Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Defesa Civil orienta população sobre queda nas temperaturas e tempo seco; confira

Fila de reabilitação infantil em Hortolândia terá de ser zerada por determinação judicial

Viadutos de R$ 84 milhões são finalizados em trecho urbano da SP-304, em Piracicaba

Dia D de vacinação é realizado neste sábado (22) em todo o país

Jundiaí não registra casos de sarampo desde 2019 e reforça importância da vacinação

Hortolândia abre inscrições para a 10ª edição do tradicional “Vem de Bike”

Categoria: Economia

Brasil abre 1,4 milhão de pequenos negócios no 1º trimestre e bate recorde de MEIs

O Brasil registrou a abertura de mais de 1,4 milhão de pequenos negócios nos três primeiros meses de 2025, segundo levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O número exato chegou a 1.407.010 novos CNPJs até março, com destaque para os MEIs (microempreendedores individuais), que representam 78% do total. O crescimento na formalização dos MEIs foi expressivo: 35% a mais do que no mesmo período de 2024. Já as MPEs (micro e pequenas empresas) também avançaram, com aumento de 28% nas aberturas no primeiro trimestre. O Sudeste segue como a região com maior número absoluto de novos negócios, puxada por São Paulo (28,6%), Minas Gerais (10,9%) e Rio de Janeiro (7,8%). Mas o maior avanço proporcional ocorreu em outras regiões: Ceará (56,8%), Piauí (55,3%) e Amazonas (51,3%) lideraram o crescimento percentual em comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Serviços dominam os novos negócios O setor de Serviços segue sendo o principal motor do empreendedorismo no país. Em março, 63,7% dos pequenos negócios abertos estavam nessa área, somando 257.156 registros. Em seguida aparecem os setores de Comércio (20,8%), com 83.921 registros, e Indústria da Transformação (7,6%), com 30.859. MEIs mais comuns: entrega, beleza e ensino Entre os MEIs, as atividades com maior número de registros em março foram: Transporte rodoviário de carga – 20.526 registros Atividades de malote e entrega – 20.093 Serviços de beleza e cabeleireiros – 18.278 Publicidade – 18.139 Atividades de ensino – 15.937 Já entre as micro e pequenas empresas (MPEs), os destaques foram: Atividades de saúde, exceto médicas e odontológicas – 5.620 Serviços médicos e odontológicos ambulatoriais – 5.373 Serviços de escritório e apoio administrativo – 4.888 Restaurantes e estabelecimentos de alimentação – 3.563 Publicidade – 2.661 Brasil sobe no ranking global de empreendedores estabelecidos Outro reflexo dessa política aparece nos dados do Monitor Global de Empreendedorismo, pesquisa conduzida no Brasil pelo Sebrae em parceria com a Anegepe (Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo). Segundo o estudo, 47 milhões de brasileiros estão à frente de algum tipo de negócio, formal ou informal. A Taxa de Empreendedores Estabelecidos — que considera negócios com mais de 3,5 anos de operação — subiu de 8,7% em 2020 para 13,2% em 2024, o maior patamar em quatro anos. Com isso, o Brasil subiu duas posições no ranking global, passando da 8ª para a 6ª posição entre os países com mais empreendedores estabelecidos, à frente de potências como Reino Unido, Itália e Estados Unidos. Além disso, a Taxa de Empreendedorismo Total (que inclui os empreendedores iniciantes) também cresceu, passando de 30,1% para 33,4% entre 2023 e 2024.   Fonte: R7 Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Leia Mais

Procon de Santa Bárbara encontra variações de até 428% nos preços de peixes e 84% em ovos de Páscoa

O Procon de Santa Bárbara d’Oeste, órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Relações Institucionais e à Fundação Procon-SP, divulgou nesta segunda-feira (14) os resultados das pesquisas de preços de ovos de Páscoa e peixes, realizadas entre os dias 1º e 7 de abril de 2025 em supermercados do Município. Entre os produtos analisados, o destaque de maior variação ficou com o camarão cinza, que apresentou uma diferença de 428% no preço por quilo — oscilando de R$ 45,98 a R$ 242,80. Já a sardinha salgada teve a segunda maior disparidade: 218,76%, com preços entre R$ 12,90 e R$ 41,12. Outros produtos também chamaram a atenção do Procon de Santa Bárbara, como a tilápia: variação de 157,15%, com preços entre R$ 21,98 e R$ 89,95; a pescada: 115,44%, de R$ 39,90 a R$ 85,96; e o salmão: 118,63%, oscilando de R$ 69,98 a R$ 153. Já a menor variação ficou por conta de produtos como abadejo, atum e bacalhau saith, cujos preços se mantiveram constantes entre os estabelecimentos consultados. Entre os ovos de Páscoa, a maior variação de preço foi registrada no Ovo Arcor ao leite 190g, com 83,72% de diferença: os preços variaram de R$ 42,99 a R$ 78,98, dependendo do estabelecimento. Além disso, outros produtos apresentaram diferenças notáveis, como o Ovo Tortuguita Estrela Ninja 120g (variação de 74,44%, com preços entre R$ 42,99 e R$ 74,99), o Ovo Ouro Branco 359g (variação de 73,62%, com preços entre R$ 57,59 e R$ 99,99) e o Ovo Sonho de Valsa 357g (variação de 60,29%, com preços entre R$ 53,59 e R$ 85,90). Já entre os produtos das marcas Lacta e Nestlé, a maior diferença foi observada no Ovo Sonho de Valsa 357g, com 60,29% de variação, sendo encontrado de R$ 53,59 a R$ 85,90. Cuidados O Procon de Santa Bárbara d’Oeste alerta que, além da comparação de preços, é fundamental que o consumidor esteja atento à conservação e integridade dos produtos. Para os peixes, o consumidor deve observar as condições de armazenamento, aparência e frescor. É preciso observar nos peixes frescos se os olhos estão brilhantes e salientes, se as escamas estão bem presas ao corpo e se a barriga está firme. No caso do bacalhau, pintas vermelhas ou pretas indicam deterioração. Já no caso dos ovos de Páscoa devem ser mantidos longe de produtos de limpeza e de fontes de calor, e suas embalagens não devem estar violadas, amassadas ou com furos. Produtos com brindes, como brinquedos, precisam trazer na embalagem a indicação de que estão certificados pelo Inmetro e a faixa etária adequada. Após a abertura, o selo do Inmetro deve estar presente também na embalagem do brinquedo. A pesquisa completa com os preços de peixes e ovos de Páscoa está disponível na sede do Procon, localizada na Rua Graça Martins, 436 – Centro (entrada pela lateral), das 9 às 16 horas, de segunda a sexta-feira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3455.5779.   Foto: Prefeitura de Santa Bárbara

Leia Mais

Procon de Americana orienta sobre compra de peixes na Semana Santa

Os peixes têm lugar garantido nas ceias e comemorações durante a Semana Santa e, por se tratar de produtos perecíveis, os cuidados devem ser redobrados na hora da compra, armazenamento e preparo. Peixes frescos devem estar conservados em gelo. A higiene e o armazenamento são essenciais: no supermercado, devem estar em balcão frigorífico; e, na feira, é necessário que estejam sobre gelo picado, expostos em balcão de aço inox inclinado, protegidos do sol e de insetos, além da exigência do uso de luvas descartáveis por parte do feirante. No caso de peixes congelados ou vendidos em embalagens, o balcão deve estar com a quantidade adequada para garantir a circulação do ar frio e manter a qualidade do produto. A temperatura deve ser inferior a -18 °C para os congelados e abaixo de 0 °C para os resfriados. A embalagem deve conter as seguintes informações: peso líquido, identificação do país de origem e do produtor, número do lote, registro no órgão de fiscalização competente, indicação da temperatura para conservação, data de acondicionamento, prazo de validade e o carimbo do Serviço de Inspeção Federal. “Com a chegada do feriado religioso, muitas pessoas buscam produtos como peixes, legumes e azeite, comuns na preparação das refeições relacionadas à Páscoa. Essa demanda causa a elevação dos preços, afetando o orçamento dos consumidores. É sempre válido fazer pesquisa de preços em supermercados diferentes, em razão da variação sazonal”, orienta o coordenador do Procon de Americana, Estevão Luis Cardoso Pavan. A unidade atende consumidores que enfrentam problemas ou têm dúvidas nas relações de consumo, como compras de produtos com má qualidade, atraso ou não entrega, além de questões relacionadas à contratação de serviços escolares, planos de saúde, instituições financeiras, entre outros. O Procon de Americana funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, nas dependências do Paço Municipal – Avenida Brasil, nº 85. O telefone é o 151. Foto: Prefeitura de Americana

Leia Mais

Lei da Reciprocidade Comercial entra em vigor nesta segunda-feira (14)

Sancionada na última sexta-feira (11), a Lei da Reciprocidade Comercial entrou em vigor nesta segunda-feira (14) após ser publicada no Diário Oficial da União. A legislação autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no início do mês e sancionado na semana passada, sem vetos, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”. A norma valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No Artigo 3º do texto, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior, ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão. Tarifaço A nova lei é uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a maioria dos países do mundo, mas que se intensificou nos últimos dias de forma mais específica contra a China. No caso do Brasil, a tarifa imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas são o aço e o alumínio, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos foi de 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os EUA. Em discurso durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, na última quarta-feira (9), Lula voltou a criticar a adoção de tarifas comerciais. No mesmo dia, ele também disse que usará todas as formas de negociação possíveis, incluindo abertura de processo na OMC (Organização Mundial do Comércio), para tentar reverter as tarifas, antes de adotar ações comerciais retaliatórias.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Porto de Santos

Leia Mais

Governo Lula atualiza tabela do Imposto de Renda; veja novas regras

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva publicou nesta segunda-feira (14) no DOU (Diário Oficial da União) a atualização da tabela progressiva mensal do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física). As novas regras atingem a camada mais pobre da população. A medida provisória é assinada por Lula e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. As novas regras valem a partir do mês de fevereiro do ano-calendário de 2024 e seguem até o mês de abril do ano-calendário de 2025. Confira, abaixo, a tabela do IRPF com os novos valores: – Até R$ 2.428,80, a alíquota é de 0%, com parcela a deduzir do IR zero; – De R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65, alíquota de 7,5% e parcela a deduzir de R$ 182,16; – De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05, alíquota de 15%, parcela a deduzir de R$ 394,16; – De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68, alíquota é 22,5% e parcela a deduzir de R$ 675,49; – Acima de 4.664,68, a alíquota é de 27,5%, com parcela a deduzir de R$ 908,73. As correções feitas pelo governo federal na tabela do IR dizem respeito às duas primeiras faixas salariais. No caso da primeira, que tem alíquota zero, passa para R$ 2.428,80. Já no segundo, que tem alíquota de 7,5%, passa para R$ 2.826,65. Inicialmente, as mudanças atingem as camadas mais pobres da população. No entanto, como a tabela do IR é aplicada para todos os trabalhadores, de certa forma todos são beneficiados. Isso porque as cobranças são escalonadas. No caso da terceira faixa salarial, de até R$ 3.751,05, a alíquota é 15%. A quarta, de até R$ 4.664,68, conta com alíquota de 22,5%. A última, acima de R$ 4.664,68, tem alíquota de 27,5%. Por se tratar de uma MP, a matéria tem força de uma lei imediata, mas precisa do aval do Congresso Nacional para não perder a validade. Isenção do IR Em março, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a proposta de isentar do IR quem ganha até R$ 5.000 por mês. A medida deve beneficiar cerca de 10 milhões de pessoas. A gestão argumenta que o projeto não tem viés arrecadatório e será compensado pela cobrança do tributo das pessoas mais ricas do país. O projeto amplia a isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000 por mês a partir de 1º de janeiro de 2026. Atualmente, a faixa de isenção é de R$ 2.259,20. Além disso, quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.000 vai contar com um desconto parcial para pagamento do tributo. Para bancar a isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000, a gestão quer cobrar o imposto dos ricos do país. São 141 mil contribuintes (0,13% do total) que passarão a contribuir pelo patamar mínimo. Esse grupo é composto por aqueles que recebem mais de R$ 600 mil por ano e não contribuem com a alíquota efetiva de até 10%.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda

Leia Mais

Inflação da Páscoa: chocolate e bacalhau ficam mais caros, mas preço do camarão cai em um ano

Seja na sexta-feira com a tradicional bacalhoada ou no domingo com os ovos de chocolate, o feriado de Páscoa está pesando mais no bolso dos brasileiros. Dos seis itens selecionados pelo R7, três tiveram alta no acumulado dos últimos 12 meses. O preço do chocolate em barra e bombom, por exemplo, cresceu 21,77%, quase quatro vezes o valor da inflação oficial do país (5,48%). Os dados foram obtidos com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de março, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na sexta-feira (11). As compras para a celebração da Páscoa fazem parte da preparação das famílias, mas, em 2025, os consumidores devem sentir mais no bolso, já que o bacalhau também teve alta. De março de 2024 ao mesmo mês deste ano, o peixe está 6,45% mais caro. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostrou que cerca de 103 milhões de consumidores devem fazer compras para a Páscoa este ano. Os consumidores pretendem gastar, em média, R$ 247 no mercado, adquirindo aproximadamente cinco produtos. Apesar do fluxo, o índice representa uma queda nominal de 4 milhões de pessoas em relação a 2024, mostrando que, neste ano, o valor dos itens está pesando mais para os brasileiros. Produtos essenciais para a tradicional bacalhoada, como a azeitona (14,1%), ovo cozido (19,52%), azeite (10%) e tomate (0,13%) ficaram mais caros. Por outro lado, alguns ingredientes tiveram queda de preço e ajudaram a equilibrar a cesta, a exemplo da batata (-36,69%), cebola (-37,78%) e pimentão (-15,45%). Para quem deseja não comer carne, mas quer gastar um pouco menos, boas opções são a tilápia ou o camarão. Em um ano, os itens ficaram 4,65% e 3,62% mais baratos, respectivamente. Preço alto para além da Páscoa O R7 mostrou que o café moído foi o item que exerceu o maior impacto individual sobre a inflação em um ano. No período, o item quase essencial no café da manhã dos brasileiros teve alta de 77,78%. No primeiro trimestre do ano, a alta foi de 30,04% e, somente em março em relação a fevereiro, houve avanço de 8,14% nos preços. O cafezinho pronto servido em padarias, lanchonetes, bares e restaurantes, aumentou 12,26%. Outro item em destaque foi o óleo de soja, que exerceu o sétimo maior impacto individual sobre a inflação e teve alta de 24,36% no acumulado do ano. A inflação também foi influenciada pelo aumento do preço do cigarro, que subiu 22,46% no período. Em agosto do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a cobrança do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre o item. Desde setembro, o preço mínimo para venda do maço de 20 cigarros no varejo passou de R$ 5 para R$ 6,50. As carnes também estão pesando mais no bolso dos brasileiros. No acumulado de 12 meses, o grupo teve alta de 21,16%. Os destaques ficaram com acém (25,54%), pá (23,22%) e patinho (22,5%). O lagarto comum e a capa de filé também tiveram altas expressivas (22,31% e 22,05%, respectivamente).   Fonte: R7 Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Leia Mais

Calendário do Bolsa Família e do Auxílio Gás é antecipado devido aos feriados; veja as novas datas

O pagamento do Bolsa Família de abril começa mais cedo, na terça-feira (15), para mais de 20 milhões de beneficiários. Com dois feriados, Sexta-Feira da Paixão (18) e Dia de Tiradentes (21), na segunda quinzena do mês, o calendário de abril tem início mais cedo. Os primeiros que recebem são aqueles com final 1 do NIS (Número de Inscrição Social), conforme calendário escalonado, que vai até o dia 30. Também será liberado o Auxílio Gás, que é bimestral, para mais de 5 milhões de famílias. Os recursos são repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social, e o pagamento é feito pela Caixa. Todas as famílias recebem a parcela mínima de R$ 600. Aquelas com dependentes com menos de 7 anos ganham um adicional de R$ 150 por criança. Outro extra de R$ 50 por mês é pago às famílias com gestantes, com crianças a partir de 7 anos, com bebês em amamentação e com adolescentes com idade entre 12 e 18 anos. No caso do Auxílio Gás, o benefício garante às famílias 100% do valor da média nacional do botijão de gás de cozinha de 13 quilos. Confira o calendário de pagamentos deste mês 15 de abril: NIS final 1 16 de abril: NIS final 2 17 de abril: NIS final 3 22 de abril: NIS final 4 23 de abril: NIS final 5 24 de abril: NIS final 6 25 de abril: NIS final 7 28 de abril: NIS final 8 29 de abril: NIS final 9 30 de abril: NIS final 0 De quanto é o valor • R$ 600 — valor mínimo pago por família; • R$ 150 — adicional pago por criança de até 6 anos; • R$ 50 — adicional para gestantes e lactantes; • R$ 50 — adicional por criança ou adolescente (de 7 a 18 anos); • R$ 50 — adicional por bebê de até 6 meses. Já as famílias em regra de proteção recebem benefício médio de R$ 370,54. A regra se aplica às famílias que tiveram aumento na renda de até meio salário mínimo por integrante, de qualquer idade. Quem tem direito Têm direito ao benefício as famílias cuja renda per capita (por pessoa) é de, no máximo, R$ 218 por mês. É preciso estar inscrito no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal), feito por meio das prefeituras. Para se inscrever, basta ir pessoalmente em um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) ou outro posto de atendimento do município. O cadastro é gratuito. Como consultar Os canais para consulta de informações e movimentação dos valores são pelo aplicativo Caixa Tem, terminais de autoatendimento, lotéricas, correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa. O banco disponibiliza também o Aplicativo Bolsa Família com informações sobre o programa. Como sacar Os beneficiários podem movimentar o dinheiro pelo aplicativo Caixa Tem, sem necessidade de ir até uma agência para sacar o benefício. O cartão do programa pode ser usado para compras nos estabelecimentos comerciais por meio da função de débito, bem como realizar saques em lotéricas, correspondentes Caixa Aqui, além das agências do banco. Nos terminais de autoatendimento, o saque pode ser realizado sem cartão com identificação biométrica, cadastrada previamente.   Fonte: R7 Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leia Mais

Café, chocolate e carne ficam mais caros e são vilões da inflação em um ano

A inflação oficial do país acelerou 5,48% em um ano, de março de 2024 ao mesmo mês deste ano. Os números mostram que os preços não deram alívio ao bolso do consumidor no acumulado dos últimos 12 meses. O café moído foi o produto que exerceu a maior alta no período. Na lista, itens como cigarro, chocolate, carne e etanol também pesaram nas contas dos brasileiros. Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e divulgado nesta sexta-feira (11), frutas como tangerina, abacate e laranja-lima ficaram no topo do ranking de vilões da inflação, com altas de 52,71%, 31,26% e 23,13%, respectivamente. O café moído foi o item que exerceu o maior impacto individual sobre a inflação em um ano. No período, o item quase essencial no café da manhã dos brasileiros teve alta de 77,78%. No primeiro trimestre do ano, a alta foi de 30,04%, e somente em março em relação a fevereiro, houve avanço de 8,14% nos preços. O cafezinho já preparado e servido em padarias, lanchonetes, bares e restaurantes, aumentou 12,26%. Outro item em destaque foi o óleo de soja, que exerceu o sétimo maior impacto individual sobre a inflação e teve alta de 24,36% no acumulado do ano. O resultado também foi influenciado pelo aumento do preço do cigarro, que subiu 22,46% no período. Em agosto do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a cobrança do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre cigarros. Desde setembro, o preço mínimo para venda do maço de 20 cigarros no varejo passou de R$ 5 para R$ 6,50. Veja alguns itens que ficaram mais caros em um ano – Luce Costa/Arte R7 Chocolate e carnes mais caros O preço dos chocolates em barra e bombons também ficaram mais caros nos últimos 12 meses. Tradicionalmente associados às celebrações da Páscoa, o item teve alta de 21,77% em um ano. O grupo açúcares e derivados, do qual ele faz parte, subiu 9,49%. As carnes também estão pesando mais no bolso dos brasileiros. No acumulado de 12 meses, o grupo teve alta de 21,16%. Os destaques ficaram com acém (25,54%), pá (23,22%) e patinho (22,5%). O lagarto comum e a capa de filé também tiveram altas expressivas (22,31% e 22,05%, respectivamente). Queridinhas dos brasileiros, a costela (21,68%), alcatra (21,37%), e a picanha (12,38%) também encareceram, assim como a carne de porco (21,2%), o contrafilé (20,46%) e o músculo (19,44%). Alta nos preços dos combustíveis O preço dos combustíveis para veículos também ficou mais caro em um ano. O grupo teve aumento de 11,63% no acumulado dos últimos 12 meses, com destaque para as altas do etanol (20,08%), gasolina (10,89%), óleo diesel (8,13%) e gás veicular (3,92%). Transporte público O grupo transporte público teve alta de 6,15% em 12 meses. O transporte por aplicativo ocupou o primeiro lugar do grupo, com alta de 18,27%. A tarifa de integração do transporte público, ônibus interestadual, passagem aérea, transporte escolar e trem foram alguns dos itens desse segmento que também ficaram mais caros.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Leia Mais

Comerciantes registram aumento de até 50% nas vendas no Mercado Municipal de Campinas

Faltando pouco mais de uma semana para a Sexta-feira Santa, o Mercado Municipal de Campinas já registra movimento intenso de consumidores em busca de produtos típicos da Semana Santa. Segundo os comerciantes, as vendas cresceram cerca de 50% em relação ao mesmo período de 2024, impulsionadas principalmente pela procura por peixes e frutos do mar. Peixes e frutos do mar lideram as vendas no Mercadão De acordo com os permissionários, o aumento na procura começou ainda nesta semana, com muitos consumidores antecipando as compras. “Além da tradição religiosa da Quaresma, quando muitas pessoas deixam de consumir carne vermelha e optam por peixes, muita gente preferiu se antecipar e já comprou os pescados para congelar, pensando no almoço da Sexta-feira Santa”, explica Adriana Tavares, comerciante do setor de pescados. Entre os peixes mais procurados no Mercado Municipal de Campinas para a Semana Santa estão tilápia, pacu, filé de tilápia, sardinha e corvina. A expectativa dos comerciantes é que o movimento de consumidores dobre na próxima semana, com a proximidade da Sexta-feira Santa. Preços dos pescados no Mercadão de Campinas  Confira os valores por quilo dos principais pescados, registrados nesta quinta-feira (10):     •    Sardinha: R$ 14,90/kg     •    Tilápia: R$ 23,90/kg     •    Corvina: R$ 27,90/kg     •    Pacu: R$ 29,90/kg     •    Salmão: R$ 89,90/kg Os preços podem variar conforme o fornecedor e a disponibilidade dos produtos. Tradição e qualidade Além da demanda sazonal, o Mercado Municipal de Campinas, conhecido como Mercadão, segue como referência na cidade pela oferta de produtos frescos e de qualidade. “O campineiro mantém a tradição de comprar no Mercadão. Isso reforça a importância da reforma do prédio centenário, que será entregue ainda neste semestre”, afirma Enrique Lerena, presidente da Setec. Reforma  O Mercadão passa por sua primeira grande reforma estrutural. Durante as obras, os permissionários continuam atendendo o público em tendas climatizadas, instaladas na área externa, garantindo conforto e qualidade no atendimento. Serviço: Mercado Municipal de Campinas Endereço: avenida Benjamin Constant, s/nº Horário de Funcionamento Segunda a sexta-feira: das 7h às 18h Sábado: das 7h às 16h Domingo: das 7h às 12h Telefone: (19) 3232-3679   Foto: Prefeitura de Campinas

Leia Mais

Seguro-desemprego passa por correção e novo valor já está em vigor

Neste ano de 2025, o valor máximo do seguro-desemprego foi reajustado para R$ 2.424,11. A mudança segue a correção de 4,77% com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para calcular a atualização de benefícios trabalhistas. Com isso, trabalhadores demitidos sem justa causa passam a contar com um auxílio mais próximo da realidade econômica atual. Além do teto, o valor mínimo também foi corrigido e agora é de R$ 1.518 — um aumento em relação aos R$ 1.412 pagos no ano anterior. Esse novo patamar acompanha o reajuste do salário mínimo e visa oferecer uma base de apoio mais sólida para quem está fora do mercado de trabalho. Cálculo do benefício varia conforme a média salarial O cálculo do seguro-desemprego considera a média dos três últimos salários antes da demissão. Com base nisso, aplica-se um percentual sobre essa média, que varia conforme a faixa de rendimento. Por exemplo: Para quem ganhava até R$ 2.138,76, o benefício corresponde a 80% do salário médio; Já quem recebia entre R$ 2.138,77 e R$ 3.564,96 tem direito a 50% do valor que ultrapassar R$ 2.138,76, somado a uma parcela fixa de R$ 1.711,01; Acima disso, o valor da parcela será fixo: R$ 2.424,11, que é o novo teto. Assim, o cálculo busca garantir uma compensação mais justa, especialmente para quem tinha renda próxima ao salário mínimo. Quem pode solicitar o seguro-desemprego? Apesar do reajuste, as regras para solicitação permanecem as mesmas. Têm direito ao benefício trabalhadores formais demitidos sem justa causa, que estejam desempregados no momento do requerimento e não possuam outra fonte de renda. Também é necessário não estar recebendo outros benefícios da Previdência Social, com exceção de pensão por morte ou auxílio-acidente. Além disso, o número de parcelas varia entre três e cinco, dependendo do tempo de serviço e da quantidade de vezes que o benefício já foi solicitado. Os prazos para dar entrada também seguem os mesmos. Trabalhadores formais: entre o 7º e o 120º dia após a demissão; Empregados domésticos: entre o 7º e o 90º dia. Como solicitar o benefício Atualmente, o pedido pode ser feito de forma online, pelo Portal Emprega Brasil, ou presencialmente, em unidades do SINE (Sistema Nacional de Emprego). É importante reunir toda a documentação exigida para evitar atrasos no pagamento das parcelas. Além disso, vale lembrar que o sistema digital permite acompanhar o andamento do processo, verificar pendências e até agendar atendimento presencial, se necessário. Isso facilita a rotina de quem precisa do benefício e evita deslocamentos desnecessários. Para muitos trabalhadores, o seguro-desemprego representa um respiro em um momento delicado. Por isso, entender os prazos e critérios com antecedência pode fazer diferença na hora de garantir esse direito, que ajuda a manter o equilíbrio financeiro durante a transição para um novo emprego.   Fonte: R7  

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz