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Tag: economia

Receita abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda

Cerca de 87 mil contribuintes receberão R$ 300 milhões Cerca de 87 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco podem saber se receberão restituição. Às 10h desta terça-feira (24), a Receita Federal libera a consulta ao lote da malha fina de março.  O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 87.440 contribuintes receberão R$ 300 milhões. Neste lote, todo o dinheiro será para contribuintes com prioridade no reembolso. As restituições estão distribuídas da seguinte forma:    47.817 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;     25.028 contribuintes de 60 a 79 anos;    6.649 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;    4.566 contribuintes acima de 80 anos;    3.380 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Pagamento O pagamento será feito em 31 de março, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Preço do etanol sobe em 23 Estados, cai em dois e fica estável no DF

A maior alta na semana foi registrada em Pernambuco, de R$ 5,43 para R$ 5,77 o litro Os preços médios do etanol hidratado subiram em 23 estados, caíram apenas no Acre e em Mato Grosso do Sul e ficaram estáveis só no Distrito Federal na semana encerrada em 21 de março. No Amapá não houve levantamento de preços. Os dados são da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu na comparação com a semana anterior, de R$ 4,64 para R$ 4,70 o litro (+1,29%). Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 1,12%, para R$ 4,52 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 6,26%, foi registrada em Pernambuco, de R$ 5,43 para R$ 5,77 o litro. A maior queda ocorreu no Acre, de -12,58%, de R$ 6,20 para R$ 5,42 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,86 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,99, foi observado no Rio Grande do Sul. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,34, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Rio Grande do Norte, de R$ 5,89 o litro. Competitividade O etanol era mais competitivo em relação à gasolina apenas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo na semana encerrada em 21 de março. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 70,68% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas. Em Mato Grosso, a paridade era de 69,57%; em Mato Grosso do Sul, de 68,89%, e em São Paulo, de 69,11%. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.   Fonte: R7  

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Imposto de Renda 2026: quem precisa declarar e como enviar sem erro

Entrega começa nesta segunda (23) e vai até 29 de maio; veja regras, critérios de obrigatoriedade e como evitar erros A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (23) as declarações do Imposto de Renda 2026. O prazo para envio vai até 29 de maio, e quem perder a data está sujeito a multa. A entrega é obrigatória para contribuintes que se enquadram nos critérios definidos pelo Fisco, como limite de renda e posse de bens. Neste ano, a Receita mantém a recomendação de que os brasileiros organizem os documentos com antecedência e utilizem ferramentas como a declaração pré-preenchida para reduzir erros e evitar cair na malha fina. Ao todo, o Leão projeta receber 44 milhões de declarações. Quem precisa declarar Está obrigado a entregar a declaração quem se enquadrar em ao menos uma das situações abaixo: Recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano passado; Obteve outros rendimentos (isentos, não tributáveis ou tributados na fonte) acima de R$ 200 mil; Teve ganho de capital sujeito à incidência do imposto; Realizou operações em bolsas de valores acima de R$ 40 mil ou com lucro tributável; Obteve receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920 (antes, R$ 169.440) ou pretende compensar prejuízos; Tinha, em 31 de dezembro de 2025, posse ou propriedade de bens acima de R$ 800 mil; Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2025; Optou pela isenção do imposto sobre ganho de capital na venda de imóvel residencial (regra dos 180 dias); Optou por declarar bens, direitos e obrigações de entidade controlada no exterior; Era titular de trusts regidos por lei estrangeira em 31 de dezembro de 2025; Obteve rendimentos no exterior ou realizou compensação de perdas fora do país. Mesmo quem não é obrigado pode declarar voluntariamente, principalmente para receber restituição. Quem está isento A isenção do pagamento do imposto depende da faixa de renda, mas isso não significa, necessariamente, dispensa da declaração. O contribuinte deve verificar se se enquadra em algum dos critérios de obrigatoriedade definidos pela Receita Federal. A declaração entregue neste ano se refere aos rendimentos e fatos ocorridos ao longo de 2025. Por isso, ainda não se aplicam as novas regras de isenção para quem recebe até R$ 5.000 por mês, nem a faixa de isenção parcial para rendas de até R$ 7.350 mensais, que passaram a valer apenas em 2026. Esses novos limites só serão considerados na declaração do Imposto de Renda de 2027, que refletirá a situação dos contribuintes no ano-calendário atual. Como enviar a declaração sem erro A Receita orienta que o contribuinte reúna todos os documentos antes de iniciar o preenchimento da declaração, como informes de rendimentos de empresas, bancos e do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), além de comprovantes de despesas médicas e educacionais. Também é fundamental conferir se os dados informados são iguais aos enviados pelas fontes pagadoras, já que divergências são uma das principais causas de retenção na malha fina. Outro ponto de atenção é declarar todos os rendimentos recebidos ao longo do ano, inclusive aqueles isentos ou tributados na fonte. A Receita recomenda ainda revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio para evitar erros de digitação ou omissões. Sempre que possível, o uso da declaração pré-preenchida pode ajudar a reduzir inconsistências, já que o sistema importa automaticamente dados já informados por empresas e instituições financeiras. Como fazer a declaração A declaração do Imposto de Renda 2026 pode ser feita por diferentes plataformas disponibilizadas pela Receita Federal. O contribuinte pode optar pelo PGD (Programa Gerador da Declaração), que deve ser baixado no site oficial do órgão, ou utilizar o serviço Meu Imposto de Renda, disponível tanto na versão online quanto em aplicativo para dispositivos móveis. No caso do “Meu Imposto de Renda”, o acesso é feito com a conta gov.br, sendo necessário ter nível de segurança prata ou ouro para utilizar todas as funcionalidades. A plataforma permite preencher, revisar e enviar a declaração diretamente pela internet, sem a necessidade de instalar programas no computador. Também é possível declarar por meio de celular ou tablet, utilizando o aplicativo oficial da Receita, disponível para sistemas Android, na loja Google Play, e iOS, na App Store. A opção facilita o envio para quem prefere usar dispositivos móveis, mas exige os mesmos cuidados no preenchimento das informações para evitar erros e inconsistências. Documentos necessários Antes de começar o preenchimento, a Receita recomenda separar todos os documentos que comprovem rendimentos, pagamentos, bens e demais informações financeiras do contribuinte. A organização prévia ajuda a evitar erros e omissões. Confira os principais itens: Informes de rendimentos Bancos, instituições financeiras e corretoras; Salários, pró-labore e aposentadorias; Pensão, aluguéis e distribuição de lucros; Programas de incentivo fiscal, como Nota Fiscal Paulista e similares; Juros sobre capital próprio; Previdência privada. Comprovantes de recebimentos Doações e heranças; Resgates do FGTS; Seguro de vida e indenizações; Acordos financeiros, como renegociação de dívidas; Livro-caixa e documentos do Carnê-Leão (Darfs). Informes de pagamentos e despesas dedutíveis Gastos com saúde, como consultas médicas, odontológicas e planos de saúde; Despesas com educação, incluindo creche até pós-graduação; Pagamentos de previdência privada; Reembolsos feitos por planos de saúde. Caso não tenha os informes, o contribuinte deve reunir comprovantes como notas fiscais, recibos e boletos. Também entram nessa categoria: Recibos de serviços prestados por pessoas físicas ou jurídicas; Comprovantes de contribuições ao INSS; Gastos com exames, internações, cirurgias e próteses (inclusive ortopédicas e dentárias); Despesas com profissionais de saúde, como psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. Bens e direitos Documentos de compra, venda ou permuta de imóveis e veículos; Comprovantes de construção, reforma ou ampliação de bens; Posição de investimentos em 31 de dezembro de 2025, incluindo ações, ETFs e criptoativos; Saldo de moedas estrangeiras; Contratos de empréstimos concedidos a terceiros. Dívidas e ônus Documentos que comprovem dívidas, com indicação dos saldos em 31 de dezembro de 2024 e de 2025. Renda variável e ganho de capital Registros de operações em bolsa (à vista, opções e derivativos); Operações de day trade; Informações sobre fundos imobiliários; Cálculo do imposto devido nessas operações. Informações gerais Dados pessoais e dos dependentes (nome, CPF, data de nascimento e parentesco); Endereço atualizado; Cópia da última declaração entregue; Dados bancários para restituição ou pagamento;

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BC reduz juros básicos para 14,75% ao ano

Essa foi primeira redução da Taxa Selic em quase dois anos Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário. “O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, destacou o texto. Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom tinha reduzido os juros tinha sido em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% atuais. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7% , pressionado pelas mensalidades escolares. Mesmo com a alta, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024. Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em abril de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março. As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%, abaixo do teto da meta. Há um mês, antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%. Crédito menos caro A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026. O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,83% do PIB em 2026. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Caminhoneiros preparam greve nacional para os ‘próximos dias’ em meio à alta do diesel

Motoristas autônomos e celetistas articulam paralisação em todo o país e cobram medidas mais efetivas do governo Caminhoneiros de diferentes regiões do país articulam uma paralisação nacional que pode começar nos próximos dias, pressionados pela alta do diesel. Com adesão crescente entre autônomos e motoristas celetistas, o movimento deve avançar caso o governo não apresente medidas para conter os custos da categoria. Ao R7, o presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou que a decisão vem sendo construída em assembleias e reflete a dificuldade crescente de manter a atividade diante dos custos. “Fizemos assembleia no Porto de Santos com a categoria. A maioria deliberou que, se não parar agora, vamos cruzar os braços. A conta não fecha”, disse. De acordo com ele, o movimento tem caráter nacional e reúne adesão ampla tanto entre os profissionais autônomos quanto celetistas. “É uma manifestação nacional. Já temos o posicionamento do porto de Itajaí, de Santos, todas as regiões do Brasil. Eu diria que 95% do setor é favorável”, afirmou. A principal queixa da categoria é o impacto de fatores internacionais sobre o preço dos combustíveis no Brasil. “Soltaram uma bomba lá [no Irã] e já afetou as bombas daqui. A gente vê que não vai parar de subir o preço do diesel.” Segundo Landim, a categoria tenta negociar melhorias desde 2018, mas avalia que as medidas adotadas até agora não tiveram efeito prático. “Precisa, de fato, ter algo concreto para a categoria, senão vai parar todo mundo. O que o governo fez não teve relevância. Não tem condições de manter o trabalho”, reiterou. Na última semana, representantes dos caminhoneiros se reuniram com integrantes do governo na Casa Civil para discutir a Medida Provisória que trata da zeragem das alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel. Ainda assim, a avaliação é de que as iniciativas não resolvem o problema dos custos no setor. “De fato, vai parar se não tiver sinalização do governo, por não ter condições de andar”, reforçou. A orientação inicial das lideranças é que a paralisação ocorra sem bloqueios em rodovias, para evitar penalidades. “Tenho dado a orientação de que não parem em cima de rodovia, porque existe multa muito alta. Pare na sua casa, não saia para trabalhar, pare no posto de combustível. Mas, se precisar subir para a rodovia, a gente sobe”, afirmou. A entidade presidida por Landim reúne cerca de 35 mil caminhoneiros. Estimativas do setor indicam que o Brasil possui aproximadamente 790 mil caminhoneiros autônomos e cerca de 750 mil motoristas celetistas, o que amplia o potencial de impacto de uma eventual paralisação. Caso o movimento se concretize, a adesão conjunta dessas duas frentes pode afetar o transporte de cargas e o abastecimento em diferentes regiões do país. Apoio à paralisação A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística declarou apoio à paralisação articulada por caminhoneiros autônomos, especialmente a partir do Porto de Santos (SP), em reação à alta frequente no preço do diesel. Segundo a entidade, a mobilização reflete a insatisfação da categoria com o aumento dos custos e retoma pautas históricas já defendidas desde a greve nacional de 2018. Entre as principais reivindicações, estão o cumprimento do piso mínimo do frete, o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição, a retomada da distribuição de combustíveis pela Petrobras e a aplicação de punições a empresas que descumprirem a tabela de frete. “Os caminhoneiros estão no limite. A implementação dessas medidas é fundamental para garantir a sobrevivência da categoria”, informou a categoria em nota.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Caminhoneiros aguardam reação do governo para decidir greve

Deputado Zé Trovão (PL – SC) confirma paralisação se não houver resposta de ministério; veja as reivindicações Caminhoneiros trabalham com o plano de uma greve geral para garantir o piso mínimo do frete. A promessa é parar a circulação de cargas caso o governo não convoque representantes para uma negociação. O plano foi confirmado pelo deputado Zé Trovão (PL-SC) ao R7 Planalto. Ele conta que representantes fizeram um pedido para melhorar a condição de trabalho junto ao Ministério dos Transportes e aguardam um retorno. “Caso o ministério não responda, vai iniciar uma paralisação”, alerta. O deputado também defende mudanças no frete de cargas. Para ele, o reajuste garante melhores condições aos caminhoneiros e blinda a categoria contra as oscilações no preço dos combustíveis. “O que foi enviado para o governo são os problemas que precisam ser resolvidos. Fiscalização do piso mínimo de crédito, fiscalização do pagamento do vale-pedágio. E eu pedi para incluir, também, o término da cobrança dupla de seguro de carga”, elenca. Questionado sobre o impacto do diesel, o parlamentar defendeu que a demanda relacionada a combustíveis fique fora da mobilização. “O caminhoneiro não pode tratar preço de combustível, o caminhoneiro tem que tratar o preço do frete. O combustível pode custar R$ 30, se o frete acompanhar”, observa. Por outro lado, Zé Trovão pondera que a alta do insumo impacta o valor final das mercadorias. “Se o diesel fica caro, o frete fica caro, a comida fica cara.”   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Receita encurta prazo para entregar declaração do IRPF 2026

Janela para envios será de 23 de março a 29 de maio Os 44 milhões de contribuintes obrigados a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física neste ano (IRPF 2026) terão um prazo menor do que o habitual para enviar a declaração à Receita Federal. A entrega do documento começará mais tarde neste ano, às 8h de 23 de março, e o prazo se encerrará às 23h59m59s de 29 de maio. As datas estão na instrução normativa publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União. Tradicionalmente, o prazo de entrega começa em 15 de março, ou no primeiro dia útil posterior, e vai até o último dia útil de maio. Em 2026, os contribuintes terão pouco mais de dois meses para prestar contas ao Fisco, contra o prazo habitual de dois meses e meio. Com o adiamento do início do prazo, o programa gerador da declaração só será liberado na próxima sexta-feira (20), às 8h, para download e preenchimento, mas sem transmissão. Quem perder o prazo estará sujeito a multa de 1% ao mês sobre o imposto devido de 2025, mesmo que o tributo já tenha sido quitado. A penalidade tem valor mínimo de R$ 165,74 e pode chegar a 20% do imposto devido, segundo a Receita. Quem deve declarar Devem entregar a declaração os contribuintes que, em 2025, receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, como salários, aposentadorias, pensões ou aluguéis. Também entram na obrigatoriedade pessoas que tiveram rendimentos isentos ou tributados na fonte acima de R$ 200 mil, obtiveram ganho de capital na venda de bens, realizaram operações relevantes em bolsa ou possuíam bens e direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2025. Produtores rurais com receita bruta superior a R$ 177.920 e contribuintes que passaram a residir no Brasil em 2025 também precisam declarar. Limites atualizados A Receita atualizou alguns valores que determinam a obrigatoriedade de entrega da declaração, acompanhando a mudança na tabela progressiva do imposto. O limite de rendimentos tributáveis subiu de R$ 33.888 para R$ 35.584, enquanto o piso de receita bruta da atividade rural passou de R$ 169.440 para R$ 177.920. Regras do exterior O Fisco também detalhou regras relacionadas a investimentos fora do país. Além de quem recebeu rendimentos ou dividendos no exterior, passam a estar explicitamente incluídos contribuintes que desejam compensar prejuízos em aplicações internacionais. As novas normas também reforçam a obrigatoriedade de declaração para titulares de trust estrangeiro e para proprietários de offshores transparentes, estruturas nas quais bens e obrigações no exterior são declarados diretamente pela pessoa física.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Mercado estima redução da Selic em 0,25 ponto esta semana

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz, nesta semana, nova reunião para decidir sobre a taxa básica de juros, a Selic, e a previsão do mercado financeiro é que ela seja reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A expectativa está no boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A Selic, definida atualmente em 15% ao ano, é o principal instrumento da autarquia para alcançar a meta de inflação. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o Copom não interferiu nos juros pela quinta vez seguida, na última reunião, no fim de janeiro. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o colegiado confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, marcada para esta terça (17) e quarta-feira (18), caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos. Na semana passada, o mercado estimava um corte de 0,5 ponto percentual na Selic, mas o aumento das expectativas de inflação mudou este cenário. Entre as razões para esta revisão está o impacto econômico da guerra no Irã, com o aumento no preço do petróleo pressionando a inflação futura. Da mesma forma, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica, até o final de 2026, foi elevada nesta edição do boletim Focus, com a previsão de redução passando de 12,13% ao ano para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a projeção é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. Inflação A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,91% para 4,1% em 2026. Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5%, para ambos os anos. Apesar da alta, a estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7%, uma aceleração diante do registrado em janeiro, 0,33%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 3,81% em 12 meses. PIB e câmbio Já a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 1,82% para 1,83%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento. Nesta edição do boletim Focus, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,47.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Imposto de Renda: Receita define datas de pagamento; primeiro lote será creditado em maio

Os contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber valores no Pix terão preferência nos débitos A Receita Federal definiu as datas de pagamento dos quatro lotes de restituições do IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) neste ano, referente ao ano-calendário de 2025. O primeiro lote será creditado em 29 de maio, seguido por 30 de junho, 31 de julho e 28 de agosto. O texto foi publicado no DOU (Diário Oficial da União). Além das prioridades por lei, terão preferência os contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do Pix. A Receita Federal realiza entrevista coletiva nesta segunda-feira (16) às 10h para anunciar as novas regras do Imposto de Renda 2026. A entrevista contará com a participação do secretário da Fisco, Robinson Barreirinhas. Estão obrigados a declarar o IRPF a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2025: I – recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 (trinta e cinco mil, quinhentos e oitenta e quatro reais); II – recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 200.000,00 (duzentos mil reais); III – obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto; IV – realizou operações de alienação em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas: a) cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais); ou b) com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto; V – relativamente à atividade rural: a) obteve receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 (cento e setenta e sete mil e novecentos e vinte reais); ou b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025; VI – teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais); VII – passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro; VIII – optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de cento e oitenta dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005; IX – optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física, nos termos do regime de transparência fiscal de entidade controlada estabelecido no art. 8º da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023; X – era titular, em 31 de dezembro, de trust e demais contratos regidos por lei estrangeira com características similares, nos termos dos arts. 10 a 13 da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023; XI – relativamente ao capital investido em aplicações financeiras no exterior, a que se referem os arts. 2º a 4º e 9º da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023: a) auferiu rendimentos; ou b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, perdas de anos calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025; ou XII – auferiu lucros ou dividendos de entidades no exterior, nos termos dos arts. 2º e 5º a 6º-A da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

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Alta do diesel pressiona fretes, inflação e pode elevar risco Brasil

Diesel sobe 11,8% e gasolina 2,5%; especialista analisa efeitos na inflação e investimentos A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis divulgou que o diesel já subiu 11,8% nos últimos sete dias. A gasolina ficou 2,5% mais cara. Para entender o impacto dos aumentos na economia, nos fretes e na inflação, um especialista analisou o cenário. Segundo o economista Daniel Teles, o diesel tem forte peso sobre os preços. “O preço do diesel é um fator extremamente importante para o controle do IPCA. Toda cadeia logística opera tendo o preço do diesel como uma das suas principais variáveis”, afirmou. Ele explicou que a alta do petróleo também influencia a inflação. “Existe uma conta muito interessante que mostra o seguinte: o petróleo a US$ 100 o barril por um período consistente de tempo, no intervalo de semanas, teria um impacto de 0,3% na inflação.” De acordo com o especialista, se a guerra no Oriente Médio se prolongar, o Brasil pode sofrer efeitos no câmbio e nos investimentos. “Os investimentos vão ficar mais aversos a risco. Podemos ter impacto no dólar e na bolsa, porque o Brasil é considerado investimento de risco”, disse.   Fonte: R7  

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