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Categoria: Política

AGU cria Grupo de Trabalho para investigar falhas na distribuição de energia em SP

Objetivo da equipe será elaborar um relatório sobre as falhas no fornecimento e propor novas ações contra os responsáveis A AGU (Advocacia-Geral da União) oficializou a criação de um Grupo de Trabalho para apurar episódios críticos na prestação do serviço de distribuição de energia elétrica na região metropolitana de São Paulo. A medida, publicada nesta sexta-feira (16), no Diário Oficial da União, atende a um despacho direto do presidente Lula. O objetivo do grupo é elaborar um relatório detalhado sobre as falhas no fornecimento, analisar as medidas jurídicas já tomadas e propor novas ações contra os responsáveis. A equipe será coordenada pela Secretaria-Geral de Consultoria e contará com especialistas de órgãos estratégicos para garantir uma análise técnica e jurídica rigorosa, incluindo representantes da procuradoria especializada junto à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). O relatório deverá ser concluído no prazo de 30 dias úteis após a designação oficial dos membros. Apagões em SP A criação do grupo é feita em meio às fortes críticas sobre a Enel Distribuição São Paulo. Em dezembro de 2025, rajadas de vento severas expuseram a vulnerabilidade da rede aérea e a lentidão das equipes de contingência, resultando em bairros inteiros sem eletricidade por mais de seis dias. Desde 2023, porém, São Paulo lida com diferentes episódios de interrupção no fornecimento de energia. No apagão mais recente registrado na cidade, em dezembro de 2025, mais de 2 milhões de imóveis ficaram sem luz — milhares de residências passaram mais de uma semana no escuro.   Fonte: R7 Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Moraes determina transferência de Bolsonaro para a Papudinha e critica privilégios na prisão

Ex-presidente deixa sede da PF em Brasília após decisão do STF, que aponta cumprimento de pena em condições diferenciadas e campanha de desinformação contra o Judiciário  O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (15) a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Penitenciária da Papudinha, no Distrito Federal. Segundo o STF, a remoção foi realizada ainda no mesmo dia.  Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro, quando teve a prisão preventiva decretada após tentar violar a tornozeleira eletrônica. Três dias depois, o processo que tramitava no Supremo transitou em julgado, dando início ao cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses, imposta por tentativa de golpe de Estado.  Na decisão, Alexandre de Moraes reconhece a precariedade estrutural do sistema penitenciário brasileiro, mas ressalta que Bolsonaro vinha recebendo tratamento diferenciado em relação aos demais condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O ministro cita uma série de benefícios concedidos ao ex-presidente, como cela com ar-condicionado, televisão, frigobar, banheiro privativo e um protocolo especial para o recebimento de alimentos caseiros.  Mesmo diante dessas condições, Moraes afirma que houve uma “sistemática tentativa” de deslegitimar o cumprimento da pena, por meio de críticas públicas feitas por familiares e aliados do ex-presidente. A decisão inclui vídeos e declarações dos filhos de Bolsonaro que, segundo o ministro, difundiram informações falsas sobre supostas condições degradantes da custódia.  Para o magistrado, as manifestações fazem parte de uma campanha coordenada de desinformação com o objetivo de atacar o Judiciário. Ele ressalta que a pena vem sendo cumprida “com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana” e de forma “claramente privilegiada” em comparação ao restante do sistema prisional.  Apesar disso, Moraes destacou que a inveracidade das reclamações não impede a transferência de Bolsonaro para uma cela especial com “condições ainda mais favoráveis”, referindo-se à Papudinha, onde o ex-presidente seguirá cumprindo a pena determinada pelo STF. (Renan Isaltino) Fonte: R7

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Produção de veículos no Brasil cresce 3,5% em 2025, impulsionada por modelos leves, aponta Anfavea

Setor fecha o ano com 2,64 milhões de unidades produzidas, alta nas vendas internas e forte avanço das exportações, apesar da queda registrada em dezembro  A produção brasileira de veículos — que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões — registrou crescimento de 3,5% em 2025, totalizando 2,64 milhões de unidades. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).  Segundo a entidade, o desempenho positivo foi puxado principalmente pela produção de veículos leves, mantendo o Brasil entre os maiores produtores de veículos do mundo. As vendas no mercado interno somaram 2,69 milhões de unidades no ano, o que representa aumento de 2,1% na comparação com 2024.  Outro destaque foi o avanço expressivo das exportações, que cresceram 32,1% ao longo do ano, com quase 529 mil veículos comercializados para outros países. Para o presidente da Anfavea, Igor Calvet, o resultado, embora abaixo das expectativas iniciais, ainda é positivo. “Esperávamos mais, mas não foi um ano ruim para o setor. Ainda assim foi um ano com dados positivos”, avaliou. Desempenho de dezembro  No recorte mensal, os emplacamentos de veículos em dezembro apresentaram crescimento de 17,1% em relação a novembro e de 8,5% na comparação com o mesmo mês de 2024, totalizando 279,4 mil unidades vendidas. De acordo com a Anfavea, o avanço foi influenciado principalmente pelo excesso de estoques nas concessionárias.  Em contrapartida, as exportações tiveram queda acentuada no último mês do ano: recuo de 47,7% frente a novembro e de 38,1% na comparação anual, com apenas 18,7 mil unidades embarcadas. Segundo Igor Calvet, esse foi o pior desempenho mensal desde abril de 2020.  A produção também apresentou retração em dezembro, com queda de 15,8% em relação a novembro e de 3,9% na comparação com dezembro do ano anterior, somando 184 mil veículos produzidos no mês. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: R7

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Lula sanciona Orçamento de 2026 com vetos a trechos alterados pelo Congresso

Lei Orçamentária Anual prevê superávit de R$ 34,5 bilhões e teve cerca de R$ 400 milhões vetados  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (14) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, no limite do prazo constitucional para manifestação do Palácio do Planalto. A sanção, no entanto, veio acompanhada de vetos a dispositivos incluídos pelo Congresso Nacional durante a tramitação do texto.  A peça orçamentária havia sido aprovada pelo Legislativo em dezembro do ano passado e aguardava decisão presidencial. O orçamento estabelece quanto e como o governo federal poderá arrecadar e gastar ao longo de 2026 e prevê um superávit de R$ 34,5 bilhões.  Durante a análise do texto, o Congresso promoveu ajustes que resultaram em cortes em programas considerados prioritários pelo governo federal, como o Auxílio Gás, o programa Pé-de-Meia e a Farmácia Popular.  Os vetos presidenciais atingem dispositivos que somam cerca de R$ 400 milhões. Segundo o governo, os trechos vetados estavam em desacordo com a legislação vigente e tratavam de mudanças na destinação de recursos que são de competência exclusiva do Poder Executivo.  Entre os pontos vetados estão alterações em despesas classificadas como RP2, que correspondem aos gastos discricionários do governo — aqueles que não possuem destinação obrigatória. De acordo com a justificativa apresentada pelo presidente, esse tipo de despesa não pode ser remanejado pelo Congresso Nacional.  O texto aprovado pelos parlamentares previa a reserva de R$ 50 bilhões para emendas individuais, de bancada e de comissão, além de R$ 11,5 bilhões em parcelas adicionais provenientes justamente das despesas discricionárias do Executivo.  Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que pode mantê-los ou derrubá-los em votação futura. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: arquivo P.V

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Prefeitura prorroga vencimento da primeira parcela do IPTU 2026 em Cordeirópolis

Novo prazo é 30 de janeiro, conforme decreto assinado pela prefeita Cristina Saad  A Prefeitura de Cordeirópolis prorrogou o vencimento da primeira parcela do IPTU 2026, bem como do pagamento à vista com desconto. A medida está prevista em decreto assinado pela prefeita Cristina Saad e atende a uma solicitação dos vereadores Paulo César Morais, Vilson Caleffi, Valmir Sanches, Cícero da Silva Saraiva, Deize Bettin, Sidnei Gambaro e Rozimar Rodrigues.  O novo prazo é 30 de janeiro de 2026. As demais parcelas permanecem com os vencimentos já estabelecidos, todo dia 15. Segundo o departamento Tributário, o pagamento pode ser feito via bancos conveniados – internet ou caixa eletrônico e nas casas lotéricas. No site da prefeitura (www.cordeiropolis.sp.gov.br) é possível emitir a segunda via do tributo municipal.

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Trump anuncia tarifas de 25% a países que negociarem com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (12) a imposição, com efeitos imediatos, de uma tarifa de 25% sobre “qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã”.  Segundo Trump, estes países terão uma tarifa imediata sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos. “Com efeito imediato, qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações realizadas com os Estados Unidos da América”, anunciou Donald Trump em sua rede social. “Esta ordem é definitiva e irrecorrível”, acrescentou. Protestos O anúncio de Trump surge no momento em que o regime de Teerã enfrenta uma das maiores ondas de protestos dos últimos anos. Neste domingo (11) e segunda-feira, Teerã registrou também atos pró-regime da República Islâmica e para criticar as manifestações violentas dos últimos dias. Ontem, o presidente do Irã Masoud Pezeshkian afirmou que protestos pacíficos são tolerados no país, mas que os distúrbios recentes são provocados por “terroristas do estrangeiro”, para justificar uma invasão pelos EUA e por Israel. Em resposta aos protestos, que já se estendem a todo o país, as autoridades iranianas têm respondido com força letal perante a população. Segundo organizações não-governamentais, há registro de pelo menos 600 mortes. Nos últimos dias, o presidente estadunidense tem repetido ameaças de intervenção no Irã. Donald Trump afirmou que tem opções “muito fortes”, incluindo a via militar, e adiantou ainda que está em contacto com líderes da oposição iranianos.   Fonte: R7 Foto: JONATHAN ERNST

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Venezuela anuncia retorno de navio petroleiro em operação com EUA

O governo da Venezuela anunciou, na noite de sexta (9), que uma operação conjunta com os Estados Unidos (EUA) determinou o retorno do navio petroleiro Minerva. Segundo o comunicado assinado pela estatal petrolífera do país, a PDVSA, a embarcação havia deixado o país sem pagamento ou autorização venezuelana. “Graças a essa primeira exitosa operação conjunta, o navio se encontra navegando em regresso às águas venezuelanas para sua proteção e ações pertinentes”, afirma a nota. O próprio presidente Donald Trump (dos Estados Unidos) divulgou em sua rede social que, em coordenação com as “autoridades interinas” da Venezuela, foi apreendido um navio-tanque que deixou o país sem autorização. “Este navio-tanque está agora a caminho de volta para a Venezuela, e o petróleo será vendido através do Grande Acordo Energético, que criamos para esse tipo de venda”, escreveu. Abertura de embaixadas A operação conjunta ocorreu no mesmo dia em que a presidente interina, Delcy Rodríguez, tratou do “processo diplomático” para a abertura de embaixadas dos Estados Unidos. “Seu principal objetivo é reiterar nossa condenação à agressão sofrida pelo nosso povo”, escreveu. Neste sábado (10), a intervenção armada dos estadunidenses (com o sequestro e prisão do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores),  completa uma semana Ela ponderou ainda que a resposta à intervenção estadunidense será por meio da diplomacia. “Usaremos nossa diplomacia bolivariana de paz para defender a estabilidade, o futuro e nossa sagrada soberania”. Delcy Rodrigues afirmou que esse será o caminho que “para proteger o povo e também para garantir o retorno do Presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores”. Ela cita que isso ocorrerá com “paciência e determinação estratégica”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Hakon Rimmereid/via REUTERS

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Após ameaças e acusações, Trump conversa com presidente colombiano

Os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, e dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, conversaram por telefone na noite dessa quarta-feira (8). Foi a primeira vez que os dois tiveram algum contato após as ameaças e acusações que o mandatário norte-americano tem feito ao líder colombiano. Petro divulgou uma foto em suas redes sociais enquanto estava ao telefone com Trump e também comentou o que foi conversado entre eles. “Entre outras coisas, falamos de nossas visões divergentes sobre a relação dos EUA com a América Latina”. Petro disse também que explicou ao presidente norte-americano o potencial que a América Latina tem de produzir energia limpa, que poderia ser usada pelos EUA. “Explorar a América Latina em busca de petróleo só levaria à destruição do direito internacional e, portanto, à barbárie e a uma terceira guerra mundial”, acrescentou. Para ele, o potencial de energia limpa da América Latina pode ser concretizado com um investimento de US$ 500 bilhões, atualmente detido pelos Estados Unidos. “Essa é a minha proposta. Fundamentada na paz, na vida e na democracia global”. Após o telefonema, Petro foi a uma manifestação popular que ele mesmo havia convocado para reforçar a posição do país em relação às ameaças norte-americanas. No palanque, ele afirmou que havia conversado com Trump instantes atrás e leu o que declarou o presidente americano. Trump disse que foi uma “grande honra falar com Petro” e que havia telefonado para conversar sobre a situação das drogas e também sobre outros desentendimentos entre eles. O colombiano contou que agradeceu a oportunidade, afirmou que espera um encontro em breve entre eles e que já estão ocorrendo as negociações para que isso aconteça. Ameaças Após a operação militar que sequestrou Nicolás Maduro na Venezuela, Donald Trump fez ameaças a Gustavo Petro e à Colômbia. No domingo (4), o norte-americano afirmou que “a Colômbia está muito doente e que é governada por um homem doente, que produz cocaína para vender aos Estados Unidos, mas não vai continuar fazendo isso por muito tempo”. Em conversa com a imprensa americana, Trump declarou ainda que uma invasão à Colômbia parecia ser uma boa ideia. Petro, por sua vez, declarou que “Trump tem um cérebro senil” e que ele vê “os verdadeiros libertários como narcoterroristas por não entregar a ele carvão ou petróleo”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Reprodução/Gustavo Petro

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8 de Janeiro: três anos depois, STF ainda deve julgar mais de 300 ações por atos antidemocráticos

Até o momento, 810 pessoas foram condenadas por envolvimento nos atos, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro Após três anos dos atos antidemocráticos do 8 de janeiro, o STF (Supremo Tribunal Federal) ainda tem 346 ações penais em fase final de instrução e 98 denúncias já oferecidas para serem analisadas. Segundo a Corte, a maioria é relacionada a financiadores dos atos, já que esses processos são mais demorados, pois envolvem quebra de sigilo bancário. O Supremo inicia o ano judiciário em fevereiro, mas ainda não há pauta definida de julgamentos. Nesta quinta-feira (8), o Brasil relembra a data após condenar os autores intelectuais dos atos. No fim do ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) terminou os julgamentos das autoridades que teriam articulado um plano de golpe de Estado depois das eleições de 2022. Os atos de 8 de janeiro seriam a “última esperança” para manter Jair Bolsonaro no poder, segundo a investigação. Ao todo, 810 pessoas foram condenadas, sendo 395 por crimes mais graves e 415 por delitos menos severos. Outras 14 foram absolvidas. Também houve a homologação de 564 acordos de não persecução penal. Nesses casos, são previstas medidas como prestação de serviços à comunidade e cursos sobre democracia. Desde 2023, 1.734 ações penais foram abertas no STF com relação aos atos. Prisões Apesar do número de condenações, três anos após os atos, a maioria dos condenados não está mais presa. De acordo com dados atualizados em agosto pelo STF, 141 pessoas estavam presas em unidades prisionais e 44 cumpriam prisão domiciliar. A maioria já foi solta por terem cumprido parte da pena — o que permitiu a ida para o regime aberto ou o livramento condicional. No fim do ano passado, o Congresso aprovou o PL da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados por golpe de Estado. O projeto, no entanto, deve ser vetado pelo presidente Lula nesta quinta-feira. O texto também beneficiaria o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão. Bolsonaro está cumprindo pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Além dele, outros 22, dos 29 condenados por integrarem a organização criminosa da trama golpista, estão presos. Seis estão cumprindo penas definitivas (Bolsonaro, Braga Netto, Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira e Augusto Heleno). Outros 17 estão em prisão preventiva devido ao risco de fuga. Trama golpista x 8 de janeiro A PGR relaciona os atos de 8 de janeiro à atuação de uma organização criminosa, que teria sido liderada por Bolsonaro, com o objetivo de manter o ex-presidente no poder. Segundo a investigação, o 8 de janeiro seria o “resultado final da empreitada golpista”. Nesta quinta, o STF tem uma programação especial para relembrar os atos antidemocráticos. A programação envolve uma exposição, a exibição de um documentário, uma roda de conversa e uma mesa-redonda.   Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Moraes autoriza Bolsonaro a fazer exames hospitalares após queda da cama

O ex-presidente, que está preso, caiu enquanto dormia, gerando um leve traumatismo craniano e contusões nos braços e pés O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou, nesta quarta-feira (7), que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime fechado, seja levado até um hospital particular, em Brasília, para realizar exames após ter caído da cama na terça-feira (6). Segundo relatório da PF (Polícia Federal), Bolsonaro caiu enquanto dormia, e apresentou leve traumatismo craniano, tonturas, soluços intensos e contusões nos braços e pés. Na unidade hospitalar, ele deverá realizar uma tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética e eletroencefalograma. O ex-presidente cumpre pena total de 27 anos e 3 meses, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, pela sua condenação sobre os atos antidemocráticos de 8 de Janeiro. Segundo a decisão de Moraes, o transporte do custodiado deverá ser realizado pela Polícia Federal de forma discreta, com desembarque pelas garagens do hospital. Além disso, deverá ser feita a vigilância completa de Bolsonaro durante os exames e garantido o retorno imediato à Superintendência após os procedimentos.   Fonte: R7 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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