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Motociclista morre após dois dias internado depois de grave acidente em Limeira

Prefeitura recebe comitiva da multinacional HL Mando para tratar de investimentos em Limeira

Homem é preso com mais de 130 porções de drogas no Odécio Degan, em Limeira

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Categoria: Polícia

Motociclista morre após dois dias internado depois de grave acidente em Limeira

Hygor Montanaro, de aproximadamente 20 anos, sofreu traumatismo cranioencefálico após ser arremessado contra um poste durante a colisão Um motociclista identificado como Hygor Montanaro, de aproximadamente 20 anos, morreu após não resistir aos ferimentos provocados por um grave acidente de trânsito em Limeira. A ocorrência aconteceu na tarde de terça-feira, na Rua Ana Hermínia Trento Roque. Segundo as informações apuradas no local, Hygor seguia de motocicleta no sentido bairro quando teria iniciado uma ultrapassagem. Durante a manobra, a moto acabou atingindo o farol de um Citroën C4. Com a força da colisão, o motociclista foi arremessado contra um poste. Hygor sofreu um traumatismo cranioencefálico (TCE) e apresentou forte sangramento. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser intubado ainda no local pelas equipes de resgate. O motociclista foi encaminhado em estado gravíssimo para a Santa Casa de Limeira, onde permaneceu internado durante dois dias. Apesar dos esforços da equipe médica, Hygor não resistiu aos ferimentos e morreu. O passageiro que estava na motocicleta também ficou ferido. Ele apresentava suspeita de fraturas nas pernas e foi encaminhado para atendimento médico. As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V

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Homem é preso com mais de 130 porções de drogas no Odécio Degan, em Limeira

Um homem de 31 anos foi preso por tráfico de drogas na manhã desta quinta-feira (24) na Rua Antônio Zarus, no Jardim Odécio Degan, em Limeira (SP). De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Militar (PM), uma equipe realizava patrulhamento pelo bairro quando visualizou um indivíduo com uma bolsa de cor clara embaixo do braço. Ao perceber a presença da viatura policial, ele tentou empreender fuga e foi abordado. Em busca pessoal, foi localizado no bolso da blusa um saco de papel contendo 16 flaconetes de cocaína, totalizando 0,030 kg. Na bolsa que portava, havia um saco plástico contendo 73 potes plásticos com maconha e outro saco plástico grande, do tipo zip lock, contendo 47 porções de maconha em pequenos saquinhos, totalizando 120 porções de maconha, com peso total de 0,436 kg. Indagado a respeito, o abordado teria informado que havia acabado de receber a droga e que realizaria a venda no local. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao indivíduo. Ele foi encaminhado para exame cautelar de corpo de delito na Santa Casa e, posteriormente, apresentado no 3º Distrito Policial de Limeira, onde a autoridade responsável tomou conhecimento dos fatos e ratificou a voz de prisão, permanecendo o indivíduo preso à disposição da Justiça.   Foto: Divulgação/PM

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Procurado pela Justiça é preso com mais de 720 porções de drogas e R$ 3,7 mil durante ação da PM, em Sumaré

Homem tentou fugir ao perceber a presença dos policiais; cocaína, crack, dry, haxixe, maconha, celulares e dinheiro foram apreendidos Um homem, de 39 anos, procurado pela Justiça e com possível envolvimento no tráfico de drogas, foi preso na tarde desta quarta-feira (23) no Jardim Fantinati, em Sumaré (SP). De acordo com informações da Polícia Militar (PM), equipes da ROCAM realizavam patrulhamento quando receberam informações sobre a presença do suspeito nas proximidades da entrada de uma viela. No local, os policiais visualizaram um homem portando uma mochila que, ao perceber a presença da equipe, tentou fugir, mas foi acompanhado e abordado. Durante a revista pessoal e a vistoria na mochila, foram encontradas diversas porções de entorpecentes, dinheiro em espécie e três aparelhos celulares. Segundo a PM, o abordado admitiu a prática do tráfico de drogas. O homem foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal de Campinas, em razão de envolvimento em uma operação em andamento da Polícia Federal (PF), onde permaneceu preso à disposição da Justiça. Ao todo, foram apreendidas 723 porções de drogas, sendo 285 porções de cocaína, 122 de crack, seis de dry, 46 de haxixe e 264 de maconha, além de três celulares e R$ 3.794,20 em dinheiro.   Foto: Divulgação/PM

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Operação investiga lavagem de dinheiro ligada à compra de distribuidora de combustíveis

Nesta quinta-feira (24), o MPSP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Receita Federal, Secretaria da Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado, Polícia Militar e a Polícia Civil deflagraram a Operação Crédito Oculto, desdobramento da Operação Carbono Oculto, contando com o Apoio dos GAECOs dos Estados do Rio de Janeiro, de Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e do Espírito Santo. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em 29 endereços vinculados a 13 pessoas físicas e 24 pessoas jurídicas. O objetivo da operação é desvendar a utilização de estruturas complexas de lavagens de capitais para a aquisição de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. Houve sobreposição de estruturas pela organização criminosa, para, inicialmente, ocultar o controle de uma empresa sucroalcooleira e, depois, a aquisição de uma distribuidora de combustíveis. Conforme identificada pela operação Carbono Oculto, a primeira estrutura foi criada para ocultar e dissimular os reais proprietários de uma usina sucroalcooleira no interior do Estado de São Paulo e identificada pela operação Carbono Oculto. Posteriormente, outro operador financeiro, titular de fintechs e outras empresas, teria utilizado a infraestrutura societária e financeira do seu grupo empresarial, não apenas para a movimentação financeira das empresas da organização criminosa, como para criar novas camadas de ocultação sobre a titularidade da usina sucroalcooleira, entre outras fraudes. Embora a titularidade formal da empresa sucroalcooleira estivesse distribuída entre fundos de investimento e outras empresas aparentemente independentes, os elementos reunidos indicam que a estrutura foi organizada para preservar o controle econômico dela sem que os reais beneficiários fossem revelados. Um dos principais achados, inclusive, envolve uma operação de aproximadamente R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Segundo os levantamentos, uma empresa ligada à sociedade de investimentos adquiriu os créditos mediante a transferência de cotas de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC). A análise financeira indicou que parcela relevante dos recursos empregados na aquisição das cotas se originou de fundos de investimentos controlados pelo mesmo grupo investigado. A estrutura teria criado um fluxo financeiro circular, conferindo aparência de legitimidade à operação e dificultando a identificação dos reais beneficiários. A ocultação da titularidade da usina sucroalcooleira, em duas etapas e por dois grupos de operadores do mercado financeiro, foi providencial não apenas para blindar a usina sucroalcooleira, mas também instrumentalizá-la para a estruturação de um novo negócio jurídico pela organização criminosa: a aquisição de uma das maiores distribuidora de combustíveis do país. As análises econômico-financeiras apontam que a aquisição da distribuidora de combustíveis foi viabilizada por outra estrutura financeira composta por banco, fundos de investimento, escritório de advocacia, holdings, empresas patrimoniais e empresas de fachada, organizada para distanciar os recursos ilícitos utilizados na operação e os seus verdadeiros financiadores e beneficiários econômicos. A usina teria recepcionado em suas contas bancárias R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa para financiar a referida aquisição. Seguindo modus operandi já apontado pelo Ministério Público de São Paulo, os valores passaram “em poucos minutos” por múltiplas contas gráficas de três empresas do grupo ocultadas por contas bolsões em Fintechs, usadas como meras “contas de passagem”, até aportarem na conta da referida usina sucroalcooleira. A usina sucroalcooleira passou a integrar a carteira de um novo fundo de investimento criado especificamente para o negócio jurídico. O valor de R$ 100 milhões foi aportado em referido fundo de investimento. Depois, a fraude foi arquitetada por intermédio de um Certificado de Depósito Bancário Vinculado (CDBV)). O fundo de investimento realizou a aquisição de um CDB perante o Banco Tradicional que, por sua vez, utilizou o dinheiro para realizar uma operação “casada” com a emissão de duas cédulas de crédito bancário para duas shell companies da própria organização criminosa. Essas empresas de fachada se capitalizaram mediante este negócio jurídico simulado e foram utilizadas para ocultar e dissimular os verdadeiros beneficiários finais do negócio jurídico, ou seja, a aquisição da distribuidora de combustíveis. Ainda, recursos foram utilizados para adquirir integralmente as cotas de um fundo imobiliário. Os imóveis que davam suporte econômico à operação já haviam sido previamente transferidos para empresas patrimoniais e, posteriormente, para fundos imobiliários. Dessa forma, os bens permaneciam sob o controle econômico do grupo investigado, mas deixavam de figurar diretamente em seu patrimônio pessoal, dificultando a identificação de seus reais proprietários e proporcionando blindagem patrimonial. Segundo os elementos reunidos na investigação, a fintech, a empresa sucroalcooleira, os fundos de investimento, as holdings e as empresas-veículo desempenhavam funções complementares na estrutura. A fintech permitia a circulação e fragmentação dos recursos. A empresa sucroalcooleira recepcionava e incorporava os valores à atividade econômica formal. Já os fundos assumiam a posição econômica de financiadores de fato, as holdings realizavam as aquisições e as empresas-veículo serviam como camada adicional de separação entre a origem dos recursos e os reais beneficiários dos ativos adquiridos. Finalmente, os fundos imobiliários foram utilizados para concentrar imóveis vinculados aos investigados. Além de fornecer garantias e suporte econômico às operações, esses veículos mantinham bens de alto valor em patrimônios segregados, fora da titularidade direta dos investigados, ampliando a blindagem patrimonial e dificultando a visualização do patrimônio efetivamente controlado pelo grupo. Portanto, a investigação constata a construção e a interligação de múltiplas estruturas de lavagem de capitais, não apenas pela organização criminosa atuante em todo o setor de combustíveis, mas essencialmente por operadores do mercado financeiro que prestam serviços de lavagem de capitais, consistindo em verdadeiras convergências criminosas à disposição de múltiplos grupos criminosos. A empresa financeira empregada na aquisição simulada da empresa sucroalcooleira movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025. O volume financeiro, considerado com as demais evidências, reforça os indícios de uso de uma estrutura financeira e de investimentos para ocultação patrimonial, dissimulação da origem de recursos e lavagem de capitais.

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Homem é preso após furto em imobiliária no Centro de Araras

Segundo a PM, ele foi localizado sobre o telhado do imóvel com objetos retirados do estabelecimento A Polícia Militar (PM) informou que foi acionada, durante a madrugada desta quinta-feira (24), para atender a uma ocorrência de furto em andamento em um estabelecimento comercial, sendo um salão comercial do ramo imobiliário na região central de Araras (SP). No local, após informações obtidas por meio do sistema de monitoramento do estabelecimento, as equipes realizaram averiguação e localizaram um indivíduo sobre o telhado do imóvel, na posse de pertences que haviam sido retirados do comércio. De acordo com a PM, o indivíduo foi preso e conduzido para atendimento médico e, posteriormente, apresentado à autoridade policial. A ocorrência foi registrada como furto consumado, permanecendo o envolvido à disposição da Justiça.   Foto: Divulgação/PM

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Homem condenado a 16 anos por homicídio é capturado em Campinas

O crime está relacionado a um homicídio ocorrido em julho de 2023, na região do Campo Grande, quando um homem em situação de rua foi morto e teve o corpo carbonizad A Guarda Municipal de Campinas informou que capturou um homem, de 32 anos, que tinha um mandado de prisão por homicídio. A ação aconteceu, no final da tarde desta quarta-feira (23), no mesmo dia que o mandado foi expedido pela Justiça. A localização foi realizada em uma ação conjunta entre o setor de Inteligência da Guarda Municipal e uma equipe operacional.   Ver esse post no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Após receber a informação sobre a expedição do mandado, uma equipe da GM, em patrulhamento pela região central localizou e identificou o homem na Avenida Francisco Glicério. Ele foi conduzido ao 1º Distrito Policial, onde seus dados foram confirmados. Conforme informações constantes no mandado, havia pena de 16 anos a cumprir. O homem permaneceu à disposição da Justiça. O mandado está relacionado a um homicídio ocorrido em Campinas, em 26 de julho de 2023, no qual um morador em situação de rua foi morto a pauladas e teve o corpo carbonizado. Um cachorro também foi encontrado carbonizado próximo à vítima. O crime ocorreu na região do distrito do Campo Grande.   Foto: Divulgação/GM de Campinas

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Quatro suspeitos são detidos com fios furtados em Americana

A Guarda Municipal de Americana (GAMA) informou que deteve quatro homens suspeitos de envolvimento em furto de fiação, na manhã desta quarta-feira (23), na Rua das Nogueiras, no bairro Jardim São Paulo. As equipes da GAMA realizavam patrulhamento pela região quando perceberam um veículo Fiat Palio, com placas de Sumaré, que chamou a atenção dos agentes por estar equipado com escadas. Durante a averiguação, os guardas também identificaram um segundo veículo, um Chevrolet Vectra, que estaria dando suporte aos suspeitos.   Ver esse post no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Durante a abordagem, os agentes localizaram no interior do Palio uma grande quantidade de fiação e cabos telefônicos, que teriam sido retirados da rede. Os envolvidos não apresentaram documentação ou licença que comprovasse a realização de qualquer serviço no local. Questionados pelos agentes, dois dos integrantes do grupo confessaram que haviam se deslocado até o município para praticar o furto de fios. Os quatro homens, juntamente com os dois veículos e o material localizado, foram encaminhados ao Plantão Policial.   Foto: Divulgação/GAMA

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Homem é preso por tráfico de drogas após fugir da PM em Piracicaba

Com ele foram localizados diversos tipos de drogas e materiais relacionados ao preparo e comercialização Um homem de 26 anos foi preso pela Polícia Militar (PM) na noite desta terça-feira (22), por tráfico de drogas, no bairro Água Branca, em Piracicaba (SP). Segundo informações da PM, durante patrulhamento pela Rua Daniel Arruda, os policiais visualizaram um veículo que entrou na via em alta velocidade. Após receber sinais sonoros e luminosos de parada, o condutor iniciou fuga, sendo acompanhado até uma área de mata, onde abandonou o veículo e tentou fugir a pé, mas acabou abordado. Segundo a PM, o homem informou espontaneamente que havia drogas no interior do veículo. Durante a ocorrência, ele ainda teria oferecido R$ 10 mil aos policiais, quantia que, segundo ele, seria entregue por seu “gerente”, para que fosse liberado com os entorpecentes. No veículo foram localizados diversos tipos de drogas e materiais relacionados ao preparo e comercialização, incluindo MD, cocaína, ecstasy, maconha, haxixe, lança-perfume, além de embalagens e outros objetos. Também foram apreendidos um celular, R$ 27 em dinheiro e o veículo. A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante. O indiciado permaneceu à disposição da Justiça.   Foto: Divulgação/PM

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Polícia Civil faz operação contra grupo suspeito de aplicar golpe do falso leilão; mandados são cumpridos em Campinas

Esquema usava sites falsos para vender carros e bens que não existiam; envolvidos movimentaram mais de R$ 2,6 milhões com o esquema criminoso A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta quarta-feira (23) operação contra um grupo criminoso investigado por estelionato digital por meio do golpe do “falso leilão”. Em ação integrada com a Polícia Civil do Ceará, os policiais cumprem 24 mandados de busca e apreensão e sete de prisão expedidos pela Justiça. Em São Paulo, equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra), do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), cumprem 24 mandados de busca e apreensão e outros sete de prisão na zona leste da capital. Diligências também são realizadas nas cidades de Cajamar e Rio Grande da Serra, na Região Metropolitana, e em Campinas, no interior. O delegado Tom Blumer, do Garra, está coordenando a ação no estado paulista e destacou a importância da integração interestadual entre as polícias para combater a atuação da criminalidade organizada. “Essa é mais uma operação que mostra que não há fronteira para a Polícia Civil quando o assunto é reprimir crimes que afetam a população”, afirmou. Sobre a investigação A Polícia Civil do Ceará identificou 18 vítimas do esquema criminoso. A investigação apontou ainda 13 sites mantidos pela quadrilha que simulavam leilões oficiais nos estados do Ceará, Bahia, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina. Esse esquema permitiu que os envolvidos movimentassem mais de R$ 2,6 milhões. Os investigados criavam esses sites e anúncios falsos com aparência profissional para simular leilões oficiais de veículos e outros bens de alto valor. Com ofertas muito abaixo do preço de mercado, os criminosos atraíam as vítimas, que eram induzidas a fazer pagamentos e transferências via Pix para contas ligadas ao esquema. O golpe só era descoberto quando o bem nunca era entregue e o suposto leilão desaparecia da internet. A investigação mira toda a estrutura da quadrilha, desde os responsáveis por captar as vítimas e criar as plataformas fraudulentas até os que administravam a movimentação do dinheiro obtido ilicitamente. Durante o cumprimento das ordens, as equipes apreenderam documentos, celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos que devem ajudar a rastrear novas vítimas e a descapitalizar a quadrilha. Os casos estão sendo registrados pela Polícia Civil do Ceará, que prossegue com as investigações para desmantelar a organização criminosa por completo.   Foto: Divulgação/Governo de SP

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PF deflagra operação contra esquema de falsas malas diplomáticas em Viracopos

Esquema teria utilizado falsas malas diplomáticas para trazer eletrônicos ao Brasil via Aeroporto de Viracopos; ação cumpre mandados em cidades paulistas e prevê bloqueio de cerca de R$ 20 milhões A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (23), a Operação Rota Diplomática, destinada a desarticular organização criminosa suspeita de utilizar falsas malas diplomáticas para introduzir clandestinamente mercadorias estrangeiras no Brasil, por intermédio do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Mandados são cumpridos em Indaiatuba, Santana de Parnaíba, São Paulo e Mauá.   Ver esse post no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Segundo informações da PF, cargas contendo principalmente smartphones e outros produtos eletrônicos provenientes dos Estados Unidos eram remetidas ao país com selos e outros elementos de identificação vinculados ao serviço consular do Chipre, com o objetivo de simular sua condição de mala diplomática. Foi apurado pela PF que, somente entre 2023 e 2024, mais de 230 toneladas de mercadorias teriam sido clandestinamente internalizadas por meio do esquema. Nesta fase, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal de Campinas, além de medidas de bloqueio patrimonial no montante aproximado de R$ 20 milhões. Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de descaminho, organização criminosa e lavagem de dinheiro. De acordo com a PF, até a última atualização desta reportagem, não houve prisão e dispositivos eletrônicos foram apreendidos.   Foto: Divulgação/PF

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