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Tag: economia

Prazo para ter chance de entrar no 1º lote de restituição do IR 2025 termina nesta sexta (9)

O prazo de entregar da declaração do Imposto de Renda 2025 para tentar entrar no primeiro lote de restituição termina nesta sexta-feira (9). A data é o limite para a Receita Federal fazer a programação do pagamento. A liberação para consulta está marcada para a partir das 10h do dia 23 de maio. O pagamento da restituição será feito em cinco lotes. O primeiro será pago no dia 30 de maio, mesma data para o fim do prazo do envio do documento. Os seguintes virão em 30 de junho, 31 de julho, 29 de agosto e 30 de setembro. Os primeiros a receber são os grupos com prioridade prevista em lei, como pessoas com idade superior a 80 anos, as que têm mais de 60 anos, portadores de moléstia grave e aquelas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Neste ano, além daqueles que fazem parte das prioridades legais, recebe primeiro também quem optar pela declaração pré-preenchida e também escolher para receber a restituição por meio do Pix. Depois, vem os contribuintes que utilizam apenas uma das opções, a pré-preenchida ou o Pix. Embora a ordem dos lotes siga a lista de prioridades legais, a Receita Federal recomenda aos contribuintes que querem receber logo o valor que enviem o documento até essa data. A entrega da declaração começou no dia 17 de março, e o prazo vai terminar no dia 30 de maio. Contribuintes que ao longo do ano passado receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 precisam acertar as contas com o Fisco. Quem não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Até as 21h18 desta quinta-feira (8), a Receita Federal havia recebido 21,4 milhões de declarações, 46,3% do total previsto, de 46,2 milhões de documentos. Quais são as prioridades legais Contribuinte com idade igual ou superior a 80 anos; Idade igual/superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave; Contribuinte cuja maior fonte de renda seja o magistério; Contribuinte que utilizaram, ao mesmo tempo, a pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix; Utilizaram a pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix; Demais contribuintes. Pagamento de imposto Já no dia 10 de maio, vence o prazo de envio da declaração para quem tem imposto a recolher e pretende optar pelo pagamento por meio de débito automático na primeira cota, ou na cota única. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7Fonte: R7 Foto de capa: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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INSS: 9 milhões tiveram descontos e serão avisados; nem todas as aplicações são indevidas

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai notificar os aposentados e pensionistas que tiveram descontos na folha de pagamento a partir da próxima semana. Segundo o presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior, cerca de 9 milhões de beneficiários foram alvo de deduções nos últimos anos. Na próxima terça-feira (13), o instituto vai começar a avisar quem teve os descontos. Nem todos os valores foram deduzidos indevidamente — os cidadãos terão de informar se autorizaram os abatimentos. O contato será feito apenas pelo aplicativo Meu INSS, canal de informação oficial do órgão. Nessa quinta-feira (8), Waller Júnior informou que o governo planeja iniciar o reembolso dos aposentados vítimas de fraudes no INSS até o fim de maio. Ele explicou que 27 milhões de beneficiários já estão recebendo mensagens pelo Meu INSS de que não foram vítimas do esquema ilegal. “Serão 9 milhões de pessoas que receberão a manifestação ou chamado pelo INSS de que teve algum tipo de desconto em folha associativa”, afirmou o presidente do INSS. “Eles [aposentados] serão informados pela plataforma Meu INSS, o canal de informação oficial. Peço que os aposentados não abram e-mail, mensagens de WhatsApp, ou SMS [mensagens de celular]. O INSS não se comunica por outro meio que não seja o Meu INSS. Neste dia, vamos informar se o beneficiado teve desconto e qual foi o valor”, acrescentou. A partir da próxima quarta (14), os aposentados poderão, pelo Meu INSS e pela central de atendimento 135, informar ao INSS se o desconto foi autorizado ou não. “Se o cidadão, olhando esse dado, realmente disser que não foi associado, que não reconhece esse vínculo, nós vamos acionar a associação. O aposentado não precisa fazer nada, não precisa juntar documento ou preencher qualquer coisa. Ele simplesmente vai falar se reconhece ou não esse desconto”, destacou. Segundo Waller Júnior, depois desse período, o sistema vai gerar uma cobrança para a associação em questão. “O INSS vai fazer a defesa do cidadão, informando que o nosso segurado não reconhece esse pagamento. A partir daí, a associação tem 15 dias úteis para comprovar o vínculo [do aposentado], juntando no sistema a comprovação de que o aposentado autorizou o desconto e o documento que comprove a identidade do nosso segurado”, continuou o presidente do instituto. Se a associação não tiver esses documentos, terá de ressarcir o valor cobrado. “Ela vai fazer um depósito por uma GRU [guia de recolhimento da União] específica ao INSS, e esse valor vai ser repassado ao segurado pela sua conta do benefício. A relação do nosso segurado, a partir do momento que ele nega a autorização do desconto feita pela associação, é feita apenas com o INSS”, reforçou Waller Júnior.   Fonte: R7 Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

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Inflação oficial desacelera em abril, mas atinge maior resultado para o mês desde 2023

A inflação oficial do país desacelerou em abril e registrou variação de 0,43%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) teve uma queda de 0,13 ponto percentual em relação a março, quando variou 0,56%. O resultado é o maior o mês desde 2023. No ano, o IPCA acumula alta de 2,48% e, nos últimos doze meses, o índice ficou em 5,53%, acima dos 5,48% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2024, a variação havia sido de 0,38%. Segundo o instituto, o resultado foi puxado, principalmente, pela maior variação no grupo saúde e cuidados pessoais (1,18%), seguida por vestuário (1,02%) e alimentação e bebidas (0,82%). A autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, que passou a valer a partir de 31 de março, influenciou o resultado no grupo de saúde e cuidados pessoais, que registrou aumento de 2,32% nos produtos farmacêuticos e 1,09% em itens de higiene pessoal.   Fonte: R7 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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IPVA 2025: pagamento da última parcela para automóveis começa na próxima terça-feira (13)

Os proprietários de veículos que optaram pelo parcelamento do IPVA 2025 devem se atentar à retomada do calendário de pagamentos. A quitação da quinta e última parcela terá início na próxima terça-feira, 13 de maio, conforme o final da placa do veículo. O atraso no pagamento pode resultar na incidência de multa e juros. A consulta dos valores pode ser feita em toda a rede bancária, por meio do número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor), ou diretamente no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), utilizando o Renavam e a placa do veículo. Caminhões têm prazos diferenciados Para os proprietários de caminhões, a segunda parcela do IPVA 2025 deve ser paga até o dia 20 de maio. O calendário completo de vencimentos para esse tipo de veículo também está disponível abaixo. Formas de pagamento​ O meio de pagamento preferencial é o Pix, que permite o recolhimento pelo QR code junto a cerca de 900 instituições financeiras. Para utilizar a modalidade, é necessário acessar a página do IPVA no portal da Sefaz-SP, informar os dados do veículo e gerar um QR code, que servirá para o pagamento. Vale lembrar que o acesso também pode ser feito via gov.br ou com certificado digital, que garante autenticidade e total segurança ao usuário. O QR code Pix tem validade de 15 minutos, após o qual expira. Não tendo sido pago, será necessário emitir um novo QR code (sempre pelo site da Sefaz-SP). Na tela do QR code, há um contador temporal de “tempo restante” indicando quando o código expirará. Ao ler o QR code com o aplicativo de banco ou instituição de pagamento, aparecerá a informação de que o pagamento é destinado à “Secretaria da Fazenda e Planejamento”, sob o CNPJ 46.377.222/0003-90 em conta do Banco do Brasil.​ Continuam valendo as demais opções de recolhimento diretamente na rede bancária. Para efetuar o pagamento do IPVA 2025, basta o contribuinte utilizar o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor). É possível efetuar o pagamento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito, nas empresas credenciadas à Secretaria da Fazenda e Planejamento. As operadoras financeiras conveniadas têm autonomia para definir o número de parcelas e adequar a melhor negociação com o contribuinte. Os valores pagos ao correspondente bancário são repassados ao Governo do Estado de forma imediata, e sem qualquer desconto ou encargo. Licenciamento Os proprietários que desejam antecipar o licenciamento anual deverão quitar todos os débitos que recaiam sobre o veículo, incluindo o IPVA, a taxa de licenciamento e, se for o caso, multas de trânsito. Atraso de pagamento O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto. Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto. A inadimplência do IPVA impede o novo licenciamento do veículo. Após a data limite fixada pelo Detran para o licenciamento, o veículo poderá vir a ser apreendido, com multa aplicada pela autoridade de trânsito e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Todas as informações sobre IPVA podem ser consultadas na página do IPVA no portal da Sefaz-SP. Calendário de vencimento do IPVA 2025 Mês maio Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Final 1 13/mai Final 2 14/mai Final 3 15/mai Final 4 16/mai Final 5 17/mai Final 6 20/mai Final 7 21/mai Final 8 22/mai Final 9 23/mai Final 0 24/mai Mês maio julho agosto setembro Parcela 2ª Parcela 3ª Parcela 4ª Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Final 1 20/mai 20/jul 20/ago 20/set Final 2 Final 3 Final 4 Final 5 Final 6 Final 7 Final 8 Final 9 Final 0 Foto: Governo de SP

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INSS bloqueia descontos de empréstimo consignado para todos os beneficiários

O novo presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller Junior, determinou o bloqueio de novos descontos de empréstimo consignado para todos os beneficiários independente da data de concessão do benefício. De acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU), os descontos poderão ser desbloqueado pelos segurados, de acordo com os serviços disponibilizados pelo INSS para essa finalidade. A medida segue a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que negou na quarta-feira (7) recursos da gestão anterior do INSS e de entidades sindicais sobre acórdão do ano passado que determinou uma série de obrigações para evitar fraudes em descontos aos aposentados e pensionistas. No primeiro semestre de 2024 a fiscalização do TCU já apontava que nem todos os descontos no INSS foram autorizados pelos aposentados. Uma das medidas, em junho de 2024, foi a determinação para que os novos descontos de associações só pudessem ser feitos com assinatura eletrônica avançada e biometria, ou se houvesse confirmação da existência dos documentos exigidos pela norma vigente. No entanto, os ex-gestores do órgão continuaram autorizando novos descontos nos benefícios. INSS tem 15 dias para informar como será devolução Nessa quarta-feira (7), o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas deu 15 dias para que o INSS e o Ministério da Previdência Social informem como será feito o ressarcimento dos valores indevidamente descontados dos segurados que foram vítimas do esquema fraudulento. Segundo o ministro, são “incontestáveis” os elementos de gravidade dos fatos noticiados e a “fragilidade institucional” do INSS, “a qual permitiu que grupos criminosos perpetrassem as fraudes noticiadas com a participação ativa de servidores da alta administração da autarquia”. Além disso, Dantas fixou o mesmo prazo para INSS e Ministério da Previdência Social informarem as medidas administrativas adotadas para apurar as responsabilidades de agentes públicos responsáveis por fraudes em descontos de mensalidades para aposentados e pensionistas.   Fonte: R7 Foto: Agência Brasil/Arquivo

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Renda média do brasileiro chega a R$ 3.057, maior número desde 2012, aponta IBGE

A renda média mensal dos brasileiros ficou em R$ 3.057 em 2024, o maior número da série histórica, iniciada em 2012, apontam dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O valor, que supera o recorde registrado em 2014 (R$ 2.974), foi alcançado devido às variações positivas dos últimos três anos, informou o instituto. Até o período pré-pandêmico, relacionado aos anos entre 2012 e 2019, o rendimento médio real de todas as fontes teve um crescimento acumulado de 4,3% no período, passando de R$ 2.837 para R$ 2.958. Entretanto, houve redução com a pandemia da Covid-19, em que todas as fontes de renda dos brasileiros tiveram uma queda de 3,4% em 2020, e em 5,1% em 2021. “Em 2022, apresentou aumento de 2,0%, alcançando R$ 2.764, permanecendo, no entanto, abaixo do valor estimado em 2012, ano inicial da série. Em 2023, o rendimento de todas as fontes alcançou um crescimento expressivo de 7,5% em relação ao ano anterior”, apontou a pesquisa. As regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste lideram o ranking entre as com melhores rendimentos, com R$ 3.576, R$ 3.569 e 3.497, respectivamente. Enquanto isso, o Nordeste aparece em último lugar, com R$ 2.080. Em relação aos rendimentos de trabalho, o valor médio mensal real aumentou em 3,7%, após um crescimento de 7,2% registrado em 2023. Em 2024, o rendimento médio do trabalho atingiu o valor máximo da série, de R$ 3.225. A renda de outras fontes permaneceu praticamente inalterada em relação ao ano anterior, marcando aproximadamente R$ 1.915 em 2024. Tipos de rendimentos Aposentadorias e pensões eram a segunda maior fonte de renda dos brasileiros em 2024, ficando atrás apenas dos rendimentos de trabalho, apontam dados da Pnad. O grupo representava 13,5% da população residente no país, equivalente a 29,2 milhões de pessoas. É estimado que ao menos 23,5 milhões de pessoas recebam aposentadorias pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Dos quase 41 milhões de benefícios pagos pelo Instituto, as aposentadorias representam mais da metade. Tipo de rendimento dos brasileiros – Arte/R7 Na sequência, aparecem rendimentos por programas sociais do governo, com 9,2% (20,1 milhões de pessoas). O Bolsa Família, por exemplo, em abril deste ano, teve um benefício médio de R$ 668,73. Foram contemplados 53,8 milhões de pessoa em todos os municípios do país. Entre elas, estão 16,23 milhões de crianças de até 11 anos e outros 7,65 milhões de adolescentes entre 12 e 17 anos. Ainda de acordo com a pesquisa, o Brasil registrou outras fontes de rendas da população, porém, em proporções menores. Entre elas, a pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,2%), aluguel e arrendamento (1,8%) e outros rendimentos (1,6%). Seis em cada dez brasileiros possuem algum tipo de renda mensal No Brasil, seis em cada dez pessoas (66,1%) tinham algum tipo de rendimento em 2024, o que representa 66,1% (143,4 milhões) dos brasileiros residentes no país. O valor representa aumento de 1,2 ponto percentual quando comparado ao índice registrado em 2023, de 64,9%. Do total de brasileiros que tinham alguma fonte de renda, 47% correspondia a rendimentos vindos de trabalho e 26,4% por outros meios, como pensões, aposentadorias, e programas sociais do governo, por exemplo.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Dia das Mães: FCDL-SP estima movimentação de R$15 bilhões no comércio paulista

O Dia das Mães deve atrair cerca de 26 milhões de consumidores às compras em todo o estado de São Paulo, segundo estimativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP), em parceria com a CNDL e SPC Brasil. A data, considerada a segunda mais importante para o varejo — atrás apenas do Natal — deve movimentar R$ 15,1 bilhões no comércio.  Mesmo com uma retração de R$2 bilhões em relação ao ano passado, o cenário ainda é considerado positivo pelos lojistas, principalmente pela elevada intenção de compra manifestada por 78% dos consumidores, que devem adquirir ao menos um presente para a ocasião. Entre os principais presenteados estão as mães (77%), seguidas das sogras (18%) e das esposas (17%). O presidente da FCDL-SP, Mauricio Stainoff, destaca que o Dia das Mães é uma data emocional que impulsiona o consumo, mesmo em um cenário econômico desafiador. “É um momento de conexão afetiva, que mexe com o coração do consumidor. Por isso, mesmo com inflação e juros altos, muitos ainda optam por comprar presentes para demonstrar carinho. O lojista que souber trabalhar bem a vitrine, oferecer boas condições de pagamento e investir em atendimento vai sair na frente”, afirma. Consumidor vai abrir o bolso   O valor médio de gasto por consumidor em São Paulo deve girar em torno de R$298. Sendo que 39% esperam gastar mais que em 2024; 37% o mesmo valor e 16% um valor consideravelmente menor. Apesar da elevada intenção de gastar mais, o levantamento aponta sinais de alerta: 32% dos entrevistados estão com contas em atraso, e 13% admitem que podem deixar de pagar alguma conta para comprar presentes. Além disso, 27% reconhecem que costumam gastar mais do que podem nesta data. “É importante que todos tenham consciência do seu orçamento. A emoção do momento não pode se sobrepor ao planejamento financeiro da família. Presentear é um gesto bonito, mas não deve virar uma dívida impagável. Uma alternativa é compartilhar o custo do presente com outros familiares”, orienta Stainoff. Ranking de presentes Os produtos mais buscados neste Dia das Mães devem ser perfumes (47%); roupas, calçados e acessórios (41%); cosméticos (26%); chocolates (23%); e flores (19%). Em média, cada consumidor deverá comprar dois presentes. Apesar do crescimento das compras digitais, as lojas físicas seguem liderando a preferência dos paulistas, com 80% dos entrevistados declarando que pretendem adquirir os presentes presencialmente. Os shoppings (32%), centros comerciais populares (19%) e lojas de departamento (17%) estão entre os locais mais mencionados. No ambiente digital, 45% pretendem fazer ao menos uma compra online. Economia e facilidade A pesquisa mostra que 79% dos consumidores devem pesquisar preços antes da compra, utilizando a internet como principal ferramenta. Além disso,a forma de pagamento mais comum será o PIX (46%), seguido do cartão de débito (23%) e cartão de crédito parcelado (31%). Entre os que vão parcelar, a média será de quatro vezes. “O varejo tem uma ótima oportunidade de estreitar laços com os consumidores ao oferecer opções criativas e acessíveis, que respeitem os limites do orçamento familiar sem perder o simbolismo da ocasião”, finaliza Stainoff. Pesquisa: O levantamento foi realizado com mil pessoas de todo o estado de São Paulo com a intenção de comprar presentes no Dia das Mães. A margem de erro no geral é de 3,63 p. p. e 4,0 p. p. Sobre a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP) é a principal entidade que representa o comércio e serviços no estado. Ela reúne as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e trabalha para apoiar as empresas do setor, defendendo seus interesses e ajudando no seu desenvolvimento. Sobre a CNDL  Criada em 1960, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de mais de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.   Foto: Divulgação

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Oito em cada 10 brasileiros devem comprar presentes para o Dia das Mães, diz pesquisa

Oito em cada dez brasileiros devem comprar algum presente para o Dia das Mães este ano, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro. A estimativa é de cerca de 133 milhões de consumidores em potencial. Entre os que planejam comprar algum presente, dois em cada três devem gastar entre R$ 100 e R$ 500, apontando uma expectativa de aquecimento significativo no varejo. A pesquisa ouviu 1.499 brasileiros em todo o país. O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, afirma que “o Dia das Mães é uma das datas mais potentes do calendário do varejo, justamente porque mobiliza o consumo em todas as classes sociais”. “Seja nas lojas de departamento, nos shopping centers ou no varejo de bairro, a data impulsiona o consumo tanto nos grandes centros quanto nas periferias. O valor do presente pode variar, mas os filhos de todas as classes querem presentear essa figura tão importante”, diz. O levantamento também destaca que o desejo de compra está presente em todas as camadas da população. Ao todo, 87% dos brasileiros das classes D e E pretendem presentear alguém, na classe C, 81% e, entre as classes A e B, 80%. Cosméticos e roupas/acessórios aparecem como os itens mais desejados pelos consumidores, cada um citado por 47% dos entrevistados. Chocolates também foram citados por 39% dos brasileiros, enquanto 29% citaram calçados como opção de presente. Flores foram o presente citado por 28% dos entrevistados. 23% também citaram cestas de café da manhã e alimentos personalizados. Eletrônicos foram citados por 16%. 13% também mencionaram dos serviços de relaxamento e autocuidado como opção para presentear. Livros foram citados por 7% dos entrevistados. “Vestuário e beleza concentram grande parte da intenção de compra no Dia das Mães. São categorias com diversas faixas de preços, fácil adequação a diferentes perfis de presente e grande diversidade de escolhas. Para o setor, isso significa uma janela clara de oportunidade: a data aquece as vendas, acelera o giro e impulsiona o faturamento tanto no comércio físico quanto online”, destaca Meirelles. Ainda de acordo com os entrevistados, as mães são as principais destinatárias dos presentes, mas companheiras, sogras, irmãs e outras mulheres também serão lembradas na data especial. A expectativa das homenageadas também é alta: 9 em cada 10 mães brasileiras esperam ganhar algum presente neste domingo (11).   Fonte: R7 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Produção industrial cresce 1,2% em março, aponta IBGE

Em março de 2025, a produção industrial nacional cresceu 1,2% frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal. Em relação a março de 2024, na série sem ajuste, houve crescimento de 3,1%, décima taxa positiva consecutiva e a mais intensa desde outubro de 2024 (6,0%). O acumulado no ano foi a 1,9% e o dos últimos 12 meses chegou a 3,1%. Três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram expansão na produção, de fevereiro para março de 2025. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,4%), indústrias extrativas (2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%), com a primeira interrompendo dois meses seguidos de queda na produção, período em que acumulou perda de 2,0%; a segunda acumulando expansão de 5,9% em dois meses consecutivos de crescimento; e as duas últimas voltando a crescer após recuarem no mês anterior: -13,4% e -1,2%, respectivamente. Setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,1%), de móveis (5,6%), de máquinas e equipamentos (1,7%), de produtos diversos (5,0%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (3,0%) se destacaram na pesquisa. Por outro lado, entre as nove atividades que apontaram queda na produção, produtos químicos (-2,1%) e produtos alimentícios (-0,7%) exerceram os principais impactos na média da indústria, com a primeira eliminando o avanço de 2,0% registrado no mês anterior; e a segunda voltando a recuar após acumular expansão de 3,7% no período dezembro de 2024-fevereiro de 2025. Outras influências negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de impressão e reprodução de gravações (-9,2%) e de metalurgia (-1,0%). Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, bens de consumo duráveis (3,8%) e bens de consumo semi e não duráveis (2,4%) mostraram os resultados positivos mais acentuados em março de 2025 e eliminaram as quedas registradas no mês anterior: -2,8% e -0,8%, respectivamente. O setor produtor de bens intermediários (0,3%) também assinalou crescimento nesse mês e marcou o segundo mês seguido de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 1,4%. Por outro lado, o segmento de bens de capital, ao recuar 0,7%, mostrou a única taxa negativa em março de 2025 e eliminou parte do avanço de 3,3% acumulado nos dois primeiros meses do ano. Média móvel trimestral varia 0,4% no trimestre encerrado em março Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou variação positiva de 0,4% no trimestre encerrado em março de 2025 frente ao nível do mês anterior e interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2024. Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de consumo duráveis (1,7%), bens de consumo semi e não duráveis (1,6%) e bens de capital (0,8%) assinalaram as taxas positivas em março de 2025, com a primeira eliminando o recuo de 0,6% registrado no mês anterior; a segunda intensificando o avanço de 0,2% assinalado em fevereiro de 2025, quando interrompeu a trajetória descendente iniciada em agosto de 2024; e a última permanecendo com o comportamento predominantemente positivo em 2025 e acumulando ganho de 0,9%. Por outro lado, o segmento de bens intermediários (-0,1%) apontou o único resultado negativo em março de 2025 e eliminou a variação positiva de 0,1% registrada no mês anterior. Frente a março de 2024, produção industrial avança 3,1% Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou expansão de 3,1% em março de 2025, com resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, 18 dos 25 ramos, 55 dos 80 grupos e 55,4% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que março de 2025 (19 dias) teve 1 dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (20). Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por indústrias extrativas (5,4%), produtos químicos (8,3%) e máquinas e equipamentos (10,0%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo, minérios de ferro, minérios de cobre e de manganês e seus concentrados e gás natural, na primeira; herbicidas para plantas, inseticidas e fungicidas (ambos para uso na agricultura) e fertilizantes químicos das fórmulas NPK, na segunda; e aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”), aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, ferramentas hidráulicas de uso manual, máquinas ou aparelhos para o setor agrícola e máquinas para colheita, na terceira. Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,7%), de metalurgia (5,3%), de produtos alimentícios (1,8%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), de produtos têxteis (12,4%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,6%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,7%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (6,2%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (3,9%). Por outro lado, ainda na comparação com março de 2024, entre as sete atividades que apontaram redução na produção, impressão e reprodução de gravações (-18,7%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria, pressionada, principalmente, pela menor produção de impressos de segurança com controle de adulteração e de impressos para fins publicitários ou promocionais em filmes. Vale destacar também os impactos negativos registrados pelos setores de outros equipamentos de transporte (-6,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-3,3%) e de produtos do fumo (-10,9%).   Fonte: R7 Foto: Lou Benoist / AFP / CP

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Copom deve elevar Selic em 0,5 ponto na reunião desta quarta (7)

Pressionado pelo preço dos alimentos e de energia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (7) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. Apesar da resistência da inflação, a perspectiva de desaceleração econômica global deve favorecer que essa seja a última alta antes de uma pausa no ciclo de aperto monetário. Se o aumento for confirmado, será a sexta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 0,5 ponto percentual nesta reunião, de 14,25% para 14,75% ao ano. No comunicado da última reunião, em março, o Copom confirmou que elevaria os juros básicos em “menor magnitude” na reunião de março, após três altas seguidas de 1 ponto percentual. O comunicado não informou o que aconteceria depois da reunião de maio. Apenas afirmou que a economia brasileira continua aquecida e que existem incertezas internacionais provocadas pela política comercial norte-americana. Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e três de 1 ponto percentual. Inflação Na ata da reunião mais recente, o Copom sugeriu “parcimônia” sobre uma eventual desaceleração da economia e informou que a “desancoragem” das expectativas de inflação exigem juros altos por mais tempo. Segundo o BC, existem sinais de moderação do crescimento econômico, mas o cenário de inflação de curto prazo segue adverso. Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, considerado a inflação oficial do país) em 2025 está em 5,53%, contra 5,65% há quatro semanas. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto. Taxa Selic A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. Meta contínua Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Nesse modelo, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em maio de 2025, a inflação desde junho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em junho, o procedimento se repete, com apuração a partir de julho de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 5,1%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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