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No Dia Mundial do Rim, nove em cada dez pacientes na lista de transplante aguardam pelo órgão

No Dia Mundial do Rim, celebrado nesta quinta-feira (13), dados do Ministério da Saúde mostram que 42.005 pessoas aguardam um transplante do órgão no Brasil. A maioria dos pacientes na fila é composta por homens entre 50 e 64 anos, mas também há 383 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos à espera do procedimento. Especialistas destacam que os rins são essenciais para o funcionamento do organismo, pois filtram o sangue e auxiliam na eliminação de toxinas. Por serem dois, os rins podem ser doados tanto em vida quanto após o falecimento, sem comprometer a função renal do doador. O órgão desempenha três funções principais: Eliminação de toxinas: remove substâncias como ureia, creatinina e ácido úrico, resultantes do metabolismo corporal. Equilíbrio hídrico do organismo: regula a quantidade de água, sais e eletrólitos no corpo, prevenindo inchaços (edemas) e o aumento da pressão arterial. Produção de hormônios: Eritropoetina: estimula a produção de glóbulos vermelhos. Vitamina D: auxilia na absorção de cálcio, fortalecendo os ossos. Renina: contribui para a regulação da pressão arterial. Fila de transplante O painel de doação de órgão, procedimento feito exclusivamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mostra que a procura pelo órgão corresponde a nove em cada dez casos na fila de transplante. O segundo colocado, o fígado, conta com 2.299 pacientes. Painel da lista de espera por um transplante de rim – Reprodução/Ministério da Saúde Como cuidar bem dos rins? Para manter os rins saudáveis, evitando danos irreversíveis para a função renal, é imprescindível: Manter uma atenção rigorosa sobre a pressão arterial; O controle da glicemia e da hipertensão no diabético; O diagnóstico da hipertrofia prostática; Detecção precoce de anormalidades urinárias congênitas na infância. Transplantes realizados Em 2024, o Brasil realizou 6.316 transplantes de rins em 2024, sendo a maioria em pacientes homens. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideram o ranking dos estados com o maior número de operações. O número é maior do que o de 2023, quando foram feitas 6.211 transplantes.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Governo do Rio de Janeiro

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Gilmar Mendes determina nova avaliação da prisão de Monique Medeiros

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (12) que a Justiça do Rio de Janeiro deve reavaliar a necessidade da prisão da professora Monique Medeiros, acusada de participação na morte do próprio filho, o menino Henry Borel, de quatro anos, em março de 2021. Na decisão, o ministro atendeu o pedido feito pela defesa de Monique e concordou que a prisão deve ser reavaliada a cada 90 dias, conforme determina o Código de Processo Penal (CPP). “Considerando o teor do artigo 316 do CPP, parágrafo único, concedo parcialmente habeas corpus de ofício para que o Juízo da 7ª Câmara Criminal do TJ/RJ reavalie a prisão imposta à requerente”, decidiu o ministro. Monique Medeiros e o ex-vereador do Rio Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, seu ex-namorado, que também é acusado de participar do crime, serão julgados pelo Júri Popular da comarca do Rio. A data do julgamento ainda não foi definida.   Fonte: Agência Brasil Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Audiência pública em Piracicaba debate ações para melhorar o atendimento de alunos com TEA nas escolas

Vereadores, profissionais da educação e familiares de estudantes trouxeram em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Piracicaba, na noite desta terça-feira (11), a proposta de criação de um grupo voltado a melhor compreender a dinâmica de ensino, atendimento e acolhimento dos alunos com TEA (Transtorno do Espectro Autista) matriculados em escolas do município. A ideia da proposta é sistematizar e dar sequência aos diversos apontamentos e questões trazidas durante o encontro, por vereadores e profissionais da educação e saúde, aos representantes do Executivo municipal. Durante o encontro, foram apresentadas dificuldades relacionadas à eventual falta de profissionais auxiliares em salas de aula, à necessidade de maior capacitação por parte das equipes para melhor lidar com as demandas específicas das crianças com TEA, à quantidade de alunos por sala de aula, sobre as chamadas “dobras” de professores para atenderem mais de uma sala de aula e sobre a obtenção de laudos e diagnósticos específicos e outros. A audiência pública foi realizada com base em solicitação feita pelo vereador Rerlison de Rezende (PSDB), o Relinho, Presidente da Câmara, e pelo vereador Fábio Silva (Republicanos) por meio do requerimento nº 156/2025, igualmente subscrito por outros 14 parlamentares. O encontro contou com grande participação do público, que lotou a galeria do Plenário “Francisco Antonio Coelho” e também ocupou o Salão Nobre da Casa, a fim de acompanhar de perto as discussões. “O assunto é muito grandioso. Os pais, os alunos e as crianças estão precisando dessa atuação do poder público, e é isso que esperamos, sair daqui com resultados”, disse Relinho na abertura da audiência. “Esta Casa está aberta para que possamos fazer o melhor possível para que todos sejam beneficiados”, falou Fábio Silva. “Educação não é gasto, é investimento. Os profissionais estão cansados e os pais e mães precisam desse apoio”, apontou Cássio Luis Barbosa (PL), o Cássio Fala Pira, que também compôs a mesa da audiência pública. Questionamentos Após a abertura dos trabalhos, Adriano Turin, presidente da Associação Entender para Incluir e representante do Projeto Samuel, disse ter observado “a crescente preocupação das mães e familiares, que muitas vezes se sentem desamparados e desinformados sobre as ações que o município está tomando para oferecer apoio. Além disso, os professores têm enfrentado sobrecarga, carecendo de ferramentas adequadas para lidar com a realidade das crianças autistas em salas de aula”. Ele ainda classificou a situação das mães atípicas como “alarmante, já que a cada 10 mães, 6 criam seus filhos sozinhas. “Elas saem de casa para levar seus filhos à escola e, em seguida, enfrentam o dilema de receber uma ligação pedindo para que retornem à escola pois seus filhos estão em crise. Essas mães muitas vezes correm o risco de perder seus empregos mas, por necessidade, acabam buscando seus filhos e, ao chegar à escola, enfrentam a pressão de oferecer um diagnóstico a essa criança para que a escola saiba o que essa criança tem. A pergunta que fica é, como obter esse diagnóstico se não há médicos disponíveis na rede pública de saúde para esse tipo de atendimento, como renovar um diagnóstico se o sistema SUS não oferece esse serviço?”, questionou. De forma semelhante, a terapeuta ocupacional Allana Jerônimo defendeu a necessidade de maior capacitação e estrutura nas escolas para o correto atendimento aos alunos com TEA: “O que fazer uma criança em crise na escola? Ligar para a mãe ir buscar? Vai resolver como? Eu preciso de estratégias, os professores precisam saber lidar com isso”, disse. “Tudo o que queremos é ajuda e compreensão. Só precisamos ser compreendidos. Os professores que estão em sala de aula também estão pedindo isso”, acrescentou a terapeuta ocupacional. Em sua fala, a fonoaudióloga Michelly Basso frisou a importância do estudo e conhecimento sobre o tema para que os questionamentos e cobranças sejam corretamente direcionados: “muitas vezes não sabemos o que pedir. Muitas vezes, quem está buscando soluções não sabe como nem o que fazer. A primeira coisa que sugiro a todos os presentes é que busquem o documento “Manual de atuação do Ministério Público em Defesa da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”. Ainda de acordo com a fonoaudióloga que atende crianças com TEA, “existe uma confusão tremenda entre quem é o professor regente, quem é o profissional de apoio e que é o professor de AEE (Atendimento Educacional Especializado). São figuras completamente diferentes e que precisam trabalhar de mãos dadas. O que está acontecendo é uma sobrecarga sobre um único profissional ou uma confusão geral onde cada um atira para um lado e as pessoas não se conversam. A gente precisa saber qual é a real atribuição de cada um desses profissionais”. Além da participação dos vereadores e profissionais que compuseram a mesa dos trabalhos, diversas perguntas de familiares e de profissionais da educação, feitas de forma on-line, foram dirigidas aos representantes do Executivo. Participaram presencialmente da audiência o Procurador-Geral do Município, Marcelo Maroun e os vereadores Felipe Gema (Solidariedade), Gesiel de Madureira (MDB), Pedro Kawai (PSDB), Rai de Almeida (PT), Silvia Morales (PV), do mandato coletivo A Cidade é Sua, Thiago Ribeiro (PRD) e Renan Paes (PL). Ações adotadas Juliana Vicentin, secretária municipal de Educação, apresentou diversas ações e iniciativas da pasta, e destacou que a inclusão se dá por meio do acesso, permanência, participação e aprendizagem. No início de sua fala, ela também frisou que o Numape (Núcleo Municipal de Apoio Pedagógico de Educação Especial) não foi extinto, mas sim fisicamente transferido para o prédio da Pasta: “ninguém acabou com o Numape, muito pelo contrário. A nossa ideia é aproximar e fortalecer”. Segundo a secretária, de 2020 a 2025, no Numape, houve um aumento do número de professores do AEE (de 33 para 81); do número total de atendidos (de 615 para 1582); e de salas de recursos (de 17 para 56). Ainda de acordo com a titular da pasta, dos 1582 alunos da educação especial na rede, 1085 são alunos com TEA já diagnosticados e 65 em processo de diagnóstico. “Nós já temos 65 em hipótese que, independentemente de laudo

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Pacientes do HM de Itu agora podem receber visitas dos seus pets; entenda

Os pacientes internados no Hospital Municipal de Itu já podem receber visitas dos seus animais de estimação. A ação faz parte do projeto Visitas Pet, implantado pela Comissão de Humanização do Hospital Municipal de Itu (HMI) e pela diretoria da Sociedade Brasileira Caminho de Damasco, administradora do hospital por meio de contrato de gestão junto à Prefeitura de Itu. Tal iniciativa visa influenciar positivamente aspectos físicos, emocionais, sociais e cognitivos dos pacientes, especialmente porque, devido à internação, encontram-se afastados de seus animais de estimação. Para que a visita seja viabilizada é necessário que os tutores do bichinho comprovem uma série de exigências, tais como o animal ser domesticado, estar em perfeito estado de saúde e com todas as vacinas em dia. Uma primeira experiência foi realizada com sucesso. A Mel, uma fêmea da raça Poodle, foi levada ao HMI pelos tutores para visitar uma paciente, de 73 anos, que estava internada na unidade sem poder rever sua cadelinha. “É visível o efeito imediato que esse tipo de medida possui. A emoção que captamos no rosto da paciente ao receber a Mel foi instantânea, o sorriso e a felicidade que essa atitude provoca fica evidente para todos que acompanharam a visita”, revelou a diretora clínica do Hospital Municipal de Itu, Dra. Bruna Heloise Santos. Segundo Dra. Bruna, novas visitas estão previstas em breve. “Desde que a paciente esteja em condições de recebê-lo e o animal esteja rigorosamente dentro das exigências previamente estabelecidas, todas as visitas solicitadas serão viabilizadas pela direção do hospital”, assegura a diretora clínica do HMI.   Foto: Prefeitura de Itu

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Primeira morte por Covid no Brasil completa 5 anos; número de casos é o menor desde 2020

Há cinco anos, o Brasil registrava a primeira morte por Covid-19. Em 12 de março de 2020, uma mulher de 57 anos morreu após complicações da doença no Hospital Municipal Dr Carmino Caricchio, em São Paulo. Inicialmente, acreditava-se que a primeira morte havia ocorrido no dia 16 de março, mas a informação foi posteriormente corrigida após a realização de exames laboratórias. A morte ocorreu pouco mais de dois meses depois da OMS (Organização Mundial de Saúde) declarar o surto do novo coronavírus como emergência de saúde pública de importância internacional — o mais alto nível de alerta da Organização — e um dia após ter sido declarada uma pandemia. Dias depois, em 15 de março, o país registrou a segunda morte. Dali para a frente, os números começaram a subir. Em 2021, o Brasil chegou ao período mais mortal da Covid, quando registrou mais de 400 mil mortes no ano. O índice deu margem para que o país fosse responsável por 10% do total de mortes registradas pela OMS. Até a última atualização do Ministério da Saúde, feita nesta sexta-feira (7), o Brasil teve quase 40 milhões de casos da doença e 715.295 mortes entre 2020 e 2025, uma média de 143 mil óbitos por ano. Segundo a pasta, desde o primeiro caso da Covid, 2024 foi o ano que teve o menor número de casos e mortes, uma redução de 54,1% em comparação com 2023. “Em 2024, as secretarias estaduais de saúde notificaram 862.680 casos, uma redução de 54,1% em comparação com 2023, quando foram notificados 1.879.583 casos; e de 93,8% em comparação com 2022 (14.043.760 casos notificados)”, informou. Cronologia até primeira morte por Covid no BrasilLuce Costa/ Arte R7 Repatriação de brasileiros Em Wuhan, na China, epicentro da Covid-19, os casos da doença começaram a chamar atenção do mundo ainda em dezembro, pouco mais de três meses antes de se tornar uma pandemia. Em meio à escalada dos casos no país, o governo brasileiro trabalhou em uma estratégia para repatriar os brasileiros que estavam no país. Entre eles, Vitor Siqueira, na época com 28 anos, havia ido à China fazer um mestrado em uma universidade de Wuhan, mas precisou interromper o estudo. Ao R7, o jovem conta que não imaginava a gravidade da doença e afirma que acabou voltando por pressão de familiares e amigos. Em fevereiro de 2020, a FAB (Força Aérea Brasileira) fez a repatriação dos brasileiros que estavam no local. Na missão, foram resgatados 34 brasileiros, que precisaram ficar em quarentena com outros 24 integrantes da equipe de apoio. Segundo Siqueira, comparado a quarentena de outros países, ele não teve problemas durante o período de isolamento e todo o grupo foi bem tratado pelos militares. Ao decidir voltar para o Brasil, o jovem conta que não imaginava a gravidade da situação e ao nível que chegaria. Repatriados brasileiros – Divulgação/FAB “Foi muito bom, sobretudo comparando com colegas meus que vieram a quarentena em outros países, como na Indonésia e na Turquia. Por exemplo, um amigo meu ficou duas semanas dentro de um quarto. Trancado no quarto como se fosse na prisão. Eles davam comida dentro e tudo. Lá na Indonésia, eles foram para uma ilha militar e tinham que fazer o dia-a-dia militar, acordar 5 da manhã, correr, fazer exercícios”, comentou. Apesar do ocorrido, Siqueira conta que pretende voltar a China. “Voltei ano passado, por um período bem curto de tempo, por duas semanas, para participar de um treinamento. Eu espero, esse ano ainda, poder ir para lá, para qualquer oportunidade, seja trabalho, estudo. Não tenho nada planejado, mas estou disposto”, completa. Vacinação O Brasil já aplicou quase 560 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 desde 2021, quando o imunizante começou a ser disponibilizado. Foram 552,6 milhões de doses da vacina monovalente (desenvolvida para combater uma única cepa ou variante da doença), considerando a primeira, segunda e todas as doses de reforço. Além disso, foram aplicadas 36,8 milhões de doses da vacina bivalente (que protege contra duas variantes diferentes). Em relação à população indígena, composta por 707.739 pessoas, quase 1,5 milhão de doses foram aplicadas. Assim, 89% dos indígenas estão vacinados com a primeira dose, e 78% com a segunda ou a dose única. O reforço, que foi aplicado na população menor de 18 anos, atingiu 43% desse público. Mudanças no Calendário de Vacinação Em dezembro de 2024, o Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina contra a Covid-19 no Calendário Nacional de Vacinação para gestantes e idosos com 60 anos ou mais, além do início da distribuição da vacina da Zalika Farmacêutica no PNI (Programa Nacional de Imunizações) e a definição de um esquema vacinal específico para crianças de seis meses a menores de 5 anos com a vacina da Pfizer. Principais alterações Gestantes e idosos: as gestantes deverão receber uma dose a cada gestação, enquanto os idosos serão imunizados a cada seis meses. Grupos especiais: a vacinação para grupos prioritários a partir de 5 anos será realizada periodicamente em qualquer sala de vacinação. Imunocomprometidos receberão doses a cada seis meses, e os demais grupos — como indígenas, quilombolas, puérperas (mulheres que estão no período pós-parto), trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente, comorbidades ou em situação de vulnerabilidade — serão vacinados anualmente. Vacinas Disponíveis Vacina da Zalika Farmacêutica: recentemente incorporada ao PNI, a vacina da Zalika demonstrou alta eficácia contra casos sintomáticos de Covid-19 em adultos, em estudos de fase 3. Ela oferece vantagens logísticas, como maior prazo de validade e possibilidade de armazenamento entre 2°C e 8°C. O imunizante será utilizado para pessoas com 12 anos ou mais, conforme aprovação da Anvisa. Vacina da Pfizer para crianças: crianças de 6 meses a menores de 5 anos receberão três doses da vacina de RNA mensageiro, com intervalos de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose, e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose. Vacina da Moderna para crianças: para as crianças que já iniciaram o esquema vacinal com a vacina da Moderna, a recomendação é concluir o esquema de duas

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Apostas em Itapira e Jundiaí acertam as seis dezenas da Mega-Sena

Dois apostadores do interior de São Paulo acertaram as seis dezenas do Concurso 2838 da Mega Sena, realizado nesta terça-feira (11). Cada um irá receber um prêmio de R$ 5.958.829,78 As duas apostas que acertaram todas as dezenas apostaram em apenas 6 números. O primeiro jogo foi feito na Casa Lotérica Leão o Reio da Sorte, em de Itapira (SP). O segundo ganhador é de Jundiaí (SP) e fez a aposta em canais eletrônicos. A estimativa para o próximo sorteio, na quinta-feira (13), é de R$ 3,5 milhões. Os números sorteados foram: 04 – 07 – 29 – 32 – 36 – 53. A quina teve 73 apostas ganhadoras, cada uma vai ganhar R$ 31.673,49. Já a quadra registrou 4.204 vencedores que vão receber, individualmente, um prêmio de R$ R$ 785,70. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Saúde de Campinas confirma segunda morte por febre amarela na cidade em 2025

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta terça-feira (11), a segunda morte por febre amarela na cidade em 2025. O caso refere-se a um homem de 61 anos com histórico de deslocamento para a área rural de um município fora do estado de São Paulo. O início dos sintomas foi em 12 de fevereiro e o paciente foi internado dia 16 em serviço da rede pública de Campinas. O óbito ocorreu dia 17 e a causa foi confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O homem não tinha comprovação de vacina contra a doença. A Secretaria de Saúde de Campinas lamentou o óbito e se solidarizou com a família por meio de nota oficial. Febre amarela em Campinas Este foi o terceiro caso de febre amarela em residentes. O primeiro foi de um homem de 39 anos, morador da área rural de Sousas, que teve morte confirmada em 3 de fevereiro. Ele chegou a ser internado em Jaguariúna e também não tinha comprovante de vacinação. Já o segundo evoluiu para cura. É um homem de 55 anos que frequenta Sousas para fins recreativos e ficou internado em hospital da rede privada. A alta foi em 4 de fevereiro. Além disso, a Pasta já encontrou neste ano dois macacos mortos que testaram positivo para a doença: um na região do Carlos Gomes, em 20 de janeiro, e outro na área de mata em Sousas, perto do Rio Atibaia, em 2 de fevereiro. O animal não é transmissor, mas, sim, vítima da doença. A presença de primatas doentes serve de “alerta” aos órgãos da saúde sobre a circulação do vírus, uma vez que quando contaminados dificilmente sobrevivem. O que foi feito? A Saúde intensificou a vacinação para viajantes ou residentes em áreas rurais, de mata ou com características de floresta desde 20 de janeiro, incluindo o distrito de Sousas. Campinas não registrava casos da doença em humanos desde 2017, nem registros positivos em macacos desde 2019. Desde 5 de fevereiro a Saúde ampliou a estratégia de imunização com o trabalho de vacinação de casa em casa nas áreas de risco em Campinas. Até 8 de março foram aplicadas 5.277 doses. Neste período foram abordadas 14.091 pessoas e quase todas estavam vacinadas contra a doença, mas algumas se recusaram a receber a dose. A mobilização reúne equipes de 26 CSs: Carlos Gomes, Jardim San Diego, Vila 31 de Março, Taquaral, Joaquim Egídio, Sousas, União dos Bairros, São Cristóvão, Parque Floresta, Village, Santa Rosa, Barão Geraldo, Jardim Eulina, Jardim Santa Mônica, Parque Santa Bárbara, Jardim Paranapanema, Vila Orosimbo Maia, Vila Ipê, Jardim Esmeraldina, Jardim São Vicente, Jardim São Domingos, Jardim Nova América, Parque da Figueira, Carvalho de Moura, Campina Grande e Jardim São Cristóvão. Salas em CSs A vacina contra febre amarela está disponível em todas as unidades básicas. Os endereços e horários das salas de aplicação estão disponíveis em: https://vacina.campinas.sp.gov.br. Quem deve receber a vacina? A orientação do Programa de Imunização é para que todos os moradores de Campinas, a partir de 9 meses, que ainda não receberam a dose, compareçam aos CSs para aplicação. Vale destacar, porém, que a vacinação é seletiva, ou seja, as pessoas a partir de 5 anos que já tomaram uma dose ao longo da vida não precisam receber outra. Quem tiver dúvidas sobre já ter recebido ou não o imunizante deve procurar um CS. A Saúde, em parceria com a Defesa Civil, tem percorrido os bairros durante a semana com um carro de som para alertar sobre a importância da vacinação. Além disso, panfletos são deixados em imóveis onde os residentes não foram encontrados no momento da visita. A ampliação da vacinação vale para os seguintes grupos em áreas de risco: Crianças de 6 a 8 meses: recebem uma dose durante a ação. Os responsáveis serão orientados para garantirem a vacinação completa, sendo: uma dose aos 9 meses e uma dose de reforço aos 4 anos. Pessoas com 60 anos ou mais: a vacinação será realizada dependendo da avaliação do risco relacionado às comorbidades, doenças autoimunes, tratamentos específicos ou uso contínuo de medicamentos que contraindiquem a aplicação da vacina febre amarela nessa faixa etária. Gestantes e mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses: são orientadas a suspender a amamentação por dez dias após a vacinação e recebem as recomendações para extração e armazenamento do leite materno antes da vacinação. Dessa forma o aleitamento neste período pode ser garantido. “Moradores das áreas urbanas que visitam ou frequentam áreas de floresta, mata fechada, borda de mata e região rural devem receber uma dose dentro dos critérios de ampliação de vacinação”, explicou a enfermeira Cíntia Bastos, do Programa de Imunização de Campinas. Antes desta medida, o esquema de rotina já ocorria da seguinte forma: Crianças: 1 dose com 9 meses e 1 dose de reforço aos 4 anos. A partir de 5 anos, adolescentes e adultos: uma dose. Quem não tiver comprovante ou certeza de que já recebeu o imunizante, e se não houver registro em sistema do SUS Municipal, deve receber nova vacina.   Proteção aos macacos A febre amarela não é transmitida pelo contato com uma pessoa ou animal infectado, uma vez que não é contagiosa. Vale destacar que agredir ou matar macacos é crime ambiental (Lei Federal nº 9.605/1998) e prejudica a prevenção dos surtos de febre amarela. A Saúde orienta que a ocorrência de macacos mortos, de qualquer espécie, como saguis, bugios ou macacos-prego (mesmo em estágio avançado de decomposição), deve ser imediatamente comunicada para a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ): de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h: (19) 2515-7044 após as 17h em dias úteis, finais de semana e feriados: 199   Foto: Prefeitura de Campinas

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Pedido da Procuradoria da Mulher da Câmara de Jaguariúna é atendido e Patrulha Maria da Penha é retomada

A Prefeitura de Jaguariúna, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública, disse que atendeu a um pedido da Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal de Jaguariúna e anunciou a retomada da Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal, especializada no atendimento a ocorrências envolvendo mulheres. Criada pela Lei Municipal nº 2.455, a Patrulha Maria da Penha foi instituída no âmbito do Programa “Anjo da Guarda da Mulher”, com o objetivo de proteção de mulheres em situação de violência doméstica, por meio da atuação preventiva e comunitária da Guarda Municipal de Jaguariúna. A novidade foi anunciada pela Prefeitura durante o Primeiro Ato Comemorativo ao Dia Internacional da Mulher, na Praça Umbelina Bueno, no Centro da cidade. O ato foi realizado pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal de Jaguariúna, com apoio da Prefeitura de Jaguariúna e em parceria com UniFAJ, Associação Comercial e Industrial de Jaguariúna, Conselho Municipal de Direitos da Mulher de Jaguariúna e Polícia Civil.   Foto: Prefeitura de Jaguariúna

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Feirantes de Sumaré se reúnem com Secretaria de Obras para discutir melhorias e levar demandas

A Secretaria de Obras de Sumaré e os feirantes do município realizaram uma reunião nesta segunda-feira (10) para levar demandas e alinhar estratégias de melhorias em infraestrutura, segurança e lazer nas feiras do município. De acordo com a administração municipal, o encontro teve como objetivo fortalecer o diálogo entre a administração pública e os trabalhadores, buscando soluções que beneficiem tanto os feirantes quanto os consumidores. Atualmente, Sumaré conta com 12 feiras diurnas e 9 noturnas, espalhadas por diversos pontos da cidade. Entre as ações já iniciadas pela prefeitura, destaca-se a volta dos banheiros químicos nas feiras diurnas, medida implantada em fevereiro deste ano para oferecer mais conforto a feirantes e frequentadores. “Nossa gestão está comprometida em garantir um ambiente mais estruturado e seguro para as feiras livres de Sumaré. Ouvimos atentamente as sugestões dos feirantes e vamos avaliar formas de aprimorar ainda mais as condições de trabalho e a experiência dos consumidores”, destacou o secretário de Obras Bruno Khoury.   Foto: Prefeitura de Sumaré

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Produção industrial brasileira engata o quarto mês sem crescimento, mostra IBGE

A produção industrial brasileira ficou estagnada em janeiro na comparação com dezembro, interrompendo a sequência de três meses de taxas negativas consecutivas, período em que acumulou perda de 1,2%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice acumulado dos últimos 12 meses avançou 2,9%, mostrando taxa positiva, mas reduzindo o ritmo de crescimento frente aos resultados dos meses anteriores. Em janeiro, três das quatro grandes categorias econômicas e 18 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram crescimento na produção. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por máquinas e equipamentos (6,9%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (3%). Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de: produtos de borracha e de material plástico (3,7%) artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (9,3%) produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,8%) produtos diversos (10%) máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,3%) móveis (6,8%) manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (5%) produtos alimentícios (0,4%). Por outro lado, entre as seis atividades que apontaram redução na produção, a de indústrias extrativas (-2,4%) exerceu o principal impacto em janeiro de 2025 e interrompeu dois meses consecutivos de crescimento na produção, período em que acumulou ganho de 0,5%. Vale destacar também as contribuições negativas registradas pelos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,1%), de celulose, papel e produtos de papel (-3,2%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%). Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (4,5%) e bens de consumo duráveis (4,4%) apontaram os resultados positivos mais acentuados em janeiro de 2025 e interromperam dois meses consecutivos de queda na produção, período em que acumularam perdas de 4,1% e 4,3%, respectivamente. O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (3,1%) também assinalou crescimento nesse mês, após acumular queda de 5,5% nos três últimos meses de 2024. Por outro lado, o segmento de bens intermediários, ao recuar 1,4%, mostrou a única taxa negativa em janeiro de 2025 e eliminou o avanço de 0,5% verificado no mês anterior. Janeiro de 2025 x janeiro de 2024 Na comparação com janeiro do ano passado, o total da indústria o setor industrial cresceu 1,4%, com resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, 17 dos 25 ramos, 56 dos 80 grupos e 58,8% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que janeiro de 2025 (22 dias) teve o mesmo número de dias úteis do que igual mês do ano anterior (22). Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (13,4%), máquinas e equipamentos (14,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (14,5%). Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,9%), de produtos têxteis (17,5%), de metalurgia (4,1%), de produtos de metal (6,6%), de produtos químicos (2,4%), de produtos de borracha e de material plástico (3,8%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (7,7%), de produtos de minerais não metálicos (4,2%), de produtos diversos (10,3%) e de móveis (9,1%). Por outro lado, entre as oito atividades que apontaram redução na produção, indústrias extrativas (-5,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,8%) exerceram as maiores influências na formação da média da indústria, pressionadas, principalmente, pela menor produção de minérios de ferro e óleos brutos de petróleo, na primeira; e de óleo diesel e óleos combustíveis, na segunda. Vale destacar também os impactos negativos registrados pelos setores de bebidas (-5,1%) e de celulose, papel e produtos de papel (-3,1%).   Fonte: R7 Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo

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