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Tag: economia

País veta produtos por alimentação forçada de animais, como foie gras

Proibição vale para produtos in natura e enlatados   Foi sancionada a Lei 15.475, que proíbe a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio de alimentação forçada de animais, método conhecido como gavage. A norma entrará em vigor no prazo de 180 dias contados a partir desta sexta-feira (24). Aprovada pelo Legislativo e enviada no início do mês ao Palácio do Planalto para sanção, a nova lei tem como principal alvo o foie gras (fígado gordo de pato ou ganso), mas se aplica a qualquer produto obtido por esse método. A alimentação forçada é definida como qualquer procedimento manual ou mecânico, em geral por meio de um tubo metálico introduzido na boca de gansos, patos e marrecos até alcançar o esôfago, obrigando o animal a ingerir alimentos ou suplementos em uma quantidade acima do limite natural de saciedade. A introdução em grandes quantidades de alimento provoca uma doença chamada esteatose hepática, caracterizada pela hipertrofia do fígado. O produto final comercializado é este órgão adoecido. A proibição prevista na nova lei vale tanto para produtos in natura quanto para enlatados. Multas e sanções De acordo com o texto sancionado, essas infrações podem ser enquadradas na Lei de Crimes Ambientais, com seus responsáveis respondendo por maus-tratos a animais. Além de multas e sanções administrativas (apreensão de produtos e suspensão da atividade), estão previstas penas de até um ano de detenção. Recentemente, o projeto recebeu apoio de organizações de proteção animal, por meio de uma carta aberta em favor de sua sanção.   Fonte: Agência Brasil

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Franquias sem royalties ganham espaço no Brasil com modelo que aposta no crescimento compartilhado

Formato elimina a cobrança mensal sobre o faturamento dos franqueados e acompanha expansão do setor de franchising, que registrou faturamento recorde em 2025     O modelo de franquias que dispensa a cobrança de royalties tem conquistado espaço no mercado brasileiro à medida que empreendedores buscam maior previsibilidade financeira e modelos de negócio com menor impacto sobre o faturamento mensal. Em vez da taxa tradicional paga pelo uso da marca, algumas redes adotam sistemas em que a receita da franqueadora está concentrada no fornecimento de insumos exclusivos utilizados pelas unidades. Nesse formato, o franqueado mantém integralmente o resultado da operação, enquanto a franqueadora amplia sua receita conforme o crescimento das vendas das lojas. A proposta busca alinhar os interesses entre as duas partes, já que o desempenho da rede passa a depender diretamente dos resultados obtidos pelos franqueados. A tendência acompanha a expansão do franchising no país. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, crescimento nominal de 10,5% em relação ao ano anterior e o maior resultado da série histórica. O segmento de alimentação e food service foi um dos destaques, com faturamento de R$ 51,8 bilhões e alta de 10,8%. Entre as redes que adotam esse modelo está a Fábrica de Bolo Vó Alzira. A empresa teve origem em 2008, no Rio de Janeiro, quando um bolo preparado por Dona Alzira acabou sendo vendido em uma mercearia próxima ao comércio da família. A boa aceitação do produto motivou novos pedidos e deu início ao negócio. A expansão da marca ocorreu a partir de 2013, quando a empresa iniciou o processo de franquias. Segundo a franqueadora, a padronização dos produtos foi viabilizada pelo desenvolvimento de uma mistura exclusiva, elaborada para manter o sabor das receitas originais e simplificar a produção nas unidades. De acordo com a empresa, além da mistura utilizada na fabricação dos bolos, a padronização é garantida por fichas técnicas e pelo acompanhamento periódico de consultores de campo responsáveis por orientar os franqueados e verificar o cumprimento dos padrões operacionais. Ainda conforme informações da rede, atualmente são mais de 300 lojas em funcionamento no país, com produção aproximada de 850 mil bolos por mês e mais de 1.200 empregos diretos. No modelo adotado pela empresa, não há cobrança de royalties. A principal fonte de receita da franqueadora é o fornecimento da mistura exclusiva utilizada pelas unidades, fazendo com que o crescimento da empresa esteja ligado ao desempenho das lojas. O suporte aos franqueados inclui orientação na escolha do ponto comercial, análise de fatores como fluxo de pessoas, perfil de consumo, densidade populacional e concorrência, além de acompanhamento nas áreas de operação, marketing, treinamento e gestão. A empresa também informa utilizar ferramentas de análise de indicadores para monitorar vendas, produtividade e rentabilidade das unidades. Segundo a rede, não é necessário ter experiência anterior em confeitaria ou no setor de alimentação para administrar uma franquia, já que o treinamento é estruturado para capacitar os novos operadores e garantir a reprodução dos processos estabelecidos. As unidades são instaladas em espaços a partir de 30 metros quadrados e operam com foco tanto no atendimento presencial quanto nas vendas por delivery e retirada no local, características que acompanham mudanças no comportamento do consumidor e o crescimento de modelos de alimentação voltados à praticidade e à padronização.

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Petróleo sobe mais de 1% com tensão entre EUA e Irã e ameaça ao transporte marítimo

Mercado reage à escalada do conflito no Oriente Médio, enquanto expectativa de cessar-fogo disputa espaço com novos ataques e risco ao abastecimento global. Os preços internacionais do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (20), impulsionados pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã e pelas novas ameaças à navegação no Oriente Médio. Apesar da expectativa de retomada das negociações entre os dois países, o mercado segue atento aos riscos de interrupção no abastecimento mundial de petróleo. O barril do petróleo Brent, referência internacional, encerrou o dia cotado a US$ 89,22, com alta de cerca de 1,3%, após atingir a máxima de US$ 91,42, o maior valor desde 11 de junho. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou a US$ 83,23, avanço de 0,9%, depois de alcançar US$ 85,39 durante o pregão. A valorização ocorreu em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Os Estados Unidos realizaram a nona noite consecutiva de ataques contra alvos iranianos, enquanto aliados americanos, como Kuwait e Barein, também relataram novos ataques atribuídos ao Irã. Ao mesmo tempo, uma proposta de cessar-fogo de dez dias foi apresentada ao governo iraniano por mediadores internacionais. A iniciativa busca reduzir a escalada militar e abrir caminho para a retomada de um acordo provisório firmado entre Washington e Teerã no mês passado. Segundo Daniela Hathorn, analista sênior da Capital.com, a possibilidade de novas negociações ajudou a aliviar parte das preocupações do mercado sobre uma interrupção imediata no fornecimento de petróleo e na circulação de navios pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Apesar disso, o cenário permanece delicado. Os rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram um bloqueio naval contra a Arábia Saudita, ampliando o risco para o comércio internacional e para o abastecimento energético global. De acordo com Jorge León, chefe de análise geopolítica da Rystad Energy, cerca de 2,5 milhões de barris de petróleo saudita por dia podem ser afetados caso as ameaças se concretizem. Ele alerta que, sem um cessar-fogo e com o Estreito de Ormuz permanecendo praticamente fechado, os preços do petróleo podem registrar uma nova disparada. Por outro lado, analistas da consultoria Kpler avaliam que o volume recorde de petróleo atualmente em trânsito marítimo — estimado em cerca de 1,35 bilhão de barris — pode amenizar parte da pressão sobre os preços no curto prazo, reduzindo o impacto de eventuais interrupções no fornecimento. (Renan Isaltino) Foto: ilustrativa Fonte: Reuters

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Compras no inverno: pesquisa do Procon-SP mostra que 25% dos consumidores se endividam na estação

Levantamento observa uma maior cautela na destinação do orçamento familiar entre lazer e consumo As baixas temperaturas registradas nesta época do ano têm levado os consumidores a priorizar a compra de agasalhos e roupas de frio, tornando o lazer e as viagens em segundo plano. É o que constata a segunda edição da pesquisa comportamental do Procon-SP sobre hábitos de consumo e lazer no inverno, que contou com 556 participantes de modo virtual. A iniciativa tem como objetivo identificar práticas comuns durante a estação, a fim de orientar a população sobre seus direitos. Roupas e agasalhos lideram a lista de produtos mais adquiridos durante o inverno, seguidos por bebidas e alimentos típicos da estação. Quando perguntados sobre frequentar eventos no trimestre, 29% consumidores afirmaram que têm esse hábito, sendo mais referidas as festas juninas, julinas e quermesses em igrejas e centros religiosos ou em áreas públicas – como ruas, parques e praças -, onde geralmente têm entrada franca. Ainda sobre atividades de lazer, 14,57% dos consumidores informaram que costumam viajar, sendo as cidades do interior do estado o destino mais citado. Os resultados da pesquisa indicam que parte dos consumidores enfrenta alguma dificuldade financeira. O endividamento relacionado às compras de inverno, abordado por 25% dos respondentes, somado ao menor percentual de quem informa frequentar eventos ou viajar, sugere que algumas despesas podem estar sendo adiadas ou reduzidas. Esse cenário também pode refletir uma maior cautela na destinação do orçamento familiar. Cuidados com a saúde Entre os destaques da pesquisa, observa-se que os consumidores seguem atrelando o período mais frio do ano com maior cuidado com a saúde. O levantamento apontou que, entre os itens mais comprados pelos consumidores, estão medicamentos e vacinas – citados por pelo menos um terço dos participantes – além da contratação de serviços médicos e hospitalares. Sobre a metodologia Um total de 556 pessoas que acessaram o site do Procon-SP entre os dias 9 a 30 de junho responderam ao questionário composto por 23 perguntas fechadas. O perfil dos participantes é formado por: 70,5% do sexo feminino; 64,21% com idade entre 26 e 50 anos; 65,47% ganha até 4 salários mínimos; 52,34% reside na capital.

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Aeronaves, óleo, café e carne estão fora do tarifaço imposto pelos EUA

Setores estão entre os principais da pauta exportações para o país Itens de aviação civil, petróleo, carne bovina e café, que juntos responderam por um terço da pauta de exportações do Brasil para os Estados Unidos, no primeiro semestre deste ano, não estão sujeitos ao tarifaço imposto por aquele país aos produtos brasileiros. Nesta quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil. Também estão isentos da cobrança extra produtos como celulose, minério de ferro, ferro-gusa, laranja e suco de laranja. Por outro lado, alguns setores não conseguiram se livrar da taxação, como ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados. As isenções foram estabelecidas pelos Estados Unidos para aqueles produtos brasileiros que não são produzidos internamente por lá em quantidade suficiente ou a preços razoáveis, evitando assim escassez de determinados produtos no mercado consumidor e perturbações na economia daquele país. Tarifaço As tarifas de 25% foram anunciadas nesta quarta-feira (15) e devem entrar em vigor no próximo dia 22, depois de uma investigação do USTR. O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Já o governo brasileiro repudiou as novas tarifas, disse que não reconhece a legitimidade da investigação do USTR e acrescentou que não há justificativa para essas medidas. O Brasil informou ainda que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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IRPF: lote especial de restituição começa a ser pago hoje

No total, serão pagos R$ 460 milhões a 3,5 milhões de contribuintes Começa a ser pago nesta quarta-feira (15) lote especial de restituição automática do Imposto de Renda para Pessoa Física (IRPF). O Ministério da Fazenda estima que aproximadamente 3,5 milhões de contribuintes receberão cerca de R$ 460 milhões em restituições. A consulta sobre essa restituição conhecida por cashback pode ser feita por meio do portal da Receita Federal no link Meu Imposto de Renda ou pelo aplicativo Receita Federal. O dinheiro será creditado diretamente na conta vinculada à chave Pix do tipo CPF do contribuinte. “Têm direito à restituição os contribuintes que não entregaram a declaração de IRPF em 2025 por não estarem obrigados, mas que apuraram valores que os credenciaram para restituição durante o ano de 2024”, informou a Fazenda. A partir de informações já disponibilizadas à Receita, foi possível, mesmo sem qualquer ação prévia do contribuinte, gerar declarações de receita simplificada que identificaram os valores a serem restituídos. Os contribuintes contemplados também poderão acessar a declaração gerada automaticamente para conferir dados, incluir informações e fazer ajustes, se necessário. Para receber o valor, o contribuinte deve atender aos seguintes requisitos: – Não estar obrigado a declarar o IRPF de 2025; – Não ter enviado declaração por conta própria; – Ter tido imposto retido na fonte em 2024; – Ter direito a restituição de até R$ 1 mil; – Estar com o CPF regular e possuir chave Pix vinculada ao CPF. O lote especial tem cronograma próprio e não faz parte do calendário regular de restituições do IRPF 2026. O próximo lote regular está previsto para 31 de julho. A Receita orienta os contribuintes a utilizarem apenas os canais oficiais para consultas e acompanhamento do processo. Diferença A Receita Federal esclarece que este lote especial de restituição automática “não integra o calendário regular de restituições do IRPF 2026, que seguem seu calendário previsto”. Trata-se de um lote com cronograma próprio, destinado a contribuintes que não apresentaram declaração. “Os lotes regulares continuam sendo pagos normalmente aos contribuintes que entregaram a declaração dentro do prazo legal. O próximo lote regular está previsto para 31 de julho”, informou a Receita.   Fonte: Agência Brasil Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Boletim Focus: mercado reduz expectativa de inflação para 5,16%

Projeções para PIB, dólar e Selic ficam estáveis Pela segunda semana consecutiva, o mercado financeiro reduz a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado para o ano caiu para 5,16%. Na semana passada, o mercado projetava uma inflação ligeiramente maior, de 5,30%. Os demais índices projetados pelo boletim para 2026 (PIB, câmbio e Taxa Selic) se mantiveram estáveis. Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos bens e serviços produzidos no país), o mercado projeta crescimento de 1,99% em 2026, pela segunda semana consecutiva. Para 2027 e 2028, o crescimento projetado pelo mercado está em 1,65% e 2%, respectivamente. Ao final de 2026, a expectativa é de que o dólar esteja cotado a R$ 5,20. Para 2027 e 2028, as cotações projetadas estão em R$ 5,28 e R$ 5,34. Taxa Selic A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela terceira semana consecutiva. A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é de 14,25%. Com isso, há expectativas de, pelo menos, uma redução na atual taxa até o final do ano. A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto. As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente. De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando estava fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes. Copom Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, incentivando produção e consumo no país – o que acaba por estimular a atividade econômica. Por outro lado, segundo os especialistas que costumam ser consultados pelo BC para a elaboração do boletim Focus, créditos mais baratos tendem a diminuir os controles sobre a inflação. Ao aumentar a taxa Selic, o Copom faz com que o crédito no país fique mais alto, o que estimula, em vez de consumo, a aplicação de recursos em poupanças ou em renda fixa. Na avaliação do mercado, taxas mais altas de juros acabam por dificultar a expansão da economia, uma vez que contêm demandas aquecidas na economia. Para definir as taxas de juros que cobram de seus clientes, os bancos consideram, também, outros fatores. Entre eles, risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. IPCA De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os preços dos alimentos tiveram a primeira queda desde novembro de 2025, ajudando a inflação oficial a fechar o mês de junho em 0,16%. O resultado mensal do IPCA é o menor desde outubro de 2025. Os dados de junho mostram que a inflação perdeu força pelo quarto mês seguido. Em maio, o índice era de 0,58%. Em 12 meses, o IPCA soma 4,64%, ainda acima da meta do governo de até 4,5%, mas abaixo do acumulado até maio, quando era 4,72%. Em junho de 2025, o IPCA foi de 0,24%. A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou o mês de junho em 0,14% e acumula 4,33% nos últimos 12 meses. O indicador interessa a diversas categorias profissionais pois serve de base para cálculo de reajustes salariais. INPC x IPCA O INPC é o índice que mede a inflação para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Já o IPCA mede a inflação para lares com renda de um a 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Saiba como economizar até 40% em multas no Estado de SP

Com o Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), é possível fazer o pagamento antecipado de infrações emitidas pelo Detran-SP e DER-SP; adesão é voluntária O Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), implantado no Estado de SP em 2023, é uma ferramenta digital que permite aos motoristas brasileiros descontos de até 40% no pagamento de multas. A solução é destinada a todos os proprietários de veículos, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Os interessados devem baixar o aplicativo da CDT, o mesmo da CNH Digital e do CRLV-e, nas lojas Android ou iOS, e realizar o cadastramento. Outro caminho é preencher os dados pelo portal Senatran (https://portalservicos.senatran.serpro.gov.br/). Após o cadastro, o usuário deve ativar a opção “Infrações” no app, e baixar cada multa com valor reduzido até a data de vencimento original. Para ter direito ao benefício, é preciso renunciar a recurso ou defesa e reconhecer a infração antes da notificação formal ficar disponível no sistema. A opção, apontada como vantajosa para quem busca economia e praticidade, é facultativa.   Foto: Francisco Cepeda/Governo de SP

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Preço do diesel cai 0,7% e gasolina recua 0,4% na semana, aponta ANP

Levantamento mostra redução nos valores médios dos combustíveis entre os dias 5 e 11 de julho; GLP também ficou ligeiramente mais barato Os preços dos combustíveis registraram queda na semana de 5 a 11 de julho, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. O destaque foi o diesel, que teve redução de 0,7% tanto na versão S-10 quanto na S-500. O preço médio do diesel S-10 passou de R$ 7,02 para R$ 6,97 por litro, enquanto o diesel S-500 caiu de R$ 6,69 para R$ 6,64 por litro. A gasolina também apresentou recuo. O valor médio nacional passou de R$ 6,61 para R$ 6,58 por litro, uma queda de 0,4% em relação à semana anterior. Já o gás de cozinha (GLP) teve redução mais discreta, de 0,1%, chegando a R$ 114,41 o botijão de 13 quilos. Maiores e menores preços do país De acordo com a ANP, os maiores preços do diesel e da gasolina foram encontrados em Guarujá, no litoral paulista, onde ambos chegaram a R$ 9,79 por litro. O botijão de gás mais caro foi registrado em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, ao valor de R$ 161,00. Entre os menores preços do país, o diesel foi encontrado no Rio de Janeiro, por R$ 5,89 o litro. A gasolina mais barata foi comercializada em Araraquara, no interior paulista, a R$ 5,49 o litro. O menor valor do gás de cozinha foi registrado em Caçapava, também em São Paulo, por R$ 79,00 o botijão. Impacto no bolso A redução do diesel tende a ter efeito mais amplo na economia, já que o combustível é utilizado no transporte de cargas em todo o país. Quedas sucessivas podem ajudar a reduzir custos logísticos e pressionar menos os preços de produtos transportados por rodovias. No caso da gasolina, a diminuição foi menor, mas representa um alívio para os motoristas após semanas de estabilidade nos valores médios nacionais. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Agência Brasil

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Aposta de Divinópolis (MG) leva prêmio de R$ 43 milhões da Mega-Sena

Números sorteados são: 01 – 11 – 24 – 33 – 35 – 59 Uma aposta de Divinópolis (MG) acertou as seis dezenas do Concurso 3.029 da Mega Sena, realizado nesta quinta-feira (9), e vai receber o prêmio de R$ 43.068.394,39. A aposta simples, com seis números, foi feita na Lotérica O Paraíso da Sorte. Os números sorteados são: 01 – 11 – 24 – 33 – 35 – 59 – 39 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 45.642,92 cada – 3.261 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 899,78 cada Apostas Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (11), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. O prêmio principal está estimado em R$ 20 milhões. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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