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Categoria: Economia

Minha Casa, Minha Vida: o que já se sabe sobre a nova faixa para imóvel de até R$ 500 mil

O programa Minha Casa, Minha Vida terá uma nova faixa para financiamento de imóveis, voltada ao público com renda familiar mensal entre R$ 8 mil e R$ 12 mil. Atualmente, são três faixas com renda máxima familiar entre R$ 2,8 mil e R$ 8 mil mensais. A nova regra, anunciada na semana passada pelo presidente Lula, deverá entrar em vigor em maio, segundo o Ministério das Cidades. A taxa de juros para a nova faixa será de 10,5% ao ano. O limite do imóvel para financiamento é de até R$ 500 mil e o número de parcelas vai até 420 meses. O governo espera atender 120 mil famílias nessa faixa até 2026. A medida vai incluir imóveis na planta, imóveis novos e imóveis usados. Mas, no caso de imóveis usados, o financiamento não será de 100%. Ainda não se sabe qual será o percentual. Atualmente, as Faixas 1 e 2 podem financiar até 80% do valor do imóvel usado. Para os imóveis novos, é de 100%. Na Faixa 3, o índice para imóvel usado é de 50%, com exceção dos estados do Norte e Nordeste, onde é possível financiar até 70%. A opção por financiamento total de imóveis na planta visa impulsionar a economia. A intenção do governo é que o Minha Casa, Minha Vida também ajude a gerar emprego e renda. No ano passado, mais da metade dos lançamentos do mercado imobiliário foi pelo Minha Casa, Minha Vida. Outra mudança inclui também a ampliação da Faixa 3, que passará a atender famílias com renda mensal de até R$ 8,6 mil. Atualmente, o limite é de R$ 8 mil. As novas regras deverão ser aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, em reunião no dia 15 de abril. O que se sabe sobre a nova Faixa 4 A taxa de juros para a nova faixa será de 10,5% ao ano O limite do imóvel para financiamento é de até R$ 500 mil Número de parcelas vai a até 420 meses R$ 30 bilhões serão reservados para financiar a nova faixa Orçamento Segundo o Ministério das Cidades, com a aprovação da medida, serão direcionados para o público da Faixa 4 cerca de R$ 30 bilhões, no total, para o financiamento habitacional. “Serão disponibilizados pelo FGTS R$ 15 bilhões em 2025. De acordo com a proposta, o uso desses recursos pelas instituições financeiras habilitadas precisará ser conjugado com a aplicação de outros R$ 15 bilhões captados pelas próprias instituições”, afirma o ministério em nota. A ampliação do programa social também contará com o Fundo Social do Pré-Sal que vai passar a compor o orçamento das Faixas 1 e 2 do programa. Quais são as faixas existentes Faixa 1 – voltada às famílias com renda de até R$ 2,8 mil Faixa 2 – contempla famílias com renda de R$ 2,8 mil até R$ 4,8 mil Faixa 3 – vai de R$ 4,8 mil até R$ 8 mil O que vai mudar Faixa 3 – limite máximo de renda passará para R$ 8,6 mil Faixa 4 – nova faixa para renda máxima de R$ 8 mil a R$ 12 mil Quais são os juros Famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.000,00: Até 4,50% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 4% ao ano Até 4,75% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 4,25% ao ano Famílias com renda bruta de R$ 2.640,01 até R$ 3.200,00: Até 5,25% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 4,75% ao ano Famílias com renda bruta de R$ 3.200,01 até R$ 3.800,00: Até 6% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 5,50% ao ano Famílias com renda bruta de R$ 3.800,01 até R$ 4.400,00: Até 7% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 6,5% ao ano Famílias com renda bruta de R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00: 8,16% ao ano e, para cotistas do FGTS, taxa de 7,66% ao ano Histórico Desde 2009, quando foi lançado, 8 milhões de famílias tiveram acesso ao sonho da casa própria pelo programa habitacional do governo federal. A maior fatia de financiamento está na faixa 1. O programa Minha Casa, Minha Vida foi criado para oferecer acesso facilitado à moradia, com condições especiais para diferentes perfis de renda e necessidades. Quais as regras para participar Não possuir imóvel em seu nome Famílias que atendam aos requisitos de renda do programa Quem são alguns dos grupos prioritários Famílias em situação de rua Famílias que tenham a mulher como responsável pela unidade familiar Famílias de que façam parte pessoas com deficiência, idosos, crianças e adolescentes Famílias em situação de risco e vulnerabilidade Famílias em situação de emergência ou calamidade Famílias em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais, sem prejuízo de outros critérios e prioridades que podem ser definidos pelos Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades, adequados à cobertura de situações de vulnerabilidade social e econômica locais. Por quanto tempo a família paga pela moradia Na linha subsidiada, a família paga uma parcela proporcional à sua renda por um período de até cinco anos. Famílias que recebem o Bolsa Família ou BPC (Benefício de Prestação Continuada) são isentas do pagamento de prestações. Na linha financiada o valor do financiamento varia de acordo com o valor do imóvel selecionado e da renda familiar, e vigora por um prazo de até 35 anos.   Fonte: R7 Foto: Zack Stencil/Ministério das Cidades

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Bolsas asiáticas abrem em queda após tarifas de 104% dos EUA contra China

Os mercados asiáticos iniciaram o pregão desta quarta-feira (9) em mais um dia de quedas, após a imposição, pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de tarifas adicionais sobre produtos chineses, totalizando 104% em taxas. O índice CSI300 da China abriu em queda de 1,2%, enquanto o Shanghai Composite Index perdia 1,1%. O índice de referência Hang Seng, de Hong Kong, caía 3,1%. No mercado japonês, o índice Nikkei registrou queda de 3,26% nas primeiras negociações da sessão, enquanto o Topix registrava um recuo de 3,20%. Já o índice Kospi, da Coreia do Sul, registrava uma queda de 0,82%, enquanto o won sul-coreano atingiu US$ 1.487,45, o nível mais baixo desde 2009. Vale lembrar que governo norte-americano agendou conversas com a Coreia do Sul e o Japão, dois aliados próximos e importantes parceiros comerciais, para definirem acordos comerciais. As tarifas especialmente altas para a China são respostas às contratarifas anunciadas por Pequim na semana passada. A China se recusou a se curvar ao que chamou de chantagem e prometeu lutar até o fim. Do outro lado, os mercados americanos também repercutiram o tarifaço global e encerraram o pregão de terça-feira em queda pelo quarto dia consecutivo desde o anúncio de tarifas de Trump na última quarta-feira (2). O S&P 500 fechou abaixo de 5.000 pontos pela primeira vez em quase um ano. O índice está agora 18,9% abaixo de sua máxima mais recente em 19 de fevereiro. As empresas listadas no S&P 500 perderam US$ 5,8 trilhões em valor de mercado de ações desde o anúncio de tarifas de Trump, a maior perda em quatro dias desde que o índice foi criado na década de 1950.   Fonte: R7 Foto: Getty

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Em meio a guerra comercial, tarifas de Trump entram em vigor para mais 40 países

As tarifas comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entram em vigor à meia-noite (horário leste dos EUA) desta quarta-feira (9) para ao menos 40 países que ainda não foram afetados pela medida. Uma das nações atingidas é a China, que terá um imposto de 104% sobre os produtos vendidos aos EUA. O país foi atingido com a maior taxa após reagir ao tarifaço do governo norte-americano. O pacote de impostos dos EUA a outras nações começou no último sábado (5), quando passou a valer a tarifa mínima de 10% sobre as importações de outros mercados. O tarifaço de Trump afeta aproximadamente 190 nações. A grande maioria foi penalizada com o imposto de 10%. Nesta quarta, os Estados Unidos começam a cobrar os países que ficaram de fora desse piso de 10% e sofreram uma taxação maior, como Camboja, Israel, África do Sul, Suíça e integrantes da União Europeia. Veja quais são as tarifas: Argélia – 30% Angola – 32% Bangladesh – 37% Bósnia e Herzegovina – 35% Botsuana – 37% Brunei – 24% Camboja – 49% Camarões – 11% Chade – 13% China – 104% Costa do Marfim – 21% República Democrática do Congo – 11% Guiné Equatorial – 13% União Europeia – 20% Ilhas Falkland – 41% Fiji – 32% Guiana – 38% Índia – 26% Indonésia – 32% Iraque – 39% Israel – 17% Japão – 24% Jordânia – 20% Cazaquistão – 27% Laos – 48% Lesoto – 50% Líbia – 31% Liechtenstein – 37% Madagascar – 47% Malawi – 17% Malásia – 24% Maurício – 40% Moldávia – 31% Moçambique – 16% Myanmar (Birmânia) – 44% Namíbia – 21% Nauru – 30% Nicarágua – 18% Nigéria – 14% Macedônia do Norte – 33% Noruega – 15% Paquistão – 29% Filipinas – 17% Sérvia – 37% África do Sul – 30% Coreia do Sul – 25% Sri Lanka – 44% Suíça – 31% Síria – 41% Taiwan – 32% Tailândia – 36% Tunísia – 28% Vanuatu – 22% Venezuela – 15% Vietnã – 46% Zâmbia – 17% Zimbábue – 18% Em meio ao cenário de incerteza global, a validade das taxas deve causar um novo efeito negativo no câmbio e nas bolsas ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Trump nega uma eventual pausa no pacote de tarifas. “Não estamos olhando para isso”, disse ele na segunda-feira (7). Desde o início do atual mandato, Trump tem aplicado tarifas sobre as importações de diferentes produtos, gerando tensão diplomática com os principais aliados do país e desencadeando uma guerra comercial, por exemplo, com Canadá e União Europeia. Uma das maiores preocupações relacionadas ao tarifaço de Trump são as demissões em massa, que podem gerar consequências negativas na economia americana. As tarifas comerciais anunciadas por Trump aumentaram o cenário de incerteza global, gerando maior tensão entre as principais potenciais mundiais. Especialistas entendem que, caso as políticas de Trump falhem, os EUA podem sofrer uma desaceleração do crescimento econômico e pressionar a inflação das demais nações, o que poderia causar um desequilíbrio na economia global. Como justificativa, o governo de Donald Trump aponta que os Estados Unidos estavam sendo “injustiçados” com as tarifas aplicadas por outros países. Segundo a Casa Branca, a parceria comercial teria ficado “altamente desequilibrada”. Recessão, mercado e tarifas Com o medo do mercado de uma possível recessão nos EUA e o aumento das tarifas, bolsas de valores na Ásia, Europa, Brasil e no próprio país norte-americano vêm registrando perdas sequenciais. Após rumores de uma possível pausa nas tarifas comerciais impostas na segunda-feira (7), as bolsas ao redor do mundo, incluindo a do Brasil, registraram um salto temporário. Entretanto, depois que a Casa Branca negou que Trump pensa em desistir do tarifaço, as perdas voltaram a ser observadas. Nessa terça (8), o dólar comercial voltou a se aproximar de R$ 6 e fechou o dia a R$ 5,997, uma variação de 1,46%. Além do câmbio, o índice Ibovespa, principal indicador da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou o pregão com variação negativa de 1,32%, a 123.931,89 pontos Com as imposições do norte-americano e de ameaças ao multilateralismo, líderes globais se viram obrigados a retaliar e avaliar as novas taxas, o que pode causar um redirecionamento do comércio internacional. Além da China, o Canadá, um dos principais parceiros comerciais dos EUA, anunciou uma tarifa de 25% sobre todos os veículos importados. A União Europeia também se pronunciou e sugeriu uma contra tarifa de 25% sobre alguns produtos americanos. Apesar da tensão e perdas registradas, Donald Trump afirmou nesta terça-feira que os Estados Unidos estão arrecadando US$ 2 bilhões por dia com as tarifas.   Fonte: R7 Foto: White House/ Divulgação

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Contas públicas têm déficit de R$ 19 bilhões em fevereiro

As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, resultado do déficit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 18,973 bilhões no segundo mês de 2025. O valor, entretanto, é menor que o resultado negativo de R$ 48,692 bilhões registrado no mesmo mês de 2024. Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional, ainda que continue com déficit. A redução se deve, basicamente, pelo aumento das receitas e queda das despesas. As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. No acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 85,122 bilhões. Em 12 meses – encerrados em fevereiro – as contas acumulam o resultado negativo de R$ 15,885 bilhões, o que corresponde a 0,13% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB. Esferas de governo Em fevereiro último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 28,517 bilhões ante resultado negativo de R$ 57,821 bilhões em fevereiro de 2024. O montante do déficit difere do resultado divulgado no último dia 27 de março pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 31,7 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos. Os governos estaduais registraram superávit no mês de fevereiro de R$ 6,633 bilhões, ante superávit de R$ 7,486 bilhões em fevereiro do ano passado. Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 2,611 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo mês de 2024, houve superávit de R$ 1,160 bilhão para esses entes. Com isso, no total, os governos regionais – estaduais e municipais – tiveram superávit de R$ 9,244 bilhões em fevereiro passado contra resultado negativo de R$ 8,646 bilhões no mesmo mês de 2024. Da mesma forma, as empresas estatais federais, estaduais e municipais – excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para redução do déficit das contas públicas, com o resultado positivo de R$ 299 milhões em fevereiro de 2024. No mesmo mês do ano passado, o déficit foi de R$ 483 milhões. Despesas com juros Os gastos com juros ficaram em R$ 78,253 bilhões em fevereiro deste ano, um aumento em relação aos R$ 65,166 bilhões registrados em fevereiro de 2024. De janeiro para fevereiro, também houve uma alta significativa. No primeiro mês do ano, os gastos com juros foram de R$ 40,358 bilhões. De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês. Mas no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a piora da conta de juros em setembro. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas. Em fevereiro de 2024, a conta de juros do Banco Central ficou positiva em R$ 6,021 bilhões, enquanto em janeiro e fevereiro deste ano os saldos foram negativos em R$ 28,981 bilhões e R$ 1,127 bilhão, respectivamente. Também contribuíram para o aumento dos gastos com juros o aumento da taxa básica de juros, a Selic, o maior número de dias úteis e o próprio crescimento da dívida no período. Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. No mês de fevereiro, o déficit nominal ficou em R$ 97,226 bilhões contra o resultado negativo de R$ 113,858 bilhões em igual mês de 2024. Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público acumula déficit R$ 939,839 bilhões, ou 7,91% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores. Dívida pública A dívida líquida do setor público – balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 7,296 trilhões em fevereiro, o que corresponde a 61,4% do PIB. Em janeiro, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,1% (R$ 7,220 trilhões). No mês de fevereiro deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 9,045 trilhões ou 76,2%, com aumento em relação ao mês anterior, em termos de percentual do PIB (R$ 8,939 trilhões ou 75,7% do PIB). Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Tomate e abobrinha lideram alta de preços na Ceasa Campinas; confira dicas do “sacolômetro”

Entre os dias 31 de março e 7 de abril, levantamento do Sacolômetro destaca aumentos expressivos nos hortifrutigranjeiros, com abobrinha subindo mais de 50%. Melancia, chuchu e batata ágatha tiveram as maiores quedas no período. Na semana entre os dias 31 de março e 7 de abril de 2025, os preços dos produtos hortifrutigranjeiros da Centrais de Abastecimento (Ceasa) Campinas apresentaram fortes oscilações, segundo dados do Sacolômetro, boletim semanal do entreposto. A maior alta registrada foi da abobrinha brasileira, com valorização de 50,2%, passando de R$3,33 para R$5,00 o quilo. O tomate Débora também apresentou aumento significativo, de 20%, sendo comercializado a R$9,00 o quilo. Outros destaques de alta foram o pimentão verde, com 25% de variação (R$4,55 o quilo), e a berinjela, que subiu 16,5%, chegando a R$3,18 o quilo. Já entre as hortaliças de folhas, a acelga teve acréscimo de 14,2% (R$2,50 o quilo). No setor de frutas, o maracujá azedo teve alta de 7,2%, atingindo o valor de R$6,82 o quilo. O preço da uva niágara, por outro lado, caiu 5,5%, sendo vendida a R$10,40 o quilo. A banana-nanica, uma das frutas mais consumidas, manteve-se estável, com o quilo sendo vendido a R$3,00. Entre as quedas mais expressivas, a batata ágatha registrou retração de 18,2%, passando de R$4,40 para R$3,60 o quilo. O chuchu teve redução igual, saindo de R$2,75 para R$2,25 o quilo. A melancia graúda também apresentou queda, de 6,7%, e foi comercializada a R$2,80 o quilo. No grupo das hortaliças de folha, a alface crespa teve baixa de 8,3%, cotada a R$2,75 o quilo. Por outro lado, a rúcula permaneceu estável, vendida a R$7,14 o quilo. No mercado de ovos, o destaque foi o ovo de codorna, que aumentou 15,4%, passando de R$6,50 para R$7,50 em 2,5 dúzias. Já os ovos brancos e vermelhos mantiveram seus preços estáveis, em R$245,00 e R$265,00 a caixa com 30 dúzias, respectivamente. O Sacolômetro é uma iniciativa da Ceasa Campinas que divulga semanalmente, às terças-feiras, as principais altas e baixas de preços dos produtos comercializados no entreposto. A ferramenta é uma importante aliada para produtores, comerciantes e consumidores, oferecendo transparência e suporte no planejamento e na tomada de decisões. “É uma ação simples, mas que leva transparência e informação do setor para auxiliar nas tomadas de decisões dos produtores e do mercado, que acompanham os valores de venda dos produtos na Ceasa”, ressalta a presidente da Ceasa, Walquyria Majeveski.   Imagem: Prefeitura de Campinas

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Produção industrial recua em 7 de 15 locais em fevereiro, mostra IBGE

A produção industrial brasileira variou -0,1 em fevereiro na comparação com janeiro, engatando o quinto mês consecutivo sem crescimento. O resultado foi negativo em 7 dos 15 locais pesquisados, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta terça-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda mais intensa em fevereiro de 2025 foi registrada na Bahia (-2,6%) e interrompeu dois meses consecutivos de taxas positivas. Ceará (-1%), São Paulo (-0,8%), Santa Catarina (-0,6%), Mato Grosso (-0,6%), Rio de Janeiro (-0,3%) e Minas Gerais (-0,2%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em fevereiro de 2025. Por outro lado, Pernambuco (6,5%) apontou a expansão mais elevada nesse mês, seguido por Paraná (2,0%), Pará (1,6%), Espírito Santo (1,1%), Amazonas (0,9%), região Nordeste (0,5%), Rio Grande do Sul (0,5%) e Goiás (0,2%). Paraná (2%), Pará (1,6%), Espírito Santo (1,1%), Amazonas (0,9%), Região Nordeste (0,5%), Rio Grande do Sul (0,5%) e Goiás (0,2%) também assinalaram resultados positivos em fevereiro. No acumulado nos últimos 12 meses, 15 dos 18 locais pesquisados registraram taxas positivas, mas 15 apontaram menor dinamismo frente aos índices de janeiro. Rio Grande do Norte (de 3,4% para -1,1%), Pernambuco (de 2,9% para 0,8%), Espírito Santo (de -2,5% para -4,2%), Amazonas (de 2,6% para 0,9%), Rio Grande do Sul (de 1,6% para 0,3%), Ceará (de 6,5% para 5,4%), Rio de Janeiro (de -0,6% para -1,5%), Goiás (de 1,8% para 1%) e Mato Grosso do Sul (de 2,7% para 1,9%) assinalaram as principais perdas entre janeiro e fevereiro, enquanto Pará (de 5,4% para 5,7%) e Paraná (de 3,9% para 4,1%) mostraram os ganhos entre os dois períodos. A média móvel trimestral variou -0,1%, com resultados negativos em 6 dos 15 locais pesquisados no trimestre encerrado em fevereiro, com destaque para os recuos mais acentuados registrados por Pernambuco (-6,5%), Pará (-4,1%), Mato Grosso (-2,9%), Paraná (-1,1%) e Região Nordeste (-1%). Por outro lado, Amazonas (1,1%) e Bahia (0,8%) assinalaram os principais avanços em fevereiro de 2025. No acumulado do ano de 2025, em relação ao mesmo período de 2024, o setor teve expansão de 1,4%, com taxas positivas em 8 dos 18 locais pesquisados. Fevereiro de 2025 x fevereiro de 2024 Na comparação com fevereiro de 2024, a indústria nacional subiu 1,5%, com 5 dos 18 locais pesquisados apontando resultados positivos. Santa Catarina (6%), Paraná (5,5%) e Pará (5,1%) assinalaram os avanços mais intensos. Vale citar que fevereiro de 2025 (20 dias) teve 1 dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (19).   Fonte: R7 Foto: Jonne Roriz/Estadão Conteúdo

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Brasil exporta carne para 168 mercados; China lidera ranking, com US$ 7 bilhões

Atualmente, o Brasil exporta carnes — bovina, suína, avícola e afins — para 168 mercados. O ranking é encabeçado pela China, que em 2024 comprou ao menos US$ 7 bilhões. Na sequência, vêm Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, União Europeia e Japão. Em sua última viagem internacional, realizada em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a abertura do produto para o mercado vietnamita. A carne é o quarto principal item da pauta de exportações brasileira, atrás da soja, do petróleo bruto e minério de ferro. O valor somado dos cinco maiores compradores de carnes brasileiras em 2024 foi de quase US$ 13,3 bilhões, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária. Exportação carne Brasil – Luce Costa/Arte R7 No fim de março, Lula realizou uma viagem internacional à Ásia e visitou o Vietnã, onde fechou acordo e anunciou a abertura do mercado de carne brasileira para o país. Em 2025, o Vietnã já figura como o quarto maior destino das exportações dos produtos da agropecuária brasileira, respondendo por 3,2% do que foi comercializado até fevereiro, atrás de China, União Europeia e Estados Unidos. Lula também foi ao Japão, e o país propôs ações para acelerar a abertura do mercado à carne bovina brasileira. A demanda histórica dos produtores brasileiros foi um dos temas do encontro entre o presidente brasileiro e o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba. Ishiba sugeriu a formação de um grupo para o acompanhamento do setor e manifestou disposição de enviar especialistas sanitários para coletar informações e avançar mais rapidamente nas próximas etapas de abertura do mercado. Um dos objetivos da viagem de Lula era, de fato, conseguir o compromisso político do Japão de enviar uma missão técnica para inspecionar as condições da produção de carne bovina do país. O Japão importa cerca de 70% da carne bovina que consome, o que representa aproximadamente US$ 4 bilhões ao ano. Desse total, 80% são importados dos Estados Unidos e da Austrália, históricos aliados do país. No caso do Brasil, o processo de negociação para exportar a carne bovina ao Japão vem sendo conduzido há mais de 20 anos. Em maio de 2024, o Brasil se tornou livre de febre aftosa sem vacinação animal. O status abre caminho para que o Brasil possa exportar carne bovina para países como o Japão e a Coreia do Sul, por exemplo, que só compram de mercados livres da doença sem vacinação. Por outro lado, o fim da vacinação exigirá protocolos mais rígidos de controle sanitário por parte dos estados. O ciclo de vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa no Brasil começou há mais de 50 anos, e o último registro da doença ocorreu em 2006. Atualmente, no Brasil, só os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes de Amazonas e Mato Grosso têm o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. Processo de exportação É necessário cumprir requisitos regulamentados pelo Ministério da Agricultura, por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária, para ter acesso ao mercado externo. O principal deles é a obtenção do registro do estabelecimento no SIF (Serviço de Inspeção Federal), que atesta a regularidade sanitária, técnica e legal das instalações e etapas de processo. Depois da concessão do registro, a empresa deve solicitar habilitação para exportar junto ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Atualmente, ao menos 3.200 estabelecimentos nacionais estão registrados no sistema, com habilitação para exportação. Segundo o governo, qualquer companhia registrada possui autorização para o mercado externo para países que não exigem habilitação específica. “Outro requisito é o Certificado Zoossanitário Internacional, que é o documento que expressa o acordo sanitário estabelecido entre autoridades sanitárias de países que realizam, entre si, comércio de animais e material de multiplicação animal. Significa que, ao emitir o documento, a autoridade sanitária do país de origem da mercadoria atesta o cumprimento de todas as condições, chamadas requisitos sanitários, que incluem exigências de saúde e bem-estar animal, demandadas pelo país importador”, explica o governo.   Fonte: R7

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Consignado do INSS ultrapassa em 3,7 milhões o número total de beneficiários

O número de contratos ativos de crédito consignado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ultrapassou em 3,7 milhões o número total de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios. Segundo dados do Portal da Transparência Previdenciária, existem 44,4 milhões de empréstimos com desconto em folha, enquanto o RGPS (Regime Geral de Previdência Social) tem 34,3 milhões de pessoas. Outros 6,4 milhões recebem benefício assistencial, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada), por exemplo. Os dados se referem a dezembro, e foram divulgados na última semana pelo Ministério da Previdência Social. O consignado também registrou aumento de 11,5% em dezembro de 2024 ante igual período do ano anterior, passando de R$ 81,9 bilhões para R$ 91,3 bilhões. Os aposentados respondem por 64% (R$ 58 bilhões) dos descontos do consignado, enquanto os pensionistas são 24% (R$ 22 bilhões) e os assistenciais, 12% (R$ 11 bilhões). Volume de empréstimos a aposentados e pensionistas – Arte/R7 O Ministério da Previdência Social afirma que, a maior quantidade de empréstimos em relação aos beneficiários, é preciso considerar que a legislação permite a um segurado ter até 15 linhas de crédito. “Para aposentadorias e pensões o beneficiário pode comprometer até 45% do valor recebido, a divisão dos 45% é assim: 35% empréstimo pessoal, 5% cartão de crédito e 5% cartão benefício. No caso do BPC Loas a margem é de 35% (30% empréstimo e 5% para os cartões)”, afirma a pasta em nota. A modalidade é oferecida a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é opção de empréstimo fácil e com juro baixo. O teto da taxa é de 1,85% ao mês. Já na modalidade de cartão de crédito e cartão consignado de benefício, o índice é de 2,46% ao mês. Novas medidas Neste ano, duas medidas que entraram em vigor podem aumentar ainda mais os empréstimos, segundo especialistas. Desde janeiro, foi liberado o crédito consignado já no primeiro benefício recebido. Mas o empréstimo só pode ser feito na instituição pagadora do benefício, ou seja, no banco que processa a folha do INSS. Só após 90 dias, o aposentado e pensionista poderá pedir empréstimo em outro banco. O governo federal também ampliou de 84 para 96 meses o prazo máximo para o pagamento de empréstimos consignados. Para Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, todo empréstimo tem que ser avaliado com atenção para não comprometer a renda, no caso de aposentados e pensionistas, esta atenção tem que ser dobrada. “O aposentado não pode esquecer que será descontado na folha e que durante um determinado período a sua renda será menor. Os gastos, principalmente com remédios e planos de saúde, aumentam a cada mês.” (Fernando Lamounier) O educador reforça que a cláusula de exclusividade, ainda que temporária, poderá trazer riscos para um público considerado frágil, com juros mais altos. Mesmo podendo fazer a portabilidade ao fim dos 90 dias, o processo envolve burocracias e a quitação do contrato original, com a cobrança de impostos duas vezes. “O aposentado ou pensionista tem que se atentar às taxas de juros cobradas durante o período e quais as imposições colocadas para a portabilidade após os 90 dias. Para migrar o crédito veja antes o percentual de IOF (Imposto sobre Operações) que pode duplicar na migração. No momento de urgência, quase ninguém lê as taxas de juros”, analisa. No Brasil, 19,1% dos endividados têm mais de 60 anos, segundo o Mapa da Inadimplência do Serasa, em fevereiro, último levantamento da empresa. Para Rubens Neto, especialista da Crédito Popular, a tendência é que ocorra um aumento significativo no volume de clientes solicitando esse benefício, já que a medida beneficia aposentados e pensionistas na amortização das dívidas. “Com esse aumento no prazo, o valor total das parcelas pode ser distribuído por um período maior, proporcionando mais flexibilidade financeira para os beneficiários. Além disso, um prazo mais longo permite que aposentados e pensionistas do INSS tenham acesso a valores de crédito mais altos, caso necessitem, sem comprometer excessivamente sua renda mensal.” (Rubens Neto) Como consultar Os aposentados e pensionistas podem consultar as taxas oferecidas pelos bancos por meio do portal ou aplicativo Meu INSS. Ao selecionar o serviço “extrato de empréstimos”, opção “instituições e taxas”, os juros estarão disponíveis para que o segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo. Dicas antes de realizar um empréstimo Identifique a causa das suas dívidas: este é o primeiro passo para resolvê-la. Melhor que sair das dívidas é sair dela, e não entrar em outras. Nunca empreste seu nome ou crédito para terceiros, mesmo que a pessoa seja de extrema confiança: muitos aposentados realizam empréstimos para ajudar familiares que posteriormente deixam de quitá-las. Neste momento pense em sua renda e suas mensalidades. Verifique se a dívida é para ajustar um problema pontual ou se é algo recorrente: colocar todas as dívidas em uma lista e analisar se o empréstimo é a solução imediata para o problema ou apenas um remédio temporário. Às vezes, a melhor solução é cortar despesas e não as aumentar. Fonte: Fernando Lamounier Orientações do Procon-SP O beneficiário interessado deve consultar o INSS para saber quais instituições são autorizadas a oferecer o empréstimo consignado e pesquisar as taxas de juros de cada uma delas, observando o seguinte: a contratação não pode ser efetuada por telefone, só pessoalmente ou por meio eletrônico a taxa máxima de juros já inclui todos os custos da operação, portanto, tarifa de abertura de crédito (TAC) ou qualquer outra não é permitida os empréstimos só podem ser contratados no estado em que o beneficiário reside e recebe o benefício é proibido estipular prazo de carência para o início do pagamento das parcelas, ou seja, ao receber o empréstimo, o beneficiário não pode começar a pagá-lo meses depois Bancos e financeiras devem informar antes da assinatura do contrato: o valor total contratado com e sem juros taxa mensal e anual de juros valor, número e periodicidade das prestações data do início e fim do desconto custo efetivo

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Poupança tem saque líquido de R$ 11,459 bilhões em março, revela BC

A caderneta de poupança teve saque líquido de R$ 11,458 bilhões em março, segundo dados publicados pelo Banco Central nesta segunda-feira, 7. É a maior retirada para o mês desde 2022, quando o resultado foi negativo em R$ 15,356 bilhões. De janeiro a março de 2025 é negativo em R$ 45,692 bilhões. No mês passado, os aportes na caderneta de poupança somaram R$ 339,637 bilhões. Os saques atingiram R$ 351,096 bilhões. No acumulado do ano, os depósitos chegam a R$ 998,517 bilhões, e os saques, a R$ 1,044 trilhão. Considerando o rendimento de R$ 5,875 bilhões na caderneta da poupança em maio, o saldo é positivo em R$ 1,004 trilhão – o menor nível desde maio de 2024, quando era de R$ 993,273 bilhões. Mesmo assim, é o décimo mês seguido acima da linha de R$ 1 trilhão.   Fonte: R7

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Preço do etanol cai em 12 estados e no DF, sobe em 6 e fica estável em 8, informa ANP

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 12 estados e no Distrito Federal, subiram em 6 e ficaram estáveis em 8 estados na semana de 30 de março a 5 de abril. Os dados são da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Nos postos pesquisados pela agência em todo o país, o preço médio do etanol caiu 0,93% na comparação com a semana anterior, para R$ 4,28 o litro. Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média recuou 0,24% no período, para R$ 4,16 o litro. A maior queda porcentual na semana, de 5,45%, foi registrada em Goiás, onde o litro passou a R$ 4,16. A maior alta no período, na Bahia, foi de 1,08%, para R$ 4,70 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,46 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,95, foi registrado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,48 o litro. Competitividade O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em seis estados. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 67,83% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Goiás (66,88%); Mato Grosso (63,71%); Mato Grosso do Sul (66,78%); Minas Gerais (69,76%); Paraná (67,92), e São Paulo (67,31%).   Fonte: R7 Foto: José Cruz/Agência Brasil

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