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Categoria: Pets

Governo de SP amplia programa Meu Pet na região de Campinas com 11 novos consultórios

O Governo de São Paulo está ampliando a rede de atendimento veterinário gratuito na região administrativa de Campinas com a instalação de 11 novos consultórios contêineres do programa Meu Pet. As unidades, voltadas ao atendimento de cães e gatos, estão sendo implantadas nos municípios de Iracemápolis, Aguaí, Divinolândia, Engenheiro Coelho, Espírito Santo do Pinhal, Santa Gertrudes, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Tambaú, Torrinha e Vargem Grande do Sul. A iniciativa fortalece a política estadual de bem-estar animal e amplia o acesso a cuidados veterinários básicos e preventivos em regiões do interior. No total, 16 pet contêineres serão entregues em todas as regiões do estado. As primeiras unidades foram instaladas nos dias 8 de maio, em Iracemápolis, e 26 de maio, em Brotas.  As demais serão implantadas em Agudos e Igaraçu do Tietê, na região de Bauru, e em Barrinha e Santa Rosa do Viterbo, na região de Ribeirão Preto. A estimativa é de que todos os consultórios estejam instalados até agosto. “A ampliação da rede Meu Pet é uma política pública efetiva que melhora a qualidade de vida das famílias e dos animais de estimação, com atenção especial às regiões que mais precisam desse suporte”, afirma a secretária Natália Resende. Com as novas inaugurações, o Estado de São Paulo alcançará a marca de 55 consultórios entregues desde 2023, totalizando R$ 18 milhões em investimentos. Até então, 39 municípios já haviam sido contemplados, com aporte de R$ 13,9 milhões. Cada Pet Contêiner possui 60 metros quadrados e estrutura completa para consultas, tratamentos clínico-ambulatoriais e procedimentos de baixa complexidade, com capacidade para atender até 10 animais por dia. Após a entrega, a gestão e manutenção das unidades ficam sob responsabilidade das prefeituras. Alta complexidade O programa Meu Pet, ao qual o pet contêiner está vinculado, também contempla a construção de clínicas veterinárias equipadas, que oferecem serviços de maior complexidade, como atendimentos de urgência e emergência, exames laboratoriais, radiografias, ultrassonografias e cirurgias. Seis dessas clínicas estão em operação ou em fase de implantação/construção nos municípios de Araçatuba, Votuporanga, Santa Bárbara d’Oeste, Ribeirão Preto, Sorocaba e São José do Rio Preto. A iniciativa faz parte do eixo de Biodiversidade do Plano Estadual do Meio Ambiente, lançado em junho de 2023, e reforça o compromisso do Governo de São Paulo com a proteção e o bem-estar dos animais. Para o subsecretário de Meio Ambiente, Jônatas Trindade, “o avanço do programa Meu Pet no interior é um reflexo do compromisso do Governo de São Paulo com a causa animal e com o fortalecimento dos municípios em políticas públicas de bem-estar”.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Governo de SP

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Bebê cega ganha melhor amiga e fiel escudeira: uma gata guia que é obcecada por ela

Desde os primeiros dias de vida, Zelda encontrou apoio e conforto não apenas nos braços dos pais, mas também em uma companhia inesperada: uma gata preta chamada Wheatie. Discreta, sensível e carinhosa, a felina parece ter reconhecido, antes de todos, a condição especial da bebê e desde então, não desgruda dela. Wheatie não é uma gata sociável. Pelo contrário, ela evita estranhos e não costuma se aproximar de outros animais. Mas com Zelda, tudo é diferente. A pequena, que hoje tem 19 meses e nasceu com um descolamento crônico de retina bilateral, é completamente cega e também a melhor amiga da gata. Desde o início a gatinha sabia que a bebê era especial. (Foto: Alexis Wiggins / The Dodo) Sempre que Zelda caminha pela casa, Wheatie a acompanha de perto, tocando suas perninhas com delicadeza, como quem diz: “Estou aqui com você”. No sofá, as duas dividem momentos de carinho. E à noite, dormem coladas no mesmo travesseiro, um gesto que fala mais que palavras. A sensibilidade da gata diante das necessidades da criança chama atenção. Embora não se saiba ao certo se a felina entende que Zelda não enxerga, sua postura protetora e paciente demonstra um instinto raro. Ela age com delicadeza, evita movimentos bruscos e, com frequência, guia a pequena até locais estratégicos da casa. Quando outros pets se aproximam demais, Wheatie logo aparece, posicionando-se entre eles e a criança. Zela ama a felina. (Foto: Alexis Wiggins / The Dodo) “Quando trouxemos Zelda para casa, Wheatie foi a única que não se afastou. Ficava ao lado dela, deixando que a bebê a tocasse com liberdade, como se soubesse que precisava disso”, relatou Alexis Wiggins mãe da menina ao site The Dodo. O diagnóstico de Zelda veio após semanas de incerteza. Aos cinco semanas de vida, seus olhos começaram a inchar. Inicialmente, os pais ouviram que seriam apenas alergias, mas insistiram em consultar um especialista. As duas são inseparáveis. (Foto: Alexis Wiggins / The Dodo) A suspeita inicial era grave, poderia ser até um câncer ocular. No entanto, o resultado final foi outro, a bebê é cega, mas saudável. “Por mais difícil que seja descobrir que seu filho é cego, é uma bênção quando você pensou, antes de ele ter câncer… que ele poderia morrer”, contou a mãe. Mesmo sem enxergar, a bebê reconhece a presença da gata. Ao ouvir que a gatinha está por perto, sorri, ri e estica os bracinhos para tocá-la. Wheatie é delicada e aceita a aproximação da pequena. (Foto: Alexis Wiggins / The Dodo) E quando a amiga peluda se atrasa para subir ao quarto, Zelda demonstra inquietação. “Ela fica agitada, como se perguntasse: ‘Cadê meu amigo?’”, acrescentou a mãe. Em breve, Zelda receberá sua primeira bengala de mobilidade. Mas, enquanto isso, ela segue amparada por sua gata guia, uma companheira de quatro patas que, mesmo sem saber, cumpre um papel de amor incondicional e presença constante na vida da criança.   Fonte: R7 Foto de capa: Alexis Wiggins / The Dodo

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Lagoa do Taquaral recebe neste domingo (8) mais uma edição da Campet – Feira de Adoção de Animais

A Lagoa do Taquaral recebe no próximo domingo, 8 de junho, das 9h às 13h, mais uma edição da Campet – Feira de Adoção de Animais, promovida pelo Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA), da Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade. A estrutura estará na área interna do parque, próximo à área de alongamento, entrada pelo portão 1. Seis cães estarão lá, à espera de um novo lar e um tutor amoroso. Caso chova, o evento será cancelado. Os pets foram recolhidos das ruas pelo Samu Animal, tratados, vermifugados, castrados e microchipados. Agora podem ser adotados. Além das feiras, cachorros e gatos para adoção estão cadastrados no Portal Animal Campinas (portalanimal.campinas.sp.gov.br). Basta entrar no site para ver as fotos e as informações dos animais que estão aguardando uma nova família. No portal há a descrição da personalidade do pet, fotos e informação dos que ainda estão em tratamento e dos disponíveis para a adoção. “A adoção é um ato de amor, compaixão e consciência sobre a necessidade de dar uma nova chance de vida a esses seres. Esses animais carregam um passado triste, muitas vezes de sofrimento. Por meio da adoção, conseguem uma oportunidade de transformação das próprias vidas e de todos que compõem o núcleo familiar no qual foram inseridos pra viver”, destaca a diretora do DPBEA, Débora Ribeiro. Responsabilidade na adoção Os interessados em adotar passam por uma entrevista. Importante conhecer as responsabilidades com os animais e ter a consciência da posse responsável. São seres vivos, com necessidades e sentimentos. Quem for adotar um cachorro, deve dispor de coleira e guia. Para os gatos, é necessário ter a caixa de transporte; Para adotar, os tutores devem ser maiores de 18 anos e apresentar documentos pessoais e comprovante de endereço. Cuidados e amor As feiras presenciais dão visibilidade à questão do abandono de cães e gatos. Desde a primeira feira de adoção, em maio de 2024, o DPBEA registrou aumento de cerca de 300% no número de doações. Atualmente, o DPBEA tem mais de 300 animais que esperam pela chance de conseguir um lar, cuidados e amor. Conheça os cães que irão para a feira no próximo domingo: Douglas: 2 anos Frank: 10 anos Lisa: 4 anos Pietro: 8 meses Caio: 1 ano Mufasa: 3 anos   Foto: Prefeitura de Campinas

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Conheça Luna, uma cachorrinha mistura de corgi com husky siberiano com características marcantes

Na cidade de Calgary, no Canadá, vive Luna, uma cachorrinha que tem chamado a atenção por sua beleza e graça. Cães, por si só, já são fofos, né? Quem não ama aquele olhar carinhoso, o rabinho abanando e a alegria contagiante que eles trazem? Mas Luna vai além: com sua pelagem impecável, postura elegante e um jeitinho doce, ela parece ter saído de um conto de fadas. E toda essa beleza vem da mistura de seus pais: um corgi com husky siberiano. Sobre a Luna Com olhos azuis marcantes, orelhas pontudas e uma pelagem linda, ela lembra muito um husky quando está sentada. Veja: Luna tem o rosto de um husky siberiano. (Foto: Instagram/@lunahuskycorgi) Mas basta vê-la andando para perceber o charme corgi: baixinha, patas curtinhas e corpo alongado. O tutor de Luna começou a compartilhar vídeos dela no TikTok em 2021 — e desde então, a fofura dela só ganhou força. Atualmente, essa lindinha acumula mais de 494 mil seguidores e milhões de curtidas no aplicativo. No Instagram, não é diferente: já são mais de 187 mil fãs acompanhando seu dia a dia. Bom, mas como surgiu essa mistura encantadora? Apesar das dúvidas sobre o cruzamento, o tutor esclarece que Luna foi adotada e que ele é seu terceiro lar. Tudo indica que o cruzamento entre husky e corgi aconteceu de forma acidental. “Fui o terceiro lar da Luna quando ela tinha oito semanas. Ela foi separada da mãe às quatro semanas e levada para uma segunda casa, onde não recebeu vacinas. Essa casa acabou decidindo que não conseguiria cuidar dela e optou por colocá-la para adoção”, contou o tutor. O tutor também contou que, antes de adotá-la, tentou obter informações sobre o passado de Luna com os antigos responsáveis, mas tudo o que souberam dizer é que ela era fruto da mistura entre um husky siberiano e um corgi. E sobre a sua saúde, o tutor garante que Luna está ótima — é uma cachorrinha feliz, saudável e cheia de energia. Mesmo com a origem incerta, ela não apresenta nenhum problema e vive uma vida cheia de amor e cuidados. “Ela está feliz, saudável e muito amada”, disse. Siga Luna no TikTok: @lunahuskycorgi Siga Luna no Instagram: @lunahuskycorgi Outra mistura com corgi Toby está conquistando a internet com sua aparência! Ele é um adorável “golden corgi” — mistura entre golden retriever e corgi — que tem a carinha de um golden e o corpinho baixinho e alongado do corgi. Quando está sentado, parece um mini golden retriever, mas ao se levantar, suas patinhas curtas entregam a herança corgi. O perfil do pet no TikTok, @toby_corgi_golden, já acumula milhões de visualizações e milhares de reações.   Fonte: R7 Foto de capa: Ilustrativa/Canva

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Mulher mostra o tamanho de uma gata anã e internet não está sabendo lidar com tamanha fofura

Você já viu um gato ‘tamanho viagem’, como se fosse feito para levar na necessaire? Pois prepare o coração, porque essa pequena chamada Blue é uma das gatinhas mais adoráveis da internet. Blue tem três anos, pesa apenas 1,8 kg e mora com sua tutora, Morgan Augustine, que recentemente resolveu apresentá-la ao mundo. O que torna Blue tão especial é o fato de ela ter nanismo, uma condição genética rara que afeta o crescimento e o desenvolvimento físico dos felinos. Por isso, ela é tão pequena que poderia se passar por filhote. Mas apesar da aparência adorável, o nanismo em gatos exige cuidados específicos. Segundo o portal especializado Catster, o nanismo é causado por uma mutação genética natural. Embora existam criadores que valorizam essa característica por conta do apelo visual dos gatinhos “em miniatura”, a condição pode trazer sérios desafios de saúde. Gatos com nanismo costumam ter pernas curtas e grossas, que podem causar desequilíbrios no corpo, dificultar brincadeiras mais ativas e até levar a dores crônicas. Problemas como osteoartrite precoce, disfunções motoras e dificuldades na formação da cartilagem e da coluna são comuns. Por isso, manter o peso controlado, oferecer alimentação balanceada e investir em suplementação articular são cuidados indispensáveis para garantir uma vida plena a esses felinos. A gata Blue tem três anos e pesa apenas 1,8 kg. (Foto: TikTok/@morganraugustine) E apesar das dificuldades, Blue desafia todas as expectativas. Quando foi resgatada ainda filhote em um celeiro, os veterinários estimavam que ela viveria, no máximo, seis meses. Mas em setembro ela completou três anos, cheia de charme e com muita saúde. Além do tamanho reduzido, Blue tem outro traço marcante: o comportamento calmo. Ela quase não mia, o que a torna ainda mais “misteriosa” e encantadora. Internautas se derreteram nos comentários: “Ela é uma batatinha, estou chorando”, disse um seguidor. “Então eu nunca faria nada além de segurá-la o tempo todo”, escreveu outro. “Sou veterinário, recomendo deixar a janela aberta aí”, brincou outro, querendo levar a gatinha pra casa. Essa não é a primeira vez que uma gatinha com nanismo vira celebridade. Em 2023, a história de Fig, uma pequenininha de Bristol, na Inglaterra, que foi adotada junto com seu irmão Dante. Enquanto Dante crescia normalmente, Fig simplesmente parou de crescer. A tutora, Katie Stocks, só descobriu a condição da gatinha semanas após a adoção, quando notou a diferença gritante entre os irmãos. Fig, outra gatinha anã que conquistou a internet. (Foto: Instagram/figgypuddin_) A confirmação veio com exames: as placas de crescimento e a caixa torácica de Fig não se desenvolveram corretamente. Hoje, ela vive com dores controladas por medicação e leva uma vida adaptada, cheia de rampas e escadas sob medida. E apesar da expectativa de vida menor, Fig não se deixa abalar. Ela brinca, corre e segue o irmão pela casa com toda a energia de quem sabe que o importante é aproveitar cada momento.   Fonte: R7 Foto de capa: TikTok/@morganraugustine

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Cachorro conquista admiradores com determinação ao encarar sessão de fisioterapia

Um cachorro da raça golden retriever tem conquistado admiradores na internet com a sua determinação durante uma sessão de fisioterapia nos Estados Unidos. No vídeo, o animal aparece caminhando em uma esteira rolante instalada em uma banheira com água, sem largar o brinquedo que leva na boca. A atividade foi uma recomendação médica para fortalecer a musculatura e melhorar a mobilidade do pet. Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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1ª Feira Pet de Artur Nogueira abre Semana do Meio Ambiente neste domingo (1º)

Artur Nogueira recebe neste domingo (1º) a 1ª Feira Pet, um evento inédito promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal. A programação é repleta de atrações para toda a família — especialmente para quem tem um amigo de quatro patas. O evento ocorrerá das 9h às 13h, na Rua Ademar de Barros, nº 2264 (Área Verde ao lado da Feira Verde), com entrada gratuita para o público. A feira abrirá a Semana do Meio Ambiente 2025, e trará diversas ações em um único local, incluindo vacinação antirrábica gratuita, feira de adoção de cães e gatos, além de oferecer uma mini fazenda, exposições de produtos pet, atividades educativas e a oportunidade de interagir com a equipe da Rede de Proteção Animal e Ambiental (RPPA). A Vigilância em Zoonoses do município e o Canil da Guarda Civil Municipal também são parceiros do evento. STANDS DE MARCAS A secretária de Meio Ambiente, Tamiris Artuzi, enfatiza que a 1ª Feira Pet de Artur Nogueira contará com a participação de tutores, protetores, profissionais da área e apaixonados por animais. O evento também servirá como uma importante vitrine para o setor pet, reunindo comerciantes e expositores focados no bem-estar animal, como clínicas veterinárias, agropecuárias e pet shops. Durante a feira, o público poderá conhecer novas marcas, explorar uma variedade de produtos e serviços, esclarecer dúvidas com especialistas e, ainda, apoiar a causa animal por meio da adoção responsável. “A proposta é criar um espaço de conexão entre quem cuida, quem protege e quem oferece soluções para uma convivência mais saudável entre os pets e seus tutores”, destacou Tamiris. SERVIÇO 1ª Feira Pet de Artur Nogueira 1º de junho (domingo), 9h às 13h Rua Ademar de Barros, nº 2264 (Área Verde) ENTRADA GRATUITA Foto: Prefeitura de Artur Nogueira

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Alesp aprova projeto de lei que proíbe acorrentamento contínuo de cães e gatos em São Paulo

A medida também veta a manutenção dos animais em locais insalubres, sem ventilação adequada, expostos diretamente ao sol ou à chuva  A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (27) um projeto de lei que proíbe o acorrentamento permanente de cães e gatos, bem como outras formas de confinamento que limitem de forma contínua a locomoção dos animais. O texto, de autoria do deputado estadual Rafael Saraiva (União), segue agora para sanção do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).  Segundo o projeto, a proposta tem como objetivo garantir o bem-estar dos animais domésticos, proibindo práticas como o uso constante de correntes, cordas ou qualquer equipamento que restrinja severamente o movimento dos pets. A medida também veta a manutenção dos animais em locais insalubres, sem ventilação adequada, expostos diretamente ao sol ou à chuva, ou com espaço insuficiente para suas necessidades básicas.  “Ao proibir o acorrentamento permanente de cães e gatos, a proposta busca não somente respeitar o princípio da ciência animal, mas principalmente livrá-los de riscos, garantindo-lhes o respeito e o direito ao bem-estar e à saúde”, destacou o deputado Rafael Saraiva na justificativa do projeto.  O texto, no entanto, permite que os animais sejam contidos temporariamente, desde que em situações excepcionais e por curtos períodos. Nesses casos, o uso de correntes do tipo “vaivém” — que permitem o deslocamento dos pets dentro de um espaço razoável — está autorizado, desde que respeite o porte e as necessidades fisiológicas e alimentares dos animais.  O projeto ainda estabelece que só poderão ser utilizadas coleiras do tipo peitoral, adequadas ao tamanho e peso do animal. O descumprimento das normas previstas poderá resultar na aplicação de multas, cujos valores e critérios serão definidos em regulamentação posterior.  A proposta segue a tendência de legislações mais rígidas no combate aos maus-tratos a animais e reforça a responsabilidade dos tutores quanto à guarda responsável e humanizada de seus pets. (Renan Isaltino) Foto: divulgação

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Como proteger a pele dos pets no inverno?

Embora o inverno pareça uma estação menos propensa a problemas dermatológicos, é justamente nessa época do ano que os cães e gatos ficam mais vulneráveis a alterações na pele e nos pelos. As baixas temperaturas, combinadas à queda da umidade do ar, favorecem o ressecamento cutâneo e comprometem a integridade da barreira de proteção da pele, especialmente em animais com predisposição a alergias. “Ao contrário do verão, onde os principais vilões são os ácaros, fungos e bactérias que se proliferam com a umidade e o calor, o inverno traz o desafio do ressecamento. A pele perde água para o ambiente e, com isso, enfraquece suas defesas naturais”, explica o médico- veterinário Lucas Piza, coordenador de produtos da Avert Saúde Animal. Esse ressecamento leva à descamação da camada mais superficial da pele, acelerando a renovação celular de forma desordenada e prejudicando a produção de ceramidas – lipídios fundamentais para manter o filme protetor e hidratante da pele. O resultado é uma barreira cutânea fragilizada, mais suscetível à ação de agentes irritantes e à entrada de microrganismos oportunistas. Coceiras intensas são um dos primeiros sinais clínicos de que algo não vai bem. “O ato de se coçar pode causar microlesões que rompem mecanicamente a barreira da pele, facilitando infecções e piorando quadros inflamatórios”, alerta Lucas. A situação se agrava ainda mais em pets alérgicos, cuja pele já apresenta, naturalmente, uma menor concentração de ceramidas e maior tendência à desidratação. Outro fator que contribui para o comprometimento da pele durante o inverno é o excesso de banhos ou o uso inadequado de produtos. A água quente, comum nos dias frios, remove a oleosidade natural da pele e agrava ainda mais o ressecamento. A recomendação é reduzir a frequência dos banhos nessa estação, optar por água morna e evitar correntes de vento durante o procedimento. “O ideal é utilizar shampoos com ação hidratante e profunda, especialmente os que contêm nanopartículas lipídicas, que formam uma segunda barreira protetora na pele, ou aqueles com extrato de aveia coloidal, que nutre as bactérias benéficas da microbiota cutânea”, orienta o médico veterinário. Ele também recomenda o uso de hidratantes tópicos após o banho, como forma de acelerar a recuperação da pele e restaurar sua maciez e brilho natural. No caso dos pelos, o cuidado também deve ser reforçado. Eles são revestidos por camadas de cutículas em formato de escama que, quando danificadas pela ação do frio, calor, produtos químicos ou sujeira, tendem a se abrir, permitindo a perda de nutrientes e facilitando o ressecamento. A hidratação regular dos fios ajuda a restaurar essa proteção, evita que os pelos quebrem ou embolem e reduz o acúmulo de sujeira próximo à pele. “A hidratação é recomendada para todos os tipos de pelagem, inclusive para os animais de pelo curto, pois o ciclo de crescimento é mais rápido e a pele, mais suscetível às mudanças climáticas”, destaca Lucas. Mesmo em pets que não apresentam doenças dermatológicas, a inclusão de cuidados com hidratação na rotina pode ser benéfica. Produtos como shampoos hidratantes, sprays sem enxágue ou soluções tópicas com ativos como a aveia coloidal podem ser facilmente incorporados ao dia a dia, funcionando também como um momento de conexão e carinho entre tutor e pet. “É importante que esses produtos tenham ação direcionada ao microbioma da pele. A aveia coloidal, por exemplo, oferece uma ação 4 em 1: hidrata e acalma a pele, estimula as bactérias benéficas e modula a resposta imunológica cutânea”, finaliza Lucas. Neste inverno, mais do que proteger os pets do frio, é essencial cuidar da saúde da pele e dos pelos com uma abordagem preventiva e orientada. A escolha dos produtos certos e a atenção aos sinais precoces são os primeiros passos para garantir conforto e bem-estar durante toda a estação. Sobre a Avert Saúde Animal Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br   Foto: Divulgação

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Vídeo de cachorro ajudando bebê a caminhar viraliza nas redes sociais; assista

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um cachorro servindo de apoio para um bebê que está aprendendo a andar. As imagens mostram o animal ao lado da criança enquanto ela tenta caminhar, usando o corpo do cão como suporte. A gravação gerou milhares de comentários e reações, com usuários destacando o comportamento do animal. “Isso sim é amizade verdadeira”, disse um internauta. “Os animais são os seres mais puros”, disse outro. Para muitos, a cena revelou a verdadeira amizade e companheirismo entre um pet e o ser humano. Especialistas apontam que a convivência entre crianças e animais de estimação pode ter efeitos positivos no desenvolvimento infantil, como o estímulo à coordenação motora, ao desenvolvimento emocional e à construção de vínculos sociais. Também há indícios de que essa relação contribui para a redução da ansiedade e o fortalecimento do sistema imunológico.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/X/tododiacaes

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