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Tag: economia

Conta de luz, lazer e passagem aérea: veja o que ficou mais barato em agosto

IPCA recuou 0,11%; reduções ajudaram a conter a inflação, mas serviços como transporte por app e streaming seguiram em alta A inflação oficial do país recuou 0,11% em agosto, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) esta semana. Foi o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024 — quando o índice caiu 0,02% — e a deflação mais intensa registrada desde setembro de 2022. Os dados mostram que alguns produtos estão pesando menos no bolso do consumidor. Entre os itens que mais contribuíram para a queda, estão energia elétrica, cinema, teatro, concertos e passagens aéreas. O impacto negativo mais intenso veio do grupo habitação (-0,90%), devido à queda na energia elétrica residencial (-4,21%). O resultado foi devido à incorporação do Bônus de Itaipu, apesar de estar em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos. No caso dos transportes, a queda foi impactada pela diminuição nos preços das passagens aéreas (-2,44%) e nos combustíveis (-0,89%). Etanol e gás veicular também ficaram mais baratos, enquanto o diesel subiu 0,16%. Lazer mais em conta O setor de lazer também contribuiu para a deflação de agosto. Cinema, teatro e concertos tiveram queda de 4,02% nos preços, movimento influenciado pelas promoções da “Semana do Cinema”, que reduziram o valor dos ingressos em todo o país. A iniciativa ajudou a aliviar o bolso das famílias e teve impacto direto no índice do mês. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 3,15% no ano e de 5,13% em 12 meses. Principais altas de agosto Apesar das quedas apontadas acima, alguns itens continuaram em alta e pressionaram o bolso do consumidor em agosto. Os jogos de azar subiram 3,6%, enquanto o transporte por aplicativo avançou 3,27%, refletindo maior demanda no período. Também pesaram no orçamento os serviços de streaming, que registraram aumento de 1,91%, e as mensalidades do ensino superior, com alta de 1,26%. Perguntas e respostas Qual foi a variação da inflação oficial em agosto? A inflação oficial do país recuou 0,11% em agosto, conforme dados do IBGE. Este foi o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024 e a deflação mais intensa desde setembro de 2022. Quais produtos ficaram mais baratos em agosto? Os produtos que tiveram queda de preços incluem energia elétrica, cinema, teatro, concertos e passagens aéreas. Qual foi o impacto da energia elétrica na inflação? O grupo Habitação teve um impacto negativo de -0,90%, principalmente devido à queda de 4,21% na energia elétrica residencial, influenciada pelo Bônus de Itaipu, mesmo com a bandeira tarifária vermelha patamar 2 em vigor. Como os preços das passagens aéreas e combustíveis se comportaram? As passagens aéreas tiveram uma diminuição de 2,44%, enquanto os combustíveis caíram 0,89%. O etanol e o gás veicular ficaram mais baratos, mas o diesel subiu 0,16%. O que ocorreu com os preços no setor de lazer? No setor de lazer, os preços de cinema, teatro e concertos caíram 4,02%, influenciados pelas promoções da “Semana do Cinema”, que reduziram os preços dos ingressos em todo o país. Quais itens continuaram a subir de preço em agosto? Alguns itens que subiram de preço incluem jogos de azar, com alta de 3,6%, e transporte por aplicativo, que avançou 3,27%. Os serviços de streaming também aumentaram em 1,91%, assim como as mensalidades do ensino superior, que subiram 1,26%.   Fonte: R7 Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

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Brasil registra deflação pela primeira vez em um ano; queda foi a mais intensa desde 2022

Índice ficou 0,37 ponto percentual em relação à taxa de 0,26% registrada em julho A inflação oficial do país recuou 0,11% em agosto, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda foi de 0,37 ponto percentual em relação à taxa de 0,26% registrada em julho, pelo IPCA (Índice de preços no consumidor). Este foi o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024 e o mais intenso desde setembro de 2022. O IPCA acumula, no ano, alta de 3,15%. Resultado, no entanto, ficou abaixo da expectativa do mercado, que espera uma queda de 0,15% para o mês. O impacto negativo mais intenso veio do grupo Habitação (-0,90%), devido à queda na energia elétrica residencial (-4,21%). O impacto negativo foi devido à incorporação do Bônus de Itaipu, apesar de estar em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos. Alimentação e bebidas (-0,46%) e Transportes (-0,27%), também tiveram impacto. Comunicação e Artigos de residência também registraram deflação (-0,09%). Alimentação Este é o terceiro mês de deflação consecutivo para o grupo deflação. Os itens que tiveram mais impacto foram tomate (-13,39%), batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%), arroz (-2,61%) e café moído (-2,17%). A alimentação fora de casa também teve queda, passando de 0,87% para agosto 0,50%. Já o lanche passou de 1,90% em julho para 0,83% em agosto, e a refeição foi de 0,44% em julho para 0,35% em agosto. Transportes No caso dos Transportes, a queda foi impactada pela diminuição nos preços das passagens aéreas (-2,44%) e nos combustíveis (-0,89%). Segundo o IBGE, a gasolina reduziu 0,94%, sendo o segundo impacto individual mais intenso no índice. Perguntas e Respostas Qual foi a taxa de inflação registrada no Brasil em agosto? A inflação oficial do Brasil recuou 0,11% em agosto, conforme dados do IBGE. Como essa taxa se compara à de julho? A queda foi de 0,37 ponto percentual em relação à taxa de 0,26% registrada em julho. Quando foi a última vez que o Brasil registrou um resultado negativo na inflação? Este é o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024. Qual foi o impacto da deflação em relação ao mercado? O resultado ficou abaixo da expectativa do mercado, que previa uma queda de 0,15% para o mês. Quais grupos contribuíram para a deflação? O grupo Habitação teve o maior impacto negativo, com uma queda de 0,90%, principalmente devido à redução na energia elétrica residencial, que caiu 4,21%. Quais outros grupos também apresentaram deflação? Os grupos Alimentação e Bebidas (-0,46%) e Transportes (-0,27%) também registraram deflação, assim como Comunicação e Artigos de residência (-0,09%). Quais itens tiveram os maiores impactos na deflação? Os itens que mais impactaram foram tomate (-13,39%), batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%), arroz (-2,61%) e café moído (-2,17%). Como a alimentação fora de casa foi afetada? A alimentação fora de casa teve uma queda, passando de 0,87% para 0,50% em agosto. O que aconteceu com os preços dos transportes? Os preços dos transportes caíram, impactados pela diminuição nos preços das passagens aéreas (-2,44%) e nos combustíveis (-0,89%), com a gasolina reduzindo 0,94%.   Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Pix acumula mais de R$ 1,5 bilhão em devoluções por fraude, golpes ou erros em 4 anos

A restituição é feita por meio do MED (Mecanismo Especial de Devolução), sistema de segurança que terá mudanças a partir de 1º de outubro O Pix acumula mais de R$ 1,5 bilhão em devoluções de valores por fraudes, golpes, erros ou coerção nos últimos quatro anos. A restituição é feita por meio do MED (Mecanismo Especial de Devolução), sistema de segurança criado em 2021. Segundo o Banco Central, só neste ano, o valor devolvido nos primeiros sete meses já atinge R$ 377,4 milhões, sem considerar as eventuais devoluções parciais. No ano passado inteiro, foram restituídos R$ 561,5 milhões. Valores devolvidos por ano 2021 (novembro e dezembro): R$ 3.898.646,65 2022: R$ 191.164.322,82 2023: R$ 389.139.322,39 2024: R$ 561.513.623,72 2025 (até julho): R$ 377.427.374,88 Bloqueio e devolução Para aumentar as chances de bloqueio e devolução, o cliente deve acionar o banco imediatamente após perceber fraude, golpe ou duplicidade de transação. Atualmente, a notificação de fraude feita pelo cliente no aplicativo ou nos canais oficiais dos bancos permite o bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso. O problema é que os fraudadores, normalmente, conseguem retirar rapidamente os recursos dessa conta e transferi-los para outras contas. Assim, quando o cliente faz a reclamação é comum que essa conta já não tenha fundos para viabilizar a devolução. Mudança Por isso, o BC anunciou mudanças no sistema. A partir de 1º de outubro, a contestação de transações fraudulentas será feita diretamente no aplicativo dos bancos, sem a necessidade de interação humana. Além disso, a partir de 23 de novembro, de forma facultativa, o mecanismo passará a rastrear o caminho dos recursos e compartilhar as informações com as instituições financeiras envolvidas. Isso permitirá bloquear valores em contas de destino intermediárias e a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação. Essa funcionalidade será obrigatória a partir de 2 de fevereiro de 2026. Como funciona o MED Atualmente, quando o cliente é vítima de fraude, golpe ou crime, ele pode reclamar em sua instituição nos canais de atendimento em até 80 dias da data da realização do Pix. Ao efetuar a reclamação, os recursos são bloqueados na conta do recebedor para análise detalhada do caso e, se for considerado procedente, os recursos são devolvidos à vítima. Entretanto, esta devolução depende de disponibilidade de fundos na conta do fraudador. No entanto, a notificação de infração associada à devolução permite o bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso, ou seja, na primeira camada a qual o dinheiro foi enviado. Como usar o MED Ao perceber que foi vítima de um golpe, o cliente deve entrar em contato com seu banco, através do aplicativo ou pelos canais oficiais e acionar o MED O banco irá avisar a instituição do suposto golpista e este irá bloquear o valor que estiver disponível em sua conta O caso será analisado. Se concluírem que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados. Se for fraude, o cliente receberá o dinheiro de volta, a depender do montante disponível na conta do golpista O MED também pode ser utilizado quando existir falha operacional no ambiente Pix de sua instituição, por exemplo, quando ela efetuar uma transação em duplicidade.   Fonte: R7 Foto: DANIEL CYMBALISTA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Mercado financeiro projeta PIB de 2,16% em 2025

O mercado financeiro prevê crescimento de 2,16% da economia brasileira para 2025, percentual abaixo dos 2,19% projetados há uma semana para o Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil. É o que indica o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC). Para os anos subsequentes, a previsão do mercado é que a economia cresça 1,85%, em 2026; e 1,88% em 2027. O PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), resultado que atingiu “o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996”, apesar de representar desaceleração, se comparado ao crescimento de 1,3% observado no primeiro trimestre. Inflação Com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país), o Boletim Focus interrompeu uma tendência de queda que vinha sendo observada há 14 semanas, mantendo a mesma previsão observada na semana passada, de 4,85%. Há quatro semanas, a expectativa de inflação para o ano estava em 5,05%. Para 2026 e 2027, as estimativas de inflação estão menores do que as projetadas nas semanas anteriores: 4,3% no ano que vem; e 3,94% em 2027. Na semana anterior, as previsões estavam em 4,31% e 3,94%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Este percentual é também o projetado pelo boletim há 11 semanas. Para 2026 e 2027, a projeção do mercado para a Selic também se mantém estável, em 12,5% e 10,5%, respectivamente. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic. Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos EUA aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária, então, informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores. Entre eles estão risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. Dólar Pela terceira semana seguida, o Boletim Focus reduz o valor projetado para o dólar ao final de 2025. A expectativa do mercado financeiro é de que a moeda norte-americana feche o ano cotada a R$ 5,55. Há uma semana a projeção estava em R$ 5,56; e há quatro semanas estava em R$ 5,60 – o mesmo valor projetado para 2026 e 2027.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Industriais buscam parceiros nos EUA para tentar reverter tarifaço

Industriais brasileiros articulam com empresários estadunidenses uma ação conjunta para pressionar o governo de Donald Trump a negociar o tarifaço com o governo do Brasil. Os industriais estão nos Estados Unidos em uma comitiva liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Participam da missão os dirigentes das federações das indústrias de Minas Gerais (FIEMG), Paraná (FIEP), Paraíba (FIEPB), Rio de Janeiro (FIRJAN), Rio Grande do Norte (FIERN), Santa Catarina (FIESC), Goiás (FIEG) e São Paulo (FIESP). “O setor industrial brasileiro articulou com parceiros americanos para que também pressionem o governo dos EUA em busca de um consenso para superar a crise. Estamos trabalhando juntos para que ambos os governos se sentem à mesa e encontrem uma saída para esse impasse”, afirmou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe. Além dos representantes de associações de setores industriais, a missão internacional da CNI, que teve encontros em Washington, capital dos EUA, ontem e nesta quinta-feira (4), conta com aproximadamente 80 empresários brasileiros e 50 norte-americanos. “O resultado imediato é o fortalecimento da sinergia entre empresários e a construção de um trabalho conjunto que renderá frutos. Acredito que esse esforço em cada país será capaz de mobilizar forças políticas na direção correta para superarmos essa crise”, acrescentou Roscoe. De acordo com o presidente da FIEG, André Rocha, a intenção da ação dos empresários é a de conseguir reduzir as taxas ou aumentar a lista de produtos isentos do tarifaço. “Estamos tratando com as contrapartes, com a Câmara de Comércio Americana, a US Chamber, justamente para tentar reduzir as tarifas ou conseguir também uma nova lista de exceção”. Enfrentar equívocos políticos O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que a missão busca estabelecer critérios técnicos para a negociação, mas também combater equívocos de ordem política entre os dois países.  “O que nós queremos aqui é garantir uma porta de diálogo, garantir que uma mesa de negociação possa existir e que nessa mesa os argumentos técnicos, comerciais e econômicos possam ter a sua preferência, possam ter a sua importância e, com isso, nós criarmos alternativas para enfrentar possíveis entendimentos ou equívocos que vêm da ordem política ou geopolítica”, disse. Interferência política O tarifaço faz parte de uma série de ações dos Estados Unidos para tentar interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados pela tentativa de golpe de Estado. A atuação do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, que está morando nos Estados Unidos, em favor das sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras, passou a ser investigada pela Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Os norte-americanos abriram uma investigação comercial contra o Brasil e adotaram tarifas de 50% sobre importações de produtos brasileiros, patamar entre os mais altos anunciados até agora na guerra comercial promovida por Donald Trump. Além disso, o mandatário assinou uma Ordem Executiva (OE) em que considera o Brasil uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA, classificação semelhante à adotada contra países considerados hostis a Washington, como Cuba, Venezuela e Irã. Medidas do governo brasileiro O governo federal anunciou no último dia 13 uma série de medidas de apoio às empresas, aos exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas impostas pelos Estados Unidos contra os produtos brasileiros. Chamadas de Plano Brasil Soberano, as medidas pretendem fortalecer o setor produtivo; proteger os trabalhadores; e avançar em soluções diplomáticas, comerciais e multilaterais. Entre as principais ações, estão novos linhas de crédito. Apenas do Fundo Garantidor de Exportações serão R$ 30 bilhões, conforme anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os recursos serão usados como funding para a concessão de crédito com taxas acessíveis e, também, para ampliar as linhas de financiamento às exportações. Empresas mais afetadas terão preferência para obter crédito, levando em conta a dependência do faturamento em relação às exportações para os EUA; tipo de produto; e o porte de empresa. No caso das pequenas e médias empresas, elas também poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito. O governo ressalta que o acesso às linhas estará condicionado à manutenção dos empregos. Estão previstos, também, aportes de R$ 4,5 bilhões em fundos garantidores; e R$ 5 bilhões em crédito pelo novo Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Novo Reintegra).   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/Divulgação

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Produção industrial chega ao quarto mês sem crescimento, mas acumula alta de 1,1% no ano

Setor teve queda de 0,2% em julho; influência negativa mais importante do mês foi assinalada por metalurgia (-2,3%) A produção industrial brasileira registrou variação negativa de 0,2% na passagem de junho para julho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta quarta-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado do ano, o setor apresenta crescimento de 1,1% e, em 12 meses, de 1,9%. A média móvel trimestral, encerrada em maio, ficou em 0,3%. Na passagem de junho para julho de 2025, duas das quatro grandes categorias econômicas e 13 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram queda na produção. Entre as atividades, a influência negativa mais importante foi assinalada por metalurgia (-2,3%), que interrompeu dois meses consecutivos de avanço na produção. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de: outros equipamentos de transporte (-5,3%) impressão e reprodução de gravações (-11,3%) bebidas (-2,2%) manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,7%) equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2%) produtos diversos (-3,5%) produtos de borracha e de material plástico (-1%). Por outro lado, entre as 11 atividades que mostraram avanço na produção, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (7,9%), produtos alimentícios (1,1%), indústrias extrativas (0,8%) e produtos químicos (1,8%) exerceram os principais impactos em julho de 2025. Vale destacar também as influências positivas registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e celulose, papel e produtos de papel (0,7%). Categorias econômicas Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo duráveis (-0,5%) e bens de capital (-0,2%) registraram as taxas negativas em julho. Por outro lado, os setores produtores de bens intermediários (0,5%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,1%) mostraram os resultados positivos neste mês. Julho de 2025 x julho de 2024 Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou variação positiva de 0,2%, com resultados positivos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 12 dos 25 ramos, 39 dos 80 grupos e 47,8% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, a principal influência positiva no total da indústria foi registrada por indústrias extrativas (6,3%), impulsionada, principalmente, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo e gás natural. Houve também contribuições positivas assinaladas pelos ramos de produtos alimentícios (2,2%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12%), de máquinas e equipamentos (5,2%), de produtos químicos (1,9%), de produtos têxteis (9,9%), de celulose, papel e produtos de papel (3,8%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (8,7%). Vale citar que julho de 2025 (23 dias) teve o mesmo número de dias úteis que igual mês do ano anterior (23). Perguntas e Respostas Qual foi a variação da produção industrial brasileira em julho? A produção industrial brasileira registrou uma variação negativa de 0,2% na passagem de junho para julho, conforme dados do IBGE. Como está o desempenho da produção industrial no acumulado do ano? No acumulado do ano, o setor apresenta um crescimento de 1,1% e, em 12 meses, de 1,9%. Quais setores tiveram queda na produção em julho? Duas das quatro grandes categorias econômicas e 13 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram queda na produção. A metalurgia teve a maior influência negativa, com uma queda de 2,3%. Quais setores apresentaram crescimento na produção em julho? Entre as 11 atividades que mostraram avanço na produção, destacam-se produtos farmoquímicos e farmacêuticos (7,9%), produtos alimentícios (1,1%), indústrias extrativas (0,8%) e produtos químicos (1,8%). Quais foram as influências positivas na produção industrial em julho? As influências positivas vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e celulose, papel e produtos de papel (0,7%). Como foi o desempenho das grandes categorias econômicas em julho? Na comparação com o mês anterior, bens de consumo duráveis (-0,5%) e bens de capital (-0,2%) registraram taxas negativas, enquanto bens intermediários (0,5%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,1%) mostraram resultados positivos. Como foi a comparação da produção industrial em julho de 2025 com julho do ano anterior? Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor industrial teve uma variação positiva de 0,2%, com resultados positivos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 12 dos 25 ramos, 39 dos 80 grupos e 47,8% dos 789 produtos pesquisados. Qual foi a principal influência positiva no total da indústria? A principal influência positiva foi registrada pelas indústrias extrativas (6,3%), impulsionada pela maior produção de óleos brutos de petróleo e gás natural. Quais outros ramos contribuíram positivamente para a produção industrial? Contribuições positivas também foram observadas nos ramos de produtos alimentícios (2,2%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12%), máquinas e equipamentos (5,2%), produtos químicos (1,9%), produtos têxteis (9,9%), celulose, papel e produtos de papel (3,8%) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (8,7%). Quantos dias úteis teve julho de 2025 em comparação ao ano anterior? Julho de 2025 teve 23 dias úteis, o mesmo número de dias úteis que julho do ano anterior.   Fonte: R7 Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo

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Banco Central vai alterar regras do Pix para facilitar devolução em caso de fraudes

Com as mudanças, o chamado “mecanismo especial de devolução” passa a ser feito 100% digital O Banco Central vai alterar regras do PIX para facilitar a devolução em caso de fraudes. Com as mudanças, o chamado “mecanismo especial de devolução” passa a ser feito 100% digital: sem a necessidade de intermediação dos bancos. A partir de 1º de outubro, o PIX terá uma nova funcionalidade para acelerar a contestação de transferências. Os aplicativos dos bancos terão um dispositivo para o correntista fazer o registro sem precisar entrar em contato com a instituição. Um obstáculo para recuperar o dinheiro roubado é que o bloqueio do valor, a partir da denúncia, é feito na conta que recebeu o PIX. Só que muitas vezes a quantia já foi desviada para outras contas. E aí não tem mais jeito. Mas outra medida do Banco Central vai permitir identificar essas transferências e, assim, facilitar a devolução do dinheiro. Esse novo recurso vai funcionar a partir de 23 de novembro. Fonte: R7 Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Alckmin: Lei da reciprocidade será aplicada no devido tempo, mas ideia é negociar

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou, nesta segunda-feira (1), que “vai ter espaço” para se buscar entendimento com os Estados Unidos. Ele indicou que, antes da aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, em resposta ao tarifaço aplicado pelo governo americano a produtos brasileiros, o governo brasileiro aposta em uma negociação com os EUA. “A Lei da reciprocidade, uma belíssima lei, será aplicada no seu devido tempo, mas o que nós queremos é resolver através da negociação”, disse Alckmin. Na última quinta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas, investigações e medidas com vistas à aplicação de medidas de reciprocidade contra os EUA. Alckmin anunciou que será publicada nesta terça-feira (2) a portaria com a suspensão do pagamento de tributos previstos no regime de drawback. “As empresas vão ter um ano sem precisar pagar o imposto nem precisar pagar a multa. E podem exportar tanto para os Estados Unidos quanto para outros países. Esse era o pleito do setor produtivo, que amanhã estará resolvido com a publicação do drawback”. Alckmin afirmou que o Brasil busca aproximações tanto com os Estados Unidos quanto com a China, mesmo no cenário de tarifaço americano. Após ser questionado sobre a aproximação com o país asiático, Alckmin disse que o Brasil “não tem litígio com ninguém”, apenas faz a defesa de sua soberania. “A tarefa é nos aproximarmos dos dois, não é incompatível. A China é o maior comprador do Brasil, é o maior parceiro comercial. Os Estados Unidos são o maior investidor no Brasil. O que nós queremos é um ótimo relacionamento com a China”, afirmou listando alguns investimentos recentes dos chineses no País. Sobre os EUA, ele citou as mais de 3.500 empresas americanas presentes no Brasil. E sintetizou: “Nós queremos é fortalecer essa complementaridade econômica”. Viagem ao México Sobre a viagem feita ao México, na semana passada, o vice-presidente fez um balanço positivo da missão do governo brasileiro, sustentando que há afinidade entre os dois países, por serem as maiores economias da América Latina e as duas maiores democracias da região. “Eu diria que foi uma viagem muito proveitosa, com bons resultados para o agro, bons resultados para serviços e investimentos”, defendeu. “Tem muito espaço para complementaridade econômica.” Big techs O vice-presidente também comentou sobre a reunião recente que teve com representantes das big techs e disse que o mundo inteiro discute a regulação das empresas de tecnologia. “Esse é um tema que o mundo está discutindo, estão sendo estabelecidas regras mínimas para ter cuidado com o conjunto da sociedade”, pontuou. Perguntas e Respostas Qual é a posição de Geraldo Alckmin sobre a Lei da Reciprocidade Econômica? Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro da Indústria, afirmou que a Lei da Reciprocidade Econômica será aplicada no devido tempo, mas que o governo brasileiro prefere buscar um entendimento através da negociação com os Estados Unidos antes de sua aplicação. O que foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação aos EUA? O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas e investigações com vistas à aplicação de medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos. Quais são as novidades sobre a portaria de suspensão de tributos? Alckmin anunciou que será publicada uma portaria que suspende o pagamento de tributos previstos no regime de drawback, permitindo que as empresas exportem sem pagar impostos ou multas por um ano. Como o Brasil está se aproximando dos Estados Unidos e da China? Alckmin destacou que o Brasil busca aproximações com os Estados Unidos e com a China, ressaltando que não há litígios com nenhum dos países e que o Brasil defende sua soberania. Ele mencionou a importância da China como maior comprador do Brasil e dos Estados Unidos como o maior investidor no país. Qual foi a avaliação de Alckmin sobre a viagem ao México? Alckmin fez um balanço positivo da viagem ao México, afirmando que houve afinidade entre os dois países, que são as maiores economias da América Latina e as duas maiores democracias da região. Ele destacou resultados positivos para o agronegócio, serviços e investimentos. O que Alckmin comentou sobre a regulação das big techs? Alckmin comentou que o mundo está discutindo a regulação das empresas de tecnologia e que estão sendo estabelecidas regras mínimas para proteger a sociedade.   Fonte: R7 Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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EUA iniciam cobrança de ‘taxa das blusinhas’; saiba como afetará os custos

Até essa sexta-feira, havia isenção para remessas de pacotes com valor inferior a US$ 800 (R$ 4.324,96) aos EUA Os Estados Unidos começaram nesta sexta-feira (29) a cobrança de sua versão da “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida no Brasil a tarifa sobre produtos exportados de pequeno valor, sobre todos os países. Até essa sexta-feira, havia isenção para remessas de pacotes com valor inferior a US$ 800 (R$ 4.324,96) aos EUA. A exceção era sobre pacotes vindos da China e de Hong Kong, que já tinham uma tarifa específica desde maio. A cobrança deve aumentar os custos e interromper os modelos da cadeia de suprimentos para empresas de comércio eletrônico, consumidores e pequenas empresas que usam mercados online. A agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês) começou a cobrar taxas de impostos sobre todas as importações globais de pacotes, independentemente do valor, país de origem ou modo de transporte nesta sexta-feira. Ela ofereceu uma opção de taxa fixa de US$ 80 a US$ 200 (R$ 432,49 a R$ 1.081,24) por pacote enviado de agências postais estrangeiras por seis meses. Em contrapartida, os serviços postais de 25 países interromperam o envio de suas encomendas aos EUA, de acordo com a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para o setor. A medida amplia o cancelamento da isenção para produtos de baixo valor pelo governo do presidente norte-americano, Donald Trump, para pacotes da China e de Hong Kong que entraram em vigor em maio, como parte de um esforço para interromper as remessas de fentanil e seus precursores químicos para os EUA. “O fim da mortal brecha de minimis (produtos de baixo valor) pelo presidente Trump salvará milhares de vidas americanas ao restringir o fluxo de narcóticos e outros itens perigosos proibidos e acrescentará até US$ 10 bilhões por ano em receitas tarifárias ao nosso Tesouro”, afirmou Peter Navarro, conselheiro comercial da Casa Branca, nessa quinta-feira (28). Um funcionário do governo disse que a medida será permanente. A isenção para produtos de baixo valor estava em vigor desde 1938, começando em US$ 5 para importações de presentes, subiu para US$ 200 e chegou a US$ 800 em 2015 como forma de promover o crescimento de pequenas empresas em mercados de comércio eletrônico. Mas as remessas diretas da China explodiram depois que Trump aumentou as tarifas sobre produtos chineses durante seu primeiro mandato, criando um novo modelo de negócios direto ao consumidor para as empresas de comércio eletrônico Shein e Temu. A Coalizão Nacional de Organizações Têxteis dos EUA classificou a medida como uma “vitória histórica” para a indústria norte-americana por entender que a medida fecha uma brecha que permitia que empresas estrangeiras de fast-fashion evitassem as tarifas e importassem roupas às vezes feitas com trabalho forçado, prejudicando os empregos norte-americanos. “A ação executiva do governo fecha esse canal e oferece um alívio há muito tempo esperado para o setor têxtil dos EUA e seus trabalhadores”, afirmou o grupo. O CBP estimou que o número de pacotes que reivindicam a isenção para produtos de baixo valor aumentou quase 10 vezes, de 139 milhões no ano fiscal de 2015 para 1,36 bilhão no ano fiscal de 2024 uma taxa de quase 4 milhões por dia. Os analistas de varejo afirmam que o fim da isenção provavelmente aumentará os preços de muitos produtos vendidos por meio de empresas de comércio eletrônico, pois os produtos que antes evitavam tarifas devido à isenção acabarão sendo taxados. A medida pode colocar essas empresas em pé de igualdade com os custos de varejistas mais estabelecidos, como o Walmart, que tendem a importar mercadorias em contêineres a granel que estão sujeitos a tarifas. O CBP arrecadou mais de US$ 492 milhões em tarifas adicionais sobre pacotes enviados da China e de Hong Kong desde que essas isenções específicas foram eliminadas em 2 de maio, disse outra autoridade do governo Trump. Em junho, um relatório da Alfândega dos EUA apontou que houve uma queda de 40% no envio de pacotes de pequeno valor desde maio por conta da taxa. A autoridade indicou que as taxas tarifárias totais serão aplicadas a todos os pacotes enviados por transportadoras expressas, como a FedEx, a United Parcel Service e a DHL. Essas empresas estão mais bem preparadas para coletar impostos e processar dados alfandegários do que as agências postais tradicionais. As agências postais estrangeiras podem optar por coletar e processar os impostos com base no valor do conteúdo do pacote ou optar pelo método de taxa fixa, coletando um imposto fixo com base nas taxas tarifárias “recíprocas” de Trump atualmente em vigor sobre os produtos do país de origem.   Fonte: R7 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Receita paga nesta sexta-feira (29) quarto lote de restituição do IR

Cerca de 1,9 milhão de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 dentro do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta sexta-feira (29), a Receita Federal libera o quarto dos cinco lotes de restituição deste ano. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 1.884.035 contribuintes receberão R$ 2,92 bilhões. A maior parte do valor, informou o Fisco, será para contribuintes sem prioridade no reembolso, que declararam perto do fim do prazo. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: 1.454.509 contribuintes sem prioridade; 312.915 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix; 72.434 contribuintes de 60 a 79 anos; 22.841 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; 13.515 contribuintes acima de 80 anos; 7.821 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave. Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Liberada em 22 de agosto, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de 1 ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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