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Polícia Militar Rodoviária prende criminoso em flagrante após roubo de caminhão em Limeira

Os policiais teriam recebido uma denúncia sobre o roubo do caminhão

 Na tarde desta quarta-feira, a equipe do Policiamento Rodoviário de Limeira realizou uma operação bem-sucedida que resultou na prisão em flagrante de um criminoso envolvido no roubo de um caminhão. A ação teve início após a recepção de uma denúncia via rádio, informando sobre o roubo ocorrido em Limeira.

 Com as informações em mãos, os policiais iniciaram diligências e rapidamente localizaram o caminhão, que estava vazio, transitando pela Rodovia João Herrmann Neto (SP-147), pista que liga Limeira a Cosmópolis (SP). Durante a abordagem, foi constatado que o veículo era conduzido por um indivíduo que confessou sua participação no crime. O suspeito foi imediatamente detido e recebeu voz de prisão em flagrante por roubo.

 A vítima do roubo foi encontrada ilesa na Rodovia Anhanguera, no km 134, e recebeu o devido atendimento. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Investigações Gerais de Limeira, onde serão conduzidas as investigações complementares. (Renan Isaltino)

Foto: divulgação PMR

Lula defende participação de Putin em negociações e critica postura de Zelensky sobre a paz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou, neste sábado (29), que vai conversar nesta semana com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a fim de encontrar uma solução para a guerra, iniciada em 2022. O brasileiro disse esperar que o ucraniano “esteja preocupado com a paz” e defendeu a participação de Vladimir Putin nas negociações. Além disso, citou uma viagem que vai fazer ainda neste ano para a Rússia. “Eu pretendo ir a Rússia em 9 de maio para as comemorações dos 80 anos da vitória da Segunda Guerra Mundial. Depois vou na China para reunião da Celac. E em todos esses fóruns eu vou tentar discutir a questão da paz. Porque o Brasil é um exemplo no mundo de um país que não tem contencioso. O último que tivemos foi na Guerra do Paraguai, e não foi o Brasil que começou”, disse Lula. “Essa semana tenho telefonema do Zelensky. Eu vou conversar. Eu espero que agora ele esteja preocupado com a paz, porque até então ele não estava. Até então ele achava que o Putin tinha que aceitar o acordo do jeito que ele queria. E não é assim. Ninguém é o senhor da razão, que pode impor sua vontade”, completou. As declarações foram dadas pelo presidente durante coletiva de imprensa, em Hanói, capital do Vietnã. Lula cumpriu agenda nos últimos dias no continente asiático e a previsão é de desembarque em Brasília neste domingo (29). “A conversa para ter paz é colocar Putin e Zelensky em torno de uma mesa, com quem eles convidarem, pararem de atirar, começar a plantar comida e discutir paz. É esse o nosso desejo.”   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Gilmar Mendes segue Toffoli e vota para manter anulação de atos da Lava Jato contra Palocci

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou neste sábado (29) pela manutenção da decisão que anulou todos os atos da operação Lava Jato contra o ex-ministro Antonio Palocci. Com a medida, o placar está em 2 x 0. Um recurso da PGR (Procuradoria-Geral da República) para tentar reverter a anulação dos processos começou a ser julgado no plenário virtual da Segunda Turma do STF. A votação fica aberta até o dia 4 de abril. O primeiro a votar foi o ministro Dias Toffoli. Em fevereiro, decretou a “nulidade absoluta de todos os atos praticados” contra Palocci nas investigações e ações da Lava Jato, inclusive na fase pré-processual. O magistrado estendeu ao ex-ministro decisões que beneficiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os empresários Marcelo Odebrecht Raul Schmidt Felippe Júnior e Léo Pinheiro e o ex-governador paranaense Beto Richa (PSDB). Em sua decisão, Toffoli afirmou que o ex-juiz Sergio Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba agiram em “conluio” para “inviabilizar o exercício do contraditório e da ampla defesa” pelo ex-ministro. A decisão teve como base diálogos hackeados dos celulares de Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato, obtidos na Operação Spoofing, que prendeu os responsáveis pelo ataque cibernético. A defesa de Palocci selecionou trechos de conversas sobre o ex-ministro para alegar que ele foi vítima de uma “verdadeira conspiração com objetivos políticos”. Réu confesso, o ex-ministro fechou acordo de colaboração premiada e delatou propinas de R$ 333,59 milhões supostamente arrecadadas e repassadas por empresas, bancos e indústrias a políticos e diferentes partidos nos governos Lula e Dilma Rousseff (2002-2014). Recurso da PGR Ao entrar com recurso, o procurador-geral Paulo Gonet defendeu que as provas contra o ex-ministro foram obtidas “a partir de múltiplas fontes e em diferentes instâncias” e que seus argumentos não encontram “suporte probatório, configurando mero inconformismo com o regular prosseguimento da persecução penal”. “A vinculação de Antônio Palocci Filho à Operação Lava Jato aparenta ter ocorrido de forma legítima, sustentada em elementos concretos que emergiram no curso natural das apurações e com esteio em provas subsistentes até o atual momento”, afirmou o PGR no recurso. Como relator, Toffoli abriu os votos. Ele justificou que a situação do ex-ministro é semelhante à do presidente Lula e destacou que ambos eram réus nos mesmos processos criminais abertos a partir das investigações da força-tarefa. “Não há dúvida de que o conluio objeto dos autos não se dirigia exclusivamente ao presidente Lula”, escreveu. O ministro argumentou ainda que “os fundamentos que conduziram ao reconhecimento do conluio […] transcendem para as demais persecuções penais que [Palocci] sofreu perante o mesmo órgão jurisdicional e no mesmo contexto da Operação Lava a Jato”. A decisão de Toffoli não afeta o acordo de delação, que continua válido, segundo o próprio ministro. A multa imposta a Antônio Palocci na colaboração premiada foi de R$ 37,5 milhões.   Fonte: R7 Foto: Antonio Augusto/STF

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Golpe do CPF irregular: criminosos se passam pela Receita Federal para enganar contribuintes

Criminosos se aproveitam do período da declaração do Imposto de Renda para enganar os contribuintes. Os estelionatários enviam correspondência e e-mails em nome da Receita Federal, informando que o CPF está irregular, o que é mentira. Especialistas alertam que os suspeitos têm conhecimento de tecnologia e montam estruturas até mesmo fora do país para fazer o maior número vítimas. A Receita Federal não faz esse tipo de contato com os contribuintes, alertou o porta-voz. Até o momento, a Receita recebeu mais de 4,6 milhões de declarações, 10% do esperado.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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