Skip to main content

Portal Veloz

Últimas Notícias

Funcionário de hotel é detido após esfaquear três pessoas em Paulínia

Motorista de aplicativo de Nova Odessa é preso em flagrante com carro furtado e mais de 75 kg de maconha

Consulta Digital é ampliada e passa a funcionar em oito UBSs em Limeira

Rodovia Luiz de Queiroz ganha duas faixas por sentido no km 169 em Piracicaba

Força-tarefa do MPSP amplia controle sobre atividade de rope jump após tragédia em Limeira

Campinas soma 220 casos de gripe e registra mais uma morte pela doença

Tag: economia

Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico esteve presente em encontro com empresários de Cordeirópolis e região

Cordeirópolis recebeu nesta sexta-feira (1º) o secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima em encontro com empresários de Cordeirópolis e região. Lima apresentou panorama econômico e as iniciativas do Governo Estadual para fomentar e dar suporte às empresas. Participam a prefeita Cristina Saad, políticos de Cordeirópolis e região, além de representantes de toda cadeia do desenvolvimento econômico, em especial da indústria e do comércio.   Foto: Prefeitura de Cordeirópolis

Leia Mais

Conta de luz vai ficar mais cara em agosto com bandeira vermelha nível 2, anuncia Aneel

Sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 e funciona como um sinal ao consumidor sobre os custos A conta de luz terá aumento a partir de agosto. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que será acionada a bandeira vermelha patamar 2, o que representa a cobrança de R$ 7,87 extras a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Em julho, estava em vigor a bandeira vermelha no patamar 1, que aplicava um acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh. A elevação da bandeira reflete o aumento nos custos de produção de energia elétrica, provocado principalmente pela redução no volume de chuvas e menor geração pelas hidrelétricas. “O cenário de afluências abaixo da média em todo o país reduz a geração por meio de hidrelétricas. Esse quadro eleva os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais caras, como as usinas termelétricas”, explicou a Aneel em nota. O impacto já começa a ser sentido no bolso do consumidor. Segundo dados divulgados pelo IBGE, a energia elétrica foi a principal responsável pela alta de 0,33% no IPCA-15, prévia da inflação oficial de julho. Em junho, o indicador havia registrado aumento de 0,26%. Entenda as bandeiras tarifárias: Bandeira verde: condições favoráveis de geração. Sem acréscimo na tarifa. Bandeira amarela: geração menos favorável. Acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh. Bandeira vermelha – patamar 1: geração mais custosa. Acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh. Bandeira vermelha – patamar 2: geração ainda mais custosa. Acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 e funciona como um sinal ao consumidor sobre os custos reais da geração de energia no país, incentivando o uso consciente da eletricidade, especialmente em períodos de escassez hídrica.   Fonte: R7 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Leia Mais

Diplomacia corporativa surge como alternativa para setores afetados por tarifas de Trump

A diplomacia corporativa, conceito ainda recente, pode representar uma virada nas negociações relacionadas às tarifas impostas a setores que ficaram fora da lista de isenção anunciada nesta quarta-feira (30) pelos Estados Unidos. Segundo Roberto Uebel, professor do curso de Relações Internacionais da ESPM, entidades representativas do setor produtivo podem complementar a atuação do Ministério das Relações Exteriores e de outras áreas do governo federal. “Profissionalizada no Brasil, a diplomacia corporativa poderá representar um ponto de inflexão nesta conjuntura, até então marcada por um cenário pessimista, com potencial para comprometer ainda mais as exportações brasileiras e causar impactos diretos sobre emprego e renda”, afirma. Com a exclusão de quase 700 produtos da nova taxação, Uebel acredita que há espaço para incluir outros itens na lista de isenções ou ao menos negociar reduções tarifárias. “Esse é o modus operandi da política tarifária do governo Trump. O mesmo ocorreu nas relações com China, Canadá, União Europeia — praticamente o mundo todo. Se analisarmos os dez principais produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos, café e proteína animal foram justamente os únicos que ficaram de fora das exclusões”, observa. O professor também lembra de outras disputas comerciais envolvendo empresas brasileiras na Organização Mundial do Comércio (OMC), como nos casos do algodão, da Embraer e do suco de laranja. Nessas ocasiões, o setor privado teve participação ativa nas tratativas. “Essas ações nem sempre têm influência direta sobre o governo Trump, mas podem surtir efeito junto a congressistas, empresas americanas — que são compradoras dos nossos produtos — e até mesmo na opinião pública dos Estados Unidos”, destaca. Participação ativa do setor privado Na avaliação de Uebel, os canais mais eficazes para essas negociações são os fóruns empresariais e as câmaras de comércio, que exercem papel relevante nesse tipo de articulação. O contato direto entre empresas brasileiras, por meio de seus representantes, e os parceiros norte-americanos também se mostra essencial. “O setor privado tem uma função indispensável. Sobretudo porque a diplomacia pública, conduzida pelo Itamaraty, tem enfrentado dificuldades relevantes, inclusive para estabelecer diálogo com os Estados Unidos. O acesso ao governo americano, aos departamentos de Comércio e de Estado, está extremamente restrito”, pontua. Outro aspecto relevante, segundo ele, diz respeito ao impacto que as novas tarifas podem ter sobre o consumidor norte-americano. “Se estamos diante de um tarifaço, capaz de encarecer os produtos brasileiros nos Estados Unidos, esse argumento pode ser usado como ferramenta de barganha: com o aumento das taxas, os preços sobem, e os americanos vão pagar mais no supermercado — o que pode gerar inflação”, conclui.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/The White House

Leia Mais

Chanceler brasileiro encontra secretário dos EUA e diz que Brasil pode responder a tarifaço

Reunião ocorreu em Washington nesta quarta, dia em que taxa foi oficializada por Trump; quase 700 itens ficaram de fora da alíquota O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se nesta quarta-feira (30), em Washington, com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, para discutir a taxa de 50% imposta pelo presidente Donald Trump. O chanceler brasileiro reforçou que o Brasil pode responder à taxa dos EUA e chamou a medida de “inaceitável e descabida”. “Reiteirei que o Brasil está aberto a dar seguimento às negociações comerciais iniciadas em 7 de março deste ano e paralisadas desde a divulgação da carta de 9 de julho [quando Trump anunciou a taxa]”, destacou Vieira a jornalistas, em pronunciamento na embaixada brasileira na capital norte-americana. “Afirmei que o Poder Judiciário é independente no Brasil tanto como aqui [nos EUA] e não se curvará a pressões externas. Nesse sentido, o governo brasileiro se reserva o direito de responder às medidas adotadas pelos EUA”, acrescentou o chanceler. O tarifaço, anunciado em 9 de julho, foi oficializado pela Casa Branca nesta quarta, por meio de uma ordem executiva. A medida começa a valer em 6 de agosto. A lista, no entanto, tem quase 700 exceções, incluindo itens como suco de laranja, aviões comerciais e combustíveis (leia mais abaixo). “Enfatizei que é inaceitável e descabida a ingerência na soberania nacional no que diz respeito a decisões do Poder Judiciário do Brasil, inclusive a condução do processo judicial no qual é réu o ex-presidente Bolsonaro”, completou Vieira. Segundo o brasileiro, ele e Rubio concordaram “quanto à necessidade de manter diálogo para solucionar os problemas bilaterais”. “Volto hoje à noite ao Brasil e relatarei ao presidente Lula o teor das conversas que mantive nos EUA, de forma a definir as respostas do Brasil diante das medidas anunciadas hoje”, finalizou. Entenda A ordem executiva assinada por Trump impõe tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros comprados pelos EUA — o que eleva o total da taxa para 50%. O texto oficializa o chamado tarifaço, anunciado pelo republicano em 9 de julho. Ao justificar a medida, Trump cita os processos judiciais enfrentados por Bolsonaro. Além de inelegível até 2030, o ex-presidente é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. O norte-americano destaca, ainda, uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos”. Suposta censura A decisão ocorre também em resposta a políticas e condutas adotadas por autoridades brasileiras, consideradas por Trump como prejudiciais à economia norte-americana, à liberdade de expressão e às operações de empresas dos EUA no Brasil. A Casa Branca acusa o governo brasileiro de implementar medidas que configuram uma suposta censura política, com perseguição a opositores e intimidação de plataformas digitais, e afeta diretamente interesses estratégicos dos Estados Unidos. Negociações Após o anúncio de Trump, em 9 de julho, Lula determinou a criação de um comitê interministerial para discutir a tarifa. O grupo de trabalho é chefiado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Desde a criação, o comitê tem discutido com empresários e setores mais afetados pela decisão de Trump. Exceções à taxa Trump deixou de fora da taxa de 50% 694 itens exportados pelo Brasil aos EUA. Entre os produtos que não receberão a tarifa, estão suco de laranja, aviões comerciais, combustíveis, petróleo e minério de ferro. Commodities brasileiras com grande fluxo comercial para os Estados Unidos, como carne bovina, café e cacau, não foram incluídas nas exceções e serão taxadas em 50%. Café e cacau Segundo dados do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), os Estados Unidos são os maiores compradores de café do Brasil — tanto do item torrado quanto do não torrado. Apenas em junho, os EUA adquiriram 15,9% do café não torrado vendido pelo Brasil, um total de US$ 148,2 milhões. Também no mês passado, no caso do café torrado — modalidade que inclui extratos, essências e concentrados de café —, os Estados Unidos compraram 23,4% do que foi produzido pelo Brasil: US$ 21 milhões. Os EUA também têm participação importante na compra do cacau brasileiro. Em junho deste ano, o país foi o maior comprador de cacau em pó, manteiga ou pasta de cacau, com 42,6% de participação (US$ 22,5 milhões). Com relação ao chocolate e a outras preparações alimentícias oriundas do cacau, os Estados Unidos (12,2%) foram o segundo maior destino no mês passado, atrás apenas da Argentina (27,2%). O valor total das compras chegou a US$ 2,4 milhões. Carnes A participação dos EUA no mercado brasileiro de carnes é menos significativa do que o fluxo de café e cacau. A maior parte dos tipos de carne vendidos pelo Brasil não é comprada pelos Estados Unidos, como frangos, suínos e pescados. O país adquire, basicamente, três modalidades — despojos comestíveis de carnes, preparados ou preservados; carne bovina fresca, refrigerada ou congelada; e outras carnes comestíveis salgadas, em salmoras, secas ou defumadas. A participação dos EUA é maior no primeiro tipo. Os norte-americanos são os principais compradores da modalidade, com 35% do mercado, cerca de US$ 46,4 milhões. Nas outras modalidades, os EUA são os terceiros maiores destinos dos itens, com 5,7% (US$ 75,4 milhões) e 6,6% (US$ 1,5 milhão), respectivamente. As informações também são de junho deste ano, conforme dados do MDIC.   Fonte: R7 Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia Mais

Decreto detalha liberação de R$ 20,6 bilhões do Orçamento de 2025

Uma semana após o anúncio da liberação de R$ 20,6 bilhões do Orçamento de 2025, o Palácio do Planalto publicou um decreto que detalha o descontingenciamento dos recursos por ministérios e órgãos federais. A medida beneficiou principalmente os Ministérios das Cidades, da Defesa e da Saúde. Publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União, o decreto com os novos limites de gastos trazem os valores detalhados dos contingenciamentos e dos bloqueios por ministérios e por órgãos. Pela legislação, a medida sai oito dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento. O Ministério das Cidades teve R$ 1,928 bilhão liberados; o da Defesa, R$ 1,920 bilhão. O Ministério da Saúde vem em terceiro lugar, com R$ 1,814 bilhão. Apesar da liberação dos R$ 20,6 bilhões, o Orçamento de 2025 continua com R$ 10,747 bilhões bloqueados. O bloqueio é necessário para que o governo cumpra o teto de gastos do arcabouço fiscal que limita o crescimento das despesas em 2025 a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Segundo o decreto, dos R$ 10,747 bilhões que permanecem bloqueados, R$ 8,3 bilhões vêm de gastos discricionários (não obrigatórios) e R$ 2,447 bilhões de emendas parlamentares. Dentro dos gastos discricionários, R$ 3,237 bilhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão congelados. Na divisão por ministérios, as pastas das Cidades lidera o bloqueio, com R$ 2,36 bilhões. Em seguida, vem o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com R$ 1,154 bilhão, e o Ministério da Defesa, com R$ 673,5 milhões. Tipos de despesa O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio. O contingenciamento representa os recursos retidos temporariamente para cobrir falta de receitas do governo que atrapalham o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos. Já o  bloqueio corresponde aos recursos retidos para cumprir o limite de gastos do arcabouço. Para 2025, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Faseamento Apesar da liberação de recursos, o Ministério do Planejamento e Orçamento ressaltou que continua em vigor o decreto que restringe a execução orçamentária de um terço dos gastos discricionários (não obrigatórios) por mês. Com a medida assinada em abril, cada órgão só pode empenhar (autorizar) dois terços da verba discricionária prevista para o mês. Chamada de faseamento, a restrição, na prática, retarda a execução do Orçamento. Até setembro, os ministérios não podem empenhar R$ 52,8 bilhões. Segundo o Planejamento, essa medida facilita o cumprimento da meta fiscal e do teto de gastos do arcabouço fiscal.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Leia Mais

IBGE: taxa de desemprego cai para 5,8%, a menor já registrada

O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador. A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%. No conjunto de três meses encerrado em junho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país. O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões. Pesquisa atualizada A Pnad divulgada nesta quinta-feira é a primeira que apresenta ponderação com base em dados apurados pelo Censo 2022. A mudança consiste em um ajuste da amostra representativa de domicílios visitados pelos pesquisadores do IBGE. A atualização é praxe de órgãos de estatísticas em todo o mundo. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoas que efetivamente procura emprego. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário. O contingente de desalentados, pessoas que sequer procuram emprego por avaliarem que não conseguirão, fechou o segundo trimestre em 2,8 milhões, menor nível desde 2016. Salários O mercado de trabalho aquecido pode ser sentido no bolso do trabalhador. O IBGE revelou que o rendimento médio mensal atingiu R$ 3.477, o maior já apurado. Esse valor fica 1,1% acima do recebido no primeiro trimestre do ano e 3,3% maior que o do segundo trimestre do ano passado. O maior número de pessoas ocupadas e o recorde no rendimento fizeram com que a massa de rendimentos – o total de dinheiro que os trabalhadores recebem – também atingisse o ponto mais alto já alcançado, R$ 351,2 bilhões. É dinheiro que termina movimentando a economia, seja em forma de consumo ou poupança. Esse patamar supera em 5,9% (R$ 19,7 bilhões) o montante do mesmo trimestre de 2024. Fonte: Agência Brasil Foto: Arquivo/Agência Brasil

Leia Mais

Empresa de trens chinesa abrirá fábrica em Araraquara

Com investimento inicial de cerca de R$ 50 milhões, empreendimento fabricará trens para linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha A empresa estatal chinesa CRRC abrirá uma fábrica para o fornecimento de trens para o Metrô de São Paulo. O empreendimento terá um investimento inicial de cerca de R$ 50 milhões e deve gerar 100 empregos. A produção, prevista para começar em 2026, atenderá as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô. Além das novas composições para o Metrô, a fábrica será responsável pela produção dos veículos do Trem Intercidades (TIC), que ligará São Paulo a Campinas e cuja operação deve iniciar em 2031. A CRRC venceu uma licitação internacional para a fabricação dos trens. As composições abastecerão, inclusive, a expansão da Linha 2-Verde, da Vila Prudente à Penha, além de reforçar a frota das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Os novos equipamentos serão mais rápidos e modernos, permitindo redução do intervalo de circulação, melhora no conforto dos passageiros e aumento da confiabilidade do sistema. Com capacidade para transportar até 1,8 mil passageiros por trem, os veículos terão motores de alta performance com velocidade máxima de 100 km/h, além de um modelo gangway, que prevê passagem livre entre os carros. Programa SP Nos Trilhos Com investimentos previstos de mais de R$ 190 bilhões, o programa SP nos Trilhos reúne mais de 40 projetos voltados à infraestrutura ferroviária, incluindo trens metropolitanos e serviços intercidades. As iniciativas abrangem mais de 1 mil quilômetros de trilhos na Grande São Paulo, no interior e no litoral do estado, com potencial para gerar cerca de 150 mil empregos. Entre as ações previstas, está a modernização da frota atual e a aquisição de aproximadamente 400 novos trens nos próximos dez anos. O programa contempla tanto as linhas em operação quanto os futuros projetos, reforçando o compromisso do Governo de São Paulo com a ampliação do transporte sobre trilhos e a melhoria da mobilidade urbana.   Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

Leia Mais

Copom pode encerrar ciclo de alta dos juros com decisão desta quarta e manter Selic a 15%

Economistas avaliam que Copom deve interromper ciclo de sete altas consecutivas; Selic está no maior nível desde 2006 O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decide nesta quarta-feira (30) a nova taxa básica de juros da economia brasileira. A expectativa predominante entre analistas financeiros indica estabilidade no patamar atual — 15% ao ano. As discussões começaram na terça-feira (29). Caso se confirme, a decisão encerrará o ciclo de altas iniciado em setembro de 2024. Na reunião anterior, o comitê demonstrou inclinação para pausar o aperto monetário, reforçando, contudo, o compromisso com a estabilidade dos preços. Os diretores destacaram a necessidade de manter uma política monetária “significativamente contracionista por período prolongado”, diante da resiliência da inflação, da atividade econômica aquecida, de pressões sobre salários e de expectativas desancoradas. Projeções do mercado De acordo com o boletim Focus, divulgado na segunda-feira (28) pelo Banco Central, há consenso entre instituições financeiras sobre a manutenção da Selic em 15%. Das 85 previsões atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para o encerramento de 2025 permanece nesse nível. Para o fim de 2026, a projeção central continua em 12,5%, sem alterações há 26 semanas. As 84 estimativas mais recentes também mantêm essa perspectiva. O que é a Selic? A Selic funciona como ferramenta principal para controle do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Juros elevados encarecem o crédito, desestimulam o consumo e reduzem a produção, o que pode desacelerar o ritmo de crescimento econômico. Na prática, aumentos na taxa básica impactam diretamente os encargos de financiamentos, empréstimos e cartões de crédito, pressionando a demanda e contribuindo para a desaceleração dos preços. Superquarta no Brasil e nos EUA O anúncio desta quarta-feira ocorre durante a chamada “superquarta” — quando decisões sobre juros são divulgadas simultaneamente por autoridades monetárias do Brasil e dos Estados Unidos. O Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) manteve sua taxa no intervalo entre 4,25% e 4,5%. No final de 2024, em resposta à valorização do dólar e ao avanço inflacionário, o Banco Central brasileiro intensificou os ajustes na Selic com o objetivo de conter o consumo e pressionar os preços para baixo. Histórico Entre agosto de 2022 e junho de 2023, a Selic permaneceu em 13,75% ao ano. Em seguida, ocorreram seis cortes consecutivos de 0,5 ponto percentual e outro de 0,25, reduzindo a taxa para 10,5% em maio de 2024. Esse patamar vigorou até setembro do mesmo ano, quando o Copom iniciou uma nova série de elevações, levando os juros para 10,75%. Desde então, houve sete aumentos sucessivos, até atingir os atuais 15% — o nível mais elevado desde 2006.   Fonte: R7 Foto: Raphael Ribeiro/Banco Central

Leia Mais

Secretário dos EUA afirma que produtos como manga, cacau e café podem ter tarifa zero

Tarifaço de Trump a produtos brasileiros começa a valer na próxima sexta; EUA é o maior comprador de café do Brasil O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou nesta terça-feira (29) que o país pode aplicar tarifa zero a produtos não produzidos nos EUA, como cacau, manga, café e abacaxi. Lutnick não citou o Brasil — no entanto, os EUA são os maiores compradores do café brasileiro. A tarifa de 50% imposta pelo presidente Donald Trump a todos os produtos brasileiros comprados pelos EUA começa a valer na próxima sexta-feira (1º). “O presidente [Trump] incluiu que, se você cultivar algo e nós não cultivarmos, isso pode chegar a zero. Portanto, se fizermos um acordo com um país que cultiva manga ou abacaxi, eles podem entrar sem tarifa. O café e o cacau seriam outros exemplos de recursos naturais”, declarou o secretário em entrevista ao canal de TV norte-americano CNBC.   Fonte: R7 Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Leia Mais

Haddad diz que pode haver conversa entre Lula e Trump sobre tarifas

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto), afirmou, nesta terça-feira (29), em Brasília, que pode haver uma conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump para tratar das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para aquele país. Segundo Haddad, não há obstrução dos canais de diálogo entre os negociadores das duas nações, entretanto, esse contato direto entre os chefes de Estado exige uma preparação protocolar mínima. “É papel nosso, dos ministros, justamente azeitar os canais para que a conversa, quando ocorrer, seja a mais dignificante e edificante possível”, disse Haddad sobre o trabalho que vem sendo feito por ele; pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que está nos Estados Unidos; e pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que também vem dialogando com o setor produtivo. “Tem que haver uma preparação antes para que seja uma coisa respeitosa, para que os dois povos se sintam valorizados à mesa de negociação, não haja um sentimento de viralatismo, de subordinação”, acrescentou, ao criticar as pressões da oposição para que haja pressa nas decisões. “[Temos que] virar um pouquinho a página da subserviência e, com muita humildade, nos colocar à mesa, mas respeitando os valores do nosso país”, disse o ministro em conversa com jornalistas no Ministério da Fazenda. Um grupo de oito senadores brasileiros também está em Washington, capital do país norte-americano, para tentar abrir um canal de diálogo com congressistas estadunidenses e discutir soluções para o tarifaço. No último dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos enviou uma carta a Lula anunciando a imposição da tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros a partir do dia 1º de agosto [https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros]. Há sinais Para Haddad já há “algum sinal de interesse” e “sensibilidade” de autoridades dos Estados Unidos para conversar. “Alguns empresários estão fazendo chegar ao nosso conhecimento que estão encontrando maior abertura lá, não sei se vai dar tempo até dia 1º”, avaliou o ministro, afirmando que não está fixado na data e que as negociações vão continuar mesmo com a entrada em vigor das tarifas. “Estão ficando mais claros, agora, os pontos de vista do Brasil em relação a alguns temas que não eram de fácil compreensão por parte deles. A relação sempre foi amistosa entre os países, então não há razão nenhuma para que isso mude, deixar que temas alheios ao governo brasileiro sejam motivo para o recrudescimento, assim, de tensões”, afirmou o ministro da Fazenda. O ministro contou, ainda, que o vice-presidente Geraldo Alckmin tem feito “um esforço monumental” em suas conversas com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. “Ontem mesmo houve uma conversa mais longa, terceira e mais longa conversa que tiveram”, observou. O foco do governo brasileiro, segundo Haddad, é que eles se manifestem oficialmente para que possa ser mapeado o que, de fato, está em jogo e para que os negociadores encontrem uma solução, considerando o que é importante para os dois países. Contingenciamento Enquanto isso, já está na mesa do presidente Lula o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pelo tarifaço. O documento foi formulado pelos ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil. Vários cenários foram apresentados e, segundo o ministro Haddad, Lula tomará a decisão sobre “a escala, o montante, a oportunidade, a conveniência e a data” do pode ser colocado em vigor. Um dos cenários inclui um programa de manutenção do emprego com o mesmo propósito do que vigorou durante a pandemia de covid-19. “Eu não sei qual é o cenário que o presidente vai optar”, afirmou o ministro da Fazenda, sem adiantar as medidas. “O Brasil vai estar preparado para cuidar das suas empresas, dos seus trabalhadores e, ao mesmo tempo, se manter permanentemente numa mesa de negociação, buscando racionalidade, buscando respeito mútuo e estreitamento das relações”, completou o ministro.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz