Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Segunda edição do DPBEA de Portas Abertas tem nova data, 22 de agosto, em Campinas

Vestibulinho da Etec de Artur Nogueira oferece 40 vagas para Ensino Médio com curso técnico em Administração

Dia D de Multivacinação terá imunização em 14 unidades de saúde de Piracicaba

Santa Bárbara Rock Fest terá arrecadação de leite em todos os dias do evento

Laura Cardoso, um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira, morre aos 98 anos

Castra + Limeira: inscrições presenciais acontecem nesta terça-feira (18)

Tag: economia

Após demanda de prefeitos, Estado garante incentivos para indústria eletroeletrônica da RMC

Medida garante competitividade frente à Zona Franca de Manaus e preserva empregos e arrecadação na RMC O Governo do Estado de São Paulo acatou uma reivindicação dos prefeitos da Região Metropolitana de Campinas (RMC) e renovou os incentivos fiscais para a indústria eletroeletrônica, o que beneficia empresas do ramo localizadas na RMC. A informação foi divulgada durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento da RMC, nesta quarta-feira, 20 de agosto. O decreto estadual foi publicado no Diário Oficial (https://doe.sp.gov.br/) no dia 12 de agosto. “Isso tem que ser muito comemorado por todos nós. Ele é fruto de uma mobilização dos prefeitos da RMC para manter os incentivos fiscais para a indústria eletroeletrônica”, afirmou o prefeito de Campinas, Dário, que também é presidente do Conselho da RMC. “Se esses incentivos, que tinham data para terminar, não fossem renovados, nós correríamos um risco sério de perder grandes empresas do ramo”, explicou. Ainda segundo o mandatário, sem os benefícios, a região perderia a competitividade com relação aos produtos fabricados principalmente na Zona Franca de Manaus. “Foi uma vitória do Conselho de Desenvolvimento da RMC e da Agencamp (Agência Metropolitana de Campinas), que por meio da mobilização com ofícios, reuniões e pressão, no bom sentido, conseguimos manter esse benefício e as empresas em nossos territórios”, completou. Benefícios fiscais Sem os benefícios fiscais, os produtos fabricados por empresas da região ficariam entre 6% e 12% mais caros que os fabricados na Zona Franca de Manaus. Além da variação de preços, a saída das empresas do Estado de São Paulo geraria desemprego e queda na arrecadação, em especial do ICMS. Tarifaço Durante a reunião desta quarta-feira, os prefeitos também debateram os impactos que as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos importados do Brasil causam na economia dos municípios da RMC. Estudo apresentado pela Secretaria de Finanças de Campinas aponta que na região, 17% do que é exportado vai para os norte-americanos; deste total, 55% serão taxados em 50%. O Conselho deliberou como estratégia discutir, com os governos estadual e federal, medidas compensatórias para amenizar uma possível queda de arrecadação. Foto: Prefeitura de Campinas

Leia Mais

EUA e UE anunciam estrutura para acordo comercial e tarifário

Os EUA e a União Europeia (UE) anunciaram nesta quinta-feira (21) a estrutura para um acordo comercial e tarifário. Em comunicado publicado pela Casa Branca, é destacado que o “esboço” consolidará a relação comercial e de investimento entre as partes e revigorará a reindustrialização das economias envolvidas. “(O esboço) reflete o reconhecimento, pela UE, das preocupações dos EUA e nossa determinação conjunta em resolver nossos desequilíbrios comerciais e liberar todo o potencial de nosso poder econômico combinado”, diz o comunicado. Pelo que foi acertado, o bloco europeu deve eliminar tarifas sobre todos os produtos industriais americanos e fornecer acesso preferencial ao mercado para uma ampla gama de frutos do mar e produtos agrícolas dos EUA. Washington, por sua vez, reiterou o teto tarifário de 15% sobre a maioria dos produtos da UE, mesma alíquota para automóveis e peças de automóveis. Em relação ao aço, alumínio e produtos derivados, a nota diz que as partes podem considerar a possibilidade de cooperar para proteger seus respectivos mercados internos do excesso de capacidade, ao mesmo tempo em que garantem cadeias de suprimentos seguras entre si, inclusive por meio de soluções de cotas tarifárias. O comunicado não menciona alívio tarifário para bebidas alcoólicas da UE, mas ressalta que os lados se comprometem a “trabalhar em conjunto para reduzir barreiras não tarifárias” e a “tratar barreiras comerciais digitais injustificadas”. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o acordo entre EUA e UE gera previsibilidade para as empresas e consumidores europeus, bem como estabilidade na maior parceria comercial do mundo. “Este acordo comercial UE-EUA beneficia nossos cidadãos e empresas e fortalece as relações transatlânticas”, escreveu, em publicação no X. O comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, por sua vez, disse que está explorando isenções adicionais no comércio com os EUA e que a Comissão tomará medidas para expandir o acesso ao mercado de frutos do mar e produtos agrícolas dos EUA.   Fonte: R7 Foto: Simon Wohlfahrt / AFP

Leia Mais

Governo começa a transferir empréstimos antigos para app do consignado

Os trabalhadores com operações antigas de crédito consignado podem começar a fazer a portabilidade sem sair de casa, por meio do celular. Nesta quinta-feira (21), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) transferirá cerca de 4 milhões de contratos antigos para a plataforma Crédito do Trabalhador, que fornece crédito com juros mais baixos a trabalhadores com carteira assinada. A migração para o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, que hospeda o Crédito do Trabalhador, vai até novembro. Os contratos antigos pertencem a funcionários que trabalham ou trabalhavam em empresas que tinham parcerias com bancos para oferecer empréstimos com desconto das parcelas no salário. Esse modelo será extinto em novembro. No modelo antigo, as empresas privadas tinham de fazer convênios com determinado banco para possibilitar o desconto na folha de pagamento. O trabalhador CLT tinha a opção de pegar o crédito consignado apenas na instituição com a qual o empregador assinou o convênio e compartilhou os dados funcionais. Com o Programa Crédito do Trabalhador, mais de 70 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada por meio do eSocial, sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o volume de crédito consignado privado poderá ultrapassar os R$ 120 bilhões neste ano. Desde junho, o trabalhador pode fazer a portabilidade de operações antigas do crédito consignado privado, escolhendo a instituição financeira que oferecer as melhores condições (como juros baixos e parcelas reduzidas). O processo, no entanto, só podia ser feito por meio do aplicativo do banco ou nas agências bancárias. A migração das operações antigas para a plataforma Crédito do Trabalhador, disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou na página de mesmo nome na internet, será feita pela Dataprev, estatal contratada pelo Ministério do Trabalho e Emprego para elaborar a plataforma. Ampliação Essa é a quarta etapa de ampliação da portabilidade da nova linha de consignado para trabalhadores CLT. Em abril, o trabalhador podia trocar dívidas caras por mais baratas dentro do mesmo banco. Em maio, começou a valer a migração do consignado para CLT entre bancos diferentes. Desde junho, o trabalhador que contratou a nova modalidade de consignado privado pode trocar de instituição financeira, escolhendo a que oferecer juros mais baixos. Nessa etapa, qualquer dívida de qualquer banco pode ser migrada, inclusive as linhas do Crédito do Trabalhador contratadas desde março. No entanto, o procedimento podia ser feito apenas nos aplicativos e nos sites das mais de 70 instituições financeiras habilitadas no programa. Também chamada de Consignado para CLT, a nova modalidade emprestou, até o fim da semana passada, R$ 27,8 bilhões a 3.919.679 trabalhadores. Foram assinados 5.643.384 contratos, com juros médios de 3,58% ao mês. Cerca de 60% das operações atendem a trabalhadores que ganham até quatro salários mínimos. Como funciona No aplicativo Carteira de Trabalho Digital, o trabalhador autoriza o compartilhamento de seus dados (como CPF, tempo de empresa e margem disponível). Em até 24 horas, instituições financeiras enviam ofertas de crédito; O trabalhador escolhe a melhor proposta, com juros menores; As parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento; Até 35% da renda mensal podem ser comprometidos com o empréstimo. Como pedir a portabilidade Verificar se o banco de destino oferece o novo consignado para CLT; Pedir a portabilidade nos canais digitais da instituição (site ou aplicativo); A partir de 21 de agosto, a portabilidade também pode ser pedida no aplicativo Carteira de Trabalho, com migração gradual até novembro; A nova instituição quita a dívida anterior e assume o crédito automaticamente, com os juros e os prazos da nova linha. Fonte: Agência Brasil Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Leia Mais

Após Operação Ícaro, SP revisa normas e impõe rigidez nos processos de ressarcimento tributário

Procedimento de apropriação e ressarcimento de créditos do ICMS foi revisto e processos seguirão obrigatoriamente rito de auditoria fiscal até conclusão da revisão completa dos protocolos A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira (19) uma série de medidas para reforçar o controle e a transparência nos processos de ressarcimento do ICMS retido por Substituição Tributária (ICMS-ST). As mudanças ocorrem em meio às investigações da Operação Ícaro, que apura possíveis irregularidades no setor. Entre as principais decisões, a pasta revogou alterações feitas em 2022 na Portaria CAT nº 42/2018, norma que regulamenta os procedimentos de complemento e ressarcimento do ICMS-ST. Também foi revogado o Decreto nº 67.853/2023, que permitia a chamada “apropriação acelerada” dos créditos. Com as mudanças, todos os pedidos de ressarcimento passarão obrigatoriamente por auditoria fiscal, até que um novo modelo de regulamentação seja definido. Esse novo modelo está em estudo por um grupo de trabalho criado pelo governo na última sexta-feira (15). Mais controle e tecnologia O grupo de trabalho é responsável por revisar regras de conformidade e reestruturar todo o processo de ressarcimento, com foco na incorporação de tecnologia e no cruzamento automatizado de dados. Entre as inovações previstas no Sistema e-Ressarcimento, estão: Processamento automatizado das informações e cruzamento com outras bases de dados; Maior rastreabilidade dos processos, com acompanhamento em todas as etapas; Conta corrente digital do e-Ressarcimento, que dará mais controle e transparência sobre os créditos; Integrações com novas plataformas de controle para ampliar a governança e o monitoramento. Objetivo: evitar fraudes De acordo com o secretário da Fazenda, Samuel Kinoshita, as medidas visam tanto identificar eventuais fraudes já investigadas pela Operação Ícaro quanto prevenir novas irregularidades. “O compromisso da Secretaria é entregar um sistema mais seguro, moderno e transparente, baseado em malhas de fiscalização, recursos tecnológicos avançados e regras de integridade reforçadas”, afirmou o secretário. As novas medidas fazem parte de um esforço mais amplo do governo paulista para fortalecer os mecanismos de controle fiscal e garantir o uso correto dos créditos tributários no estado.   Foto: Governo de SP

Leia Mais

Tarifaço: governo quer barrar mudanças no Congresso que beneficiem setores não atingidos

Para Lula, pacote ‘é só o começo’, mas equipe econômica espera não ter de ampliar investimentos; parte dos recursos ficarão fora da meta O governo de Luiz Inácio Lula da Silva teme que o plano de contingência em reação ao tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja ampliado durante a tramitação no Congresso Nacional. A medida provisória voltada às empresas prejudicadas pela taxa do governo americano foi assinada por Lula na última quarta (13). Na avaliação do Executivo, o pacote foi construído “sob medida” e não há espaço fiscal para ampliação dos setores beneficiados. Um dos temores do governo é o custo fiscal da medida — R$ 9,5 bilhões ficarão de fora da meta para este ano. O valor corresponde a R$ 4,5 bilhões em aportes para fundos garantidores e R$ 5 bilhões em recursos para o Reintegra (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras). Entra na conta da gestão petista a força que alguns setores podem ter entre os parlamentares. Para evitar inchaço, Lula apresentou o plano aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), antes do anúncio formal. Ainda não há definição de quem será o relator da medida no Congresso nem do presidente da comissão mista que vai analisar o tema. Por ser uma MP, a proposta tem força de lei e passa a valer a partir da assinatura. No entanto, para não perder a validade, é preciso ser aprovada pelo Legislativo em até 120 dias. Um dia antes do lançamento da MP, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que o texto deve ter impacto reduzido nas contas públicas. “Nós estamos absolutamente conscientes de que o impacto dele vai ser mínimo e será única e exclusivamente no limite do necessário para não deixar nenhuma empresa para trás”, destacou. Definições O pacote prevê, ainda, linha de crédito de R$ 30 bilhões para as empresas afetadas, devolução de parte dos impostos de exportação pagos — por meio do Reintegra — e compras públicas (veja mais abaixo). A previsão inicial é oferecer acesso facilitado à linha de crédito. Lula afirmou que a medida “é só o começo”, mas a equipe econômica espera não ter de ampliar os benefícios. “Você não pode colocar mais se você não sabe quanto é”, ponderou Lula em entrevista, um dia antes do lançamento da MP. “Vai ser uma política de crédito, que a gente está pensando em ajudar sobretudo as pequenas empresas — o pessoal que exporta tilápia, frutas, mel e outras coisas, as empresas de máquinas. As grandes têm mais poder de resistência”, acrescentou. A taxa de 50% foi anunciada por Trump em 9 de julho e começou a valer em 6 de agosto. A princípio, a tarifa seria aplicada a todos os itens do Brasil comprados pelos EUA. No entanto, ao oficializar a medida, o republicano deixou 694 produtos de fora do tarifaço. Veja as principais medidas do plano de socorro do governo Linhas de crédito R$ 30 bilhões do FGE (Fundo Garantidor de Exportações) serão usados como financiamento para concessão de crédito permitindo taxas acessíveis. Prioridades por: dependência do faturamento em relação às exportações para os EUA; tipo de produto e porte de empresa. Serão priorizados os mais afetados. As pequenas e médias empresas também poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito. O acesso às linhas estará condicionado à manutenção do número de empregos. Prorrogação de prazos do regime de drawback Extensão excepcional do prazo para comprovação da exportação de produtos fabricados a partir de insumos importados ou adquiridos no Brasil com suspensão tributária, o chamado drawback. O governo vai prorrogar, por um ano, o prazo para que as empresas consigam exportar suas mercadorias que tiveram insumos beneficiados pelo regime. Esses produtos poderão ser exportados para os EUA ou para outros destinos. Com isso, elas não terão que pagar multa e juros se não conseguirem exportar aos EUA no prazo originalmente previsto. A medida vale para as empresas que contrataram exportações para os Estados Unidos que seriam realizadas até o final deste ano. Dos US$ 40 bilhões exportados em 2024 para os Estados Unidos, US$ 10,5 bilhões foram realizados via regime de drawback. A prorrogação não tem impacto fiscal, pois apenas posterga o prazo para cumprimento dos compromissos de exportação assumidos pelas empresas brasileiras. Compras públicas: apoio a produtores rurais e agroindústrias De forma extraordinária, por ato infralegal, União, estados e municípios poderão fazer compras para seus programas de alimentação (para merenda escolar, hospitais, etc.) por meio de procedimento simplificado e média de preço de mercado, garantidos a transparência e o controle dos processos. A medida vale apenas para produtos afetados pelas sobretaxas unilaterais. Modernização do sistema de exportação Ampliação das regras da garantia à exportação, instrumento que protege o exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos. As mudanças visam fortalecer empresas exportadoras de média e alta intensidade tecnológica e investimentos produtivos em economia verde. O Plano Brasil Soberano permitirá que bancos e seguradoras utilizem essa garantia em mais tipos de operações. Prevê mecanismos de compartilhamento de risco entre governo e setor privado, utilizando o FGCE (Fundo Garantidor do Comércio Exterior) como mecanismo de primeiras perdas, aumentando o acesso a crédito e reduzindo custos. Fundos garantidores Aportes adicionais de R$ 1,5 bilhão no FGCE, de R$ 2 bilhões no FGI (Fundo Garantidor para Investimentos), do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e R$ 1 bilhão no FGO (Fundo de Garantia de Operações), do Banco do Brasil, voltados prioritariamente ao acesso de pequenos e médios exportadores. Novo Reintegra para empresas afetadas O Reintegra para as Empresas Exportadoras devolve aos exportadores brasileiros parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva, na forma de crédito tributário, ajudando a reduzir custos e aumentar a competitividade no mercado externo. A medida antecipa os efeitos da Reforma Tributária, desonerando a atividade exportadora. Atualmente, empresas de grande e médio porte de produtos industrializados têm alíquota fixada em 0,1%; enquanto micro e pequenas, por meio do programa Acredita Exportação, recebem de volta 3% de alíquota. A

Leia Mais

Estado de SP registra a menor taxa de desemprego em 13 anos

O estado de São Paulo registrou no 2º trimestre deste ano taxa de desemprego de 5,1%, a menor da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (5,8%) e da região Sudeste (5,3%). O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) também é o maior em 13 anos: 24,353 milhões – alta de 0,8% em relação ao primeiro trimestre deste ano e de 2,2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, eram 102,316 milhões, ou seja, o estado responde por 24% do total da ocupação do país. Os números são da Fundação Seade, com base na pesquisa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) do IBGE. Já o número de desocupados na força de trabalho no estado é o menor desde 2012: 1,319 milhão de pessoas – queda de 18,3% em relação ao primeiro trimestre e de 19,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O estado registrou ainda o maior número de ocupados com carteira assinada no setor privado desde 2012 e liderou entre as demais unidades da Federação no 2º trimestre – o total ficou em 11,606 milhões de pessoas – alta de 0,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025 e de 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, o total ficou em 39,020 milhões – com isso, o estado de SP tem 30% dos trabalhadores dentro da CLT no país. O percentual de empregados com carteira assinada ficou em 82,9% dos trabalhadores do setor privado no estado, segunda maior proporção do país. No Brasil, o índice geral ficou em 74,2%. Já o número de trabalhadores sem carteira assinada na iniciativa privada caiu 10,8% em relação ao 2º trimestre de 2024 – passou de 2,677 milhões para 2,388 milhões. Menor taxa de informalidade em 8 anos Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,8% da população ocupada, São Paulo teve a terceira menor taxa entre os demais estados (29,2%) no 2º trimestre – menor taxa registrada pelo estado desde o 2º trimestre de 2017 (29,1%). Para o IBGE, a taxa de informalidade é consequência de um mercado de trabalho aquecido, já que “o mercado de trabalho forte proporciona mais ocupação aos trabalhadores, formal e informalmente”. A taxa de informalidade da população ocupada é calculada considerando-se os empregados no setor privado e os empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada, além dos empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e dos trabalhadores familiares auxiliares. Maior rendimento médio desde 2015 Já o rendimento médio em São Paulo ficou em R$ 4.170 – alta de 1,7% tanto em relação ao primeiro trimestre quanto ao mesmo trimestre do ano passado -, maior que da região Sudeste (R$ 3.914) e da média do país (R$ 3.477). Entre os estados do Sudeste, só perde para o Rio de Janeiro (R$ 4.205). Trata-se do maior rendimento médio no estado em 2º trimestres desde 2015. Já a região Sudeste foi a única com alta significativa do rendimento (1,8%), enquanto as demais permaneceram estáveis. Em relação ao 2º trimestre de 2024, o crescimento dos rendimentos na região foi de 2,8%. Número de ocupados por atividades no 2º tri: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 597 mil Indústria geral: 3,7 milhões Construção: 1,595 milhão Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 4,471 milhões Transporte, armazenagem e correio: 1,773 milhão Alojamento e alimentação: 1,253 milhão Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 4,328 milhões Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 3,973 milhões Outros serviços: 1,366 milhão Serviços domésticos: 1,298 milhão Veja as taxas de desemprego registradas trimestre a trimestre desde o início da pesquisa do IBGE: 2025 1º tri: 6,3% 2º tri: 5,1% 2024 1º tri: 7,4% 2º tri: 6,4% 3º tri: 6,1% 4º tri: 5,9% 2023 1º tri: 8,5% 2º tri: 7,8% 3º tri: 7,2% 4º tri: 6,9% 2022 2º tri: 9,2% 3º tri: 8,7% 4º tri: 7,7% 2020 (pandemia afetou pesquisa) 1º tri: 12,3% 2019 1º tri: 13,6% 2º tri: 12,9% 3º tri: 12,2% 4º tri: 11,6% 2018 1º tri: 14,1% 2º tri: 13,8% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,6% 2017 1º tri: 14,4% 2º tri: 13,6% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,8% 2016 1º tri: 12,2% 2º tri: 12,3% 3º tri: 12,9% 4º tri: 12,5% 2015 1º tri: 8,6% 2º tri: 9,2% 3º tri: 9,8% 4º tri: 10,2% 2014 1º tri: 7,3% 2º tri: 7,1% 3º tri: 7,3% 4º tri: 7,2% 2013 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7,4% 4º tri: 6,6% 2012 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7% 4º tri: 6,8% Menor taxa de desemprego em 12 anos em 2024 Em 2024, o estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 12 anos: 6,2%. Foi a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2012. O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 6,6% no ano passado, e que da região Sudeste (6,4%). Assim, a taxa de desemprego caiu 1,3 ponto percentual de 2023 para 2024 e 2,9 pontos percentuais entre 2022 e 2024. Veja as taxas de desemprego ano a ano no estado de São Paulo: 2024: 6,2% 2023: 7,5% 2022: 9,1% 2021: 14,4% 2020: 14,0% 2019: 12,4% 2018: 13,2% 2017: 13,5% 2016: 12,4% 2015: 10,1% 2014: 7,4% 2013: 7,5% 2012: 7,2% Já a taxa anual de informalidade foi de 31,1% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 39% e da região Sudeste de 34%. Em relação ao rendimento médio real habitual, enquanto no Brasil foi de R$ 3.225 em 2024, no estado de São Paulo ficou em R$ 3.907. O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.609) e que dois estados que compõem

Leia Mais

Dólar cai para R$ 5,39 com expectativa de corte de juros nos EUA

As conversas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e a expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, fizeram o mercado financeiro ter um dia de recuperação. O dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5,40, após duas altas seguidas. A bolsa de valores reverteu as perdas perto do fim das negociações e fechou estável. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (15) vendido a R$ 5,398, com recuo de R$ 0,019 (0,35%). A cotação caiu para R$ 5,38 pouco antes das 10h e encostou em R$ 5,40 diversas vezes ao longo da tarde, mas consolidou-se abaixo desse nível perto do fim das negociações. A moeda estadunidense fechou a semana com recuo de 0,7%. A divisa cai 3,62% em agosto e 12,66% este ano. O mercado de ações teve um dia volátil. Após cair 0,56% por volta das 15h, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 136.840 pontos, com queda de apenas 0,01%. A bolsa brasileira subiu 0,31% na semana, acumulando ganho de 13,55% no ano. Sem grandes notícias no mercado interno, fatores internacionais dominaram o mercado cambial. Além das negociações entre Putin e Trump sobre a guerra na Ucrânia, voltou a prevalecer a leitura de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) tem 90% de chances de cortar os juros da maior economia do planeta em setembro, apesar de dados fortes do varejo do país. No cenário interno, a divulgação de balanços financeiros do segundo trimestre favoreceu a bolsa de valores. Apesar da queda de 40,7% no lucro do Banco do Brasil no primeiro semestre, os papéis da instituição financeira valorizaram-se 4,03% nesta sexta-feira, para R$ 20,65, com o entendimento de que os números vieram próximo do previsto. * Com informações da Reuters Fonte: Agência Brasil  

Leia Mais

Desemprego atinge menor taxa da série histórica em 18 estados no segundo trimestre, diz IBGE

A taxa de desemprego no Brasil (5,8%) foi a menor da série histórica, iniciada em 2012, em 18 estados no segundo trimestre de 2025. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As quedas foram registradas em: Santa Catarina (de 3% para 2,2%) Goiás (5,3% para 4,4%) Espírito Santo (4% para 3,1%) Rio Grande do Sul (5,3% para 4,3%) Mato Grosso do Sul (4% para 2,9%) São Paulo (6,3% para 5,1%) Rio de Janeiro (9,3% para 8,1%) Ceará (8% para 6,6%) Maranhão (8,1% para 6,6%) Alagoas (9% para 7,5%) Amapá (8,6% para 6,9%) Piauí (10,2% para 8,5%) Paraíba (8,7% para 7%) Minas Gerais (5,7% para 4%) Pará (8,7% para 6,9%) Bahia (11,1% para 9,1%) Amazonas (10% para 7,7%) Rio Grande do Norte (9,9% para 7,5%) Segundo o levantamento, as outras 9 Unidades da Federação mantiveram estabilidade no período. As maiores taxas foram de desocupação foram registradas em Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%). O índice teve uma redução de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março (7%), e de 1,1 ponto percentual no mesmo período de 2024 (6,9%). A taxa de desocupação foi de 4,8% para os homens e 6,9% para as mulheres no segundo trimestre de 2025. Por cor ou raça, essa taxa ficou acima da média nacional para os brancos (4,8%) e abaixo para os pretos (7%) e pardos (6,4%). No período, havia 1,3 milhão de pessoas que procuravam trabalho durante dois anos ou mais, o menor contingente da série para um segundo trimestre desde 2014 (1,2 milhão). Esse indicador recuou 23,6% em relação ao segundo trimestre de 2024. Informalidade A taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,8% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,2%), Pará (55,9%) e Bahia (52,3%) e as menores, com Santa Catarina (24,7%), Distrito Federal (28,4%) e São Paulo (29,2%). A taxa de informalidade da população ocupada é calculada considerando-se os empregados no setor privado e os empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada, além dos empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e dos trabalhadores familiares auxiliares. Desalentados e subutilização O percentual de desalentados foi de 2,5%. Maranhão (9,3%), Piauí (7,1%) e Alagoas (6,9%) tinham os maiores percentuais, enquanto os menores estavam em Santa Catarina (0,3%) e Mato Grosso do Sul (0,8%). Essa categoria é classificada como todos aqueles com mais de 14 anos que estavam fora do mercado de trabalho e não haviam realizado busca efetiva por uma colocação. Já a taxa de subutilização, que calcula o percentual de desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, e a força de trabalho potencial, ficou em 14,4%. Piauí (30,2%) teve a maior taxa, com Bahia (27,0%) e Sergipe (26,0%) a seguir. As menores taxas foram de Santa Catarina (4,4%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,1%). Rendimento O rendimento real mensal habitual foi de R$ 3.477. Houve alta nas duas comparações: frente ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.440) e ante o mesmo trimestre de 2024 (R$ 3.367). Na comparação trimestral, o Sudeste (R$ 3.914) foi a única região com alta estatisticamente significante do rendimento, enquanto nas demais houve estabilidade. Em relação ao segundo trimestre de 2024, o rendimento cresceu no Sudeste e no Sul (R$ 3.880), com estabilidade nas demais regiões.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Leia Mais

Tarifaço pode afetar até 726,7 mil empregos e reduzir R$ 3,3 bilhões em contribuições a INSS e FGTS

As tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros têm potencial de provocar a perda de até 726.701 postos de trabalho no país no período de um ano, segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O impacto, considerado como “teto” no curto prazo, inclui efeitos diretos, indiretos e induzidos pela queda na renda das famílias. O estudo projeta, ainda, redução de R$ 38,87 bilhões no valor adicionado à economia; R$ 14,33 bilhões na massa salarial e R$ 3,31 bilhões em arrecadação para a Previdência Social e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O PIB pode cair 0,35% no cenário mais pessimista, caso não haja redirecionamento das exportações a outros mercados. Os setores mais afetados no emprego seriam serviços (241,4 mil vagas), indústria de transformação (215,1 mil), comércio (142,3 mil) e agropecuária (104 mil). Na indústria, os segmentos metalúrgico, de alimentos, madeira, químico e de vestuário e calçados concentram o maior potencial de perda, além de cadeias ligadas a frutas, carnes e outros alimentos. Entre os produtos impactados, está o café, que responde por 34% do consumo norte-americano. A carne bovina, por sua vez, pode enfrentar tarifa total de até 76,4%. E as frutas — com destaque para manga, uva e processadas — representam 12% do faturamento do setor. Também estão na lista segmentos de celulose e papel, máquinas e equipamentos, siderurgia, eletroeletrônicos, químicos e autopeças. O levantamento identificou ainda 3.075 empresas exportadoras para os EUA com negociação direta com sindicatos no Brasil, abrangendo 1,46 mil entidades sindicais. A região Sudeste concentra 1.286 instrumentos coletivos, seguida pelas regiões Sul (614), Nordeste (186), Norte (125) e Centro-Oeste (58). Comércio Brasil–EUA Em 2024, o fluxo de mercadorias entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 81 bilhões. Os EUA foram o segundo maior destino das exportações brasileiras (12%), atrás apenas da China (28%). Do total exportado para o mercado norte-americano, 35,9% (US$ 14,5 bilhões) estão sujeitos à tarifa adicional de 10% + 40% prevista na ordem executiva de 30 de julho. O Dieese também cita projeções do Cedeplar (Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas), da UFMG, que estima um impacto menor — até 188,7 mil empregos —, caso outros países, como a China, adotem medidas de retaliação que favoreçam as exportações brasileiras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nessa quarta-feira (13) uma medida provisória com crédito de R$ 30 bilhões para empresas prejudicadas pelo tarifaço imposto pelos EUA a produtos brasileiros. Segundo o Dieese, a perda de 726,7 mil empregos seria um teto e o estudo do Cedeplar, um piso. Setores como autopeças, máquinas e equipamentos e eletroeletrônicos enfrentam dificuldades para redirecionar suas vendas, por produzirem itens específicos para o mercado norte-americano. Além disso, setembro e novembro concentram o maior número de datas-base de empresas exportadoras para os EUA, o que pode levar os efeitos das tarifas a coincidirem com negociações salariais. Perguntas e respostas: Qual é o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros? As tarifas podem resultar na perda de até 726.701 postos de trabalho no Brasil em um ano, de acordo com o Dieese. O impacto inclui efeitos diretos, indiretos e induzidos pela queda na renda das famílias. Quais são as projeções econômicas relacionadas a essa situação? O estudo prevê uma redução de R$ 38,87 bilhões no valor adicionado à economia, R$ 14,33 bilhões na massa salarial e R$ 3,31 bilhões em arrecadação para a Previdência Social e o FGTS. O PIB pode cair 0,35% no cenário mais pessimista, caso não haja redirecionamento das exportações para outros mercados. Quais setores seriam mais afetados em termos de emprego? Os setores mais afetados seriam serviços (241,4 mil vagas), indústria de transformação (215,1 mil), comércio (142,3 mil) e agropecuária (104 mil). Na indústria, os segmentos metalúrgico, de alimentos, madeira, químico e de vestuário e calçados teriam maior perda, além de cadeias ligadas a frutas, carnes e outros alimentos. Quais produtos estão na lista dos mais impactados? O café representa 34% do consumo norte-americano, a carne bovina pode enfrentar tarifas de até 76,4%, e as frutas, como manga e uva, representam 12% do faturamento do setor. Outros segmentos afetados incluem celulose e papel, máquinas e equipamentos, siderurgia, eletroeletrônicos, químicos e autopeças. O que o Cedeplar estima sobre o impacto das tarifas? O Cedeplar estima um impacto menor, com a perda de até 188,7 mil empregos, caso outros países, como a China, adotem medidas de retaliação que favoreçam as exportações brasileiras. Quais setores enfrentam dificuldades para redirecionar suas vendas? Setores como autopeças, máquinas e equipamentos e eletroeletrônicos enfrentam dificuldades para redirecionar suas vendas, pois produzem itens específicos para o mercado norte-americano.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Leia Mais

Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge patamar recorde

O setor de serviços, o que mais emprega na economia e concentra atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza e tecnologia da informação, cresceu 0,3% na passagem de maio para junho. Esse desempenho é o quinto mês seguido de expansão e faz o setor atingir o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2011. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recorde anterior era de outubro de 2024 e maio deste ano. Os cinco meses consecutivos de alta deram ao setor um salto de 2%. Com o resultado de junho, o setor fecha o primeiro semestre com alta de 2,5%. No acumulado de 12 meses, a expansão chega a 3%. Na comparação com junho de 2024, o mês de 2025 subiu 2,8%. Destaque para transportes Apesar do número recorde, das cinco grandes atividades pesquisadas pelo IBGE, apenas uma ─ serviços de transportes ─ apresentou número positivo na passagem de maio para junho. Confira os desempenhos: – Serviços prestados às famílias: -1,4% – Serviços de informação e comunicação: -0,2% – Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,1% – Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: +1,5% – Outros serviços: -1,3% O analista do IBGE, Rodrigo Lobo, detalha que das cinco atividades, a de transportes é a que tem maior peso (36,4%) na pesquisa, o que explica o fato de apenas um grande setor positivo conseguir fazer com que todo o setor de serviços tenha tido crescimento em junho. Dentro dos transportes, os destaques foram o aéreo de passageiros e o de cargas, notadamente o rodoviário. “É o principal modal pelo qual se deslocam as mercadorias, como a safra, mas também bens industriais. É uma atividade intimamente correlacionada com maior dinamismo da economia”, analisa. Índice de atividades turísticas A Pesquisa Mensal de Serviços traz ainda o índice de atividades turísticas (Iatur), que recuou 0,9% em junho, na comparação com maio. É o segundo resultado negativo consecutivo. Somando maio e junho, há perda acumulada de 1,3%. Já em comparação com o mesmo mês de 2024, junho de 2025 aponta expansão de 4,1%. Esses resultados deixam as atividades de turismo 11,6% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 1,8% abaixo do maior nível já alcançado, em dezembro de 2024. O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são correlatas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens e transporte aéreo de passageiros. São divulgadas informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte. Conjunto da economia A Pesquisa Mensal de Serviços é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mês a mês pelo IBGE. Nos últimos dias, o instituto revelou que a produção da indústria brasileira cresceu 0,1% em junho ante maio; e o comércio recuou 0,1% no mesmo intervalo de comparação. Nos desempenhos acumulados em 12 meses, a indústria cresceu 2,4%. O comércio apresentou expansão de 2,7%.   Fonte: Agência Brasil Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz