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FecomercioSP prevê crescimento de 3% nas vendas de Dias das Mães em SP

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Categoria: Economia

FecomercioSP prevê crescimento de 3% nas vendas de Dias das Mães em SP

Maiores altas devem ser em perfumaria, vestuário, tecidos e calçados O faturamento do comércio do estado de São Paulo com as vendas para o Dia das Mães deverá crescer 3% em relação à data do ano passado. A expectativa é que o montante atinja cerca de R$ 82 bilhões, R$ 2,7 bilhões a mais em comparação ao Dia das Mães de 2025.  As estimativas foram divulgadas nesta quarta-feira (6) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). “A expectativa otimista se sustenta principalmente pelo mercado de trabalho, que segue positivo, e pelo aumento da renda, tornando possível que mais pessoas consumam e obtenham crédito. Assim, o Dia das Mães permanece como uma data importante para as vendas, principalmente nos segmentos ligados a presentes tradicionais”, disse a entidade, em nota. De acordo com a FecomercioSP, as maiores altas de faturamento deverão ocorrer nas farmácias e perfumarias, com avanço de 6% em relação ao mesmo período do ano passado; lojas de vestuário, tecidos e calçados, que deverão crescer 4%; e os supermercados, com elevação de 3%. “Os juros elevados e o endividamento familiar, somados às incertezas econômicas e eleitorais, acabaram afetando negativamente as vendas de bens duráveis [como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis]. Nesses casos, a compra normalmente depende de crédito e do comprometimento da renda por vários meses”, ressaltou a entidade. De acordo com a FecomercioSP, as vendas das lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, bem como as lojas de móveis e decoração, deverão apresentar as menores taxas de crescimento em maio, com altas de 1% e 2%, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil  

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Desenrola 2.0 amplia renegociação de dívidas e inclui novos beneficiários; confira regras

A partir desta terça-feira (5), brasileiros inadimplentes com renda de até cinco salários mínimos, atualmente em R$ 8.105, poderão buscar os canais oficiais dos bancos para aderirem ao novo Desenrola Brasil, programa do governo para renegociação de dívidas. Além de pessoas físicas, a iniciativa prevê o abatimento de débitos de estudantes, micro e pequenos empreendedores, aposentados e pequenos agricultores. Até o momento, os bancos que já estão habilitados para adesão ao programa são: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, BRB, Itaú, NuBank, Santander, Inter, Sicoob, Banco BV, Banrisul, BMG e Banco Pan.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Para incentivar a quitação dos débitos, o programa prevê descontos entre 30% e 90%, além de juros de até 1,99% ao mês. A versão é uma reformulação da iniciativa anterior, lançada em 2023 pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o Executivo, o principal objetivo é promover a reorganização financeira e a ampliação do acesso ao crédito. Entre as novidades da edição, que terá uma duração de 90 dias, está a possibilidade de o trabalhador usar até R$ 1.000 ou 20% do saldo da conta do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar a dívida. Além disso, o programa estabelece que as instituições bancárias devem investir pelo menos 1% do valor referente à garantia do programa em educação financeira. Os bancos também serão responsáveis por controlar os fluxos, proibindo o envio de recursos para apostas — mesmo após o desbloqueio do CPF — por meio de modalidades de crédito, como cartão de crédito e as variações de Pix crédito ou parcelado. Assim como na edição anterior, pessoas com dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas, ou seja, não terão mais o “nome sujo”. Entretanto, a dívida continuará ativa. Categorias: Desenrola famílias; Desenrola Fies; Desenrola empresas; Desenrola rural. Consignado Servidores públicos federais, aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terão o prazo de pagamento do consignado ampliado e redução da margem do empréstimo. Entre as mudanças, está o fim da reserva obrigatória de 10% da margem exclusiva para cartão consignado e de benefícios, e o limite de consignação total, que antes era de 45%, passa a ser de 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada. Consignado INSS Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios. Limite de consignação total passa de 45% para 40%, limitando a participação do cartão consignado e de benefícios a no máximo 5% cada; Ampliação do prazo da operação de 96 para 108 meses; Fim da vedação à carência e permissão para que ela seja de até 90 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Consignado público Fim da reserva obrigatória de 10% e de benefícios; Limite de consignação total passa de 45% para 40%; Prazo máximo da operação irá de 96 para 120 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no orçamento familiar do servidor; Haverá autorização de carência de até 120 dias; Além da redução de 45% para 40%, haverá redução gradual da margem consignável de 2 pontos percentuais ao ano até atingir 30%. Fies Voltado para o financiamento de cursos superiores privados, o Fies é destinado a estudantes que possuem renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. No caso do Desenrola Fies, as condições de renegociação variam conforme o tempo de atraso e o perfil do estudante. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 90 dias: se o pagamento for à vista, desconto da totalidade dos juros e multas e de 12% do principal. Se parcelar o pagamento (em até 150 vezes): desconto da totalidade dos juros e multas. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes fora do CadÚnico: desconto de até 77% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes do CadÚnico: desconto de até 99% do valor total da dívida, incluindo principal, juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor. Micro e pequenas empresas A expectativa é de que a iniciativa beneficie mais de 2 milhões de empresas, com ampliação de prazos, aumento dos limites de crédito e maior tempo de carência. Para empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil: Ampliação da carência de 12 para 24 meses; Aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; Crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; Ampliação do limite de crédito de 30% para 50% do faturamento, podendo chegar a 60% no caso de empresas lideradas por mulheres. Para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões: ampliação da carência de 12 para 24 meses; aumento do prazo total de pagamento de 72 para 96 meses; crédito de inadimplência passa de 14 para 90 dias; aumento do limite total de crédito de R$ 250 mil para R$ 500 mil. Pequenos agricultores Criado no ano passado, o Desenrola Rural tem por objetivo oferecer condições para a liquidação e a renegociação de dívidas para agricultores familiares. O programa é voltado para todos os agricultores familiares (incluindo pescadores artesanais), comunidades tradicionais e cooperativas da agricultura familiar. No Desenrola 2.0, o governo vai ampliar o prazo do programa para essa categoria, permitindo que mais agricultores familiares renegociem e liquidem suas dívidas antigas. Famílias endividadas no país Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, levantamento feito mensalmente pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 80,4% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse é o maior índice da série histórica feita pela entidade. A pesquisa mais recente divulgada pela CNC é referente a março. Naquele mês, o índice de inadimplência no país foi de 29,6%, abaixo do recorde de 30,5% alcançado em setembro e em outubro de 2025.   Fonte: R7  

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Venda de veículos novos dispara no Brasil e atinge maior marca desde 2013

Com alta de 16,3% no primeiro quadrimestre, setor automotivo é impulsionado por incentivos e crescimento de modelos híbridos e elétricos  O mercado automotivo brasileiro iniciou 2026 em forte ritmo de crescimento. Nos quatro primeiros meses do ano, foram vendidos 1.734.599 veículos novos no país, o melhor resultado para o período desde 2013. O número representa um avanço de 16,3% em relação ao mesmo intervalo de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que considera em seu levantamento automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários. Segundo o presidente da entidade, Arcelio Junior, o desempenho reflete um cenário positivo para o setor. Ele destaca que medidas como redução de impostos e promoções têm estimulado a demanda, especialmente no segmento de automóveis e comerciais leves. Um dos fatores que contribuíram para o crescimento foi o Programa Carro Sustentável, do governo federal. De acordo com a Fenabrave, os veículos incluídos na iniciativa tiveram aumento de 31,9% nas vendas desde o início do programa, em julho de 2025, até abril de 2026, na comparação com o período anterior. Outro destaque é o avanço expressivo dos veículos eletrificados. Os modelos híbridos registraram crescimento de 71,53% no primeiro quadrimestre, somando 90.485 unidades vendidas, contra 52.752 no mesmo período do ano passado. Já os veículos elétricos tiveram desempenho ainda mais acelerado. Foram 48.401 unidades comercializadas entre janeiro e abril de 2026, um salto de 173,75% em relação às 17.681 vendidas no mesmo intervalo de 2025. Apenas na comparação entre abril deste ano e abril do ano passado, a alta chega a 272%. Para a Fenabrave, o avanço dos modelos híbridos e elétricos está diretamente ligado ao aumento da oferta e à maior aceitação por parte dos consumidores brasileiros, indicando uma mudança gradual no perfil do mercado automotivo nacional. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Agência Brasil

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Novo Desenrola começa a valer nesta terça-feira (5)

Programa busca ajudar famílias a pagar dívidas e recuperar crédito Começa a valer nesta terça-feira (5) o Novo Desenrola Brasil, programa que busca ajudar a população a renegociar dívidas e recuperar crédito. A medida Provisória n° 1.355, que prevê a iniciativa, está publicada na edição de hoje Diário Oficial da União. A nova medida destina-se a pessoas físicas que atendam aos seguintes requisitos: – ter renda mensal igual ou inferior a cinco salários mínimos (R$ 8.105); – possuir contratos de operações de crédito celebrados até 31 de janeiro de 2026 e estar com parcelas em atraso entre 91 e 720 dias até ontem, nas seguintes modalidades: 1. cartão de crédito, nas modalidades parcelada e rotativa; 2. cheque especial com utilização de limite de crédito em conta-corrente; 3. crédito pessoal sem consignação em folha, inclusive empréstimos pessoais decorrentes de consolidação de dívida. De acordo com a MP, serão usadas informações de renda declaradas ao Sistema de Informações de Créditos do Banco Central do Brasil, confirmadas pelas próprias instituições financeiras com as quais os beneficiários mantêm vínculo. Os descontos devem chegar a 90%, com juros reduzidos e possibilidade de uso do FGTS para abatimento dos débitos. O texto foi assinado nessa segunda-feira (4) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, não é razoável que restrições de crédito ocorram por débitos de baixo valor.   Fonte: Agência Brasil

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Comércio de Campinas projeta R$ 288 milhões em vendas para o Dia das Mães

Expectativa é de alta de 5,6% nas vendas, com destaque para consumo diversificado, segundo a Acic O comércio de Campinas projeta movimentar cerca de R$ 288,1 milhões com as vendas do Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, 10 de maio. O valor representa alta de 5,6% em relação aos R$ 272,9 milhões registrados em 2025, segundo a Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic). A data, considerada uma das mais importantes para o varejo, tende a impulsionar diferentes segmentos, com destaque tanto para as lojas físicas quanto para o comércio eletrônico, que mantém trajetória de expansão. Para a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi, o cenário reflete a força do comércio local e a confiança do consumidor. “Campinas tem um comércio diversificado e competitivo, que se prepara para datas estratégicas como o Dia das Mães. Esse movimento positivo nas vendas demonstra não só o aquecimento da economia, mas também a capacidade dos lojistas de atender às demandas do consumidor, seja no ambiente físico ou digital”, afirmou. Consumo diversificado Ainda segundo os dados da Acic, entre os produtos mais procurados pelos consumidores estão itens de beleza e bem-estar, como perfumaria e cosméticos, além de moda e acessórios, incluindo roupas, calçados, bolsas e joias. Também devem ter boa saída eletrônicos, especialmente smartphones, além de flores, cestas de café da manhã e experiências como almoços e jantares em restaurantes. O ticket médio esperado para a data em Campinas é de R$ 293, alta de 5,7% em relação ao ano passado, quando ficou em R$ 277,20. Cenário nacional No cenário nacional, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta que o varejo deve movimentar cerca de R$ 16,3 bilhões durante o período em 2026, acima dos R$ 14,4 bilhões registrados em 2025.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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Dia das Mães: atenção redobrada na hora de escolher o presente

De lençóis, toalhas de banho e roupas a eletrodomésticos, produtos exigem atenção do consumidor na hora da compra A comemoração do Dia das Mães se aproxima e o consumidor precisa ficar atento na hora de escolher os presentes. De produtos têxteis a eletrodomésticos, é fundamental observar critérios de qualidade e segurança. No caso dos itens confeccionados com tecido, por exemplo, alergias estão entre os problemas que podem ser causados por produtos inadequados. Por este motivo, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, alerta sobre os cuidados necessários na compra desses produtos. Produtos têxteis   No caso dos produtos têxteis, as informações contidas na etiqueta são fundamentais e precisam seguir critérios específicos. Devem conter seis informações em português, três sobre o fabricante ou importador, incluindo uma marca, CNPJ e o país de origem, e outras três informações sobre o produto em si, a composição têxtil, os símbolos de cuidados com a conservação do produto e a informação do tamanho. Para a composição têxtil, vale a pena ressaltar que todos os tipos de filamentos utilizados para a produção da peça devem estar mencionados com a indicação percentual de cada um deles, inclusive forro se houver (70% algodão e 30% poliéster, forro 100% poliéster, por exemplo). Entretanto, é proibido o uso dos nomes das marcas comerciais ou em inglês (como nylon, popeline, lycra, lurex e rayon). A etiqueta também deve conter elementos de orientação para a conservação e tratamento do produto. E podem ser indicadas através de símbolos ou textos e devem seguir a sequência correta, que é mesma utilizada pela dona de casa para conservar os produtos têxteis, como lavagem, alvejamento (utilização de alvejantes a base de cloro ou a base de oxigênio), secagem em máquina de secar ou ao natural, passadoria (ferro de passar) e limpeza profissional (lavagem a seco e/ou a úmido). O tamanho das peças de vestuário pode ser indicado por numeração ou letras (38, 40, 42; P, M, G). Vale destacar que se os produtos forem embalados hermeticamente e isto dificultar a visualização das informações, a embalagem deve apresentar, pelo menos, a composição têxtil, pais de origem e tamanho, e quando apresentar mais de uma unidade deve ser informado o número de unidades e a impossibilidade de serem vendidos separadamente. Mas nos produtos embalados de cama, mesa e banho deve constar a dimensão indicada por meio do SI (Sistema Internacional de Unidades) de cada componente da embalagem, além das informações da composição têxtil e pais de origem. Eletrodomésticos Resolveu dar um eletrodoméstico? Fique de olho na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia. Todos os eletrodomésticos devem apresentar a etiqueta do Inmetro que informa sobre o consumo de energia. As lavadoras e fogões devem apresentar, além disso, informações sobre o consumo de água e gás, respectivamente. O consumo de energia é indicado por uma escala colorida com letras de A a G, que apresentam os níveis de consumo do aparelho. Uma sete preta com a letra correspondente ao consumo daquele aparelho informa o seu nível de eficiência energética. Assim é fácil saber, por exemplo, que um produto classificado com letra A é mais eficiente (gasta menos) do que um com a letra C. O Ipem-SP fiscaliza a presença das etiquetas nesses produtos. No caso de eletrodomésticos como secador de cabelo, chapinha ou ferro de enrolar cabelos, é necessário que conste tanto no produto quanto na embalagem o Selo do Inmetro. O selo é um indicativo de que o produto possui aprovação em requisitos relacionados à funcionalidade e segurança, e englobam, por exemplo: – Testes com relação à estabilidade do produto; – Choque elétrico; – Inflamabilidade. Nesses produtos deverão constar algumas informações obrigatórias, entre elas: – Nome ou marca de identificação do fabricante ou importador; – Tensão nominal ou faixas de tensão nominal em volts; – Potência nominal em watts ou corrente nominal em amperes; – Referência do modelo ou tipo. É importante o consumidor adquirir produtos em estabelecimentos formalmente constituídos e solicitar nota fiscal, garantia de comprovação de origem do produto em casos de denúncia. Para obter mais informações sobre o uso da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, acesse https://www.gov.br/inmetro/pt-br/assuntos/avaliacao-da-conformidade/programa-brasileiro-de-etiquetagem/tabelas-de-eficiencia-energetica No caso de irregularidades, as empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao órgão. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão. Caso desconfie de alguma irregularidade, informe a Ouvidoria do Ipem-SP pelo telefone 0800 013 05 22, pelo e-mail ouvidoria@ipem.sp.gov.br ou pelo site www.ipem.sp.gov.br. Orientação ao consumidor O Ipem-SP disponibiliza para download o Guia Prático de Consumo, que traz dicas ao consumidor sobre o que observar na hora da compra de diversos produtos, entre eles, os embalados, têxteis e eletrodomésticos, além de orientações sobre itens que devem trazer o selo do Inmetro e sobre a utilização de balanças disponíveis em supermercados, padarias, açougues e outros tipos de comércio. Para fazer o download do guia, acesse https://www.ipem.sp.gov.br/images/publicacoes/g_consumo/g_consumo.pdf. Conheça as demais publicações da instituição de orientação ao consumidor, acesse https://www.ipem.sp.gov.br/index.php/cidadao/publicacoes. Ipem-SP O Ipem-SP é uma autarquia do Governo de São Paulo, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que atua em apoio à Cidadania e ao Desenvolvimento Econômico. Fortalecendo o desenvolvimento, o diálogo, e a dignidade no estado de São Paulo, é reconhecido como ICT (Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação). A instituição promove a IQ (Infraestrutura da Qualidade) fornecendo suporte às empresas e apoio ao cidadão nas áreas da avaliação da conformidade, na metrologia, na vigilância de mercado e no atendimento às normas técnicas compulsórias. Na vigilância de mercado, o Ipem-SP atua na fiscalização metrológica de instrumento de medição usados nas relações de consumo, como bombas medidoras de combustíveis, balanças e taxímetros, e das quantidades fornecidas de produtos embalados, inclusive, os que compõem a cesta básica, entre outros. Na vigilância da qualidade, são fiscalizados 540 tipos de produtos regulamentados, como brinquedos, materiais escolares, componentes automotivos, entre outros, assim

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SP propõe salário mínimo estadual de R$ 1.874

Projeto de lei foi enviado nesta terça-feira (28) para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp); novo valor é 15,6% maior que o piso nacional O Governo de São Paulo enviou nesta terça-feira (28) o projeto de lei que estabelece o novo salário mínimo estadual para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O salário mínimo paulista deverá chegar a R$ 1.874 em 2026, com aumento nominal de 46% sobre o piso estadual pago em 2022, de R$ 1.284. “Com o novo valor do salário mínimo paulista, chegamos a R$ 590 a mais do que era pago há quatro anos. Uma valorização que chega a 46% no período e que beneficia mais de 70 categorias previstas em lei. É mais um reflexo do diálogo com que gera oportunidades para que São Paulo avança na direção certa, com desenvolvimento econômico que dá mais dignidade e poder de compra para nossos trabalhadores”, afirmou Tarcísio. Com a nova proposta, o valor do salário mínimo paulista será 15,6% maior em relação ao atual piso nacional de R$ 1.621. A diferença de R$ 253 representa um diferencial que reflete o impacto positivo da política paulista de proteção à renda. Com valor 46% acima do piso estadual de 2022, o salário mínimo paulista garantiu desempenho melhor que o nacional, que teve aumento nominal de 33,7% no mesmo intervalo. O piso paulista mais que dobrou em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 19,5% no período.   Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

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Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%

Preço dos combustíveis avançou 6,06% em abril O preço dos alimentos e dos combustíveis pressionaram o bolso do brasileiro em abril e fizeram a prévia da inflação do mês fechar em 0,89%. O resultado fica acima do apurado em abril (0,44%) e é o maior desde fevereiro (1,23%). Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, acumula 4,37%. Nos 12 meses terminados em março, o IPCA-15 estava em 3,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para chegar à prévia da inflação do mês, o IBGE pesquisa o preço de nove grupos de produtos e serviços. Confira a evolução e o impacto em pontos percentuais (p.p.): – Alimentação e bebidas: 1,46% (0,31 p.p.) – Transportes: 1,34% (0,27 p.p.) -Saúde e cuidados pessoais: 0,93% (0,13 p.p.) – Habitação: 0,42% (0,07 p.p.) – Vestuário: 0,76% (0,04 p.p.) – Despesas pessoais: 0,32% (0,03 p.p.) – Artigos de residência: 0,48% (0,02 p.p.) – Comunicação: 0,48% (0,02 p.p.) – Educação: 0,05% (0,00 p.p.) Dentro do grupo alimentação e bebida, o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os produtos que mais contribuíram para essa alta foram: – Cenoura (25,43%) – Cebola (16,54%) – Leite longa vida (16,33%) – Tomate (13,76%) – Carnes (1,14%) A alimentação fora do domicílio subiu 0,70% (o dobro do mês de março (0,35%). O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, diz que um dos motivos para a alta nos alimentos é o processo de entressafra. “A menor produção de alguns itens, inclusive leite, tem pressionado o indicador”, afirma. Combustíveis A alta do grupo transportes é explicada pelos combustíveis, que subiram 6,06% no mês. De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, a gasolina foi o que mais pressionou o IPCA-15, com alta de 6,23%, o que representa impacto de 0,32 p.p. O óleo diesel subiu 16% no mês, com impacto de 0,04%. Guerra no Irã Abril tem sido mais um mês de guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O conflito no Oriente Médio tem causado reflexos negativos na indústria do petróleo. Um dos motivos é a situação delicada no Estreito de Ormuz, ao sul do Irã, que tem vivenciado seguidos bloqueios. Pela via marítima, costumava passar – antes da guerra – cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. A instabilidade na cadeia de produção resulta em menos oferta do produto e consequente elevação de preços. O petróleo e seus derivados, como a gasolina e o óleo diesel, são commodities, isto é, mercadorias negociadas a preços internacionais. Isso explica por que os preços sobem até mesmo em países produtores, como o Brasil. O governo brasileiro tem tomado medidas para conter a escalada dos derivados de petróleo, com medidas como a isenção de cobrança de impostos e subsídio a produtores e importadores.  Para Queiroz, da Apas, “um conjunto de ações adotadas para atenuar os efeitos da guerra sobre a economia doméstica têm apresentado ainda efeito diminuto, mas importante”. Prévia x mês fechado O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia da inflação oficial (IPCA), que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. Os dados de abril mostram o país dentro do limite de tolerância. A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação desta terça-feira, o período de coleta foi de 18 de março a 15 de abril. Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621. O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 12 de maio.   Fonte: Agência Brasil Foto: Governo de SP

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Boletim Focus: mercado prevê inflação de 4,86% em 2026

Expectativa é que economia do país cresça 1,85% O mercado financeiro aumentou, pela sétima semana consecutiva, as previsões de inflação para 2026. De acordo com o Boletim Focus, o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, em 4,86%. Na edição anterior do boletim divulgado pelo Banco Central, a previsão era de que o IPCA de 2026 ficaria em 4,80%, acima dos 4,31% projetados há quatro semanas. Para os anos subsequentes, as projeções do mercado estão em 4% para 2027; e 3,61% para 2028. Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Taxa Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Atualmente, o mercado projeta que a Selic fechará o ano em 13% – mesmo percentual projetado na semana passada, mas 0,5 ponto percentual acima das projeções feitas há quatro semanas (12,5%). Para 2027 e 2028, as projeções são de Selic a 11% e a 10%, respectivamente. Quando estava em 15% ao ano, a Selic registrava o maior nível desde julho de 2006, quando estava fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. PIB e Câmbio Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país) e ao câmbio, o mercado reviu para baixo esses índices, na comparação com a semana anterior. A expectativa é de que a economia do país cresça 1,85% em 2026, percentual ligeiramente abaixo do 1,86% projetado na semana passada. Para 2027, o mercado projeta que o PIB feche o ano em 1,80%. Para 2028, projeta-se uma inflação de 2%, segundo o Focus. O dólar fechará 2026 contado a R$ 5,25, caso as projeções do mercado financeiro se confirmarem. Na semana passada, a cotação da moeda estadunidense estava em R$ 5,30; e há quatro semanas estava em R$ 5,40. Para 2027 e 2028, as expectativas apontadas pelo boletim é de o dólar a R$ 5,35 e R$ 5,40, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil

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Agrishow 2026: governo anuncia R$ 10 bilhões para modernização de máquinas agrícolas

Recursos serão do programa MOVE Brasil O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou neste domingo (26) a criação de uma nova linha de R$ 10 bilhões em crédito para a modernização de máquinas e implementos agrícolas. O anúncio foi feito durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Os recursos integram uma nova modalidade do programa MOVE Brasil, voltada ao setor agropecuário. “São R$ 10 bilhões para financiar trator, implementos, colheitadeiras, toda a parte de máquinas agrícolas. Pela própria Finep, diretamente, ou pelos parceiros: cooperativas, bancos privados e o Banco do Brasil”, disse Alckmin. Ele destacou que os recursos serão disponibilizados no prazo de três semanas, “com juros bem mais baixos para poder financiar a modernização e a troca de máquinas e equipamentos”. Renegociação de dívidas rurais O vice-presidente afirmou ainda que o governo prepara um programa de renegociação de dívidas rurais, medida que, segundo ele, pretende contemplar produtores inadimplentes e adimplentes. O objetivo é ampliar a capacidade de investimento e a competitividade do setor. “O governo vai tratar dessa questão. Para quem está inadimplente e até para quem está adimplente, vai ter um empenho na renegociação das dívidas”, antecipou. A nova linha segue o modelo do MOVE Brasil lançado para renovação da frota de caminhões, em janeiro deste ano. Segundo o vice-presidente, o crédito foi esgotado em cerca de 60 dias. Crédito e inovação A nova modalidade do MOVE Brasil utilizará recursos do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, sob gestão da Finep, com foco em conteúdo nacional, inovação e pesquisa e desenvolvimento. A previsão é que os financiamentos estejam disponíveis em 20 a 30 dias. Pela primeira vez, cooperativas agrícolas poderão acessar diretamente crédito da Finep para financiar máquinas, equipamentos e soluções de agricultura digital. Avaliação de ministros Durante o evento, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavelli, afirmou que a iniciativa contribui para a mecanização e a tecnificação da agricultura familiar, com apoio da indústria nacional. Já o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou que o setor deve ser impulsionado pela entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, prevista para 1º de maio, com redução tarifária para produtos agropecuários.   Foto: Divulgação/Governo de SP

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