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Explosão em fábrica de explosivos em Quatro Barras (PR) deixa nove mortos e mobiliza forças de segurança

A empresa informou que as vítimas fatais eram funcionários que estavam no local no momento da explosão  Uma explosão de grandes proporções atingiu, na manhã desta terça-feira (12), uma fábrica de explosivos em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, resultando na morte de nove pessoas e deixando outras sete feridas.  A tragédia mobilizou mais de 50 profissionais da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP), incluindo equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Científica. O trabalho de busca, perícia e investigação deve prosseguir na quarta-feira (13), a partir das 7h, com foco na identificação das vítimas.  Segundo informações da Polícia Científica, foram designadas quatro equipes para atuar exclusivamente na identificação. A empresa informou que as vítimas fatais eram funcionários que estavam no local no momento da explosão. As causas do acidente serão investigadas em conjunto pela Polícia Civil e Polícia Científica.  O secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Teixeira, informou que o Corpo de Bombeiros chegou ao local poucos minutos após a ocorrência, por volta das 6h20, e realizou o isolamento da área, resgate de feridos e apoio às buscas. O esquadrão Antibombas da Polícia Militar também atuou para garantir a segurança da operação.  O governador Carlos Massa Ratinho Junior lamentou as mortes e prestou solidariedade às famílias. Ele determinou que todas as forças de segurança fossem mobilizadas para atendimento às vítimas e proteção da área atingida.  A empresa responsável pela fábrica tem colaborado com as equipes, incluindo o apoio da sua brigada interna no resfriamento da área afetada. De acordo com as autoridades, não há mais sobreviventes entre os desaparecidos, e o trabalho agora se concentra na identificação e entrega dos corpos às famílias. (Renan Isaltino) Foto: Secretaria de Segurança Pública do Paraná

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Idosa é encontrada em situação de abandono em terreno no Satélite Íris 1, em Campinas

Uma mulher de 65 anos foi encontrada em situação de abandono no bairro Satélite Íris 1, em Campinas, na tarde desta segunda-feira (11). A idosa vivia sozinha em um terreno, dormindo dentro de um banheiro sem porta, em condições precárias de higiene e moradia. A denúncia foi feita por moradores da região, que acionaram a Guarda Municipal de Campinas. Ao chegar ao local, a equipe confirmou a gravidade da situação: a mulher residia em uma estrutura com apenas um cômodo e sem condições mínimas de dignidade. A ocorrência foi registrada na 2ª Seccional da Polícia Civil, onde foi lavrado boletim de ocorrência por maus-tratos a pessoa idosa. Segundo as autoridades, a idosa foi acolhida e está recebendo os cuidados necessários por parte dos serviços sociais competentes. A Guarda Municipal destacou a importância da denúncia para a atuação rápida dos órgãos de proteção. “A denúncia de casos como este é fundamental para que as autoridades possam agir e garantir a proteção das pessoas em situação de vulnerabilidade”, afirmou em nota. Denúncias de abandono ou maus-tratos contra idosos podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 153.    

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Prisão de Bolsonaro completa uma semana sob tensão no Congresso e protesto de aliados

Medida decretada por Alexandre de Moraes revoltou aliados no Congresso, que obstruíram os trabalhos na Câmara e no Senado O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa nesta segunda-feira (11) uma semana de prisão domiciliar. A medida foi decretada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, após uma série de descumprimentos de decisões judiciais. A decretação da prisão fez com que aliados do ex-presidente no Congresso organizassem uma série de protestos contra a decisão judicial. Entre terça-feira (5) e quinta-feira (7), deputados e senadores ocuparam os plenários da Câmara e do Senado. Alguns participantes colaram esparadrapos na boca e nos olhos para sugerir que Bolsonaro estaria sendo censurado. No Senado, o senador Magno Malta (PL-ES) até se acorrentou à mesa principal do plenário durante a manifestação. Na noite de quarta-feira (6), na Câmara, a mobilização ganhou força depois que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou uma sessão no plenário. Parlamentares contrários à decisão judicial permaneceram no local e impediram que Motta se sentasse na cadeira da presidência. Ele só conseguiu assumir o posto cerca de duas horas após o início da sessão, depois de conversas entre lideranças partidárias. As negociações para encerrar o ato envolveram diferentes interlocutores. Entre eles, o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi procurado pelos manifestantes na tentativa de garantir algum tipo de contrapartida. A mobilização afetou a rotina legislativa e adiou votações previstas para o período. Consequências do protesto Mesmo após o encerramento do protesto, o clima no Congresso permanece tenso. No Senado, parlamentares afirmam ter reunido as 41 assinaturas necessárias para protocolar um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. No entanto, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), já avisou aos senadores que não dará andamento à solicitação em nenhuma circunstância. Na Câmara, a repercussão também segue forte. Como resposta à ação que o impediu de se sentar na cadeira da presidência durante a sessão de quarta-feira, Hugo Motta (Republicanos-PB) encaminhou ao corregedor parlamentar as denúncias contra 14 deputados envolvidos no ato. Eles podem ser punidos com advertência ou suspensão do mandato por até seis meses. Os denunciados foram: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG), Zucco (PL-RS), Bia Kicis (PL-DF), Allan Garcês (PP-MA), Marco Feliciano (PL-SP), Domingos Sávio (PL-MG), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Julia Zanatta (PL-SC), Marcos Pollon (PL-MS), Zé Trovão (PL-SC), Carlos Jordy (PL-RJ), Carol De Toni (PL-SC) e Paulo Bilynskyj (PL-SP). Como estava a situação de Bolsonaro antes da prisão Antes, Bolsonaro usava tornozeleira eletrônica e precisava cumprir toque de recolher. Inicialmente, ele só poderia receber visitas dos advogados e dos familiares que moram na mesma residência. Porém, após pedidos da defesa, Moraes autorizou visitas de outros familiares e políticos, sem necessidade de autorização judicial prévia (veja lista a seguir). Na decisão, Moraes voltou a dizer que a Justiça é cega, mas não é tola e que a Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico. “A Justiça é igual para todos. O réu que descumpre deliberadamente as medidas cautelares pela segunda vez deve sofrer as consequências legais“, ressaltou. Apesar das determinações, Jair Bolsonaro foi citado em transmissões feitas por aliados — como os parlamentares Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira —, nas quais discursou contra o STF, mencionou apoio internacional e defendeu manifestações com teor político. Moraes cita que Bolsonaro usou redes sociais de aliados, de seus três filhos parlamentares, para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”. O ministro classificou as ações como “continuação de práticas ilícitas” e destacou o uso de conteúdo pré-produzido para incitar apoiadores, pressionar instituições e estimular intervenção externa em assuntos internos, afrontando diretamente a soberania nacional. Primeiras restrições As transmissões feitas por aliados, nas quais o ex-presidente Bolsonaro aparece, ocorreram mesmo após advertências claras de que entrevistas, discursos ou vídeos veiculados por terceiros também configurariam descumprimento das medidas cautelares. As primeiras cautelares, impostas em julho, incluíam tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e, nos fins de semana, proibição de acesso a embaixadas e uso de redes sociais. Entenda em 7 passos o que levou Bolsonaro à prisão domiciliar 1. Abertura de inquérito e investigação O processo PET 14129 teve início para apurar crimes como coação, obstrução de investigações e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República solicitaram medidas cautelares contra o ex-presidente. 2. Primeiras medidas restritivas Em 17 de julho, a Justiça determinou tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e total nos fins de semana, além de restrições quanto a viagens, contato com autoridades estrangeiras, outros investigados e uso de redes sociais. 3. Reforço das regras e interpretação do STF No dia 21 de julho, o Supremo referendou as medidas, deixando claro que a proibição de redes sociais incluía qualquer forma de veiculação indireta, como transmissões ou publicações feitas por terceiros em nome do investigado. 4. Primeira violação das medidas Na mesma data, Bolsonaro divulgou nas redes sociais imagens da tornozeleira e fez declarações direcionadas ao público digital. Os advogados foram intimados, e, mesmo com a manutenção das medidas, o comportamento continuou. 5. Reincidência e uso político das redes Em 3 de agosto, aliados exibiram vídeos e ligações telefônicas em que Bolsonaro discursava durante manifestações. As postagens envolviam símbolos estrangeiros e apoio a tarifas contra o Brasil, o que foi considerado uma forma de incitar interferência internacional no Judiciário. 6. Avaliação de comportamento reiterado A conduta foi classificada como “continuação delitiva” e tentativa consciente de desmoralizar a Justiça. Alexandre de Moraes destacou que a legislação se aplica a todos, independentemente de influência política ou econômica. 7. Prisão domiciliar integral e novas restrições Diante das violações sucessivas, o ministro determinou prisão domiciliar integral, com proibição de visitas (salvo autorização formal), uso de dispositivos eletrônicos e comunicação com investigados ou autoridades estrangeiras. A decisão prevê prisão preventiva imediata em caso de nova infração. Visitas Moraes autorizou o ex-presidente a receber visitas de médicos, mas negou o acesso de seguranças, dirigentes do PL (Partido Liberal) e do

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Manifestações em quatro cidades pedem ampliação da licença-paternidade

Manifestações e passeatas realizadas simultaneamente neste sábado (9) em São Paulo, em Brasília, no Recife e no Rio de Janeiro reuniram pais, mães e crianças para chamar a atenção para a necessidade de aumentar a licença-paternidade para 30 dias. Os atos foram organizados pela Coalizão Licença Paternidade (CoPai), que chama a atenção para o fato de que os cinco dias de licença-paternidade eram para ser temporários, mas em 37 anos não houve regulamentação. Atualmente, a licença para pais é de cinco dias consecutivos nos casos de nascimento de filho, adoção ou de guarda compartilhada. O direito está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e foi criado com a promulgação da Constituição de 1988. Entretanto, em dezembro de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 18 meses para que o Congresso regulamente a licença-paternidade. O prazo venceu em julho e a previsão é a de que o parlamento trate do tema na volta do recesso. A decisão do STF veio após julgamento de uma ação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS). Prevaleceu no julgamento o voto do ministro Luís Roberto Barroso para reconhecer a omissão do Congresso em aprovar a regulamentação da norma. O entendimento foi seguido pelos demais ministros. Para a presidente da Coalizão Licença-Paternidade (CoPai), Camila Bruzzi, a presença paterna nos primeiros meses de vida dos bebês é fundamental e, uma licença-paternidade ampliada traz impactos duradouros e que beneficia a todos: a criança, a mãe, o próprio pai, a família, as empresas e toda a sociedade. “A licença-paternidade ampliada de verdade promove uma transformação cultural e faz com que os pais passem a participar mais do cuidado dos filhos de uma forma permanente. Dados internacionais demonstram que quando pais têm licença-paternidade prolongada, desenvolvem vínculos profundos com o bebê, picos de ocitocina e mudanças no cérebro que os tornam mais acolhedores e pacientes”, explicou. De acordo com a CoPai, já há estudos indicando” que a ampliação da licença-paternidade reduz a sobrecarga materna, melhora o desenvolvimento infantil, pode ajudar a prevenir violência e uso de drogas na adolescência, e tem custo mínimo, sendo menos de 1% da previdência. Empresas que já adotam uma licença-paternidade ampliada relatam aumento da produtividade dos funcionários em seu retorno”, diz a organização. Segundo a pesquisa Datafolha, 76% dos brasileiros apoiam a ampliação da licença-paternidade. Embaixador da CoPai, Tadeu França, ressalta que o país enfrenta uma dificuldade cultural que nutre a ideia de que pai é só o provedor e só sai para colocar dinheiro na casa. “Isso sobrecarrega mulheres, mães, o tempo inteiro, há muitos anos. E esse movimento vem para reforçar que a presença do pai, principalmente nesses primeiros dias de vida da criança, é fundamental para o desenvolvimento dela e para o nosso desenvolvimento também, tanto como homem, quanto como cuidador”, reforça. Também embaixador da CoPai, o jornalista Felipe Andreoli é um dos apoiadores da causa. Ele conta que quando foi pai pela primeira vez não pode ter uma licença-paternidade mais longa e isso foi doloroso. “Na segunda vez como pai pude desfrutar de mais tempo ao lado do meu bebê e da minha mulher e por isso sou totalmente defensor da ampliação da licença-paternidade de no mínimo 30 dias no Brasil”, afirma. Lei O Projeto de Lei (PL) 6.216/2023 da Câmara (assim como o 3.773/2023 do Senado) propõe a ampliação da licença-paternidade para 30 dias e seu aumento progressivo para 60 dias ao longo de 5 anos. O 3.773/2023, que tramita no Senado, adotou o mesmo texto após articulações da Frente Parlamentar Mista pela Licença-Paternidade que trata do tema no Congresso, criada em 2024. “A Frente Parlamentar tem mais de 250 deputados(as) e Senadores, de partidos dos diversos espectros políticos. Ela une de esquerda à direita e mostra que é um projeto de toda a sociedade, sem viés político”, destaca a Presidente Adjunta da CoPai e Secretária Executiva da Frente Parlamentar Mista pela Licença-Paternidade, Caroline Burle. Sociedade Brasileira de Pediatria No último dia 10, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou uma carta aberta a parlamentares brasileiros pedindo a aprovação de projetos de lei que tratam da ampliação da licença-paternidade. A entidade aponta que soma forças junto à Coalizão Licença Paternidade (CoPai), que reúne especialistas, organizações da sociedade civil e entidades científicas em defesa da parentalidade ativa como estratégia de desenvolvimento humano e justiça social. Para os pediatras, o modelo vigente no Brasil, que concede apenas cinco dias de licença ao pai, está em desacordo com evidências científicas que tratam dos benefícios da presença paterna nos primeiros dias de vida do bebê. A carta cita estudos que ressaltam efeitos positivos de uma licença paternidade de quatro semanas. Entre eles está a possibilidade de apoiar o aleitamento materno e contribuir com o desenvolvimento neuro-cognitivo dos bebês. “Garantir o início da vida com presença, afeto e suporte é uma responsabilidade compartilhada”, diz a carta. O documento destaca ainda que diversos países já adotam modelos de licença parental compartilhada, que permitem a divisão flexível do tempo de cuidado entre mães e pais. “Licença-paternidade não é luxo. É cuidado, é saúde, é desenvolvimento. E, sobretudo, é um direito de crianças e famílias que desejam começar a vida com mais afeto, apoio e dignidade”, conclui a SBP.   Fonte: Agência Brasil Foto: CoPai/Divulgaçã

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Mulher dá à luz a prematuro de 30 semanas em residência em Limeira; bebê está em estado grave

O recém-nascido, de aproximadamente 30 semanas de gestação, precisou ser intubado  Na noite deste sábado (09), uma mulher deu à luz um bebê prematuro na Rua Albina Calissi Roque, no bairro Cecap, em Limeira. Segundo informações apuradas pelo Portal Veloz, a mulher, que aparenta ter 37 anos, começou a sentir contrações e, antes de chegar a um hospital, acabou tendo a criança na própria residência.  Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para prestar socorro. O recém-nascido, de aproximadamente 30 semanas de gestação, precisou ser intubado devido ao estado grave e foi encaminhado à Santa Casa de Limeira.  A mãe também foi atendida pela equipe de emergência e levada ao hospital, onde recebe cuidados médicos.  Até o momento, não há informações sobre a identidade da mãe ou do bebê. O estado de saúde de ambos inspira cuidados e segue sendo monitorado pela equipe médica da Santa Casa. (Renan Isaltino)

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Segunda audiência discute proposta do Executivo de Americana que pode entregar DAE à iniciativa privada

A Câmara Municipal de Americana informou que realizará na segunda-feira (11) a segunda audiência pública para debater o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município nº 4/2025, de autoria do Poder Executivo, que altera artigo da lei orgânica que trata do serviço de saneamento público municipal, o DAE de Americana. O projeto visa entregar o serviço à iniciativa privada. A audiência terá início às 10h30 no Plenário Dr. Antônio Álvares Lobo, será aberta ao público e terá transmissão ao vivo pela TV Câmara através do canal 8 da Claro (RPTV), site oficial e redes sociais (Facebook e Youtube). O PELOM nº 4/2025 revoga o parágrafo 4º do artigo 79 da Lei Orgânica do Município, que trata do serviço de saneamento público municipal e atualmente proíbe a concessão à iniciativa privada. De acordo com o Poder Executivo, o número de municípios que aprovaram a concessão do serviço tem aumentado no Brasil nos últimos anos e a medida é uma das alternativas encontradas pelas administrações públicas para enfrentar os problemas de saneamento. Para garantir ampla participação, a Câmara de Americana informou que a população pode apresentar dúvidas, sugestões e comentários de três formas diferentes: presencialmente, no Plenário; por e-mail, enviando sua mensagem para audienciaspublicas@camara-americana.sp.gov.br; e preenchendo o formulário na página da audiência no site da Câmara: https://www.camara-americana.sp.gov.br/AudienciasPublicas/PELOM-4-2025. A terceira audiência será realizada no dia 11 de agosto, às 10h30, também no Plenário Dr. Antônio Álvares Lobo.   Foto: Prefeitura de Americana

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Moraes autoriza Bolsonaro a receber familiares no Dia dos Pais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou oito familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro a visitá-lo neste domingo (10), quando será comemorado o Dia dos Pais. Na segunda-feira (4), Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente e restringiu visitas à casa onde Bolsonaro mora em Brasília. O ministro atendeu ao pedido feito pela defesa do ex-presidente para incluir novos parentes na lista de visitantes. Moraes já tinha decidido que filhos e netos não precisam de autorização prévia para as visitas. Foram autorizados a visitar Bolsonaro o sogro Vicente de Paulo Reinaldo; a sogra Maisa Torres Antunes; a nora Fernanda Antunes; uma neta do ex-presidente, além de dois sobrinhos e um irmão de criação da ex-primeira dama Michele Bolsonaro. Conforme determinação de Moraes, as pessoas que forem autorizadas a visitar o ex-presidente não poderão usar celular para tirar fotos ou gravar imagens. As medidas foram decretadas após o ministro entender que Bolsonaro usou as redes sociais de seus filhos para burlar a proibição, inclusive por intermédio de terceiros. No domingo (3), Carlos, Flávio e Eduardo, filhos do ex-presidente, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados em diversas cidades do país. As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política. Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Jair Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.   Fonte: Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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Projeto que amplia isenção do Imposto de Renda para quem ganha até dois salários mínimos deve ser sancionado na segunda-feira

A proposta, uma das principais promessas de campanha do petista, já foi aprovada pelo Congresso e aguarda apenas a assinatura para virar lei  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve sancionar, na próxima segunda-feira (11), o projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 3.036 em 2025. A proposta, uma das principais promessas de campanha do petista, já foi aprovada pelo Congresso e aguarda apenas a assinatura para virar lei.  A votação no Senado ocorreu na quinta-feira (7) e durou cerca de 15 minutos, com aprovação simbólica após acordo com a oposição, que havia ocupado o plenário até a noite anterior. O texto, de autoria do líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), teve como relator no Senado o líder governista Jaques Wagner (PT-BA).  A medida eleva a faixa de isenção dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036 a partir de 2025, acompanhando o reajuste do salário mínimo para R$ 1.518, em vigor desde janeiro. A mudança só entrará em vigor em 2026, ano em que Lula deve disputar a reeleição.  Nos últimos anos, o limite da isenção foi reajustado da seguinte forma: 2023: R$ 2.640; 2024: R$ 2.824; 2025: R$ 3.036.  A nova tabela progressiva mensal do IR ficará assim: Até R$ 2.428,80: alíquota 0%; De R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65: alíquota de 7,5% (parcela a deduzir: R$ 182,10); De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05: alíquota de 15% (parcela a deduzir: R$ 394,16); De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68: alíquota de 22,5% (parcela a deduzir: R$ 675,49); Acima de R$ 4.664,68: alíquota de 27,5% (parcela a deduzir: R$ 908,73).  O Palácio do Planalto ainda analisa se haverá necessidade de vetos pontuais, mas a expectativa é de que a sanção ocorra sem alterações para agilizar a aplicação da lei.

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Falta de atualização da lista de medicamentos em Americana pode estar gerando desperdício e aumento de ações judiciais, alerta vereador

O vereador Gualter Amado (PDT) protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Americana solicitando informações à prefeitura sobre atualização da Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remume), documento que define os medicamentos padronizados para fornecimento gratuito à população por meio do SUS. De acordo com o parlamentar, a relação é fundamental para garantir o acesso regular e seguro aos medicamentos, pois permite que o município adapte a lista nacional — a chamada Rename, elaborada pelo Ministério da Saúde — às necessidades epidemiológicas locais, incluindo medicamentos específicos para doenças prevalentes na cidade ou emergências. “Americana tem registrado altos gastos com mandados judiciais e compras diretas de medicamentos não padronizados. Se alguns desses medicamentos fossem incorporados previamente à lista municipal, isso poderia representar mais economia, previsibilidade e transparência, além de reduzir a judicialização”, defende Gualter. No requerimento, o vereador questiona a composição da comissão responsável pela elaboração e atualização da Remume; a periodicidade das reuniões e revisões da lista; os critérios técnicos adotados e a forma de divulgação do conteúdo à população. Além disso, solicita informações sobre quais medicamentos da RENAME, autorizados pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS), não foram incorporados localmente, além dos motivos dessa decisão e se há fornecimento por outros programas. Gualter também pediu o envio de cópia atualizada da tabela de medicamentos da atenção básica e dados dos últimos dois anos sobre os gastos com compras diretas e mandados judiciais. O requerimento será discutido e votado pelos vereadores em Plenário, durante a sessão ordinária de terça-feira (12). Se aprovado, será encaminhado à Prefeitura de Americana para resposta.

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Cassado pelo TRE-SP, vereador de Hortolândia fica inelegível; vice-prefeito é absolvido

O parlamentar também ficará inelegível por 8 anos O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) manteve, por unanimidade, a cassação do mandato do vereador Leonardo Martins Moreira (PSB), conhecido como Léo do LM, por abuso de poder político e econômico nas Eleições Municipais de 2024. A decisão foi proferida na sessão de julgamento desta terça-feira (5) e reformou parcialmente a sentença da 361ª Zona Eleitoral. O parlamentar também foi declarado inelegível por oito anos a partir das eleições de 2024. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi movida pelo Ministério Público Eleitoral com base em denúncia da candidata a vereadora Fabíola Santos de Almeida (Solidariedade). Conforme o processo, Léo do LM a coagiu a desistir da candidatura durante uma reunião com a presença do candidato a vice-prefeito, Carlos Augusto César. Na ocasião, teriam sido oferecidas vantagens financeiras e feitas ameaças à integridade pessoal e à atividade comercial de Fabíola. O Ministério Público também apontou que, após o encontro, Léo do LM abordou a candidata diversas vezes, tentando constrangê-la com novas ameaças e promessas de valores para que deixasse a disputa eleitoral. Em primeira instância, o vereador e o candidato a vice-prefeito tiveram os mandatos cassados. Contudo, o TRE-SP reverteu a decisão em relação a Carlos Augusto César. De acordo com o relator, desembargador Cotrim Guimarães, a gravação feita pela candidata durante a reunião foi considerada prova ilícita. Ainda assim, as demais evidências foram suficientes para comprovar a conduta do vereador, mas não do vice-prefeito. “As evidências das condutas subsequentes à reunião […] não podem ser atribuídas com a segurança necessária ao réu Carlos Augusto César, no meu entender”, afirmou o relator. “As provas remanescentes, independentes da gravação ilícita, são suficientes para configurar o ilícito eleitoral em relação a Leonardo, o Léo do LM, candidato a vereador. […] Verifica-se nos autos a comprovação de uma perseguição pessoal da candidata Fabíola no seu exercício de direitos políticos”, concluiu. A ação também foi ajuizada contra o prefeito de Hortolândia, José Nazareno Gomes, mas os pedidos foram negados em relação a ele. Léo do LM obteve 1.663 votos nas eleições de 2024. O PSB, partido do vereador, somou 18.788 votos. Já a chapa eleita ao cargo de prefeito e vice-prefeito de Hortolândia recebeu 60.742 votos (55,07% dos votos válidos). Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).   Foto: Reprodução/Instagram @leodolm

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