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Região de Piracicaba apresenta crescimento em vendas e locações em março

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de Março de 2025, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de fevereiro de 2025 em Piracicaba e região. Foram consultadas 90 imobiliárias das cidades de Araras, Brotas, Charqueada, Conchas, Cordeirópolis, Ipeúna, Laranjal Paulista, Leme, Limeira, Piracicaba, Pirassununga, Porangaba, Rio Claro, Rio Das Pedras, Santa Cruz Da Conceição e Vargem Grande Do Sul. As vendas apresentaram alta de 62,91% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve alta de 71,07%. José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP, comemorou os resultados: “Março trouxe uma reviravolta positiva, com incrementos de 62,91% nas vendas e notáveis 71,07% nas locações, impulsionando o acumulado do ano para um crescimento de 49,89% nas vendas e 26,28% nas locações. Esses números destacam a adaptabilidade do setor imobiliário e a confiança contínua dos consumidores e investidores em nosso mercado regional.” Vendas: Casas: 47%; apartamentos: 53% Locações: Casas: 58%; Apartamentos: 42% Vendas em Março A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 50 m² a 100 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de até 50 m². 52,5% das propriedades vendidas em Março estavam situadas na periferia, 37,5% nas regiões centrais e 10% nas áreas nobres. Com relação às modalidades de venda, 31,8% foram financiadas pela CAIXA, 18,2% por outros bancos, 13,6% diretamente pelos proprietários, 34,1% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 2,3% no período. Locações em Março A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou entre R$ 1.000,00 e R$ 1.500,00. A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o fiador. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (41%), na região central (33%) e nas áreas nobres (26%). E daqueles que encerraram os contratos de locação, 60,6% não informaram a razão da mudança, 15,2% mudaram para um aluguel mais caro e 24,2% mudaram para um aluguel mais barato. Vendas em Março Vendas % Casas Vendidas 47% Apartamentos Vendidos 53%   Casas vendidas Dormitórios Casa Percentual 1 Dorm. 4,5% 2 Dorm. 68,2% 3 Dorm. 22,7% 4 Dorm. 4,5% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 4,5% 51 a 100 m² 45,5% 101 a 200 m² 18,2% 201 a 300 m² 13,6% 301 a 400 m² 9,1% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 9,1%   Aptos vendidos Dormitórios apto Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 8,7% 2 Dorm. 73,9% 3 Dorm. 17,4% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 47,8% 51 a 100 m² 43,5% 101 a 200 m² 8,7% 201 a 300 m² 0,0% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%       Casas e aptos vendidos localização Casa/Apartamento Percentual Central 37,5% Nobre 10,0% Demais Regiões 52,5%   Forma de Pagamento Casa/Apartamento Percentual À Vista 34,1% Financiamento CAIXA 31,8% Financiamento Outros Bancos 18,2% Direto com Proprietário 13,6% Consórcios 2,3%   Desconto concedido Percentual Vendida no MESMO VALOR ANUNCIADO 53,3% Vendida com desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado 24,4% Vendida com desconto de 6 a 10%, ABAIXO do Anunciado 17,8% Vendida com desconto de 11 a 15%, ABAIXO do Anunciado 4,4% Vendida com desconto de 16 a 20%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 21 a 25%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 26 a 30%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 31 a 35%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 36 a 40%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 41 a 45%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 46 a 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto maior que 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0%   Faixa de preço média Percentual Até R$25 mil 0,0% De R$ 25mil a R$50 mil 0,0% De R$ 51mil a R$100 mil 2,2% De R$ 101mil a R$150 mil 4,4% De R$ 151mil a R$200 mil 4,4% De R$ 201mil a R$250 mil 31,1% De R$ 251mil a R$300 mil 22,2% De R$ 301mil a R$350 mil 4,4% De R$ 351mil a R$400 mil 4,4% De R$ 401mil a R$450 mil 6,7% De R$ 451mil a R$500 mil 6,7% De R$ 501mil a R$600 mil 6,7% De R$ 601mil a R$700 mil 2,2% De R$ 701mil a R$800 mil 0,0% De R$ 801mil a R$900 mil 0,0% De R$ 901mil a R$1 milhão 0,0% De R$ 1milhão a R$1.2 mi 0,0% De R$ 1.3 mi a R$1.5 mi 4,4% De R$ 1.6 mi a R$ 2 mi 0,0% De R$ 2.1 mi a R$ 2.5 mi 0,0% De R$ 2.6 mi a R$ 3 mi 0,0% De R$ 3.1 mi a R$ 4 mi 0,0% De R$ 4.1 mi a R$ 5 mi 0,0% Acima de R$ 5 mi 0,0%   Locações em Março Locações % Casas Alugadas 58% Apartamentos Alugadas 42%   Casas alugadas Dormitórios Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 5,9% 2 Dorm. 58,8% 3 Dorm. 35,3% 4 Dorm. 0,0% 5 ou mais Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 17,6% 51 a 100 m² 47,1% 101 a 200 m² 29,4% 201 a 300 m² 5,9% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%   Aptos Alugados Dormitórios Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 11,1% 2 Dorm. 72,2% 3 Dorm. 16,7% 4 Dorm. 0,0% 5 ou mais Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 27,8% 51

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Aposentados e pensionistas começam a receber antecipação do 13º

Cerca de 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta quinta-feira (24) a primeira parcela do décimo terceiro salário. Feito de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS), o pagamento vai até 8 de maio. Com a previsão de injetar R$ 73,3 bilhões na economia, a antecipação do décimo terceiro do INSS será paga em duas parcelas. A segunda parcela vai de 26 de maio a 6 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo. Desde a semana passada, a consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.   Quem recebe mais que o salário mínimo      Final do NIS          Primeira Parcela        Segunda Parcela    1 e 6    2 de maio     2 de junho     2 e 7    5 de maio     3 de junho     3 e 8    6 de maio     4 de junho     4 e 9    7 de maio     5 de junho     5 e 0    8 de maio     6 de junho O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no início do mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sexto ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024, em abril e maio. Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 28,68 milhões de pessoas, cerca de 70,5% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário mínimo por mês (R$ 1.518), enquanto 11,98 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.157,41.  A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente. O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário. Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Rua Quadros Sobrinho recebe pontos de embarque e desembarque durante obras no Terminal Urbano de Limeira

A Prefeitura de Limeira iniciou nesta quarta-feira (23) as obras de reestruturação na entrada do Terminal Urbano. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos em até 60 dias. Durante as intervenções, o acesso dos ônibus ao interior do terminal está temporariamente interrompido. Para garantir o atendimento aos usuários do transporte coletivo, os pontos de embarque e desembarque foram transferidos provisoriamente para a Rua Quadros Sobrinho, no Centro. Em razão disso, está proibido estacionar veículos em toda a extensão da via, exceto os ônibus do transporte público. As mudanças no trânsito entraram em vigor ontem (22), com a presença de agentes no local para orientar os motoristas. Em caso de dúvidas, os condutores podem entrar em contato com os agentes pelo telefone 3441-1826. OBRAS A intervenção prevê a substituição da base do pavimento atual por concreto armado — material mais resistente, adequado ao fluxo constante de veículos pesados. A obra é executada pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos, com acompanhamento técnico da BRK. Concluída a reestruturação, o tráfego e os serviços do Terminal Urbano voltarão à normalidade. Foto: Prefeitura de Limeira

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Pronto-Socorro da Santa Casa de Limeira enfrenta superlotação

A Santa Casa informou que está trabalhando com sua capacidade máxima  O Pronto-Socorro da Santa Casa de Limeira está enfrentando uma situação crítica de superlotação nesta semana. Muitos pacientes chegam ao Pronto-Socorro buscando atendimento para situações que poderiam ser resolvidas em unidades básicas de saúde, o que aumenta ainda mais a pressão sobre a equipe hospitalar.  Em um vídeo publicado nas redes sociais, o Dr Marcelo Prata, Cordenador do PS,  informou que está trabalhando com sua capacidade máxima e que reforçou o número de profissionais em plantão para tentar diminuir o tempo de espera. A Secretaria de Saúde do município também foi acionada e estuda medidas para redistribuir os atendimentos e reduzir o fluxo na unidade. (Renan Isaltino)

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1 ano após tragédia no Sul, 1 em cada 3 cidades segue sem proteção contra enchentes

Um a cada três municípios brasileiros (32,49%) não possuem qualquer tipo de sistema de drenagem de águas pluviais, estrutura essencial para prevenir impactos e desastres ambientais, como deslizamentos e enchentes. Os dados, divulgados pelo Instituto Trata Brasil nesta quarta-feira (22), refletem a carência nos investimentos feitos pelas cidades ao longo dos anos. Segundo a pesquisa, entre 2017 e 2023, foram gastos, em média, R$ 10 bilhões ao ano, com oscilações ao longo do tempo, o que é considerado insuficiente pelo governo federal. Cálculos do Ministério do Desenvolvimento Regional indicam que, entre 2021 e 2033 e a preços de dezembro de 2021, seriam necessários investimentos de R$ 250,5 bilhões. O valor corresponde a R$ 250,0 bilhões a preços de junho de 2023. Ainda conforme o estudo, é preciso aumentar o valor e investir R$ 223,3 bilhões, ou R$ 22,3 bilhões ao ano. “Seria necessário mais do que dobrar o atualmente praticado. Considerando o valor por habitante, o investimento também deve mais do que dobrar, indo de R$ 43,79, realizado em 2023, para R$ 117,01″, diz o documento. Dos locais analisados, que somam 4.958 — 89% dos 5.570 municípios brasileiros, 40,44% disseram possuir sistemas exclusivos para drenagem de águas pluviais, enquanto 12,59% operavam sistemas unitários, que funcionam com esgoto e drenagem em uma única rede. Além disso, 14,48% dos municípios informaram operar sistemas combinados, com configurações exclusivas e unitárias em diferentes trechos. Vale ressaltar que o sistema de drenagem de águas pluviais ajuda no controle e coordenação da água da chuva, contribuindo para diminuir os impactos que o volume de água pode causar. Entre 1991 e 2023, por exemplo, é estimado que o Brasil tenha registrado 25,94 mil eventos hidrológicos de desastres, sendo que nos últimos 15 anos, 74% dos fenômenos eram relacionadas a chuvas intensas. Durante o período, os desastres resultaram em 3.464 mortes e causaram prejuízos superiores a R$ 151 bilhões, sem considerar os impactos do desastre ocorrido no estado do Rio Grande do Sul em 2024. Neste último caso, as enchentes afetaram mais de 96% do estado e mataram ao menos 180 pessoas. “A recorrência desses desastres expõe a fragilidade da infraestrutura urbana e evidência a necessidade de integrar a drenagem e o manejo de águas pluviais ao planejamento do saneamento”, aponta o instituto. A pesquisa revela, ainda, que apenas 263 municípios (5,3%) possuem Planos Diretores de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais, essencial para o planejamento estratégico e a redução de riscos associados a eventos hidrológicos extremos. Ou seja, dos 4.958 municípios com informações para o módulo de Águas Pluviais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico, 4.695 declararam não possuir a ferramenta. 4.255 mortes e prejuízo de R$ 500 bi Nos últimos 20 anos, 4.255 pessoas morreram em razão de desastres ambientais no Brasil, e outras 8 milhões ficaram desabrigadas, segundo levantamento da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. O índice representa uma perda econômica de R$ 24 bilhões e 212 mortes por ano. Os dados englobam casos de chuvas intensas, estiagens, inundações e ondas de calor. Minas Gerais, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Distrito Federal se destacam entre as unidades da federação com mais pessoas afetadas. Há dois anos, o Brasil registrou o maior número de mortes causadas por desastres naturais desde 2011, quando 957 óbitos foram registrados. Apenas em 2022, o país teve um prejuízo de mais de R$ 68 bilhões. Nesses 20 anos, o prejuízo chega a quase R$ 500 bilhões. Já nos últimos dez anos, o número de reconhecimentos federais de emergências por desastres naturais no Brasil saltou de 1.189 para 2.197, segundo dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres que consideram o período entre 2014 e 2023. O índice representa aumento de 84% nas solicitações reconhecidas pela União. Estiagem, tempestades, inundações e enxurradas foram os desastres que mais atingiram os estados nesse intervalo.   Fonte: R7 Foto de capa: Antônio Cruz/Agência Brasil

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Reforma prevê redução de R$ 25 milhões em cargos e criação de secretarias especializadas em Limeira; entenda o projeto

O prefeito Murilo Félix protocola, nesta quarta-feira (23), na Câmara Municipal, o Projeto de Lei que promove a Reforma Administrativa da Prefeitura. O texto prevê o corte de 128 cargos, entre comissionados e funções gratificadas, além da redução dos salários atualmente praticados nesses cargos. Com isso, a previsão é gerar uma economia anual de, aproximadamente, R$ 25 milhões aos cofres públicos, considerando salários e encargos. A Reforma Administrativa constava no plano de governo do prefeito e também atende a uma determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que, em 2024, declarou inconstitucional parte dos cargos da estrutura municipal. A nova proposta foi apresentada pelo prefeito aos vereadores durante reunião realizada na manhã desta terça-feira, na sala de reuniões do Gabinete, e segue agora para apreciação do Legislativo. “Foi uma promessa de campanha minha enxugar a máquina e, assim, promover mais eficiência no gasto público”, lembrou o prefeito Murilo Félix. Novas secretarias A nova estrutura organizacional da Prefeitura prevê a criação de cinco secretarias especializadas, voltadas à modernização e ao aperfeiçoamento das políticas públicas. São elas: – Secretaria do Agronegócio e Áreas Rurais – Secretaria de Proteção Animal – Secretaria de Tecnologia e Gestão Eficiente – Secretaria de Turismo e Eventos – Secretaria de Valorização e Preparação para o Trabalho “A especialização é uma medida que vem sendo adotada tanto na iniciativa privada quanto em outros órgãos públicos, para dar mais eficiência e foco ao trabalho. Por isso, decidimos criar essas novas secretarias. Lembrando que, mesmo com as novas pastas, vamos reduzir em 20,5% o número de cargos. Ou seja, cortamos e redistribuímos”, explicou Murilo Félix. Corte de cargos Segundo o Projeto de Lei, o número de secretarias passa de 18 para 21, enquanto o número de cargos comissionados e funções gratificadas será reduzido de 622 para 494. Os cargos mantidos terão redução salarial, o que resultará, ao final, em uma economia anual de aproximadamente R$ 25 milhões, entre o salário e os reflexos na folha, como 13º, férias e cota patronal de previdência. Reforma do Ceprosom Haverá ainda a Reforma Administrativa da autarquia Ceprosom (Centro de Promoção Social Municipal), que está na etapa de finalização. A proposta será enviada separadamente à Câmara até a próxima semana e deve somar mais uma economia à estrutura organizacional do Executivo. Nova estrutura Veja como fica a estrutura da prefeitura prevista no Projeto de Lei que promove a Reforma Administrativa: – Gabinete do Prefeito – Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos – Secretaria Municipal de Comunicação Social – Secretaria Municipal de Administração – Secretaria Municipal de Fazenda – Secretaria Municipal de Tecnologia e Eficiência – Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Saneamento – Secretaria Municipal de Agronegócios e Áreas Rurais – Secretaria Municipal de Proteção Animal – Secretaria Municipal de Habitação – Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Civil – Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo – Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos – Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana – Secretaria Municipal de Saúde – Secretaria Municipal de Educação – Secretaria Municipal de Cultura – Secretaria Municipal de Esporte e Lazer – Secretaria Municipal de Turismo e Eventos – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico – Secretaria Municipal de Valorização e Preparação para o Trabalho   Foto: Prefeitura de Limeira

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PGR reitera denúncia e pede que acusados do ‘núcleo 2’ virem réus por tentativa de golpe

Durante o julgamento da denúncia contra os seis acusados de integrar o chamado “núcleo 2” da tentativa de golpe de estado, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, reforçou nesta terça-feira (22) o pedido para que todos os denunciados se tornem réus e respondam formalmente a uma ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal). “Os denunciados ocupavam posições profissionais relevantes ao tempo do desenvolvimento do processo de abolição violenta do estado democrático de direito e de deposição do governo legitimamente constituído. Cada qual gerenciou ações da organização criminosa”, acusou Gonet. A manifestação ocorreu na sessão da Primeira Turma, que julga a continuidade do processo contra: Fernando de Sousa Oliveira, delegado da Polícia Federal; Marcelo Costa Câmara, coronel da reserva e ex-assessor da Presidência; Marília Ferreira de Alencar, delegada da PF e ex-diretora da SSP-DF; Mário Fernandes, general da reserva e ex-secretário-executivo da Presidência; Filipe Martins, ex-assessor internacional de Bolsonaro; Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF. Segundo Gonet, os fatos apresentados pela denúncia já haviam sido analisados em março, quando o STF aceitou a acusação contra o “núcleo 1” — grupo de sete aliados próximos de Jair Bolsonaro, incluindo generais, ex-ministros e o ex-ajudante de ordens, Mauro Cid. “A narrativa dos fatos — tida pela Turma como suficiente para ensejar a abertura do processo penal — é a mesma destes autos”, declarou Gonet. Papéis dos acusados no plano golpista O procurador detalhou as condutas atribuídas individualmente a cada denunciado, reforçando que todos sabiam e participaram das ações que, segundo a PGR, buscavam abolir violentamente o Estado Democrático de Direito: Silvinei Vasques, Marília Alencar e Fernando Oliveira teriam coordenado o uso das forças policiais para tentar sustentar a permanência ilegítima de Bolsonaro no poder; Mário Fernandes e Marcelo Câmara teriam atuado no monitoramento e tentativa de neutralização violenta de autoridades públicas, além de manter interlocução com grupos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro; Filipe Martins teria redigido e apresentado ao então presidente um decreto golpista, com medidas excepcionais que serviriam como base legal para o golpe. A PGR acusa os denunciados de: Liderança de organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado ao patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. Expectativa de novos réus Caso os ministros da Primeira Turma acompanhem o parecer da PGR, os seis acusados do núcleo 2 se juntarão aos sete do núcleo 1 já tornados réus pelo Supremo, totalizando 14 processados por envolvimento na trama golpista. A sessão continua ao longo desta terça-feira e pode se estender até quarta (23), quando será concluído o julgamento da denúncia.   Fonte: R7 Foto: Rosinei Coutinho/STF

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Supremo julga nesta terça (22) denunciados do ‘núcleo 2′ por tentativa de golpe de Estado

O STF (Supremo Tribunal Federal) julga nos dias 22 e 23 de abril o “núcleo 2″ dos denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O julgamento será na Primeira Turma. No dia 22, serão realizadas duas sessões: a primeira começará às 9h30, e a segunda, às 14h. Na quarta-feira (23), o caso será retomado, se necessário, entre 8h e 10h. No “núcleo 2″, são seis denunciados: Fernando de Sousa Oliveira (delegado da Polícia Federal); Filipe Garcia Martins Pereira (ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República); Marcelo Costa Câmara (coronel da reserva do Exército e ex-assessor da Presidência da República); Marília Ferreira de Alencar (delegada da Polícia Federal); Mário Fernandes (general da reserva do Exército) e Silvinei Vasques (ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal). Se a denúncia for aceita, os denunciados viram réus. Nessa fase, o colegiado examina se a denúncia atende aos requisitos legais e avalia se a acusação apresentou elementos suficientes para a abertura de uma ação penal contra os acusados. Assim como ocorreu no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o STF deve aumentar o policiamento e vai restringir os acessos às dependências do local nos dias das sessões. Aqui no Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado no Rio Grande do Norte depois de passar mal durante uma visita ao interior do estado. Bolsonaro e outras sete pessoas já viraram réus por tentativa de golpe do Estado. Outros núcleos Ao todo, 34 pessoas foram denunciadas pela PGR (Procuradoria-Geral da República), mas o STF dividiu o julgamento em quatro núcleos. Outros sete denunciados, que fazem parte do chamado Núcleo 4, terão a denúncia analisada em 6 e 7 de maio. Segundo a PGR, eles são acusados de organizar ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e ataques virtuais a instituições e autoridades. Estão no grupo: Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); Ângelo Martins Denicoli (major da reserva); Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente); Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel); Reginaldo Vieira de Abreu (coronel), Marcelo Araújo Bormevet (policial federal); Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal). Já nos dias 20 e 21 de maio, o colegiado analisa a denúncia oferecida contra 12 acusados, integrantes do chamado Núcleo 3. Esse núcleo é composto por militares da ativa e da reserva do Exército e por um policial federal. São eles: Bernardo Romão Correa Netto (coronel); Cleverson Ney Magalhães (coronel da reserva); Estevam Cals Theophilo Gaspar De Oliveira (general da reserva); Fabrício Moreira de Bastos (coronel); Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel); Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel); Nilton Diniz Rodrigues (general); Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel); Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel); Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel); Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel) e Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal). Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, foi o último denunciado pela PGR e ainda não teve seu julgamento marcado pelo STF. Ele é o único, entre os 34 denunciados, que não apresentou defesa prévia. Como está nos EUA em local desconhecido, foi notificado por edital e teve a DPU (Defensoria Pública da União) designada para defendê-lo. No entanto, a DPU informou ao ministro Alexandre de Moraes que não pode apresentar defesa, já que Paulo Renato não compareceu ao processo. Julgamento dos denunciados Nos julgamentos de denúncias da PGR, assim que a discussão começa, há a leitura de relatório pelo relator. Depois, a Procuradoria-Geral da República se manifesta por 30 minutos, sendo seguida pelas defesas dos acusados, que têm 15 minutos cada para se manifestar. Costumeiramente, quando há mais de um réu, se concede um prazo maior para a PGR, no sentido de igualar as condições. Entretanto, isso não está no regimento, é uma deliberação do presidente do colegiado. O relator é o primeiro a votar, e o julgamento segue com os votos dos ministros mais novos para os mais velhos. O presidente da Turma é o último a se manifestar. Por isso, a sequência será: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Eventual ação penal Se as denúncias forem recebidas, serão abertas ações penais. Com isso, os réus serão informados para apresentarem defesa prévia no prazo de cinco dias. Então, começa a fase de instrução criminal, quando serão ouvidas as testemunhas de acusação e da defesa, produzidas provas periciais e eventuais diligências complementares para esclarecer algum fato. A partir daí, o relator marca a data para o interrogatório dos réus. Se algum acusado tiver firmado acordo de colaboração premiada, o prazo para os demais réus começa a contar após a defesa do colaborador. Finalizada essa fase processual, o relator da ação penal preparará o relatório (resumo do caso) e o voto. Não há prazo para o ministro concluir sua análise. Quando a ação penal estiver pronta para julgamento, o relator liberará o processo para inclusão na pauta do colegiado.   Fonte: R7 Foto: Gustavo Moreno/STF

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RMC terá unidade metropolitana para destinação final do lixo

Campinas é uma das cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) a aderir ao programa “Integra Resíduos” do governo do Estado. O anúncio foi feito pelo prefeito de Campinas e presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC, Dário Saadi, durante reunião extraordinária na manhã desta quinta-feira, 17 de abril, com prefeitos e a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, Natália Resende, em Campinas. “Eu já falo aqui que Campinas está dentro. A destinação do lixo é um desafio para todas as cidades. A gente tem que ter a solução ambientalmente responsável, uma solução que respeite as normas e Campinas com suas 1.300 toneladas de resíduos por dia vai participar”, disse Dário. Na prática, a região passará a contar com uma unidade metropolitana para a destinação do lixo. O programa apresentado pela secretária ao Conselho prevê a concessão de serviços para garantir a destinação adequada dos resíduos de forma regionalizada. O objetivo é garantir o melhor aproveitamento dos materiais por meio de reciclagem e outras tecnologias, como a geração de energia. “A gente vai olhar para a geração, as distâncias, a disponibilidade diária e ver o que realmente faz sentido. O plano regional é importante, porque olha a especificidade de cada município”, explica a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. O programa também prevê a transformação dos catadores em agentes ambientais, como forma de valorizar a atividade desenvolvida por esses profissionais. Os outros municípios da RMC que também aderiram ao programa são: Santa Bárbara, Monte Mor, Pedreira, Valinhos e Nova Odessa. O prefeito de Campinas e presidente do CD-RMC, Dário Saadi, definiu o dia 25 de abril como prazo para que outros municípios da região apresentem interesse em fazer parte do programa. Resíduos Urbanos Atualmente, Campinas coleta diariamente nos domicílios 1.300 toneladas de resíduos orgânicos em toda a cidade. Em 2024, recebeu o Prêmio Índice de Sustentabilidade Urbana (Islu), ficando em 1º lugar no estado de São Paulo em limpeza urbana. Também foi apontada como a única de São Paulo entre as 10 melhores do Brasil em limpeza urbana, com população acima de 250 mil habitantes, pela Associação Brasileira de Resíduos de Meio Ambiente (Abrema). Veja outro números de Campinas: Coleta mecanizada – 7.500 contêineres, 400 toneladas por dia. Coleta seletiva – recicla 6% dos resíduos da cidade. tem 13 cooperativas de reciclagem. Usina Verde de Compostagem – transforma, por dia, 100 toneladas de restos de poda e lodo de estação de tratamento em 30 toneladas de adubo orgânico. Usina Recicladora de Materiais – processa, por mês, cerca de 6.500 toneladas de resíduos de construção civil.

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Líder do PL diz que Bolsonaro dará aval a novo texto da anistia mesmo do hospital

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que Jair Bolsonaro (PL) vai dar aval ao novo texto do projeto de lei que anistia presos do 8 de janeiro mesmo do hospital. O ex-presidente está internado desde a semana passada, após realizar cirurgia no abdômen. De acordo com o boletim divulgado pelo hospital DF Star nesta quarta-feira (16), ele tem boa evolução clínica, mas continua sem previsão de alta da UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Sóstenes disse que o quadro de saúde do ex-presidente não afeta em nada as articulações pelo projeto na Câmara e que Bolsonaro já está até mesmo disparando mensagens de WhatsApp da UTI. “Ele já deixou tudo pavimentado. A palavra final é dele do texto, mas quando estiver pronto, bato com ele. Se não puder visitar no hospital, posso mandar por WhatsApp ou pela Michelle [Bolsonaro]”, disse o líder. A equipe médica mantém a interdição de visitas a Bolsonaro, até o momento. Ele publicou uma foto nas suas redes sociais nesta quarta em que aparece lendo um documento, mas não é possível identificar qual. Bolsonaro deverá ficar internado pelo menos mais duas semanas e enfrentar restrições no pós-operatório por um período de dois a três meses. No domingo (13), ele passou por uma cirurgia de 12 horas para desobstrução intestinal, procedimento que correu bem, segundo seus médicos, e foi o mais longo dos já realizados desde que o ex-presidente levou a facada, na campanha eleitoral de 2018. Como mostrou a Folha de S.Paulo, Bolsonaro mandou o PL estudar alternativas para tornar o texto do projeto de lei da anistia a presos no 8 de janeiro mais enxuto. Técnicos estão ainda trabalhando na nova proposta, que deve ser finalizada na próxima semana. Essa seria uma forma de diminuir resistências ao projeto na Casa, segundo interlocutores. Uma avaliação geral dos deputados é de que as penas impostas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) teriam sido duras, mas que é preciso punir quem tenha depredado as sedes dos três Poderes. O pedido ocorreu após conversa de Bolsonaro com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), no último dia 9. O encontro ocorreu fora da agenda, apenas entre os dois, e foi cercado de sigilo. Além dos condenados do 8 de janeiro, o relatório atual do projeto prevê também anistia aos responsáveis por atos pretéritos e futuros relacionados aos ataques à sede dos três Poderes, o que é visto como brecha para beneficiar o ex-presidente. Não está claro como o projeto seria alterado, nem se Bolsonaro e réus acusados de liderar a trama golpista estariam inclusos. Mas aliados do ex-presidente avaliam que, caso ele não seja contemplado desta vez, a aprovação da proposta de alguma forma ajudará seu caso no STF. O PL protocolou o requerimento de urgência com 262 assinaturas na última segunda (14). Com isso, o partido pode pleitear que a análise do texto seja feita diretamente no plenário. Mas a palavra final cabe a Motta. O presidente da Câmara falou sobre o tema pela primeira vez na terça (15). Em uma publicação no X (ex-Twitter), disse que não decidirá sozinho sobre o projeto de lei. Ele indicou levar a proposta para discussão no colégio de líderes. Com a declaração, o presidente da Casa busca dividir com os líderes a responsabilidade de pautar ou não o requerimento de urgência do projeto, que tem apoio de bolsonaristas e a resistência do STF e do governo Lula (PT). Aliados de Motta esperam que o Palácio do Planalto intensifique sua atuação pela retirada de apoio de congressistas da base governista à proposta. O objetivo do presidente da Câmara, nesse sentido, seria cobrar também do governo a responsabilidade para impedir que o projeto avance na Casa. “Democracia é discutir com o Colégio de Líderes as pautas que devem avançar. Em uma democracia, ninguém tem o direito de decidir nada sozinho. É preciso também ter responsabilidade com o cargo que ocupamos, pensando no que cada pauta significa para as instituições e para toda a população brasileira”, afirmou em rede social.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes sociais

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