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Tag: economia

Em Holambra, produtores do Ceaflor ampliam oferta para atender demanda do Dia das Mães

O Dia das Mães, celebrado neste ano em 11 de maio, é a data mais importante do calendário para o setor de flores e plantas ornamentais no Brasil, representando notáveis 16% do volume anual comercializado. Segundo dados do Ibraflor, as vendas em 2025 deverão apresentar um crescimento entre 8% e 10% em comparação ao ano anterior. No Ceaflor, alguns produtores aumentaram a oferta de produtos entre 15% e 20% para suprir a demanda e demonstram otimismo, como grande parte dos comerciantes. “O Dia das Mães é uma oportunidade única para o setor. Estamos confiantes e prontos para atender à demanda com produtos de alta qualidade, possibilitando que as mães de todo o Brasil sejam agraciadas com o carinho de seus filhos e netos por meio de flores”, afirma Antônio Carlos Rodrigues, presidente do Ceaflor. As rosas e orquídeas seguem liderando as vendas nesta ocasião especial. Entretanto, os consumidores têm acesso a uma ampla variedade de flores de corte, como alstromérias, e de flores em vasos, como violetas, begônias, kalanchoes e suculentas, entre outras opções. Daniel Silva, da Flor Fácil, comerciante de flores de corte no Ceaflor, projeta um aumento de 20% nas vendas em relação ao último ano. “O Dia da Mulher foi excelente e, seguindo o ritmo tradicional do setor, o Dia das Mães também promete grandes resultados”, relata. Para fortalecer as vendas, esse ano a Flor Fácil lançou o projeto “Pronto para você”, que entrega buquês, arranjos e maços reduzidos de flores prontos para atender floriculturas e gardens centers, além do mundo corporativo, que costuma homenagear suas clientes mães. “Para impulsionar a comercialização nos pontos de vendas, floriculturas e gardens podem fazer seus pedidos com antecedência, escolher as flores, e entregamos o produto final pronto para comercialização”, destaca Daniel. Entre as flores em vaso, as violetas ganham destaque pela beleza e preço acessível. O produtor Edson Vital, da Vital Flores e Plantas, ampliou sua produção em 20%, mas já tem praticamente tudo comercializado. “Mesmo com a produção ampliada, conseguiremos atender apenas 70% dos clientes. Felizmente, o clima colaborou, e as flores estão lindas”, explica. Quem também investiu na data foram os produtores suculentas, Tamara Cristina Baitelo e Leandro Becalete Rizzoni, sócios da Amantiquira Plantas Ornamentais. Eles contam que prepararam 300 mil suculentas no pote 6, os vasinhos que se tornaram queridinhos do consumidor final em função de preço e da facilidade para cuidar da planta. Esse número representa um aumento de 15% no volume de produção em relação a 2024. “Nossa capacidade total de produção é de 400 mil unidades, então ainda temos espaço e mercado para crescer”, acrescenta Tamara. Por outro lado, o produtor de orquídeas Paulo Masato Fujiwara, da Flora Fuji, tinha planejado aumentar a produção em 30% em 2025, mas o clima quente registrado no início ano atrapalhou a programação, resultando em uma queda de 10% na quantidade final oferecida para esse Dia das Mães.  Agora, o desafio está em atender a demanda, porque essa “quebra” aconteceu de forma mais impactante em outros produtores. Com pouca oferta no mercado, a procura pelo produto na Flora Fuji aumentou. “Estamos vendendo tudo o que temos disponível, mas poderíamos ter comercializado muito mais”, lamenta Fujiwara. Em função das perdas, houve um aumento médio de preço das orquídeas na ordem de 30% Para atender à diversidade de gostos e orçamentos dos consumidores, produtores e comerciantes do Ceaflor oferecem uma ampla seleção de flores e acessórios para floricultura, garantindo que todos encontrem a escolha ideal para homenagear as mães no próximo 11 de maio. Sobre o Ceaflor Localizado em Holambra, o Ceaflor é um dos maiores e mais completos mercados de flores da região. Fundado em 2019, o espaço é dedicado à comercialização de flores de corte e em vasos, plantas ornamentais e acessórios para floricultura, paisagismo e decoração. Com sua segunda expansão concluída em 2023, o Ceaflor reúne cerca de 450 empresas, entre produtores e comerciantes, distribuídos em 946 pontos de venda. O mercado está situado na Rodovia Prefeito Aziz Lian, Km 29,5, que conecta Holambra à Rodovia Campinas-Mogi-Mirim (SP 340).   Foto: Divulgação

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Comércio cresce 2,3%, mas Selic elevada e inflação acima da meta ameaçam setor

Os primeiros meses de 2025 trouxeram um respiro para o comércio varejista brasileiro, com crescimento de 2,3% nas vendas no primeiro bimestre, comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados do IBGE mostram que segmentos como veículos (+9,5%), móveis e eletrodomésticos (+6,9%) e materiais para construção (+6,7%) puxaram o bom desempenho do setor. Apesar dos números positivos no curto prazo, o comércio enfrenta um cenário macroeconômico desafiador. A taxa Selic em alta, atualmente em 14,25% ao ano, somada à inflação acima da meta, acende um alerta para os próximos meses. “Os patamares elevados da Selic e a inflação são os principais vilões do comércio. Os lojistas não conseguem oferecer preços competitivos, afastando os consumidores – muitos dos quais já não têm acesso ao crédito”, afirma Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP). O ambiente de juros elevados afeta diretamente a capacidade de compra da população. Segundo o Banco Central, a taxa média de juros do cartão de crédito empresarial atingiu 142,3% ao ano em fevereiro. Paralelamente, a inadimplência segue em alta com 69,66 milhões de consumidores negativados em março, de acordo com a CNDL e o SPC Brasil. “A elevação dos juros compromete o consumo e reduz a margem das empresas. É um ciclo que exige planejamento. Boas práticas de gestão financeira, como controle de fluxo de caixa e condições diferenciadas para pagamentos à vista, podem mitigar os riscos”, destaca Stainoff. Confiança do comércio em queda  Os indicadores de confiança refletem o descompasso entre os bons resultados recentes e as perspectivas abaixo para o futuro. Em março, o Índice de Confiança do Comércio caiu para 83,1 pontos, o menor nível desde 2021. O componente que mede as expectativas futuras também recuou fortemente, sinalizando um horizonte de incertezas. “O comércio precisa de previsibilidade, confiança e crédito acessível para se manter em crescimento”, reforça Maurício Stainoff. Diante do atual panorama econômico,a chave para superar esses desafios está na capacidade dos lojistas de se adaptar às novas condições do mercado e buscar soluções inovadoras para manter a competitividade. “A adoção de estratégias digitais e a diversificação de meios de pagamento são caminhos fundamentais para atravessar 2025 com resiliência. O consumidor está cada vez mais conectado, e os lojistas que investirem em experiências digitais tendem a se destacar”, finaliza Stainoff. Sobre a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo  A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP) é a principal entidade que representa o comércio e serviços no estado. Ela reúne as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e trabalha para apoiar as empresas do setor, defendendo seus interesses e ajudando no seu desenvolvimento.   Fotos: Divulgação

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Aposentados do INSS que ganham mais que o mínimo começam a receber 13º

Os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham mais de um salário mínimo começam a receber nesta sexta-feira (2) a primeira parcela do décimo terceiro. Feito de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). O pagamento vai até 8 de maio. A antecipação do décimo terceiro para quem ganha o benefício mínimo, equivalente ao salário mínimo de R$ 1.518, começou a ser paga no último dia 24. Ao todo, cerca de 34,2 milhões de pessoas estão sendo beneficiadas com a medida. Com previsão de injetar R$ 73,3 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. A segunda parcela vai de 26 de maio a 6 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo. Desde 16 de abril, a consulta do décimo terceiro pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h. Quem recebe mais que o salário mínimo      Final do NIS     Primeira parcela     Segunda parcela     1 e 6     2 de maio     2 de junho     2 e 7     5 de maio     3 de junho     3 e 8     6 de maio     4 de junho     4 e 9     7 de maio     5 de junho     5 e 0     8 de maio     6 de junho O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no início do mês passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sexto ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro.Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024, em abril e maio. Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 28,68 milhões de pessoas, cerca de 70,5% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo  por  mês  (R$ 1.518),  enquanto 11,98 milhões recebem acima do piso nacional. Desse total, 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social, que é de R$ 8.157,41. A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente. O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário.   Fonte: Agência Brasil

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Após dois reajustes da Petrobras, diesel cai mais de 1,8% em abril, afirma Edenred Ticket Log

De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, tanto o diesel comum quanto o S-10 tiveram quedas significativas no mês de abril, na comparação com março. O diesel comum no País teve valor médio de R$ 6,38, registrando baixa de 1,85%. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,44 no quarto mês de 2025, após queda de 1,83% na mesma comparação.  “As quedas nos preços do diesel em abril são reflexos diretos dos dois reajustes para baixo realizados pela Petrobras ao longo do mês. Esses movimentos no preço de venda ajudaram a diminuir os valores praticados nos postos, e também criaram um cenário de maior competitividade para o combustível”, comenta Renato Mascarenhas, Diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade. Na análise individual de cada região do País em abril, o IPTL também observou quedas relevantes nos preços do diesel.  O diesel comum teve sua maior queda registrada no Centro-Oeste, onde o combustível custou R$ 6,45, um recuo de 2,57%. Já o S-10 registrou sua maior diminuição no Sul: de 2,35%, atingindo preço médio de R$ 6,23 na região, o menor do País entre as regiões. O valor mais baixo para os diesel comum também foi registrado no Sul: R$ 6,18, após queda de 2,37%. Os preços de diesel comum e S-10 mais altos do País em abril foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,95, após baixa de 1,70%, e R$ 6,85, após queda de 1,15%, respectivamente. No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em abril foi registrada no Acre, de R$ 7,83, mesmo após uma redução de 0,25% ante março. O Paraná aparece como o estado onde o motorista encontrou o diesel mais em conta em abril: a R$ 6,16, após baixa de 2,53% ante o mês anterior. O Ceará, por sua vez, apresentou a redução mais significativa do País, de 3,29%, sendo comercializado a R$ 6,47. Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em abril também foi do Acre: R$ 7,85, após uma alta de 0,25% ante março. Em Pernambuco foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 6,16, após redução de 3,30% no valor do combustível no estado, a maior entre estados do País no período. Nenhum estado apresentou alta para qualquer tipo de diesel em abril na comparação com março. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. Sobre a Edenred Mobilidade A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Edenred Ticket Log, Edenred Repom e Taggy. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Conta com mais de 33 mil empresas clientes e uma frota gerenciada de 1 milhão de veículos, que abastecem quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Apenas em gestão de frete e vale-pedágio, possui mais de 3 mil empresas clientes, 1 milhão de caminhoneiros atendidos que correspondem a 8 milhões de transações anuais e 100% das praças de pedágio em todo o Brasil. Juntas, desenvolvem e disponibilizam para o mercado o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), com uma análise nacional sobre a variação do preço dos combustíveis, e o Índice de Frete Edenred Repom (IFR), um estudo sobre o preço médio do frete e sua composição. No mundo, a Edenred é a plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, que atua como a companhia diária para pessoas no trabalho, conectando mais de 60 milhões de usuários e mais de 2 milhões de comerciantes parceiros, em 45 países, por meio de 1 milhão de empresas-clientes.   Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Governo de SP envia à Alesp proposta que eleva salário mínimo estadual para R$ 1.804

O governador Tarcísio de Freitas encaminhou nesta quarta-feira (30) à Assembleia Legislativa de Estado (Alesp) o projeto de lei que propõe o reajuste do salário mínimo paulista para R$ 1.804,00. O novo valor representa um aumento de 10% em relação ao piso atual, estabelecido no ano passado, e é 18,84% superior ao mínimo nacional, fixado atualmente em R$ 1.518. Desde 2022, o crescimento do piso estadual foi de 40,5%. “Estamos falando de um ganho real da ordem de 27% desde a nossa chegada. Conseguimos chegar a um equilíbrio para oferecer o salário mínimo de R$ 1.804. É um recurso que chega em boa hora, no momento em que as pessoas estão pressionadas pelo preço dos alimentos. É uma injeção de recursos na nossa economia, que será extremamente relevante, aliada a outras ações que estamos tomando”, afirmou Tarcísio de Freitas. Esta é a terceira vez consecutiva que o reajuste proposto para o piso paulista supera a inflação acumulada no período. A proposta é superior à inflação acumulada no último ano (4,77%), segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e representa um ganho real aos trabalhadores. Desde 2022, último ano antes da atual gestão, o crescimento do salário mínimo estadual soma 40,5%, ante uma inflação de 15,10% nos últimos três anos,de acordo com o INPC. O projeto segue agora para a apreciação dos deputados. A proposta tramitará nas comissões da Alesp antes de seguir para votação definitiva no Plenário da Casa.   Foto: Governo de SP

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PIB paulista registra crescimento de 1,4% nos dois primeiros meses de 2025

O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de São Paulo avançou 1,4% no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período de 2024. De acordo com dados da Fundação Seade, todos os setores da economia apresentaram crescimento no estado, com destaque para agropecuária (3,0%); serviços (2,2%); e indústria (0,9%). “O ano começou muito positivo para a economia de São Paulo. Tivemos crescimento em todos os setores do PIB no primeiro bimestre e isso nos mostra que estamos no caminho certo. Temos a certeza de que 2025 será mais um ano de oportunidades no mercado de trabalho para os paulistas e para quem quer empreender em nosso estado”, afirma o governador Tarcísio de Freitas. No acumulado dos últimos 12 meses, se comparado ao mesmo período anterior, o PIB paulista cresceu 3,1%. Os setores que mais se expandiram neste período foram indústria (2,2%) e serviços (3,2%). Em fevereiro de 2025 o indicador cresceu 1,0% com todos os setores apresentando variação positiva em relação a fevereiro do ano passado. No segundo mês do ano, destacaram-se os setores de agropecuária (12,1%), indústria (0,5%) e serviços (1,9%). Emprego formal também cresce no bimestre A Fundação Seade também divulgou dados sobre a criação de emprego formal no estado de São Paulo. Nos dois primeiros meses de 2025 foram gerados 175 mil novos postos, 28% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Com esse resultado, o estoque de empregos formais no Estado atingiu 14,5 milhões, o que representa cerca de 30% do total verificado no Brasil.   Foto: Governo de SP

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Prefeitura de Limeira apresenta LDO 2026 à Câmara; presidente acompanha audiência pública

A Prefeitura de Limeira protocolou nesta segunda-feira, 29 de abril, o Projeto de Lei Nº 103/2025, que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2026. Na última semana, o presidente da Casa, vereador Everton Ferreira (PSD), havia acompanhado a audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, com projeção orçamentária de R$ 2,23 bilhões. As receitas estimadas para o próximo ano superam em 8,66% a previsão da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, que foi de R$ 2,28 bilhões. Entre as principais receitas que devem integrar o orçamento do município estão o ICMS, com R$ 380,61 milhões; o ISSQN, com R$ 243,19 milhões; o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), com R$ 201,88 milhões; e o IPTU, com R$ 198,73 milhões. Já a maior parte das despesas representam pessoal e encargos sociais, com R$ 1,04 bilhão, estando previstos R$ 111,73 milhões para investimentos. O presidente do Legislativo parabenizou a realização da audiência pública, promovida em sala na Secretaria de Educação, e colocou a estrutura da Câmara Municipal à disposição. “É de grande importância que a população tenha conhecimento do orçamento do município, até por isso estamos organizando um curso sobre o assunto por meio da Escola Legislativa Paulo Freire. Com a participação da Câmara, temos condições também de transmitir e deixar gravada a audiência para acesso público”, afirmou. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, conforme o artigo 165 da Constituição, compreende as metas e prioridades da administração pública, estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual. Sua construção leva em conta o Plano Plurianual (PPA), que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública para um período de quatro anos, incluindo todas as áreas para a elaboração de políticas públicas, como saúde, educação e segurança. O PPA está com consulta pública aberta pelo site www.limeira.sp.gov.br/ppa-2026-2029. O PL 103/2025 será encaminhado agora para análise da Comissão de Orçamento e Fiscalização do Executivo da Câmara Municipal.   Foto: Câmara de Limeira

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Café e ovos mais caros pressionam o orçamento das famílias brasileiras no Sudeste

O café pesou no bolso dos brasileiros em março, liderando o ranking de maiores aumentos de preço no período. É o que mostra o novo estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Segundo o levantamento, o valor médio das versões em pó e em grãos subiu 7,3%, passando de R$ 62,78 em fevereiro para R$ 67,39 em março. “O aumento reflete uma combinação de fatores na cadeia de abastecimento, como custos logísticos elevados e flutuações de oferta, que acabam pressionando o consumidor final”, explica Anna Carolina Fercher, líder de dados estratégicos na Neogrid. “Os fatores climáticos adversos em regiões produtoras, como estiagens e ondas de calor, comprometeram a produtividade e elevaram os custos de produção.” Em cenário similar ao café, pelo segundo mês consecutivo, os ovos também sofrem com as oscilações de preço. A categoria apresentou um incremento de 5,1% em março, saindo de R$ 1,15 em fevereiro e chegando a R$ 1,21 nesta última edição. “Após o período de alta procura da Quaresma, a expectativa é que os preços se estabilizem com a normalização da demanda após abril”, complementa Fercher. Produtos como o leite UHT (2,9%), refrigerante (1,2%) e queijos (0,9%) também registraram elevações em seus preços. Em contrapartida, as categorias que apresentaram as maiores quedas no valor médio entre fevereiro e março foram o arroz (-5,1%), feijão (-4,5%), farinha de mandioca (-4,2%), óleo (-3,5%) e a carne bovina (-3,0%). Maiores altas no Brasil em 2025 No acumulado do ano até março, os ovos seguem ocupando a primeira posição nas variações de aumento de preços em todo o país – o produto teve alta de 32,4%, passando de R$ 0,91, em dezembro de 2024, para R$ 1,21 neste último monitoramento. Logo atrás, aparecem o café em pó e em grãos (25%), leite em pó (1,6%), refrigerante (1,5%) e o xampu (1,3%). Maiores quedas no Brasil em 2025  Na contrapartida, o estudo trouxe 10 itens que apresentaram queda de preço em todos os estados pesquisados. Entre eles, campeões de preços altos nos últimos meses como as carnes bovinas (-3,0%), o arroz (-5,1%) e o açúcar (-1,6%). Variações de preços em março no Sudeste Na região Sudeste, as maiores variações de alta de preço ocorreram nas seguintes categorias: café em pó e em grãos (8,2%); ovos (4,7%); leite UHT (3,2%); queijos (1,7%); refrigerante (1,4%). Já as principais quedas se concentraram nestas categorias: farinha de mandioca (-4,8%); arroz (-4,5%); feijão (-3,8%); óleo (-3,4%); carne bovina (-3,2%). Sobre a Neogrid A Neogrid é uma empresa de tecnologia e inteligência que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Há 26 anos no mercado, construiu um ecossistema de dados e negócios que conecta varejos, indústrias e distribuidores no Brasil e nos mercados mais competitivos do mundo. Com cases de sucesso em empresas de grande porte, tem como principal objetivo aumentar as vendas e a rentabilidade das empresas. https://www.neogrid.com/   Foto: Governo de SP

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Ceasa Campinas registra queda nos preços de hortaliças na última semana de abril

Na última semana de abril, entre os dias 21 e 28, a Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa) registrou queda nos preços da maioria das hortaliças comercializadas no entreposto com destaque para itens populares no mercado. A redução impacta diretamente produtores, comerciantes e consumidores. A maior queda percentual foi da vagem macarrão, com retração de 47,4%, encerrando o período com cotação de R$ 7,69 o quilo. Também apresentaram redução significativa a abobrinha brasileira, com baixa de 28,5% (R$ 2,78/kg), e o tomate débora, que caiu 27,3%, sendo vendido a R$ 4,00 o quilo. Os dados constam no boletim Sacolômetro, divulgado semanalmente. De acordo com a central, os feriados da última semana provocaram uma desaceleração nas vendas, o que influenciou os ajustes nos preços. Segundo o técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa, Paulo Palma, essas oscilações são comuns em períodos de menor fluxo de comercialização e fazem parte do comportamento sazonal do mercado hortícola. “O tomate, que vinha registrando altas consecutivas, teve um reposicionamento de preço com a chegada da safra de Inverno, ampliando a oferta do produto e beneficiando o consumidor final”, explica Paulo. Entre as frutas, destacaram-se as reduções nos preços da melancia graúda, que ficou 18,2% mais barata, sendo vendida a R$ 1,80 o quilo, e do morango, com recuo de 16,7% (R$ 20,83/kg). A banana nanica, uma das frutas mais consumidas, também teve desvalorização de 7,7% no período. No grupo das hortaliças folhosas, os destaques foram a chicória lisa, a couve-flor e o repolho verde, com quedas entre 14% e 17%. O brócolis ninja encerrou a semana com redução de 9,9%. Por outro lado, rúcula e alface crespa mantiveram os mesmos preços da semana anterior. Produtos que tiveram elevação Apesar da tendência de baixa, alguns produtos apresentaram valorização. A pimenta dedo de moça teve aumento de 44,4%, chegando a R$ 13,00 o quilo. Já o maracujá azedo subiu 19,9%, cotado a R$ 8,18/kg. Outros itens que registraram alta foram a beterraba e a cebola nacional, com elevação de 10% cada. No segmento de ovos, os preços permaneceram estáveis. A caixa com 30 dúzias do ovo branco foi vendida a R$ 240,00, enquanto o ovo vermelho chegou a R$ 260,00. Os ovos de codorna seguiram com preço fixo de R$ 7,50 o pacote com 2,5 dúzias. Boletim Sacolômetro O boletim Sacolômetro, publicado semanalmente pela Ceasa Campinas, acompanha as variações de preços dos principais produtos ofertados no entreposto. A iniciativa oferece transparência de mercado e auxilia produtores e comerciantes na tomada de decisões estratégicas.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Saiba como usar IR devido para ajudar crianças, adolescentes e idosos em Limeira

Contribuintes têm até 30 de maio para doar parte do Imposto de Renda (IR) devido aos Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Idoso. Pessoas físicas que utilizarem o modelo completo da declaração podem doar até 3% para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente e outros 3% para o Fundo Municipal do Idoso, já pessoas jurídicas podem contribuir com até 1% (tomando como base o lucro real). Para conscientizar a sociedade sobre a importância da medida e incentivar as doações, foi lançada neste mês a campanha “DestinAção do Bem”, promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), com apoio do Ceprosom, do Fundo Social e da Associação Comercial e Industrial de Limeira (Acil). Confira os dados de ambos os fundos: – Fundo Municipal da Criança e do Adolescente Banco do Brasil, conta corrente 150.150-x, agência 0216-x CNPJ: 17.371.875/0001-00 – Fundo Municipal do Idoso Banco do Brasil, conta corrente 110.952-9, agência 0216-x CNPJ: 21.322.992/0001-43 Serviço: Mais informações sobre a campanha “DestinAção do Bem”, incluindo o passo a passo de como doar, estão disponíveis pelo site: www.cmdcalimeira.com.br ou então pelo telefone 3404-6133.

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