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Categoria: Política

‘Compromisso mútuo’ para resolver conflito com a Ucrânia foi confirmado, dizem russos

Além da guerra da Ucrânia, russos e norte-americanos discutiram reaproximação diplomática e normalização das relações bilaterais   A Embaixada Russa no Brasil divulgou comunicado sobre o encontro realizado em Riad, nesta terça-feira (18), entre delegações de Rússia e Estados Unidos. Os dois países debateram a situação na Ucrânia e a reaproximação das duas potências. No centro do debate, esteve a busca por soluções para o conflito na Ucrânia. “O compromisso mútuo para resolver o conflito foi confirmado”, diz o comunicado. Os russos sublinharam a importância de abordar as causas do conflito, criar condições para uma paz duradoura e garantir a segurança dos países da região. Ficou acertado continuar o trabalho conjunto com a designação de representantes especiais em breve. Outros temas internacionais também foram discutidos, destacando a responsabilidade das duas nações em promover a paz e segurança global, dada sua condição de potências nucleares e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. A reunião preparatória entre os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump também foi pauta do encontro. Participantes Participaram da reunião o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, e o assessor presidencial Yuriy Ushakov, além do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o conselheiro de Segurança Nacional, Michael Waltz, e o enviado especial para o Oriente Médio, Steve Witkoff. “Uma ampla gama de questões foi discutida, incluindo perspectivas de normalização das relações bilaterais. As partes concordaram em nomear rapidamente embaixadores e iniciar consultas no nível de vice-chefes de departamentos de política externa para eliminar restrições às atividades das missões diplomáticas dos dois países”, afirma a embaixada.   Fonte: R7 Foto: REPRODUÇÃO/RECORD NEWS

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Bolsonaro sabia de suposto plano para matar Lula e Moraes e deu aval para trama, diz PGR

PGR diz que Bolsonaro liderou organização criminosa armada; o ex-presidente e mais 33 foram denunciados ao STF   Na denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que Bolsonaro tinha conhecimento de um suposto plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Essa trama teria sido pensada como forma de impedir a posse de Lula em 2023 e para que houvesse um suposto golpe de Estado. Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”. Segundo Gonet, “os membros da organização criminosa estruturaram, no âmbito do Palácio do Planalto, plano de ataque às instituições, com vistas à derrocada do sistema de funcionamento dos Poderes e da ordem democrática, que recebeu o sinistro nome de ‘Punhal Verde Amarelo’. O plano foi arquitetado e levado ao conhecimento do Presidente da República, que a ele anuiu, ao tempo em que era divulgado relatório em que o Ministério da Defesa se via na contingência de reconhecer a inexistência de detecção de fraude nas eleições”. O procurador-geral da República destacou que “os planos culminaram no que a organização criminosa denominou de Operação Copa 2022, dotada ela mesma de várias etapas”. Gonet narrou que “a expectativa era a de que a Operação criasse comoção social capaz de arrastar o Alto Comando do Exército à aventura do golpe”. “Em execução inicial da operação, foram levadas a cabo ações de monitoramento dos alvos de neutralização, o Ministro Alexandre de Moraes e o Presidente eleito Lula da Silva”, frisou Gonet. “A ação violenta era conhecida e autorizada por Jair Messias Bolsonaro, que esperava a sua execução ainda no mês de dezembro. O grupo planejava agir com a maior brevidade possível, a fim de impedir a assunção do Poder pelo novo governo eleito”, completou. De acordo com Gonet, “o plano contemplava a morte dos envolvidos, admitindo-se meios como explosivos, instrumentos bélicos ou envenenamento”. “No dia 15 de dezembro de 2022, os operadores do plano, com todos os preparativos completos, somente não ultimaram o combinado, por não haverem conseguido, na última hora, cooptar o Comandante do Exército”, afirmou. Denúncia da PGR Gonet apresentou ao STF denúncia contra Bolsonaro por suposto envolvimento em um plano de golpe de Estado após as eleições de 2022. Bolsonaro foi denunciado pelos seguintes crimes: Liderar organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e Deterioração de patrimônio tombado. As regras de concurso de pessoas e concurso material também são observadas nas imputações. A apresentação da denúncia significa que a PGR encontrou indícios suficientes para formalmente acusar uma pessoa de ter cometido um crime. Ainda não há condenação para os envolvidos. O que diz a defesa do ex-presidente Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”. Os advogados do ex-presidente disseram que receberam “com estarrecimento e indignação” a denúncia da Procuradoria-Geral da República. “A despeito dos quase dois anos de investigações — período em que foi alvo de exaustivas diligências investigatórias, amplamente suportadas por medidas cautelares de cunho invasivo, contemplando, inclusive, a custódia preventiva de apoiadores próximos —, nenhum elemento que conectasse minimamente o Presidente à narrativa construída na denúncia, foi encontrado”, continuou a defesa. Segundo os advogados, não há qualquer mensagem de Bolsonaro “que embase a acusação, apesar de uma verdadeira devassa que foi feita em seus telefones pessoais”. “A inepta denúncia chega ao cúmulo de lhe atribuir participação em planos contraditórios entre si e baseada numa única delação premiada, diversas vezes alteradas, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade. Não por acaso ele mudou sua versão por inúmeras vezes para construir uma narrativa fantasiosa”, destacou a defesa. “O Presidente Jair Bolsonaro confia na Justiça e, portanto, acredita que essa denúncia não prevalecerá por sua precariedade, incoerência e ausência de fatos verídicos que a sustentem perante o Judiciário”, concluiu a defesa dele.   Fonte: R7 Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

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Confira os 34 denunciados pela PGR por crime de golpe de Estado

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, detalhou a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais 33 acusados na denúncia do inquérito do golpe enviada nesta terça-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Gonet afirma que o grupo criminoso agiu com violência e grave ameaça para impedir o funcionamento dos Poderes da República e para tentar depor o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Conforme a acusação, Bolsonaro contou com o auxílio de aliados, assessores e generais para “deflagrar o plano criminoso”, que teria ocorrido por meio de divulgação de desinformação contra urnas eletrônicas, afronta às decisões do Supremo e incentivo ao plano golpista, entre outras acusações. >> Veja lista dos denunciados (por ordem alfabética): 1.    Ailton Gonçalves Moraes Barros 2.    Alexandre Rodrigues Ramagem 3.    Almir Garnier Santos 4.    Anderson Gustavo Torres 5.    Angelo Martins Denicoli 6.    Augusto Heleno Ribeiro Pereira 7.    Bernardo Romão Correa Netto 8.    Carlos Cesar Moretzsohn Rocha 9.    Cleverson Ney Magalhães 10.  Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira 11.  Fabrício Moreira de Bastos 12.  Filipe Garcia Martins Pereira 13.  Fernando de Sousa Oliveira 14.  Giancarlo Gomes Rodrigues 15.  Guilherme Marques de Almeida 16.  Hélio Ferreira Lima 17.  Jair Messias Bolsonaro 18.  Marcelo Araújo Bormevet 19.  Marcelo Costa Câmara 20.  Márcio Nunes de Resende Júnior 21.  Mário Fernandes 22.  Marília Ferreira de Alencar 23.  Mauro César Barbosa Cid 24.  Nilton Diniz Rodrigues 25.  Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho 26.  Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira 27.  Rafael Martins de Oliveira 28.  Reginaldo Vieira de Abreu 29.  Rodrigo Bezerra de Azevedo 30.  Ronald Ferreira de Araújo Júnior 31.  Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros 32.  Silvinei Vasques 33.  Walter Souza Braga Netto 34.  Wladimir Matos Soares STF A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF. Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado. A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025. Fonte: Agência Brasil Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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‘Tranquilo’ com denúncia da PGR, Bolsonaro diz que prioridade é ‘anistia’

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a afirmar nesta terça-feira (18) que a prioridade defendida por ele é o avanço da anistia aos condenados do 8 de janeiro. A posição veio logo após um almoço com senadores da oposição e em meio a expectativas de uma nova denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), que poderia incluir o político nas ações de suposto golpe de Estado após as eleições de 2022. Sobre a possível denúncia da PGR, o político disse estar tranquilo. “Eu não tenho preocupação nenhuma com as acusações. Zero”, afirmou, em outro momento. Bolsonaro também disse considerar ter votos para aprovação do projeto, e relatou conversas com presidentes partidários, como Antônio Rueda, do União Brasil, e Gilberto Kassab, do PSD. Uma projeção de votos entre partidos não foi indicada. O ex-presidente ainda defendeu a proposta ligada à Ficha Limpa, que, entre pontos, propõe a redução do número de anos em que um político pode ficar inelegível. Atualmente, a Lei impede que Bolsonaro concorra a uma eleição até 2030. Mudanças podem antecipar a participação dele. A posição é a mesma em outros núcleos do PL. Em entrevista ao R7, o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) defendeu uma mudança eleitoral ligada à Ficha Limpa para permitir a participação de Bolsonaro na disputa à Presidência da República em 2026. Em relação à denúncia da PGR, a expectativa confirme apurou o R7, é de que seja confirmada nesta semana, com possibilidade de que saia ainda hoje. A depender do que for apresentado, o ex-presidente poderá ser julgado por ações ligadas a tentativa de golpe — com etapas que ainda passam por análise do STF (Supremo Tribunal Federal). No ano passado, a Polícia Federal indiciou o ex-presidente e outros no caso, o que eleva as expectativas para a denúncia. Fonte: R7    

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Bolsonaro se reúne com senadores para tratar sobre anistia a condenados pelo 8/1

Almoço com PL, PP, Novo e Republicanos servirá para discutir as pautas prioritárias do grupo   O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participará nesta terça-feira (18) de um almoço com um grupo de 15 senadores dos partidos PL, PP, Novo e Republicanos. O encontro, marcado para as 12h30 no Senado, vai marcar o início do ano legislativo do bloco, que usará o almoço para discutir as pautas prioritárias com o ex-presidente. Segundo apurou o R7, um dos temas a ser abordado na reunião é o projeto de lei que anistia os condenados pelos atos extremistas que aconteceram em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Apesar de tramitar em uma comissão especial da Câmara dos Deputados, os senadores têm interesse no tema e aguardam uma rápida aprovação da proposta na Câmara para que o Senado consiga analisar o texto ainda este ano. Além da anistia, Bolsonaro e os parlamentares devem conversar sobre a conjuntura nacional e demais pautas que considerem importantes. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse ao R7 que “não há pauta fechada”. A ida do ex-presidente ao Senado ocorre em meio à queda de popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, acontece em meio à possível denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da União) contra o ex-presidente pela participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A reunião com os senadores acontece cerca de um mês antes das manifestações convocadas em todo o país em prol da anistia e contra Lula, previstas para acontecer em 16 de março. A presença de Bolsonaro no Senado pode pressionar os senadores aliados a irem à manifestação. O ex-presidente já confirmou que estará no ato que vai acontecer no Rio de Janeiro. PL da Anistia A proposta de anistia aos presos pelo 8 de Janeiro pode ter uma versão mais “branda” a fim de ganhar celeridade e votos na Câmara dos Deputados. Deputados de oposição avaliam uma anistia parcial aos condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Na avaliação dos parlamentares, isso tornaria o texto menos radical. Ao todo, os condenados pelo 8 de Janeiro foram enquadrados em cinco crimes: tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público. Conforme o STF, a maioria dos condenados teve as ações classificadas como graves. As penas para esses réus variam de três anos a 17 anos e seis meses de prisão. A anistia estudada, em vez de total, perdoaria os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa. A oposição acredita que tais condenações são injustas, pois considera que os atos não foram uma tentativa de golpe de Estado. Assim, as penas poderiam ser reduzidas e enquadradas apenas em dano qualificado e deterioração de patrimônio. Os condenados pelos atos extremistas então poderiam cumprir as penas em regime semiaberto. Até o momento, o projeto não tem votos suficientes para ser aprovado em plenário. A oposição, contudo, deseja levar a matéria para a análise de todos os deputados assim que angariar apoios suficientes. O grupo considera que partidos como PP, União Brasil, Republicanos e PSD devem aderir ao PL da Anistia em breve. O relator da proposta deve continuar sendo o deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), o que para a oposição indica que o apoio do União à proposta estaria “garantido”. Em 2024, Valadares foi designado como relator do projeto na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, mas antes que o texto pudesse ser votado no colegiado, o então presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), retirou a matéria da comissão e criou uma comissão especial para analisar o mérito. Fonte: R7 Foto: MATEUS BONOMI/AGIF

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‘Tarifaço’ de Trump: Lula diz que vai reagir comercialmente e fala em eventual denúncia na OMC

Presidente contou em entrevista que não conversou com líder americano e destacou relações comerciais entre dois países O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (14), que vai aplicar o conceito de reciprocidade com os Estados Unidos em eventual implementação de tarifa de importação contra o aço brasileiro. Em entrevista a uma rádio paraense, o petista disse não ter relacionamento com Donald Trump e falou em eventual denúncia contra a nação estadunidense na OMC (Organização Mundial do Comércio). “Enquanto os Estados Unidos tiverem uma relação civilizada e harmônica, tudo bem. Eu ouvi dizer que vai taxar o aço brasileiro. Se taxar o aço brasileiro, nós vamos reagir comercialmente ou vamos denunciar na Organização Mundial do Comércio ou vamos taxar os produtos que a gente importa deles”, disse Lula. “Eu não tenho relacionamento [com Trump]. Eu ainda não conversei com ele, ele não conversou comigo. O relacionamento é entre o Estado brasileiro e o Estado americano. Temos 200 anos de relações diplomáticas e os Estados Unidos são um país extremamente importante”, completou. De acordo com Lula, a relação comercial EUA-Brasil é igualitária, com cerca de R$ 40 bilhões para cada lado. Adicionando os itens de serviço, o país de Trump tem um superávit de pouco mais de R$ 7 bilhões. “Se o Trump cuidar dos Estados Unidos, e eu cuidar do Brasil, tudo estará maravilhosamente bem”. Recentemente, Trump anunciou aumento de 25% na tarifa de importação de aço e alumínio. Durante conversa com jornalistas no avião, o presidente americano explicou que os Estados Unidos vão cobrar o mesmo nível de taxas impostas pelos parceiros comerciais. A medida afeta o Brasil, uma vez que é exportador do produto. A ameaça de Trump não é novidade para a comunidade internacional. No primeiro mandato, ele aplicou tarifa de 25% sobre aço e 10% sobre alumínio. Depois, concedeu isenções tarifárias para diversos países, incluindo Brasil e Canadá. Diante da queda da capacidade das indústrias siderúrgicas dos EUA, Joe Biden estendeu o benefício para outros continentes. Na última quarta-feira (12), o vice-presidente Geraldo Alckmin destacou que o Brasil iria procurar os Estados Unidos para resolver a questão. Uma das alternativas seria a aplicação de cotas alternativas para países, assim como foi feito no primeiro mandato de Trump. Professor de relações internacionais da Universidade Federal Fluminense, Viterio Brustolin afirma que a taxação pode gerar dificuldades para o setor siderúrgico brasileiro, já que o Brasil “não tem outro parceiro para vender” os metais – países da Europa enfrentam recessão, e a China, que tem uma grande produção de aço, exporta apenas minério de ferro do país. Atualmente, os EUA produzem cerca de 90 milhões de toneladas de aço por ano, e o consumo interno varia entre 90 a 200 milhões de toneladas. Já no setor de alumínio, a produção é de 3,5 milhões de toneladas anuais, o que torna o país dependente da importação. “A expectativa é de que os Estados Unidos precisarão importar alguma quantidade ainda de aço e de alumínio porque, para a indústria siderúrgica fornecer o que eles precisam, seria necessário de três a sete anos”, pontuou Brustolin. Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Prefeito de Sumaré recebe prefeito de Sorocaba para troca de experiências em gestão pública

Um dos temas da reunião foi a defesa de mais recursos para as cidades paulistas   Conhecido nacionalmente pelos projetos inovadores e pela aprovação popular, o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, esteve na tarde desta quinta-feira (13) em Sumaré, com o prefeito Henrique do Paraíso para uma reunião de troca de experiências, projetos e ideias inovadoras. O vice-prefeito André da Farmácia e o vereador Raí do Paraíso também participaram do encontro. Um dos temas debatidos foi a diminuição da cobrança de impostos das cidades paulistas. De acordo com a versão dos dois gestores, a maior parte dos valores arrecadados nos municípios acabam sendo destinados para o governo federal. Ambos defendem que esses recursos fiquem, na maior parte, nas cidades em que são arrecadados. “Foi uma reunião de trabalho para trazermos projetos que estão dando certo em Sorocaba, para a nossa cidade. Estamos trabalhando para que Sumaré seja a melhor cidade do Brasil, como o nosso amigo sempre gosta de afirmar sobre a cidade que governa”, disse bem humorado Henrique do Paraíso sobre o prefeito sorocabano. Projetos Projetos relacionados à geração de empregos, parcerias entre empresas e a prefeitura para fomentar a empregabilidade, diminuição do tempo de espera para a realização de exames e cirurgias, eliminação da burocracia no setor da saúde, modelos de gestão para acelerar a vinda de empresas, maneiras eficientes para realizar parcerias entre prefeituras e os governos estadual e federal foram os assuntos conversados entre os dois prefeitos. Rodrigo Manga contou que tem acompanhado a gestão de Paraíso e fez elogios.  “Henrique é um grande amigo que em pouco tempo de governo melhorou a merenda escolar, avançou na segurança com a GCM (Guarda Civil Municipal) mais atuante, destravou investimentos que vão garantir que todo o esgoto da cidade seja tratado, realizou ações sociais para atender famílias afetadas por enchentes, retomou aulas esportivas e na assistência social. Ele também é muito humilde e articulado. Tenho certeza que fará um grande governo para o povo de Sumaré”, afirmou Manga. Qualidade Além disso, o prefeito visitante se colocou à disposição para “colaborar sempre que for chamado”. Henrique do Paraíso relatou que a união de prefeitos vai melhorar a qualidade de vida dos moradores. “Lidamos diretamente com os problemas das pessoas, todos os dias. Por isso, somos municipalistas e queremos menos impostos para a população, e que os tributos realmente possam ficar onde são gerados”, afirmou Henrique, que ainda garantiu que visitará Manga em Sorocaba. O vice-prefeito André da Farmácia relatou que a forma de governar de Rodrigo tem chamado atenção no Brasil inteiro. “O nosso foco sempre é acertar. Por isso, estamos dialogando com lideranças que podem fazer nossa cidade crescer e se desenvolver ainda mais”, disse. A comitiva visitante contou também com o secretário de Desenvolvimento Econômico Bruno Santana; de empreendedorismo Fernando Marques, e do assessor de gabinete Márcio Carrara. Do time de Sumaré,  a primeira-dama Débora Mikaelle, o secretário de Desenvolvimento Econômico Ed Carlo e o ex-vereador Paulão do União também prestigiaram o encontro.   Foto: Prefeitura de Sumaré

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Comissão da Câmara de Limeira agenda audiência pública para prestação de contas da Prefeitura

Audiência foi marcada para o próximo dia 25   A Comissão de Orçamento e Fiscalização do Executivo agendou para 25 de fevereiro, às 19h, uma audiência pública na Câmara para que a Prefeitura preste contas da aplicação do orçamento municipal referente ao terceiro quadrimestre de 2024, portanto, de setembro a dezembro. Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o evento tem como objetivo demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais de cada a cada quatro meses em relação ao que foi estabelecido para o exercício. A audiência é aberta ao público e pode ser acompanhada presencialmente no Plenário Vereador Vitório Bortolan, na rua Clarino Peixoto, 280 – Jardim Maria Buchi Modeneis; basta se identificar na portaria e seguir até o último bloco (F). Para saber como chegar no novo endereço, acesse este link. Também haverá transmissão ao vivo pelos canais de comunicação da Casa, no Youtube, Facebook e site. No evento, um representante do Executivo deverá demonstrar à população e aos vereadores de que forma o orçamento municipal foi aplicado no período para custear ações nas diversas áreas, como saúde, educação e obras, por exemplo. O agendamento da audiência foi feito durante a reunião ordinária da Comissão de Orçamento desta quarta-feira, 12 de fevereiro. As deliberações são registradas em ata. Requerimentos Na reunião desta semana, a Comissão também recebeu resposta da Prefeitura sobre o Plano de Metas do Poder Executivo (2022-2025), conforme solicitado pelos membros do colegiado em 2024. Os dados são referentes ao primeiro semestre do ano passado. Em prosseguimento, os vereadores deliberaram solicitar as informações referentes ao segundo semestre. O documento deve ser disponibilizado pela administração municipal descrevendo qual o valor previsto e o realizado em cada indicador e justificando os casos em que o valor executado foi acima ou abaixo do previsto. Além disso, a Prefeitura deverá informar se e quando foram realizadas audiências públicas para a elaboração das peças orçamentárias de 2025, quais ferramentas foram usadas para levantar as demandas dos munícipes para o planejamento dessas peças e como é feito o acompanhamento e as execuções das demandas originárias da população. Outro dado a ser informado à Comissão pela municipalidade é em relação ao total de recursos em emendas parlamentares no orçamento de 2024 e o valor executado até a presente data, especificando por programa. Sobre a Comissão Fazem parte do colegiado a vereadora Lu Bogo (PL), presidente; Estevão Nogueira (Avante), vice-presidente; e Elias Barbosa (PRTB), secretário.  Os membros são responsáveis por analisar os aspectos financeiros e orçamentários de todas as proposições apresentadas tanto pelo Legislativo, quanto pela Prefeitura, bem como fiscalizar os atos do Poder Executivo e investigar denúncias sobre malversação de dinheiro público, desvio de finalidade ou de poder praticados pelas autoridades públicas integrantes da Administração Municipal, inclusive os da administração indireta.   Foto: Câmara de Limeira

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Criação do programa Emprega Limeira é proposta na Câmara de Limeira

Objetivo da proposta de Everton Ferreira é ajudar trabalhadores a encontrar vaga de emprego   O presidente da Câmara Municipal, vereador Everton Ferreira (PSD), apresentou na segunda-feira (10) o Projeto de Resolução N°5/2025, para a criação do programa Emprega Limeira, voltado à inserção do trabalhador no mercado de trabalho. Segundo Everton, o objetivo é promover ações para auxiliar os trabalhadores a encontrar vagas de empregos, em especial aqueles que buscam uma recolocação no mercado. O foco ainda é promover a escolarização e formular políticas públicas voltadas à geração de emprego e renda. “Vemos frequentemente em nossa cidade mutirões de empregos com alta procura, o que revela a necessidade de políticas públicas nesta área. Precisamos de cada vez mais ações para ajudar as pessoas a conseguirem um emprego, por isso queremos não apenas a divulgação de vagas existentes, mas também auxiliar a identificar as necessidades do mercado de trabalho e a incentivar a criação de cursos de capacitação”, afirmou o vereador. A ideia é que o Emprega Limeira seja realizado ao menos uma vez ao ano, em data a ser definida pela própria Câmara. Com o programa, Everton espera ainda facilitar a conexão do empregador, por meio da oferta de vagas, com as pessoas que procuram oportunidades de emprego. “Pretendemos ainda gerar um banco de dados, detectando as necessidades locais de mão de obra e fazendo o direcionamento das pessoas interessadas em cursos profissionalizantes, seja por iniciativa privada ou pública”, declarou. A taxa média do desemprego no Brasil fechou em 6,6% no ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). No ano passado, Limeira teve um saldo positivo de apenas 1.399 vagas, conforme dados do Caged. Pela proposta, a Câmara Municipal poderá ainda firmar convênios e parcerias para a realização de mutirões, inclusive com o Estado, a União, entidades integrantes do Sistema S, empresas públicas e privadas e organizações sem fins lucrativos.   Foto: Câmara de Limeira

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Venezuela contratou facção aliada ao PCC para matar rival político no Chile, diz juiz

De acordo com a justiça chilena, a operação foi encabeçada por Diosdado Cabello, Ministro do Interior, Justiça e Paz Em um movimento inédito, o Ministério Público do Chile acusou o governo de Nicolás Maduro pelo envolvimento no assassinato do ex-militar da oposição venezuelana Ronaldo Ojeda, que foi sequestrado, torturado e morto por membros da facção conhecida como Tren de Araguá, aliada do PCC no norte do país, em março de 2024. Ao todo, 19 pessoas foram indiciadas pelo assassinato. De acordo com os documentos da justiça, uma testemunha-bomba informou aos promotores que todo processo pela morte do ex-militar foi comandado pelo homem-forte do governo Maduro, Diosdado Cabello, que tem a cabeça a prêmio pelos americanos. Eles oferecem R$ 150 milhões pela captura dele. Mesmo preço cobrado por Nicolás Maduro. O governo venezuelano ainda não se pronunciou. Ronald Ojeda fazia parte de um grupo de militares que se opunham ao governo de Maduro. Ele foi preso em 2017 por “fins conspiratórios e planejamento de ações terroristas”. O ex-militar escapou da prisão e fez denúncias públicas de tortura e agressões por parte do regime. Com receio, ele foi para o Chile, onde conseguiu asilo político em 2023. Ele fazia parte do grupo que denunciava o regime chavista para imprensa internacional e órgãos como a ONU. A justiça chilena confirmou que a investigação não vai parar. E vai chegar até o mandante. Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram @nicolasmaduro

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