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Categoria: Economia

Campanha da Neoenergia Elektro oferece até 90% de desconto para clientes com contas em atraso

Negociação pode ser feita 100% online ou nas lojas de atendimento da distribuidora espalhadas por todo o Estado, com parcelamento em até 21 vezes no cartão de crédito A Neoenergia Elektro informou que iniciou, nesta quarta-feira (20), a Campanha de Negociação 2026, que oferece condições especiais para clientes com contas de energia em atraso. A ação segue até 31 de julho e permite a regularização de débitos com descontos que podem chegar a 90%, além de opções facilitadas de pagamento. A iniciativa reforça o compromisso da distribuidora com a ampliação do acesso aos serviços e o apoio aos clientes na regularização de suas faturas. Outro destaque da campanha é a praticidade: as negociações poderão ser realizadas de forma 100% online, por meio do portal de negociação da distribuidora (neoelektro.negocieonline.com.br/), ou presencialmente em qualquer Loja de Atendimento. Além da redução de juros e multas, em alguns casos a campanha também prevê descontos sobre o valor principal da dívida, tornando a negociação ainda mais vantajosa. Podem participar clientes de baixa tensão das classes residencial, comercial, rural e baixa renda que possuam débitos vencidos há mais de um ano com a distribuidora. “A Neoenergia Elektro oferece mais uma oportunidade para seus clientes colocarem a vida financeira em ordem, com condições diferenciadas e parcelamento em até 21 vezes. É a campanha mais vantajosa já realizada pela Neoenergia Elektro, com descontos inéditos. Nosso time está preparado para orientar cada cliente e oferecer a melhor opção para que todos possam negociar”, afirma Maica Oliveira, superintendente de Relacionamento com Clientes da Neoenergia Elektro. Após a consulta das faturas elegíveis no portal, o cliente poderá verificar o desconto disponível para o seu caso. O pagamento pode ser realizado via PIX ou parcelado em até 21 vezes no cartão de crédito, conforme as condições da operadora. “Todo o procedimento pode ser feito de forma simples, rápida e segura, diretamente pelo celular ou computador, sem necessidade de deslocamento. Estamos facilitando ao máximo para que ninguém fique de fora da campanha”, reforça Maica Oliveira. Apesar de a campanha ser até 31 de julho de 2026, a orientação da Neoenergia Elektro é não deixar para a última hora, haja vista o aumento do volume de negociações normalmente registrado quando se aproxima o fim do prazo.   Foto: Neoenergia Elektro / Divulgação

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Consignados: INSS passa a exigir biometria facial a partir desta terça (19)

Beneficiários terão também mais tempo para pagar empréstimos Novas exigências de segurança para empréstimos consignados de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a valer a partir desta terça-feira (19). Aposentados e pensionistas que solicitarem esse tipo de crédito terão que validar a operação por biometria facial, pelo aplicativo ou site Meu INSS. Os empréstimos consignados são valores descontados diretamente do benefício. A “anuência biométrica” está prevista na Lei nº 15.327/2026, que teve o objetivo de aumentar a segurança dos cidadãos. A nova lei proíbe a contratação de consignado por telefone ou por procuração de terceiros. Veja o que muda 1) A partir de agora, o beneficiário, quando solicitar o consignado, receberá a proposta no aplicativo Meu INSS com o status “pendente de confirmação”. 2) A pessoa terá até cinco dias corridos para confirmar a operação por reconhecimento facial. Se o procedimento não for realizado dentro do prazo, o contrato é automaticamente cancelado. 3) Os beneficiários poderão ter mais tempo para pagar os empréstimos. O prazo aumentou de 96 meses para o limite de 108 parcelas (9 anos). 4) Depois de acertado o crédito, a pessoa pode começar a pagar depois de até três meses. Confira o passo a passo para obter o empréstimo consignado.   Fonte: AgÊncia Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Caixa começa a pagar Bolsa Família de maio

Pagamento em localidades de nove estados será unificado A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de maio do Bolsa Família. Recebem nesta segunda-feira (18) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Ao todo, cerca de 19,1 milhões de famílias receberão o benefício neste mês. Os beneficiários de nove estados receberão o crédito nesta segunda, independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficia localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Além do benefício integral, cerca de 2 milhões de famílias estão na regra de proteção em maio. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25

Caixa está adaptando sistemas para oferecer modalidade Os trabalhadores poderão consultar, a partir de 25 de maio, o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) disponível para renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A nova modalidade permitirá o uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso. A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS por meio do programa. Segundo o governo federal, a adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos valores diretamente aos bancos responsáveis pelos contratos. O prazo estimado para formalização das operações é de até 30 dias após a consulta do saldo disponível. Dez dias depois do lançamento do Desenrola 2.0, a liberação de parte do saldo do FGTS para abater dívidas ainda não está disponível porque a Caixa está adaptando os sistemas. O banco também está definindo os procedimentos operacionais para que as instituições financeiras comecem a oferecer a modalidade na renegociação de débitos. Além da liberação do FGTS para o Novo Desenrola, o governo informou que mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do fundo, liberados em várias rodadas desde o fim do ano passado O desbloqueio adicional estimado é de R$ 8,4 bilhões e beneficiará trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão feitos automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS. Como vai funcionar – O trabalhador poderá usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor – Será necessário autorizar, pelo aplicativo do FGTS, o acesso das instituições financeiras aos valores disponíveis – O uso do FGTS ocorrerá somente após a renegociação da dívida dentro do programa – Não será necessário comparecer às agências da Caixa para concluir a operação – Poderão ser usados recursos de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para contas inativas. Quem pode aderir – Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105; – Dívidas elegíveis incluem cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC) – O uso do FGTS suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo Saque residual – O crédito residual será pago em 26 de maio – Cerca de 10,5 milhões de trabalhadores serão beneficiados – A medida atende trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos entre 2020 e 2025 – Permanecerão bloqueados apenas valores vinculados a contratos de antecipação ainda ativos Atenção ao saldo – Antes de 25 de maio, parte do saldo poderá deixar de aparecer temporariamente no aplicativo do FGTS; – Segundo o MTE, a alteração ocorrerá devido ao processamento interno necessário para liberação dos recursos; – Após o processamento, os valores residuais do saque-aniversário serão depositados automaticamente nas contas cadastradas pelos trabalhadores.   Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Fim da “taxa das blusinhas” preocupa indústria; plataformas apoiam

Setor defende isonomia e plataformas falam em volta do poder de compra A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. Em nota, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) informou que a revogação amplia a desigualdade tributária entre produtos nacionais e importados. A entidade alertou para o risco de redução nas vendas do varejo brasileiro, sobretudo entre pequenas e médias empresas, diante da concorrência com produtos importados. De acordo com o IDV, a medida pode provocar queda na reposição de estoques, afetar a indústria nacional e levar ao fechamento de fábricas ou transferência de produção para países vizinhos. Segundo a entidade, após a criação da tributação sobre compras internacionais, o varejo registrou a abertura de 107 mil empregos no primeiro ano, além de aumento de investimentos e produtividade. “O fim do Imposto de Importação na venda cross border acarretará riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores”, concluiu o instituto. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor.   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/José Paulo Lacerda

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Potencial de consumo em bares e restaurante de Limeira em 2026 tem alta de 15,5%, aponta IPC Maps

Gastos da população no município são estimados em R$ 618,9 milhões Mesmo que pese o momento de aperto financeiro no bolso das famílias e o número recorde de inadimplência, o potencial de consumo fora do lar (bares, restaurantes e outras empresas do segmento de alimentação fora do domicílio) na cidade de Limeira para 2026 é positivo. A nova Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros, estima que os gastos na cidade devem saltar 15,5% neste ano em comparação ao ano passado e atingir a soma de R$ 618,904 milhões. De acordo com o levantamento, a maior variação percentual de potencial de consumo está na classe D e E, com alta de 40,3%%. Na classe A, o aumento estimado é de 39,8%, seguido pelas classes B (16,8%). Na classe C, o aumento da intenção de consumo deve ficar em 0,6%. O estudo também traz dados que mostram uma expansão dos negócios ligados ao setor de alimentação fora do lar. A cidade tem, atualmente, 3.549 estabelecimentos, alta de 10% sobre o ano passado. Em um ano foram abertos 322 negócios em Limeira. André Mandetta, presidente da Abrasel RMC, diz que que o setor vem se beneficiando com o aumento do poder aquisitivo das pessoas, mesmo que de forma tímida, e com abertura de novos negócios, e com o crescimento da população ocupada. “O aumento no movimento tem contribuído para a redução de empresas que trabalham com prejuízo. Para Júlia Vieira, coordenadora regional do Núcleo Leste Paulista da Abrasel RMC, “o aumento do potencial de consumo, constatado pelo IPC Maps é um indicador positivo para o setor, que vive um momento de preocupação com o cenário econômico nacional e o alto índice de famílias endividadas”, afirma ele. “Mas, por outro lado, é um setor que gera muita renda e cria empregos quando vai bem, E os números de empregos novos gerados no ano é um fator muito importante”, acrescenta.   Fonte: Abrasel RMC

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Potencial de consumo em bares e restaurante na RMC tem alta de 11,8% em 2026, aponta IPC Maps

Gastos da população dos 20 municípios são estimados em R$ 7.669 bilhões Mesmo que pese o momento de aperto financeiro no bolso das famílias e o número recorde de inadimplência, o potencial de consumo fora do lar (bares, restaurantes e outras empresas do segmento de alimentação fora do domicílio) na Região Metropolitana de Campinas (RMC) para 2026 é positivo. A nova Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros, estima que os gastos nas vinte cidades da região devem saltar 11,8% neste ano em comparação ao ano passado e atingir a soma de R$ 7.669 bilhões. De acordo com o levantamento, a maior variação percentual de potencial de consumo está na classe A, com alta de 29,1%. Na classe B, o aumento estimado é de 11,6%, seguido pelas classes D e E (11,3%). Na classe C, o aumento da intenção de consumo deve ficar em 2,1%. Os estabelecimentos de cidade de Campinas, onde se concentra o maior número de bares e restaurantes e a maioria da população da RMC devem ser os maiores beneficiados pelo consumo regional. O gasto total nos estabelecimentos da cidade é estimado em R$ 3.014 bilhões, alta de 18,6% na comparação com 2025. O estudo também traz dados que mostram uma expansão dos negócios ligados ao setor de alimentação fora do lar. A região tem, atualmente, 34.917 estabelecimentos, alta de 11,3% sobre o ano passado. Em um ano foram abertos 3.544 negócios em toda da RMC. André Mandetta, presidente da Abrasel RMC, diz que que o setor vem se beneficiando com o aumento do poder aquisitivo das pessoas, mesmo que de forma tímida, e com abertura de novos negócios, e com o crescimento da população ocupada. “O aumento no movimento tem contribuído para a redução de empresas que trabalham com prejuízo. “O aumento do potencial de consumo na região, constatado pelo IPC Maps é um indicador positivo para o setor, que vive um momento de preocupação com o cenário econômico nacional e o alto índice de famílias endividadas”, afirma ele. “Mas, por outro lado, é um setor que gera muita renda e cria empregos quando vai bem, E os números de empregos novos gerados no ano é um fator muito importante”, acrescenta. Mandetta destaca, ainda, que além dos gastos da população regional, é importante destacar o movimento gerado pelos turistas de negócios. “Campinas está entre os dez municípios com maior número de eventos corporativos e isso gera movimento nos restaurantes e bares, não apenas na cidade, mas em municípios vizinhos”, acrescenta. Matheus Mason, sócio do Restaurante Benedito, em Campinas, diz que a percepção da casa nos últimos tempos vem ao encontro do que mostra a pesquisa quando se fala no poder de compra das classes A e B. “Além de uma gastronomia já consolidada na região, o aumento no número de eventos corporativos também atrair mais consumidores para as casas”, explica. Além de estar sempre pensando em novos pratos, o Restaurante Benedito vem criando novas opções de eventos de experiências para atender a demanda do público, como jantares harmonizados e Ateliê Experience, que unem gastronomia e arte no mesmo ambiente. “O cliente não quer mais somente comida de qualidade, ele agora também busca opções de experiências, diversão e confraternização”, acrescenta Mason. Rodrigo Porto, diretor de Alimentos & Bebidas da Rede Vitória Hotéis,  proprietária de vários restaurantes dentro das unidades hoteleiras em Campinas, Indaiatuba e Paulínia, diz que a projeção é resultado da consolidação do setor gastronômico regional. “A rede Vitória Hotéis sempre olhou de uma forma estratégica para os restaurantes. Diferente do modelo tradicional, investimos em operações independentes e premiadas, como o Bellini e Kindai, com mais de 20 anos entregando excelência”, diz”, afirma.   Fonte: Abrasel RMC Foto: Divulgação/Abrasel RMC

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Tesouro Nacional cria título que permite investir a partir de R$ 1

A rentabilidade é diária e acompanha a taxa Selic, que está em 14,5% ao ano O Tesouro Nacional lançou, nesta segunda-feira (11), uma nova opção de investimento, que pode funcionar como reserva de emergência, com aplicações a partir de R$ 1,00. O novo produto se chama Tesouro Reserva e tem como objetivo ajudar o brasileiro a criar uma reserva de emergência. A rentabilidade é diária e acompanha a taxa Selic, que está em 14,5% ao ano. O resgate pode ser feito a qualquer momento.   Fonte: R7

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FecomercioSP prevê crescimento de 3% nas vendas de Dias das Mães em SP

Maiores altas devem ser em perfumaria, vestuário, tecidos e calçados O faturamento do comércio do estado de São Paulo com as vendas para o Dia das Mães deverá crescer 3% em relação à data do ano passado. A expectativa é que o montante atinja cerca de R$ 82 bilhões, R$ 2,7 bilhões a mais em comparação ao Dia das Mães de 2025.  As estimativas foram divulgadas nesta quarta-feira (6) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). “A expectativa otimista se sustenta principalmente pelo mercado de trabalho, que segue positivo, e pelo aumento da renda, tornando possível que mais pessoas consumam e obtenham crédito. Assim, o Dia das Mães permanece como uma data importante para as vendas, principalmente nos segmentos ligados a presentes tradicionais”, disse a entidade, em nota. De acordo com a FecomercioSP, as maiores altas de faturamento deverão ocorrer nas farmácias e perfumarias, com avanço de 6% em relação ao mesmo período do ano passado; lojas de vestuário, tecidos e calçados, que deverão crescer 4%; e os supermercados, com elevação de 3%. “Os juros elevados e o endividamento familiar, somados às incertezas econômicas e eleitorais, acabaram afetando negativamente as vendas de bens duráveis [como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis]. Nesses casos, a compra normalmente depende de crédito e do comprometimento da renda por vários meses”, ressaltou a entidade. De acordo com a FecomercioSP, as vendas das lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, bem como as lojas de móveis e decoração, deverão apresentar as menores taxas de crescimento em maio, com altas de 1% e 2%, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil  

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Desenrola 2.0 amplia renegociação de dívidas e inclui novos beneficiários; confira regras

A partir desta terça-feira (5), brasileiros inadimplentes com renda de até cinco salários mínimos, atualmente em R$ 8.105, poderão buscar os canais oficiais dos bancos para aderirem ao novo Desenrola Brasil, programa do governo para renegociação de dívidas. Além de pessoas físicas, a iniciativa prevê o abatimento de débitos de estudantes, micro e pequenos empreendedores, aposentados e pequenos agricultores. Até o momento, os bancos que já estão habilitados para adesão ao programa são: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, BRB, Itaú, NuBank, Santander, Inter, Sicoob, Banco BV, Banrisul, BMG e Banco Pan.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Para incentivar a quitação dos débitos, o programa prevê descontos entre 30% e 90%, além de juros de até 1,99% ao mês. A versão é uma reformulação da iniciativa anterior, lançada em 2023 pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o Executivo, o principal objetivo é promover a reorganização financeira e a ampliação do acesso ao crédito. Entre as novidades da edição, que terá uma duração de 90 dias, está a possibilidade de o trabalhador usar até R$ 1.000 ou 20% do saldo da conta do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar a dívida. Além disso, o programa estabelece que as instituições bancárias devem investir pelo menos 1% do valor referente à garantia do programa em educação financeira. Os bancos também serão responsáveis por controlar os fluxos, proibindo o envio de recursos para apostas — mesmo após o desbloqueio do CPF — por meio de modalidades de crédito, como cartão de crédito e as variações de Pix crédito ou parcelado. Assim como na edição anterior, pessoas com dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas, ou seja, não terão mais o “nome sujo”. Entretanto, a dívida continuará ativa. Categorias: Desenrola famílias; Desenrola Fies; Desenrola empresas; Desenrola rural. Consignado Servidores públicos federais, aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terão o prazo de pagamento do consignado ampliado e redução da margem do empréstimo. Entre as mudanças, está o fim da reserva obrigatória de 10% da margem exclusiva para cartão consignado e de benefícios, e o limite de consignação total, que antes era de 45%, passa a ser de 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada. Consignado INSS Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios. Limite de consignação total passa de 45% para 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada; Ampliação do prazo da operação de 96 para 108 meses; Fim da vedação à carência e permissão para que ela seja de até 90 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Consignado público Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios; Limite de consignação total passa de 45% para 40%; Prazo máximo da operação irá de 96 para 120 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no orçamento familiar do servidor; Haverá autorização de carência de até 120 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Fies Voltado para o financiamento de cursos superiores privados, o Fies é destinado a estudantes que possuem renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. No caso do Desenrola Fies, as condições de renegociação variam conforme o tempo de atraso e o perfil do estudante. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 90 dias: se o pagamento for à vista, desconto da totalidade dos juros e multas e de 12% do principal. Se parcelar o pagamento (em até 150 vezes): desconto da totalidade dos juros e multas. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes fora do CadÚnico: desconto de até 77% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes do CadÚnico: desconto de até 99% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Micro e pequenas empresas A expectativa é de que a iniciativa beneficie mais de 2 milhões de empresas, com ampliação de prazos, aumento dos limites de crédito e maior tempo de carência. Para empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil: Ampliação da carência de 12 para 24 meses; Aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; Crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; Ampliação do limite de crédito de 30% para 50% do faturamento, podendo chegar a 60% no caso de empresas lideradas por mulheres. Para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões: ampliação da carência de 12 para 24 meses; aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; aumento do limite total de crédito de R$ 250 mil para R$ 500 mil. Pequenos agricultores Criado no ano passado, o Desenrola Rural tem por objetivo oferecer condições para a liquidação e a renegociação de dívidas para agricultores familiares. O programa é voltado para todos os agricultores familiares (incluindo pescadores artesanais), comunidades tradicionais e cooperativas da agricultura familiar. No Desenrola 2.0, o governo vai ampliar o prazo do programa para essa categoria, permitindo que mais agricultores familiares renegociem e liquidem suas dívidas antigas. Famílias endividadas no país Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, levantamento feito mensalmente pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 80,4% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse é o maior índice da série histórica feita pela entidade. A pesquisa mais recente divulgada pela CNC é referente a março. Naquele mês, o índice de inadimplência no país foi de 29,6%, abaixo do recorde de 30,5% alcançado em setembro e em outubro de 2025.   Fonte: R7  

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