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Categoria: Economia

SP propõe salário mínimo estadual de R$ 1.874

Projeto de lei foi enviado nesta terça-feira (28) para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp); novo valor é 15,6% maior que o piso nacional O Governo de São Paulo enviou nesta terça-feira (28) o projeto de lei que estabelece o novo salário mínimo estadual para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O salário mínimo paulista deverá chegar a R$ 1.874 em 2026, com aumento nominal de 46% sobre o piso estadual pago em 2022, de R$ 1.284. “Com o novo valor do salário mínimo paulista, chegamos a R$ 590 a mais do que era pago há quatro anos. Uma valorização que chega a 46% no período e que beneficia mais de 70 categorias previstas em lei. É mais um reflexo do diálogo com que gera oportunidades para que São Paulo avança na direção certa, com desenvolvimento econômico que dá mais dignidade e poder de compra para nossos trabalhadores”, afirmou Tarcísio. Com a nova proposta, o valor do salário mínimo paulista será 15,6% maior em relação ao atual piso nacional de R$ 1.621. A diferença de R$ 253 representa um diferencial que reflete o impacto positivo da política paulista de proteção à renda. Com valor 46% acima do piso estadual de 2022, o salário mínimo paulista garantiu desempenho melhor que o nacional, que teve aumento nominal de 33,7% no mesmo intervalo. O piso paulista mais que dobrou em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 19,5% no período.   Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

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Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%

Preço dos combustíveis avançou 6,06% em abril O preço dos alimentos e dos combustíveis pressionaram o bolso do brasileiro em abril e fizeram a prévia da inflação do mês fechar em 0,89%. O resultado fica acima do apurado em abril (0,44%) e é o maior desde fevereiro (1,23%). Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, acumula 4,37%. Nos 12 meses terminados em março, o IPCA-15 estava em 3,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para chegar à prévia da inflação do mês, o IBGE pesquisa o preço de nove grupos de produtos e serviços. Confira a evolução e o impacto em pontos percentuais (p.p.): – Alimentação e bebidas: 1,46% (0,31 p.p.) – Transportes: 1,34% (0,27 p.p.) -Saúde e cuidados pessoais: 0,93% (0,13 p.p.) – Habitação: 0,42% (0,07 p.p.) – Vestuário: 0,76% (0,04 p.p.) – Despesas pessoais: 0,32% (0,03 p.p.) – Artigos de residência: 0,48% (0,02 p.p.) – Comunicação: 0,48% (0,02 p.p.) – Educação: 0,05% (0,00 p.p.) Dentro do grupo alimentação e bebida, o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os produtos que mais contribuíram para essa alta foram: – Cenoura (25,43%) – Cebola (16,54%) – Leite longa vida (16,33%) – Tomate (13,76%) – Carnes (1,14%) A alimentação fora do domicílio subiu 0,70% (o dobro do mês de março (0,35%). O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, diz que um dos motivos para a alta nos alimentos é o processo de entressafra. “A menor produção de alguns itens, inclusive leite, tem pressionado o indicador”, afirma. Combustíveis A alta do grupo transportes é explicada pelos combustíveis, que subiram 6,06% no mês. De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, a gasolina foi o que mais pressionou o IPCA-15, com alta de 6,23%, o que representa impacto de 0,32 p.p. O óleo diesel subiu 16% no mês, com impacto de 0,04%. Guerra no Irã Abril tem sido mais um mês de guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O conflito no Oriente Médio tem causado reflexos negativos na indústria do petróleo. Um dos motivos é a situação delicada no Estreito de Ormuz, ao sul do Irã, que tem vivenciado seguidos bloqueios. Pela via marítima, costumava passar – antes da guerra – cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. A instabilidade na cadeia de produção resulta em menos oferta do produto e consequente elevação de preços. O petróleo e seus derivados, como a gasolina e o óleo diesel, são commodities, isto é, mercadorias negociadas a preços internacionais. Isso explica por que os preços sobem até mesmo em países produtores, como o Brasil. O governo brasileiro tem tomado medidas para conter a escalada dos derivados de petróleo, com medidas como a isenção de cobrança de impostos e subsídio a produtores e importadores.  Para Queiroz, da Apas, “um conjunto de ações adotadas para atenuar os efeitos da guerra sobre a economia doméstica têm apresentado ainda efeito diminuto, mas importante”. Prévia x mês fechado O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia da inflação oficial (IPCA), que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. Os dados de abril mostram o país dentro do limite de tolerância. A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação desta terça-feira, o período de coleta foi de 18 de março a 15 de abril. Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621. O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 12 de maio.   Fonte: Agência Brasil Foto: Governo de SP

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Boletim Focus: mercado prevê inflação de 4,86% em 2026

Expectativa é que economia do país cresça 1,85% O mercado financeiro aumentou, pela sétima semana consecutiva, as previsões de inflação para 2026. De acordo com o Boletim Focus, o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, em 4,86%. Na edição anterior do boletim divulgado pelo Banco Central, a previsão era de que o IPCA de 2026 ficaria em 4,80%, acima dos 4,31% projetados há quatro semanas. Para os anos subsequentes, as projeções do mercado estão em 4% para 2027; e 3,61% para 2028. Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Taxa Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Atualmente, o mercado projeta que a Selic fechará o ano em 13% – mesmo percentual projetado na semana passada, mas 0,5 ponto percentual acima das projeções feitas há quatro semanas (12,5%). Para 2027 e 2028, as projeções são de Selic a 11% e a 10%, respectivamente. Quando estava em 15% ao ano, a Selic registrava o maior nível desde julho de 2006, quando estava fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. PIB e Câmbio Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país) e ao câmbio, o mercado reviu para baixo esses índices, na comparação com a semana anterior. A expectativa é de que a economia do país cresça 1,85% em 2026, percentual ligeiramente abaixo do 1,86% projetado na semana passada. Para 2027, o mercado projeta que o PIB feche o ano em 1,80%. Para 2028, projeta-se uma inflação de 2%, segundo o Focus. O dólar fechará 2026 contado a R$ 5,25, caso as projeções do mercado financeiro se confirmarem. Na semana passada, a cotação da moeda estadunidense estava em R$ 5,30; e há quatro semanas estava em R$ 5,40. Para 2027 e 2028, as expectativas apontadas pelo boletim é de o dólar a R$ 5,35 e R$ 5,40, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil

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Agrishow 2026: governo anuncia R$ 10 bilhões para modernização de máquinas agrícolas

Recursos serão do programa MOVE Brasil O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou neste domingo (26) a criação de uma nova linha de R$ 10 bilhões em crédito para a modernização de máquinas e implementos agrícolas. O anúncio foi feito durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Os recursos integram uma nova modalidade do programa MOVE Brasil, voltada ao setor agropecuário. “São R$ 10 bilhões para financiar trator, implementos, colheitadeiras, toda a parte de máquinas agrícolas. Pela própria Finep, diretamente, ou pelos parceiros: cooperativas, bancos privados e o Banco do Brasil”, disse Alckmin. Ele destacou que os recursos serão disponibilizados no prazo de três semanas, “com juros bem mais baixos para poder financiar a modernização e a troca de máquinas e equipamentos”. Renegociação de dívidas rurais O vice-presidente afirmou ainda que o governo prepara um programa de renegociação de dívidas rurais, medida que, segundo ele, pretende contemplar produtores inadimplentes e adimplentes. O objetivo é ampliar a capacidade de investimento e a competitividade do setor. “O governo vai tratar dessa questão. Para quem está inadimplente e até para quem está adimplente, vai ter um empenho na renegociação das dívidas”, antecipou. A nova linha segue o modelo do MOVE Brasil lançado para renovação da frota de caminhões, em janeiro deste ano. Segundo o vice-presidente, o crédito foi esgotado em cerca de 60 dias. Crédito e inovação A nova modalidade do MOVE Brasil utilizará recursos do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, sob gestão da Finep, com foco em conteúdo nacional, inovação e pesquisa e desenvolvimento. A previsão é que os financiamentos estejam disponíveis em 20 a 30 dias. Pela primeira vez, cooperativas agrícolas poderão acessar diretamente crédito da Finep para financiar máquinas, equipamentos e soluções de agricultura digital. Avaliação de ministros Durante o evento, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavelli, afirmou que a iniciativa contribui para a mecanização e a tecnificação da agricultura familiar, com apoio da indústria nacional. Já o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou que o setor deve ser impulsionado pela entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, prevista para 1º de maio, com redução tarifária para produtos agropecuários.   Foto: Divulgação/Governo de SP

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Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber 13º nesta sexta (24)

Benefício extra começa a ser pago para quem ganha um salário mínimo Cerca de 23,3 milhões dos 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta sexta-feira (24) a primeira parcela da antecipação do décimo terceiro. Com a previsão de injetar R$ 78,2 bilhões na economia, o pagamento começa para quem ganha um salário mínimo. Os 11,9 milhões restantes, que ganham além do mínimo, começam a receber a antecipação do décimo terceiro em 2 de maio. O benefício extra será pago em duas parcelas. A primeira será paga nesta sexta até 8 de maio. A segunda vai de 25 de maio a 8 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo. O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sétimos ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024 e 2025, em abril e maio. A consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.   Foto: INSS/Divulgação Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 23,3 milhões de pessoas, cerca de 66,2% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário-mínimo por mês (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 13,7 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.475,55. A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente. O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário.   Fonte: Agência Brasil  

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Restituição do Imposto de Renda tem novo lote residual aberto para consulta nesta quinta (23)

O pagamento de 415.277 restituições será realizado ao longo do dia 30 de abril, no valor total de R$ 592,2 milhões A Receita Federal abre para consulta, a partir das 10h desta quinta-feira (23), o novo lote residual de restituição do Imposto de Renda. São 415.277 restituições, destinadas a contribuintes prioritários e não prioritários, com valor total de R$ 592.212.767,86. O crédito bancário será realizado ao longo do dia 30 de abril. Este lote se refere a declarações transmitidas fora do prazo no IR 2025 e com pendências, ou seja, que caíram na malha fina e foram solucionadas pelos contribuintes. Já o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 começou em 23 de março e vai até 29 de maio. Como consultar? Para consultar a restituição, basta acessar a página da Receita na internet (www.gov.br/receitafederal), clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Acesse www.gov.br/receitafederal Clique em “Meu Imposto de Renda” E depois em “Consultar minha restituição” A página oferece: Orientações e canais de prestação de serviço; Consulta simplificada. Consulta completa, por meio do extrato de processamento acessado no e-CAC. Se houver pendências na declaração, o contribuinte pode retificar e corrigir as informações equivocadas. Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, que permite verificar a liberação das restituições e a situação cadastral do CPF. Prioridade Do total, R$ 256.855.728,62 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma: Idosos acima de 80 anos: 4.731 restituições Idosos entre 60 e 79 anos: 28.572 Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 4.608 Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 10.521 Além disso, 334.614 restituições serão destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal, mas receberam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida e/ou optado por receber via Pix e ainda 32.231 restituições destinadas a contribuintes não prioritários. Pagamento Caso haja erro nos dados bancários, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil (BB), pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de crédito. O reagendamento pode ser feito: Portal BB – https://www.bb.com.br/irpf Pela Central de Relacionamento BB: 4004-0001 (capitais). 0800-729-0001 (demais localidades). 0800-729-0088 (deficientes auditivos). Para reagendar, é necessário informar: Valor da restituição. Número do recibo da declaração. Após o reagendamento, basta aguardar nova tentativa de crédito. Caso o valor não seja resgatado em até um ano, o contribuinte deverá solicitar pelo Portal e-CAC, acessando: Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda > Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.   Fonte: R7 Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Cashback: saiba como vai funcionar a devolução automática da restituição do IR

Contribuintes não obrigados a declarar em 2025 e que tiverem direito à restituição de até R$ 1.000 vão receber dinheiro de volta em conta Uma das maiores novidades da declaração do Imposto de Renda de 2026 vai impactar, curiosamente, pessoas que não prestaram contas ao fisco no ano passado. Trata-se da restituição automática, chamada de cashback pela própria Receita Federal. Quem não foi obrigado a declarar em 2025 e, segundo cálculos da Receita Federal, teve direito à restituição de até R$ 1.000, poderá receber o dinheiro de volta em conta, via Pix, em um lote a ser pago em 15 de julho deste ano. Porém, para isso, há algumas exigências. Confira: Estar com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) em situação regular, sem dívidas ou outras pendências; Estar com dados bancários atualizados, como chave a Pix vinculada ao CPF; Não ter restrições junto à Receita Federal. A autarquia estima que 4 milhões de brasileiros devem receber a restituição automática e que o valor médio desses pagamentos será de R$ 125. Como saber se estou na lista? O contribuinte será avisado exclusivamente pelos canais oficiais, como o aplicativo Meu Imposto de Renda, o portal do e-CAC, o portal do contribuinte ou pelo site da própria Receita Federal, na aba “Consulta pública das restituições”. “Caso o contribuinte cheque que tem restituição, e a autarquia não tenha feito essa inclusão na base do lote residual, ele pode entrar com um recurso e demonstrar que tinha direito, pelo e-Processo da Receita Federal, para buscar esse valor para de volta”, afirma o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRC-RJ (Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro), Edilson Júnior. Contudo, é importante destacar que, na realidade, essa restituição se refere ao ano-calendário de 2024, com declaração do Imposto de Renda em 2025. Assim, eventuais valores relativos ao ano-calendário do ano passado e à declaração de 2026 só serão pagos em 2027. Edilson Júnior também lembra que vale a pena para o contribuinte entregar a declaração deste ano. “Quando você faz isso, você se antecipa. Quem fez a declaração em 2025 recebeu, no ano passado mesmo, a restituição, e não só agora com o cashback. Ou seja: você deve fazer a declaração mesmo sem estar obrigado a ter esse dinheiro de volta”, orienta. O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda termina em 29 de maio de 2026. Qual a ordem de recebimento da restituição? A Receita Federal estima que aproximadamente 23 milhões de contribuintes devem receber a restituição neste ano. Em 2026, serão quatro lotes, pagos nos seguintes dias: 29 de maio 30 de junho 31 de julho 28 de agosto Ainda segundo a autarquia, 80% dos contribuintes devem receber o depósito nos dois primeiros lotes. A expectativa é de que, até junho, o dinheiro esteja na conta deles. Como é a lista de prioridades? Também existem grupos prioritários para receber a restituição do Imposto de Renda. São eles: Idosos com 80 anos ou mais; Idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave; Professores cuja maior fonte de renda seja o magistério. Depois desses grupos, passam a ter prioridade os contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via Pix, com chave vinculada ao CPF. Como saber a data em que vou receber? Para saber quando será paga a restituição, basta consultar a página da Receita Federal, o aplicativo da autarquia ou este site, onde o contribuinte deve informar CPF e data de nascimento. Vale lembrar, porém, que, enquanto a declaração estiver na malha fina, não haverá pagamento de restituição. “Ela só pode ser creditada em conta-corrente, conta poupança, conta de pagamento pertencente ao CPF do titular da declaração ou via Pix, desde que a chave seja esse CPF”, alerta o professor do Centro Universitário UDF, Deypson Carvalho.   Fonte: R7 Foto:

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INSS antecipa 13º salário e inicia pagamentos para 35,2 milhões a partir de 24 de abril

Primeira parcela será paga até 8 de maio e deve injetar bilhões na economia; calendário varia conforme final do NIS e valor do benefício  Cerca de 35,2 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber a primeira parcela do 13º salário a partir desta sexta-feira, 24 de abril. A antecipação do abono anual foi autorizada pelo Governo Federal e deve movimentar mais de R$ 78 bilhões na economia brasileira. O pagamento será feito em duas etapas. A primeira parcela será depositada entre os dias 24 de abril e 8 de maio. Já a segunda está programada para o período de 25 de maio a 8 de junho. Confira a tabela de pagamentos abaixo: Têm direito ao benefício os segurados que receberam, ao longo de 2026, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade e auxílio-reclusão. Por outro lado, beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e da Renda Mensal Vitalícia não recebem o 13º salário. O calendário de pagamentos segue o número final do NIS (Número de Identificação Social) e também leva em consideração o valor do benefício. Quem recebe até um salário mínimo — atualmente em R$ 1.621 — terá prioridade no cronograma, com depósitos realizados antes daqueles que recebem valores superiores. Os beneficiários já podem consultar as datas e valores por meio do aplicativo ou site do Meu INSS. Para quem não tem acesso à internet, a consulta também pode ser feita pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o CPF e confirmar alguns dados cadastrais. O atendimento funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. O decreto que oficializou a antecipação foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida segue uma prática adotada nos últimos anos: em 2020 e 2021, os pagamentos foram antecipados ainda mais devido à pandemia da Covid-19. Já em 2022 e 2023, ocorreram entre maio e junho. Em 2024 e 2025, os depósitos foram realizados nos meses de abril e maio, padrão mantido novamente em 2026. (Renan Isaltino) Fonte: gov.br

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Receita Federal desmente fake news sobre monitoramento de PIX e notificação de contribuintes

Órgão afirma que não rastreia transações individuais nem emite autuações com base em movimentação de PIX; informações que circulam nas redes são falsas e distorcem o funcionamento da fiscalização A Receita Federal negou que esteja rastreando movimentações via PIX ou notificando contribuintes com base em valores movimentados em contas pessoais, como sugere uma notícia que viralizou nas redes sociais envolvendo uma suposta “vendedora de marmitas” e movimentação de R$ 52 mil. Segundo o órgão, é falsa a alegação de que sistemas chamados “Harpia” e “T-Rex” sejam utilizados para esse tipo de monitoramento. A Receita esclarece que tais sistemas não existem nesse contexto, e que o “T-Rex” foi, na verdade, um antigo equipamento utilizado no início da implementação da nota fiscal eletrônica, já desativado há anos. A instituição também reforça que não recebe informações sobre transações financeiras individuais nem sobre a forma de pagamento utilizada (como PIX, transferência ou depósito). Dessa forma, não há como identificar operações isoladas nem emitir notificações apenas com base no volume de movimentações. Outro ponto destacado é que movimentação financeira não se confunde com renda ou lucro, o que, segundo a Receita, inviabiliza qualquer interpretação automática que leve a autuações como as mencionadas nas publicações falsas. O órgão alerta ainda que conteúdos desse tipo configuram fake news e têm sido usados para gerar desinformação e temor entre trabalhadores. A Receita afirma que sua atuação no combate a crimes financeiros e à lavagem de dinheiro segue focada em grandes esquemas ilegais e reforça que o PIX não é alvo de monitoramento individualizado.  

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Abono salarial libera R$ 5,4 bilhões a 4,2 milhões de trabalhadores; veja quem tem direito

Consulta para saber o valor e o banco de pagamento pode ser feita na Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br O pagamento para o terceiro lote de trabalhadores com direito ao abono salarial será liberado nesta quarta-feira (15). Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, serão beneficiados 4,2 milhões de trabalhadores nascidos em março e abril, com um total de R$ 5,4 bilhões. São 3.826.355 trabalhadores de empresas privadas que receberão o PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e 446.626 servidores públicos do Pasep, por meio do Banco do Brasil. O valor do benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial referente ao ano-base 2024 teve início em 16 de fevereiro, e os valores ficarão disponíveis aos trabalhadores até o encerramento do calendário, em 30 de dezembro de 2026. Quem tem direito Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios: estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo; ter recebido, de empregadores que contribuem para o PIS (Programa de Integração Social) ou para o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), até o valor de referência de R$ 2.766,00 de remuneração mensal no ano-base 2024; ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração; ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial. Para consultar Como consultar As informações para saber quem tem direito e qual o valor poderá receber podem ser consultadas no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no portal gov.br. Na plataforma, é possível verificar informações como valor do benefício, banco responsável pelo pagamento e a data específica do depósito. Atualizar o aplicativo Acessar a aba “Benefícios” Selecionar “Abono Salarial” Clicar em “Pagamentos” Verificar o valor, a data e o banco de recebimento Calendário Nascidos em janeiro: 16 de fevereiro Nascidos em fevereiro: 16 de março Nascidos em março e abril: 15 de abril Nascidos em maio e junho: 15 de maio Nascidos em julho e agosto: 15 de junho Nascidos em setembro e outubro: 15 de julho Nascidos em novembro e dezembro: 15 de agosto Pagamento pela Caixa O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente. Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, CAIXA Aqui e demais canais disponibilizados pela Caixa. Pagamento pelo Banco do Brasil No Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix, ou presencialmente nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuam chave Pix. Informações podem ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158.   Fonte: R7 Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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