Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Especialistas realizam check-up preventivo em onça-parda no Zoológico de Limeira

Mais de 1,9 mil porções de drogas são apreendidas em área de mata de Americana

Após tentativa de fuga, homem é preso por tráfico no Ernesto Kuhl, em Limeira

Defesa Civil alerta para onda de calor e risco elevado de incêndios em SP

São Paulo chega a 26 casos de sarampo em 2026

Zoo Americana recebe ave ameaçada de extinção e realiza primeiros cuidados veterinários

Categoria: Economia

Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027

Reajuste de 7,4% eleva despesas públicas O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril. O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Inflação define valor Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos. A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final. A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo. Pressão sobre gastos O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo. A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso. Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso. Orçamento no Congresso O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares. O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027. Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.   Fonte: Agência Brasil Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil  

Leia Mais

Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2026

Boletim Focus projeta PIB de 1,95% em 2026 Analistas do mercado financeiro reduziram de 1,98% para 1,95% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. A revisão foi a única alteração nas estimativas para o próximo ano entre os principais indicadores monitorados pelo mercado. Em sentido oposto, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2028 subiu de 1,89% para 1,98%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve como principal indicador da atividade econômica. A redução da expectativa para 2026 indica uma percepção de crescimento um pouco mais moderado para a economia brasileira no próximo ano. Já a revisão para cima em 2028 sugere uma perspectiva mais favorável para o ritmo de expansão da atividade no médio prazo. Para 2027, o mercado manteve a projeção de alta de 1,5% para o PIB. Inflação A estimativa para a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 5,02% para 2026, mesma projeção da semana anterior. Para 2027, houve leve alta na expectativa dos analistas, de 4,24% para 4,25%. Já a projeção para 2028 permaneceu em 3,8%. Em julho, a inflação oficial perdeu força pelo quarto mês consecutivo, ficando em 0,07% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA acumulou alta de 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta contínua de inflação, fixada em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Juros A expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, ao fim de 2026 permaneceu em 13,75% ao ano. A projeção para 2027 continuou em 12% ao ano e, para 2028, em 10,5%. Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic é o principal instrumento de controle da inflação. O aumento da taxa busca conter a demanda e reduzir pressões sobre os preços. Por outro lado, juros mais elevados tendem a encarecer o crédito e desacelerar a atividade econômica. Câmbio A previsão para a cotação do dólar ao fim de 2026 continuou em R$ 5,20. Para 2027, a estimativa passou de R$ 5,29 para R$ 5,30. Já para 2028, a projeção foi mantida em R$ 5,30. O Boletim Focus reúne semanalmente as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores da economia brasileira e serve como referência para o acompanhamento do cenário econômico pelo Banco Central. Resumo do Boletim Focus: 2026 IPCA: manteve-se em 5,02% PIB: caiu de 1,98% para 1,95% Câmbio: permaneceu em R$ 5,20 Selic: manteve-se em 13,75% 2027 IPCA: subiu de 4,24% para 4,25% PIB: permaneceu em 1,50% Câmbio: avançou de R$ 5,29 para R$ 5,30 Selic: permaneceu em 12,00% 2028 IPCA: manteve-se em 3,80% PIB: subiu de 1,89% para 1,98% Câmbio: permaneceu em R$ 5,30 Selic: manteve-se em 10,50%   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Leia Mais

Conselho aprova pedido de recuperação extrajudicial da Braskem

Dívidas da empresa chegam a US$ 10,9 bilhões O Conselho de Administração da petroquímica Braskem aprovou, nesta segunda-feira (24), o ajuizamento de um pedido de recuperação extrajudicial. Em nota divulgada aos acionistas e ao mercado em geral, a companhia informa que o objetivo da medida é “assegurar um ambiente jurídico estável, protegido e adequado para a negociação e implementação da reestruturação” de suas dívidas. Criada em agosto de 2002, a partir da integração de seis empresas dos grupos brasileiros Novonor (antiga Odebrecht) e Mariani, a companhia possui diversas fábricas no Brasil, Alemanha, Estados Unidos e México, onde produz resinas termoplásticas, entre outros produtos empregados em diferentes cadeias produtivas. No Brasil, a empresa reconhece dívidas que, somadas, chegam a US$ 10,9 bilhões, ou cerca de R$ 56 bilhões pelo câmbio desta manhã. “O processo de recuperação extrajudicial possui escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange quaisquer obrigações da companhia com seus fornecedores, clientes e demais stakeholders [interessados], as quais permanecem vigentes e seguem sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos”, assegura o diretor financeiro e de relações com investidores da Braskem, Carlos Augusto Machado Pereira Brandão, em comunicado ao mercado. O pedido de recuperação extrajudicial, que ainda será protocolado, faz parte de um projeto de reestruturação que a companhia vem negociando com credores e investidores. Em junho deste ano, a Braskem já tinha pedido proteção financeira judicial. A solicitação foi acolhida pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, que suspendeu por 60 dias a execução de dívidas. O prazo terminaria amanhã (25).   Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Leia Mais

Receita libera consulta ao último lote de restituição do IR 2026

Cerca de 521,9 mil contribuintes receberão R$ 1,2 bilhão A Receita Federal libera, nesta segunda-feira (24), a consulta ao quarto e último lote de restituição do imposto de Renda 2026. Um total de R$ 1,24 bilhão será pago a 521.935 contribuintes. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Do total de R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: – 338.912 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei); – 86.873 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal); – 43.502 contribuintes não prioritários – 26.769 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (prioridade legal); – 16.850 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal); – 9.029 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave (prioridade legal). Menos lotes Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto. Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Segundo o Fisco,  a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes. Pagamento O pagamento será feito em 31 de agosto, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Leia Mais

Bandeira tarifária continuará amarela em agosto

Manutenção reflete condições menos favoráveis de geração de energia A bandeira tarifária permanecerá amarela em agosto, informou nesta sexta-feira (31) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos nas contas de luz será mantido para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).  É o quarto mês com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. “A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado”, esclarece a Aneel. Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras. As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Os valores cobrados são os seguintes: na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com a tarifa sofrendo acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos.

Leia Mais

País veta produtos por alimentação forçada de animais, como foie gras

Proibição vale para produtos in natura e enlatados   Foi sancionada a Lei 15.475, que proíbe a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio de alimentação forçada de animais, método conhecido como gavage. A norma entrará em vigor no prazo de 180 dias contados a partir desta sexta-feira (24). Aprovada pelo Legislativo e enviada no início do mês ao Palácio do Planalto para sanção, a nova lei tem como principal alvo o foie gras (fígado gordo de pato ou ganso), mas se aplica a qualquer produto obtido por esse método. A alimentação forçada é definida como qualquer procedimento manual ou mecânico, em geral por meio de um tubo metálico introduzido na boca de gansos, patos e marrecos até alcançar o esôfago, obrigando o animal a ingerir alimentos ou suplementos em uma quantidade acima do limite natural de saciedade. A introdução em grandes quantidades de alimento provoca uma doença chamada esteatose hepática, caracterizada pela hipertrofia do fígado. O produto final comercializado é este órgão adoecido. A proibição prevista na nova lei vale tanto para produtos in natura quanto para enlatados. Multas e sanções De acordo com o texto sancionado, essas infrações podem ser enquadradas na Lei de Crimes Ambientais, com seus responsáveis respondendo por maus-tratos a animais. Além de multas e sanções administrativas (apreensão de produtos e suspensão da atividade), estão previstas penas de até um ano de detenção. Recentemente, o projeto recebeu apoio de organizações de proteção animal, por meio de uma carta aberta em favor de sua sanção.   Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Franquias sem royalties ganham espaço no Brasil com modelo que aposta no crescimento compartilhado

Formato elimina a cobrança mensal sobre o faturamento dos franqueados e acompanha expansão do setor de franchising, que registrou faturamento recorde em 2025     O modelo de franquias que dispensa a cobrança de royalties tem conquistado espaço no mercado brasileiro à medida que empreendedores buscam maior previsibilidade financeira e modelos de negócio com menor impacto sobre o faturamento mensal. Em vez da taxa tradicional paga pelo uso da marca, algumas redes adotam sistemas em que a receita da franqueadora está concentrada no fornecimento de insumos exclusivos utilizados pelas unidades. Nesse formato, o franqueado mantém integralmente o resultado da operação, enquanto a franqueadora amplia sua receita conforme o crescimento das vendas das lojas. A proposta busca alinhar os interesses entre as duas partes, já que o desempenho da rede passa a depender diretamente dos resultados obtidos pelos franqueados. A tendência acompanha a expansão do franchising no país. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, crescimento nominal de 10,5% em relação ao ano anterior e o maior resultado da série histórica. O segmento de alimentação e food service foi um dos destaques, com faturamento de R$ 51,8 bilhões e alta de 10,8%. Entre as redes que adotam esse modelo está a Fábrica de Bolo Vó Alzira. A empresa teve origem em 2008, no Rio de Janeiro, quando um bolo preparado por Dona Alzira acabou sendo vendido em uma mercearia próxima ao comércio da família. A boa aceitação do produto motivou novos pedidos e deu início ao negócio. A expansão da marca ocorreu a partir de 2013, quando a empresa iniciou o processo de franquias. Segundo a franqueadora, a padronização dos produtos foi viabilizada pelo desenvolvimento de uma mistura exclusiva, elaborada para manter o sabor das receitas originais e simplificar a produção nas unidades. De acordo com a empresa, além da mistura utilizada na fabricação dos bolos, a padronização é garantida por fichas técnicas e pelo acompanhamento periódico de consultores de campo responsáveis por orientar os franqueados e verificar o cumprimento dos padrões operacionais. Ainda conforme informações da rede, atualmente são mais de 300 lojas em funcionamento no país, com produção aproximada de 850 mil bolos por mês e mais de 1.200 empregos diretos. No modelo adotado pela empresa, não há cobrança de royalties. A principal fonte de receita da franqueadora é o fornecimento da mistura exclusiva utilizada pelas unidades, fazendo com que o crescimento da empresa esteja ligado ao desempenho das lojas. O suporte aos franqueados inclui orientação na escolha do ponto comercial, análise de fatores como fluxo de pessoas, perfil de consumo, densidade populacional e concorrência, além de acompanhamento nas áreas de operação, marketing, treinamento e gestão. A empresa também informa utilizar ferramentas de análise de indicadores para monitorar vendas, produtividade e rentabilidade das unidades. Segundo a rede, não é necessário ter experiência anterior em confeitaria ou no setor de alimentação para administrar uma franquia, já que o treinamento é estruturado para capacitar os novos operadores e garantir a reprodução dos processos estabelecidos. As unidades são instaladas em espaços a partir de 30 metros quadrados e operam com foco tanto no atendimento presencial quanto nas vendas por delivery e retirada no local, características que acompanham mudanças no comportamento do consumidor e o crescimento de modelos de alimentação voltados à praticidade e à padronização.

Leia Mais

Petróleo sobe mais de 1% com tensão entre EUA e Irã e ameaça ao transporte marítimo

Mercado reage à escalada do conflito no Oriente Médio, enquanto expectativa de cessar-fogo disputa espaço com novos ataques e risco ao abastecimento global. Os preços internacionais do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (20), impulsionados pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã e pelas novas ameaças à navegação no Oriente Médio. Apesar da expectativa de retomada das negociações entre os dois países, o mercado segue atento aos riscos de interrupção no abastecimento mundial de petróleo. O barril do petróleo Brent, referência internacional, encerrou o dia cotado a US$ 89,22, com alta de cerca de 1,3%, após atingir a máxima de US$ 91,42, o maior valor desde 11 de junho. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou a US$ 83,23, avanço de 0,9%, depois de alcançar US$ 85,39 durante o pregão. A valorização ocorreu em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Os Estados Unidos realizaram a nona noite consecutiva de ataques contra alvos iranianos, enquanto aliados americanos, como Kuwait e Barein, também relataram novos ataques atribuídos ao Irã. Ao mesmo tempo, uma proposta de cessar-fogo de dez dias foi apresentada ao governo iraniano por mediadores internacionais. A iniciativa busca reduzir a escalada militar e abrir caminho para a retomada de um acordo provisório firmado entre Washington e Teerã no mês passado. Segundo Daniela Hathorn, analista sênior da Capital.com, a possibilidade de novas negociações ajudou a aliviar parte das preocupações do mercado sobre uma interrupção imediata no fornecimento de petróleo e na circulação de navios pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Apesar disso, o cenário permanece delicado. Os rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram um bloqueio naval contra a Arábia Saudita, ampliando o risco para o comércio internacional e para o abastecimento energético global. De acordo com Jorge León, chefe de análise geopolítica da Rystad Energy, cerca de 2,5 milhões de barris de petróleo saudita por dia podem ser afetados caso as ameaças se concretizem. Ele alerta que, sem um cessar-fogo e com o Estreito de Ormuz permanecendo praticamente fechado, os preços do petróleo podem registrar uma nova disparada. Por outro lado, analistas da consultoria Kpler avaliam que o volume recorde de petróleo atualmente em trânsito marítimo — estimado em cerca de 1,35 bilhão de barris — pode amenizar parte da pressão sobre os preços no curto prazo, reduzindo o impacto de eventuais interrupções no fornecimento. (Renan Isaltino) Foto: ilustrativa Fonte: Reuters

Leia Mais

Compras no inverno: pesquisa do Procon-SP mostra que 25% dos consumidores se endividam na estação

Levantamento observa uma maior cautela na destinação do orçamento familiar entre lazer e consumo As baixas temperaturas registradas nesta época do ano têm levado os consumidores a priorizar a compra de agasalhos e roupas de frio, tornando o lazer e as viagens em segundo plano. É o que constata a segunda edição da pesquisa comportamental do Procon-SP sobre hábitos de consumo e lazer no inverno, que contou com 556 participantes de modo virtual. A iniciativa tem como objetivo identificar práticas comuns durante a estação, a fim de orientar a população sobre seus direitos. Roupas e agasalhos lideram a lista de produtos mais adquiridos durante o inverno, seguidos por bebidas e alimentos típicos da estação. Quando perguntados sobre frequentar eventos no trimestre, 29% consumidores afirmaram que têm esse hábito, sendo mais referidas as festas juninas, julinas e quermesses em igrejas e centros religiosos ou em áreas públicas – como ruas, parques e praças -, onde geralmente têm entrada franca. Ainda sobre atividades de lazer, 14,57% dos consumidores informaram que costumam viajar, sendo as cidades do interior do estado o destino mais citado. Os resultados da pesquisa indicam que parte dos consumidores enfrenta alguma dificuldade financeira. O endividamento relacionado às compras de inverno, abordado por 25% dos respondentes, somado ao menor percentual de quem informa frequentar eventos ou viajar, sugere que algumas despesas podem estar sendo adiadas ou reduzidas. Esse cenário também pode refletir uma maior cautela na destinação do orçamento familiar. Cuidados com a saúde Entre os destaques da pesquisa, observa-se que os consumidores seguem atrelando o período mais frio do ano com maior cuidado com a saúde. O levantamento apontou que, entre os itens mais comprados pelos consumidores, estão medicamentos e vacinas – citados por pelo menos um terço dos participantes – além da contratação de serviços médicos e hospitalares. Sobre a metodologia Um total de 556 pessoas que acessaram o site do Procon-SP entre os dias 9 a 30 de junho responderam ao questionário composto por 23 perguntas fechadas. O perfil dos participantes é formado por: 70,5% do sexo feminino; 64,21% com idade entre 26 e 50 anos; 65,47% ganha até 4 salários mínimos; 52,34% reside na capital.

Leia Mais

Acordo entre EUA e Irã entra em colapso e conflito volta a escalar no Oriente Médio

Troca de ataques entre os dois países deixa mortos e feridos, aumenta a tensão na região e eleva o risco de uma guerra de grandes proporções com reflexos na economia mundial. O acordo provisório firmado entre Estados Unidos e Irã para interromper a guerra entrou em colapso após uma nova escalada militar no Oriente Médio. O estopim foi o ataque de um drone iraniano contra um navio cargueiro que navegava pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Em resposta, os Estados Unidos lançaram uma série de bombardeios contra instalações militares iranianas, atingindo bases de mísseis, radares, sistemas de defesa aérea e embarcações da Guarda Revolucionária. O Irã reagiu com novos ataques a navios e a alvos em países do Golfo que abrigam tropas americanas, como Kuwait, Bahrein e Catar. Nos últimos dias, os confrontos se intensificaram. As forças americanas ampliaram as ofensivas para outras regiões do território iraniano, atingindo pontes, estações de energia e estruturas estratégicas. Segundo o governo do Irã, os ataques já provocaram ao menos 46 mortes e deixaram mais de 400 pessoas feridas. Além das ações militares, Washington restabeleceu sanções contra o petróleo iraniano, agravando ainda mais a crise diplomática. O presidente Donald Trump afirmou que qualquer novo ataque iraniano receberá uma resposta ainda mais severa, enquanto Teerã acusa os Estados Unidos de violarem o acordo e promete manter as retaliações. Com o fracasso das negociações e a intensificação dos combates, cresce o temor de que o conflito avance para uma guerra em larga escala, colocando em risco a estabilidade do Oriente Médio e provocando impactos no mercado internacional de petróleo e na economia global. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz