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Categoria: Economia

Após dois reajustes da Petrobras, diesel cai mais de 1,8% em abril, afirma Edenred Ticket Log

De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, tanto o diesel comum quanto o S-10 tiveram quedas significativas no mês de abril, na comparação com março. O diesel comum no País teve valor médio de R$ 6,38, registrando baixa de 1,85%. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,44 no quarto mês de 2025, após queda de 1,83% na mesma comparação.  “As quedas nos preços do diesel em abril são reflexos diretos dos dois reajustes para baixo realizados pela Petrobras ao longo do mês. Esses movimentos no preço de venda ajudaram a diminuir os valores praticados nos postos, e também criaram um cenário de maior competitividade para o combustível”, comenta Renato Mascarenhas, Diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade. Na análise individual de cada região do País em abril, o IPTL também observou quedas relevantes nos preços do diesel.  O diesel comum teve sua maior queda registrada no Centro-Oeste, onde o combustível custou R$ 6,45, um recuo de 2,57%. Já o S-10 registrou sua maior diminuição no Sul: de 2,35%, atingindo preço médio de R$ 6,23 na região, o menor do País entre as regiões. O valor mais baixo para os diesel comum também foi registrado no Sul: R$ 6,18, após queda de 2,37%. Os preços de diesel comum e S-10 mais altos do País em abril foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,95, após baixa de 1,70%, e R$ 6,85, após queda de 1,15%, respectivamente. No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em abril foi registrada no Acre, de R$ 7,83, mesmo após uma redução de 0,25% ante março. O Paraná aparece como o estado onde o motorista encontrou o diesel mais em conta em abril: a R$ 6,16, após baixa de 2,53% ante o mês anterior. O Ceará, por sua vez, apresentou a redução mais significativa do País, de 3,29%, sendo comercializado a R$ 6,47. Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em abril também foi do Acre: R$ 7,85, após uma alta de 0,25% ante março. Em Pernambuco foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 6,16, após redução de 3,30% no valor do combustível no estado, a maior entre estados do País no período. Nenhum estado apresentou alta para qualquer tipo de diesel em abril na comparação com março. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. Sobre a Edenred Mobilidade A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Edenred Ticket Log, Edenred Repom e Taggy. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Conta com mais de 33 mil empresas clientes e uma frota gerenciada de 1 milhão de veículos, que abastecem quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Apenas em gestão de frete e vale-pedágio, possui mais de 3 mil empresas clientes, 1 milhão de caminhoneiros atendidos que correspondem a 8 milhões de transações anuais e 100% das praças de pedágio em todo o Brasil. Juntas, desenvolvem e disponibilizam para o mercado o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), com uma análise nacional sobre a variação do preço dos combustíveis, e o Índice de Frete Edenred Repom (IFR), um estudo sobre o preço médio do frete e sua composição. No mundo, a Edenred é a plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, que atua como a companhia diária para pessoas no trabalho, conectando mais de 60 milhões de usuários e mais de 2 milhões de comerciantes parceiros, em 45 países, por meio de 1 milhão de empresas-clientes.   Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Governo de SP envia à Alesp proposta que eleva salário mínimo estadual para R$ 1.804

O governador Tarcísio de Freitas encaminhou nesta quarta-feira (30) à Assembleia Legislativa de Estado (Alesp) o projeto de lei que propõe o reajuste do salário mínimo paulista para R$ 1.804,00. O novo valor representa um aumento de 10% em relação ao piso atual, estabelecido no ano passado, e é 18,84% superior ao mínimo nacional, fixado atualmente em R$ 1.518. Desde 2022, o crescimento do piso estadual foi de 40,5%. “Estamos falando de um ganho real da ordem de 27% desde a nossa chegada. Conseguimos chegar a um equilíbrio para oferecer o salário mínimo de R$ 1.804. É um recurso que chega em boa hora, no momento em que as pessoas estão pressionadas pelo preço dos alimentos. É uma injeção de recursos na nossa economia, que será extremamente relevante, aliada a outras ações que estamos tomando”, afirmou Tarcísio de Freitas. Esta é a terceira vez consecutiva que o reajuste proposto para o piso paulista supera a inflação acumulada no período. A proposta é superior à inflação acumulada no último ano (4,77%), segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e representa um ganho real aos trabalhadores. Desde 2022, último ano antes da atual gestão, o crescimento do salário mínimo estadual soma 40,5%, ante uma inflação de 15,10% nos últimos três anos,de acordo com o INPC. O projeto segue agora para a apreciação dos deputados. A proposta tramitará nas comissões da Alesp antes de seguir para votação definitiva no Plenário da Casa.   Foto: Governo de SP

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PIB paulista registra crescimento de 1,4% nos dois primeiros meses de 2025

O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de São Paulo avançou 1,4% no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período de 2024. De acordo com dados da Fundação Seade, todos os setores da economia apresentaram crescimento no estado, com destaque para agropecuária (3,0%); serviços (2,2%); e indústria (0,9%). “O ano começou muito positivo para a economia de São Paulo. Tivemos crescimento em todos os setores do PIB no primeiro bimestre e isso nos mostra que estamos no caminho certo. Temos a certeza de que 2025 será mais um ano de oportunidades no mercado de trabalho para os paulistas e para quem quer empreender em nosso estado”, afirma o governador Tarcísio de Freitas. No acumulado dos últimos 12 meses, se comparado ao mesmo período anterior, o PIB paulista cresceu 3,1%. Os setores que mais se expandiram neste período foram indústria (2,2%) e serviços (3,2%). Em fevereiro de 2025 o indicador cresceu 1,0% com todos os setores apresentando variação positiva em relação a fevereiro do ano passado. No segundo mês do ano, destacaram-se os setores de agropecuária (12,1%), indústria (0,5%) e serviços (1,9%). Emprego formal também cresce no bimestre A Fundação Seade também divulgou dados sobre a criação de emprego formal no estado de São Paulo. Nos dois primeiros meses de 2025 foram gerados 175 mil novos postos, 28% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Com esse resultado, o estoque de empregos formais no Estado atingiu 14,5 milhões, o que representa cerca de 30% do total verificado no Brasil.   Foto: Governo de SP

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Prefeitura de Limeira apresenta LDO 2026 à Câmara; presidente acompanha audiência pública

A Prefeitura de Limeira protocolou nesta segunda-feira, 29 de abril, o Projeto de Lei Nº 103/2025, que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2026. Na última semana, o presidente da Casa, vereador Everton Ferreira (PSD), havia acompanhado a audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, com projeção orçamentária de R$ 2,23 bilhões. As receitas estimadas para o próximo ano superam em 8,66% a previsão da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, que foi de R$ 2,28 bilhões. Entre as principais receitas que devem integrar o orçamento do município estão o ICMS, com R$ 380,61 milhões; o ISSQN, com R$ 243,19 milhões; o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), com R$ 201,88 milhões; e o IPTU, com R$ 198,73 milhões. Já a maior parte das despesas representam pessoal e encargos sociais, com R$ 1,04 bilhão, estando previstos R$ 111,73 milhões para investimentos. O presidente do Legislativo parabenizou a realização da audiência pública, promovida em sala na Secretaria de Educação, e colocou a estrutura da Câmara Municipal à disposição. “É de grande importância que a população tenha conhecimento do orçamento do município, até por isso estamos organizando um curso sobre o assunto por meio da Escola Legislativa Paulo Freire. Com a participação da Câmara, temos condições também de transmitir e deixar gravada a audiência para acesso público”, afirmou. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, conforme o artigo 165 da Constituição, compreende as metas e prioridades da administração pública, estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual. Sua construção leva em conta o Plano Plurianual (PPA), que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública para um período de quatro anos, incluindo todas as áreas para a elaboração de políticas públicas, como saúde, educação e segurança. O PPA está com consulta pública aberta pelo site www.limeira.sp.gov.br/ppa-2026-2029. O PL 103/2025 será encaminhado agora para análise da Comissão de Orçamento e Fiscalização do Executivo da Câmara Municipal.   Foto: Câmara de Limeira

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Café e ovos mais caros pressionam o orçamento das famílias brasileiras no Sudeste

O café pesou no bolso dos brasileiros em março, liderando o ranking de maiores aumentos de preço no período. É o que mostra o novo estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Segundo o levantamento, o valor médio das versões em pó e em grãos subiu 7,3%, passando de R$ 62,78 em fevereiro para R$ 67,39 em março. “O aumento reflete uma combinação de fatores na cadeia de abastecimento, como custos logísticos elevados e flutuações de oferta, que acabam pressionando o consumidor final”, explica Anna Carolina Fercher, líder de dados estratégicos na Neogrid. “Os fatores climáticos adversos em regiões produtoras, como estiagens e ondas de calor, comprometeram a produtividade e elevaram os custos de produção.” Em cenário similar ao café, pelo segundo mês consecutivo, os ovos também sofrem com as oscilações de preço. A categoria apresentou um incremento de 5,1% em março, saindo de R$ 1,15 em fevereiro e chegando a R$ 1,21 nesta última edição. “Após o período de alta procura da Quaresma, a expectativa é que os preços se estabilizem com a normalização da demanda após abril”, complementa Fercher. Produtos como o leite UHT (2,9%), refrigerante (1,2%) e queijos (0,9%) também registraram elevações em seus preços. Em contrapartida, as categorias que apresentaram as maiores quedas no valor médio entre fevereiro e março foram o arroz (-5,1%), feijão (-4,5%), farinha de mandioca (-4,2%), óleo (-3,5%) e a carne bovina (-3,0%). Maiores altas no Brasil em 2025 No acumulado do ano até março, os ovos seguem ocupando a primeira posição nas variações de aumento de preços em todo o país – o produto teve alta de 32,4%, passando de R$ 0,91, em dezembro de 2024, para R$ 1,21 neste último monitoramento. Logo atrás, aparecem o café em pó e em grãos (25%), leite em pó (1,6%), refrigerante (1,5%) e o xampu (1,3%). Maiores quedas no Brasil em 2025  Na contrapartida, o estudo trouxe 10 itens que apresentaram queda de preço em todos os estados pesquisados. Entre eles, campeões de preços altos nos últimos meses como as carnes bovinas (-3,0%), o arroz (-5,1%) e o açúcar (-1,6%). Variações de preços em março no Sudeste Na região Sudeste, as maiores variações de alta de preço ocorreram nas seguintes categorias: café em pó e em grãos (8,2%); ovos (4,7%); leite UHT (3,2%); queijos (1,7%); refrigerante (1,4%). Já as principais quedas se concentraram nestas categorias: farinha de mandioca (-4,8%); arroz (-4,5%); feijão (-3,8%); óleo (-3,4%); carne bovina (-3,2%). Sobre a Neogrid A Neogrid é uma empresa de tecnologia e inteligência que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo. Há 26 anos no mercado, construiu um ecossistema de dados e negócios que conecta varejos, indústrias e distribuidores no Brasil e nos mercados mais competitivos do mundo. Com cases de sucesso em empresas de grande porte, tem como principal objetivo aumentar as vendas e a rentabilidade das empresas. https://www.neogrid.com/   Foto: Governo de SP

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Ceasa Campinas registra queda nos preços de hortaliças na última semana de abril

Na última semana de abril, entre os dias 21 e 28, a Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa) registrou queda nos preços da maioria das hortaliças comercializadas no entreposto com destaque para itens populares no mercado. A redução impacta diretamente produtores, comerciantes e consumidores. A maior queda percentual foi da vagem macarrão, com retração de 47,4%, encerrando o período com cotação de R$ 7,69 o quilo. Também apresentaram redução significativa a abobrinha brasileira, com baixa de 28,5% (R$ 2,78/kg), e o tomate débora, que caiu 27,3%, sendo vendido a R$ 4,00 o quilo. Os dados constam no boletim Sacolômetro, divulgado semanalmente. De acordo com a central, os feriados da última semana provocaram uma desaceleração nas vendas, o que influenciou os ajustes nos preços. Segundo o técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa, Paulo Palma, essas oscilações são comuns em períodos de menor fluxo de comercialização e fazem parte do comportamento sazonal do mercado hortícola. “O tomate, que vinha registrando altas consecutivas, teve um reposicionamento de preço com a chegada da safra de Inverno, ampliando a oferta do produto e beneficiando o consumidor final”, explica Paulo. Entre as frutas, destacaram-se as reduções nos preços da melancia graúda, que ficou 18,2% mais barata, sendo vendida a R$ 1,80 o quilo, e do morango, com recuo de 16,7% (R$ 20,83/kg). A banana nanica, uma das frutas mais consumidas, também teve desvalorização de 7,7% no período. No grupo das hortaliças folhosas, os destaques foram a chicória lisa, a couve-flor e o repolho verde, com quedas entre 14% e 17%. O brócolis ninja encerrou a semana com redução de 9,9%. Por outro lado, rúcula e alface crespa mantiveram os mesmos preços da semana anterior. Produtos que tiveram elevação Apesar da tendência de baixa, alguns produtos apresentaram valorização. A pimenta dedo de moça teve aumento de 44,4%, chegando a R$ 13,00 o quilo. Já o maracujá azedo subiu 19,9%, cotado a R$ 8,18/kg. Outros itens que registraram alta foram a beterraba e a cebola nacional, com elevação de 10% cada. No segmento de ovos, os preços permaneceram estáveis. A caixa com 30 dúzias do ovo branco foi vendida a R$ 240,00, enquanto o ovo vermelho chegou a R$ 260,00. Os ovos de codorna seguiram com preço fixo de R$ 7,50 o pacote com 2,5 dúzias. Boletim Sacolômetro O boletim Sacolômetro, publicado semanalmente pela Ceasa Campinas, acompanha as variações de preços dos principais produtos ofertados no entreposto. A iniciativa oferece transparência de mercado e auxilia produtores e comerciantes na tomada de decisões estratégicas.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Saiba como usar IR devido para ajudar crianças, adolescentes e idosos em Limeira

Contribuintes têm até 30 de maio para doar parte do Imposto de Renda (IR) devido aos Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Idoso. Pessoas físicas que utilizarem o modelo completo da declaração podem doar até 3% para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente e outros 3% para o Fundo Municipal do Idoso, já pessoas jurídicas podem contribuir com até 1% (tomando como base o lucro real). Para conscientizar a sociedade sobre a importância da medida e incentivar as doações, foi lançada neste mês a campanha “DestinAção do Bem”, promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), com apoio do Ceprosom, do Fundo Social e da Associação Comercial e Industrial de Limeira (Acil). Confira os dados de ambos os fundos: – Fundo Municipal da Criança e do Adolescente Banco do Brasil, conta corrente 150.150-x, agência 0216-x CNPJ: 17.371.875/0001-00 – Fundo Municipal do Idoso Banco do Brasil, conta corrente 110.952-9, agência 0216-x CNPJ: 21.322.992/0001-43 Serviço: Mais informações sobre a campanha “DestinAção do Bem”, incluindo o passo a passo de como doar, estão disponíveis pelo site: www.cmdcalimeira.com.br ou então pelo telefone 3404-6133.

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Aposentados e pensionistas têm até quarta (30) para pedir desconto no IPTU em Limeira; veja critérios

Contribuintes que recebem até dois salários mínimos de aposentadoria ou pensão por morte podem pedir remissão de 75% do IPTU. O benefício é concedido pela Prefeitura de Limeira às pessoas que possuem apenas um imóvel em nome próprio (ou do cônjuge) e que não tenham direito à herança de outro imóvel. Além desses requisitos, o imóvel deve ser residencial. Se aprovado, o benefício é válido tanto para o ano atual, quanto para os seguintes. Inquilinos também podem solicitar a remissão, desde que se enquadrem nos critérios descritos acima e que sejam os responsáveis pelo pagamento do IPTU. Porém, nesse caso, a remissão é válida apenas para o ano vigente. Os interessados devem ficar atentos, em ambos os casos, o prazo vai até esta quarta-feira (30). Para requerer o benefício, é preciso providenciar os seguintes documentos: – Cópia digital do Extrato de Pagamento de Benefício, emitido pelo site www.meu.inss.gov.br; ou holerite, caso seja funcionário público inativo; – Cópia digital da Declaração de Beneficiário do INSS (consta ou nada consta) emitida pelo site www.meu.inss.gov.br do cônjuge que se declarar não aposentado; – Cópia digital do RG e do CPF (inclusive de cônjuge); – Cópia digital da Certidão de Casamento (frente e verso) ou do Termo de União Estável; – Cópia digital do Atestado de Óbito (frente e verso) de cônjuge falecido; – Cópia digital da matrícula do imóvel ou de um dos seguintes documentos: escritura, contrato de compra, formal de partilha ou reserva de usufruto. A Secretaria de Fazenda, responsável pelo trâmite, destaca que outros documentos podem ser exigidos, caso necessário. Os pedidos de remissão devem ser protocolados pela internet, pelo link: https://limeira.1doc.com.br/b.php?pg=o%2Fbusca_servicos&search=121%2F94   Foto: Prefeitura de Limeira

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Auditoria do INSS aponta 1,9 milhão de pedidos para excluir desconto

Uma auditoria interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontou os prejuízos administrativos e financeiros causados pelas entidades que realizavam descontos não autorizados de mensalidades associativas. O relatório faz parte da investigação da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), deflagrada na semana passada para combater descontos não autorizados nos benefícios. Parte do segredo de Justiça da apuração foi derrubado nesta segunda-feira (28). De acordo com os auditores, os descontos irregulares causam impacto na fila do INSS e atrasam o atendimento de quem busca atendimento no órgão. Em função dos descontos irregulares, os beneficiários procuram o órgão para cancelar as mensalidades, medida que aumenta a demanda de trabalho dos servidores e impacta diretamente a fila de espera para atendimento. Segundo a auditoria, entre janeiro de 2023 e maio de 2024, o INSS recebeu 1,9 milhão de pedidos para exclusão das mensalidades ou bloqueio/desbloqueio dos pagamentos, representando 16,6% do total de requerimentos que chegaram ao órgão. Os técnicos estimaram que a conclusão do serviço representa o equivalente a 49.045 dias de trabalho de um servidor com jornada de 8 horas diárias. Além disso, os auditores apontaram que 90% dos requerimentos descrevem que o beneficiário não autorizou a inclusão do desconto, mas foram colocados no sistema do órgão para desconto. “Assim, 1.056.290 requerimentos para excluir mensalidade, no período de janeiro de 2023 a maio de 2024, poderiam ter sido evitados se o consentimento do suposto beneficiário do desconto associativo tivesse sido adequadamente colhido, ou seja, se o regramento tivesse sido cumprido pelo INSS e pelas entidades associativas”, concluiu a auditoria. Impacto financeiro O relatório também estimou o impacto financeiro dos descontos irregulares. Segundo a auditoria, o INSS registrou prejuízo de R$ 5,9 milhões com os custos das operações. Pelos acordos assinados com as entidades, os custos devem ser pagos pelas associações, mas diante da falta de contrato direto com a Dataprev, empresa de tecnologia da Previdência Social, eles são cobertos pelo INSS. “A Dataprev, por sua vez, confirmou que os custos decorrentes dessas demandas são pagos pelo INSS, pois não existe contrato entre a empresa de processamento de dados e as entidades associativas. Além disso, esclareceu que o custo operacional que a empresa informa ao INSS mensalmente corresponde a R$ 0,10 para cada consignação e que este valor foi definido pela autarquia”, concluiu a auditoria. Outro lado Procurado pela Agência Brasil, o INSS informou que não comenta decisões judiciais em andamento. Em nota divulgada após a operação, o instituto declarou que, das 11 entidades investigadas, somente uma teve acordo assinado em 2023. Segundo órgão, “os descontos vinham ocorrendo em governos anteriores”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,55%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,5% para 4,51%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária. Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo. Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a taxa Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso. Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,95.   Fonte: Agência Brasil Foto:

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