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BC liquida Will Financeira S.A., instituição ligada ao Banco Master

Categoria: Economia

Trump anuncia estrutura de acordo sobre a Groenlândia e suspende tarifas contra países europeus

Decisão foi tomada após reunião com o secretário-geral da Otan; negociações serão conduzidas por equipe de alto escalão do governo americano  O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira (21) que foi formada uma estrutura para um futuro acordo envolvendo a Groenlândia, após reunião com o secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Mark Rutte. A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social.  Segundo o republicano, como parte desse entendimento preliminar, o governo norte-americano decidiu não aplicar as tarifas que estavam previstas para entrar em vigor em 1º de fevereiro contra oito países europeus. Trump destacou que a iniciativa pode beneficiar tanto os Estados Unidos quanto as demais nações que integram a Otan.  “Esta solução, se concretizada, será excelente para os Estados Unidos da América e todas as nações da Otan. Com base nesse entendimento, não aplicarei as tarifas que estavam programadas para entrar em vigor em 1º de fevereiro”, escreveu o presidente.  Trump também informou que novas discussões estão em andamento sobre o chamado “Domo Dourado”, iniciativa relacionada à Groenlândia, mas não deu detalhes sobre o conteúdo das tratativas. “Mais informações serão disponibilizadas à medida que as discussões avançarem”, pontuou.  De acordo com o presidente, as negociações ficarão sob responsabilidade de uma equipe composta pelo vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, pelo secretário de Estado, Marco Rubio, pelo enviado especial Steve Witkoff, além de outros representantes do governo. Trump ressaltou ainda que todas as equipes envolvidas deverão reportar diretamente a ele o andamento das discussões.  A Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca, tem relevância estratégica no cenário geopolítico e já foi alvo de interesse do ex-presidente norte-americano em ocasiões anteriores, sobretudo por sua posição no Ártico e importância militar. A suspensão das tarifas também sinaliza um possível gesto de aproximação entre Washington e aliados europeus no âmbito da Otan. (Renan Isaltino)

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BC liquida Will Financeira S.A., instituição ligada ao Banco Master

Decisão se deu após banco digital, que operava sob regime de administração temporária, não pagar contas da Mastercard O BC (Banco Central) decretou, nesta quarta-feira (21), a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, instituição controlada pelo Banco Master. O comunicado sobre a decisão foi divulgado nesta manhã. A medida se deu em razão do “comprometimento da situação econômico-financeira” e da “insolvência” da instituição, bem como do “vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A” sobre a Will Financeira S.A., segundo o BC. Ainda na nota, o Banco Central afirmou que a Will Financeira S.A. operava sob Raet (Regime de Administração Especial Temporária), para evitar a própria liquidação. Além disso, na segunda-feira (19), o BC identificou que a instituição não havia pagado contas da empresa Mastercard, o que resultou na decisão. Assim, todas as atividades financeiras do Will Bank foram imediatamente interrompidas. Os gestores do banco serão afastados, e um liquidante será nomeado para levantar dados de ativos e passivos existentes, apurar eventuais irregularidades e conduzir o pagamento dos credores.   Fonte: R7

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INSS libera extrato de pagamento com novo reajuste e isenção; saiba como consultar

Os depósitos referentes a janeiro serão feitos a partir da próxima segunda-feira (26) até o dia 6 de fevereiro Os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já podem conferir, a partir desta quarta-feira (21), os valores do benefício deste mês, com novo reajuste e isenção. O pagamento começa em 26 de janeiro e vai até 6 de fevereiro (veja calendário abaixo). Quem ganha um salário mínimo terá aumento de 6,79%, acompanhando a política do piso nacional. Para os que recebem acima disso, a correção é feita pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2025, que foi de 3,90%. Com isso, o piso dos benefícios da Previdência Social subiu de R$ 1.519 para R$ 1.621, e o teto, de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55. Para os segurados que começaram a receber o benefício a partir de 1º de janeiro de 2025, o reajuste será proporcional. Como consultar Para consultar, basta acessar o Meu INSS pela internet ou aplicativo. É necessário fazer login e clicar em “Extrato de Pagamento” na tela inicial para ver todos os detalhes do benefício. O beneficiário que não tem acesso à internet pode ligar para o número 135. É necessário informar o CPF e confirmar algumas informações para evitar fraudes. O atendimento ocorre de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h. Isenção Outra medida que passa a vigorar a partir do pagamento de janeiro é a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês. Aqueles que recebem entre R$ 5.001 e R$ 7.350 terão isenção parcial, com desconto progressivo. Já acima de R$ 7.350, não muda nada, e o recolhimento será normal. Calendário de pagamento Para quem recebe o mínimo, o pagamento das aposentadorias e pensões com reajuste vai de 26 de janeiro a 6 de fevereiro. O pagamento dos benefícios do INSS acima do piso vai de 2 a 6 de fevereiro. A data varia conforme o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador, que aparece após o traço. Até um salário-mínimo Final 1: 26 de janeiro Final 2: 27 de janeiro Final 3: 28 de janeiro Final 4: 29 de janeiro Final 5: 30 de janeiro Final 6: 2 de fevereiro Final 7: 3 de fevereiro Final 8: 4 de fevereiro Final 9: 5 de fevereiro Final 0: 6 de fevereiro Acima do piso nacional Finais 1 e 6: 2 de fevereiro Finais 2 e 7: 3 de fevereiro Finais 3 e 8: 4 de fevereiro Finais 4 e 9: 5 de fevereiro Finais 5 e 0: de fevereiro Passo a passo da consultar Para quem não tem acesso à internet Basta ligar para a Central 135. Ao ligar, informe o número do CPF e confirme algumas informações cadastrais, de forma a evitar fraudes. Segurados com acesso à internet Acessar o site Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/). Após fazer o login, na tela inicial, clique no serviço de “Extrato de Pagamento”. É possível ter acesso ao extrato e todos os detalhes sobre o pagamento do benefício. Pelo aplicativo Meu INSS Disponível para aparelhos com sistemas Android e iOS. Assim como no acesso pelo site, de início, é necessário fazer login e colocar senha. Depois disso, todos os serviços disponíveis e o histórico das informações do beneficiário serão listados. Números Aproximadamente 21,9 milhões de benefícios têm o valor de até um salário mínimo. Esse número corresponde a 62,5% do total de 35,15 milhões de benefícios do RGPS. Atualmente, mais de 12,2 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. Outros benefícios com valores fixos • O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) – destinado a idosos e pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza: R$ 1.621,00. • O benefício pago a seringueiros e seus dependentes: R$ 3.242,00. • Cota do salário-família: R$ 67,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.980,38.   Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025

O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As  quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG). Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17. Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica no último semestre do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho de 2025, para R$ 652,1,4 em dezembro –  R$ 60,69 menor. A segunda capital com maior queda no período foi Manaus (AM), com diminuição de -8,12% no preço da cesta, de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos. Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar em diminuição do preço do conjunto de alimentos essenciais: queda de -7,90%, passando de R$ 738,09, em julho, para R$ 677, em dezembro, R$ 61,09 mais barata. As capitais que tiveram menores baixas foram Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de -1,56%, -2,10% e -2,16%, respectivamente, no acumulado do período. Por regiões, Boa Vista (RR) lidera o cenário de baixa de preços não só nacionalmente, mas também no Norte, assim como Fortaleza (CE), ocupa não somente o terceiro lugar geral, mas também é campeã no Nordeste do país. No Centro-Oeste, Brasília (DF), é a recordista em declínio de preço da cesta no período, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis (SC), que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos de julho a dezembro do ano passado.. Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado dos últimos seis meses de 2025 demonstram que a política agrícola do Brasil está no caminho certo. “Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”. Ele destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar. “Já são três anos que ambos têm valores recordes, não faltando recursos para o financiamento agrícola, e com juros subsidiados”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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BRB descarta risco de intervenção e estuda vender ativos do Master

  O Banco de Brasília (BRB) descartou nesta segunda-feira (19) qualquer risco de intervenção e afirmou que possui “suficiência patrimonial” para enfrentar os efeitos das investigações envolvendo o Banco Master. Em nota, a instituição controlada pelo governo do Distrito Federal informou que estuda a venda de ativos recuperados do banco privado como forma de reforçar sua posição financeira. A manifestação ocorre após a divulgação de notícias sobre uma suposta urgência de aporte de capital no BRB. Segundo o banco, eventuais medidas para recomposição de capital só serão avaliadas após a conclusão das auditorias independentes e das análises conduzidas pelo Banco Central. “Caso seja necessário, o BRB dispõe de plano para recomposição de capital e destaca que eventuais aportes do acionista controlador não retiram recursos previstos no orçamento para políticas públicas”, afirmou a instituição. Mais cedo, o Ministério da Fazenda divulgou nota negando que o ministro Fernando Haddad tenha tratado com o governo do Distrito Federal ou com a direção do BRB sobre a necessidade de um aporte imediato de capital, sob risco de intervenção na instituição. O esclarecimento foi feito após reportagens apontarem que o ministro teria cobrado prazos para um possível socorro financeiro ao banco estatal. A Fazenda não comentou, porém, sobre eventuais discussões técnicas mantidas com o Banco Central no acompanhamento do caso. Auditorias e balanço O BRB informou que os valores de eventuais prejuízos ainda estão sendo apurados por auditoria independente e pelo Banco Central. Por esse motivo, o banco não divulgou o balanço referente ao terceiro trimestre, e não há dados públicos atualizados sobre sua situação financeira. Segundo a instituição, todas as operações relacionadas ao caso estão incluídas em investigação forense conduzida por um escritório independente, com acompanhamento das autoridades. O banco reforçou que segue operando normalmente e que “qualquer número não oficial divulgado publicamente é meramente especulativo”. Relação com o Banco Master O BRB foi diretamente afetado pela crise do Banco Master, alvo de investigações por supostas fraudes em carteiras de crédito. De acordo com informações do Banco Central repassadas ao Ministério Público, o banco estatal adquiriu R$ 12,2 bilhões em carteiras posteriormente consideradas fraudulentas, que foram substituídas e ainda passam por avaliação. Além disso, o BRB teria injetado mais de R$ 5 bilhões no Master por meio de outras operações, incluindo a compra de cotas de fundos de investimento. A nova administração do banco, que assumiu após a troca de comando no ano passado, tenta dimensionar o impacto dessas operações realizadas ao longo de 2024 e 2025. Problemas de enquadramento As operações com o Master levaram o BRB a descumprir temporariamente limites prudenciais exigidos pelo Banco Central. O banco ficou desenquadrado por pelo menos dois meses, em janeiro e fevereiro de 2025. Como consequência, o BC determinou a limitação de novas aquisições de ativos financeiros e a elaboração de um plano de solução no prazo de seis meses, a contar de outubro do ano passado. Apesar do cenário, a possibilidade de injeção de recursos do Governo do Distrito Federal aumenta a capacidade do BRB de enfrentar a crise. O banco, no entanto, afirma que não recebeu qualquer determinação formal do Banco Central para realizar um aporte imediato.   Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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IPVA 2026: pagamento com desconto ou da 1ª parcela de veículos com placa final 6 termina nesta segunda-feira (19)

O pagamento segue o final da placa do veículo e pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até 5 vezes, de acordo com o valor do imposto devido Os proprietários de veículos com final de placa 6 têm até segunda-feira (19) para quitar a cota única, com desconto de 3%, ou a primeira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 no estado de São Paulo. Os contribuintes devem ficar atentos às datas de vencimento para aproveitar o abatimento ou parcelamento e regularizar o imposto. A consulta do valor pode ser realizada em toda a rede bancária, a partir do número de Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor) ou diretamente no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), clicando aqui, mediante o Renavam e placa do veículo (leia mais abaixo). O pagamento segue o final da placa do veículo e pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até 5 vezes, de acordo com o valor do imposto devido. O pagamento em parcela única com desconto de 3% vale para automóveis, camionetas, caminhonetes, ônibus, micro-ônibus, motos e similares, caminhões e caminhões-tratores. Assim como no ano passado, a fim de facilitar o pagamento do contribuinte que opta pelo parcelamento do tributo, a Sefaz-SP definiu todos os vencimentos no mesmo dia do mês – a placa 6, por exemplo, tem vencimento em 19 de janeiro, 19 de fevereiro, 19 de março, 19 de abril e 19 de maio. Caso o vencimento ocorra em finais de semana ou feriados, o pagamento poderá ser feito no próximo dia útil.​ A Sefaz-SP reforça que as páginas verdadeiras para informações do IPVA 2026 estão no domínio “sp.gov.br”. Não caia em golpes. Para mais informações, os proprietários dos veículos podem entrar em contato com a Secretaria pelos canais do Fale Conosco. Quanto vou pagar As alíquotas do imposto no estado de São Paulo para veículos particulares novos e usados continuam as mesmas do ano passado: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado;  1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras Para saber o valor venal do veículo o proprietário pode consultar o Sistema de Veículos (Sivei), uma página simplificada no site da Sefaz-SP. O valor do imposto a ser pago pode ser consultado diretamente pelo Internet Banking, no caixa eletrônico do banco ou na página da Sefaz-SP, mediante a apresentação do número do Renavam. Parcelamento O parcelamento do IPVA pode ser feito em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para 2026, a Ufesp foi fixada em R$ 38,42, de acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo. Em caso de valores menores, o parcelamento poderá ser feito em quatro ou três parcelas. A tabela de pagamento para proprietários de veículos de carga é diferente. O pagamento pode ser feito, sem desconto, até 22 de abril, ou parcelado em até cinco vezes, com data fixada no dia 20 de cada mês. Como pagar Para efetuar o pagamento do IPVA 2026, basta o contribuinte utilizar a rede bancária credenciada, com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor). No estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento, sendo mais rápido, fácil e confirmado imediatamente. Ao obter o QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, o recolhimento pode ser feito junto a mais de 900 instituições financeiras, contemplando especialmente os cidadãos com contas digitais e que não possuem conta nos grandes bancos. As tradicionais formas de pagamento estão mantidas. É possível efetuar o recolhimento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito nas empresas credenciadas à Sefaz-SP. Atraso no pagamento O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto. Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar à Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto. Licenciamento  Os proprietários que desejam antecipar o licenciamento anual deverão quitar todos os débitos que recaiam sobre o veículo, incluindo o IPVA, a taxa de licenciamento e, se for o caso, multas de trânsito. Todas as informações sobre IPVA podem ser consultadas na página do IPVA no portal da Sefaz-SP. Veja calendário completo de vencimento do IPVA-2026 Automóveis, Camionetas, Caminhonetes, Ônibus, Micro-ônibus, Motos e similares Mês janeiro fevereiro março abril maio Parcela 1ª Parcela ou Cota Única COM Desconto 2ª Parcela ou Cota Única SEM Desconto 3ª Parcela 4ª Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Final 1 12/jan 12/fev 12/mar 12/abr 12/mai Final 2 13/jan 13/fev 13/mar 13/abr 13/mai Final 3 14/jan 14/fev 14/mar 14/abr 14/mai Final 4 15/jan 15/fev 15/mar 15/abr 15/mai Final 5 16/jan 16/fev 16/mar 16/abr 16/mai Final 6 19/jan 19/fev 19/mar 19/abr 19/mai Final 7 20/jan 20/fev 20/mar 20/abr 20/mai Final 8 21/jan 21/fev 21/mar 21/abr 21/mai Final 9 22/jan 22/fev 22/mar 22/abr 22/mai Final 0 23/jan 23/fev 23/mar 23/abr 23/mai Caminhões e Caminhões-tratores Mês janeiro março abril maio julho agosto setembro Parcela Cota Única COM Desconto 1ª Parcela Cota Única SEM Desconto 2ª Parcela 3ª Parcela 4ª Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Final 1 12/jan 20/mar 22/abr 20/mai 20/jul 20/ago 20/set Final 2 13/jan Final 3 14/jan Final 4 15/jan Final 5 16/jan Final 6 19/jan Final 7 20/jan Final 8 21/jan Final 9 22/jan Final 0 23/jan   Foto: Governo de SP

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Investidores do Banco Master já podem pedir devolução de valores investidos

Cerca de 800 mil credores têm direito ao ressarcimento; valor total das garantias soma R$ 40,6 bilhões Investidores e depositantes do Banco Master a partir deste sábado (17) podem solicitar o pagamento dos valores cobertos pela garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). O pedido está liberado, após a conclusão da consolidação da lista de credores feita pelo liquidante nomeado pelo Banco Central . Segundo o comunicado ao mercado, cerca de 800 mil credores têm direito ao ressarcimento. O valor total estimado a ser pago em garantias é de R$ 40,6 bilhões, ligeiramente abaixo da projeção inicial, que era de R$ 41,3 bilhões. Mesmo após o pagamento das garantias relacionadas ao conglomerado Master, o FGC informa que mantém liquidez de R$ 125 bilhões, suficiente para enfrentar cenários severos de estresse no sistema financeiro. Como funciona o pagamento da garantia O pagamento da garantia só é iniciado quando o Banco Central decreta a liquidação de uma instituição financeira. A partir daí, o liquidante reúne e revisa as informações dos credores processo técnico que pode levar, em média, até 30 dias úteis e encaminha a lista ao Fundo Garantidor de Créditos. Com essa base consolidada, o FGC libera o pedido para que os credores indiquem a conta bancária e validem os dados necessários para o recebimento. De acordo com o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima, após a conclusão das etapas no aplicativo ou no portal, o pagamento é feito em até dois dias úteis, diretamente em conta de titularidade do credor. Pedido para pessoa física No caso de pessoa física, a solicitação deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo do FGC, disponível nas lojas de aplicativos. O processo envolve duas etapas principais: Cadastro no aplicativo, com validação de dados e biometria; Solicitação do pagamento, que só fica disponível após o FGC receber a lista oficial de credores da instituição liquidada. Pelo aplicativo, também é possível acompanhar o andamento do pedido e receber notificações sobre cada etapa do processo. Pedido para pessoa jurídica Empresas credoras devem solicitar a garantia pelo Portal do Investidor, no site do FGC. O responsável legal precisa: Cadastrar a empresa no portal; Indicar os representantes autorizados; Concluir o pedido após a liberação da lista de credores. O pagamento é feito por transferência para conta corrente ou poupança em nome da empresa, com o mesmo CNPJ informado no pedido. E no caso do DPGE? Para investidores com DPGE (Depósitos a Prazo com Garantia Especial), o pedido é feito diretamente pelo site do FGC, por meio de um link específico que é liberado quando a instituição associada entra em liquidação. Após o preenchimento do formulário e o envio da documentação, o credor assina o termo de sub-rogação e a autorização para transferência do ativo registrado na B3. O pagamento é realizado na conta de titularidade do investidor, após a validação dos dados.   Fonte: R7 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado (17)

Após 26 anos de negociação, representantes dos blocos de integração regional Mercosul e União Europeia (UE) devem assinar, neste sábado (17), um acordo de livre comércio com potencial de integrar um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas (450 milhões na UE e cerca de 295 milhões no Mercosul). Aprovado por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado será assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul. A cerimônia de assinatura acontecerá a partir das 12h15 (horário de Brasília), no teatro José Asunción Flores, do Banco Central paraguaio – mesmo local onde, em 1991, foi assinado o Tratado de Assunção, considerado o primeiro passo para a criação do Mercado Comum do Sul (Mercosul), hoje composto por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. O evento contará com a presença de representantes dos países-membros, a exemplo dos presidentes Javier Milei (Argentina); Rodrigo Paz (Bolívia); Santiago Peña (Paraguai) e Yamandú Orsi (Uruguai), bem como da cúpula europeia, como Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu. Por questões de agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não viajará ao Paraguai. O Brasil será representado na cerimônia de assinatura pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Na véspera (16), contudo, Lula recebeu Ursula e Costa no Rio de Janeiro, onde discutiram a implementação do acordo comercial e outros temas da agenda internacional. Protocolar, a assinatura do acordo comercial formaliza o fim da fase de tratativas técnicas e políticas iniciadas em junho de 1999, quando as partes começaram a negociar seus termos. O texto estabelece a gradual eliminação de tarifas de importação para mais de 90% do comércio bilateral, envolvendo bens industriais (máquinas, ferramentas, automóveis e outros produtos e equipamentos) e produtos agrícolas. Após a assinatura, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A entrada em vigor da parte comercial do acordo depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos. De qualquer forma, a expectativa é que o tratado seja implementado gradualmente e que seus efeitos práticos demorem algum tempo para começar a ser sentidos, estabelecendo a maior zona de livre comércio do mundo. Nesta quinta-feira (15), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse crer que o acordo comercial entre em vigor ainda no segundo semestre deste ano. Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência”, afirmou Alckmin. Celebrado por governos e setores industriais, o acordo é alvo de críticas e protestos de agricultores europeus que temem a concorrência dos produtos sul-americanos, já que, entre outras coisas, eliminará tarifas alfandegárias. O tratado também é alvo da desconfiança de ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola – embora a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, avalie que o texto final está alinhado à agenda ambiental, em termos capazes de promover o desenvolvimento e proteger a natureza. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional. >> Confira os principais pontos do acordo: 1. Eliminação de tarifas alfandegárias Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços; Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos; União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos. 2. Ganhos imediatos para a indústria Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais. >> Setores beneficiados: Máquinas e equipamentos; Automóveis e autopeças; Produtos químicos; Aeronaves e equipamentos de transporte. 3. Acesso ampliado ao mercado europeu Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo; UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões; Comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas. 4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis Produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação; Acima dessas cotas, é cobrada tarifa; Cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições; Mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus; Na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil; No mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor. 5. Salvaguardas agrícolas >>UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se: Importações crescerem acima de limites definidos; Preços ficarem muito abaixo do mercado europeu; Medida vale para cadeias consideradas sensíveis. 6. Compromissos ambientais obrigatórios Produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal; Cláusulas ambientais são vinculantes; Possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris. 7. Regras sanitárias continuam rigorosas UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários. Produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar. 8. Comércio de serviços e investimentos >>Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros. >>Avanços em setores como: Serviços financeiros; Telecomunicações; Transporte; Serviços empresariais. 9. Compras públicas Empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE; Regras mais transparentes e previsíveis. 10. Proteção à propriedade intelectual Reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias; Regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais. 11. Pequenas e médias empresas (PMEs) Capítulo específico para PMEs; Medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação; Redução de custos e burocracia para pequenos exportadores. 12. Impacto para o Brasil Potencial de aumento das exportações, especialmente do agro e da indústria; Maior integração a cadeias globais de valor; Possível atração de investimentos estrangeiros no médio e longo prazo. 13. Próximos passos Assinatura prevista para 17 de janeiro, no Paraguai; Aprovação pelo Parlamento Europeu; Ratificação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai;

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Produção de veículos no Brasil cresce 3,5% em 2025, impulsionada por modelos leves, aponta Anfavea

Setor fecha o ano com 2,64 milhões de unidades produzidas, alta nas vendas internas e forte avanço das exportações, apesar da queda registrada em dezembro  A produção brasileira de veículos — que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões — registrou crescimento de 3,5% em 2025, totalizando 2,64 milhões de unidades. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).  Segundo a entidade, o desempenho positivo foi puxado principalmente pela produção de veículos leves, mantendo o Brasil entre os maiores produtores de veículos do mundo. As vendas no mercado interno somaram 2,69 milhões de unidades no ano, o que representa aumento de 2,1% na comparação com 2024.  Outro destaque foi o avanço expressivo das exportações, que cresceram 32,1% ao longo do ano, com quase 529 mil veículos comercializados para outros países. Para o presidente da Anfavea, Igor Calvet, o resultado, embora abaixo das expectativas iniciais, ainda é positivo. “Esperávamos mais, mas não foi um ano ruim para o setor. Ainda assim foi um ano com dados positivos”, avaliou. Desempenho de dezembro  No recorte mensal, os emplacamentos de veículos em dezembro apresentaram crescimento de 17,1% em relação a novembro e de 8,5% na comparação com o mesmo mês de 2024, totalizando 279,4 mil unidades vendidas. De acordo com a Anfavea, o avanço foi influenciado principalmente pelo excesso de estoques nas concessionárias.  Em contrapartida, as exportações tiveram queda acentuada no último mês do ano: recuo de 47,7% frente a novembro e de 38,1% na comparação anual, com apenas 18,7 mil unidades embarcadas. Segundo Igor Calvet, esse foi o pior desempenho mensal desde abril de 2020.  A produção também apresentou retração em dezembro, com queda de 15,8% em relação a novembro e de 3,9% na comparação com dezembro do ano anterior, somando 184 mil veículos produzidos no mês. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: R7

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Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.  Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%. Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente. Meta de inflação Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo. Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro. A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p. PIB Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores. No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027. Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%. Câmbio Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027. Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52. Selic A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027. Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%. A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então. Variações da Selic Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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