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Tag: economia

Dólar cai para R$ 5,66 após suspensão de tarifas de Trump

A suspensão das tarifas comerciais impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, neutralizou as incertezas em torno do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e fez o mercado financeiro ter um dia menos turbulento. O dólar caiu, e a bolsa recuou levemente, após alternar altas e baixas ao longo do dia. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (29) vendido a R$ 5,666, com recuo de R$ 0,029 (-0,5%). A cotação operou em baixa durante todo o dia, chegando a R$ 5,64 por volta das 12h, mas aproximou-se de R$ 5,67 no fim da tarde, após Trump conseguir uma liminar que restabelece o tarifaço comercial. A moeda norte-americana sobe 0,35% na semana, mas cai 0,17% em maio. Em 2025, a divisa acumula queda de 8,3%. O mercado de ações teve um dia menos otimista. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 138.534 pontos, com queda de 0,25%. O indicador chegou a registrar leve alta no meio da tarde, mas recuou após a liminar favorável a Trump. Na noite desta quarta (28), um tribunal de comércio dos Estados Unidos revogou a maior parte das tarifas recíprocas impostas por Donald Trump. As sobretaxas, que variam de 10% a 50% para a maioria dos países, foram suspensas por 90 dias, para que os países afetados negociem com os Estados Unidos. No caso da China, as tarifas chegaram a 145%, mas foram reduzidas para 30% há cerca de duas semanas. A notícia fez o dólar cair perante as moedas de países emergentes. No entanto, no fim da tarde desta quinta, a Corte de Apelações dos Estados Unidos concedeu liminar reinstituindo as tarifas de Trump, enquanto o caso não tem o mérito julgado. A Casa Branca pretende recorrer à Corte Suprema caso as sobretaxas sejam derrubadas. Desemprego e IOF Fatores internos também afetaram o mercado. A divulgação de que a taxa de desemprego no trimestre terminado em abril atingiu o menor nível desde 2012 pressionou a bolsa, que recuou com a expectativa de que o Banco Central mantenha os juros altos por mais tempo que o previsto para desaquecer a economia. A decisão do Congresso de dar dez dias para chegar a um acordo com o governo sobre medidas alternativas que substituam o aumento do IOF acirrou os receios sobre o desequilíbrio nas contas públicas. No entanto, o alívio no mercado internacional compensou as pressões sobre o dólar e a bolsa no Brasil. *Com informações da Reuters Fonte: Agência Brasil Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Receita paga nesta sexta (30) maior lote de restituição do IR da história

Cerca de 6,3 milhões de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 nas primeiras semanas do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta sexta-feira (30), a Receita Federal libera o primeiro dos cinco lotes de restituição deste ano, o maior da história em número de contribuintes e em valor. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 6.257.108 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: 2.375.076 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix; 2.346.445 contribuintes de 60 a 79 anos; 1.096.168 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; 240.081 contribuintes acima de 80 anos; 199.338 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave. Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Liberada no último dia 23, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil/Arquivo

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Pagamento da 1ª parcela ou cota única do IR 2025 vence nesta sexta (30) e pode ser por Pix

Quem fez a declaração do Imposto de Renda 2025 com saldo de imposto a pagar tem até esta sexta-feira (30) para quitar a cota única ou a primeira cota, em caso de parcelamento. A data também é o último dia do prazo de entrega do IR 2025 para quem está obrigado a declarar. A Receita Federal espera receber 46,2 milhões de declarações neste ano. O período de entrega começou em 17 de março e terminará às 23h59min59s desta sexta-feira (30). Quem ao longo do ano passado recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 precisa entregar a declaração. Quem não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. O contribuinte que tem imposto a pagar poderá escolher entre quota única ou pagamento em até oito parcelas mensais. O pagamento é feito por meio do darf, gerado pelo sistema da declaração, que pode ser quitado nos bancos ou pelo Pix. “O darfs são emitidos com o QR Code que permite o pagamento via Pix. Basta apontar a câmera do celular e o sistema direcionará para o pagamento”, afirma a Receita em nota. Para quem tem condições, a melhor alternativa é pagar à vista, pois não há incidência de juros. Para aqueles que estão sem dinheiro, a saída é parcelar. Os juros cobrados são corrigidos pela taxa Selic, que atualmente está em 14,75% ao ano. Condições para parcelar O pagamento do imposto pode ser feito em até oito vezes, desde que cada cota mensal não seja inferior a R$ 50. O imposto de valor inferior a R$ 100 deve ser recolhido em cota única. Se o saldo do imposto a pagar for inferior a R$ 10, não deve ser recolhido e deve ser adicionado ao imposto dos anos seguintes, até que o total de imposto a pagar seja superior a R$ 10. A primeira quota vence no último dia do prazo de entrega da declaração e as demais nos meses seguintes, com cobrança de juros (taxa Selic até o mês anterior ao do pagamento, e 1% no mês do pagamento). O imposto inferior a R$ 100 e os valores da destinação aos fundos da criança e do adolescente e do idoso devem ser pagos em quota única. Como saber se tem imposto a pagar? Após preencher todas as fichas da declaração do Imposto de Renda, observe o quadro no lado esquerdo do programa chamado “Opção pela Tributação”. Esse quadro vai mostrar se o contribuinte tem imposto a restituir ou a pagar. Pagamento Para fazer o pagamento, clique na aba “Declaração”. Depois, clique em “Imprimir” e, em seguida, em “Darf do IRPF”. Selecione a cota a ser paga e clique em Ok. Débito automático O pagamento em débito automático em conta-corrente é autorizado no próprio programa da declaração. Para que a primeira cota já caísse de forma automática, o contribuinte deveria ter optado pela inclusão do débito até o dia 9 de maio. Quem não optou pelo débito até essa data, mas deseja incluir, cancelar ou modificar o débito automático após a apresentação da declaração, poderá fazê-lo por meio do portal e-CAC. Acesse o portal e-CAC, selecione a opção “Meu Imposto de Renda”, extrato da DIRPF, vá para Pagamentos e Parcelamentos e depois para “autorizar e desativar débito automático”. Pagamento por Pix O Darf emitido possui um QR Code que permite o pagamento via Pix. Depois, basta apontar a câmera do celular e o sistema direcionará para o pagamento. Arte do Imposto de Renda 2025Arte/R7 Fonte: R7 Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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Máquina pública ficaria em situação delicada sem alta do IOF, afirma Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira ter explicado aos presidentes da Câmara e do Senado que o funcionamento da máquina pública ficaria em situação “delicada” sem o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) definido pelo governo. Haddad se reuniu com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para discutir a alta do tributo, anunciada pelo governo na semana passada como forma de elevar a arrecadação e equilibrar as contas públicas, em conjunto com um congelamento de gastos públicos. “São R$ 30 bilhões de cortes de despesas, sendo R$ 10 bilhões de bloqueio e R$ 20 bilhões de contingenciamento, e R$ 20 bilhões de receitas adicionais para cumprir as metas fiscais”, afirmou o ministro. “Expliquei as consequências em caso de não aceitação da medida [do IOF], o que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos num patamar bastante delicado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro.” Antes da reunião, Motta classificou o aumento do IOF como infeliz, enquanto Alcolumbre acusou o governo de usurpar poderes com a medida. Questionado sobre uma possível revogação da medida tributária por parte do governo respondeu: “Eu não vim discutir a revogação. O que está sendo discutido é a revogação pelo Congresso.” A oposição apresentou nos últimos dias uma série de PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) que visam cancela os efeitos da medida do governo. O presidente da Câmara planeja levar o assunto ao colégio de líderes nesta quinta-feira (28), mas disse antes da reunião que a simples derrubada da medida não seria boa para o país. Haddad disse ter recebido os presidentes das casas do Congresso um pedido de apresentação de “medidas estruturantes, que mexessem com outros aspectos do Orçamento, como gasto primário, gasto tributário”, pensando no médio e no longo prazo. Implementado na semana passada, o aumento do IOF vem sendo alvo de críticas de setores empresariais e de parlamentares. Na Câmara, até mesmo partidos que integram a base aliada do governo indicaram que poderiam votar favorável ao PDL –foram protocolados mais de 20 projetos desse tipo que miram sustar o decreto do Executivo. A ideia do encontro entre as autoridades nesta quarta era discutir alternativas ao texto e, assim, evitar que os parlamentares aprovem um projeto que suste os efeitos da norma do Executivo. ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE BLOQUEIO E CONTINGENCIAMENTO O novo arcabouço fiscal determina que o governo observe duas regras: um limite de gastos e uma meta de resultado primário (verificada a partir da diferença entre receitas e despesas, descontado o serviço da dívida pública). Ao longo do ano, conforme mudam as projeções para atividade econômica, inflação ou das próprias necessidades dos ministérios para honrar despesas obrigatórias, o governo pode precisar fazer ajustes para garantir o cumprimento das duas regras. Se o cenário é de aumento das despesas obrigatórias, é necessário fazer um bloqueio. Se as estimativas apontam uma perda de arrecadação, o instrumento adequado é o contingenciamento. COMO FUNCIONA O BLOQUEIO O governo segue um limite de despesas, distribuído entre gastos obrigatórios (benefícios previdenciários, salários do funcionalismo, pisos de saúde e educação) e discricionários (investimentos e custeio de atividades administrativas). Quando a projeção de uma despesa obrigatória sobe, o governo precisa fazer um bloqueio proporcional nas discricionárias para honrar todas as obrigações sem descumprir o limite global de gastos. COMO FUNCIONA O CONTINGENCIAMENTO O governo segue uma meta fiscal, que mostra se há compromisso de arrecadar mais do que gastar (superávit) ou previsão de que as despesas superem as receitas (déficit). Neste ano, o governo estipulou uma meta zero, que pressupõe equilíbrio entre receitas e despesas, com margem de tolerância de 0,25% do PIB para mais ou menos. Como a despesa não pode subir para além do limite, o principal risco ao cumprimento da meta vem das flutuações na arrecadação. Se as projeções indicam uma receita menos pujante, o governo pode repor o valor com outras medidas, desde que tecnicamente fundamentadas, ou efetuar um contingenciamento sobre as despesas. Pode haver situação de bloqueio e contingenciamento juntos? Sim. É possível que, numa situação de piora da arrecadação e alta nas despesas obrigatórias, o governo precise aplicar tanto o bloqueio quanto o contingenciamento. Nesse caso, o impacto sobre as despesas discricionárias é a soma dos dois valores.   Fonte: R7 Foto: Jose Cruz/Agência Brasil  

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Inflação do aluguel cai, mas contratos que vencem em junho terão alta de 7%

O IGP-M (Índice Nacional de Preços – Mercado), indicador responsável pelo reajuste da maior parte dos contratos de aluguel no Brasil, caiu em maio, registrando uma variação de -0,49%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas). O resultado mostra uma queda expressiva em relação a abril, quando cresceu 0,24%. Com a variação, o índice acumula alta de 0,74% no ano e 7,02% nos últimos 12 meses. Em maio de 2024, o IGP-M registrou uma alta de 0,89% no mês, acumulando uma redução de 0,34% em 12 meses. O resultado mostra que os contratos atrelados ao indicador com vencimento em junho de 2025 sofrerão reajustes. Na prática, os inquilinos que pagam mensalmente um aluguel de R$ 1.500 passarão a ter que desembolsar R$ 1.605,30 (+R$ 105,30) todos os meses para seguir morando no mesmo imóvel. Para evitar o reajuste significativo, a dica é renegociar o aumento diretamente com o proprietário do imóvel. Índice de reajuste do aluguel O inquilino deve estar atento ao indicador de reajuste que está no contrato de locação, porque, depois da pandemia da Covid-19, muitas negociações passaram a usar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país, como indexador nos novos contratos. O cálculo do IGP-M leva em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como de matérias-primas utilizadas na produção agrícola e industrial e na construção civil. Por isso, a variação é diferente daquela apresentada pela inflação oficial, que calcula os preços com base em uma cesta de bens determinada para famílias com renda de até 40 salários mínimos. Brasileiro precisa trabalhar 1 mês e meio para pagar aluguel Em março, o R7 mostrou que os brasileiros que recebem um salário mínimo precisam trabalhar em média 44 dias para pagar o aluguel. O levantamento foi feito com base nos dados do Índice FipeZAP, que monitora o preço cobrado na locação em 36 cidades. Segundo o estudo, um imóvel de 45m², semelhante ao do Minha Casa, Minha Vida, custava em média R$ 2.062,35 em 2024. Em contrapartida, o salário mínimo recebido pelo trabalhador era de R$ 1.412. Os dados levantados pela reportagem demonstraram uma redução no impacto do aluguel na renda do trabalhador desde 2015. Naquele ano, o valor médio de um imóvel de 45m² era R$ 1.498,95, o equivalente a 57 dias de trabalho. Segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2022, um em cada cinco brasileiros (20,9%) moram em residências alugadas.   Fonte: R7 Foto: Andre Borges/Agência Brasília

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Banco do Brasil amplia Pix Automático para todos os clientes

A partir desta quinta-feira (29), todos os clientes do Banco do Brasil (BB) poderão usar o Pix automático. A instituição financeira foi a primeira a completar a fase de testes no Banco Central (BC). O sucesso nos testes permitiu que o BB lance o Pix automático cerca de três semanas antes das demais instituições financeiras. Pelo cronograma oficial, a ferramenta será lançada por outros bancos em 16 de junho, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras. Nova função que facilita pagamentos recorrentes a empresas, o Pix Automático permite o agendamento de despesas periódicas, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura. A ferramenta deve substituir o débito automático e o boleto bancário. O Banco do Brasil oferecerá diferenciais, como o agendamento de cobranças com até 90 dias de antecedência. Pelos critérios do BC, as cobranças podem ser agendadas com dois a dez dias de antecedência. O BB também permitirá que a empresa divida o recebimento dos Pix em até seis contas diferentes O débito automático requeria convênio da empresa com os bancos, o que na prática restringia a ferramenta a grandes empresas ou a empresas com tecnologia avançada. Já o Pix Automático continuará a requerer convênio das empresas com os bancos, mas os procedimentos serão mais simples e automatizados. Acesso Para poder cobrar Pix Automático, a empresa deve ativar um convênio com o BB para administrar o recebimento dos recursos pelo BB Digital PJ, a versão do site do banco destinada a pessoas jurídicas. O processo pode ser feito via Interface de Programação de Aplicações (API) ou por arquivos padronizados. No BB Digital PJ, a criação de uma cobrança pode ser feita em poucos passos, com o cliente pagador recebendo no celular uma notificação do tipo push com o pedido de autorização. Uma vez autorizada, a cobrança passa a ser automática, com valores fixos ou variáveis. A cobrança também poderá ser ativada por meio de Códigos QR, que podem ser usados para adesão direta ao Pix Automático.  O recurso permite tanto a adesão imediata para pagamento da primeira cobrança recorrente como o pagamento inicial, com convite posterior para adesão à cobrança periódica No caso do pagador, o cliente pode acompanhar, alterar ou cancelar as autorizações ativas diretamente pelo aplicativo do BB.  O banco também manterá comunicação constante com os usuários sobre o status das transações, incluindo avisos de liquidação e notificações sobre saldo insuficiente. Pix agendado O Pix Automático não se confunde com o Pix Agendado, lançado em 2024 e que também permite pagamentos recorrentes a empresas. Obrigatório desde outubro de 2024 a todos os bancos, o Pix Agendado Recorrente dispensa a abertura de convênio por parte da empresa. Nessa modalidade, o cliente digita a chave Pix do cobrador, mas a digitação do valor, do número de pagamentos e da periodicidade do débito cabe ao pagador. Apesar de mais usado por micro e pequenas empresas, o Pix Agendado Recorrente era suscetível a erros de digitação por parte do pagador, com divergências em relação ao tipo de cobrança da empresa. No caso do Pix Automático, os valores e as datas de pagamento são definidas pelo cobrador, com o pagante apenas autorizando o débito.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

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ACIL, junto de outras associações comerciais, repudia aumento do IOF por decreto federal

A decisão do Governo Federal de aumentar, por decreto, a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) provocou forte reação por parte do setor empresarial brasileiro. Por meio de nota oficial, a Rede de Associações Comerciais — representada nacionalmente pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) — manifestou “profunda preocupação e repúdio” à medida. Segundo a entidade, o aumento do IOF compromete o ambiente de negócios, eleva o custo do capital, desestimula investimentos e dificulta o acesso ao crédito, especialmente para micro, pequenas e médias empresas — justamente os segmentos mais sensíveis a mudanças nas condições de financiamento. A medida também é apontada como geradora de insegurança jurídica, o que agrava ainda mais o cenário de incerteza para o empresariado nacional. “Ao penalizar o setor produtivo, o governo desestimula investimentos, agrava o custo do capital e impacta negativamente o crescimento econômico”, afirma a nota oficial publicada. Apesar de reconhecer a importância do equilíbrio fiscal, a Confederação defende que a solução está no controle de gastos públicos e na responsabilidade fiscal, e não em novos aumentos de tributos. As Associações Comerciais reiteram ainda o compromisso com a livre iniciativa e com a construção de um ambiente econômico mais estável, previsível e favorável ao empreendedorismo. Por isso, apelam ao Congresso Nacional para que exerça seu papel de equilíbrio institucional e reveja urgentemente a decisão do Executivo. Em Limeira, a ACIL (Associação Comercial e Industrial de Limeira) também se manifestou contra o aumento do IOF. A entidade publicou em seu site a nota oficial, endossando o posicionamento nacional e alertando para os impactos negativos da medida sobre os empreendedores locais.

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Região de Campinas registra a criação de mais de 67 mil empresas em 12 meses

Estudo da Fundação Seade, com base nos dados do CNPJ, da Receita Federal, aponta que a região administrativa de Campinas teve a criação de 67.873 empresas entre abril de 2024 e março de 2025, o segundo maior número do estado de São Paulo, atrás apenas da Região Metropolitana da capital (307.356). No mesmo período, o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) também foi elevado: foram 131.589 registros na RA de Campinas, novamente colocando a região em segundo lugar no estado. Apenas a RMSP concentrou mais MEIs, com 417.124 registros. Para mais informações da região, incluindo dados de cada município, acesse o link da pesquisa. Estado de SP Em março de 2025, no estado de São Paulo foram criadas 35.151 empresas, segundo o levantamento da Fundação Seade, com base nos dados do CNPJ, da Receita Federal. Na comparação com o mês imediatamente anterior, houve retração de 13,3%, quando o total de empreendimentos alcançou 40.521 novos negócios. Entre fevereiro e março, todos os setores apresentaram queda no desempenho. O setor de serviços recuou 14,6%, passando de 28.980 para 24.745 novas empresas, seguido pela indústria (-13,9%), construção (-13,1%), comércio (-8,2%) e agropecuária (-6,5%). 12 meses De abril de 2024 a março de 2025, o estado de São Paulo registrou a abertura de 516.767 empresas no acumulado dos últimos 12 meses. O setor de serviços liderou, com 358.548 novos empreendimentos, correspondendo a 69,4% do total. O comércio ocupou a segunda posição, com 105.518 empresas. Em seguida aparecem indústria (23.643), construção (26.639) e agropecuária (2.419). Por regiões, quem liderou a criação de empresas no acumulado dos últimos 12 meses foi a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), com 307.356, representando 59,5% do total do Estado. Na sequência, aparecem em destaque as regiões administrativas de Campinas (67.873), Sorocaba (23.261) e São José dos Campos (22.927). Outras regiões em evidência são Santos (16.242), Ribeirão Preto (14.651), São José do Rio Preto (14.302) e Bauru (8.641). Microempreendedores Individuais (MEIs) Em março de 2025, o estado de São Paulo registrou 85.268 novos MEIs, representando uma leve retração de 0,8% em relação a fevereiro (85.972). O setor de serviços foi responsável por 57.097 novos MEIs em março de 2025, seguido por comércio (14.695), construção (5.956), indústria (7.142) e agropecuária (378). Sobre o Seade Há mais de 40 anos, o Sistema Estadual de Análise de Dados é referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas do Estado de São Paulo.   Foto: Divulgação

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Banco Central lança Pix Automático na próxima quarta-feira (4); veja novidades

O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (28) que o Pix Automático será lançado oficialmente na próxima semana. A apresentação da nova funcionalidade será realizada em São Paulo, na próxima quarta-feira (4), com a presença do presidente da instituição monetária, Gabriel Galípolo. A ferramenta vai permitir pagamentos recorrentes de forma automática, semelhante ao débito automático. O Pix automático poderá ser usado para fazer pagamentos, como contas de água, luz, telefone, condomínio, escola, plano de saúde etc. A pessoa só precisa dar autorização prévia para o início das cobranças. Depois, os débitos serão feitos automaticamente. A principal vantagem em relação ao débito automático, conforme a autoridade monetária, além da instantaneidade nas transações, será a não cobrança de tarifas, no caso de pessoas físicas. O Pix automático poderá alcançar uma quantidade maior de usuários, na comparação com o débito automático. Para quem recebe o dinheiro — as empresas —, o BC afirma que o Pix automático tem o potencial de aumentar a eficiência, diminuir os custos dos procedimentos de cobrança e reduzir a inadimplência. Além de Galípolo, o evento de lançamento do Pix Automático contará com a presença dos diretores Renato Gomes, Gilneu Vivan, Renato Gomes, Izabela Correa, e do presidente da Zetta, parceira do evento, Eduardo Lopes. Diferenças entre o Pix automático e o débito automático O agendamento de contas, como as de luz, telefone, escola e condomínio, poderá ser feito pelo Pix. Não haverá cobrança de tarifas, no caso de pessoas físicas. A forma de pagamento poderá alcançar um número maior de usuários. As transações serão feitas de forma instantânea. Poderá aumentar a eficiência, diminuir custos dos procedimentos de cobrança e reduzir a inadimplência. Como vai funcionar Quem tem conta bancária e desejar aderir ao Pix automático precisará apenas informar à empresa (concessionária de energia ou administradora do condomínio, por exemplo) que quer adotar a nova modalidade. A empresa, por sua vez, deverá enviar a proposta do Pix automático ao cliente, via notificação. Estando de acordo, o cliente poderá aderir ao pagamento instantâneo. O Pix automático será oferecido a pessoas físicas e jurídicas. No caso de pessoas físicas, a oferta da modalidade será obrigatória aos bancos e gratuita para os clientes. Já para as pessoas jurídicas, os bancos poderão escolher se desejam ou não disponibilizar esse tipo de pagamento para cada empresa.   Fonte: R7 Foto: EDU GARCIA/R7

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Fraude no INSS: entidades dizem que 43 mil contestações já foram restituídas por via judicial

O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller Júnior, disse, nesta terça-feira (27), que as entidades associativas acusadas de fraudes por aposentados e pensionistas responderam a pelo menos 68 mil contestações feitas pelos beneficiários da Previdência Social. Mais de 2 milhões de pessoas já informaram ao INSS não ter autorizado descontos nos contracheques. Das 68 mil respostas, 43 mil são dizendo que o valor já foi restituído via judicial ou pela Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), mas não pelo INSS. Nas respostas restantes, as entidades teriam apresentado documentos que comprovam que o aposentado ou pensionista autorizou o desconto. O presidente do INSS ainda destacou que só em quatro casos as entidades reconheceram ter errado ao retirar valores dos beneficiários do instituto. “Só quatro casos foram reconhecidos o erro, que a entidade falou: ‘Realmente, eu não tenho essa documentação e eu preciso reembolsar esse beneficiário’. Somente quatro casos até então”, explicou Gilberto Waller durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social. Durante a reunião, Gilberto Waller também disse que todas as 41 entidades com cadastro no INSS receberam contestações. “Uma outra questão interessante é que as 41 entidades foram contestadas, não teve nenhuma que teve 100%. Mas essas contestações dos 41 demonstram, quando você vai ver os números, que tem entidades com um nível de contestação muito baixo. Nós temos entidades com 52 contestações, com 60 contestações, que é muito baixo em relação às 41″, afirmou. Segundo o último balanço do INSS, até esta terça, 132.901.791 pessoas acessaram o aplicativo Meu INSS. Dessas, 2.288.494 fizeram consultas sobre descontos de entidades associativas. Ao todo, 2.233.227 disseram não ter autorizado os descontos, e 55.267 disseram ter autorizado. Vítimas serão ressarcidas até dezembro Gilberto Waller informou, nesta terça, que todos os aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos indevidos em seus benefícios serão ressarcidos até o dia 31 de dezembro deste ano. Ele disse que as formas de ressarcimento ainda estão em discussão dentro do governo.   Fonte: R7 Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

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