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Tag: Agro

Impactos das chuvas no litoral do Paraná afetam a produção de banana

A banana é uma das principais culturas agrícolas do Paraná. Em 2023, o estado foi o 13º maior produtor nacional, com uma área de 7,7 mil hectares e uma produção de 160,8 mil toneladas, conforme dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O Brasil, por sua vez, produz 6,8 milhões de toneladas da fruta, distribuídas em 456,5 mil hectares, de acordo com o IBGE. No entanto, as fortes chuvas que atingiram o estado neste mês afetaram a produção na zona rural de Guaratuba, no litoral do Paraná. A estimativa inicial aponta que cerca de 1,5 mil hectares de bananais foram impactados. “Num primeiro momento, as perdas se darão na qualidade das frutas a serem colhidas, exigindo um beneficiamento mais acurado dos bananicultores, o que acarreta custos mais elevados, além de redução no preço final, comprometendo a remuneração”, explicou o engenheiro-agrônomo Paulo Andrade, do Departamento de Economia Rural (Deral). Segundo Andrade, cerca de 80 hectares apresentam perda total de bananas. A recuperação dessas áreas deverá ocorrer apenas ao final deste ano. O litoral do Paraná concentra 59% da produção estadual de bananas, representando 95 mil toneladas em 4,2 mil hectares. Guaratuba se destaca com 77 mil toneladas produzidas em 3,2 mil hectares. Fonte: R7

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Cultivo de bucha vegetal no Paraná se expande como alternativa sustentável

A bucha vegetal nasce de uma planta trepadeira, e seus frutos secos fornecem uma fibra amplamente utilizada, especialmente como esponja de banho e para limpeza doméstica. Seus benefícios, no entanto, não param por aí: ela também pode ser usada como isolante acústico e térmico. Por ser biodegradável e reciclável, é considerada uma opção mais sustentável em relação às esponjas sintéticas. “Respeitadas as recomendações dos médicos dermatologistas e sendo um produto ecológico por natureza, a bucha vegetal é cultivada comercialmente em nosso estado e, mesmo à margem das grandes atividades da agropecuária, tem sua importância singular, especialmente na agricultura familiar”, afirmou o engenheiro agrônomo Paulo Andrade. Atualmente, a bucha vegetal é produzida em 104 hectares de 41 municípios do Paraná, resultando em 2,3 milhões de unidades. A principal região de cultivo está em torno de Maringá, no Noroeste do estado, responsável por 66,3% da produção. A segunda maior área de cultivo está em Londrina, no Norte, com 20,4% da produção. O município de Marialva se destaca, com 30 hectares de cultivo que resultaram em 800 mil unidades, avaliadas em R$ 1,9 milhão no Valor Bruto de Produção (VBP). Os municípios de Floraí e São Jorge do Ivaí, cada um com 10 hectares, produziram 250 mil unidades e geraram VBP de R$ 580 mil cada. Fonte: R7

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Mercado de flores no Brasil prevê crescimento de 6% em 2025

Apesar das consequências das alterações climáticas que afetaram os produtores de várias regiões do país, principalmente do Sul, e o aumento dos insumos, o setor de flores e plantas ornamentais brasileiro encerrou o ano de 2024 com um crescimento entre 6% a 7%. O Mundo Agro conversou com o diretor de comunicação e marketing do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Renato Opitz. Mundo Agro: Como foi 2024 para o setor? Renato Optiz: O mercado de flores e plantas ornamentais teve o ano de 2024 bastante interessante. O crescimento médio foi entre 6% e 7%, variando por especificação de cada um dos setores: flores de corte, flores em vaso, plantas verdes, plantas para paisagismo. Então, de forma geral, foi um ano bastante positivo e com muitos desafios pela frente, diante a própria situação econômica do país e de alguns novos projetos em desenvolvimento, principalmente para tornar as flores e plantas mais disponíveis para o consumidor. Percebemos várias iniciativas, em muitos estados brasileiros, para disponibilizar as flores e plantas em outros locais fora dos tradicionais, como floriculturas e supermercados. A gente viu que muitas outras áreas tentaram disponibilizar flores e plantas para os seus consumidores, principalmente lojas de conveniência, alguns mercados menores e também a venda por internet acabou aumentando significativamente. Mundo Agro: Qual expectativa para 2025? Renato Optiz: Para o ano de 2025, as expectativas são boas, algo em torno de 5% a 6%, ou seja, um pouco mais até do que o crescimento da economia como um todo. O mercado de flores de corte continua aquecido. Já o mercado de plantas está um pouco super ofertado. Deve haver alguma acomodação durante os primeiros meses deste ano. A questão das chuvas também tem atrapalhado e também impossibilita a implantação de alguns projetos que estavam em andamento. Mas, a expectativa em geral do ano é boa, principalmente agora, já com a próxima data comemorativa, que é o dia de São Valentino, o Valentine’s Day, que trabalhamos como o “Dia da Amizade” e que tem crescido a ano a ano no nosso mercado. Logo em seguida, vem o Dia Internacional da Mulher, o Dia das Mães e o Dia dos Namorados, que são as três datas mais importantes do setor e que devem alavancar bem as vendas. Mundo Agro: Qual é a melhor data de venda de flores? Renato Optiz: A melhor data para a venda de flores e plantas ainda continua sendo o Dia das Mães, mas outras datas têm crescido bastante de importância. Tanto o Dia Internacional da Mulher como o Dia dos Namorados são datas muito fortes. Além disso, nós temos também, durante o ano, a época de Finados e o final de ano, tanto a época do Natal como o Ano Novo. Fora isso, também depende muito de região para região. A gente tem outras que estão ficando relevantes no mercado, como o Dia do Professor, o Dia da Vovó. Mundo Agro : Quais são as flores mais vendidas? Renato Optiz: As flores mais vendidas continuam sendo as rosas. Mas, muito próxima também está a venda das orquídeas, que cresceu muito nos últimos anos, principalmente as em vaso, porque ficaram com preços mais atrativos, são encontradas em uma variedade de cores e formatos e com a vantagem de serem bastante duráveis pois, uma vez florescidas, podem ter cortadas as suas hastes para que, no ano seguinte, ela rebrote. Muitas pessoas também têm o costume, depois de elas florescerem, de as colocarem nas árvores, que é o ambiente natural dessas flores. Isso caiu bem no gosto do público brasileiro e tem provocado o crescimento do seu consumo. Outras flores que também são bastante comercializadas são os crisântemos, os antúrios, as begônias, os lírios, as azaleias, violetas e uma série de outras, como minirrosas, poinsettias, os kalanchoes e calandivas e vários outros tipos de flores que têm crescido bastante no consumo brasileiro. Mundo Agro: Como está a venda online de flores? Qual a porcentagem dela no faturamento do setor? Renato Optiz: A venda online também tem crescido bastante, principalmente nas cidades maiores, e tem um potencial enorme. No entanto, ainda representa menos de 10% do faturamento total. Então, ainda existe um longo caminho a ser percorrido para poder aumentar a sua participação dentro dessa fatia. Os principais locais de comercialização ainda são as floriculturas, os garden centers e os supermercados. Fonte: R7

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Café fica mais caro na mesa dos brasileiros: preços mais que triplicam em cinco anos

Mesmo com o aumento dos preços, o consumo de café no Brasil continuou em crescimento   O preço do café torrado e moído no varejo disparou nos últimos cinco anos no Brasil. Segundo dados da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) coletados pelo R7, o quilo do produto custava, em média, R$ 16,78 em janeiro de 2020. Em janeiro de 2025, esse valor saltou para R$ 56,07, um aumento de aproximadamente 234%. A alta impacta diretamente os consumidores, tornando um dos itens mais tradicionais do café da manhã brasileiro um produto cada vez mais caro na cesta básica. Segundo a Abic, diversos fatores contribuíram para esse aumento expressivo. Entre os principais estão: Custos de produção elevados: o preço da matéria-prima subiu mais de 224% nos últimos quatro anos, enquanto o preço do café ao consumidor aumentou 110%; Mercado internacional instável: oscilações no valor do grão impactam diretamente o mercado interno; Mudanças climáticas: a produção sofreu com eventos climáticos extremos, como geadas e secas, reduzindo a oferta e pressionando os preços; Inflação dos insumos agrícolas: fertilizantes, combustíveis e embalagens também tiveram aumentos significativos, encarecendo o produto final. Diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio explica que, mesmo com o forte aumento nos custos da indústria, o setor tentou minimizar os repasses para os consumidores. “Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica [2,7%]”, destacou o diretor. Ainda assim, os repasses ao longo do ano passado foram inevitáveis, e a expectativa é de que os preços sigam em alta nos próximos meses. A Abic prevê que o preço do café pode sofrer novos reajustes nos próximos três meses, variando entre 15% e 20%. Entretanto, há a expectativa de que a partir de abril os preços possam se estabilizar, caso a produção nacional tenha um bom desempenho e as condições climáticas sejam favoráveis. Consumo segue crescendo apesar dos preços altos Mesmo com o aumento dos preços, o consumo de café no Brasil continuou em crescimento. Em 2024, o consumo interno aumentou 1,11% em relação a 2023, atingindo 21,9 milhões de sacas — o equivalente a 40,4% da safra brasileira do ano. O Brasil se mantém como o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, no consumo per capita, os brasileiros bebem mais café do que os norte-americanos: cada pessoa consome, em média, 6,26 kg de café cru por ano, ou 5,01 kg de café torrado e moído. O café continua sendo um dos produtos mais importantes da mesa dos brasileiros, mas o seu preço elevado tem gerado desafios para consumidores e para a indústria. Segundo os dados da Abic, a maior parte do consumo de café em 2024 está concentrada na região Sudeste. O café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, ficando atrás apenas da água, e tem um papel fundamental na cultura e nos hábitos alimentares dos brasileiros. Com a alta nos preços, o impacto no consumo é evidente, levando muitas famílias a adotarem estratégias para economizar. O doutor em economia e professor da Universidade Mackenzie Hugo Garbe explica que esse aumento nos preços pode gerar um fenômeno conhecido como “efeito substituição”, em que os consumidores buscam alternativas mais baratas. “Primeiro, as pessoas tentam consumir uma marca de café um pouco mais barata, que muitas vezes tem até uma qualidade duvidosa”, afirma Garbe. Ele ressalta que, para muitas famílias, o custo elevado também resulta em uma redução no consumo da bebida. “As famílias tendem a diminuir a quantidade de café que consomem ou até colocar menos pó na mistura para render mais”, explica o economista. Segundo ele, essa mudança de comportamento reflete a relevância do café na cesta básica e o peso que seu preço tem no orçamento dos brasileiros. Faturamento da indústria cresce A indústria de café torrado faturou R$ 36,82 bilhões em 2024, um crescimento de 60,85% em relação a 2023. No entanto, esse aumento no faturamento foi impulsionado principalmente pela alta dos preços, enquanto as margens de lucro das indústrias seguem pressionadas pelos custos elevados da matéria-prima. “Apesar do desempenho positivo, a indústria teve que lidar com um aumento de mais de 116% no custo da matéria-prima. Mesmo diante da necessidade de repassar parte desse impacto ao varejo, o setor adotou uma estratégia cautelosa e conseguiu transferir apenas 37% do reajuste ao longo do ano”, explicou Celírio Inácio. Além disso, a busca por qualidade e certificação tem sido um fator essencial para manter a competitividade no setor. Em 2024, a Abic certificou 278 novos produtos, um crescimento expressivo em categorias como cafés especiais (85%) e gourmets (17%).   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Brasil registra aumento nas exportações de ovos e carne suína

As exportações brasileiras de ovos — in natura e processados — totalizaram 2.357 toneladas em janeiro, um aumento de 22,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 1.931 toneladas. A receita gerada pelos embarques em janeiro foi de US$ 4,186 milhões, o que representa um crescimento de 22,8% em comparação com o mesmo mês de 2024, quando o valor foi de US$ 3,408 milhões. “Houve uma ampla retomada dos fluxos de importação pelos Emirados Árabes Unidos nos últimos meses, que se somam à recente abertura do México e a demanda serra-leonesa tiveram significativa influência nas exportações de ovos de janeiro. São mercados que devem seguir demandantes ao longo deste ano”, disse o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin. Os países que mais importaram foram: Emirados Árabes Unidos: 783 toneladas Serra Leoa: 352 toneladas Estados Unidos: 220 toneladas Japão: 205 toneladas México: 172 toneladas As exportações de carne suína também registraram um aumento de 6,4% em relação ao ano passado, quando foram embarcadas 99,6 mil toneladas. Além de ser o maior volume da série histórica para o mês de janeiro, é a primeira vez que o setor supera a marca de 100 mil toneladas no período. A receita das exportações atingiu US$ 238 milhões, um aumento de 19,6%, superando o total obtido no mesmo período em 2024, que foi de US$ 199 milhões. Mais uma vez, a China foi o principal destino da carne suína, com 19,8 mil toneladas adquiridas no mês, o que representou uma queda de 14% em relação ao ano anterior. A seguir, aparecem as Filipinas, com 19,5 mil toneladas, Hong Kong com 9,5 mil toneladas, e o Japão, com 8,1 mil toneladas. “Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, comentou Santin. Santa Catarina é o principal estado exportador. Em janeiro, foram enviadas 57,9 mil toneladas, volume 4,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Fonte: R7

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Bairros dos Pires e dos Frades recebem drive-thrus de doação de mudas

A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura, promove drive-thrus de doação de mudas nos bairros dos Pires e dos Frades neste mês. Para participar, é necessário apresentar CPF e RG, além de informar o endereço onde as mudas serão plantadas. No Bairro dos Pires, a ação ocorrerá nesta quarta-feira (12), das 9h às 12h. A equipe do Departamento de Extensão Rural estará disponível para atendimento próximo à rotatória da Igreja Luterana, nos Pires de Baixo. Os moradores poderão retirar até 10 mudas. Na semana que vem, o drive-thru de doação de mudas acontece no Bairro dos Frades. No dia 19, a equipe estará em frente à igreja São Francisco de Assis, no km 10 da Rodovia José Santa Rosa, que liga Limeira a Artur Nogueira. O horário também será das 9h às 12h. As mudas oferecidas são nativas e de grande porte, adequadas para áreas rurais. A ação tem como objetivo envolver a população na preservação e recuperação de áreas com sensibilidade ambiental. Os participantes receberão orientações técnicas sobre o plantio e manejo das plantas.   Fonte: Prefeitura de Limeira

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Abastece SP completa um ano com aumento em negócios com agricultura familiar

O Painel de Compras Públicas facilitou o acesso dos produtores rurais paulistas aos editais; Em 2024, foram R$680,9 milhões em negócios fechados via plataforma A plataforma Abastece SP comemora seu primeiro ano com resultados muito positivos em prol da agricultura familiar paulista. Em 2024, foram fechados mais de R$ 680,9 milhões em negócios, um aumento de aproximadamente 44% em relação ao registrado no ano anterior, segundo dados da Coordenadoria de Desenvolvimento do Agronegócio (Codeagro), ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O montante negociado é referente a 623 editais atendidos por meio da plataforma, que previam a compra de 168 produtos, como frutas, verduras, legumes e até queijos e iogurtes. “Centenas de produtores paulistas foram beneficiados pela plataforma, que garantiu a compra de seus alimentos e com preços acima dos praticados no mercado”, comemora Guilherme Piai, secretário de Agricultura de SP. De fácil acesso e por meio de um celular, o serviço, que entrou em operação em fevereiro de 2024, disponibiliza os editais públicos abertos, podendo ser acessados por produto ou por município, incentivando a compra de alimentos produzidos no Estado de São Paulo. “A plataforma facilita a visibilidade dessas chamadas abertas,  agregando conexão entre o agricultor e as instituições compradoras”, afirma Déia Rodrigues, diretora do Departamento de Apoio ao Cooperativismo e Associativismo da Codeagro. Segundo a diretora, antes da plataforma, a maior dificuldade do agricultor era justamente localizar os editais, seja por desconhecimento das oportunidades ou do manuseio das tecnologias. “O produtor rural que desconhece o Abastece SP tem um caminho muito maior para encontrar oportunidades de negócios por chamamento público. Normalmente, precisam se locomover até as prefeituras e as Casas da Agricultura, por exemplo, para conseguir os editais. A plataforma já facilita isso para ele, dispondo todas as informações com transparência e também permitindo a oferta dos produtos”, completa Déia Rodrigues. A plataforma Abastece SP disponibiliza chamadas públicas no âmbito dos programas de compras institucionais, que podem ser atendidas pelos produtores rurais paulistas por meio de programas governamentais, que estimulam a compra de produtos da agricultura familiar para compor a merenda de escolas públicas e, também,  atender famílias cadastradas em situação de insegurança alimentar. Desta maneira, os alimentos in natura e manufaturados saem do campo e chegam diretamente às prefeituras, órgão ou entidades estatais e são ofertados em hospitais, escolas, presídios, entre outras instituições públicas. Foto: Divulgação/Governo de SP

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Safra de 2025 será um ‘espetáculo’, afirma Lula em coletiva

Presidente comentou a alta expectativa no crescimento do setor para este ano, em coletiva realizada no Palácio do Planalto nesta quinta (30)   Em primeira entrevista coletiva do ano, realizada no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou as questões envolvendo o agronegócio brasileiro e afirmou que a safra de 2025 será um “espetáculo”. Com a alta expectativa no crescimento do setor para este ano, Lula ressaltou que “agora é preciso cuidar” para evitar secas inesperadas ou novos desastres climáticos.   Foto: Ricardo Stuckert / PR

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Programa de práticas sustentáveis no cultivo do cacau aumenta produtividade em 18%

Fazendas participantes recebem consultoria técnica e gerencial mensalmente   Um programa de sustentabilidade da cacau cultura brasileira, com mais de 6.000 produtores parceiros, pretende atingir a meta de 100% de cacau sustentável em 2025. O projeto ‘Mais Inteligência, Mais Cacau’, criado pela Nestlé Brasil em parceria com a consultoria Labor Rural, tem como objetivo aumentar em 20% a produtividade e em 30% a rentabilidade dos produtores parceiros, no prazo de três anos. Participam do grupo 24 fazendas localizadas no estado do Pará. No primeiro ano agrícola (setembro de 2023 a agosto de 2024), a rentabilidade aumentou 44% e a produtividade cresceu 18%, alcançando 808 quilos de amêndoas por hectare, em comparação com os 12 meses anteriores ao início do projeto. No início do trabalho nas fazendas participantes, 87% das áreas em produção utilizavam mudas híbridas, que são menos produtivas que as mudas clonais. Com a mudança na formação de novas áreas de plantio, o cenário é outro. Apenas 17% utilizam mudas híbridas. “Essa mudança de perfil das propriedades é resultado da orientação técnica do projeto já absorvida pelos produtores. Isso comprova que conhecimento é a principal alavanca para desenvolver a cacauicultura, e destravar um enorme potencial de ganho de produtividade e rentabilidade”, disse Mota. A expectativa é que os indicadores melhorem ainda mais até dezembro de 2025, quando o projeto chegará ao final. “Este é mais um indício de que a cacauicultura tem um enorme potencial de crescimento, um dos maiores do agronegócio brasileiro, por se tratar de uma cadeia formada principalmente por pequenas e médias propriedades, com pouca capacidade de investimento e de gestão”, afirmou Mota, gerente de Agricultura de Cacau da Nestlé Brasil. O projeto teve início em 2022 e atende 76 fazendas em várias regiões do país. Os participantes recebem consultoria não só técnica do manejo do cacau mas também de gestão do negócio. “Essa é uma das etapas mais importantes do projeto, porque, muitas vezes, desperta o lado gestor dos produtores. Eles passam a ter visibilidade do custo real de produção. Com o custo de produção detalhado, enxerga as atividades em que têm mais eficiência e as que precisam melhorar”, diz Mota.   Fonte: R7

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Equipe de Cordeirópolis realiza reunião em SP sobre agricultura familiar

Servidores foram recebidos por diretor de Desenvolvimento da Fundação ITESP Membros da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável estiveram na terça-feira (21) em reunião na Fundação Instituto de Terras (ITESP), em São Paulo. Na pauta, recursos e equipamentos para apoio à agricultura familiar. Eles foram recebidos pelo diretor de Desenvolvimento, Jeferson Alexandre. De acordo com a secretária interina da pasta, Mayara Rampo, a agricultura familiar é fundamental para a segurança alimentar, alimentação saudável e equilíbrio regional nos preços dos alimentos. “Hoje, cerca de 70% dos alimentos que chegam às mesas dos brasileiros vêm da agricultura familiar”, cita. “A determinação da prefeita Cristina Saad é buscarmos recursos em todos os âmbitos que beneficiem nossa população”, destaca Mayara. Ela esteve acompanhada do diretor de Desenvolvimento Sustentável, Cândido Pereira da Silva, da diretora do Núcleo de Ações Estratégicas (NAE), Hellen Teixeira, e do assessor Luís Panaggio.   Foto: Prefeitura de Cordeirópolis

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