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Categoria: Política

Metanol: relator quer ouvir governo e setor antes de concluir parecer sobre falsificação de bebidas

Projeto define como crime hediondo a adulteração e falsificação de alimentos e bebidas; Câmara aprovou regime de urgência à proposta O relator da proposta analisada pela Câmara dos Deputados que considera crime hediondo a adulteração e falsificação de alimentos e bebidas, deputado Kiko Celeguim (PT-SP), pretende ouvir o governo e representantes do setor antes de apresentar o parecer dele. Segundo apuração do R7, o parlamentar também deve consultar órgãos de saúde e de segurança pública. A expectativa que Celeguim conclua o relatório ao longo da próxima semana. Nas redes sociais, o deputado disse que “nosso compromisso é construir um relatório que coloque no centro da discussão a vida e a segurança da população brasileira”. Celeguim preside o PT em São Paulo e recebeu a relatoria do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ele foi escolhido um dia após os deputados aprovarem regime de urgência do texto, o que acelera a tramitação e permite votação direto no plenário, sem a necessidade de análise por comissões. Outros 20 projetos de lei que também sugerem o endurecimento de penas para quem adultera alimentos e bebidas foram “apensados” à proposta relatada por Celeguim. Ou seja, esses projetos tramitam em conjunto. Sendo assim, o relator deve apresentar um parecer único sobre todas as propostas. Tratamento penal mais rigoroso A proposta estabelece que adulteração de bebidas e alimentos seja considerada um crime hediondo. Crimes hediondos são os mais graves do sistema penal brasileiro e têm consequências mais severas que crimes comuns. Quem comete esses delitos cumpre pena em regime inicial fechado, sem possibilidade de anistia, graça ou indulto, e enfrenta progressão de regime mais difícil. Hoje, o Código Penal prevê de 4 a 8 anos de reclusão para quem falsifica, adultera, corrompe ou altera alimentos e bebidas destinados ao consumo. A classificação de um crime como hediondo não altera a pena mínima e máxima que o crime já prevê, mas o relator pode sugerir no parecer dele que esse tipo de infração seja punida com um tempo maior de prisão. O projeto foi apresentado em 2007, poucos meses depois de a Polícia Federal identificar adulteração de leite com produtos químicos, entre eles soda cáustica e água oxigenada. Embora tenha origem em outro caso, a medida também alcançaria situações envolvendo metanol no país. Se aprovada pela Câmara, a proposta seguirá para análise do Senado.   Fonte: R7 Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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Após vitória em isenção do IR na Câmara, governo mira aprovação da MP da arrecadação

Pressão do agronegócio adiou votação e medida provisória deve ser votada um dia antes de perder a validade Após celebrar vitória com aprovação na Câmara do projeto de isenção do IR (Imposto de Renda), o Planalto centra esforços para costurar apoio à MP (Medida Provisória) da Arrecadação. A medida foi editada em junho para substituir o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), mas tem sido alvo de resistência no Congresso e chegou a ter duas votações adiadas por pressão do agronegócio. O texto propõe aumentos de taxas financeiras, como as letras de crédito LCI (imobiliário) e LCA (agronegócio), juros sobre capital próprio e apostas esportivas, com uma expectativa de arrecadação de R$ 52 bilhões. A maior dificuldade de negociações dentro do Congresso está concentrada na LCI e LCA. Atualmente, as duas letras de crédito são isentas de impostos, mas há intenção de aumentar a alíquota de tributação a 7,5%, conforme indica o relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP). A bancada do agronegócio defende que as letras sigam isentas, por considerar que uma mudança poderia impactar investimentos ao setor agrícola, enquanto a equipe econômica questiona a falta de tributação de investimentos. “O ponto crítico é o que afeta o agronegócio. A tributação de 7,5% da LCA e LCI é um assunto sensível. Consideramos voltar a 5%, até outros números, e estamos abertos a negociar”, garantiu Zarattini ao anunciar o primeiro adiamento de votação da MP, na última terça-feira (30). Conforme apurou o R7, ainda não há acordo em relação ao texto. O presidente da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), deputado Pedro Lupion (PP-PR), mantém posição contrária a qualquer cobrança ligada às cartas de crédito, e o próprio governo confirma movimento para negociar a continuação da MP. “Estamos discutindo, estamos conversando, a MP deve ser votada na semana que vem. Tenho certeza de que, com diálogo, a MP vai avançar”, afirmou a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. MP pode ‘caducar’ A MP perde a validade na quarta-feira (8) e precisa passar por três votações entre parlamentares até essa data, sob risco de não ser implementada. A primeira votação, em uma comissão mista, foi adiada duas vezes, por pressão do agronegócio. Com as mudanças, a nova previsão é de análise na comissão na próxima terça-feira (7). Se aprovada, a MP seguirá para a Câmara e o Senado.   Fonte: R7 Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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Lula aprova fim da obrigatoriedade de aulas em autoescolas para tirar CNH

O projeto também prevê facilitação para obtenção das categorias C, D e E  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou um projeto que elimina a exigência de frequentar autoescolas para quem deseja obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A proposta será submetida a consulta pública a partir desta quinta-feira (02) e deve entrar em vigor até o fim do ano, por meio de portarias, sem necessidade de aprovação no Congresso.  Com a mudança, os candidatos poderão escolher livremente como se preparar para os exames: em autoescolas, com instrutores autônomos credenciados ou até por ensino digital. Permanecem obrigatórias apenas as provas teórica e prática, aplicadas pelos Detrans.  Segundo o governo, a medida tem como objetivo reduzir custos e ampliar o acesso à CNH, principalmente para pessoas de baixa renda e mulheres. Hoje, tirar a habilitação custa em média R$ 3.215,64, sendo que 77% desse valor está ligado às autoescolas. Com o novo modelo, o preço pode cair em até 80%, chegando a aproximadamente R$ 750. A expectativa é gerar uma economia de R$ 9 bilhões por ano.  O projeto também prevê facilitação para obtenção das categorias C, D e E, voltadas para motoristas profissionais.  De acordo com o Palácio do Planalto, a iniciativa segue experiências já adotadas em outros países e busca tornar o processo de habilitação mais inclusivo, sem abrir mão da segurança no trânsito. (Renan Isaltino)

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Câmara decide nesta quarta (1º) futuro da isenção no IR para quem ganha até R$ 5.000

Deputados ainda tentam entrar em acordo sobre quais devem ser as formas de compensação para bancar a medida A proposta para isentar do IR (Imposto de Renda) quem ganha até R$ 5.000 está na pauta da Câmara dos Deputados desta quarta-feira (1º). A votação foi confirmada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), após uma série de reuniões com parlamentares e o Palácio do Planalto. Nessa terça-feira (30), Motta esteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para conversar sobre o tema e reafirmar que a Câmara vai votar o projeto. Também na terça, o relator da proposta, deputado Arthur Lira (PP-AL), apresentou o parecer dele à bancada ruralista — que conta com 303 deputados. Na reunião, segundo apurou o R7, Lira recebeu um pedido mudar o relatório e incluir pontos defendidos pelo agronegócio, como o aumento do limite da isenção para produtores rurais. Hoje, produtores rurais que ganham até R$ 150 mil por ano não pagam Imposto de Renda. A bancada ruralista sugeriu que a faixa de isenção suba para quem tem rendimentos de até R$ 508 mil por ano. Ainda não há confirmação de que o pedido será incluído no relatório de Lira. Caso a sugestão não entre na versão final, deputados preveem pleitear essa mudança durante a votação no plenário. Governo apoia relatório de Lira A proposta foi encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em março. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, elogiou o relatório de Lira e disse que o governo apoia o parecer dele. “Concordamos com o relatório do deputado Arthur Lira, achamos que está muito bom”, destacou Gleisi a jornalistas, ao elogiar uma das mudanças feitas pelo relator — o texto do Executivo previa isenção total para quem recebe até R$ 5.000 e parcial para aqueles que ganham até R$ 7.000; Lira elevou este limite para R$ 7.350. “Achamos [a mudança] muito importante. Queremos, obviamente, que seja aprovado como está em plenário, porque nos dá condição de dar isenção para quem ganha até 5.000 e fazer a compensação. Então, está muito equilibrado”, completou. Lira estima que as medidas devem beneficiar até 16 milhões de brasileiros. O relator também destaca que a ampliação da faixa de isenção tem amplo apoio na Câmara e deve avançar de forma “unânime”, mas parlamentares ainda discutem as formas de compensação previstas no texto. Para bancar o benefício, o Planalto sugeriu medidas que geraram debate entre os deputados, como cobrar mais impostos dos super-ricos, liberar taxas ligadas à infraestrutura e aproveitar recursos de universidades que participam do Prouni (Programa Universidade para Todos). Após análise da Câmara, o texto seguirá para avaliação do Senado.   Fonte: R7 Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

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Fachin toma posse como presidente do STF e promete gestão em meio a desafios sociais e digitais

Com a posse, Fachin assume a missão de presidir a mais alta Corte do país em um cenário de intensas divisões políticas e sociais  O ministro Luiz Edson Fachin tomou posse, nesta segunda-feira (29), como novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele sucede Luís Roberto Barroso e ficará à frente da Corte até 2027. A vice-presidência será ocupada pelo ministro Alexandre de Moraes. Além do Supremo, os dois também conduzirão os trabalhos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Discurso de transição  Na cerimônia, o ex-presidente Barroso ressaltou o perfil discreto e técnico do colega e disse que a nova gestão chega em um momento de tensões no país:  “Fachin assume o Supremo com um mundo dividido que precisa muito da sua integridade, da sua capacidade intelectual e das suas virtudes pessoais. É uma bênção para o país, neste momento, ter essa pessoa conduzindo o Supremo com o encargo de manter as luzes acesas em que, de vez em quando, aparece escuridão”, afirmou. Perfil e trajetória  Indicado ao STF em junho de 2015 pela então presidente Dilma Rousseff (PT), Fachin se destacou pelo estilo reservado e pela postura de evitar embates políticos diretos. No Supremo, relatou processos de grande repercussão nacional, inclusive relacionados à Operação Lava Jato. Primeiros atos  Entre os primeiros movimentos de sua gestão, Fachin pautou para julgamento a ação que discute o vínculo trabalhista entre motoristas e entregadores de aplicativos e as plataformas digitais, processo conhecido como “uberização”. O tema é considerado um dos mais sensíveis da atualidade, por envolver milhões de trabalhadores e empresas de tecnologia.  Com a posse, Fachin assume a missão de presidir a mais alta Corte do país em um cenário de intensas divisões políticas e sociais, além de temas que impactam diretamente a economia digital e o mundo do trabalho. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: R7

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EUA colocam Brasil e África do Sul em lista de observação de tráfico humano

A medida consta do relatório anual Trafficking in Persons (Tráfico de Pessoas)  O Departamento de Estado dos Estados Unidos incluiu, nesta segunda-feira (29), o Brasil e a África do Sul na chamada “lista de observação” de tráfico humano, alegando falhas no combate ao problema. A medida consta do relatório anual Trafficking in Persons (Tráfico de Pessoas), que monitora os esforços internacionais contra o trabalho forçado, tráfico sexual e outras formas de escravidão moderna. Esforços considerados insuficientes  Segundo o relatório, os dois países foram transferidos para a “Lista de Vigilância Nível 2”, o que significa que precisam demonstrar avanços concretos no enfrentamento do tráfico humano ou poderão sofrer sanções econômicas e diplomáticas impostas pelos EUA.  No caso brasileiro, o documento reconhece algumas iniciativas, mas afirma que o governo registrou menos investigações, processos e condenações por tráfico do que em anos anteriores. Já sobre a África do Sul, destacou-se a criação da primeira força-tarefa subprovincial e o aumento nas condenações, mas também uma queda no número de vítimas identificadas, casos investigados e processos abertos. Impactos diplomáticos  A divulgação do relatório ocorre em meio a um cenário de tensões entre os governos brasileiro e sul-africano com a administração de Donald Trump. Sem apresentar provas, o presidente americano acusou a África do Sul de perseguir sua minoria branca, anunciou um programa de refúgio voltado a sul-africanos e aplicou tarifas pesadas ao país.  Com a decisão de incluir Brasil e África do Sul na lista de observação, cresce o risco de pressões diplomáticas e econômicas sobre os dois países, caso os EUA considerem insuficientes os avanços nas políticas de enfrentamento ao tráfico humano. (Renan Isaltino) Fonte: REUTERS Foto: arquivo

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Bolsonaro volta a apresentar crise de soluço e vômitos; família aciona médico em casa

O médico Cláudio Birolini foi chamado para atendê-lo em casa  O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ter complicações de saúde nesta segunda-feira (29), em sua residência no Jardim Botânico, em Brasília (DF). Segundo relatos da família, Bolsonaro apresentou uma crise intensa de soluço acompanhada de quatro episódios de vômito, descritos como os mais fortes até agora.  O médico Cláudio Birolini foi chamado para atendê-lo em casa, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prestava os primeiros cuidados para deixá-lo mais confortável. Relato da família  Em publicação nas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a família estuda a possibilidade de levá-lo novamente ao hospital, mas ainda não há definição sobre transferência.  A nova crise ocorreu poucas horas depois de Bolsonaro receber, em um almoço, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além dos filhos Flávio e Jair Renan Bolsonaro, no condomínio Solar de Brasília. Histórico de complicações  Essa não é a primeira vez que o ex-presidente enfrenta problemas semelhantes. No último 16 de setembro, ele precisou ser internado após queda de pressão, soluços persistentes e episódios de vômito. Na ocasião, o médico Cláudio Birolini determinou o encaminhamento para o Hospital DF Star, onde Bolsonaro passou por exames e medidas terapêuticas.  Os episódios de soluço e desconforto digestivo são recorrentes desde a facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018, quando Bolsonaro precisou passar por várias cirurgias no abdômen. Clima em Brasília  Enquanto aliados, correligionários e familiares mantêm uma rotina intensa de visitas, os relatos sobre o estado de saúde de Bolsonaro voltam a repercutir em Brasília e nas redes sociais. (Renan Isaltino)

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Moraes diz que Eduardo cria dificuldades para ser notificado e impõe novas medidas

Deputado federal foi denunciado pela PGR por coação no curso do processo, mas ainda não foi oficialmente notificado O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou novas medidas para que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o blogueiro Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho sejam oficialmente notificados de que foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por coação no curso do processo. Ambos estão nos Estados Unidos. No caso de Eduardo Bolsonaro, Moraes afirmou que o deputado federal está “criando dificuldades para ser notificado” e que ele está fora do Brasil para “se furtar à aplicação da lei penal”. “O denunciado, de maneira transitória, encontra-se fora do território nacional, exatamente, conforme consta na denúncia, para reiterar na prática criminosa e evadir-se de possível responsabilização judicial, evitando, dessa maneira, a aplicação da lei penal”, disse o ministro. Segundo Moraes, apesar de não ter sido oficialmente notificado da denúncia da PGR, Eduardo tem pleno conhecimento dessa informação, tanto que publicou uma nota na rede social X para se defender da acusação. “Além de declarar, expressamente, que se encontra em território estrangeiro para se furtar à aplicação da lei penal, também é inequívoca a ciência, por parte do denunciado Eduardo Nantes Bolsonaro, acerca das condutas que lhe são imputadas na denúncia oferecida nestes autos, sobre a qual também se manifestou por meio de nota divulgada na rede social X.” Diante disso, Moraes determinou que a notificação ocorra por edital, procedimento usado quando a pessoa, mesmo localizada, não recebe a comunicação de forma regular. Em relação a Paulo Figueiredo, que mora nos EUA há cerca de dez anos, o ministro ordenou a expedição de uma carta rogatória. Esse instrumento jurídico é utilizado para que autoridades estrangeiras realizem atos de cooperação judicial, como a entrega de notificações a pessoas que residem fora do Brasil. Além das medidas específicas para cada denunciado, Moraes determinou o desmembramento do processo no STF, permitindo que a denúncia contra os dois seja analisada separadamente.   Fonte: R7 Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Casa Branca diz que acordo entre Israel e terroristas do Hamas tem 21 pontos-chave e ‘está muito perto’

Porta-voz do governo Trump enfatizou que ambos os lados precisam ceder ‘um pouquinho’; Netanyahu e presidente têm encontro hoje A Casa Branca afirmou, nesta segunda-feira (29), que os Estados Unidos estão próximos de anunciar o fim da guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Em entrevista à Fox News, a porta-voz do governo Trump, Karoline Leavitt, disse que um pacto, composto por 21 tópicos válidos para ambos os lados, “está muito perto” de sair. “[O acordo] está muito perto. Vai ser um dia muito agitado aqui na Casa Branca. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu chegará aqui atrás de mim em algumas horas para se encontrar com o presidente [Trump] e, certamente, vão finalizar esse plano de paz. O presidente Trump e seu time incrível estão trabalhando muito pesado nisso desde janeiro para consertar essa bagunça criada na administração Biden”, iniciou. A representante do governo americano disse que Trump escutou as preocupações de aliados, conseguiu conversar com os terroristas e está “em constante comunicação com nosso amigo e aliado Benjamin Netanyahu”. Leavitt, porém, antecipou que tanto Israel quanto os terroristas deverão fazer concessões. “Ninguém sabe mais que Trump a importância de atingir um bom acordo, um acordo razoável, para ambos os lados. Ambos os lados precisam desistir um pouquinho, devem deixar a mesa de negociação um pouco descontentes”, revelou. A porta-voz disse que as negociações entre Trump e os terroristas do Hamas contam com a intermediação do Catar. Para encerrar o conflito, os americanos apostam na diplomacia. “Esse conflito deve terminar na mesa de negociação. Trump foi claro: ele quer ver o fim da matança e todos os reféns libertados. É por isso que nosso enviado fez esse plano tão detalhado, com 21 pontos propostos para ambos os lados. Estamos que ambos aceitem”, encerrou.   Fonte: R7 Foto: NIYI FOTE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

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Tarcísio visita Bolsonaro nesta segunda em Brasília e deve falar de anistia e eleições de 2026

Encontro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes; essa será a primeira reunião entre os dois desde a condenação de Bolsonaro O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita nesta segunda-feira (29) o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. O encontro consta na agenda oficial do governador, embora não detalhe o horário da visita, mas o encontro precisa ocorrer entre 9h e 18h. A reunião entre os dois deve ser pautada pelas discussões sobre anistia e eleições de 2026. O encontro foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes há duas semanas. Será a primeira vez que o governador paulista vai se reunir com o padrinho político desde que Bolsonaro foi condenado, pela Primeira Turma do STF, a 27 anos e três meses de prisão por liderar organização criminosa que tentou um golpe de Estado e outros crimes. O último encontro entre Tarcísio e o ex-presidente ocorreu no início de agosto. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto e usa tornozeleira eletrônica. Conforme decisão anteriormente proferida por Moraes, todos os carros que saírem da casa do ex-presidente devem ser revistados por agentes penais do Distrito Federal. As medidas cautelares aplicadas a Bolsonaro, como prisão domiciliar, uso de tornozeleira e proibição de acessar redes sociais, foram determinadas no inquérito sobre suposta obstrução de Justiça contra o processo da trama golpista. Outras visitas Na última semana, Bolsonaro também recebeu diversos aliados em sua casa, onde cumpre prisão domiciliar. No dia 22 de setembro, ele recebeu o deputado federal Rodolfo Valadares (União-SE); no dia 24, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ); e no dia 25, Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL. Todos os nomes foram autorizados por Alexandre de Moraes.   Fonte: R7 Foto: Alan Santos/PR

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