destaque-01 Archives - Página 74 de 78 - Portal Veloz Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Tático Comando do Tenente Pasqualotto prende suspeito e localiza drogas escondidas no Profilurb, em Limeira

Discussão por imóvel termina em ameaça com simulacro de arma no Jardim Olga Veroni, em Limeira

Receita Federal apreende 1.150 ampolas de medicamentos emagrecedores em ônibus na fronteira com o Paraguai

Motorista é preso com cerca de três toneladas de maconha escondidas em carga de aveia em Pirapozinho

Laudo descarta suicídio e diz que policial Gisele foi assassinada

Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos

Tag: destaque-01

Mauro Cid chora durante depoimento prestado ao ministro Alexandre de Moraes

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, chegou a chorar durante depoimento prestado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). No momento, o ministro questionava sobre a tentativa de obter recursos com o PL (Partido Liberal) para execução de um plano que impedisse a posse do então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. No vídeo do depoimento, divulgado nesta quinta-feira (20) por determinação de Moraes, é possível ver o momento em que Cid coloca a mão no rosto e em seguida utiliza um pano para secar as lágrimas. Em um segundo momento, ele pega o pano novamente para limpar os olhos. “Dois dias após essa reunião, o Coronel Oliveira entrou em contato com o colaborador (Mauro Cid) solicitando dinheiro para realizar as operações que haviam sido discutidas com o general Braga Netto e com o Coronel Ferreira Lima na reunião do dia 12 de novembro. O colaborador procurou o general Braga Netto informando essa solicitação e recebeu como resposta a indicação de que procurasse o PL para obter o dinheiro necessário para a operação”, relata Moraes. Cid teria impresso o documento e entregue a um dirigente do PL. “Constava pedido de dinheiro para passagem de avião, genérico, não tinha de onde para onde; aluguel de carros; alojamentos; e despesas para alimentação diária e, provavelmente — mas não se recorda com certeza — gastos com celulares. O dirigente do PL disse ao colaborador [Mauro Cid] que não poderia usar o dinheiro do partido para esse tipo de operação”, citou o ministro do STF, logo antes de Cid começar a chorar. Em outro momento do depoimento, Moraes questiona se, ao enviar a localização do ministro no dia 16 de dezembro, Cid não se perguntou o motivo do monitoramento do ministro, ao que o ex-ajudante de ordens respondeu: “ministro, é um pouco a necessidade do saber. Na minha cabeça era para fazer alguma manifestação. Eu não quis perguntar, talvez não quisesse perguntar, para não ficar sabendo”. O ministro do STF voltou a questionar. “Veja, estou conversando com um oficial do exército que tem treinamento e a vivência sobre operações. O senhor foi procurado por dois coronéis que diziam que era necessário fazer uma operação e gerar caos para que houvesse uma medida excepcional e o presidente eleito [Luiz Inácio Lula da Silva] não tomasse posse. Aí o senhor participa com ele de uma reunião com o General Braga Netto, é procurado de novo para arrumar dinheiro, fala com o general Braga Netto, vai até o PL, e depois ver que o Braga Netto arrumou o dinheiro. Obviamente o senhor sabe que alguma coisa está em curso, e aí pedem a minha localização. O senhor não fez uma ligação a respeito disso?”, pergunta. Cid se defende dizendo que sentia que os generais não queriam que ele soubesse de todos os planos. “Porque quanto mais gente sabe é pior. Quanto mais informações você passa e pergunta é pior, ainda mais pelo WhatsApp. Eu não sabia [o que tava acontecendo]. No dia do reconhecimento eu não sabia que eles estavam aqui, eu não tinha esse nível de detalhamento e ciência, nem sobre quando ia acontecer ou o que ia acontecer. Na minha cabeça iam fazer alguma coisa com manifestantes”, diz Cid. Fonte: R7

Leia Mais

Calor extremo traz o perigo da baixa umidade: saiba como se proteger

Ministério da Saúde alerta para o aumento de doenças respiratórias e recomenda a ingestão de bastante água Nos últimos dias, algumas regiões do país vêm sofrendo com altas temperaturas, agravadas pela terceira onda de calor que assola o Brasil em 2025. Segundo o Inmet (Instituo Nacional de Meteorologia), uma massa de ar quente avança pelo centro do país, impactando áreas do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste. Com a baixa umidade, os cuidados com a saúde devem ser redobrados, alertam órgãos do governo. Na terça-feira (18), as temperaturas no Rio de Janeiro chegaram a 41,8°C, com mínima de 22°C. Em Brasília, Goiânia e Rio de Janeiro, a umidade mínima pode ficar abaixo dos 25% nesta quinta-feira (20), o que é considerado baixo. A OMS (Organização Mundial de Saúde) diz que o índice recomendado é de pelo menos 60%. Em períodos de baixa umidade, o Ministério da Saúde alerta para o aumento do risco de doenças respiratórias e recomenda a ingestão de bastante água. A pasta também faz recomendações sobre o consumo de alimentos, indicando o preparo de verduras, legumes e frutas. Entre 2000 e 2018, as ondas de calor mataram ao menos 48 mil pessoas no Brasil, segundo uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Lisboa. As mortes superam em mais de 20 vezes o número de fatalidades por deslizamentos de terra no período. A pesquisa analisou as 14 regiões metropolitanas mais populosas do Brasil, entre elas Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja cuidados Beba bastante líquido; Evite atividades físicas durante os períodos mais quentes e secos do dia; Evite exposição ao sol nas horas mais quentes; Use hidratante para a pele e umidifique o ambiente; Evite bebidas diuréticas, como café e álcool; e Em caso de dúvidas ligue para a Defesa Civil (telefone 199) ou ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Brasil registrou 20 ondas de calor desde 2023 Desde 2023, o país registrou 20 ondas de calor, com temperaturas que chegaram a 44,8°C. Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), uma onda de calor ocorre quando as temperaturas máximas diárias superam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. “Além disso, essas condições devem abranger uma área ampla, e não ser pontuais como tem ocorrido nos últimos dias”, informou o instituto em nota. A primeira onda de calor de 2025 foi registrada entre 17 e 23 de janeiro, no Rio Grande do Sul. Na ocasião, as cidades de Quaraí (RS), Alegrete (RS) e São Borja (RS) registraram temperaturas entre 39,4°C e 42,4°C.A segunda ocorrência, também na região gaúcha, aconteceu entre 2 e 12 de fevereiro. Durante esse período, as temperaturas variaram entre 41,8°C e 43,8°C nas cidades de Quaraí (RS), Uruguaiana (RS) e Campo Bom (RS). Altas temperaturas As altas temperaturas podem aumentar o risco de morte para idosos e pessoas com algumas doenças, aponta uma pesquisa da Fundação Fiocruz. Em períodos mais quentes, as chances de mortalidade entre idosos crescem 50%, principalmente em dias com 6 horas acima de 40°C e 3 horas acima de 44°C. A pesquisa, feita pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, analisou todas as 466 mil mortes naturais ocorridas entre 2012 e 2024, e mais de 390 mil mortes por 17 causas selecionadas — das quais 12 tiveram alta considerável da mortalidade para idosos no calor extremo. Fonte: R7 Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Leia Mais

Estado de São Paulo decreta emergência por dengue

  O Governo de São Paulo decretou situação de emergência para dengue nesta quarta-feira (19). O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, em um evento no Centro de Operações de Emergências (COE) no Instituto Butantan. A pasta também divulgou novas medidas e estratégias de combate à proliferação do Aedes aegypti. Confira na reportagem da RFTV:   Foto: Secom/Prefeitura de Araras

Leia Mais

Fechado desde a pandemia, Centro do Idoso é alvo de reclamações e usuários aguardam reforma

O Centro de Referência de Saúde e Lazer do Idoso de Limeira, localizado na Avenida Campinas, completa 5 anos fechado. Um espaço que antes da pandemia integrava pessoas da terceira idade com atividades físicas e atendimentos médicos, hoje está abandonado. Depois de receber reclamações de moradores da região, a equipe do Portal Veloz esteve no local e encontrou janelas quebradas, mato alto, portas enferrujadas, pichações e lixo acumulado. Em uma das paredes, um buraco foi aberto e qualquer pessoa pode entrar no local. A piscina, que antes era aquecida e espaço para aulas de natação e hidroginástica, hoje está seca, suja e depredada. O comerciante Édson Aparecido Pereira, vizinho ao prédio, disse que sente falta do espaço aberto e sendo utilizado. “Outrora era um ambiente que as pessoas usavam, que trazia bastante benefício para a população”, comentou. Para ele, o prédio está abandonado e traz insegurança. “Hoje é um descaso, servindo de moradia para moradores de rua, usuários de drogas, e, para nossa segurança, isso é ruim”, lamentou. O assunto também foi abordado durante a última sessão da Câmara de Limeira, quando Nanci Benvinda Martins, participante de um grupo de treino da terceira idade do jardim Morro Azul, utilizou a Tribuna Livre para pedir apoio dos vereadores pela reforma e reabertura do Centro do Idoso. “Fica nosso pedido de apoio dessa Casa de Leis, que olhe com mais carinho aos nossos idosos, e que juntos possamos lutar por espaços a todos que precisam praticar atividades físicas na terceira idade”, comentou. REFORMA A reforma do Centro de Referência de Saúde e Lazer do Idoso foi anunciada ainda no governo Mario Botion e incluída na lista de obras e reformas financiadas pelo Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), e aprovada à época pela Câmara de Limeira. No Jornal Oficial do Município do dia 13 de fevereiro deste ano, foi publicada a homologação da contratação para a obra de reforma e ampliação, orçada em R$6,9 milhões. Sobre os demais problemas apontados, assim como previsão de início de obras, o Portal Veloz solicitou uma nota oficial para a Prefeitura e aguarda um retorno. Redação Portal Veloz

Leia Mais

Denúncia da PGR aponta que Bolsonaro tinha discurso pronto para anunciar golpe

Defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro disse que recebeu com “estarrecimento e indignação” a denúncia da PGR A PGR (Procuradoria-Geral da República) afirmou, em denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (18), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha um discurso pronto, que seria utilizado caso a tentativa de golpe de Estado fosse bem-sucedida. De acordo com a PGR, o documento previa a decretação de Estado de Sítio e a implementação da GLO (Garantia da Lei e da Ordem), medidas que teriam como objetivo impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e assegurar a permanência de Bolsonaro no cargo. “O discurso encontrado na sala de Jair Messias Bolsonaro reforça o domínio que este possuía sobre as ações da organização criminosa, especialmente sobre qual seria o desfecho dos planos traçados — a sua permanência autoritária no poder, mediante o uso da força”, diz trecho da denúncia. Segundo o órgão, o documento foi encontrado na sede do Partido Liberal, na sala do próprio ex-presidente Bolsonaro, e também no celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência. “O material arrecadado consistia num texto impresso sobre declaração de ‘Estado de Sítio’ e decretação de ‘Operação de Garantia da Lei e da Ordem’. Tratava-se do discurso a ser recitado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no momento da efetivação do golpe de Estado. O mesmo texto também foi encontrado no aparelho celular de Mauro Cid”, escreveu. A Procuradoria sustenta que a existência desse documento comprova o domínio que Bolsonaro exercia sobre as ações do grupo e a intenção de manter-se no cargo de maneira autoritária, utilizando a força para consolidar o golpe. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que recebeu com “estarrecimento e indignação” a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) por uma suposta tentativa de golpe de Estado. Os advogados do ex-presidente chamaram a denúncia de uma “narrativa fantasiosa” baseada em um “delator que questiona a sua própria voluntariedade”, em referência a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. “A inepta denúncia chega ao cúmulo de lhe atribuir participação em planos contraditórios entre si e baseada numa única delação premiada, diversas vezes alteradas, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade. Não por acaso ele mudou sua versão por inúmeras vezes para construir uma narrativa fantasiosa”, diz a defesa. A nota diz que Bolsonaro “jamais” planejou um golpe de Estado. “O Presidente jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”, afirma. Acusações contra Bolsonaro e aliados A denúncia apresentada pela PGR inclui 33 pessoas além de Bolsonaro, todas acusadas de envolvimento em um plano para desestabilizar o governo democrático e impedir a posse de Lula. Entre os nomes citados estão: General Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência; Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Valdemar Costa Neto, presidente do PL. A PGR argumenta que os envolvidos compunham uma organização criminosa armada, cuja intenção era abolir o Estado Democrático de Direito de forma violenta. Entre os crimes citados estão liderança de organização criminosa, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio público e ameaça a bens tombados pelo Estado. Elementos reunidos pela PGR e PF A denúncia foi baseada em uma extensa investigação da Polícia Federal (PF), que incluiu: Apreensão de documentos e dispositivos eletrônicos; Interrogatórios de testemunhas e envolvidos; Análise de mensagens e registros de reuniões estratégicas; Delação premiada de Mauro Cid, que colaborou com as investigações. Segundo a PF, Bolsonaro exerceu influência direta sobre os planos do grupo, tendo conhecimento das estratégias que visavam impedir a posse de Lula e consolidar sua permanência no poder por meio de um golpe de Estado. O caso agora segue para análise do Supremo Tribunal Federal, que decidirá se aceita a denúncia e transforma Bolsonaro e os outros 33 acusados em réus no processo. Se o STF aceitar a denúncia, os envolvidos passarão a responder formalmente pelos crimes listados. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 30 anos de prisão. Fonte: R7 Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Leia Mais

Bolsonaro sabia de suposto plano para matar Lula e Moraes e deu aval para trama, diz PGR

PGR diz que Bolsonaro liderou organização criminosa armada; o ex-presidente e mais 33 foram denunciados ao STF   Na denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que Bolsonaro tinha conhecimento de um suposto plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Essa trama teria sido pensada como forma de impedir a posse de Lula em 2023 e para que houvesse um suposto golpe de Estado. Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”. Segundo Gonet, “os membros da organização criminosa estruturaram, no âmbito do Palácio do Planalto, plano de ataque às instituições, com vistas à derrocada do sistema de funcionamento dos Poderes e da ordem democrática, que recebeu o sinistro nome de ‘Punhal Verde Amarelo’. O plano foi arquitetado e levado ao conhecimento do Presidente da República, que a ele anuiu, ao tempo em que era divulgado relatório em que o Ministério da Defesa se via na contingência de reconhecer a inexistência de detecção de fraude nas eleições”. O procurador-geral da República destacou que “os planos culminaram no que a organização criminosa denominou de Operação Copa 2022, dotada ela mesma de várias etapas”. Gonet narrou que “a expectativa era a de que a Operação criasse comoção social capaz de arrastar o Alto Comando do Exército à aventura do golpe”. “Em execução inicial da operação, foram levadas a cabo ações de monitoramento dos alvos de neutralização, o Ministro Alexandre de Moraes e o Presidente eleito Lula da Silva”, frisou Gonet. “A ação violenta era conhecida e autorizada por Jair Messias Bolsonaro, que esperava a sua execução ainda no mês de dezembro. O grupo planejava agir com a maior brevidade possível, a fim de impedir a assunção do Poder pelo novo governo eleito”, completou. De acordo com Gonet, “o plano contemplava a morte dos envolvidos, admitindo-se meios como explosivos, instrumentos bélicos ou envenenamento”. “No dia 15 de dezembro de 2022, os operadores do plano, com todos os preparativos completos, somente não ultimaram o combinado, por não haverem conseguido, na última hora, cooptar o Comandante do Exército”, afirmou. Denúncia da PGR Gonet apresentou ao STF denúncia contra Bolsonaro por suposto envolvimento em um plano de golpe de Estado após as eleições de 2022. Bolsonaro foi denunciado pelos seguintes crimes: Liderar organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e Deterioração de patrimônio tombado. As regras de concurso de pessoas e concurso material também são observadas nas imputações. A apresentação da denúncia significa que a PGR encontrou indícios suficientes para formalmente acusar uma pessoa de ter cometido um crime. Ainda não há condenação para os envolvidos. O que diz a defesa do ex-presidente Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”. Os advogados do ex-presidente disseram que receberam “com estarrecimento e indignação” a denúncia da Procuradoria-Geral da República. “A despeito dos quase dois anos de investigações — período em que foi alvo de exaustivas diligências investigatórias, amplamente suportadas por medidas cautelares de cunho invasivo, contemplando, inclusive, a custódia preventiva de apoiadores próximos —, nenhum elemento que conectasse minimamente o Presidente à narrativa construída na denúncia, foi encontrado”, continuou a defesa. Segundo os advogados, não há qualquer mensagem de Bolsonaro “que embase a acusação, apesar de uma verdadeira devassa que foi feita em seus telefones pessoais”. “A inepta denúncia chega ao cúmulo de lhe atribuir participação em planos contraditórios entre si e baseada numa única delação premiada, diversas vezes alteradas, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade. Não por acaso ele mudou sua versão por inúmeras vezes para construir uma narrativa fantasiosa”, destacou a defesa. “O Presidente Jair Bolsonaro confia na Justiça e, portanto, acredita que essa denúncia não prevalecerá por sua precariedade, incoerência e ausência de fatos verídicos que a sustentem perante o Judiciário”, concluiu a defesa dele.   Fonte: R7 Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

Leia Mais

Confira os 34 denunciados pela PGR por crime de golpe de Estado

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, detalhou a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais 33 acusados na denúncia do inquérito do golpe enviada nesta terça-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Gonet afirma que o grupo criminoso agiu com violência e grave ameaça para impedir o funcionamento dos Poderes da República e para tentar depor o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Conforme a acusação, Bolsonaro contou com o auxílio de aliados, assessores e generais para “deflagrar o plano criminoso”, que teria ocorrido por meio de divulgação de desinformação contra urnas eletrônicas, afronta às decisões do Supremo e incentivo ao plano golpista, entre outras acusações. >> Veja lista dos denunciados (por ordem alfabética): 1.    Ailton Gonçalves Moraes Barros 2.    Alexandre Rodrigues Ramagem 3.    Almir Garnier Santos 4.    Anderson Gustavo Torres 5.    Angelo Martins Denicoli 6.    Augusto Heleno Ribeiro Pereira 7.    Bernardo Romão Correa Netto 8.    Carlos Cesar Moretzsohn Rocha 9.    Cleverson Ney Magalhães 10.  Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira 11.  Fabrício Moreira de Bastos 12.  Filipe Garcia Martins Pereira 13.  Fernando de Sousa Oliveira 14.  Giancarlo Gomes Rodrigues 15.  Guilherme Marques de Almeida 16.  Hélio Ferreira Lima 17.  Jair Messias Bolsonaro 18.  Marcelo Araújo Bormevet 19.  Marcelo Costa Câmara 20.  Márcio Nunes de Resende Júnior 21.  Mário Fernandes 22.  Marília Ferreira de Alencar 23.  Mauro César Barbosa Cid 24.  Nilton Diniz Rodrigues 25.  Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho 26.  Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira 27.  Rafael Martins de Oliveira 28.  Reginaldo Vieira de Abreu 29.  Rodrigo Bezerra de Azevedo 30.  Ronald Ferreira de Araújo Júnior 31.  Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros 32.  Silvinei Vasques 33.  Walter Souza Braga Netto 34.  Wladimir Matos Soares STF A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF. Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado. A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025. Fonte: Agência Brasil Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Leia Mais

‘Tranquilo’ com denúncia da PGR, Bolsonaro diz que prioridade é ‘anistia’

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a afirmar nesta terça-feira (18) que a prioridade defendida por ele é o avanço da anistia aos condenados do 8 de janeiro. A posição veio logo após um almoço com senadores da oposição e em meio a expectativas de uma nova denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), que poderia incluir o político nas ações de suposto golpe de Estado após as eleições de 2022. Sobre a possível denúncia da PGR, o político disse estar tranquilo. “Eu não tenho preocupação nenhuma com as acusações. Zero”, afirmou, em outro momento. Bolsonaro também disse considerar ter votos para aprovação do projeto, e relatou conversas com presidentes partidários, como Antônio Rueda, do União Brasil, e Gilberto Kassab, do PSD. Uma projeção de votos entre partidos não foi indicada. O ex-presidente ainda defendeu a proposta ligada à Ficha Limpa, que, entre pontos, propõe a redução do número de anos em que um político pode ficar inelegível. Atualmente, a Lei impede que Bolsonaro concorra a uma eleição até 2030. Mudanças podem antecipar a participação dele. A posição é a mesma em outros núcleos do PL. Em entrevista ao R7, o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) defendeu uma mudança eleitoral ligada à Ficha Limpa para permitir a participação de Bolsonaro na disputa à Presidência da República em 2026. Em relação à denúncia da PGR, a expectativa confirme apurou o R7, é de que seja confirmada nesta semana, com possibilidade de que saia ainda hoje. A depender do que for apresentado, o ex-presidente poderá ser julgado por ações ligadas a tentativa de golpe — com etapas que ainda passam por análise do STF (Supremo Tribunal Federal). No ano passado, a Polícia Federal indiciou o ex-presidente e outros no caso, o que eleva as expectativas para a denúncia. Fonte: R7    

Leia Mais

Bolsonaro se reúne com senadores para tratar sobre anistia a condenados pelo 8/1

Almoço com PL, PP, Novo e Republicanos servirá para discutir as pautas prioritárias do grupo   O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participará nesta terça-feira (18) de um almoço com um grupo de 15 senadores dos partidos PL, PP, Novo e Republicanos. O encontro, marcado para as 12h30 no Senado, vai marcar o início do ano legislativo do bloco, que usará o almoço para discutir as pautas prioritárias com o ex-presidente. Segundo apurou o R7, um dos temas a ser abordado na reunião é o projeto de lei que anistia os condenados pelos atos extremistas que aconteceram em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Apesar de tramitar em uma comissão especial da Câmara dos Deputados, os senadores têm interesse no tema e aguardam uma rápida aprovação da proposta na Câmara para que o Senado consiga analisar o texto ainda este ano. Além da anistia, Bolsonaro e os parlamentares devem conversar sobre a conjuntura nacional e demais pautas que considerem importantes. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse ao R7 que “não há pauta fechada”. A ida do ex-presidente ao Senado ocorre em meio à queda de popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, acontece em meio à possível denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da União) contra o ex-presidente pela participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A reunião com os senadores acontece cerca de um mês antes das manifestações convocadas em todo o país em prol da anistia e contra Lula, previstas para acontecer em 16 de março. A presença de Bolsonaro no Senado pode pressionar os senadores aliados a irem à manifestação. O ex-presidente já confirmou que estará no ato que vai acontecer no Rio de Janeiro. PL da Anistia A proposta de anistia aos presos pelo 8 de Janeiro pode ter uma versão mais “branda” a fim de ganhar celeridade e votos na Câmara dos Deputados. Deputados de oposição avaliam uma anistia parcial aos condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Na avaliação dos parlamentares, isso tornaria o texto menos radical. Ao todo, os condenados pelo 8 de Janeiro foram enquadrados em cinco crimes: tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público. Conforme o STF, a maioria dos condenados teve as ações classificadas como graves. As penas para esses réus variam de três anos a 17 anos e seis meses de prisão. A anistia estudada, em vez de total, perdoaria os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa. A oposição acredita que tais condenações são injustas, pois considera que os atos não foram uma tentativa de golpe de Estado. Assim, as penas poderiam ser reduzidas e enquadradas apenas em dano qualificado e deterioração de patrimônio. Os condenados pelos atos extremistas então poderiam cumprir as penas em regime semiaberto. Até o momento, o projeto não tem votos suficientes para ser aprovado em plenário. A oposição, contudo, deseja levar a matéria para a análise de todos os deputados assim que angariar apoios suficientes. O grupo considera que partidos como PP, União Brasil, Republicanos e PSD devem aderir ao PL da Anistia em breve. O relator da proposta deve continuar sendo o deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), o que para a oposição indica que o apoio do União à proposta estaria “garantido”. Em 2024, Valadares foi designado como relator do projeto na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, mas antes que o texto pudesse ser votado no colegiado, o então presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), retirou a matéria da comissão e criou uma comissão especial para analisar o mérito. Fonte: R7 Foto: MATEUS BONOMI/AGIF

Leia Mais

Americana terá investimento de R$ 39 milhões para 200 moradias populares

O Ministério das Cidades autorizou a contratação para a construção de 200 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no bairro Nielsen Ville, região da Cidade Jardim, em Americana. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União, em 7 de fevereiro, e representa um investimento total de R$ 39.061.509,00. As moradias do Residencial Americana I serão construídas na Rua das Maravilhas, esquina com a Rua Sempre Viva, e contarão com apartamentos de 56 m². O empreendimento será composto por dois blocos, cada um com oito apartamentos por andar. Um dos blocos terá 12 pavimentos e o outro, 13 pavimentos. O valor de cada imóvel será de R$ 165.000,00, totalizando um investimento de R$ 33.000.000,00. Além disso, o terreno foi doado pela Prefeitura, com um valor estimado de R$ 6.061.509,00. O prefeito de Americana, Chico Sardelli, celebrou a conquista e destacou o compromisso da gestão municipal com a ampliação do acesso à moradia. “Esta é mais uma grande vitória que começamos a construir no final de 2023, com nossa ida a Brasília e nosso diálogo com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro Alexandre Padilha e nosso amigo Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara. Com essa iniciativa do programa Minha Casa, Minha Vida, estamos reduzindo o déficit habitacional e oferecendo mais qualidade de vida para nossa população”, disse Chico. O secretário de Habitação, Luiz da Rodaben, também ressaltou a importância do projeto e os benefícios que serão proporcionados para a cidade. “Esse investimento é um marco para Americana. A moradia é um direito fundamental e estamos empenhados em buscar soluções que viabilizem mais unidades habitacionais para atender às famílias que mais precisam. A chegada desse empreendimento fortalece nosso compromisso com o bem-estar e o futuro da nossa cidade”, disse. Benefícios e público-alvo Os subsídios oferecidos pelo programa poderão chegar a até 95%, facilitando o acesso à moradia própria para famílias de baixa renda. As unidades serão destinadas a famílias com renda de até R$ 2.850,00, proporcionando a oportunidade de um lar digno e seguro para centenas de cidadãos. Nas próximas semanas, a Secretaria de Habitação do município divulgará detalhes em relação à atualização cadastral das famílias para participar do sorteio das unidades, a ser realizado nos próximos meses. Fonte: Prefeitura de Americana

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz