6% ao mês. Como funciona O Crédito do Trabalhador autoriza empréstimo descontado em folha de pagamento para trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e funcionários de microempreendedores individuais (MEI) A prestação mensal não pode ultrapassar 35% do salário do trabalhador. No momento da solicitação, o trabalhador pode optar por autorizar o uso de 10% do FGTS como garantia, 100% da multa rescisória ou outras garantias. A instituição financeira avaliará dados como tempo de serviço e salário do trabalhador para decidir se concederá o crédito. Caso o trabalhador desista do empréstimo, ele tem 7 dias corridos, a partir do recebimento do crédito, para devolver o valor total recebido das instituições financeiras. Cautela No entanto, é necessário ter cautela antes de optar por realizar o Consignado CLT. “Esta retenção de parte do FGTS como garantia para um empréstimo mais barato deve ser bastante planejada pelo consumidor, para que não se torne uma dificuldade, já que para os trabalhadores da iniciativa privada o fundo representa uma reserva financeira estratégica”, alerta Luiz Orsatti Filho, diretor Executivo do Procon-SP. A proposta, que pode ser tentadora para muitos, deve ser bem analisada e planejada para não prejudicar o orçamento do solicitante, afirma Rubens Neto, da Crédito Popular. “A antecipação do FGTS, por exemplo, usa uma parte dessa modalidade como garantia, sem mexer no salário. Por isso, há o crédito com juros reduzidos sem haver um impacto no orçamento mensal, o que pode ser benéfico para alguns casos”, explica Rubens Neto. Os cuidados antes de fazer um consignado • Compreenda a regra dessa modalidade • Conheça seus direitos • Avalie a real necessidade do empréstimo • Avalie se esse desconto não vai comprometer o orçamento mensal e gerar um endividamento • Avalie a possibilidade de ser demitido e ter parte do FGTS retido ou a totalidade da multa rescisória Comparar as taxas de juros 1. A contratação não pode ser efetuada por telefone, mas pelos canais do banco após a proposta recebida no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) 2. A taxa máxima de juros já inclui todos os custos da operação, portanto, tarifa de abertura de crédito (TAC) ou qualquer outra não é permitida 3. É proibido estipular prazo de carência para o início do pagamento das parcelas, ou seja, ao receber o empréstimo, o beneficiário não pode começar a pagá-lo meses depois 4. Bancos e financeiras devem informar antes da assinatura do contrato, no mínimo, sobre o valor total contratado com e sem juros; taxa mensal e anual de juros; valor, número e periodicidade das prestações; data do início e fim do desconto; custo efetivo total 5. Se todas as informações estão no contrato que deve ser assinado pelas partes.   Fonte: R7 Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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Contribuintes de Cordeirópolis podem regularizar dívidas com até 100% de desconto em juros

A prefeita Cristina Saad sancionou a lei que implanta o novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal, também conhecido como Refis. A iniciativa, já válida, permite que os contribuintes quitem ou parcelem suas dívidas com o município com descontos que podem chegar a 100% sobre juros e multas – no caso de pagamento à vista. “Esse é um instrumento que facilita o acesso da população à renegociação de dívidas com o município, atendendo também uma demanda dos vereadores. É uma medida que traz justiça fiscal e ajuda a reorganizar a vida financeira dos cordeiropolenses”, afirma a prefeita Cristina Saad. A adesão vai até o dia 30 de maio de 2025. A solicitação deve ser feita presencialmente no Poupatempo de Cordeirópolis, onde os contribuintes poderão receber orientação sobre valores, prazos e opções disponíveis para a regularização. Quem optar por pagar à vista terá 100% de desconto em juros e multa. Já os parcelamentos podem ser feitos em até 36 vezes, com redução progressiva nos encargos, conforme o número de parcelas. Os débitos incluídos nesse programa podem ser de natureza tributária ou não tributária, vencidos até 31 de dezembro de 2024, mesmo que já estejam em execução fiscal ou em processos judiciais. Saldos de parcelamentos anteriores, não cumpridos integralmente, também podem ser renegociados. O Poupatempo funciona de segunda a sexta-feira – exceto feriados – das 9h às 17h, e sábado das 9h às 13h.   Foto: Prefeitura de Cordeirópolis

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Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,57%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,65% para 5,57% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação foi mantida em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária. Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo. Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso. Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,98% para 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também subiu de 1,61% para 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,96.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Governo prevê R$ 229 bilhões em emendas até 2029; Congresso fala em ‘investimentos’

O governo federal prevê R$ 229,3 bilhões em emendas parlamentares até 2029. O cálculo está no PLDO (projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2026, enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional há uma semana. Os valores incluem emendas individuais e de bancadas estaduais e emendas de comissão. Para o próximo ano, estão previstos cerca de R$ 53 bilhões (veja os números anuais abaixo) — R$ 41 bilhões em emendas individuais e de bancadas estaduais e R$ 12 bilhões em emendas de comissão. Na prática, as emendas permitem que os deputados e senadores participem na destinação dos recursos da União (leia mais abaixo). Ao R7, o presidente da CMO (Comissão Mista de Orçamento), senador Efraim Filho (União-PB), defendeu que os valores “são importantes a partir do momento que sejam para investimentos.” A CMO é responsável pela primeira análise da LDO no Congresso. “Acredito que são valores que se revertem em investimentos, seja na área da infraestrutura urbana; na saúde com a construção de unidades básicas, policlínica e hospitais; na educação com creches e escolas; no abastecimento de água e segurança hídrica, importante para as áreas de seca no Norte e Nordeste; recursos para investir na segurança pública nos Estados”, avaliou. Impasse Atualmente, as emendas parlamentares são cerca de 25% das despesas livres. Em 2027, as cifras devem ocupar quase metade do orçamento das despesas não obrigatórias. No ano seguinte, os valores devem atingir quase 100% do espaço e, em 2029, ameaçam deixar o Orçamento no “vermelho”. Em 2024, o STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu o pagamento de emendas, alegando falta de transparência e rastreabilidade. O governo, então, propôs um limite para o crescimento dos repasses nos próximos anos, por meio de um projeto que se tornou lei. Na prática, entre outras coisas, a proposta garante um aumento real para os repasses. Assim, com um orçamento cada vez mais restrito, as emendas vão tirar recursos de outras áreas. Com efeito, os valores ganharam uma garantia de crescimento que outras despesas não têm no Orçamento. Ao apresentar o PLDO, o governo admitiu que as contas públicas entrarão em colapso em 2027 se nada for feito, mas, ao mesmo tempo, não apresentou medidas para resolver esse cenário. Previsão de emendas parlamentares até 2029 2026: R$ 54 bilhões — R$ 41 bilhões em emendas individuais e de bancadas estaduais e R$ 12 bilhões em emendas de comissão; 2027: R$ 56,6 bilhões — R$ 44 bilhões em emendas individuais e de bancadas estaduais e R$ 12,6 bilhões em emendas de comissão; 2028: R$ 58 bilhões — R$ 45 bilhões em emendas individuais e de bancadas estaduais e R$ 13 bilhões em emendas de comissão; 2029: R$ 61,7 bilhões — R$ 48,3 bilhões em emendas individuais e de bancadas estaduais e R$ 13,4 bilhões em emendas de comissão. O que são emendas parlamentares As emendas parlamentares são mecanismos que permitem a deputados e senadores alterarem o orçamento da União, ao direcionar recursos para projetos e demandas específicas. Esses valores possibilitam aos parlamentares atender a necessidades de seus estados e municípios e funcionam como uma forma de influência direta sobre o orçamento público. Existem diferentes tipos de emendas: Individuais: Apresentadas por parlamentares, destinadas a projetos específicos; De bancada: Propostas pelas bancadas estaduais no Congresso Nacional; De comissão: Elaboradas pelas comissões temáticas da Câmara ou do Senado; De relator: Redigidas pelo relator do orçamento, responsável por consolidar o parecer final. O que é a LDO? A LDO define as metas e prioridades da gestão para o próximo ano. O valor do salário mínimo, no entanto, pode sofrer alterações ao longo da tramitação do projeto, já que o reajuste deve ter crescimento real, ou seja, acima da inflação e proporcional ao crescimento do PIB em 2025. A lei determina quais normas deverão ser seguidas na construção do Orçamento do próximo ano, a ser votado no segundo semestre, e guia a distribuição dos recursos para cada área. O projeto precisa ser analisado pelos deputados e senadores até 17 de julho, quando começa o recesso parlamentar.   Fonte: R7 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Tarifaço de Trump: mercado de veículos do Brasil vê pontos positivos e negativos

A pausa no tarifaço do presidente norte-americano, Donald Trump, servirá para que setores da indústria que dependem muito da bilateralidade e a exportação analisem melhor essa nova ordem mundial. É o caso dos setores automotivo e do aço e alumínio brasileiro, que exportaram US$ 1,6 bilhão e US$ 5,2 bilhões, respectivamente, para os Estados Unidos em 2024. No caso do Brasil, os EUA estabeleceram a menor tarifa, de 10%, além de uma taxa de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio. O país é o segundo maior parceiro comercial do brasileiro (atrás apenas da China), sendo responsável por US$ 40 bilhões de exportações e importações cada. Já no último dia 9, Trump suspendeu por 90 dias as taxas superiores a 10% aplicadas em mais de 70 países, com exceção da China, que continua sendo alvo de tarifas elevadas. Além disso, os EUA impuseram uma alíquota de 25% sobre todos os veículos produzidos fora do país. Há um primeiro lado positivo. A taxa aplicada para o Brasil é uma das menores. A médio prazo, isso é bom principalmente para o mercado de peças, uma vez que o preço dos produtos brasileiros tendem a ser competitivos em relação aos asiáticos, mexicanos e europeus, que receberam taxas maiores. Analistas apontam que é um ótimo momento para o mercado verde-amarelo se abrir. Novos mercados Os especialistas também apontam que as ações do líder republicano forçaram um redirecionamento do comércio internacional. A professora de relações internacionais da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Regiane Bressan explica que a imposição unilateral por parte dos EUA contraria as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio), o que acaba enfraquecendo o sistema multilateral do comércio. “Essa postura protecionista vai levar a retaliação por parte de outros países, o que desencadeia em guerras comerciais e prejudica também o comércio global”, opina. Bressan diz que as decisões de Trump contribuem para a aproximação de diferentes mercados, como o caso do Brasil e União Europeia. E isso pode ser um segundo lado positivo para o Brasil. “Eu acho até que há mais chance agora de a União Europeia estar muito aqui presente, e, ao mesmo tempo, de os Estados Unidos evitarem uma polarização direta com o ocidente”, completa. Em relação ao setor de transporte, a professora entende que as exportações do setor de aviação poderá ser mais impactado do que o automobilístico no Brasil. “De maneira geral, o mundo inteiro será afetado. Vai ser uma grande movimentação no tabuleiro do comércio internacional e os países terão que fazer novas parcerias. A China está mais presente aqui”, completou. Deslocamento de investimentos Por outro lado, Márcio de Lima, que acabou de sair da presidência da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), afirma que o tarifaço de Trump pode forçar um deslocamento de investimentos, inicialmente destinados ao Brasil. Ele cita o exemplo do México, o maior exportador de carros para os EUA atualmente. Lima diz que os fabricantes, forçados pelas taxas mais alta, tendem a deixar o México e investir mais nos Estados Unidos. Isso deve gerar uma capacidade ociosa no mercado mexicano. “Essa capacidade ociosa será utilizada para colocar produtos em outros países. E o Brasil e o Mercosul têm acordo de livre comércio com o México”, explica. Ou seja, na opinião de Lima, investimentos que estão sendo anunciados para o Brasil poderão deixar de ser realizados aqui e serem direcionados para utilizar a capacidade ociosa existente no México. Isso inclui o setor de autopeças e o de produção de veículos. De qualquer forma, a previsão é de que o mercado norte-americano seja mais impactado que qualquer outro, com perdas estimadas em 1 milhão de veículos (de 15,9 milhões para 14,9 milhões), com estimativa de elevação do preço entre US$ 3 mil e US$ 12 mil, aponta a Anfavea. De forma global, é possível que as tarifas gerem uma queda a da demanda global, afetando o PIB mundial e o mercado de autoveículos, alterando a cadeia logística e causando um redirecionamento das exportações para outros mercados. Projeto Mover Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que regulamenta o Mover, programa de mobilidade verde. O texto estabelece critérios técnicos e ambientais de eficiência energética, reciclabilidade e segurança que importadores de veículos e fabricantes devem seguir para comercialização no país, a partir de junho de 2025. Para integrantes do setor automotivo, a demora na regulamentação do programa era visto como um problema, principalmente devido à falta de previsibilidade e impactos nos investimentos. A sanção da lei ocorreu no ano passado. Agora, houve a regulamentação do programa. Ele prevê um total de R$ 19,3 bilhões de créditos financeiros entre 2024 e 2028 e pode ser usado pelas empresas para abatimento de impostos federais, em contrapartida a investimentos realizados em pesquisa e desenvolvimento e em novos projetos de produção.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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