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Tag: economia

Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado

Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) fecharam o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país como um todo, o ano de 2025 terminou com taxa de desemprego de 5,6%, a menor já registrada na série histórica iniciada em 2012, conforme anunciou o IBGE no fim de janeiro. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. Mínimas históricas As unidades da federação (UF) que alcançaram a taxa mínima de desemprego foram: Mato Grosso: 2,2% Santa Catarina: 2,3% Mato Grosso do Sul: 3% Espírito Santo: 3,3% Paraná: 3,6% Rio Grande do Sul: 4% Minas Gerais: 4,6% Goiás: 4,6% Tocantins: 4,7% São Paulo: 5% Paraíba: 6% Ceará: 6,5% Pará: 6,8% Maranhão: 6,8% Distrito Federal: 7,5% Amapá: 7,9% Sergipe: 7,9% Rio Grande do Norte: 8,1% Amazonas: 8,4% Bahia: 8,7% Apesar de não ter vivenciado queda na taxa de desemprego, Rondônia fechou o ano em 3,3%, quarto menor índice do país. O recorde de mínima da desocupação do estado do norte foi 3,1%, em 2023. De todos os estados que atingiram os menores índices de desemprego em 2025, o único que não apresentou queda na comparação com 2024 foi o Amazonas, que repetiu a marca de 8,4%. Doze UFs abaixo da média Os dados consolidados de 2025 revelam que das 27 UFs, 12 ficaram abaixo da média nacional (5,6%); e 15 superam o desemprego médio no país. Três estados do Nordeste apresentam as maiores desocupações. Veja o ranking: Mato Grosso: 2,2% Santa Catarina: 2,3% Mato Grosso do Sul: 3,0% Espírito Santo: 3,3% Rondônia: 3,3% Paraná: 3,6% Rio Grande do Sul: 4,0% Goiás: 4,6% Minas Gerais: 4,6% Tocantins: 4,7% São Paulo: 5,0% Roraima: 5,1% Média Brasil: 5,6% Paraíba: 6,0% Ceará: 6,5% Acre: 6,6% Maranhão: 6,8% Pará: 6,8% Distrito Federal: 7,5% Rio de Janeiro: 7,6% Sergipe: 7,9% Amapá: 7,9% Rio Grande do Norte: 8,1% Alagoas: 8,3% Amazonas: 8,4% Bahia: 8,7% Pernambuco: 8,7% Piauí: 9,3% Informalidade A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca, com destaque negativo para as regiões Norte e Nordeste. Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo. Veja o nível de informalidade nas UFs: Maranhão: 58,7% Pará: 58,5% Bahia: 52,8% Piauí: 52,6% Ceará: 51% Amazonas: 50,8% Paraíba: 49% Sergipe: 48,2% Pernambuco: 47,8% Alagoas: 47,5% Rondônia: 46,1% Acre: 45,2% Amapá: 44,2% Roraima: 40,3% Tocantins: 39,7% Espírito Santo: 39% Rio Grande do Norte: 39% Rio de Janeiro: 38,5% Média Brasil: 38,1% Minas Gerais: 36,8% Mato Grosso: 36,3% Goiás: 35,1% Mato Grosso do Sul: 32,1% Paraná: 31,6% Rio Grande do Sul: 31,4% São Paulo: 29% Distrito Federal: 27,3% Santa Catarina: 26,3% O IBGE aponta ainda que o DF e oito estados fecharam o ano com rendimento mensal do trabalhador acima da média do país (R$ 3.560). O DF lidera com sobra o ranking, explicado pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada. Distrito Federal: R$ 6.320 São Paulo: R$ 4.190 Rio de Janeiro: R$ 4.177 Santa Catarina: R$ 4.091 Paraná: R$ 4.083 Rio Grande do Sul: R$ 3.916 Mato Grosso do Sul: R$ 3.727 Mato Grosso: R$ 3.688 Goiás: R$ 3.628 Média Brasil: R$ 3.560 Espírito Santo: R$ 3.497 Roraima: R$ 3.438 Rondônia: R$ 3.362 Minas Gerais: R$ 3.350 Tocantins: R$ 3.129 Amapá: R$ 3.089 Rio Grande do Norte: R$ 3.003 Sergipe: R$ 2.855 Acre: R$ 2.794 Amazonas: R$ 2.733 Pernambuco: R$ 2.666 Paraíba: R$ 2.577 Piauí: R$ 2.561 Alagoas: R$ 2.531 Pará: R$ 2.508 Ceará: R$ 2.394 Bahia: R$ 2.284 Maranhão: R$ 2.228 Ao fazer comentários sobre a Pnad, o analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a mínima histórica em 2025 “decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Prefeitura de Santa Bárbara

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Agências bancárias reabrem nesta quarta-feira (18) a partir do meio-dia

As agências bancárias retomam o atendimento presencial aos clientes nesta Quarta-Feira de Cinzas (18). Na maior parte do país, o expediente começará a partir das 12h (horário de Brasília), respeitando o horário habitual de encerramento. Nas localidades onde as agências fecham antes das 15h, a abertura será antecipada de forma a garantir o mínimo de três horas de atendimento presencial ao público. Devido ao feriado bancário de carnaval, os bancos não funcionaram nesta segunda-feira (16) e terça-feira (17). Com isso, os boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) que venceram entre sábado (14) e ontem, poderão ser pagos hoje, sem acréscimo. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).   Fonte: Agência Brasil

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Caso Master: BC decreta liquidação do Banco Pleno e Pleno DTVM

Decisão foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição O BC (Banco Central) decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A. e da Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.A. As instituições, consideradas de pequeno porte, faziam parte do conglomerado Master, investigado por fraude. O Banco Pleno está enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, ou seja, possui um porte inferior a 0,1% do PIB e maior simplificação nos requisitos prudenciais. O R7 entrou em contato com a assessoria e aguardo resposta. O espaço segue aberto. Em nota, a autoridade monetária informou que a liquidação foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez. Além disso, o banco Pleno teria infringido as normas que “disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”. O conglomerado Pleno tem como dono Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master; O conglomerado detém 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Segundo o BC, medidas cabíveis continuarão sendo adotadas para apurar as responsabilidades na competência legal. Dependendo do resultado das apurações, medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes poderão ser aplicadas. “Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada”, informou.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/ Banco Pleno

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Procon-SP orienta sobre as novas regras do Pix

Alteração reforça mecanismo de segurança do sistema de pagamento; consumidores que forem vítimas de golpes ou fraudes devem procurar o seu banco imediatamente O Procon-SP reforça as orientações sobre a atualização do Mecanismo Especial de Devolução do Pix, o MED 2.0. Estabelecidas pelo Banco Central, que é o órgão responsável pela regulamentação do sistema e das instituições financeiras, as novas regras têm como objetivo dar mais segurança às transações e aumentar as possibilidades de recuperação de valores descontados por meios de fraudes e golpes. O MED 2.0 dispõe de um sistema de rastreio para além da primeira conta para a qual os valores foram creditados, identificando as outras contas envolvidas e bloqueando as transações (transferências e saques). Além disso, todas as instituições financeiras são obrigadas a aderir ao novo sistema. O MED 2.0 também vale nos casos de falhas operacionais do próprio banco, mas não se aplica às situações em que houver erro do próprio consumidor. É fundamental que o consumidor fique atento e aja com a maior rapidez possível nos casos em que for vítima de fraudes ou golpes, já que quanto mais breve for feita a comunicação, maior a possibilidade de reaver o dinheiro. A partir da denúncia, o banco do consumidor comunica o banco que recebeu o dinheiro. Após a análise das duas instituições, caso fique comprovada a fraude, os valores são ressarcidos. O contato do consumidor com o seu banco pode ser feito diretamente no aplicativo de forma automatizada; ao selecionar o Pix no app deve constar uma opção para contestação da transação. O MED 2.0 não garante a devolução dos valores – há necessidade de comprovação da fraude e também da existência de saldo na conta recebedora.   Foto: Divulgação/Governo de SP

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Novas regras do vale-refeição começam a vigorar nesta semana em meio a ações judiciais

Passam a valer limite de taxas e redução de prazos de repasse; uso do cartão em qualquer maquininha será só em novembro As novas regras do vale-refeição e vale-alimentação começam a vigorar nesta quinta-feira (12), em meio a ações judiciais. As mudanças, que afetam mais de 22 milhões de trabalhadores, fazem parte de decreto que regulamentou o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) em novembro de 2025. Entre as medidas, está a definição de uma taxa única de até 3,6% que as operadoras poderão cobrar de supermercados e restaurantes pelos serviços prestados. O prazo para repasse dos valores aos estabelecimentos comerciais passou de 30 para 15 dias, além da abertura dos arranjos operacionais. Já o uso do cartão em mais estabelecimentos e bandeiras, sem limitação a redes exclusivas, começará a vigorar só em novembro. Segundo o governo federal, o objetivo das medidas é aumentar a concorrência no setor, reduzir os custos e ampliar a liberdade de escolha. No entanto, as novas normas estão suspensas por decisão judicial para três grandes empresas do setor: Ticket, VR e Pluxee, que obtiveram liminar contra o decreto, no final de janeiro deste ano. O Ministério do Trabalho e Emprego afirmou, em nota, que vai recorrer de todas as liminares. Além disso, disse que as novas regras entrarão em vigor e serão fiscalizadas “normalmente”. O que dizem as empresas Segundo as empresas, o decreto teria extrapolado os limites legais ao impor regras não previstas em texto aprovado em 2022 pelo Legislativo, que baseou as medidas. Para a ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador),as novas regras podem incentivar o uso indevido dos vales para a compra de outros produtos, desvirtuando a política pública do PAT. A Ticket também defende que o decreto fragiliza a fiscalização e uso exclusivo do benefício para alimentação. A VR afirma que as medidas “podem gerar efeitos adversos para empresas, estabelecimentos e, no longo prazo, para os próprios trabalhadores”. Já a Pluxee destaca que o decreto interfere em relações comerciais privadas e limita a capacidade das empresas de inovar e competir. Entenda as principais mudanças Limites máximos para as taxas cobradas pelas operadoras A taxa cobrada dos estabelecimentos não poderá ultrapassar 3,6% A tarifa de intercâmbio terá teto de 2%, sendo vedada qualquer cobrança adicional Em até 360 dias, qualquer cartão do programa deverá funcionar em qualquer maquininha de pagamento, com a implantação da interoperabilidade plena entre bandeiras Redução do prazo de repasse financeiro aos estabelecimentos, que deverá ocorrer em até 15 dias corridos após a transação Atualmente, restaurantes e similares recebem os valores depois de 30 dias após as transações Abertura dos arranjos de pagamento: sistemas com mais de 500 mil trabalhadores deverão ser abertos em até 180 dias, de maneira que quaisquer facilitadoras que observarem as regras da bandeira poderão participar do arranjo Proibição de práticas comerciais abusivas, como deságios, descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação Nota da Ticket “A Ticket segue aberta ao diálogo com o governo para construir uma solução de consenso que permita a modernização responsável do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), sem riscos à sua finalidade social. Temas como taxas e prazos são relevantes para o equilíbrio econômico do sistema e para a capacidade de investir e expandir o programa. Ao mesmo tempo, o ponto central do debate é garantir fiscalização, rastreabilidade e uso exclusivo do benefício para alimentação, especialmente diante do arranjo aberto previsto no decreto, que pode fragilizar esses controles. Hoje, o PAT alcança cerca de 60% dos trabalhadores CLT, e acreditamos que o caminho é fortalecer essa expansão. No caso da Ticket, as mudanças previstas para entrar em vigor no dia 12 estão suspensas por decisão judicial. Ainda assim, seguimos operando normalmente e atuando de forma construtiva para contribuir com o aperfeiçoamento do programa. A empresa cumpre todas as leis vigentes e é favorável à modernização do PAT.” Nota da VR “Não comentamos ações judiciais em andamento. A empresa acredita na evolução do PAT, mas não concorda com a implementação abrupta dessas medidas. Da forma como foram propostas, elas fragilizam a sustentabilidade dessa relevante política pública e podem gerar efeitos adversos para empresas, estabelecimentos e, no longo prazo, para os próprios trabalhadores.” Nota da Pluxee “A Pluxee informa que tomou conhecimento do decreto emitido pelo governo brasileiro, publicado em 11 de novembro de 2025, que altera as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O decreto introduz mudanças relacionadas à taxa de desconto dos estabelecimentos, aos prazos de reembolso e ao arranjo fechado. Essas medidas divergem significativamente das discussões anteriormente conduzidas entre o governo e a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT). A Pluxee manifesta preocupação de que essas disposições possam comprometer a sustentabilidade de longo prazo do PAT, um programa que permite que 22 milhões de brasileiros tenham acesso a uma refeição saudável todos os dias. Desde a criação do PAT, a Pluxee tem sido um dos principais agentes do mercado brasileiro de benefícios e engajamento de trabalhadores. Há mais de 40 anos, o Grupo contribui para a expansão do programa, desenvolvendo soluções inovadoras e gerando maior valor para empresas clientes, pequenos e médios estabelecimentos, usuários finais e parceiros comerciais. As medidas introduzidas pelo decreto interferem em relações comerciais privadas e limitam a capacidade das emissoras de inovar e competir. Por isso, a Pluxee — atuando de forma independente e em coordenação com a ABBT — estuda adotar medidas legais para contestar a implementação do decreto, o que pode resultar na suspensão de seus efeitos.” Nota da ABBT “A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), que representa as 23 principais empresas de vale-refeição e alimentação do país, apoia quaisquer inovações que tragam benefícios e vantagens ao trabalhador brasileiro. Por isso, manifesta preocupação com mudanças que possam colocar em risco o Programa de Alimentação do Trabalhador, o PAT, que está prestes a completar 50 anos, atendendo prioritariamente a faixa de renda de até cinco salários mínimos. Ao impor um modelo de arranjo aberto, que dispensa a

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Lula envia acordo comercial Mercosul-UE para o Congresso Nacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta segunda-feira (2) o envio do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) para o Congresso Nacional. O despacho foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Os parlamentares brasileiros precisam aprovar o tratado para que ele possa entrar em vigor, o que deve ocorrer ao longo das próximas semanas em votações tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. O acordo estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 720 milhões de habitantes. Ele foi assinado por representantes dos dois lados no último dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai. Pelos termos do que foi aprovado, o tratado comercial prevê a eliminação de tarifas alfandegárias sobre a maior parte dos bens e serviços produzidos entre os dois blocos. O Mercosul zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já União Europeia eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos. Apesar da assinatura formal entre os dois blocos, a internalização do acordo precisa ser feita pelos congressos nacionais de cada um dos países do Mercosul, bem como do Parlamento Europeu. No caso dos europeus, no entanto, o encaminhamento do acordo para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), em decisão ocorrida há duas semanas, travou o texto e pode atrasar em até dois anos essa etapa final. A expectativa do governo brasileiro é de que aprovação pelo Congresso Nacional ajude a pressionar o avanço do acordo por parte do Parlamento Europeu.   Fonte: Agência Brasil Foto: União Europeia/Mercosul

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Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda (2)

INSS, seguro-desemprego e contribuições têm novos valores O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro. O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador. Quanto vale o mínimo em 2026 • Mensal: R$ 1.621; • Diário: R$ 54,04; • Hora: R$ 7,37. Como foi calculado • Inflação pelo INPC: 4,18%; • Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%; • Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal; • Reajuste total: 6,79%. Impactos Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026. O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões. Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família. Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo: INSS • Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621 • Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025) • Teto do INSS: R$ 8.475,55 Contribuições ao INSS (CLT) • Até R$ 1.621: 7,5% • De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9% • De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12% • De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14% Autônomos, facultativos e MEI • Plano normal (20%): R$ 324,20 • Plano simplificado (11%): R$ 178,31 • Baixa renda (5%): R$ 81,05 • MEI (5%): R$ 81,05 Seguro-desemprego • Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro • Parcela mínima: R$ 1.621 • Parcela máxima: R$ 2.518,65 • Valor varia conforme salário médio dos últimos meses. Salário-família • Salário-família: R$ 67,54 por dependente • Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais   Fonte: R7

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Prazo para aderir ao Simples Nacional termina neste sábado (31)

Empreendedores que desejam aderir ou regressar ao Simples Nacional têm até este sábado (31) para fazer o pedido. O prazo vale tanto para empresas que nunca optaram pelo regime quanto para aquelas que foram excluídas e querem reingressar. Regime que permite o pagamento de tributos de forma simplificada, o Simples é destinado a microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Para optar pelo regime, a empresa precisa ter o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal e, quando exigível, inscrição estadual. O pedido é feito exclusivamente pela internet, no Portal do Simples Nacional, com acesso por certificado digital ou código de acesso. Após o pedido, o sistema faz uma verificação automática de pendências com a Receita Federal, os estados e os municípios. Se não houver irregularidades, a opção é aprovada. Caso existam débitos ou inconsistências, o pedido fica “em análise” até a regularização. O acompanhamento pode ser feito no próprio portal. O resultado dos pedidos está previsto para ser divulgado na segunda quinzena de fevereiro. Empresas que já estão no Simples e não foram excluídas permanecem automaticamente no regime, sem necessidade de novo pedido. Entre os principais motivos de exclusão estão débitos tributários, excesso de faturamento, falta de documentos, parcelamentos pendentes e o exercício de atividades não permitidas. Dívidas de empresas Empresas excluídas por dívidas podem voltar ao Simples desde que regularizem todas as pendências até 31 de janeiro e façam novo pedido. A Receita Federal permite a regularização por meio de pagamento à vista, parcelamentos ou transações. Se o pedido for aprovado, o retorno ao regime tem efeito retroativo a 1º de janeiro. Débitos com a Receita Federal devem ser negociados pelo Portal do Simples Nacional; dívidas inscritas na Dívida Ativa da União, pelo Portal Regularize. Pendências estaduais ou municipais devem ser resolvidas diretamente com o órgão local. Quem perder o prazo só poderá pedir nova adesão em janeiro de 2027. Nesse período, a empresa passa a outro regime de tributação, como Lucro Presumido ou Lucro Real. Situação dos MEI Os MEI excluídos do Simples e desenquadrados do Simei também têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e pedir o retorno. O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no Portal do Simples. Em seguida o microempreendedor deve quitar ou parcelar débitos no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), com acesso via Gov.br. Após regularizar os débitos, o MEI deve pedir a opção pelo Simples Nacional e, em seguida, o reenquadramento no Simei. Os pedidos são analisados de forma sequencial, e o enquadramento como MEI depende, obrigatoriamente, da aprovação prévia no Simples Nacional. O Ministério do Empreendedorismo recomenda o acompanhamento diário do pedido, já que eventuais pendências apontadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal para garantir a volta ao regime simplificado ainda neste ano.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Com quórum desfalcado, Copom decide se mantém Taxa Selic

Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de serviços, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (28) a primeira reunião do ano. Mesmo com a queda recente do dólar, os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos. Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões. A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só encaminhará as indicações dos substitutos na volta do Congresso Nacional, em fevereiro. Na ata da última reunião, em dezembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado para garantir a convergência da inflação à meta, sem indicar quando começaria a baixar os juros. Segundo a ata do Copom, o cenário atual continua marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. No cenário interno, alguns preços, como o de serviços, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até março. No entanto, as chances de uma redução ainda em janeiro aumentaram nos últimos dias com a queda recente do dólar, que voltou a ficar em torno de R$ 5,20. Inflação O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, tendo voltado para o teto da meta. O IPCA cheio de novembro só será divulgado nesta quarta. Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,4%, contra 4,55% há quatro semanas. Isso representa inflação pouco abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto. Taxa Selic A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. Meta contínua Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2026, a inflação desde fevereiro de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2026 em 3,5%, mas a estimativa deve ser revista. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.   Fonte: Agência Brasil Foto: Raphael Ribeiro/Banco Central

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Redução de 5,2% no preço da gasolina para distribuidoras passa a valer a partir desta terça (27)

Com a mudança, litro vendido às distribuidoras cai R$ 0,14 e vai custar, em média, R$ 2,57, segundo a Petrobras A Petrobras passa a vender gasolina A mais barata para as distribuidoras a partir desta terça-feira (27). Segundo a estatal, a redução é de 5,2% e faz o preço médio do litro cair para R$ 2,57, uma queda de R$ 0,14 em relação ao valor anterior. Em nota, a empresa informou que o corte é mais um ajuste feito desde dezembro de 2022. No período, a Petrobras ressalta que o preço da gasolina para as distribuidoras acumula redução de R$ 0,50 por litro. Considerando a inflação, a queda chega a 26,9%, de acordo com a estatal. A Petrobras também comunicou que, neste momento, não haverá alteração nos preços do diesel para as distribuidoras. No acumulado desde dezembro de 2022, a estatal destaca que o diesel teve redução real de 36,3%, já ajustada pela inflação. A empresa frisou ainda que mantém disponíveis em seu site dados sobre a formação e a composição dos preços dos combustíveis ao consumidor, com informações sobre os fatores que influenciam os valores ao longo da cadeia.   Fonte: R7

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