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Tag: economia

Entenda congelamento de R$ 31,3 bilhões anunciado pelo governo para seguir regras fiscais

O congelamento de R$ 31,3 bilhões no Orçamento de 2025 anunciado pelo governo federal inclui bloqueio e contingenciamento de verbas. Serão R$ 10,6 bilhões bloqueados e R$ 20,7 bilhões contingenciados (entenda a diferença abaixo), para garantir que os gastos públicos fiquem dentro das metas fiscais. O detalhamento das áreas e órgãos afetados pelos cortes será feito na sexta-feira (30) da próxima semana, como prevê a lei. O anúncio do governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi feito nessa quinta (22) pelos ministros Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Fernando Haddad (Fazenda). “Agora, dependemos que os órgãos setoriais nos passem e indiquem as programações”, destacou Tebet, ao citar que o detalhamento será feito em cinco dias úteis. Os principais motivos que levaram ao congelamento estão nos benefícios de previdência social; a não compensação da desoneração da folha de pagamento; a greve dos auditores da Receita Federal, em vigor desde novembro de 2024; e o aumento da taxa Selic, elevada para 14,75% ao ano pelo Banco Central no início do mês (leia mais abaixo). Para incrementar a arrecadação em 2025, paralelamente ao congelamento, o governo aumentou a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Gastos com previdência social Segundo a ministra, o bloqueio foi necessário por conta do aumento das despesas obrigatórias. “A maior parte delas vindo da previdência”, explicou. As despesas com benefícios previdenciários aumentaram R$ 15,6 bilhões. Tebet destacou ainda o pente-fino do governo federal para revisar benefícios pagos indevidamente. “É um trabalho que é contínuo, há um dever de casa que o Ministério do Planejamento e Orçamento está fazendo — com apoio de todos os ministérios e do presidente Lula de revisão de gastos — e ainda continua, em relação a erros e fraudes, dentro daquilo que nos incumbe, visando, efetivamente, a eficiência dos gastos públicos”, completou a ministra. Haddad afirmou que, além da previdência, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), segue no “radar” do governo. O auxílio é pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda em todo o país. A questão, destacou Haddad, já é tratada pelo ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, pasta responsável pelo benefício. O aumento no BPC foi de R$ 2,8 bilhões. “O BPC está com alta judicialização. Então, não é uma coisa que está na competência exclusiva do Poder Executivo, está com uma dinâmica que extrapola o Poder Executivo, que tem regras de concessão do benefício na forma da Constituição, mas, muita vezes, uma liminar é suficiente para incluir um beneficiário, que nem sempre se enquadra exatamente nos critérios do programa”, explicou Haddad. Entenda a diferença O governo precisa bloquear verbas quando as despesas obrigatórias aumentam. Para evitar que o orçamento estoure, é preciso controlar os gastos que não são essenciais. Já o contingenciamento ocorre quando administração pública arrecada menos dinheiro do que esperava, então precisa reduzir ou adiar despesas para ajustar o orçamento. Haddad reforçou as diferenças entre os termos. “Dá a impressão de que é a mesma coisa, e não é”, destacou. O bloqueio ocorre quando a projeção da despesa supera o teto de gastos estabelecido no arcabouço fiscal, de 2,5% acima da inflação. “Então pega o gasto primário do ano anterior, coloca a inflação mais 2,5% e, se por ventura entendermos que a projeção dos gastos supera o teto de 2,5%, pela lei, somos obrigados a bloquear”, explicou. O bloqueio age como um remanejamento de despesas. “Não significa que vamos gastar menos do que 2,5%. Significa que, para manter os 2,5%, vamos ter de tirar dinheiro de um lugar e colocar em outro. É uma despesa que está, pela sua dinâmica, impedindo que as demais despesas corram na mesma velocidade. Então alguém tem que parar para alguém andar”, acrescentou o ministro. Já o contingenciamento é ligado à receita da União. “Não tem a ver com os 2,5%, tem a ver com a meta de resultado primário”, destacou Haddad. Motivos Segundo o ministro, os R$ 20 bilhões contingenciados foram ocasionados por “circunstâncias posteriores ao encaminhamento do Orçamento de 2025 no ano passado”. “São fatos, não estou abrindo discussão sobre mérito, mas são fatos que precisam ser avaliados”, justificou. Haddad citou três principais motivos para o contingenciamento: a desoneração da folha de pagamento, a greve dos auditores da Receita Federal, em vigor desde novembro de 2024, e o aumento da taxa Selic, elevada para 14,75% ao ano pelo Banco Central no início do mês. A perda de arrecadação com a falta de compensação da folha é de cerca de R$ 25 bilhões, segundo a área econômica. “Não houve compensação da desoneração da folha. A questão ficou parada no STF. Havia determinação para a compensação e não foi feita, então tem um primeiro problema aí. O segundo é a paralisação parcial da Receita Federal. Isso afeta o desempenho da arrecadação e traz consequências, que estão sendo avaliadas por nós. O terceiro, que também é um fato, é que taxa de juros prevista para o ano, quando da elaboração do Orçamento [de 2025, ainda em 2024] não é a taxa de juros que está em vigor no Brasil. Estou me atendo a fatos, porque essa discussão tem que acontecer e vai acontecer naturalmente na sociedade. Aqui estamos nos fixando ao que é importante para a tomada de decisão”, elencou o ministro. Haddad destacou, ainda, que os fatos foram levados a Lula, “de forma muito detalhada”. “A determinação do presidente foi fazer o que fosse necessário para fortalecer o arcabouço fiscal. Na reunião com o presidente, houve consenso do que fazer com a participação dos ministros palacianos e a área econômica toda presente, em virtude desses números”, completou. Novas medidas podem ser tomadas Haddad afirmou, ainda, que o governo pode congelar mais recursos até o fim de 2025. “Estamos tomando essas medidas agora e, ao longo do ano, vão ser complementadas por outras, com o objetivo de nos fixarmos com o que nos comprometemos para o bem das contas públicas, o que acarreta um ambiente macroeconômico mais saudável para o Brasil. Se queremos menos inflação, crescimento, menos juros, entre outras coisas, precisamos garantir um ambiente

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Imposto de Renda: Receita libera primeiro lote de restituições; saiba como consultar

A Receita Federal divulgou nesta sexta-feira (23) o primeiro lote da restituição do Imposto de Renda de 2025. Ao todo, 6.257.108 contribuintes serão beneficiados com o pagamento, previsto para 30 de maio, no valor total de R$ 11 bilhões, o maior montante a ser pago pela Receita em um único lote de restituição. Neste ano, a restituição será paga em cinco lotes mensais, sendo o primeiro em 30 de maio, o segundo em 30 de junho, o terceiro em 31 de julho, o quarto em 29 de agosto e o último em 30 de setembro. CONFIRA AQUI SE VOCÊ ESTÁ NO PRIMEIRO LOTE DE RESTITUIÇÃO DO IR 2025 Do total a ser repassado aos contribuintes, R$ 7,8 bilhões serão destinados aos que têm prioridade legal, o que corresponde a: 240.081 restituições para idosos acima de 80 anos; 2.346.445 restituições para contribuintes entre 60 e 79 anos; 199.338 restituições para contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; e 1.096.168 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Além disso, 2.375.076 restituições serão destinadas a contribuintes que têm prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e terem optado por receber a restituição via PIX. Como consultar Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, a partir das 10h, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. A página permite uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas. Pagamento Os valores são depositados na conta bancária indicada na declaração do Imposto de Renda. Caso o dinheiro não seja resgatado em até um ano, o contribuinte poderá fazer nova solicitação por meio do Portal e-CAC, sendo necessário login no Gov.br. Últimos dias para entrega da declaração Os contribuintes têm até 30 de maio para entregarem a declaração de Imposto de Renda 2025. Até às 22h30 dessa quinta-feira (22), o governo tinha recebido quase 29,6 milhões de declarações, sendo que 48,4% foram entregues na modalidade pré-preenchida.   Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil/Arquivo

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Café, frango e legumes encarecem no Sudeste e em todas as regiões

O frango, o café e os legumes foram alguns dos alimentos que mais pesaram no bolso do brasileiro entre março e abril deste ano. É o que revela o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Segundo o novo levantamento, o frango obteve alta média de 1,2% em abril deste ano na comparação com o mês anterior, impulsionado pela região sul, onde o preço subiu 4,7% no mesmo período. Já os legumes subiram 11,9% no país e só na região sul esse aumento foi de 15,7%. Além da ave, outras categorias de alimentos registraram elevação nos preços no último mês: – o café em pó e em grãos aumentou 6,1% em todo o país, especialmente nas regiões sudeste (6,8%) e sul (5,2%); – o creme dental teve alta de 4,9%, com a região norte liderando a variação (14,4%), seguida pelo nordeste (10,8%);  – os legumes avançaram 11,9%no país – e o sul foi novamente a região com a maior variação no país (15,7%%);  – e os biscoitos e desinfetantes subiram, respectivamente, 2,5% e 1,8%, no Brasil, com oscilações mais moderadas, porém consistentes, em todas as regiões. Na análise mensal, os legumes apresentaram, entre março e abril de 2025, a maior variação de preço no Brasil com um salto de 11,9%, passando de R$ 5,56 para R$ 6,22. O café em pó e em grãos aumentou 6,1%, crescendo de R$ 67,39 para R$ 71,50. Outras categorias com altas significativas foram creme dental (4,9%), xampu (3,1%) e biscoito (2,5%). Café e ovo lideram alta de preços em 2025 No acumulado deste ano até abril, café e ovo lideram os aumentos: o preço do primeiro saltou 32,7% (de R$ 53,90 para R$ 71,50), enquanto o dos ovos aumentou 26,7% (de R$ 0,91 para R$ 1,15). Na sequência, aparecem xampu (4,4%), refrigerante (2,2%) e leite em pó (2,1%). “A expectativa para os ovos é que haja uma certa estabilização ou quedas moderadas de preços a partir de maio. No entanto, ainda é esperado que os valores permaneçam em patamares mais altos do que em 2024 devido a custos de produção e possíveis pressões de exportação”, analisa Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos na Neogrid. “Já em relação ao café em pó, é possível que ocorra uma desaceleração no segundo semestre, mas o alívio só deve vir mesmo com a melhora da safra para 2026.” Variações de preços em abril no sudeste Na região sudeste, o café em pó e em grãos segue como destaque entre os produtos com maior aumento, com alta de 6,1% ante março. Também apresentaram elevação nos preços o xampu (3,1%), creme dental (4,9%), biscoito (2,5%) e legumes (11,9%). Em contrapartida, os maiores recuos foram observados no arroz (-5,3%), carne suína (-6,3%), ovos (-4,6%), molho de tomate (-2,0%) e carne bovina (-1,6%). Sobre a Neogrid A Neogrid é uma empresa de tecnologia e inteligência que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Há 26 anos no mercado, construiu um ecossistema de dados e negócios que conecta varejos, indústrias e distribuidores no Brasil e nos mercados mais competitivos do mundo. Com cases de sucesso em empresas de grande porte, tem como principal objetivo aumentar as vendas e a rentabilidade das empresas. https://www.neogrid.com/   Foto: Governo de SP

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Brasil entra na rota de sanções contra a Rússia por comprar diesel; preço pode subir

“A Europa aumentará a pressão sobre Moscou por meio de sanções. Foi isso que acordamos com @POTUS após a sua conversa com Putin.” A postagem de Friedrich Merz, na noite de segunda-feira (19), feita após conversa de líderes europeus com Donald Trump, foi apenas o último indício de uma nova ofensiva econômica contra a Rússia. Quem está na alça de mira, no entanto, são países que compram petróleo de Vladimir Putin, entre eles o Brasil. O 17º pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia, com especial atenção ao comércio de petróleo do país, foi divulgado horas depois, nesta terça-feira (20). Ainda que não interrompa o fluxo, a pressão já afeta os preços do produto e, segundo o setor, poderá ter algum impacto nas bombas brasileiras em futuro próximo. Em 2024, a Rússia se consolidou como principal origem do diesel importado pelo Brasil, para suprir déficit de 25% entre a capacidade nacional de produção e a demanda pelo combustível, o principal motor do transporte rodoviário de cargas no país. Em recente e controversa visita a Moscou, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a conta para 30%. Em entrevista, ao comentar sobre o déficit brasileiro na balança comercial entre os dois países, declarou que “70% dos 30% é importado aqui da Rússia”. De acordo com dados da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), 63,6% do diesel comprado de fora pelo Brasil neste ano veio do país de Putin. O índice era de 50,4% em 2023. Lula enumerou as razões de sua presença em Moscou, em meio a dezenas de ditadores e autocratas, fato muito criticado na Europa: “Primeiro, porque a Rússia é um bom parceiro comercial”. Naquele momento, chanceleres do bloco definiam os contornos do 17º pacote de sanções contra o país, em que a chamada “shadow fleet”, a frota fantasma que transporta o petróleo russo driblando restrições, é o principal alvo. São por enquanto 350 petroleiros, responsáveis pelo escoamento de 85% do petróleo russo, que desde a invasão da Ucrânia em 2022 e a série de sanções econômicas lançadas por União Europeia e EUA se tornou um produto em oferta. Os principais compradores são China e Índia, parceiros de Brasil e Rússia nos Brics. Ainda que não sejam clandestinas, as transações sofrem inúmeros percalços para chegar aos compradores. Segundo documento elaborado pela Abicom, os embarques do combustível ocorrem apenas pelos portos de Primorsk, Vigotski, São Petersburgo e Ust-Luga, todos localizados na região de São Petersburgo. Para chegar ao Brasil, os navios atravessam o golfo da Finlândia, o mar Báltico, os estreitos dinamarqueses, o mar do Norte e o canal da Mancha em um trajeto que leva aproximadamente 24 dias até o porto de Santos. São de quatro a cinco dias a mais do que o caminho de importações provenientes dos EUA. “Apesar das rotas mais longas em comparação às originárias do golfo do México, da passagem por trechos críticos e pelas costas de diversos países membros da Otan, os derivados de petróleo russos vêm se consolidando no mercado brasileiro”, diz a associação. Desde o último fim de semana, com a iminência da aprovação do pacote de Bruxelas, aos trechos críticos se somaram escaramuças militares. No domingo (18), um petroleiro de bandeira grega, que havia deixado um porto na Estônia, foi abordado pela marinha russa em uma rota de trânsito negociada. Dias antes, um caça Sukhoi Su-37 invadiu o espaço aéreo estoniano depois que um navio carregando óleo russo foi escoltado para fora do mar territorial do país. O tom de retaliação ficou evidente. “Quanto mais tempo a Rússia continuar em guerra, mais dura será a nossa resposta”, declarou em rede social Kaja Kallas, a chanceler da União Europeia, adiantando que a 18ª edição de sanções já está em preparação. Um novo lote de navios que transportam petróleo russo devem ser atingidos, assim como já se discute no âmbito do G7 diminuir o teto do produto de US$ 60 para US$ 50 -o sistema limita o prêmio pago por seguradoras, o que torna a operação ou menos lucrativa ou mais arriscada. A retórica europeia sobre o problema, no entanto, foi muito além, na última semana. Jean-Noël Barrot, ministro de Relações Exteriores da França, afirmou ver com interesse legislação gestada no Congresso dos EUA pelo senador Lindsey Graham. O republicano linha-dura da Carolina do Sul propõe 500% de tarifa sobre os negócios russos, incluindo os países que mantêm comércio com Moscou. Questionada sobre a proposta em Tirana, na Albânia, na última sexta-feira (16), a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, declarou apenas estar em contato próximo com o senador. Barrot tem se notabilizado por usar um tom acima nas negociações transatlânticas. No auge da guerra comercial instalada por Trump, no mês passado, foi o primeiro a anunciar que a Europa colocaria as big techs americanas no pacote de retaliações. Dias depois, Von der Leyen confirmou a ameaça. Ainda que o pacote europeu não consiga interromper o trânsito de petroleiros e renovar a discussão de tarifas com países como a China seja algo impensável neste momento, a influência sobre o preço do óleo russo já é uma realidade. No caso do diesel, a vantagem em relação ao produto americano, que já chegou a ser de R$ 0,15 por litro, caiu para algo entre R$ 0,03 e R$ 0,04. Segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), as importações são feitas por empresas de todos os portes, desde pequenas distribuidoras regionais de combustíveis às gigantes Ipiranga e Vibra (antiga BR Distribuidora). A Petrobras não compra diesel russo, preferindo buscar o produto nos EUA, na Índia ou em países árabes. A estatal foi responsável por um terço das importações brasileiras de diesel no ano passado. No setor privado, no entanto, as compras da Rússia são a maioria. Executivos do setor ouvidos pela Folha dizem que as grandes distribuidoras já vinham adotando cautela para evitar a compra de produtos de fornecedores alvos de sanções. Vibra e Ipiranga, por exemplo, têm ações em Bolsa e temem o

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Veja a lista de países que suspenderam compras de aves brasileiras devido à gripe aviária

O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou nesta quarta-feira (21) uma nota que atualiza a lista de países que suspenderam temporariamente as importações brasileiras de carnes de aves devido ao caso de gripe aviária identificada no Rio Grande do Sul, no município de Montenegro. Segundo o texto, as exportações foram suspensas de forma total para China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, África do Sul, União Euroasiática, Peru, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Sri Lanka, Paquistão, Filipinas e Jordânia. Outros países, contudo, suspenderam a compra apenas do Rio Grande do Sul, como Reino Unido, Bahrein, Cuba, Macedônia, Montenegro, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia. Japão e Arábia Saudita, por outro lado, impuseram a suspensão apenas ao município de Montenegro, onde foi identificado o caso da doença. Em nota, o ministério disse que “permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando, de forma ágil e transparente, todas as informações técnicas necessárias sobre o caso”. “As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível”, finaliza.   Fonte: R7 Foto: Faesp/Senar/Divulgação/Arquivo

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Declaração pré-preenchida bate recorde a nove dias do fim do prazo de entrega do IR 2025

A declaração pré-preenchida do Imposto de Renda 2025 bateu recorde de utilização, atingindo quase metade dos documentos entregues até agora. O período de entrega da declaração começou no dia 17 de março e vai até 30 de maio. Segundo a Receita, dos 27,6 milhões de declarações enviadas até as 21h15 desta terça-feira (20), 48,2% foram feitas por meio da pré-preenchida. Além da facilidade de ter as informações digitadas, essa modalidade evita erros e garante prioridade no recebimento da restituição. Para utilizar a ferramenta, é preciso ter conta gov.br de nível prata ou ouro. A expectativa da Receita Federal é que a pré-preenchida seja usada por mais da metade das declarações enviadas em 2025, cerca de 57% do total de 46,2 milhões de documentos previstos. O uso da declaração pré-preenchida do IR vem crescendo muito nos últimos anos. Segundo a Receita Federal, a adesão à ferramenta quase dobrou, passando de 23,9% do total, em 2023, para 41,2%, em 2024. Adesão da modalidade – Arte/R7 Algumas das novidades da pré-preenchida neste ano são as informações sobre contas bancárias no exterior, tanto tradicionais quanto de fintechs, enviadas à Receita Federal pelos países estrangeiros; e o término da obrigatoriedade de preenchimento de alguns campos como título de eleitor, por exemplo. A Receita recomenda aos contribuintes que tenham toda a documentação em mãos para comparar com os dados fornecidos na pré-preenchida. Em caso de divergências, o contribuinte deve preencher as informações dos documentos. Quais informações estão na pré-preenchida Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf); Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob); Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed); Carnê-Leão Web; rendimentos isentos decorrentes de moléstia grave; códigos de juros; restituições recebidas no ano-calendário; saldos bancários; investimentos; imóveis adquiridos; doações realizadas no ano-calendário; criptoativos contas bancárias e ativos no exterior; contribuições para a previdência privada. O que precisa para a declaração pré-preenchida? Para o cidadão comum, basta ter a conta gov.br ouro ou prata. O contribuinte entra no aplicativo ou no site, coloca a conta gov.br e terá todas as informações. Para as pessoas que não fazem a própria declaração, que recorrem a terceiros, como contadores, despachantes e amigos, o ideal é que nunca compartilhe a senha do gov.br. Para isso, existem mecanismos como o “Autorizar Acesso” e a “procuração eletrônica”, que estão no site da Receita Federal. Nesse modelo, o contribuinte inicia o preenchimento já com diversas informações à disposição. Alerta A Receita alerta, entretanto, que é responsabilidade de cada um conferir e corrigir, se necessário, as informações importadas, além de incluir dados que não constem no sistema. As informações que aparecem no documento pré-preenchido baseiam-se em dados da declaração do ano anterior; de rendimento e pagamentos informados na Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), na Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob), na Declaração de Serviços Médicos (Dmed) e no Carnê-Leão Web; e em contribuições de previdência privada declaradas na e-Financeira. O acesso será possível em todas as formas de preenchimento disponíveis: online, no portal eCAC; no computador, com o programa do IR; e em dispositivos móveis, com o app Meu Imposto de Renda. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). É obrigado a declarar todo brasileiro que recebeu mais de R$ 33.888 no ano passado (veja abaixo). Quem está obrigado a fazer a entrega da declaração e perder o prazo poderá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. O Fisco espera receber 46,2 milhões de documentos neste ano, 6% a mais em relação ao número de entregas em 2024. Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Voa Brasil registra 40 mil reservas nos últimos 10 meses

O programa Voa Brasil atingiu a marca de 40 mil reservas feitas por beneficiários. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério de Portos e Aeroportos. A iniciativa oferece passagens aéreas de até R$ 200 a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que nunca utilizaram o transporte aéreo ou que estão sem utilizá-lo há pelo menos 12 meses. “Considerando que o Voa Brasil utiliza assentos ociosos oferecidos pelas companhias aéreas, o número seria suficiente para lotar 300 aeronaves de aposentados desde o início do programa, criado no final de julho do ano passado”, informou a pasta em nota, ao ressaltar a importância do programa para a política de inserção de novos passageiros no modal aéreo. Principais destinos Os principais destinos dos aposentados ao longo dos últimos quase 10 meses estão concentrados nas regiões Sudeste (42,5%) e Nordeste (40%). A cidade de São Paulo lidera a relação, seguida pelo Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Brasília, Salvador, João Pessoa, Maceió, Belo Horizonte e Natal. Ao todo, o programa movimentou aeroportos de 84 cidades. Entenda As passagens do Voa Brasil são comercializadas exclusivamente pelo site do programa, sem necessidade de cadastro ou pagamento de taxas. A única restrição é que o aposentado não tenha utilizado o transporte aéreo ao longo dos últimos 12 meses. Ao escolher data e destino, ele é direcionado para o site da companhia aérea, que conclui o processo de compra. “A maior movimentação de passageiros, especialmente em rotas com ociosidade, pode gerar um impacto positivo na economia local, como aumento do consumo e a geração de empregos em hotéis, restaurantes e outros serviços”, avaliou o ministério no comunicado.   Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação

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A 10 dias do fim do prazo do IR 2025, mais de 19 milhões de contribuintes ainda não declararam

O contribuinte que ainda não fez a declaração do Imposto de Renda 2025 tem dez dias para acertar as contas com a Receita Federal. O prazo de entrega do documento termina no dia 30 de maio, às 23h59min59s. Até as 21h46 desta segunda-feira (19), 26,8 milhões de documentos haviam sido entregues, o que representa 58% do total. A Receita Federal estima que esse número chegue a 46,2 milhões até a data final. Portanto, faltam declarações de mais de 19 milhões. Ou seja, quatro em cada dez contribuintes ainda não entregaram. Quem ao longo do ano passado recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 precisa entregar a declaração. O contribuinte que não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Malha fina Para evitar problemas e não cair na malha fina, o especialista André Cavalcanti, da Valore Contabilidade & Consultoria alerta para a importância de revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio. “Muitas pessoas entregam a declaração sem revisar as informações ou sem entender qual modelo é mais vantajoso. Isso aumenta o risco de inconsistências e penalidades”, explica. Ele cita os principais erros que levam à malha fina: Inconsistências nos rendimentos informados: diferenças entre os valores declarados pelo contribuinte e os informados pelas fontes pagadoras. Informações equivocadas sobre dependentes: incluir dependentes sem comprovação ou duplicidade entre declarações. Deduções irregulares: principalmente com despesas de saúde e educação, que precisam ser devidamente comprovadas. Cavalcanti recomenda atenção na escolha entre a declaração simplificada e a completa. “O próprio sistema da Receita Federal sugere automaticamente qual modelo é mais vantajoso. Mas aqueles que têm muitas despesas dedutíveis, como gastos médicos ou com educação, podem se beneficiar da declaração completa. Esse detalhe pode resultar em uma economia considerável ou uma restituição maior no final”, acrescenta o especialista. Restituição A consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2025 será liberada na sexta-feira (23). O pagamento será realizado no dia 30 de maio, mesma data do fim do prazo da entrega da declaração. Os seguintes serão em 30 de junho, 31 de julho, 29 de agosto e 30 de setembro. Os primeiros a receber são os grupos com prioridade prevista em lei, como pessoas com idade superior a 80 anos, as que têm mais de 60 anos, portadores de moléstia grave e aquelas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Neste ano, além daqueles que fazem parte das prioridades legais, recebe primeiro também quem optar pela declaração pré-preenchida e também escolher para receber a restituição por meio do Pix. Depois, vem os contribuintes que utilizam apenas uma das opções, a pré-preenchida ou o Pix. Quais são as prioridades legais Contribuinte com idade igual ou superior a 80 anos; Idade igual/superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave; Contribuinte cuja maior fonte de renda seja o magistério; Contribuinte que utilizaram, ao mesmo tempo, a pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix; Utilizaram a pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix; Demais contribuintes. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). A Receita oferece ainda a declaração pré-preenchida, acessível para quem possui conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Até o momento, 47,9% das declarações enviadas foram feitas por meio da modalidade pré-preenchida — número recorde em comparação aos anos anteriores. Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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SP tem maior número de ocupados com carteira assinada em 13 anos no 1º trimestre

O estado de São Paulo registrou no 1º trimestre deste ano taxa de desemprego de 6,2%, a menor da série histórica do IBGE iniciada em 2012 para os três primeiros meses do ano. Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (7%) e da região Sudeste (6,6%). O estado registrou ainda o maior número de ocupados com carteira assinada no setor privado desde 2012 e liderou entre as demais unidades da Federação no 1º trimestre – o total ficou em 11,911 milhões de pessoas – alta de 2,1% em relação ao último trimestre de 2024 e de 4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, o total ficou em 39,447 milhões – com isso, o estado de SP tem 30,2% dos trabalhadores dentro da CLT no país. Os números são da Fundação Seade, com base na pesquisa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) do IBGE. O percentual de empregados com carteira assinada ficou em 83,4% dos trabalhadores do setor privado no estado, segundo maior percentual do país. No Brasil, o índice geral ficou em 74,6%. O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) era de 24,973 milhões no estado – alta de 3,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, eram 102,483 milhões. Já o número de desocupados na força de trabalho no estado era de 1,665 milhão – queda de 13,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Menor taxa de informalidade em 8 anos Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 38% da população ocupada, São Paulo teve a terceira menor taxa entre os demais estados (29,3%) no 1º trimestre – menor taxa registrada pelo estado desde o 2º trimestre de 2017 (29%). Em relação ao 4º trimestre de 2024, houve queda de 1 ponto percentual e de 1,7 ponto percentual ante o mesmo trimestre do ano passado. A taxa de informalidade da população ocupada é calculada considerando-se os empregados no setor privado e os empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada, além dos empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e dos trabalhadores familiares auxiliares. Para o IBGE, a taxa de informalidade reflete a maturidade econômica de cada estado, e os mais industrializados e mais complexos geram mais postos de trabalho formais. Já o rendimento médio em São Paulo ficou em R$ 4.063, maior que da região Sudeste (R$ 3.814) e da média do país (R$ 3.410). Entre os estados do Sudeste, só perde para o Rio de Janeiro (R$ 4.066). Trata-se do maior rendimento médio no estado em 1º trimestres desde 2020. Número de ocupados por atividades no 1º tri: Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 4,561 milhões Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 4,435 milhões Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 4,029 milhões Indústria geral: 3,806 milhões Transporte, armazenagem e correio: 1,796 milhão Construção: 1,686 milhão Outros serviços: 1,419 milhão Alojamento e alimentação: 1,313 milhão Serviços domésticos: 1,278 milhão Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 642 mil Veja as taxas de desemprego registradas trimestre a trimestre desde o início da pesquisa do IBGE: 2025 1º tri: 6,2% 2024 1º tri: 7,4% 2º tri: 6,4% 3º tri: 6% 4º tri: 5,9% 2023 1º tri: 8,5% 2º tri: 7,8% 3º tri: 7,1% 4º tri: 6,9% 2022 2º tri: 9,2% 3º tri: 8,6% 4º tri: 7,7% 2020 (pandemia afetou pesquisa) 1º tri: 12,3% 2019 1º tri: 13,6% 2º tri: 12,9% 3º tri: 12,1% 4º tri: 11,6% 2018 1º tri: 14,1% 2º tri: 13,8% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,6% 2017 1º tri: 14,4% 2º tri: 13,6% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,8% 2016 1º tri: 12,2% 2º tri: 12,2% 3º tri: 12,9% 4º tri: 12,5% 2015 1º tri: 8,6% 2º tri: 9,2% 3º tri: 9,8% 4º tri: 10,3% 2014 1º tri: 7,3% 2º tri: 7,1% 3º tri: 7,3% 4º tri: 7,2% 2013 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7,4% 4º tri: 6,6% 2012 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7% 4º tri: 6,8% Menor taxa de desemprego em 12 anos em 2024 Em 2024, o estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 12 anos: 6,2%. Foi a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2012. O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 6,6% no ano passado, e que da região Sudeste (6,4%). Assim, a taxa de desemprego caiu 1,3 ponto percentual de 2023 para 2024 e 2,9 pontos percentuais entre 2022 e 2024. Veja as taxas de desemprego ano a ano no estado de São Paulo: 2024: 6,2% 2023: 7,5% 2022: 9,1% 2021: 14,4% 2020: 14,0% 2019: 12,4% 2018: 13,2% 2017: 13,5% 2016: 12,4% 2015: 10,1% 2014: 7,4% 2013: 7,5% 2012: 7,2% Já a taxa anual de informalidade foi de 31,1% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 39% e da região Sudeste de 34%. Em relação ao rendimento médio real habitual, enquanto no Brasil foi de R$ 3.225 em 2024, no estado de São Paulo ficou em R$ 3.907. O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.609) e que dois estados que compõem a região: Rio de Janeiro (R$ 3.733), Espírito Santo (R$ 3.231) e Minas Gerais (R$ 2.910).   Foto: Governo de SP

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Prévia do PIB aponta crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025, diz Banco Central

O Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (19), que o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) — considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) — apontou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025. O dado indica uma aceleração da economia brasileira. Além disso, o crescimento registrado nos três primeiros meses do ano representa o sexto resultado positivo consecutivo. No último trimestre de 2024, havia sido registrado um avanço de 0,5%. Ao longo de 2024, o PIB brasileiro cresceu 3,4% em comparação com o ano anterior. O valor total produzido pela economia chegou a R$ 11,7 trilhões. Ao comparar março a fevereiro, o IBC-Br cresceu 0,80%, levando em conta o ajuste sazonal. O BC revisou os resultados do índice em fevereiro (0,43% para 0 52%), janeiro (0,92% para 1,01%) e dezembro (-0,63% para −0 53%). Mudanças na série com ajuste sazonal são comuns, refletindo normalmente a adição de um novo mês à série. Setores O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor sobre a atividade, avançou 0,73% em março, após queda de 0,04% em fevereiro. O indicador da agropecuária aumentou 1,05%, após uma elevação de 3,44% no mês anterior, informou o Banco Central. Nas outras aberturas, o índice de serviços aumentou 0,30%, após ter crescido 0,21% no mês anterior; o da indústria cresceu 2,15%, após baixa de 0,42% um mês antes; e o de impostos — equivalente, em linhas gerais, à rubrica de “impostos líquidos sobre produtos” do Produto Interno Bruto (PIB) — cresceu 0,17%, depois ter recuado 0,54% em fevereiro. Interanual Na comparação com março de 2024, o IBC-Br total cresceu 3,49% na série sem ajuste sazonal. As estimativas do mercado iam de 0,70% a 4,40%. Em fevereiro, o indicador havia avançado 4,07%. O índice ex-agropecuária subiu 1,77% na comparação interanual, após alta de 2,95% no mês anterior. O da agropecuária avançou 19 84%, após ter crescido 17,66% em fevereiro. O indicador de serviços cresceu 1,54%, após alta de 3,11%, e o da indústria avançou 3,17%, depois de ter subido 1,85%. O índice de impostos aumentou 0,58%, após alta de 4,15% no mês anterior.   Fonte: R7 Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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