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FAM Talks reúne Dr. Nelson Wilians e Dra. Léia Rizzi para debater empreendedorismo jurídico e presença digital

O destaque da noite foi a participação do Dr. Nelson Wilians, fundador do maior escritório de advocacia da América Latina e colunista da Forbes  A Faculdade de Americana (FAM) promoveu na noite desta segunda-feira (1º) mais uma edição do FAM Talks, que trouxe ao palco dois grandes nomes do Direito brasileiro para discutir um tema atual e indispensável: Empreendedorismo Jurídico e a Importância da Presença no Digital.  O destaque da noite foi a participação do Dr. Nelson Wilians, fundador do maior escritório de advocacia da América Latina e colunista da Forbes. Reconhecido pela visão inovadora e pela trajetória de sucesso, ele compartilhou experiências sobre os desafios e oportunidades de empreender na advocacia.  “O advogado que entende de negócios está sempre à frente. O digital não é mais opcional, é ferramenta essencial para criar autoridade e se conectar com a sociedade”, destacou Wilians.  A Dra. Léia Rizzi, referência na área de Direito e com forte atuação acadêmica, também trouxe reflexões importantes sobre a presença digital como instrumento de democratização do conhecimento jurídico e de fortalecimento da imagem profissional.  “O futuro da advocacia passa pela inovação. Quem souber aliar técnica jurídica à comunicação estratégica terá muito mais espaço e relevância no mercado”, afirmou.  Durante o evento, os palestrantes ressaltaram que a advocacia moderna exige não apenas conhecimento jurídico, mas também habilidades em gestão, empreendedorismo e comunicação. O público interagiu com perguntas e sugestões, tornando o encontro dinâmico e inspirador.  O diretor da FAM, Gustavo Azzolini, destacou a importância da iniciativa:  “Trazer profissionais do porte do Dr. Nelson Wilians e da Dra. Léia Rizzi mostra nosso compromisso em preparar os alunos para uma advocacia de futuro, mais empreendedora, inovadora e próxima da sociedade”.  Com grande participação dos estudantes e da comunidade acadêmica, o FAM Talks consolidou-se como um espaço de debate e aprendizado sobre os caminhos da advocacia no século XXI. (Renan Isaltino)

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Bolsonaro e sete réus começam a ser julgados hoje no STF por trama golpista

Ex-presidente pode ser condenado a 43 anos de prisão pelo Supremo A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta terça-feira (2) o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O grupo é tido como o núcleo crucial da investigação. Segundo a acusação da PGR (Procuradoria-Geral da República), eles planejaram, coordenaram e deram incentivo político aos atos que buscavam impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva e manter Bolsonaro no poder. Nesta fase do processo, os cinco ministros da Primeira Turma analisam o mérito da questão, ou seja, se os réus devem ou não ser condenados e, em caso afirmativo, qual pena deve ser aplicada. Serão julgados pelo STF os seguintes réus: Segundo a denúncia da PGR, esse grupo “desenvolveu e implementou plano progressivo e sistemático de ataque às instituições democráticas, para prejudicar a alternância legítima de poder nas eleições de 2022 e minar o livre exercício dos demais poderes constitucionais, especialmente do Poder Judiciário”. Os crimes atribuídos a Bolsonaro e a seus aliados são: A maior parte do grupo responde aos cinco crimes. Se forem condenados, podem pegar até 43 anos de prisão. Para que um réu receba a pena máxima, é necessário que os ministros entendam que ele participou de todas as condutas criminosas imputadas. Dessa forma, os réus podem ter uma pena menor a depender do julgamento sobre a participação individual de cada réu e da forma de cumulação das penas. No caso do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), porém, a lista é menor. Por decisão do STF, atendendo a um pedido da Câmara dos Deputados, dois crimes foram retirados da análise. Ramagem responde somente por organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Dinâmica do julgamento O julgamento será na Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Cristiano Zanin, com relatoria de Alexandre de Moraes. As sessões começam nesta terça, mas o colegiado também reservou os dias 3, 9, 10 e 12 de setembro para julgar o caso. Também fazem parte da Primeira Turma os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux. O julgamento terá início com a leitura do relatório por Moraes. Em seguida, cada advogado dos oito réus terá uma hora de sustentação oral, enquanto a PGR terá duas horas para apresentar seus argumentos. Ministros do STF que vão julgar Bolsonaro – Arte/R7 A expectativa é de que Moraes não vote imediatamente. O ministro deve ler o voto somente a partir do dia 9 de setembro. Antes de deliberar sobre o mérito, os ministros analisarão questões processuais preliminares, como alegações de incompetência ou suspeição. Só após a decisão sobre essas questões é que o colegiado entrará no mérito da ação, que definirá se os réus serão condenados ou absolvidos. Durante o julgamento, os ministros da Primeira Turma votarão individualmente, e a decisão final será tomada por maioria. Mesmo após a votação, ainda será possível apresentar recursos ao próprio STF, garantindo o direito de ampla defesa dos réus. Bolsonaro seria o líder da organização A acusação sustenta que a organização, supostamente liderada por Bolsonaro, “aceitou, estimulou e realizou” um atentado contra o Estado Democrático de Direito. O ex-presidente teria utilizado o controle da máquina pública para fomentar a radicalização e a ruptura democrática. Segundo a PGR, Bolsonaro “figura como líder da organização criminosa por ser o principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado democrático de Direito”. A instituição alega que Bolsonaro já vinha incitando desconfiança nas instituições em suas falas e ações desde 2021. O órgão sustenta que havia uma estratégia para deslegitimar o processo eleitoral e enfraquecer a democracia, articulada com a manipulação das redes sociais e a disseminação de notícias falsas. Ao se recusar a reconhecer a derrota eleitoral, segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Bolsonaro quis manter o eleitorado em estado de mobilização contínua. “No interrogatório, Jair Messias Bolsonaro tentou se eximir de responsabilidade, culpando os indivíduos que chegaram a Brasília momentos antes do ataque de 8.1.2023, e chamando seus adeptos mais fanáticos de ‘malucos’. Sua defesa, no entanto, falha em desconstituir a evidência de que a violência e os atos de depredação eram frutos de uma estratégia sistemática, sustentada por um discurso contínuo de contestação à vitória eleitoral e de incentivo à ruptura institucional.” Segundo Gonet, o golpe não se consumou porque não obteve a adesão dos comandos do Exército e da Aeronáutica. Réus não devem acompanhar julgamento presencialmente Segundo apuração da reportagem, boa parte dos réus não deve comparecer ao STF neste primeiro dia de julgamento. Os advogados de Almir Garnier, Anderson Torres e Augusto Heleno informaram que eles devem acompanhar o julgamento à distância. O R7 pediu um posicionamento à defesa dos demais réus, mas não teve resposta até a publicação da reportagem. Prisão domiciliar de Bolsonaro Desde 4 de agosto, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, determinada por Moraes. A medida foi decretada após o descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF. A decisão foi tomada ao longo da investigação sobre a atuação no exterior de um dos filhos do ex-presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro, para tentar impor sanções contra integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal. Bolsonaro também foi um dos alvos da investigação. Ele teria ajudado Eduardo a, segundo a PF, atrapalhar o andamento da ação penal do golpe. Por causa disso, Bolsonaro e Eduardo foram indiciados pela corporação. No relatório final da investigação, a PF informou ver indícios dos crimes de coação no curso do processo e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A prisão domiciliar foi aplicada após Bolsonaro violar restrições que já estavam em vigor, como a proibição de usar redes sociais, mesmo que indiretamente. Em agosto, ele participou, via chamada de vídeo, de manifestações criticando o Poder Judiciário. Para Moraes, a atitude configurou a continuação de práticas ilícitas e deixou claro que o ex-presidente tentava manter a mobilização de apoiadores contra o Supremo. Bolsonaro passou a cumprir prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica e restrição de deslocamentos. Perguntas e Respostas Qual é o assunto

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São Paulo inicia setembro sob forte onda de calor e ar seco

Temperaturas passam dos 35°C no interior; capital deve superar os 30°C. Primeira quinzena será marcada por tempo seco, baixa umidade e risco de eventos extremos O mês de setembro começou com forte calor e tempo seco em todo o estado de São Paulo. A primeira semana do mês será marcada por temperaturas elevadas, baixa umidade do ar e ausência de frentes frias. Segundo a Climatempo, há risco de uma onda de calor ainda na primeira quinzena, com possibilidade de novo episódio no início da segunda quinzena. As regiões mais afetadas devem ser o oeste e o norte do estado, onde os termômetros podem alcançar entre 34°C e 37°C. Na capital paulista, a previsão é de que as máximas ultrapassem os 30°C a partir da quarta-feira (3). O cenário meteorológico está sendo influenciado por uma circulação atmosférica que impede a chegada de massas de ar polar, mantendo o ar seco e favorecendo a presença de ventos quentes vindos do Norte do país. Com céu aberto e muitas horas de sol, o calor tende a se intensificar ao longo dos próximos dias. Baixa umidade e tempo seco predominam A condição de ar seco se estende por todo o estado, com índices de umidade relativa do ar entre 21% e 30%, podendo cair para níveis inferiores a 20% no interior, especialmente nas regiões norte e oeste. Essa situação agrava os riscos para a saúde da população, aumenta o potencial para queimadas e reduz a qualidade do ar. Outro alerta é para a ocorrência de fenômenos típicos do tempo seco e quente, como o levantamento de poeira. Segundo a Climatempo, podem ocorrer episódios de “cortinas” e redemoinhos de poeira no norte e oeste do estado de São Paulo, além de áreas próximas ao Triângulo Mineiro. Chuvas irregulares e previsão para o restante do mês A previsão aponta que o volume de chuva em setembro deve ficar abaixo da média no oeste paulista, mantendo o solo seco e com baixa umidade. Apesar disso, há expectativa de mudança no padrão meteorológico nas últimas semanas do mês. A tendência é que, a partir da terceira semana de setembro, as pancadas de chuva comecem a se tornar mais frequentes, com maior volume concentrado na última semana do mês. A chegada gradual dessas chuvas marcará o início da transição para o período úmido da primavera.   Fonte: Climatempo Foto: Getty

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Limeira declara emergência hídrica e aplicará multa para desperdício a partir desta segunda (1ª)

Manancial responsável pelo abastecimento da cidade está em situação de alerta  A Prefeitura de Limeira publicou neste sábado (30) um decreto que declara situação de emergência hídrica no município. A medida, que entra vigor nesta segunda-feira (1º)  tem o objetivo de garantir o abastecimento de água e reduzir o desperdício, em resposta ao nível de alerta registrado no Rio Jaguari, manancial essencial para o fornecimento local.  Com a decisão, passa a vigorar a lei que prevê aplicação de multas para o desperdício de água. O valor da infração inicial será de R$ 259,14 (7 Ufesp), podendo dobrar em caso de reincidência. A fiscalização será intensificada por agentes de todas as secretarias municipais, com apoio da Guarda Civil. Além da fiscalização, a Prefeitura reforçará ações de orientação e educação ambiental. Prioridades e restrições de uso  O decreto determina que a água encanada deve ser priorizada para consumo humano, alimentação e higiene. Entre as ações consideradas desperdício, passíveis de multa, estão a lavagem de calçadas e veículos. Empresas, órgãos públicos e prestadores de serviço que utilizam água para fins não essenciais deverão recorrer a fontes alternativas, como água de reúso. Foto: R7

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Brasil abre processo de reciprocidade econômica contra os EUA após tarifa de 50% sobre produtos brasileiros

O governo brasileiro reafirma que não se recusa a negociar os termos comerciais  A Embaixada do Brasil em Washington comunicou oficialmente nesta sexta-feira (29) o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre a abertura de um processo que pode resultar na aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra o país, em resposta à tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros.  O Itamaraty acionou na noite de quinta-feira (28) a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas e investigações voltadas à aplicação da lei, com aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo integrantes do Executivo, o processo até uma eventual reação americana será longo, abrindo espaço para manifestação de Washington e permitindo diálogo e negociação diplomática a qualquer momento.  O governo brasileiro reafirma que não se recusa a negociar os termos comerciais. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, na quinta-feira, Lula disse que “a hora que eles quiserem negociar, o Lulinha paz e amor está de volta”.  Em viagem ao México, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou esperar que a abertura do processo contribua para acelerar o diálogo com os EUA. “Primeiro, soberania nacional — o país não abre mão da sua soberania. De outro lado, diálogo e negociação. Essa é a disposição do Brasil”, declarou.  A Camex terá até 30 dias para produzir um relatório técnico analisando se as medidas americanas de sobretaxar produtos brasileiros se enquadram na Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso e sancionada por Lula neste ano. Caso o órgão conclua que há possibilidade de aplicação da legislação, será formado um grupo específico para sugerir contramedidas econômicas, que podem incluir retaliações no comércio de bens, serviços e propriedade intelectual.  A iniciativa brasileira é comparada à Seção 301 dos EUA, mecanismo legal usado por Washington para investigar práticas comerciais consideradas injustas e autorizar retaliações. O Brasil se tornou alvo dessa investigação após o anúncio do tarifaço pelo governo Trump. (Renan Isaltino) Foto: R7

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Além de promotor, empresários e líder do PCC planejavam matar comandante da PM

Mandante dos crimes é Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como ‘Mijão’ ou ‘Xixi’ O plano de lideranças do PCC e de um grupo de empresários para matar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho também incluía o assassinato de um comandante da PM (Polícia Militar). A articulação foi descoberta na última quarta-feira (27), pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo). Segundo o MPSP, o mandante dos crimes é Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão” ou “Xixi”. Ele é apontado como o número 1 do PCC nas ruas. Foragido há anos, ‘Mijão’ faz parte da lista dos criminosos mais procurados do Brasil e estaria vivendo na Bolívia, de onde gerencia a logística internacional da cocaína para o Brasil e a Europa. O objetivo de Mijão e dos empresários era interromper as investigações da Operação Linha Vermelha, que apura crimes de tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa armada ligados à facção. Para cometer o crime, os envolvidos financiaram carro, armamento e a contratação de executores. Duas pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (29). O MP confirmou que as investigações seguem para identificar outros envolvidos no plano e tentar capturar Mijão e demais foragidos. Plano de matar promotor Uma operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Militar desarticulou um plano para assassinar um promotor de justiça em Campinas. A ação ocorreu no bairro Cambuí, em Campinas (SP) e resultou na prisão de empresários envolvidos com integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). A operação Pronta Resposta foi deflagrada após os promotores receberem informações sobre o complô que visava Mauri Silveira Filho, membro do Gaeco atuante na cidade. Os criminosos já haviam adquirido armamentos pesados e veículos para executar o atentado. O planejamento vinha sendo monitorado há meses como parte das investigações da operação Linha Vermelha, focada no combate ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Dois empresários foram detidos durante a ação em Campinas. O principal líder do PCC envolvido permanece foragido na Bolívia. As autoridades continuam as buscas pelo fugitivo enquanto reforçam medidas para garantir a segurança dos agentes públicos ameaçados pela organização criminosa. Perguntas e Respostas Qual foi o plano descoberto pelo Ministério Público de São Paulo? O plano envolvia lideranças do PCC e um grupo de empresários para assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho e um comandante da Polícia Militar. A articulação foi descoberta na última quarta-feira (27). Quem é o mandante dos crimes? O mandante dos crimes é Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão” ou “Xixi”, que é apontado como o número 1 do PCC nas ruas. Onde Mijão está atualmente? Mijão está foragido há anos e acredita-se que ele esteja vivendo na Bolívia, de onde gerencia a logística internacional da cocaína para o Brasil e a Europa. Qual era o objetivo de Mijão e dos empresários? O objetivo era interromper as investigações da Operação Linha Vermelha, que apura crimes de tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa armada ligados à facção. Como os envolvidos planejavam cometer o crime? Os envolvidos financiaram carro, armamento e a contratação de executores para realizar o atentado. O que aconteceu na manhã de sexta-feira (29)? Duas pessoas foram presas, e o Ministério Público confirmou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e capturar Mijão e demais foragidos. Qual foi a ação realizada pelas autoridades? Uma operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Militar desarticulou o plano para assassinar o promotor em Campinas, resultando na prisão de empresários envolvidos com o PCC. O que motivou a operação Pronta Resposta? A operação foi deflagrada após os promotores receberem informações sobre o complô que visava Mauri Silveira Filho, membro do Gaeco atuante na cidade. O que foi encontrado durante a operação? Os criminosos já haviam adquirido armamentos pesados e veículos para executar o atentado. Como as autoridades estão lidando com a situação? As autoridades continuam as buscas pelo fugitivo e reforçam medidas para garantir a segurança dos agentes públicos ameaçados pela organização criminosa.   Fonte: R7 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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MP e BAEP frustram plano de facção criminosa para assassinar promotor em Campinas

Operação “Pronta Resposta” prendeu empresários e identificou envolvimento de membro da cúpula da facção; alvo seria o promotor Amauri Silveira Filho, do GAECO Na manhã desta sexta-feira (29), uma força-tarefa formada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pelo 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) de Campinas deflagrou a Operação Pronta Resposta para desarticular um plano criminoso que tinha como objetivo assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), o atentado estaria sendo articulado por empresários com ligação direta à cúpula de uma facção criminosa paulista. A ameaça surgiu no contexto da Operação Linha Vermelha, investigação em andamento conduzida pelo GAECO que mira uma complexa rede de crimes ligados à organização criminosa, incluindo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e atuação armada. De acordo com as autoridades, o plano envolvia a aquisição de armamentos, veículos e a contratação de operadores para emboscar o promotor. Amauri Silveira Filho integra a equipe responsável pela investigação e vinha sendo alvo direto das ações do grupo. Prisões e buscas Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Caio Ventosa Chaves, da 4ª Vara Criminal de Campinas. Dois empresários identificados como Maurício Silveira Zambaldi e José Ricardo Ramos, que atuam no setor de comércio de veículos e transportes, foram presos em bairros nobres da cidade: Alphaville e Cambuí. A dupla é acusada de financiar e viabilizar a logística da tentativa de homicídio, com recursos que teriam origem em esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado. Ligação com a cúpula da facção O principal articulador do plano seria Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como Serginho Mijão, apontado como integrante da “sintonia final” — a instância mais alta de comando da facção. Segundo o MP-SP, Mijão está foragido há anos, possivelmente escondido na Bolívia, e mesmo de fora do país, continua coordenando operações criminosas de tráfico e lavagem de dinheiro em território nacional. Ele é alvo de dois mandados de prisão por tráfico e associação criminosa, expedidos entre 2020 e 2023 pela Vara Criminal de Limeira, nos âmbitos federal e estadual. Investigadores acreditam que Mijão teria ordenado a execução do promotor como forma de retaliar o avanço das investigações conduzidas pelo GAECO. Investigação em curso A Operação Pronta Resposta não apenas frustrou o plano de execução, como também revelou uma aliança entre empresários e o crime organizado para tentar intimidar e silenciar o trabalho do Ministério Público. De acordo com o MP-SP, as investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos na trama e ampliar o cerco contra os braços financeiros e logísticos da facção. Ainda nesta manhã, o Ministério Público emitiu uma nota pública em apoio ao promotor que seria alvo do plano. Confira abaixo: “Esta Procuradoria-Geral de Justiça vem a público para expressar o seu irrestrito apoio ao promotor Amauri Silveira Filho, alvo de um plano industriado por integrantes de facção criminosa com o objetivo de assassiná-lo. Por óbvio, esse suporte se estende a todo agente público que tem como missão colocar cobro naqueles que insistem em fazer da prática de delitos o seu meio de vida. Com apoio da Polícia Militar, o tentame foi contido por meio da Operação Pronta Resposta. Pronta resposta, a propósito, que será dada por nossa instituição a qualquer um que desafiar o Estado Democrático de Direito, cuja marca é o império da lei. A população paulista pode ficar tranquila. O eminente membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) seguirá firme na sua missão, defendendo de forma inflexível a ordem jurídica. Destemor é a marca dos promotores e procuradores do Ministério Público de São Paulo, que não recuarão sequer um centímetro no seu desiderato de cumprir as atribuições que lhe foram conferidas pela Constituição Federal!”   Foto: Divulgação/Ministério Público

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Parlamento da RMC discute a construção do Hospital Metropolitano e o novo convênio de gestão entre a Unicamp e o Hospital Estadual de Sumaré

O Parlamento da Região Metropolitana de Campinas, presidido pelo vereador Luiz Rossini (Republicamos), também presidente do Legislativo de Campinas, realiza a partir das 9h desta sexta-feira (29) a quinta reunião do ano. Desta vez o encontro será na sede da Câmara Municipal de Pedreira e terá a presença de Jorge Carlos Machado Curi, coordenador da Diretoria Regional de Saúde (DRS Vll). Ele vai apresentar informações sobre o anúncio do governador Tarcísio de Freitas da construção do Hospital Metropolitano em Campinas. A unidade, que terá capacidade para até 400 leitos, vai atender à demanda represada de saúde da região. A proposta é que o hospital seja construído ao lado do AME Campinas, no Parque Itália, uma localização estratégica que facilita a integração à rede regulada pelo sistema Cross (Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde), agilizando o atendimento aos pacientes da região metropolitana. Curi também irá falar sobre a continuação da gestão da Unicamp no Hospital Estadual de Sumaré. A Funcamp, que recentemente se tornou uma Organização Social, já atuava na unidade há mais de 25 anos. Agora será responsável por um contrato regular, em substituição ao anterior convênio, que estava desatualizado conforme exigências legais.   Foto: Câmara de Campinas

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Brasil aciona Lei da Reciprocidade contra tarifaço dos EUA

A medida é uma resposta direta ao tarifaço de 50% imposto por Washington a produtos brasileiros no início deste mês  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos. A medida é uma resposta direta ao tarifaço de 50% imposto por Washington a produtos brasileiros no início deste mês, por determinação do presidente norte-americano Donald Trump.  Sob orientação da Presidência, o Itamaraty notificou a Camex para elaborar, em até 30 dias, um relatório técnico analisando se as medidas americanas configuram violação à lei. Caso seja confirmada a possibilidade de aplicação, será criado um grupo específico para propor contramedidas econômicas, que podem incluir retaliações no comércio de bens, serviços e propriedade intelectual.  Segundo o Itamaraty, uma análise preliminar já está em andamento e os EUA serão oficialmente comunicados nesta sexta-feira (29). A notificação abre espaço para que Washington se manifeste, permitindo a abertura de um canal de diálogo diplomático.  Comparação com modelo norte-americano  A iniciativa brasileira tem sido comparada à Seção 301 dos EUA, instrumento legal usado por Washington para investigar práticas comerciais consideradas desleais e autorizar retaliações.  De acordo com o decreto que regulamenta a lei, o Brasil pode suspender concessões comerciais, investimentos e até obrigações relacionadas à propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que prejudiquem sua competitividade internacional.  Lei da Reciprocidade  Aprovada pelo Congresso em 2 de abril e sancionada em 15 de julho, a Lei da Reciprocidade estabelece critérios de proporcionalidade para medidas contra barreiras impostas a produtos e interesses brasileiros.  Pela norma, o governo brasileiro pode aplicar aos cidadãos e governos estrangeiros o mesmo tratamento que oferecem ao Brasil, em áreas que vão desde comércio até concessão de vistos, relações econômicas e diplomáticas. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: R7

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Incêndio de grandes proporções atinge fábrica de espuma em Americana

Fumaça densa pode ser vista de vários pontos da cidade Um incêndio de grandes proporções atinge, na manhã desta quinta-feira (28), uma fábrica de espuma localizada na Rua das Orquídeas, no bairro Cidade Jardim II, em Americana (SP). As chamas começaram por volta das 9h e rapidamente se espalharam pelo imóvel, que produz colchões e travesseiros. Até o momento, não há registro de feridos, apenas danos materiais. Segundo informações apuradas no local, uma faísca causada por um curto-circuito de uma das máquinas teria provocado o início do incêndio. O proprietário da fábrica precisou de atendimento médico devido ao choque emocional causado pela situação. A fumaça preta gerada pelo fogo é densa e pode ser vista de diversos pontos da cidade. A situação mobilizou várias equipes de emergência. Viaturas do Corpo de Bombeiros de Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Nova Odessa, Sumaré e do PAM (Plano de Auxílio Mútuo) atuam no combate às chamas. A Defesa Civil de Americana também está no local e orientou moradores das imediações a deixarem suas casas, devido ao risco de propagação do fogo. Os botijões de gás das residências vizinhas também foram removidos. A Gama (Guarda Municipal de Americana) reforça a operação, organizando o trânsito na região. A ocorrência segue em andamento nesta manhã, e os bombeiros continuam trabalhando para controlar e extinguir o incêndio. Moradores também auxiliaram as equipes no local. Depois dos trabalhos de rescaldo, a Defesa Civil realizará a avaliação do local, confirmando se haverá a necessidade de interdição. Veja imagens:    

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