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Tag: economia

‘Faço isso porque posso’, diz Trump sobre tarifa de 50% a produtos do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (15) que decidiu impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros porque pode fazer isso. Além disso, ele destacou que o objetivo é garantir a entrada de dinheiro nos EUA e estimular a produção interna. “Estamos fazemos isso porque eu posso fazer isso. Ninguém mais seria capaz de fazer isso. Temos tarifas em vigor porque queremos tarifas e queremos que o dinheiro entre nos Estados Unidos”, afirmou Trump durante uma entrevista coletiva à imprensa. “Mas, mais importante do que o dinheiro, há dois aspectos das tarifas: o dinheiro que entra. O outro aspecto é que, em vez de pagar as tarifas, o país ou a empresa que se estabelecerá nos Estados Unidos fabricará seus produtos nos Estados Unidos, o que cria empregos”, acrescentou. A tarifa aplicada ao Brasil deve entrar em vigor em 1º de agosto. A União Europeia também foi alvo de novas tarifas, com uma sobretaxa de 30% sobre determinados produtos. Questionado se tinha alguma mensagem caso os europeus retaliem a medida, Trump minimizou possíveis retaliações. “Bem, não sei como eles podem retaliar. Sabe, eles ganharam muito dinheiro. Eles nos trataram muito mal, mas agora estão nos tratando muito bem, e acho que no final, acho que todos ficarão felizes com a UE”, disse.   Fonte: R7 Foto: Daniel Torok/Official White House Photo

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Novos contratos de locação crescem mais de 100% no mês de junho em Piracicaba e região, aponta CRECISP

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de Junho de 2025, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de maio de 2025 em Piracicaba e região. Foram consultadas 85 imobiliárias das cidades de Aguaí, Águas Da Prata, Águas De São Pedro, Analândia, Anhembi, Araras, Bofete, Brotas, Capivari, Charqueada, Conchal, Conchas, Cordeirópolis, Corumbataí, Elias Fausto, Espirito Santo Do Pinhal, Ipeúna, Iracemápolis, Laranjal Paulista, Leme, Limeira, Mombuca, Pereiras, Piracicaba, Pirassununga, Porangaba, Rafard, Rio Claro, Rio Das Pedras, Saltinho, Santa Cruz Da Conceição, Santa Gertrudes, Santa Maria Da Serra, Santo Antônio Do Jardim, São Pedro, Tietê e Vargem Grande Do Sul. As vendas apresentaram queda de 9,29% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve alta de 108,15%. Vendas Casas: 45%; apartamentos: 55% Locações: Casas: 78%; Apartamentos: 22% Vendas em Junho A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou em até R$ 200 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 50 m² a 100 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de até 50 m². 86,2% das propriedades vendidas em Junho estavam situadas na periferia, 8,6% nas regiões centrais e 5,2% nas áreas nobres. Com relação às modalidades de venda, 74,6% foram financiadas pela CAIXA, 3,4% por outros bancos, 6,8% diretamente pelos proprietários, 13,6% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 1,7% no período. Locações em Junho A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou entre R$ 1.000,00 até R$ 1.500,00. A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos também era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o seguro fiança. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (47%), na região central (37%) e nas áreas nobres (16%). E daqueles que encerraram os contratos de locação, 43,1% não informaram a razão da mudança, 27,6% mudaram para um aluguel mais caro e 29,3% mudaram para um aluguel mais barato. Incentivo ao crescimento econômico favorece o mercado Piracicaba apresenta um semestre com uma combinação de crescimento nas vendas e locações, alinhado ao aperfeiçoamento estrutural e institucional do município. Os investimentos em saneamento e abastecimento, aliados ao engajamento das comunidades e foco em expansão industrial, reforçam a atratividade da cidade. Em junho, a Prefeitura lançou oficialmente o Orçamento Participativo 2025, com plenárias iniciadas nos dias 3 e 10 de junho. Isso demonstra o compromisso com a priorização de investimentos públicos que respondem diretamente às demandas da comunidade — tais como mobilidade, saneamento e habitação, com reflexos positivos no panorama imobiliário local. Para o mercado imobiliário, o segundo semestre de 2025 tende a ser de consolidação do crescimento, embasado no fortalecimento econômico, infraestrutura aprimorada e clima regulatório participativo. E isso, certamente, se reflete em toda a região. Vendas em Junho Vendas % Casas Vendidas 45% Apartamentos Vendidos 55%   Casas vendidas Dormitórios Casa Percentual 1 Dorm. 0,0% 2 Dorm. 64,0% 3 Dorm. 32,0% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 4,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 16,0% 51 a 100 m² 48,0% 101 a 200 m² 20,0% 201 a 300 m² 8,0% 301 a 400 m² 4,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 4,0%   Aptos vendidos Dormitórios Apto Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 0,0% 2 Dorm. 94,4% 3 Dorm. 5,6% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 61,1% 51 a 100 m² 38,9% 101 a 200 m² 0,0% 201 a 300 m² 0,0% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%   Casas e aptos vendidos localização Casa/Apartamento Percentual Central 8,6% Nobre 5,2% Demais Regiões 86,2%   Forma de Pagamento Casa/Apartamento Percentual À Vista 13,6% Financiamento CAIXA 74,6% Financiamento Outros Bancos 3,4% Direto com Proprietário 6,8% Consórcios 1,7%   Desconto concedido Percentual Vendida no MESMO VALOR ANUNCIADO 60,5% Vendida com desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado 14,0% Vendida com desconto de 6 a 10%, ABAIXO do Anunciado 18,6% Vendida com desconto de 11 a 15%, ABAIXO do Anunciado 2,3% Vendida com desconto de 16 a 20%, ABAIXO do Anunciado 4,7% Vendida com desconto de 21 a 25%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 26 a 30%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 31 a 35%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 36 a 40%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 41 a 45%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 46 a 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto maior que 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0%   Faixa de preço média Percentual Até R$25 mil 0,0% De R$ 25mil a R$50 mil 0,0% De R$ 51mil a R$100 mil 2,3% De R$ 101mil a R$150 mil 9,3% De R$ 151mil a R$200 mil 30,2% De R$ 201mil a R$250 mil 14,0% De R$ 251mil a R$300 mil 4,7% De R$ 301mil a R$350 mil 14,0% De R$ 351mil a R$400 mil 4,7% De R$ 401mil a R$450 mil 0,0% De R$ 451mil a R$500 mil 7,0% De R$ 501mil a R$600 mil 2,3% De R$ 601mil a R$700 mil 2,3% De R$ 701mil a R$800 mil 4,7% De R$ 801mil a R$900 mil 0,0% De R$ 901mil a R$1 milhão 0,0% De R$ 1milhão a R$1.2 mi 0,0% De R$ 1.3 mi a R$1.5 mi 0,0% De R$ 1.6 mi a R$ 2 mi 2,3% De R$ 2.1 mi a R$ 2.5 mi 0,0% De R$ 2.6 mi a R$ 3 mi 2,3% De R$ 3.1 mi a R$ 4 mi 0,0% De R$ 4.1 mi a R$ 5 mi 0,0% Acima de R$ 5 mi 0,0%   Locações

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Tarcísio de Freitas reúne empresários e representante dos EUA para tratar de tarifas

O Governo do Estado de São Paulo informou por meio de nota oficial que se reuniu nesta terça-feira (15) com o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, e empresários de setores estratégicos da economia paulista, como café, carne, citricultura, máquinas e equipamentos, sucroalcooleiro, energia, papel e celulose, aviação e transporte de cargas. Durante o encontro, o governador Tarcísio de Freitas destacou a importância do diálogo e da construção de caminhos para fortalecer as parcerias da indústria paulista com os Estados Unidos. Representantes do Estado e empresários apresentaram exemplos do potencial impacto das novas tarifas, inclusive nos preços de produtos americanos. Os empresários também manifestaram preocupação com os efeitos das medidas sobre os segmentos mais expostos às tarifas anunciadas pelo governo norte-americano. O governo estadual reforçou seu compromisso com produtores, empresários e o agronegócio paulista. “O Governo do Estado de São Paulo reforça o seu compromisso com o produtor, empresários e agronegócio paulista, e fará todo esforço necessário para garantir o melhor desfecho ao setor produtivo, bem como seus milhões de empregos gerados direta e indiretamente”, afirmou em nota.   Foto: Divulgação/ Governo de SP

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Governo se reúne com agronegócio e indústria para tratar de tarifas de Trump

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participa nesta terça-feira (15) de duas reuniões com representantes do agronegócio e da indústria para tratar da nova tarifa de 50% imposta pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros. Os encontros são as primeiras reuniões do comitê interministerial criado para discutir as medidas e elaborar uma resposta ao governo americano. A primeira reunião acontece às 10h, em Brasília (DF), com representantes da indústria, com destaque para os setores de aviação, aço, alumínio, celulose e máquinas. No primeiro semestre de 2025, produtos como petróleo bruto, aço, ferro e café não torrado lideraram as exportações brasileiras para os Estados Unidos. A tarifa de 50% é a mais alta já imposta a um parceiro comercial significativo pelos EUA. À tarde, o vice-presidente se reúne com representantes da agropecuária nacional. A FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), que participa do encontro, afirmou que a medida anunciada por Trump gerou “forte preocupação entre os parlamentares da bancada e representantes do setor produtivo”. Além disso, segundo a FPA, os participantes também devem discutir outros temas de interesse do setor, como a transparência na concessão de benefícios fiscais (PLP 41/2019), a redução de incentivos fiscais federais (PLP 128/2025) e as novas regras do Imposto de Renda para altas rendas (PL 1087/2025). Veja quem são os participantes da primeira reunião: Casa Civil da Presidência da República: Rui Costa, Ministro; Bruno Moretti, Secretário Especial de Análise Governamental; Jairo Gonçalves, Assessor-Chefe da Assessoria de Comunicação; Ministério das Relações Exteriores: Embaixadora Maria Laura da Rocha, Ministra substituta; Embaixador Maurício Carvalho Lyrio, Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente; Embaixador Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, Diretor do Departamento de Política Comercial do Ministério das Relações Exteriores. Ministério da Fazenda: Fernando Haddad, Ministro; Guilherme Mello, Secretário de Política Econômica. Ministério dos Portos e Aeroportos: Silvio Costa Filho, Ministro. Ministério do Planejamento e Orçamento: Simone Tebet, Ministra. Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República: Gleisi Hoffmann, Ministra; Olavo Noleto, Secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável. Empresários: Francisco Gomes Neto, Presidente da EMBRAER; Ricardo Alban, Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Josué Gomes da Silva, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP); José Velloso, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ); Haroldo Ferreira, Presidente-Executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (ABICALÇADOS); Janaína Donas, Presidente-Executiva da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL); Fernando Pimentel, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT); Paulo Roberto Pupo, Superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI); Paulo Hartung, Presidente Executivo da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ); Armando José Giacomet, Vice-Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI); Rafael Lucchesi, CEO da Tupy; Giovanni Francischetto, Superintendente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (CENTROROCHAS); Edison da Matta, Diretor Jurídico e de Comércio Exterior do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (SINDIPEÇAS); Cristina Yuan, Diretora de Relações Institucionais do Instituto Aço Brasil; Daniel Godinho, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG; Fausto Varela, Presidente SINDIFER; Bruno Santos, Diretor Executivo ABRAFE; Alexandre Almeida, Diretor RIMA. Ministério do Desenvolvimento: Marcio Rosa, Secretário-Executivo; Tatiana Prazeres, Secretária de Comércio Exterior; Uallace Moreira, Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços; Rodrigo Zerbone, Secretário-Executivo da Câmara de Comércio Exterior; Vice-presidência: Embaixador Celso de Tarso, Chefe da Assessoria Especial Diplomática; Vilma da Conceição Pinto, Chefe da Assessoria de Assuntos Econômicos e Sociais; Primeiro Secretário Daniel Brito, da Assessoria Especial Diplomática. Entenda O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil, que entrará em vigor em 1º de agosto. Esta medida tem gerado preocupações entre comerciantes e consumidores nos Estados Unidos, especialmente aqueles que dependem de produtos brasileiros. Uma loja em Maryland conhecida por oferecer produtos brasileiros como pão de queijo e café pode ser afetada pela nova tarifa. A proprietária, Roberta, afirmou que não pretende repassar o impacto aos clientes imediatamente, pois possui estoque suficiente para os próximos meses. O café brasileiro, amplamente consumido nos Estados Unidos, é um dos produtos que podem sofrer aumento de preço. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, atrás apenas da China. No primeiro semestre de 2025, produtos como petróleo bruto, aço, ferro e café não torrado foram os mais exportados para os Estados Unidos. A tarifa de 50% é a mais alta já imposta a um parceiro comercial significativo dos Estados Unidos. Em resposta à medida, o presidente brasileiro Lula expressou a intenção de negociar com o governo americano e mencionou a possibilidade de acionar a Organização Mundial do Comércio ou aplicar uma tarifa similar sobre produtos americanos se necessário. Um comitê composto por ministros e empresários brasileiros será formado para discutir estratégias de negociação com os Estados Unidos. Trump justificou a tarifa como uma correção às políticas comerciais do Brasil que resultaram em déficits comerciais insustentáveis para os Estados Unidos. No entanto, dados mostram que o Brasil historicamente apresenta um déficit comercial com os Estados Unidos. No primeiro semestre de 2025, o superávit americano com o Brasil atingiu US$1,7 bilhão. A medida ocorre em um contexto político tenso, com Trump mencionando investigações no Brasil relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, comerciantes e consumidores aguardam uma solução diplomática para evitar impactos negativos no comércio entre os dois países.   Fonte e foto: R7

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Pagamentos do PIS/Pasep para nascidos em setembro e outubro começam nesta terça (15)

Trabalhadores com registro em carteira, nascidos em setembro e outubro, começam a receber nesta terça-feira (15) o abono salarial do PIS/Pasep referente ao ano-base de 2023. Os valores estarão disponíveis até 29 de dezembro. O benefício contempla quem atuou com carteira assinada ao longo do ano passado e teve remuneração mensal média de até dois salários mínimos. A estimativa do governo federal é transferir R$ 30,7 bilhões para cerca de 25,8 milhões de pessoas em 2025. O valor do abono varia conforme o tempo de atividade formal no período de referência. A quantia corresponde à divisão do salário mínimo vigente por 12, multiplicada pelo número de meses trabalhados. Quem esteve empregado durante todo o ano terá direito ao valor integral, atualmente fixado em R$ 1.518. O benefício mínimo é de R$ 127. A Caixa Econômica Federal se responsabiliza pelos pagamentos do PIS, enquanto o Pasep fica a cargo do Banco do Brasil. Cronograma de pagamento Nascidos em setembro e outubro – 15 de julho; Nascidos em novembro e dezembro – 15 de agosto. Como consultar? Para verificar se há direito ao abono, é necessário acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, selecionar a aba “Benefícios” e, em seguida, “Abono Salarial”. Na opção “Pagamentos”, constam data, valor e instituição responsável. Bancos • Caixa Econômica Federal (PIS) O valor será creditado prioritariamente em contas da Caixa — corrente, poupança ou Conta Digital. Também pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital criada automaticamente. Trabalhadores sem conta na instituição podem retirar o benefício em agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e demais canais habilitados. • Banco do Brasil (Pasep) O crédito será feito preferencialmente em conta-corrente ou poupança no banco. Também há possibilidade de transferência via TED, Pix ou saque presencial para quem não possui vínculo bancário ou chave cadastrada.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Aluguel residencial encerra o primeiro semestre com alta de 5,66%, quase o dobro da inflação; veja ranking

O preço do aluguel residencial aumentou 5,66% no primeiro semestre deste ano, quase o dobro da inflação do período, apesar da desaceleração do último mês. Os dados são do Índice FipeZap, divulgado nesta terça-feira (15), que acompanha os valores em 36 cidades. A alta ficou acima da variação registrada pelo IPCA/IBGE (+2,99%), índice oficial da inflação, e pelo IGP-M/FGV (-0,94%). O preço médio de locação residencial foi de R$ 49,23/m² em junho. Os maiores valores foram registrados entre imóveis com um dormitório (R$ 66,48/m²), e os menores, em unidades com três dormitórios (R$ 41,98/m²). Preço do aluguel em cada cidade – Arte/R7 O aumento nos primeiros seis meses do ano ocorreram em 34 localidades, incluindo 21 das 22 capitais. Campo Grande (+12,69%); Belém (+8,94%); Aracaju (+8,77%); Cuiabá (+8,66%); Belo Horizonte (+8,59%); Teresina (+8,33%); João Pessoa (+7,99%); Vitória (+7,69%); Fortaleza (+7,69%); Rio de Janeiro (+7,51%); Maceió (+7,10%); Curitiba (+6,69%); Florianópolis (+6,68%); Manaus (+6,66%); Recife (+6,02%); Natal (+5,93%); São Paulo (+5,85%); Goiânia (+5,67%); São Luís (+5,07%); Salvador (+4,66%); Porto Alegre (+2,91%). Em Brasília, os preços de locação residencial registraram queda de 2,08% no primeiro semestre. Outros períodos Em junho, o aumento médio foi de 0,51%, uma desaceleração dos preços, após as altas apuradas em abril (+1,15%) e maio (+0,59%). Entre os tipos de imóveis, unidades de três dormitórios apresentaram alta mais acentuada (+0,69%), em relação a unidades de dois dormitórios, que contaram com um aumento médio de 0,33% nos preços. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o preço do aluguel teve valorização média de 11,02%. Também ficando acima da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+5,35%) e do IGP-M/FGV (+4,39%). Imóveis com um dormitório lideraram a valorização média nesse período (+11,91%), em comparação a unidades de três dormitórios (+10,70%). Rentabilidade O retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 5,93% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. A rentabilidade média foi maior entre imóveis residenciais com um dormitório (6,72% ao ano), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,89% ao ano).   Fonte: R7 Foto: DANIEL CYMBALISTA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025

As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%. Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. PIB e dólar As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas riquezas produzidas no país – se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%. Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%. Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77. O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027. Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Trump anuncia tarifa de 30% sobre importações do México e da União Europeia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (12) a imposição de novas tarifas de 30% sobre produtos importados do México e da União Europeia, com início de vigência previsto para 1º de agosto. As medidas fazem parte de uma nova ofensiva comercial liderada pelo republicano contra parceiros considerados “desleais” nas trocas comerciais com os EUA. Em cartas enviadas às líderes dos dois blocos — a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen — Trump justificou as tarifas por motivos distintos: no caso mexicano, pela crise do fentanil; e, no caso europeu, pelo desequilíbrio comercial entre as partes.   Fonte: R7 Foto: Daniel Torok/Official White House Photo

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Competitividade em risco: como a tarifa de 50% dos EUA afeta a economia brasileira?

Após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira (9), sobre uma nova tarifa de 50% para os produtos brasileiros, o clima é de incerteza para a economia do país. A exportação para os EUA é responsável por cerca de 12% do total que o Brasil vende para o mundo. No ano passado, o total de exportações brasileiras atingiram US$ 337 bilhões, sendo US$ 40,33 para os norte-americanos. Caso não haja acordo ou recuo, as novas taxas devem entrar em vigor a partir de 1º de agosto, e o Brasil terá a alíquota mais alta entre 22 países notificados pelo presidente dos EUA neste mês. O valor é maior do que os 30% atualmente impostos à China — após uma briga intensa entre as duas potências mundiais — a mesma de países como África do Sul, Argélia, Bósnia e Herzegovina, Iraque, Líbia e Sri Lanka. Tarifas anunciadas por Trump em julho – Luce Costa/Arte R7 Com isso, o impacto não será apenas o de reduzir as exportações, mas pode inviabilizar a comercialização para o país. A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo expressa preocupação com a possível ampliação da alíquota de importação para produtos brasileiros. O vice-presidente da frente, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), cita setores importantes da economia brasileira que seriam prejudicados, como petróleo, celulose, peças de aviões, café, soja, carnes, além de eletroeletrônicos, metalúrgica, que são grandes exportadores para os EUA. “Esses setores podem sofrer gravíssimas consequências, e isso precisa ser o mais rapidamente revisto, porque isso pode inviabilizar essas exportações para esse país por perda de competitividade, e nós precisamos buscar uma solução negociada”, diz. O parlamentar ainda argumenta que o Brasil não possui vantagem comercial sobre os EUA e defende que a medida pode gerar desemprego e instabilidade econômica. “Nós compramos muito mais dos Estados Unidos do que exportamos para os Estados Unidos, portanto isso precisa ser esclarecido. Nós não levamos vantagem nenhuma. Temos 200 anos de relações comerciais saudáveis com os Estados Unidos, com muita seriedade, com muita responsabilidade. Portanto, essa medida do presidente Trump é absolutamente injustificada”, destaca o deputado. Momento de cautela A economista e professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Carla Beni observa que é uma característica comum no governo Trump ameaçar fortemente outros países e depois recuar. Então, ainda há possibilidade de a medida não ser implementada. Por isso, ela diz que o momento requer cautela. “Ele cria um pânico geral e não implementa, ou implementa um adicional muito menor, ou acaba fazendo algumas concessões. Por exemplo, para o café, ele não vai subir, para o suco de laranja, ele não vai subir”, analisa. O economista André Perfeito também não acredita que isso vá se concretizar. “Acho que Trump está blefando. Vamos supor que aumente 50% o preço do aço brasileiro. Imagina o impacto disso na indústria de carros nos Estados Unidos”, questiona. Carla concorda. Para ela, a imposição de uma alíquota adicional foi uma medida completamente desproporcional e não comercial. “Vai prejudicar os Estados Unidos, porque os produtos brasileiros que eles importam — como o próprio minério de ferro, o café e o suco de laranja —, são itens que vão aumentar muito o preço para o consumidor americano”, avalia a economista. O economista e professor da Enap (Escola Nacional de Administração Pública) José Luiz Pagnussat enfatiza que, se for confirmada, a perda de competitividade será total. “O impacto sobre a economia brasileira pode chegar a uma redução de 0,5% do PIB, em 12 meses, além de efeitos sobre o câmbio, inflação e emprego. Serão ainda maiores os efeitos se o Brasil seguir sua tradição de reciprocidade, ampliando a guerra comercial Brasil X EUA”, analisa. Caminhos possíveis André Perfeito diz que a medida surtirá efeito positivo no curto prazo, porque a demanda por produtos brasileiros deve subir, com a corrida pela compra antes de a nova tarifa entrar em vigor. Carla aponta alternativas possíveis caso a nova taxa se concretize, como a venda para o mercado interno. “Pode ser algo interessante, inclusive, para aumentar a nossa oferta de produtos internamente, e ele [o Brasil] também vai buscar novos parceiros comerciais”, sugere a professora da FGV. A economista ainda acrescenta que, por mais negativa que seja, a medida fortalece o acordo do Mercosul e estimula o Brics. “De onde os Estados Unidos acabam saindo, os outros países do Brics acabam entrando. Os nossos produtos têm uma aceitação muito grande no mundo todo”, complementa. O argumento é reforçado pelo economista Gesner Oliveira. “O Brasil tem essa vantagem de ter uma diversificação de mercado. O mercado dos Estados Unidos é importante? Claro que sim, mas a gente pode diversificar ainda mais os mercados para compensar essa medida protecionista dos Estados Unidos”, diz o especialista, que prevê impactos negativos aos EUA. “O protecionismo restringe o comércio e as oportunidades de geração de renda. Eles vão ter mais inflação, custo de vida mais elevado, Tomar um suco de laranja vai custar mais caro, tomar um cafezinho vai custar mais caro. Em toda a indústria vai ficar mais caro.” Busca por novos mercados O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, já disse nessa quinta-feira (10) que vai buscar novos mercados com grande potencial consumidor em resposta à taxação. Em nota, Fávaro informou que conversou com entidades dos setores mais afetados e que vai buscar ampliar as ações já feitas durante o governo. “Diante da ação indecente do governo norte-americano, em taxar em 50% as exportações brasileiras, já estamos agindo de forma proativa”, declarou.   Fonte: R7 Foto: Ari Dias/Governo do Paraná/Arquivo

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Como aderir ao acordo para receber ressarcimento do desconto indevido do INSS? Veja!

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que tiveram descontos indevidos em seus benefícios entre março de 2020 e março de 2025 devem aderir ao acordo de ressarcimento a partir desta sexta-feira (11). A adesão pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios em todo o país (veja passo a passo abaixo). O acordo de ressarcimento proposto pelo governo federal garante que os segurados recebam de volta o valor sem a necessidade de entrar na justiça, por via administrativa. Todos os segurados que já fizeram a contestação dos descontos e ficaram sem uma resposta das entidades já podem aderir. Como será o pagamento O pagamento do reembolso vai começar no dia 24 de julho, com novos lotes diários até que todos os casos sejam concluídos. O valor será pago em parcela única, automaticamente na conta onde você já recebe seu benefício previdenciário. O calendário de liberação do reembolso seguirá a ordem cronológica da adesão ao acordo, ou seja, aqueles que aderirem primeiro ao acordo vão receber primeiro. Os valores serão corrigidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do país, desde a data do desconto até a inclusão na folha de pagamento. Como faço para aderir ao acordo? Adesão pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios em todo o país Pelo aplicativo Meu INSS Acesse o aplicativo Meu INSS com seu CPF e senha. Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência” em cada pedido (se houver mais de um). Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”. Clique em “Enviar” e pronto. Depois é só aguardar o pagamento. A adesão é gratuita e não exige o envio de documentos. Pelos Correios O atendimento presencial é para pessoas com dificuldade em usar celular, computador ou internet. Pode ser solicitado nas agências dos Correios em todo o país. Basta ir a uma agência e pedir para ser atendido. O que os beneficiários poderão fazer na agência dos Correios? Consultar se houve algum desconto no seu benefício; Contestar descontos não autorizados; Confirmar se algum desconto foi autorizado; Acompanhar o resultado da contestação (após 15 dias úteis); Analisar documentos enviados por associações; Receber protocolo de atendimento com orientações para continuar acompanhando pelo 135 ou pelo aplicativo Meu INSS. O atendimento é gratuito, com prioridade e segurança, feito por equipes treinadas. Há prioridade garantida aos aposentados e pensionistas nas agências com sistema de gestão de filas ou guichês exclusivos. O segurado deve apresentar apenas um documento oficial de identificação. Caso não possa comparecer, pode nomear um representante legal com procuração autenticada (válida apenas para consulta). O atendimento será feito numa plataforma específica, independente da base de dados dos benefícios, garantindo a proteção das informações. Resposta das entidades As pessoas que receberam resposta das associações, por meio do aplicativo Meu INSS ou presencialmente pelos Correios, poderão aceitar os documentos apresentados, contestar por suspeita de falsidade ideológica ou indução ao erro. Ou ainda declarar que não reconhece a assinatura. Segundo o INSS, nesse caso, a entidade será intimada a devolver os valores em até cinco dias úteis e o caso vai passar por uma auditoria. “Se a entidade não fizer a devolução dos valores, o beneficiário será orientado sobre as medidas judiciais cabíveis. Haverá apoio jurídico gratuito das Defensorias Públicas dos Estados”, afirma o INSS. Para quem entrou na Justiça, a adesão poderá ser feita, desde que ainda não tenha recebido os valores pela ação judicial. “Você precisará desistir da ação contra o INSS, que se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais iniciadas antes de 23 de abril de 2025″, orienta o INSS.   Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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