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Copom pode encerrar ciclo de alta dos juros com decisão desta quarta e manter Selic a 15%

Economistas avaliam que Copom deve interromper ciclo de sete altas consecutivas; Selic está no maior nível desde 2006 O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decide nesta quarta-feira (30) a nova taxa básica de juros da economia brasileira. A expectativa predominante entre analistas financeiros indica estabilidade no patamar atual — 15% ao ano. As discussões começaram na terça-feira (29). Caso se confirme, a decisão encerrará o ciclo de altas iniciado em setembro de 2024. Na reunião anterior, o comitê demonstrou inclinação para pausar o aperto monetário, reforçando, contudo, o compromisso com a estabilidade dos preços. Os diretores destacaram a necessidade de manter uma política monetária “significativamente contracionista por período prolongado”, diante da resiliência da inflação, da atividade econômica aquecida, de pressões sobre salários e de expectativas desancoradas. Projeções do mercado De acordo com o boletim Focus, divulgado na segunda-feira (28) pelo Banco Central, há consenso entre instituições financeiras sobre a manutenção da Selic em 15%. Das 85 previsões atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para o encerramento de 2025 permanece nesse nível. Para o fim de 2026, a projeção central continua em 12,5%, sem alterações há 26 semanas. As 84 estimativas mais recentes também mantêm essa perspectiva. O que é a Selic? A Selic funciona como ferramenta principal para controle do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Juros elevados encarecem o crédito, desestimulam o consumo e reduzem a produção, o que pode desacelerar o ritmo de crescimento econômico. Na prática, aumentos na taxa básica impactam diretamente os encargos de financiamentos, empréstimos e cartões de crédito, pressionando a demanda e contribuindo para a desaceleração dos preços. Superquarta no Brasil e nos EUA O anúncio desta quarta-feira ocorre durante a chamada “superquarta” — quando decisões sobre juros são divulgadas simultaneamente por autoridades monetárias do Brasil e dos Estados Unidos. O Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) manteve sua taxa no intervalo entre 4,25% e 4,5%. No final de 2024, em resposta à valorização do dólar e ao avanço inflacionário, o Banco Central brasileiro intensificou os ajustes na Selic com o objetivo de conter o consumo e pressionar os preços para baixo. Histórico Entre agosto de 2022 e junho de 2023, a Selic permaneceu em 13,75% ao ano. Em seguida, ocorreram seis cortes consecutivos de 0,5 ponto percentual e outro de 0,25, reduzindo a taxa para 10,5% em maio de 2024. Esse patamar vigorou até setembro do mesmo ano, quando o Copom iniciou uma nova série de elevações, levando os juros para 10,75%. Desde então, houve sete aumentos sucessivos, até atingir os atuais 15% — o nível mais elevado desde 2006.   Fonte: R7 Foto: Raphael Ribeiro/Banco Central

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Campinas registra mais seis mortes por gripe

A Secretaria de Saúde de Campinas registrou mais seis mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causadas pelo vírus influenza, causador da gripe. Todos os pacientes eram idosos, tinham histórico de doenças preexistentes (comorbidades) e quatro não estavam vacinados contra a doença.Desde janeiro a cidade contabiliza 313 casos e 39 óbitos de SRAG por influenza. Durante todo 2024, Campinas teve 342 pessoas com a síndrome e 30 mortes pela doença.Perfis dos óbitos Sexo feminino, 79 anos, com comorbidade. Data do óbito: 13/06 Sexo feminino, 82 anos, com comorbidade. Data do óbito: 13/06 Sexo feminino, 97 anos, com comorbidade. Data do óbito: 11/07 Sexo masculino, 64 anos, com comorbidade. Data do óbito: 20/07 Sexo feminino, 87 anos, com comorbidade. Data do óbito: 11/07 Sexo masculino, 86 anos, com comorbidade. Data do óbito: 22/07 Dos 39 óbitos por gripe, 32 foram de pessoas que não receberam a vacina contra a gripe.Já entre os sete residentes que receberam o imunizante, somente três estavam adequadamente imunizados. Isso porque a vacina leva 15 dias para garantir a proteção ideal e quatro pessoas apresentaram os sintomas da doença antes deste período.Além disso, 38 pessoas tinham doenças preexistentes e, portanto, eram do grupo de risco. Públicos prioritários Idosos (60 anos ou mais), crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e da educação, profissionais das forças de segurança e salvamento, profissionais das Forças Armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população e funcionários do sistema de privação de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos). Estes grupos incluem 494,3 mil pessoas, segundo estimativa atualizada pelo Ministério da Saúde em maio deste ano. Este indicador pode ser atualizado ao longo do ano. CuidadosAlém da vacinação, há outros cuidados que devem ser tomados pela população para evitar a transmissão de doenças respiratórias, como lavar as mãos frequentemente, manter os ambientes arejados, evitar aglomerações  e, em caso de sintomas respiratórios, utilizar  máscaras e evitar o contato com outras pessoas. Foto: Prefeitura de Campinas

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Confira o line-up completo do Santa Bárbara Rock Fest 2025; Jota Quest, CPM 22 e Titãs integram headliners

Evento acontece nos dias 22, 23 e 24 de agosto no Complexo Usina Santa Bárbara, com entrada gratuita A 8ª edição do Santa Bárbara Rock Fest, que acontece nos dias 22, 23 e 24 de agosto no Complexo Usina Santa Bárbara, em Santa Bárbara d’Oeste, promete ser histórica com um line-up repleto de grandes nomes do rock. O evento, que reunirá 53 bandas, contará com os headliners: Titãs, Jota Quest, Krisiun, CPM 22, Massacration, Tihuana, Dead Fish, Kiara Rocks e Makna, além de ampla estrutura, com roda gigante, tirolesa, ativações, espaço para economia criativa e área gastronômica. A edição 2025 do Santa Bárbara Rock Fest conta com a realização da Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, com apresentação do Supermercados Pague Menos, patrocínio da Leuven, Maravilhas do Lar, Denso e FAM (Faculdade de Americana), apoio do Tivoli Shopping e SOS Telecom, media partner com a Rádio Santa Bárbara FM, EPTV, Grupo Liberal e FM Gold 94.7, gestão e produção da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) e produção cultural Xekmat – Promoções e Eventos. “Montamos a programação do Rock Fest com muito cuidado, ouvindo o público durante o evento e nas redes sociais. Cada atração foi escolhida pensando em representar diferentes vertentes do rock, do mais pesado ao pop rock. A expectativa é repetir ou até superar o público de 90 mil pessoas do ano passado, caso o clima colabore. O festival cresce a cada edição, e nosso compromisso é seguir aprimorando para entregar cultura, entretenimento e boa música para Santa Bárbara d’Oeste e toda a região”, comentou o prefeito Rafael Piovezan. Headliners No primeiro dia, na sexta-feira (22), o público poderá conferir a técnica e brutalidade do Krisiun, trio gaúcho referência mundial do brutal death metal, que celebra 25 anos do clássico álbum Conquerors of Armageddon. No mesmo dia, o Massacration, banda criada pelo grupo Hermes e Renato, apresenta uma combinação singular de humor e heavy metal, destacando-se com seu mais recente álbum Metal is My Life. O sábado (23) será marcado pela diversidade e força do rock com o retorno da banda Tihuana, que celebra 25 anos de carreira com sua turnê especial. Também se apresentam os ícones Titãs, uma das maiores referências do rock brasileiro, que trazem o espetáculo “Titãs Elétrico” em sua segunda participação no festival. Complementam a noite a energia da Kiara Rocks, com sua nova formação liderada pelo vocalista Kadu Pelegrini, e a inovadora Banda Makna, que reúne talentos consagrados e promete um show intenso. No domingo (24), o festival encerra com grandes atrações. O Dead Fish leva seu hardcore engajado e o álbum Labirinto da Memória, reafirmando seu papel no cenário nacional. O CPM 22 retorna ao Santa Bárbara Rock Fest com um show que une clássicos e faixas inéditas do álbum Enfrente. Para fechar com chave de ouro, o Jota Quest, banda mineira consagrada do pop rock nacional, apresenta seus maiores sucessos e novidades, reafirmando sua vitalidade após 25 anos de carreira. Outros palcos Além dos headliners, o Santa Bárbara Rock Fest conta com uma programação diversificada nos palcos Gig, Água, Jam e Cidade do Rock, onde se apresentam bandas cover, tributos e grupos independentes, enriquecendo ainda mais a experiência dos amantes do rock, conforme lista abaixo. No GIG, vão se apresentar Threepsy, Válvera, Soul da Toga, Fogo 51, Lost80s, Hugo Mariutti, Eskröta, Alívio Cômico, Terno de Madeira, Velmas e Malu Rajer. Todas elas tocarão pela primeira vez no festival. Já no Água, o line-up terá Master Of Reality (cover de Black Sabbath), Avril Lavigne Experience, Killers Kiss Cover, Mantenha a Dúvida (Charlie Brown Jr.), Hallted Evanescence Cover, Cwknot Slipknot Cover Brasil, Visions Stratovarius Tributo, Shop Suit – System of a Down Cover, Flor ET (repertório autoral), Supersonic (Oasis) e Green Day Cover Brasil. Por sua vez, no palco Jam As bandas escolhidas são Urdza, Duunum, Maré Tardia, Drenna, Outrunner, Plutão Já Foi Planeta, Asfixia Social, Jupta, Magüerbes, Crucifixion BR e Canto Cego. Todas elas tocarão pela primeira vez em uma edição do Santa Bárbara Rock Fest. Por fim, o palco Cidade do Rock é dedicado a bandas barbarenses. As bandas escolhidas são Nightfall – Nightwish Tribute, Banda Uppercut, Old Hunters, Jaeder Menossi Interestellar Experience, Sharded, Hellskitchen, The Iron Troopers, The New Drunks, Allan Kevyn, SKA7 e Lighthouse. Confira mais detalhes do line-up da edição 2025 do festival: Dia 22 de agosto (sexta-feira) Nightfall – Nightwish Tribute | às 19h Palco Cidade do Rock A Nightfall – Nightwish Tribute é uma banda cover de Heavy Metal fundada em 2017, dedicada a homenagear o som e a trajetória do Nightwish. O grupo interpreta sucessos de todas as fases da banda finlandesa, como “Nemo”, “Wish I Had an Angel” e “Ghost Love Score”, com destaque para a performance vocal inspirada nas diferentes formações do Nightwish. Threepsy | às 19h Palco Gig Fundada em 2023 em Limeira (SP), a Threepsy é uma banda de classic rock com repertório autoral e covers de ícones como Led Zeppelin, Kiss e Black Sabbath. O trio imprime energia e autenticidade em faixas próprias como “Never Alone” e “House of Rock”, além de clássicos como “Black Dog” e “War Pigs”. Master Of Reality – Black Sabbath | às 20h Palco Água Desde 2017, a Master of Reality presta tributo ao Black Sabbath com repertório que inclui “War Pigs”, “Paranoid” e “Children of the Grave”. A banda recria cenários e figurinos clássicos usados por Ozzy Osbourne e apresenta músicas de toda a fase com o vocalista original. Urdza | às 20h Palco Jam Formada em 2017, a Urdza é uma banda autoral de heavy metal de São Paulo. Influenciada por nomes como Iron Maiden e Metallica, lançou o álbum “A War With Myself” em 2024, com faixas como “Rising From the Fire” e “Wrath of God”, e já dividiu palco com artistas como Marco Mendoza (Whitesnake) e Saxon. Krisiun | às 21h Palco

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Senado inicia missão para buscar reaproximação com EUA em meio a tensão comercial

Agenda inclui reuniões com parlamentares americanos, empresários e especialistas em comércio internacional Uma delegação de oito senadores inicia nesta segunda-feira (28) uma série de compromissos para buscar a reaproximação com os EUA (Estados Unidos da América), em meio ao agravamento das tensões comerciais após o anúncio de novas tarifas contra produtos brasileiros As novas taxas passam a valer na sexta-feira (1º) e já afeta setores como o agronegócio e da aviação. A agenda inclui reuniões com parlamentares norte-americanos, empresários, especialistas em comércio internacional e representantes de organismos multilaterais, mas não há previsão de encontros com autoridades americanas. Segundo os parlamentares, o foco é demonstrar a disposição do Legislativo brasileiro em fortalecer a interlocução bilateral e construir pontes institucionais em resposta ao cenário de incertezas. O grupo defende que os canais técnicos e diplomáticos com os EUA permaneçam ativos, mas que sejam acompanhados de uma articulação política em alto nível, como forma de demonstrar disposição ao diálogo e à construção de soluções de longo prazo. Segundo o presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), a missão tem caráter suprapartidário e se trata de uma resposta institucional a uma crise que afeta empregos, exportações e investimentos em setores estratégicos da economia. “Preservar empregos. Este é o nosso norte”, afirmou o senador. “Não viemos aqui para confrontar. Viemos para conversar”, disse. Setores em alerta Exportadores brasileiros de diversos setores já sentem os impactos antes mesmo da data. O setor de pescado, por exemplo, afirma que o comércio com os EUA representa cerca de 70% do destino dos produtos exportados. Em uma carta divulgada na semana passada, a Abipesca (Associação Brasileira das Indústrias de Pescado) afirmou que, com as novas taxas, estima-se que cerca de R$ 300 milhões em produtos estejam parados entre pátios portuários, embarcações e unidades industriais. Outro setor que já sente os efeitos, mesmo antes da vigência oficial das tarifas, é o industrial. O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Claudio Bier, afirma que algumas empresas têm até 95% das operações voltadas para o mercado norte-americano. “Temos empresas de madeira que exportam até 95% da produção para os Estados Unidos. Algumas vão fechar, outras já deram férias coletivas. Hotéis que recebiam importadores americanos estão vazios porque os compradores não vieram. O impacto já é real”, declarou. Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais, alerta que o cenário pode piorar caso o Brasil adote medidas retaliatórias. “Se houver retaliação, haverá aumento de custo para tudo o que é importado dos EUA. Ou teremos que comprar de outras origens, muitas vezes em condições piores ou mais caras. E ainda há o risco de tréplica: o Brasil sobe tarifas aqui e os EUA sobem mais lá”, explicou. Carne também é afetada Outro setor já impactado por tarifas é o de carnes. Em somente três meses, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 80%. Em julho, foram exportadas somente 9.700 toneladas, contra mais de 47.800 toneladas em abril, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. As novas tarifas norte-americanas preocupam produtores e exportadores brasileiros. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) avalia que as perdas decorrentes das tarifas unilaterais podem chegar a R$ 175 bilhões nos próximos dez anos. Isso representa uma redução do PIB brasileiro a longo prazo de 1,49%. Caso o Brasil imponha tarifas de 50% lineares aos produtores norte-americanos, o impacto seria maior e chegaria a R$ 259 bilhões, com redução do PIB de longo prazo de 2,21%. Agenda Segunda-feira (28) 8h30* — Reunião na Residência oficial da Embaixadora do Brasil em Washington 13h* — Reuniões com lideranças empresariais e representantes do Brasil-U.S. Business Council — Sede da U.S. Chamber of Commerce Terça-feira (29) A agenda do dia envolve compromissos estratégicos com autoridades norte-americanas. Quarta-feira (30) 08h30* — Americas Society / Council of the Americas 10h15* — Coletiva de imprensa da missão oficial *Horários no fuso local de Washington (GMT-4), uma hora a menos que Brasília Diplomacia como saída Diante do cenário, especialistas e autoridades defendem o caminho da negociação. A economista Carla Beni, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), destacou a tradição diplomática do Brasil. “Mesmo com a Lei da Reciprocidade, o primeiro passo é o diálogo. O segundo, acionar organismos internacionais. E só então pensar em retaliações”, disse à Record News. Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, reforça: “Bater de frente com os EUA seria um desastre total.” O professor Hugo Garbe lembra que o Brasil depende mais economicamente dos EUA do que o inverso. “Não temos estrutura para um embate direto. A diplomacia precisa ser estratégica e focar na redução das tarifas.” Para o mestre em finanças Hulisses Dias, da Universidade de Sorbonne, qualquer sinal de insegurança pode afastar investidores estrangeiros. “É preciso evitar retaliações diretas. O ideal seria buscar medidas que pressionem setores estratégicos americanos sem prejudicar a economia brasileira.” Senadores A delegação é composta por oito senadores: Nelsinho Trad (PSD-MS) — presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE) e líder da missão; Tereza Cristina (PP-MS) — ex-ministra da Agricultura e vice-presidente da CRE; Jaques Wagner (PT-BA) — líder do governo no Senado; Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) — vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil–Estados Unidos e ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações; Rogério Carvalho (PT-SE) — líder do PT no Senado; Carlos Viana (Podemos-MG); Fernando Farias (MDB-AL); e Esperidião Amin (PP-SC).   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram/@astropontes/ 27.7.2025

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Secretário dos EUA diz que entrada em vigor de tarifas não será adiada

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%. A afirmação foi feita neste domingo (27) durante entrevista do secretário ao programa Fox News Sunday. “Com certeza não haverá mais prorrogações, não haverá mais [período de] carência. As tarifas estão programadas para o dia 1º de agosto. Colocaremos a Alfândega para começar a coletar o dinheiro”, disse. Lutnick afirmou que o presidente Donald Trump estará aberto a “negociar e conversar com as grandes economias”. Ele, no entanto, ponderou que tais conversas podem esbarrar em dificuldades. “Obviamente, após 1º de agosto, as pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Até lá, acho que o presidente vai falar com muitas pessoas. Se elas podem fazê-lo feliz é outra questão”, acrescentou. Entenda No dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano a partir do dia 1º de agosto. No documento, Trump diz ter adotado a medida sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, estaria sofrendo perseguição política. Os Estados Unidos também iniciaram uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. O governo de Trump também revogou os vistos do ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e “aliados na Corte”. Na última sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que está aberto a negociar com Trump e disse que o presidente dos Estados Unidos foi induzido a acreditar “em uma mentira”.  O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviço, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lideram as iniciativas para uma solução diplomática com o país norte-americano. O governo também criou um comitê para discutir as taxações com o setor produtivo brasileiro.   Fonte: Agência Brasil Foto: Reuters/Leah Millis/Arquivo

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Conta de luz mais cara: saiba o quanto a bandeira vermelha vai pesar no bolso em agosto

Segundo a Aneel, cenário de chuvas abaixo da média implica o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais alto Nesta sexta-feira (25), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que foi acionada a bandeira vermelha no patamar 2 para o mês de agosto. Isso significa que as contas de energia elétrica ficarão ainda mais caras. A cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, o adicional será de R$ 7,87. Por exemplo, uma casa que consome 200kWh por mês, terá um acréscimo de R$ 15,74 na sua conta de luz. A bandeira vermelha no patamar 2 é a mais alta do sistema e significa que as condições de geração de energia estão desfavoráveis. De acordo com a Aneel, o cenário atual é de chuvas abaixo da média em todo o país, o que reduziu a geração de energia hidrelétrica, levando ao acionamento das termelétricas, que têm um custo mais elevado. Nos meses de junho e julho, os consumidores já estavam pagando a conta de luz mais cara, com a bandeira vermelha patamar 1, cujo adicional é de R$ 4,46 por 100 kWh. Como funciona O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 pela Aneel e varia de acordo com os custos variáveis da geração de energia elétrica no país. Ele é dividido em cinco níveis. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo, o que significa que as condições estão favoráveis para a geração de energia. Quando é aplicada a bandeira amarela, a conta sofre acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Chuva forte provoca estragos em diferentes pontos de Campinas na tarde desta sexta (25)

A chuva que atingiu Campinas na tarde desta sexta-feira (25) causou diversos estragos pela cidade. Populares realizaram registros de diferentes pontos do município. Alagamentos foram registrados nas ruas do Jardim Roseira e do Jardim Novo Campos Elíseos. Além disso, uma árvore de grande porte caiu na Rua Laranjal, no bairro Cidade Jardim. Um pedaço do teto do Hospital Mário Gatti desabou, e um funcionário precisou de atendimento médico. Também foi registrado o momento em que um veículo ficou alagado na Vila Pompeia. Trechos das rodovias Santos Dumont e Anhanguera sofreram com alagamentos, exigindo atenção redobrada dos motoristas. Veja:

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Iluminação precária e postes danificados motivam pedido de modernização no Jardim Paraíso de Viracopos, em Campinas

O vereador Otto Alejandro solicitou, por meio de uma indicação enviada à Prefeitura, a modernização da iluminação pública no Parque Linear José Mingone, localizado na Avenida das Amoreiras, s/n, no bairro Jardim Paraíso de Viracopos, em Campinas. De acordo com o documento, a solicitação é para substituir as atuais lâmpadas de sódio por luminárias de LED, além da troca de postes danificados pelo tempo e outras intervenções necessárias para revitalização da estrutura de iluminação do local. A medida, segundo o vereador, é para melhorar a visibilidade e aumentar a sensação de segurança para os frequentadores do parque, que é uma importante área de convivência e lazer da região. “A modernização do sistema de iluminação é fundamental não apenas para a segurança, mas também para valorizar os espaços públicos e estimular o uso da área pela comunidade”, afirma Otto. O parlamentar ainda destacou que a utilização de LED é mais eficiente e econômica a longo prazo, além de contribuir para a sustentabilidade urbana. O pedido foi encaminhado ao Poder Executivo para que sejam adotadas as providências cabíveis junto ao setor responsável.   Foto: Câmara de Campinas

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Pouso de emergência é realizado no Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas

Uma aeronave de escola de aviação precisou realizar um pouso de emergência na manhã desta sexta-feira (25) no Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas. De acordo com informações, a aeronave pousou em segurança. O Corpo de Bombeiros foi acionado. O Portal Veloz, parceiro do R7, entrou em contato com a Rede Voa, concessionária responsável pelo aeroporto, para obter mais informações sobre o ocorrido e se houve vítimas. Agora, aguarda um posicionamento para atualizar a reportagem.

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Laranja no coração e na tradição: Limeira revive suas raízes em festa histórica

A proposta é valorizar o fruto e garantir uma conexão direta entre a história da cidade e os pratos servidos ao público  Durante muito tempo, Limeira foi reconhecida nacionalmente pela força da sua citricultura. Hoje, mesmo sendo o berço das semijoias, a cidade não esquece suas raízes — e é exatamente esse resgate que transforma a Festa da Laranja em um dos eventos mais especiais do calendário local.  A nova edição já começou movimentando o município. Realizada com apoio da RFTV e do Portal Veloz, parceiro do R7, a festa combina história, gastronomia e cultura em um só espaço.  No centro da proposta, está a laranja — símbolo de uma Limeira que cresceu entre plantações e construiu parte de sua identidade no campo. Mais do que homenagear essa memória, a festa convida a população a experimentar sabores criativos e repletos de afeto. Um sabor obrigatório  E por falar em sabor, uma das regras mais interessantes do evento está justamente nos estandes gastronômicos: todos os expositores precisam usar a laranja em ao menos um dos produtos oferecidos. A proposta é valorizar o fruto e garantir uma conexão direta entre a história da cidade e os pratos servidos ao público. Palco cheio de energia  Mas não é só de comida e lembrança que vive a Festa da Laranja. A programação musical é diversa e recheada de atrações para todos os estilos. Neste ano, os destaques vão de Digão, da lendária banda Raimundos, à dupla Zé Neto & Vinícius. Também sobem ao palco nomes como Márcio & Douglas, Kim (da banda Catedral) e diversos artistas limeirenses.  A mistura de tradição com modernidade é o que dá o tom do evento — que une o passado da cidade ao presente de forma viva, pulsante e cheia de cor. Uma festa da cidade para a cidade  Mais do que uma celebração cultural, a Festa da Laranja é um reencontro com a identidade limeirense. É a oportunidade de mostrar às novas gerações de onde a cidade veio, enquanto se celebra o que ela é hoje.  E como o próprio slogan da festa sugere, o convite está feito: uma celebração feita para a família limeirense — e de portas abertas para todos. (Renan Isaltino)

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