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Categoria: Economia

Renda média do brasileiro chega a R$ 3.057, maior número desde 2012, aponta IBGE

A renda média mensal dos brasileiros ficou em R$ 3.057 em 2024, o maior número da série histórica, iniciada em 2012, apontam dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O valor, que supera o recorde registrado em 2014 (R$ 2.974), foi alcançado devido às variações positivas dos últimos três anos, informou o instituto. Até o período pré-pandêmico, relacionado aos anos entre 2012 e 2019, o rendimento médio real de todas as fontes teve um crescimento acumulado de 4,3% no período, passando de R$ 2.837 para R$ 2.958. Entretanto, houve redução com a pandemia da Covid-19, em que todas as fontes de renda dos brasileiros tiveram uma queda de 3,4% em 2020, e em 5,1% em 2021. “Em 2022, apresentou aumento de 2,0%, alcançando R$ 2.764, permanecendo, no entanto, abaixo do valor estimado em 2012, ano inicial da série. Em 2023, o rendimento de todas as fontes alcançou um crescimento expressivo de 7,5% em relação ao ano anterior”, apontou a pesquisa. As regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste lideram o ranking entre as com melhores rendimentos, com R$ 3.576, R$ 3.569 e 3.497, respectivamente. Enquanto isso, o Nordeste aparece em último lugar, com R$ 2.080. Em relação aos rendimentos de trabalho, o valor médio mensal real aumentou em 3,7%, após um crescimento de 7,2% registrado em 2023. Em 2024, o rendimento médio do trabalho atingiu o valor máximo da série, de R$ 3.225. A renda de outras fontes permaneceu praticamente inalterada em relação ao ano anterior, marcando aproximadamente R$ 1.915 em 2024. Tipos de rendimentos Aposentadorias e pensões eram a segunda maior fonte de renda dos brasileiros em 2024, ficando atrás apenas dos rendimentos de trabalho, apontam dados da Pnad. O grupo representava 13,5% da população residente no país, equivalente a 29,2 milhões de pessoas. É estimado que ao menos 23,5 milhões de pessoas recebam aposentadorias pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Dos quase 41 milhões de benefícios pagos pelo Instituto, as aposentadorias representam mais da metade. Tipo de rendimento dos brasileiros – Arte/R7 Na sequência, aparecem rendimentos por programas sociais do governo, com 9,2% (20,1 milhões de pessoas). O Bolsa Família, por exemplo, em abril deste ano, teve um benefício médio de R$ 668,73. Foram contemplados 53,8 milhões de pessoa em todos os municípios do país. Entre elas, estão 16,23 milhões de crianças de até 11 anos e outros 7,65 milhões de adolescentes entre 12 e 17 anos. Ainda de acordo com a pesquisa, o Brasil registrou outras fontes de rendas da população, porém, em proporções menores. Entre elas, a pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,2%), aluguel e arrendamento (1,8%) e outros rendimentos (1,6%). Seis em cada dez brasileiros possuem algum tipo de renda mensal No Brasil, seis em cada dez pessoas (66,1%) tinham algum tipo de rendimento em 2024, o que representa 66,1% (143,4 milhões) dos brasileiros residentes no país. O valor representa aumento de 1,2 ponto percentual quando comparado ao índice registrado em 2023, de 64,9%. Do total de brasileiros que tinham alguma fonte de renda, 47% correspondia a rendimentos vindos de trabalho e 26,4% por outros meios, como pensões, aposentadorias, e programas sociais do governo, por exemplo.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Dia das Mães: FCDL-SP estima movimentação de R$15 bilhões no comércio paulista

O Dia das Mães deve atrair cerca de 26 milhões de consumidores às compras em todo o estado de São Paulo, segundo estimativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP), em parceria com a CNDL e SPC Brasil. A data, considerada a segunda mais importante para o varejo — atrás apenas do Natal — deve movimentar R$ 15,1 bilhões no comércio.  Mesmo com uma retração de R$2 bilhões em relação ao ano passado, o cenário ainda é considerado positivo pelos lojistas, principalmente pela elevada intenção de compra manifestada por 78% dos consumidores, que devem adquirir ao menos um presente para a ocasião. Entre os principais presenteados estão as mães (77%), seguidas das sogras (18%) e das esposas (17%). O presidente da FCDL-SP, Mauricio Stainoff, destaca que o Dia das Mães é uma data emocional que impulsiona o consumo, mesmo em um cenário econômico desafiador. “É um momento de conexão afetiva, que mexe com o coração do consumidor. Por isso, mesmo com inflação e juros altos, muitos ainda optam por comprar presentes para demonstrar carinho. O lojista que souber trabalhar bem a vitrine, oferecer boas condições de pagamento e investir em atendimento vai sair na frente”, afirma. Consumidor vai abrir o bolso   O valor médio de gasto por consumidor em São Paulo deve girar em torno de R$298. Sendo que 39% esperam gastar mais que em 2024; 37% o mesmo valor e 16% um valor consideravelmente menor. Apesar da elevada intenção de gastar mais, o levantamento aponta sinais de alerta: 32% dos entrevistados estão com contas em atraso, e 13% admitem que podem deixar de pagar alguma conta para comprar presentes. Além disso, 27% reconhecem que costumam gastar mais do que podem nesta data. “É importante que todos tenham consciência do seu orçamento. A emoção do momento não pode se sobrepor ao planejamento financeiro da família. Presentear é um gesto bonito, mas não deve virar uma dívida impagável. Uma alternativa é compartilhar o custo do presente com outros familiares”, orienta Stainoff. Ranking de presentes Os produtos mais buscados neste Dia das Mães devem ser perfumes (47%); roupas, calçados e acessórios (41%); cosméticos (26%); chocolates (23%); e flores (19%). Em média, cada consumidor deverá comprar dois presentes. Apesar do crescimento das compras digitais, as lojas físicas seguem liderando a preferência dos paulistas, com 80% dos entrevistados declarando que pretendem adquirir os presentes presencialmente. Os shoppings (32%), centros comerciais populares (19%) e lojas de departamento (17%) estão entre os locais mais mencionados. No ambiente digital, 45% pretendem fazer ao menos uma compra online. Economia e facilidade A pesquisa mostra que 79% dos consumidores devem pesquisar preços antes da compra, utilizando a internet como principal ferramenta. Além disso,a forma de pagamento mais comum será o PIX (46%), seguido do cartão de débito (23%) e cartão de crédito parcelado (31%). Entre os que vão parcelar, a média será de quatro vezes. “O varejo tem uma ótima oportunidade de estreitar laços com os consumidores ao oferecer opções criativas e acessíveis, que respeitem os limites do orçamento familiar sem perder o simbolismo da ocasião”, finaliza Stainoff. Pesquisa: O levantamento foi realizado com mil pessoas de todo o estado de São Paulo com a intenção de comprar presentes no Dia das Mães. A margem de erro no geral é de 3,63 p. p. e 4,0 p. p. Sobre a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP) é a principal entidade que representa o comércio e serviços no estado. Ela reúne as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e trabalha para apoiar as empresas do setor, defendendo seus interesses e ajudando no seu desenvolvimento. Sobre a CNDL  Criada em 1960, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de mais de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.   Foto: Divulgação

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Indústria critica alta da Selic para 14,75%: “Fardo pesado à economia”, diz CNI

A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para conter a inflação  A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, de 14,25% para 14,75% ao ano, foi recebida com fortes críticas pela indústria brasileira. O anúncio, feito na noite desta quarta-feira (07), levou os juros ao maior patamar em quase 20 anos e acendeu alertas sobre os impactos econômicos da medida. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o aumento da Selic impõe um “fardo ainda mais pesado à economia”, com reflexos negativos diretos sobre o emprego, a renda e o bem-estar da população. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Alban, o momento exige mais prudência por parte do Copom. “Embora o controle da inflação seja o objetivo primordial do Banco Central, a elevação da Selic traz riscos significativos à economia, que está em processo de desaceleração mais acentuado do que esperávamos no final de 2024”, afirmou Alban. De acordo com estimativas da CNI, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 2,3% em 2025, uma queda de 1,1 ponto percentual em relação ao ano passado. O setor industrial também deve perder fôlego: a projeção é de crescimento de apenas 2%, ante 3,3% em 2024. “Caso a estimativa se concretize, isso representará o menor crescimento da economia nos últimos cinco anos e está diretamente relacionado à política monetária contracionista”, avaliou o presidente da CNI. A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para conter a inflação. O aumento dos juros, contudo, reduz o consumo e os investimentos, encarece o crédito e tende a esfriar a atividade econômica. A inflação dos alimentos, em especial, tem sido uma das principais pressões enfrentadas pelo governo Lula (PT), e se mantém como um dos fatores mais sensíveis do cenário econômico. Apesar disso, o mercado projeta que a taxa básica de juros dificilmente voltará a um dígito durante o atual governo, o que também impacta as expectativas quanto ao mandato de Gabriel Galípolo à frente do Banco Central. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 17 e 18 de junho, e será acompanhada de perto pelo mercado, que segue dividido entre a necessidade de conter a inflação e os efeitos negativos da política monetária sobre o crescimento. Além dos efeitos internos, a CNI também chamou atenção para o cenário internacional. Segundo a entidade, a recente imposição de novas tarifas comerciais pelos Estados Unidos elevou o risco de recessão no país e contribuiu para o enfraquecimento do dólar no mercado global. Com isso, o real se valorizou 8,2% entre dezembro de 2024 e abril de 2025, o que ajudou a reduzir a pressão da taxa de câmbio sobre os preços no Brasil. A confederação conclui que o atual ciclo de alta de juros precisa ser reavaliado à luz da conjuntura macroeconômica e dos efeitos colaterais sobre o setor produtivo nacional. (Renan Isaltino)

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Oito em cada 10 brasileiros devem comprar presentes para o Dia das Mães, diz pesquisa

Oito em cada dez brasileiros devem comprar algum presente para o Dia das Mães este ano, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro. A estimativa é de cerca de 133 milhões de consumidores em potencial. Entre os que planejam comprar algum presente, dois em cada três devem gastar entre R$ 100 e R$ 500, apontando uma expectativa de aquecimento significativo no varejo. A pesquisa ouviu 1.499 brasileiros em todo o país. O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, afirma que “o Dia das Mães é uma das datas mais potentes do calendário do varejo, justamente porque mobiliza o consumo em todas as classes sociais”. “Seja nas lojas de departamento, nos shopping centers ou no varejo de bairro, a data impulsiona o consumo tanto nos grandes centros quanto nas periferias. O valor do presente pode variar, mas os filhos de todas as classes querem presentear essa figura tão importante”, diz. O levantamento também destaca que o desejo de compra está presente em todas as camadas da população. Ao todo, 87% dos brasileiros das classes D e E pretendem presentear alguém, na classe C, 81% e, entre as classes A e B, 80%. Cosméticos e roupas/acessórios aparecem como os itens mais desejados pelos consumidores, cada um citado por 47% dos entrevistados. Chocolates também foram citados por 39% dos brasileiros, enquanto 29% citaram calçados como opção de presente. Flores foram o presente citado por 28% dos entrevistados. 23% também citaram cestas de café da manhã e alimentos personalizados. Eletrônicos foram citados por 16%. 13% também mencionaram dos serviços de relaxamento e autocuidado como opção para presentear. Livros foram citados por 7% dos entrevistados. “Vestuário e beleza concentram grande parte da intenção de compra no Dia das Mães. São categorias com diversas faixas de preços, fácil adequação a diferentes perfis de presente e grande diversidade de escolhas. Para o setor, isso significa uma janela clara de oportunidade: a data aquece as vendas, acelera o giro e impulsiona o faturamento tanto no comércio físico quanto online”, destaca Meirelles. Ainda de acordo com os entrevistados, as mães são as principais destinatárias dos presentes, mas companheiras, sogras, irmãs e outras mulheres também serão lembradas na data especial. A expectativa das homenageadas também é alta: 9 em cada 10 mães brasileiras esperam ganhar algum presente neste domingo (11).   Fonte: R7 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Produção industrial cresce 1,2% em março, aponta IBGE

Em março de 2025, a produção industrial nacional cresceu 1,2% frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal. Em relação a março de 2024, na série sem ajuste, houve crescimento de 3,1%, décima taxa positiva consecutiva e a mais intensa desde outubro de 2024 (6,0%). O acumulado no ano foi a 1,9% e o dos últimos 12 meses chegou a 3,1%. Três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram expansão na produção, de fevereiro para março de 2025. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,4%), indústrias extrativas (2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%), com a primeira interrompendo dois meses seguidos de queda na produção, período em que acumulou perda de 2,0%; a segunda acumulando expansão de 5,9% em dois meses consecutivos de crescimento; e as duas últimas voltando a crescer após recuarem no mês anterior: -13,4% e -1,2%, respectivamente. Setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,1%), de móveis (5,6%), de máquinas e equipamentos (1,7%), de produtos diversos (5,0%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (3,0%) se destacaram na pesquisa. Por outro lado, entre as nove atividades que apontaram queda na produção, produtos químicos (-2,1%) e produtos alimentícios (-0,7%) exerceram os principais impactos na média da indústria, com a primeira eliminando o avanço de 2,0% registrado no mês anterior; e a segunda voltando a recuar após acumular expansão de 3,7% no período dezembro de 2024-fevereiro de 2025. Outras influências negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de impressão e reprodução de gravações (-9,2%) e de metalurgia (-1,0%). Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, bens de consumo duráveis (3,8%) e bens de consumo semi e não duráveis (2,4%) mostraram os resultados positivos mais acentuados em março de 2025 e eliminaram as quedas registradas no mês anterior: -2,8% e -0,8%, respectivamente. O setor produtor de bens intermediários (0,3%) também assinalou crescimento nesse mês e marcou o segundo mês seguido de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 1,4%. Por outro lado, o segmento de bens de capital, ao recuar 0,7%, mostrou a única taxa negativa em março de 2025 e eliminou parte do avanço de 3,3% acumulado nos dois primeiros meses do ano. Média móvel trimestral varia 0,4% no trimestre encerrado em março Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou variação positiva de 0,4% no trimestre encerrado em março de 2025 frente ao nível do mês anterior e interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2024. Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de consumo duráveis (1,7%), bens de consumo semi e não duráveis (1,6%) e bens de capital (0,8%) assinalaram as taxas positivas em março de 2025, com a primeira eliminando o recuo de 0,6% registrado no mês anterior; a segunda intensificando o avanço de 0,2% assinalado em fevereiro de 2025, quando interrompeu a trajetória descendente iniciada em agosto de 2024; e a última permanecendo com o comportamento predominantemente positivo em 2025 e acumulando ganho de 0,9%. Por outro lado, o segmento de bens intermediários (-0,1%) apontou o único resultado negativo em março de 2025 e eliminou a variação positiva de 0,1% registrada no mês anterior. Frente a março de 2024, produção industrial avança 3,1% Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou expansão de 3,1% em março de 2025, com resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, 18 dos 25 ramos, 55 dos 80 grupos e 55,4% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que março de 2025 (19 dias) teve 1 dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (20). Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por indústrias extrativas (5,4%), produtos químicos (8,3%) e máquinas e equipamentos (10,0%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo, minérios de ferro, minérios de cobre e de manganês e seus concentrados e gás natural, na primeira; herbicidas para plantas, inseticidas e fungicidas (ambos para uso na agricultura) e fertilizantes químicos das fórmulas NPK, na segunda; e aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”), aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, ferramentas hidráulicas de uso manual, máquinas ou aparelhos para o setor agrícola e máquinas para colheita, na terceira. Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,7%), de metalurgia (5,3%), de produtos alimentícios (1,8%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), de produtos têxteis (12,4%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,6%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,7%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (6,2%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (3,9%). Por outro lado, ainda na comparação com março de 2024, entre as sete atividades que apontaram redução na produção, impressão e reprodução de gravações (-18,7%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria, pressionada, principalmente, pela menor produção de impressos de segurança com controle de adulteração e de impressos para fins publicitários ou promocionais em filmes. Vale destacar também os impactos negativos registrados pelos setores de outros equipamentos de transporte (-6,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-3,3%) e de produtos do fumo (-10,9%).   Fonte: R7 Foto: Lou Benoist / AFP / CP

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Copom deve elevar Selic em 0,5 ponto na reunião desta quarta (7)

Pressionado pelo preço dos alimentos e de energia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (7) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. Apesar da resistência da inflação, a perspectiva de desaceleração econômica global deve favorecer que essa seja a última alta antes de uma pausa no ciclo de aperto monetário. Se o aumento for confirmado, será a sexta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 0,5 ponto percentual nesta reunião, de 14,25% para 14,75% ao ano. No comunicado da última reunião, em março, o Copom confirmou que elevaria os juros básicos em “menor magnitude” na reunião de março, após três altas seguidas de 1 ponto percentual. O comunicado não informou o que aconteceria depois da reunião de maio. Apenas afirmou que a economia brasileira continua aquecida e que existem incertezas internacionais provocadas pela política comercial norte-americana. Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e três de 1 ponto percentual. Inflação Na ata da reunião mais recente, o Copom sugeriu “parcimônia” sobre uma eventual desaceleração da economia e informou que a “desancoragem” das expectativas de inflação exigem juros altos por mais tempo. Segundo o BC, existem sinais de moderação do crescimento econômico, mas o cenário de inflação de curto prazo segue adverso. Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, considerado a inflação oficial do país) em 2025 está em 5,53%, contra 5,65% há quatro semanas. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto. Taxa Selic A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. Meta contínua Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Nesse modelo, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em maio de 2025, a inflação desde junho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em junho, o procedimento se repete, com apuração a partir de julho de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 5,1%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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20% dos consumidores já se endividaram com presentes do Dia das Mães, diz pesquisa do Procon-SP

Um em cada cinco consumidores paulistas (20,8%) que pretendem adquirir produtos no Dia das Mães este ano já se endividaram ao comprar um presente para esta data, de acordo com consulta virtual do Procon-SP. Decretada há 93 anos no país, esta é uma das datas mais importantes para o comércio varejista brasileiro, junto com o Natal e a Black Friday. O levantamento também apontou que 56,1% dos entrevistados preferem o uso do cartão de crédito para presentear as suas mães, o que requer alguns cuidados para que a compra não se transforme em dívida. Especialistas do Procon-SP recomendam que o consumidor deve evitar compras por impulsos para não comprometer o seu orçamento, além de se planejar e pesquisar bastante. A consulta, que teve objetivo de verificar a intenção de compra dos consumidores nesta data, considerou as respostas de 464 consumidores que acessaram o site da Fundação entre 25 de março e 17 de abril. Confira o relatório completo aqui.  Preferências de compras Em uma lista estimulada de 18 produtos, as três primeiras escolhas por quem costuma presentear as mães nesta data são: perfumes e artigos de beleza e cosméticos (11,7%), roupas (11,2%), além de calçados, bolsas e acessórios (8,9%). “Nesse sentido, observamos que os consumidores cada vez mais dão preferência a presentes de uso pessoal e de alto valor simbólico, pois enfatizam a personalidade e autoestima de suas mães”, destaca a diretora Adjunta de Estudos e Pesquisas do Procon-SP, Elaine da Cruz. Ela complementa que tais opções corroboram que quase um terço dos respondentes preveem comprar presentes de até R$ 100,00. Já no final da lista de itens, encontram-se eletrodomésticos, utensílios dosméticos ou artigos de informática, incluindo o celular – todos abaixo de 4,5% das opções escolhidas. Relações de consumo Para esta data, os consumidores confirmam realizar pesquisas prévias de valores (82,9%) em compras entre R$ 100,00 e R$ 500,00 (56,9%), realizar pagamentos através de cartão de crédito (56,1%) ou Pix (23,0%), e optando por comprar em lojas físicas (52,4%) – dado interessante, em função do crescimento do e-commerce. Em função da relevância da data, os especialistas do Procon-SP orientam para que os consumidores pesquisem bastante antes de comprar e observem com atenção os preços e condições de pagamento e parcelamento. Nas compras on-line, atenção para os prazos de entrega, já que por haver grande volume de pedidos, as empresas podem ter problemas de logística para entregar os produtos comprados no prazo. Lembrando que, a partir da data da compra ou do recebimento do produto, vale o direito ao arrependimento em sete dias para desistir da compra.   Foto: Divulgação/Procon-SP

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Quem declarar até esta sexta-feira (9) pode entrar no 1º lote de restituição do IR 2025

Quem entregar a declaração do Imposto de Renda 2025 até esta sexta-feira, dia 9 de maio, tem chances de entrar no primeiro lote de restituição, marcado para o dia 30 de maio, mesma data para o fim do prazo do envio do documento. A liberação para consulta ao lote será a partir das 10h de 23 de maio. Embora a ordem dos lotes siga a lista de prioridades legais, a Receita Federal recomenda aos contribuintes que querem receber logo o valor que enviem o documento até essa data. “Declarações entregues até o dia 9 de maio concorrerão ao primeiro lote de restituição 2025 que será pago no dia 30 de maio e terá sua consulta liberada a partir do dia 23 de maio”, afirma a Receita em nota. Os primeiros a receber são os grupos com prioridade prevista em lei, como pessoas com idade superior a 80 anos, as que têm mais de 60 anos, portadores de moléstia grave e aquelas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Neste ano, além daqueles que fazem parte das prioridades legais, recebe primeiro também quem optar pela declaração pré-preenchida e também escolher para receber a restituição por meio do Pix. Depois, vem os contribuintes que utilizam apenas uma das opções, a pré-preenchida ou o Pix. Prazo final A entrega da declaração começou no dia 17 de março, e o prazo vai terminar no dia 30 de maio. Até as 18h40 desta segunda-feira (5), a Receita Federal havia recebido 19,7 milhões de declarações, 42,6% do total previsto, de 46,2 milhões de documentos. Contribuintes que ao longo do ano passado receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 precisam acertar as contas com o Fisco. Quem não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. O primeiro lote será pago no dia 30 de maio. Os seguintes virão em 30 de junho, 31 de julho, 29 de agosto e 30 de setembro. Quais são as prioridades legais Contribuinte com idade igual ou superior a 80 anos; Idade igual/superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave; Contribuinte cuja maior fonte de renda seja o magistério; Contribuinte que utilizaram, ao mesmo tempo, a pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix; Utilizaram a pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix; Demais contribuintes. Pagamento de imposto Já no dia 10 de maio, vence o prazo de envio da declaração para quem tem imposto a recolher e pretende optar pelo pagamento por meio de débito automático na primeira cota, ou na cota única. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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Com expectativa de alta, Copom começa nesta terça (6) reunião para decidir nova taxa básica de juros

A partir desta terça-feira (6), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central se reúne para decidir o cenário da nova taxa básica de juros da economia brasileira. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, valor alcançado a partir de três aumentos de 1 ponto percentual consecutivos. Para economistas ouvidos pelo R7, a expectativa é de que o comitê continue aumentando a taxa, mas dessa vez, em 0,5 ponto percentual, passando para 14,75% ao ano. Caso o valor se confirme, será o maior desde 2006. Vale lembrar que quando o Banco Central altera a taxa Selic, o referencial de juros da economia, custos de captação para bancos e instituições financeiras também são alterados. Na prática, quando a taxa sobe, os juros cobrados nos financiamentos, empréstimos e cartões de crédito ficam mais altos, o que consequentemente desestimula o consumo e favorece a queda da inflação. Na última reunião, o grupo já havia sinalizado um possível ajuste “de menor magnitude” para o próximo encontro. Na época, o comitê explicou que o aumento se deu pela continuidade do “cenário adverso”, crescimento das incerteza e das “defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso”. No boletim, foi adiantado, ainda, que para esta próxima reunião, o resultado dependerá da “magnitude total do ciclo de aperto monetário, será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação”. As projeções do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (5), apontam que analistas de mercado reduziram as projeções de juros da Selic para 2025 a 14,75%, o resultado ocorre após o índice ser mantido a 15% por 17 semanas. Desafios do Copom Para o economista Hugo Garbe, caso confirmada, o aumento em 0,5 ponto percentual, representará uma resposta a um conjunto de pressões que têm dificultado a condução da política monetária: inflação resistente, desequilíbrio fiscal e ambiente externo adverso. Ele aponta que a inflação acumulada nos últimos 12 meses tem se mantido acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, “com núcleos inflacionários persistentes, especialmente no setor de serviços”. Segundo Garbe, o comportamento dos preços indica que a desinflação estrutural ainda não se consolidou, mesmo diante de uma economia que dá sinais de desaceleração. “O consumo das famílias enfraqueceu e a produção industrial recuou, mas isso não tem sido suficiente para conter as pressões sobre o nível geral de preços”, concluiu. Cenário exterior No cenário exterior, o especialista explica que a volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos trouxe uma reconfiguração da política comercial americana, principalmente por conta do aumento de tarifas. Com isso, a pressão no câmbio e o aumento no custo de importações, há a alimentação de uma inflação importada, que se soma aos fatores internos. Garbe ensina que a elevação da Selic visa reforçar o compromisso da autoridade monetária com o controle da inflação e com a ancoragem das expectativas futuras. “O aumento de 0,5 ponto percentual pode parecer duro, especialmente em meio a uma economia com ritmo moderado, mas a incerteza fiscal e a deterioração do cenário externo exigem uma postura mais firme para preservar a credibilidade da política monetária”, completa. O economista Benito Salomão avalia que o Banco Central vem, preventivamente, adotando medidas defensivas ao cenário exterior, como a guerra tarifária entre Estados Unidos e China. Uma vez que, nesse cenário, qualquer redução do comércio internacional gera ineficiências em cadeias de produção, que podem vir acompanhadas de altas de preço. “Nesse sentido, pode haver repique inflacionário, como consequência dessa política, e pode haver também uma persistência inflacionária, ou seja, uma maior resiliência da inflação frente as doses das taxas de juros, que o Banco Central vem aumentando para tentar lidar com esse problema”, explica. Salomão arrisca que, agora, a situação é observar se esse choque vai se propagar na economia. “Porque também existe um fator deflacionário, que existe neste primeiro momento, que é a depreciação do dólar. Então, a moeda americana valendo menos, isso exerce um efeito contrário em economias como a brasileira, sobre os índices de preço”, analisa. Como a Selic impacta o bolso dos brasileiros Segundo economistas, os impactos giram em torno do crédito, pois a Selic regula a média de juros aplicada nessas transações. Logo, quanto mais alta a taxa, mais restrito é o acesso ao crédito. Com o impacto instantâneo, um possível aumento pode deixar os serviços mais caros, complicar a situação para brasileiros endividados e reduzir o poder de compra. O economista Hugo Garbe explica que a intenção do Banco Central é justamente segurar os preços por meio do encarecimento do crédito, o que desmotiva a população a comprar. Então, quando a Selic sobe, os juros dos empréstimos, financiamentos e cartões de crédito também aumentam. Com isso, o consumidor acaba por reavaliar seus gastos e adiar compras maiores, como carros e imóveis, segundo o especialista. Além disso, Garbe ressalta que as empresas podem pisar no freio em investimentos e contratações a partir da desaceleração do consumo devido ao crédito caro. Isso traria consequências para o mercado de trabalho e pode gerar desemprego, o que também diminui o rendimento das famílias, principalmente se a inflação demora a baixar. “Se a inflação demorar a cair, o rendimento real das famílias pode continuar pressionado, tornando o cenário ainda mais difícil para quem já sente no dia a dia o peso do aumento de preços”, diz. Porém, para que a estratégia seja eficaz contra inflação, é preciso entender a origem dela, segundo Garbe. Ele explica que, se o aumento dos preços for impulsionado pelo consumo interno, a Selic deve frear a alta. Mas se for causado por fatores externos, como a alta do petróleo ou problemas na oferta de alimentos, os juros não podem ser suficientes sozinhos.   Fonte: R7 Foto: Raphael Ribeiro/ Banco Central

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Etanol e gasolina têm quedas nos preços em abril, aponta Edenred Ticket Log

No mês de abril, o preço médio do litro do etanol foi de R$ 4,48 nos postos de abastecimento do País, registrando queda de 0,67% na comparação com a média de março. O preço médio da gasolina também caiu no mesmo período (-0,46%), com o combustível sendo comercializado à média de R$ 6,46. Os números são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa. “Após os preços dos combustíveis se estabilizaram em março, o mês de abril marcou uma queda nos valores médios, impulsionada pelo aumento da oferta de etanol com o avanço da safra e também pelas recentes reduções no preço do diesel anunciadas pela Petrobras, que ajudaram a criar um ambiente de maior competitividade e favoreceram a redução nos preços de combustíveis de forma geral. Ademais, a expectativa de mudanças na política de mistura de etanol à gasolina contribuiu para aumentar a oferta e favorecer um cenário de preços mais competitivos”, comenta Renato Mascarenhas, Diretor de Operações e Transformação de Negócios da Edenred Mobilidade. Regionalmente, o cenário também foi de queda. Apenas a região Norte registrou aumento no etanol, de 0,19%, registrando preço médio de R$ 5,24, preço mais caro entre todas as regiões. Já o Centro-Oeste se destacou como a região com a maior queda no período para o etanol, de 1,78%, já que o biocombustível teve preço médio de R$ 4,41 na região em abril. O menor preço médio para o etanol foi o do Sudeste, de R$ 4,38, após uma queda de 0,68% na comparação com março. O Centro-Oeste, juntamente com o Nordeste, também apresentou a maior queda no período para a gasolina: ambas as regiões viram o etanol ficar 0,76% mais barato em abril, com preços médios de R$ 6,50 e R$ 6,55, respectivamente. O Norte, mais uma vez, apresentou a gasolina mais cara: R$ 6.93, mesmo após uma queda de 0,43%. Com a gasolina a preço médio de R$ 6,31, o Sudeste ficou em primeiro lugar no ranking de regiões com a gasolina mais competitiva. Na análise por estados, o etanol apresentou sua maior alta do período no estado do Piauí, onde passou a custar R$ 5,07, após alta de 1,81%. O estado com o etanol mais em conta para o motorista no período foi São Paulo, onde o preço médio registrado foi de R$ 4,24, após queda de 0,93%. Goiás apresentou a maior queda para o biocombustível em abril, de 2,44%, recuando ao preço médio de R$ 4,39. Já o etanol mais caro em abril foi o do Amapá, com valor médio de R$ 5,81. O Ceará foi o único estado a registrar aumento para a gasolina no período: de 0,45%, chegando ao preço médio de R$ 6,75. A maior queda da gasolina entre estados, de 2,11%, ocorreu no Rio Grande do Norte, que registrou média de R$ 6,51. São Paulo teve a gasolina mais em conta: R$ 6,25, após recuo de 0,32% observado na comparação com março. Mesmo registrando queda de 0,13%, o Acre seguiu como estado com a gasolina mais cara do Brasil em abril, com preço médio de R$ 7,61. “A gasolina se mostrou a opção mais vantajosa economicamente na maior parte do Brasil em abril, principalmente para quem abastece nas regiões Norte, Nordeste e Sul. Entretanto, é importante ressaltar que o etanol traz mais benefícios ambientais, uma vez que emite menos poluentes, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, reforça Mascarenhas. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. Sobre a Edenred Mobilidade A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Edenred Ticket Log, Edenred Repom e Taggy. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Conta com mais de 33 mil empresas clientes e uma frota gerenciada de 1 milhão de veículos, que abastecem quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Apenas em gestão de frete e vale-pedágio, possui mais de 3 mil empresas clientes, 1 milhão de caminhoneiros atendidos que correspondem a 8 milhões de transações anuais e 100% das praças de pedágio em todo o Brasil. Juntas, desenvolvem e disponibilizam para o mercado o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), com uma análise nacional sobre a variação do preço dos combustíveis, e o Índice de Frete Edenred Repom (IFR), um estudo sobre o preço médio do frete e sua composição. No mundo, a Edenred é a plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, que atua como a companhia diária para pessoas no trabalho, conectando mais de 60 milhões de usuários e mais de 2 milhões de comerciantes parceiros, em 45 países, por meio de 1 milhão de empresas-clientes.   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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