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Mapa determina recolhimento de lote de azeite por fraude e irregularidades em empresa importadora

Atlas da Violência aponta contraste nos índices de homicídios entre cidades da região

Canil da GCM apreende drogas escondidas em área verde do Residencial Olindo de Lucca em Limeira

Casal é preso suspeito de recolher dinheiro do tráfico no Parque Hipólito, em Limeira

Mutirão da dengue identifica 74 criadouros em bairros da região do Cecap em Limeira neste sábado

Operação contra Castro mira aportes de R$ 3,6 bi em fundos do Master

Categoria: Polícia

Mapa determina recolhimento de lote de azeite por fraude e irregularidades em empresa importadora

Produto da marca San Paolo foi classificado como impróprio para consumo após análise apontar mistura com outros óleos vegetais e falhas cadastrais da empresa responsável O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou irregularidades em um lote de azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo e determinou o recolhimento imediato do produto em todo o país. Segundo o órgão, análises laboratoriais constataram a presença de mistura com outros óleos vegetais no lote 260289, o que caracteriza fraude e torna o produto impróprio para consumo humano. A fiscalização também apontou inconsistências nos dados da empresa responsável pela importação e comercialização do azeite. O endereço e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) informados em rótulos e documentos fiscais não foram localizados ou confirmados. Notificada pela Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo, a empresa não apresentou manifestação dentro do prazo estabelecido e deverá ser autuada administrativamente. O Ministério da Agricultura classificou a situação como infração grave e alertou que estabelecimentos que mantiverem o produto à venda poderão ser responsabilizados. A orientação é para que consumidores interrompam imediatamente o uso do azeite e solicitem a substituição, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: divulgação MAPA

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Atlas da Violência aponta contraste nos índices de homicídios entre cidades da região

Santa Bárbara d’Oeste aparece entre as cidades mais seguras do país, enquanto Limeira registra o pior índice da área de cobertura Um levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou diferenças significativas nos índices de homicídios entre cidades da região com mais de 100 mil habitantes. Os dados fazem parte do Atlas da Violência e consideram os chamados homicídios estimados, indicador que reúne tanto os registros oficiais de mortes violentas quanto os homicídios ocultos — casos em que a causa da morte não foi devidamente identificada pelos estados. Entre os municípios analisados, Santa Bárbara d’Oeste aparece entre as cidades com os menores índices de homicídios por 100 mil habitantes em todo o país, consolidando um dos melhores desempenhos da região em segurança pública. Por outro lado, Limeira apresentou o pior índice entre as cidades da área de cobertura do levantamento, evidenciando um cenário de maior violência em comparação com os municípios vizinhos. O estudo também aponta diferenças importantes entre cidades do estado de São Paulo, mostrando que os indicadores de violência variam de forma significativa mesmo entre municípios próximos geograficamente. O Atlas da Violência utiliza dados oficiais de mortalidade e segurança pública para monitorar a evolução dos crimes violentos no Brasil e auxiliar na formulação de políticas públicas voltadas à prevenção da criminalidade. (Renan Isaltino) Fonte: Ipea Foto: arquivo P.V

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Canil da GCM apreende drogas escondidas em área verde do Residencial Olindo de Lucca em Limeira

Cão farejador Bono localizou 86 pinos de cocaína e 47 porções de maconha; suspeitos fugiram antes da abordagem A equipe do Canil da Guarda Civil Municipal (GCM) apreendeu entorpecentes na tarde desta terça-feira (26) em uma área verde do Residencial Olindo de Lucca, em Limeira. De acordo com informações  apuradas pelo Portal Veloz, parceiro do R7, junto a corporação, os guardas Ragonha, Sobrinho e Silva realizavam patrulhamento pelo bairro quando avistaram dois indivíduos em atitude suspeita em meio à área verde. Ao perceberem a aproximação da viatura, os suspeitos fugiram correndo, dando início a uma tentativa de abordagem. Apesar das buscas realizadas pela equipe, os homens conseguiram escapar e não foram localizados. Com apoio do cão farejador Bono, os agentes iniciaram uma varredura pelo local. Durante a ação, o animal indicou um ponto específico onde havia um buraco utilizado para esconder drogas. No local, os guardas encontraram 86 pinos de cocaína e 47 porções de maconha. Todo o material apreendido foi encaminhado ao 2º Distrito Policial de Limeira, onde a ocorrência foi registrada. As drogas permaneceram apreendidas pela Polícia Civil. (Renan Isaltino) Foto: GCM de Limeira

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Casal é preso suspeito de recolher dinheiro do tráfico no Parque Hipólito, em Limeira

GCM apreendeu motocicleta, cocaína, celular e R$ 337 durante a ocorrência; trio foi autuado por tráfico e associação ao tráfico Um casal, ambos de 24 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (26) acusado de recolher dinheiro proveniente do tráfico de drogas no bairro Parque Hipólito, em Limeira. Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), a equipe do Canil, formada pelos guardas Ragonha, Silva e Sobrinho, realizava patrulhamento pela Rua Higino de Barros Camargo quando percebeu uma movimentação suspeita envolvendo um casal em uma motocicleta e um terceiro indivíduo. Durante a abordagem, os agentes constataram que o casal recebia uma quantia em dinheiro em notas de diversos valores. Questionados sobre a origem do montante, eles afirmaram que o valor seria referente à venda de um aparelho celular que teria sido furtado pelo terceiro suspeito. No entanto, durante revista pessoal no outro envolvido, os guardas localizaram três pinos de cocaína. Conforme relato da corporação, o suspeito confessou que o dinheiro entregue ao casal era proveniente da comercialização de entorpecentes na região. Ainda de acordo com a GCM, o homem afirmou que o casal era responsável por recolher os valores arrecadados com o tráfico de drogas no bairro e que aquela já era a terceira vez no mesmo dia em que realizava a entrega do dinheiro aos dois após efetuar vendas de entorpecentes. Diante dos fatos, os três envolvidos foram detidos e encaminhados ao 4º Distrito Policial de Limeira. A autoridade de plantão ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Na ação, foram apreendidos uma motocicleta, um aparelho celular, três pinos de cocaína e R$ 337 em dinheiro. Os acusados permaneceram à disposição da Justiça. (Renan Isaltino) Foto: GCM de Limeira

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Operação contra Castro mira aportes de R$ 3,6 bi em fundos do Master

Recursos têm origem na RioPrevidência A oitava fase da Operação Compliance Zero foi deflagrada nesta terça-feira (26) pela Polícia Federal (PF) e investiga o envolvimento do ex-governador Cláudio Castro na aplicação irregular de R$ 3,6 bilhões da previdência dos servidores fluminenses em Letras de Crédito e fundos do Banco Master.  O recurso aplicado tem origem na RioPrevidência, autarquia responsável por administrar os recursos do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), incluindo o pagamento de aposentadorias e benefícios a mais de 235 mil servidores ativos e inativos. De acordo com a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de Castro, os indícios colhidos pela PF até o momento apontam que o ex-governador “exerceu papel politicamente relevante para a viabilização dos aportes da RioPrevidência no Banco Master”.  Em troca, haveria o pagamento de vantagens indevidas ao envolvidos nos investimentos feitos pela RioPrevidência à revelia da política conservadora de aplicação de recursos financeiros regidos pelo RPPS. Ao todo, estão sendo cumpridos nesta quinta dez mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Além de Castro, são alvo da operação Ricardo Siqueira Rodrigues, apontado como lobista e operador do esquema, e o ex-presidente do RioPrevidência Deivis Marcon Antunes, preso em etapa anterior da investigação.  As diligências tiveram como ponto de partida mensagens extraídas de um dos celulares de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Além disso, a PF realizou um trabalho de sincronização entre encontros e contatos feitos entre o ex-banqueiro e o ex-governador e os aportes feitos pelo RioPrevidência.  “No ponto, a relação de Daniel Bueno Vorcaro e Cláudio Bomfim de Castro e Silva trazida aos autos ultrapassou o mero contato institucional, alcançando indícios concretos da ocorrência de tratativas ilícitas que viabilizaram a captação de um total de R$ 3.691.000.000 em investimentos no Banco Master, somando-se os montantes aplicados em fundos e Letras Financeiras”, escreveu Mendonça. De acordo com relatório parcial da PF, citado por Mendonça, entre outubro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência realizou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master. Posteriormente, de dezembro de 2024 a outubro de 2025, diante de entraves regulatórios, foram realizados novos aportes em fundos estruturados pelo mesmo grupo, na ordem de R$ 2,01 bilhões. “Tudo em contexto de crescente dificuldade do banco”, destacou Mendonça. Comando da RioPrevidência Ainda segundo as investigações, a atuação se deu primeiro pela troca de comando na RioPrevidência, com a nomeação, por Castro, de nomes alinhados ao esquema criminoso.  O Banco Master foi liquidado em novembro do ano passado pelo Banco Central, por falta de liquidez e suspeita de fraudes financeiras reiteradas. Desde que o escândalo veio à tona, diversas frentes de investigação foram abertas para apurar as ligações de Vorcaro com agentes públicos. A Agência Brasil tenta contato com a defesa dos envolvidos e deixa o espaço aberto para posicionamento.   Fonte: Agência Brasil Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Mulher é ameaçada com facas pelo companheiro durante discussão em Americana

Guarda Municipal atendeu ocorrência no Jardim São Paulo; suspeito foi localizado pela Polícia Militar e levado ao Plantão Policial A Guarda Municipal de Americana (GAMA) informou que atendeu, na noite desta segunda feira (25), uma ocorrência de violência doméstica no bairro Jardim São Paulo, após acionamento realizado por moradores da região. No local, equipes da corporação fizeram contato com a vítima, que relatou ter sido ameaçada pelo companheiro durante uma discussão ocorrida na residência do casal. Segundo informações apuradas, o homem teria apresentado comportamento agressivo, danificado objetos da casa e utilizado facas para intimidar a vítima, que fugiu do imóvel em busca de ajuda. Durante a ação, a filha da vítima também teria presenciado os fatos e auxiliado na proteção da mãe até a chegada dos agentes. A GAMA disse que realizou o acolhimento da vítima conforme os protocolos previstos para ocorrências de violência doméstica contra a mulher, além da apreensão de uma faca e dos objetos danificados para apresentação à autoridade policial. O suspeito deixou o local antes da chegada das equipes, porém foi posteriormente localizado pela Polícia Militar e conduzido ao Plantão Policial de Santa Bárbara d’Oeste, onde a ocorrência foi apresentada em conjunto pela Gama e Polícia Militar. O homem permaneceu à disposição da Justiça. A vítima recebeu orientações sobre os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha e sobre as medidas protetivas disponíveis.   Foto: Divulgação/GAMA

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Gama orienta sobre sinais silenciosos para mulheres vítimas de violência; saiba quais são

A Guarda Municipal de Americana (Gama) orienta a população sobre sinais silenciosos e pedidos codificados que podem ser utilizados por mulheres em situação de violência doméstica para pedir ajuda de forma discreta. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre esses códigos e incentivar o acolhimento e o acionamento das autoridades em casos de risco.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) “Muitas mulheres não conseguem denunciar diretamente o agressor por medo, ameaça ou vigilância constante. Por isso, esses sinais silenciosos são extremamente úteis e funcionam como pedidos de socorro”, afirmou a inspetora Jéssica Pollyane Neves Paulo Archanjo, responsável pelo IDMAS (Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais). Um dos códigos conhecidos internacionalmente é o “Signal for Help”, criado pela Canadian Women’s Foundation durante a pandemia. O gesto tornou-se conhecido por ser simples e totalmente visual. Para fazê-lo, a vítima deve abrir a palma da mão, dobrar o polegar para dentro da palma e fechar os outros quatro dedos sobre ele, formando um punho. No Brasil, também é difundido o sinal do “X” vermelho, feito na palma da mão com batom, caneta ou outro material disponível, preferencialmente na cor vermelha. Em situações de risco extremo, como casos de cárcere privado, a vítima pode utilizar pedidos de socorro codificados. Um exemplo é ligar para o telefone 153 da Guarda Municipal e solicitar um Pix. Há registros também de mulheres que acionam forças de segurança pedindo uma pizza. A Gama reforça a importância de a população conhecer esses sinais para auxiliar possíveis vítimas. Caso alguém presencie um desses pedidos silenciosos de ajuda, a orientação é não confrontar diretamente o agressor. Se possível, a vítima deve ser afastada do local de risco, sendo encaminhada para um ambiente onde o agressor não tenha acesso visual ou auditivo. Em segurança, é importante buscar informações como nome, endereço e necessidade de atendimento médico. Em seguida, a Guarda Municipal deve ser acionada pelo telefone 153.   Foto: Marlon Oliveira

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Esquema de golpes com créditos fictícios de ICMS que causou prejuízo de R$ 30 milhões é desarticulado pela Polícia Civil

Mandados são cumpridos na região de Campinas; organização criminosa simulava comercialização de créditos tributários  A Polícia Civil de São Paulo e a Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP) realizaram na manhã desta terça-feira (26) uma operação contra uma organização que usava créditos fictícios de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para aplicar golpes. As equipes cumprem mandados em São Paulo e no Paraná. Além disso, realizam o sequestro de bens no montante de R$ 362 milhões e de seis imóveis. De acordo com as autoridades, os envolvidos criaram uma estrutura cujo objetivo era enganar empresas por meio da comercialização de créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) fictícios. O esquema teria causado um prejuízo de R$ 30 milhões. A operação “Respiro da Baleia” é fruto de Força-Tarefa da 3ª DIG/DEIC (Delegacia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas) e da Diretoria de Fiscalização da Receita Estadual (Sefaz-SP). Completam a força-tarefa equipes da Polícia Civil de Londrina/PR, contabilizando um efetivo de 53 agentes. Os mandados têm como alvos endereços na Capital, na Grande São Paulo, região de Campinas, e no estado do Paraná. Como funcionava o esquema As apurações revelaram uma complexa estrutura, compartimentada em quatro etapas com denominações semelhantes às usadas pelo mercado financeiro. O golpe era iniciado com a fase da Engenharia Social, quando os envolvidos obtinham informações sobre as vítimas. Depois, a figura do Gatekeeper (Homem de Confiança) induzia as empresas ao erro oferecendo os créditos fictícios com deságio tributário atraente. Com o sucesso da fraude, a vítima depositava mensalmente valores expressivos numa Shell Company (Empresa Cofre), que era a centralizadora do montante desviado. Na fase de Ocultação (Layering) os valores eram pulverizados entre membros de uma “Família Lavadora” através de técnicas de smurfing (fracionamento) para distanciar o capital de sua origem ilícita. O ciclo contava ainda com o mecanismo de Fluxo Reverso (de onde vem o nome da operação, “Respiro da Baleia”), utilizado para simular o pagamento de obrigações e retardar a percepção do dano. A lavagem de ativos era concluído com o uso de consultorias de fachada e empresas de um sócio oculto. No esquema, constam a prática de crimes como estelionato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsidade ideológica e crimes tributários. O prejuízo do esquema supera R$ 30 milhões. O resultado da operação também pode revelar novas vítimas e abrir espaço para recuperação de ativos pela Fazenda Pública Estadual de São Paulo.   Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

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PF deflagra operação contra grupo suspeito de desviar mais de R$ 2 mi de cerca de 30 clientes da Caixa com apoio de ex-terceirizada

Nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Campinas, São Paulo, Franco da Rocha e Santo André, no âmbito da investigação sobre fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (26), a Operação Insider, com o objetivo de combater um esquema de fraudes bancárias praticadas contra a Caixa Econômica Federal. A ação ocorre nas cidades de Campinas, São Paulo, Franco da Rocha e Santo André (SP).   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) De acordo com a investigação, iniciada em dezembro de 2025 após denúncia feita pela própria Caixa à PF, o grupo criminoso atuava no cancelamento de cartões bancários de correntistas e, posteriormente, emitia segundas vias sem o conhecimento das vítimas. As apurações apontam que uma ex-colaboradora terceirizada da instituição financeira auxiliava no desbloqueio dos cartões, permitindo que os investigados realizassem movimentações fraudulentas nas contas bancárias. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízo superior a R$ 2 milhões, atingindo aproximadamente 30 clientes da Caixa Econômica Federal. Na operação desta terça-feira, policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela 9ª Vara Federal de Campinas. As ordens judiciais são executadas em endereços ligados aos investigados nas quatro cidades paulistas.   Foto: Divulgação/PF

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GCM de Limeira prende dois suspeitos por furto de cabos telefônicos no Novo Horizonte

Cerca de 100 quilos de fios foram encontrados no porta-malas de um veículo; dupla confessou o crime e alegou dificuldades financeiras Equipes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Limeira prenderam, no final da manhã desta segunda-feira (25), dois homens suspeitos de furtar cabos de cobre de uma linha telefônica no bairro Novo Horizonte. Segundo informações da corporação, os detidos prestam serviços terceirizados para uma empresa de internet do município. A ocorrência teve início após a denúncia de um morador, que informou ter visto os indivíduos retirando e subtraindo fios telefônicos na região. Com base nas características repassadas, os agentes realizaram diligências e localizaram os suspeitos no bairro Campo Belo. Durante a abordagem, os guardas encontraram no porta-malas do veículo particular de um dos envolvidos um rolo contendo aproximadamente 100 quilos de cabos e fios telefônicos. Questionados sobre a procedência do material, os homens confessaram o furto. Eles alegaram dificuldades financeiras como motivação para o crime. Um dos suspeitos afirmou que receberia cerca de R$ 20 pelo material furtado. Ainda de acordo com a GCM, os dois relataram trabalhar há aproximadamente dois anos para a empresa terceirizada responsável pelos serviços de internet na cidade. Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o veículo utilizado e todo o material apreendido, para a Central de Flagrantes de Limeira. A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito Policial, onde seriam adotadas as medidas cabíveis. (Renan Isaltino) Foto: Wagner Morente

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