Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Casarão histórico na Rua Barão de Cascalho será nova sede do IPML em Limeira

Limeira prepara profissionais para implantação do serviço de motolâncias do Samu

Polícia Civil de Americana esclarece furto de joias e dinheiro e indicia suspeita

Homem é preso após ameaçar ex-namorada de morte e ser encontrado com faca em Limeira

Cordeirópolis amplia SmartGCM com tecnologia que localiza chamadas do 153 e pode salvar vidas

Motociclista tenta fugir da PM, avança parada obrigatória e bate contra carro em Limeira

Categoria: Economia

Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25

Caixa está adaptando sistemas para oferecer modalidade Os trabalhadores poderão consultar, a partir de 25 de maio, o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) disponível para renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A nova modalidade permitirá o uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso. A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS por meio do programa. Segundo o governo federal, a adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos valores diretamente aos bancos responsáveis pelos contratos. O prazo estimado para formalização das operações é de até 30 dias após a consulta do saldo disponível. Dez dias depois do lançamento do Desenrola 2.0, a liberação de parte do saldo do FGTS para abater dívidas ainda não está disponível porque a Caixa está adaptando os sistemas. O banco também está definindo os procedimentos operacionais para que as instituições financeiras comecem a oferecer a modalidade na renegociação de débitos. Além da liberação do FGTS para o Novo Desenrola, o governo informou que mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do fundo, liberados em várias rodadas desde o fim do ano passado O desbloqueio adicional estimado é de R$ 8,4 bilhões e beneficiará trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão feitos automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS. Como vai funcionar – O trabalhador poderá usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor – Será necessário autorizar, pelo aplicativo do FGTS, o acesso das instituições financeiras aos valores disponíveis – O uso do FGTS ocorrerá somente após a renegociação da dívida dentro do programa – Não será necessário comparecer às agências da Caixa para concluir a operação – Poderão ser usados recursos de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para contas inativas. Quem pode aderir – Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105; – Dívidas elegíveis incluem cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC) – O uso do FGTS suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo Saque residual – O crédito residual será pago em 26 de maio – Cerca de 10,5 milhões de trabalhadores serão beneficiados – A medida atende trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos entre 2020 e 2025 – Permanecerão bloqueados apenas valores vinculados a contratos de antecipação ainda ativos Atenção ao saldo – Antes de 25 de maio, parte do saldo poderá deixar de aparecer temporariamente no aplicativo do FGTS; – Segundo o MTE, a alteração ocorrerá devido ao processamento interno necessário para liberação dos recursos; – Após o processamento, os valores residuais do saque-aniversário serão depositados automaticamente nas contas cadastradas pelos trabalhadores.   Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Leia Mais

Fim da “taxa das blusinhas” preocupa indústria; plataformas apoiam

Setor defende isonomia e plataformas falam em volta do poder de compra A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. Em nota, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) informou que a revogação amplia a desigualdade tributária entre produtos nacionais e importados. A entidade alertou para o risco de redução nas vendas do varejo brasileiro, sobretudo entre pequenas e médias empresas, diante da concorrência com produtos importados. De acordo com o IDV, a medida pode provocar queda na reposição de estoques, afetar a indústria nacional e levar ao fechamento de fábricas ou transferência de produção para países vizinhos. Segundo a entidade, após a criação da tributação sobre compras internacionais, o varejo registrou a abertura de 107 mil empregos no primeiro ano, além de aumento de investimentos e produtividade. “O fim do Imposto de Importação na venda cross border acarretará riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores”, concluiu o instituto. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor.   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/José Paulo Lacerda

Leia Mais

Potencial de consumo em bares e restaurante de Limeira em 2026 tem alta de 15,5%, aponta IPC Maps

Gastos da população no município são estimados em R$ 618,9 milhões Mesmo que pese o momento de aperto financeiro no bolso das famílias e o número recorde de inadimplência, o potencial de consumo fora do lar (bares, restaurantes e outras empresas do segmento de alimentação fora do domicílio) na cidade de Limeira para 2026 é positivo. A nova Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros, estima que os gastos na cidade devem saltar 15,5% neste ano em comparação ao ano passado e atingir a soma de R$ 618,904 milhões. De acordo com o levantamento, a maior variação percentual de potencial de consumo está na classe D e E, com alta de 40,3%%. Na classe A, o aumento estimado é de 39,8%, seguido pelas classes B (16,8%). Na classe C, o aumento da intenção de consumo deve ficar em 0,6%. O estudo também traz dados que mostram uma expansão dos negócios ligados ao setor de alimentação fora do lar. A cidade tem, atualmente, 3.549 estabelecimentos, alta de 10% sobre o ano passado. Em um ano foram abertos 322 negócios em Limeira. André Mandetta, presidente da Abrasel RMC, diz que que o setor vem se beneficiando com o aumento do poder aquisitivo das pessoas, mesmo que de forma tímida, e com abertura de novos negócios, e com o crescimento da população ocupada. “O aumento no movimento tem contribuído para a redução de empresas que trabalham com prejuízo. Para Júlia Vieira, coordenadora regional do Núcleo Leste Paulista da Abrasel RMC, “o aumento do potencial de consumo, constatado pelo IPC Maps é um indicador positivo para o setor, que vive um momento de preocupação com o cenário econômico nacional e o alto índice de famílias endividadas”, afirma ele. “Mas, por outro lado, é um setor que gera muita renda e cria empregos quando vai bem, E os números de empregos novos gerados no ano é um fator muito importante”, acrescenta.   Fonte: Abrasel RMC

Leia Mais

Potencial de consumo em bares e restaurante na RMC tem alta de 11,8% em 2026, aponta IPC Maps

Gastos da população dos 20 municípios são estimados em R$ 7.669 bilhões Mesmo que pese o momento de aperto financeiro no bolso das famílias e o número recorde de inadimplência, o potencial de consumo fora do lar (bares, restaurantes e outras empresas do segmento de alimentação fora do domicílio) na Região Metropolitana de Campinas (RMC) para 2026 é positivo. A nova Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros, estima que os gastos nas vinte cidades da região devem saltar 11,8% neste ano em comparação ao ano passado e atingir a soma de R$ 7.669 bilhões. De acordo com o levantamento, a maior variação percentual de potencial de consumo está na classe A, com alta de 29,1%. Na classe B, o aumento estimado é de 11,6%, seguido pelas classes D e E (11,3%). Na classe C, o aumento da intenção de consumo deve ficar em 2,1%. Os estabelecimentos de cidade de Campinas, onde se concentra o maior número de bares e restaurantes e a maioria da população da RMC devem ser os maiores beneficiados pelo consumo regional. O gasto total nos estabelecimentos da cidade é estimado em R$ 3.014 bilhões, alta de 18,6% na comparação com 2025. O estudo também traz dados que mostram uma expansão dos negócios ligados ao setor de alimentação fora do lar. A região tem, atualmente, 34.917 estabelecimentos, alta de 11,3% sobre o ano passado. Em um ano foram abertos 3.544 negócios em toda da RMC. André Mandetta, presidente da Abrasel RMC, diz que que o setor vem se beneficiando com o aumento do poder aquisitivo das pessoas, mesmo que de forma tímida, e com abertura de novos negócios, e com o crescimento da população ocupada. “O aumento no movimento tem contribuído para a redução de empresas que trabalham com prejuízo. “O aumento do potencial de consumo na região, constatado pelo IPC Maps é um indicador positivo para o setor, que vive um momento de preocupação com o cenário econômico nacional e o alto índice de famílias endividadas”, afirma ele. “Mas, por outro lado, é um setor que gera muita renda e cria empregos quando vai bem, E os números de empregos novos gerados no ano é um fator muito importante”, acrescenta. Mandetta destaca, ainda, que além dos gastos da população regional, é importante destacar o movimento gerado pelos turistas de negócios. “Campinas está entre os dez municípios com maior número de eventos corporativos e isso gera movimento nos restaurantes e bares, não apenas na cidade, mas em municípios vizinhos”, acrescenta. Matheus Mason, sócio do Restaurante Benedito, em Campinas, diz que a percepção da casa nos últimos tempos vem ao encontro do que mostra a pesquisa quando se fala no poder de compra das classes A e B. “Além de uma gastronomia já consolidada na região, o aumento no número de eventos corporativos também atrair mais consumidores para as casas”, explica. Além de estar sempre pensando em novos pratos, o Restaurante Benedito vem criando novas opções de eventos de experiências para atender a demanda do público, como jantares harmonizados e Ateliê Experience, que unem gastronomia e arte no mesmo ambiente. “O cliente não quer mais somente comida de qualidade, ele agora também busca opções de experiências, diversão e confraternização”, acrescenta Mason. Rodrigo Porto, diretor de Alimentos & Bebidas da Rede Vitória Hotéis,  proprietária de vários restaurantes dentro das unidades hoteleiras em Campinas, Indaiatuba e Paulínia, diz que a projeção é resultado da consolidação do setor gastronômico regional. “A rede Vitória Hotéis sempre olhou de uma forma estratégica para os restaurantes. Diferente do modelo tradicional, investimos em operações independentes e premiadas, como o Bellini e Kindai, com mais de 20 anos entregando excelência”, diz”, afirma.   Fonte: Abrasel RMC Foto: Divulgação/Abrasel RMC

Leia Mais

Tesouro Nacional cria título que permite investir a partir de R$ 1

A rentabilidade é diária e acompanha a taxa Selic, que está em 14,5% ao ano O Tesouro Nacional lançou, nesta segunda-feira (11), uma nova opção de investimento, que pode funcionar como reserva de emergência, com aplicações a partir de R$ 1,00. O novo produto se chama Tesouro Reserva e tem como objetivo ajudar o brasileiro a criar uma reserva de emergência. A rentabilidade é diária e acompanha a taxa Selic, que está em 14,5% ao ano. O resgate pode ser feito a qualquer momento.   Fonte: R7

Leia Mais

FecomercioSP prevê crescimento de 3% nas vendas de Dias das Mães em SP

Maiores altas devem ser em perfumaria, vestuário, tecidos e calçados O faturamento do comércio do estado de São Paulo com as vendas para o Dia das Mães deverá crescer 3% em relação à data do ano passado. A expectativa é que o montante atinja cerca de R$ 82 bilhões, R$ 2,7 bilhões a mais em comparação ao Dia das Mães de 2025.  As estimativas foram divulgadas nesta quarta-feira (6) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). “A expectativa otimista se sustenta principalmente pelo mercado de trabalho, que segue positivo, e pelo aumento da renda, tornando possível que mais pessoas consumam e obtenham crédito. Assim, o Dia das Mães permanece como uma data importante para as vendas, principalmente nos segmentos ligados a presentes tradicionais”, disse a entidade, em nota. De acordo com a FecomercioSP, as maiores altas de faturamento deverão ocorrer nas farmácias e perfumarias, com avanço de 6% em relação ao mesmo período do ano passado; lojas de vestuário, tecidos e calçados, que deverão crescer 4%; e os supermercados, com elevação de 3%. “Os juros elevados e o endividamento familiar, somados às incertezas econômicas e eleitorais, acabaram afetando negativamente as vendas de bens duráveis [como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis]. Nesses casos, a compra normalmente depende de crédito e do comprometimento da renda por vários meses”, ressaltou a entidade. De acordo com a FecomercioSP, as vendas das lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, bem como as lojas de móveis e decoração, deverão apresentar as menores taxas de crescimento em maio, com altas de 1% e 2%, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil  

Leia Mais

Desenrola 2.0 amplia renegociação de dívidas e inclui novos beneficiários; confira regras

A partir desta terça-feira (5), brasileiros inadimplentes com renda de até cinco salários mínimos, atualmente em R$ 8.105, poderão buscar os canais oficiais dos bancos para aderirem ao novo Desenrola Brasil, programa do governo para renegociação de dívidas. Além de pessoas físicas, a iniciativa prevê o abatimento de débitos de estudantes, micro e pequenos empreendedores, aposentados e pequenos agricultores. Até o momento, os bancos que já estão habilitados para adesão ao programa são: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, BRB, Itaú, NuBank, Santander, Inter, Sicoob, Banco BV, Banrisul, BMG e Banco Pan.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Para incentivar a quitação dos débitos, o programa prevê descontos entre 30% e 90%, além de juros de até 1,99% ao mês. A versão é uma reformulação da iniciativa anterior, lançada em 2023 pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o Executivo, o principal objetivo é promover a reorganização financeira e a ampliação do acesso ao crédito. Entre as novidades da edição, que terá uma duração de 90 dias, está a possibilidade de o trabalhador usar até R$ 1.000 ou 20% do saldo da conta do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar a dívida. Além disso, o programa estabelece que as instituições bancárias devem investir pelo menos 1% do valor referente à garantia do programa em educação financeira. Os bancos também serão responsáveis por controlar os fluxos, proibindo o envio de recursos para apostas — mesmo após o desbloqueio do CPF — por meio de modalidades de crédito, como cartão de crédito e as variações de Pix crédito ou parcelado. Assim como na edição anterior, pessoas com dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas, ou seja, não terão mais o “nome sujo”. Entretanto, a dívida continuará ativa. Categorias: Desenrola famílias; Desenrola Fies; Desenrola empresas; Desenrola rural. Consignado Servidores públicos federais, aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terão o prazo de pagamento do consignado ampliado e redução da margem do empréstimo. Entre as mudanças, está o fim da reserva obrigatória de 10% da margem exclusiva para cartão consignado e de benefícios, e o limite de consignação total, que antes era de 45%, passa a ser de 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada. Consignado INSS Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios. Limite de consignação total passa de 45% para 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada; Ampliação do prazo da operação de 96 para 108 meses; Fim da vedação à carência e permissão para que ela seja de até 90 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Consignado público Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios; Limite de consignação total passa de 45% para 40%; Prazo máximo da operação irá de 96 para 120 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no orçamento familiar do servidor; Haverá autorização de carência de até 120 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Fies Voltado para o financiamento de cursos superiores privados, o Fies é destinado a estudantes que possuem renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. No caso do Desenrola Fies, as condições de renegociação variam conforme o tempo de atraso e o perfil do estudante. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 90 dias: se o pagamento for à vista, desconto da totalidade dos juros e multas e de 12% do principal. Se parcelar o pagamento (em até 150 vezes): desconto da totalidade dos juros e multas. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes fora do CadÚnico: desconto de até 77% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes do CadÚnico: desconto de até 99% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Micro e pequenas empresas A expectativa é de que a iniciativa beneficie mais de 2 milhões de empresas, com ampliação de prazos, aumento dos limites de crédito e maior tempo de carência. Para empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil: Ampliação da carência de 12 para 24 meses; Aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; Crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; Ampliação do limite de crédito de 30% para 50% do faturamento, podendo chegar a 60% no caso de empresas lideradas por mulheres. Para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões: ampliação da carência de 12 para 24 meses; aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; aumento do limite total de crédito de R$ 250 mil para R$ 500 mil. Pequenos agricultores Criado no ano passado, o Desenrola Rural tem por objetivo oferecer condições para a liquidação e a renegociação de dívidas para agricultores familiares. O programa é voltado para todos os agricultores familiares (incluindo pescadores artesanais), comunidades tradicionais e cooperativas da agricultura familiar. No Desenrola 2.0, o governo vai ampliar o prazo do programa para essa categoria, permitindo que mais agricultores familiares renegociem e liquidem suas dívidas antigas. Famílias endividadas no país Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, levantamento feito mensalmente pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 80,4% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse é o maior índice da série histórica feita pela entidade. A pesquisa mais recente divulgada pela CNC é referente a março. Naquele mês, o índice de inadimplência no país foi de 29,6%, abaixo do recorde de 30,5% alcançado em setembro e em outubro de 2025.   Fonte: R7  

Leia Mais

Venda de veículos novos dispara no Brasil e atinge maior marca desde 2013

Com alta de 16,3% no primeiro quadrimestre, setor automotivo é impulsionado por incentivos e crescimento de modelos híbridos e elétricos  O mercado automotivo brasileiro iniciou 2026 em forte ritmo de crescimento. Nos quatro primeiros meses do ano, foram vendidos 1.734.599 veículos novos no país, o melhor resultado para o período desde 2013. O número representa um avanço de 16,3% em relação ao mesmo intervalo de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que considera em seu levantamento automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários. Segundo o presidente da entidade, Arcelio Junior, o desempenho reflete um cenário positivo para o setor. Ele destaca que medidas como redução de impostos e promoções têm estimulado a demanda, especialmente no segmento de automóveis e comerciais leves. Um dos fatores que contribuíram para o crescimento foi o Programa Carro Sustentável, do governo federal. De acordo com a Fenabrave, os veículos incluídos na iniciativa tiveram aumento de 31,9% nas vendas desde o início do programa, em julho de 2025, até abril de 2026, na comparação com o período anterior. Outro destaque é o avanço expressivo dos veículos eletrificados. Os modelos híbridos registraram crescimento de 71,53% no primeiro quadrimestre, somando 90.485 unidades vendidas, contra 52.752 no mesmo período do ano passado. Já os veículos elétricos tiveram desempenho ainda mais acelerado. Foram 48.401 unidades comercializadas entre janeiro e abril de 2026, um salto de 173,75% em relação às 17.681 vendidas no mesmo intervalo de 2025. Apenas na comparação entre abril deste ano e abril do ano passado, a alta chega a 272%. Para a Fenabrave, o avanço dos modelos híbridos e elétricos está diretamente ligado ao aumento da oferta e à maior aceitação por parte dos consumidores brasileiros, indicando uma mudança gradual no perfil do mercado automotivo nacional. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Novo Desenrola começa a valer nesta terça-feira (5)

Programa busca ajudar famílias a pagar dívidas e recuperar crédito Começa a valer nesta terça-feira (5) o Novo Desenrola Brasil, programa que busca ajudar a população a renegociar dívidas e recuperar crédito. A medida Provisória n° 1.355, que prevê a iniciativa, está publicada na edição de hoje Diário Oficial da União. A nova medida destina-se a pessoas físicas que atendam aos seguintes requisitos: – ter renda mensal igual ou inferior a cinco salários mínimos (R$ 8.105); – possuir contratos de operações de crédito celebrados até 31 de janeiro de 2026 e estar com parcelas em atraso entre 91 e 720 dias até ontem, nas seguintes modalidades: 1. cartão de crédito, nas modalidades parcelada e rotativa; 2. cheque especial com utilização de limite de crédito em conta-corrente; 3. crédito pessoal sem consignação em folha, inclusive empréstimos pessoais decorrentes de consolidação de dívida. De acordo com a MP, serão usadas informações de renda declaradas ao Sistema de Informações de Créditos do Banco Central do Brasil, confirmadas pelas próprias instituições financeiras com as quais os beneficiários mantêm vínculo. Os descontos devem chegar a 90%, com juros reduzidos e possibilidade de uso do FGTS para abatimento dos débitos. O texto foi assinado nessa segunda-feira (4) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, não é razoável que restrições de crédito ocorram por débitos de baixo valor.   Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Comércio de Campinas projeta R$ 288 milhões em vendas para o Dia das Mães

Expectativa é de alta de 5,6% nas vendas, com destaque para consumo diversificado, segundo a Acic O comércio de Campinas projeta movimentar cerca de R$ 288,1 milhões com as vendas do Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, 10 de maio. O valor representa alta de 5,6% em relação aos R$ 272,9 milhões registrados em 2025, segundo a Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic). A data, considerada uma das mais importantes para o varejo, tende a impulsionar diferentes segmentos, com destaque tanto para as lojas físicas quanto para o comércio eletrônico, que mantém trajetória de expansão. Para a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi, o cenário reflete a força do comércio local e a confiança do consumidor. “Campinas tem um comércio diversificado e competitivo, que se prepara para datas estratégicas como o Dia das Mães. Esse movimento positivo nas vendas demonstra não só o aquecimento da economia, mas também a capacidade dos lojistas de atender às demandas do consumidor, seja no ambiente físico ou digital”, afirmou. Consumo diversificado Ainda segundo os dados da Acic, entre os produtos mais procurados pelos consumidores estão itens de beleza e bem-estar, como perfumaria e cosméticos, além de moda e acessórios, incluindo roupas, calçados, bolsas e joias. Também devem ter boa saída eletrônicos, especialmente smartphones, além de flores, cestas de café da manhã e experiências como almoços e jantares em restaurantes. O ticket médio esperado para a data em Campinas é de R$ 293, alta de 5,7% em relação ao ano passado, quando ficou em R$ 277,20. Cenário nacional No cenário nacional, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta que o varejo deve movimentar cerca de R$ 16,3 bilhões durante o período em 2026, acima dos R$ 14,4 bilhões registrados em 2025.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Campinas

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz