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Fiat Titano 2026 evolui em pontos críticos e se aproxima de rivais tradicionais no Brasil

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Categoria: Auto

Fiat Titano 2026 evolui em pontos críticos e se aproxima de rivais tradicionais no Brasil

Com novo motor biturbo, câmbio de oito marchas e suspensão recalibrada, picape ganha em desempenho, conforto e eficiência para disputar espaço com líderes do segmento   A Fiat Titano 2026 chega ao mercado brasileiro como uma atualização estratégica do modelo lançado em 2024, focada em corrigir pontos que foram alvo de críticas na estreia. Sem mudanças no visual, a nova linha aposta em melhorias mecânicas e dinâmicas para se tornar mais competitiva no segmento de picapes médias.  A principal novidade está sob o capô. O antigo motor 2.2 turbodiesel dá lugar a um novo propulsor 2.2 biturbo, que entrega 200 cavalos de potência e 46 kgfm de torque. O conjunto trabalha em conjunto com uma nova transmissão automática de oito marchas, substituindo o câmbio de seis velocidades utilizado anteriormente.  Na prática, as mudanças resultam em melhor desempenho, especialmente em retomadas e ultrapassagens, além de reduzir a rotação do motor em velocidades de cruzeiro. Isso contribui para uma condução mais silenciosa e eficiente, sobretudo em rodovias, onde a picape demonstra comportamento mais ágil e seguro.  Outro ponto importante de evolução está na suspensão. A calibração anterior, considerada excessivamente rígida, foi revisada. Agora, o modelo apresenta maior capacidade de absorção de impactos e melhor conforto no uso urbano, sem comprometer a robustez necessária para o fora de estrada. A mudança amplia o perfil de uso da picape, que passa a atender não apenas ao trabalho pesado, mas também ao cotidiano.  A tração 4×4 segue como destaque, com três modos de operação: 4×2, 4×4 sob demanda e 4×4 reduzido. O sistema distribui automaticamente o torque entre os eixos em situações de baixa aderência, garantindo desempenho consistente em terrenos irregulares, como lama e estradas de terra.  Com o novo conjunto mecânico, a condução se torna mais equilibrada. O motor opera em rotações mais baixas em velocidades constantes, reduzindo o ruído na cabine e  melhorando a eficiência energética. Ainda assim, a proposta da Titano permanece voltada à força e à capacidade de carga, sem pretensões esportivas.  Com essas atualizações, a picape da Fiat se aproxima de concorrentes consolidados como a Chevrolet S10 e a Toyota Hilux. Apesar do avanço, o modelo ainda fica atrás em refinamento quando comparado à Ford Ranger.  Na versão topo de linha Ranch, com preço próximo de R$ 287 mil, a Titano 2026 oferece uma lista de equipamentos alinhada às exigências do segmento, reforçando sua posição como uma opção mais equilibrada e competitiva no mercado brasileiro. (Renan Isaltino) Foto: divulgação FIAT

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Volkswagen paralisa Anchieta por uma semana para preparar produção de híbridos

Veículos da plataforma MQB37 serão produzidos no ABC A Volkswagen iniciou uma parada programada de produção na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), marcando um passo relevante na transição da marca para veículos eletrificados no Brasil. A interrupção ocorre entre os dias 6 e 12 de abril, logo após a Páscoa, com retorno das atividades no dia 13, e envolve cerca de 5 mil trabalhadores em férias coletivas. O Sindicato dos Metalúrgicos confirmou a decisão e a própria Volkswagen emitiu um comunicado a respeito. “A Volkswagen do Brasil informa que a fábrica Anchieta realizará uma parada programada de produção por cinco dias, destinada à execução de ajustes técnicos na linha de montagem. A ação tem como objetivo otimizar processos e preparar a unidade para o futuro”, diz a nota. Volkswagen/Divulgação A pausa, segundo a montadora, não está relacionada à demanda, mas sim a uma intervenção técnica para adaptar a linha de montagem à nova geração de veículos híbridos flex. Trata-se de uma mudança que reposiciona a unidade, historicamente responsável por modelos como Polo e Nivus, dentro da estratégia de eletrificação da marca no país. Nova plataforma híbrida O foco dessa modernização está na adoção da plataforma MQB37, uma evolução da base MQB A0 já utilizada pela Volkswagen na região. A nova arquitetura foi desenvolvida para suportar sistemas eletrificados, incluindo conjuntos híbridos e novos recursos de assistência à condução, permitindo à marca integrar eletrificação sem abandonar o conceito flex, alinhado ao uso de etanol no Brasil. Não será pioneira Apesar disso, o primeiro veículo híbrido da nova fase da Volkswagen no Brasil não será produzido na unidade paulista. A estreia da tecnologia ficará a cargo da picape Tukan, que será fabricada em São José dos Pinhais (PR) e tem lançamento previsto para 2027. O modelo utilizará um sistema híbrido leve de 48V e contará com motor importado do México, conforme antecipou o R7-Autos Carros, inaugurando a estratégia da marca de eletrificação gradual com base em soluções adaptadas ao mercado local. Volkswagen/Divulgação Já em Anchieta, o primeiro produto dessa nova etapa será um SUV híbrido flex, ainda sem nome e sem data oficial de lançamento confirmada. O modelo deverá inaugurar a aplicação da plataforma MQB37 na planta e pode abrir caminho para uma família de veículos eletrificados produzidos localmente. A Volkswagen está investindo R$ 20 bilhões na América do Sul até 2028, sendo R$ 16 bilhões no Brasil, com foco em eletrificação, desenvolvimento de novos produtos e modernização industrial. Parte desse montante inclui financiamento de R$ 2,3 bilhões obtido junto ao BNDES para viabilizar a transição tecnológica.   Fonte: R7 Foto de capa: Volkswagen/Divulgação

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Gasolina aditivada ganha espaço como aliada na preservação do motor

Compostos detergentes ajudam a reduzir resíduos, melhorar a combustão e manter o desempenho do veículo A escolha do combustível vai além do simples abastecimento e tem impacto direto na conservação do veículo. Nesse cenário, a gasolina aditivada tem se destacado como uma aliada importante da manutenção preventiva, contribuindo para a limpeza e proteção do sistema de alimentação do motor. No Brasil, a gasolina possui características específicas, já que conta com cerca de 30% de etanol anidro em sua composição. Esse fator aumenta a oxigenação do combustível, mas também seu potencial higroscópico, ou seja, a capacidade de absorver umidade. Por isso, o uso de aditivos se torna um complemento técnico relevante, ajudando a prevenir oxidação, reduzir o atrito e evitar a formação de resíduos como gomas e vernizes. O uso desse tipo de tecnologia não é novidade no cenário internacional. Países como Estados Unidos e membros da União Europeia já utilizam, há décadas, combustíveis com maiores níveis de aditivos detergentes e dispersantes. No México, toda a gasolina comercializada é aditivada, enquanto a Argentina também apresenta ampla adesão a esse modelo. Os principais benefícios da gasolina aditivada estão ligados à proteção de componentes essenciais do motor, como bicos injetores, válvulas de admissão e a câmara de combustão. Em motores mais modernos — cada vez menores, turboalimentados e mais eficientes — essa proteção se torna ainda mais importante, já que o funcionamento depende de alta precisão na queima do combustível. Os detergentes presentes nos aditivos atuam diretamente na remoção de depósitos de carbono formados durante o uso do veículo. Além de promover uma limpeza gradual, esses compostos também evitam o acúmulo de novas impurezas, contribuindo para o bom funcionamento do sistema. Embora não substitua as revisões periódicas recomendadas pelas montadoras, a gasolina aditivada pode ajudar a manter o motor em melhores condições ao longo do tempo. O resultado é uma combustão mais eficiente, menor formação de resíduos e redução de problemas como detonação e pré-ignição, além de menor estresse térmico. No dia a dia, motoristas podem perceber efeitos como marcha lenta mais estável, respostas mais rápidas ao acelerador e menos falhas durante o funcionamento. Especialistas ressaltam que essas melhorias não representam aumento de potência, mas sim a manutenção — ou recuperação — do desempenho original do motor. Com a evolução dos veículos e a crescente exigência por eficiência, a escolha do combustível passa a ter papel estratégico na rotina de quem busca economia e maior durabilidade do carro. (Renan Isaltino) Foto: ilustrativa

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Radares com IA já multaram mais de 16 mil motoristas em rodovias de São Paulo

Câmeras com 4K, leitores de placa com processador ultrarrápido e sensores de velocidade elevam precisão da fiscalização A fiscalização nas rodovias paulistas entrou em uma nova fase com a adoção de radares equipados com inteligência artificial. E engana-se quem pensa que apenas os celulares avançaram em oferecer câmeras com zoom óptico de alta precisão ou inteligência artificial no cotidiano do trabalho. Em trechos das rodovias SP-340 e SP-342, no interior de São Paulo, os equipamentos já resultaram em mais de 16 mil autuações em 2025, segundo dados das concessionárias responsáveis pela operação. Segundo a concessionária Renovias, foram aplicadas 11.408 multas em 2024, número que subiu para 16.137 em 2025, um crescimento de 41%. E o motivo? O uso da tecnologia para fiscalização. Os dispositivos estão instalados principalmente em regiões entre Campinas e Mogi Mirim e marcam uma mudança no padrão de fiscalização, ampliando o alcance para além do controle de velocidade. O R7-Autos Carros já havia noticiado a aplicação da tecnologia, que só pode resultar em infração quando um agente de trânsito analisa a captação de imagem de alta potência. Infrações mais comuns: celular e cinto de segurança Diferentemente dos radares tradicionais, os sistemas com IA conseguem identificar comportamentos dentro do veículo. As infrações mais registradas são o uso de celular ao volante e falta do cinto de segurança (inclusive passageiros no banco de trás). Essas condutas concentram a maior parte das autuações, justamente por serem difíceis de detectar por radares convencionais. Segundo os dados operacionais, a ausência do cinto lidera os registros, seguida pelo uso do telefone durante a condução. Outras infrações, como crianças fora da cadeirinha que é obrigatória, objetos que obstruem a visibilidade do motorista, passageiros que apoiam os pés sobre o painel entre outras infrações, também podem ser facilmente flagradas pelas câmeras com inteligência artificial. Como funcionam os radares com IA Os equipamentos utilizam um conjunto integrado de tecnologias que combina hardware e software avançado. Câmeras de alta resolução (Full HD e até 4K) são capazes de capturar imagens detalhadas do interior do veículo. Sensores de velocidade (laços indutivos ou radar Doppler) para medição precisa do deslocamento, que, se feito acima da velocidade média, pode indicar excessos ao volante; reconhecimento automático de placas (OCR/LPR), que identifica o veículo em milissegundos; também é aplicado, além da inteligência artificial com redes neurais treinadas para detectar padrões, como ausência de cinto ou uso de celular. Esses sistemas conseguem analisar múltiplos quadros por segundo e operar 24 horas por dia, inclusive à noite, com apoio de sensores infravermelhos. Validação humana ainda é obrigatória Apesar do uso de IA, a multa não é gerada automaticamente. O processo funciona de forma híbrida. A câmera identifica uma possível infração, o sistema envia o registro para uma central, um agente da Polícia Rodoviária valida a ocorrência e só então a autuação é emitida. Esse procedimento busca garantir segurança jurídica e reduzir erros de interpretação. Fiscalização mais ampla e aumento de multas A adoção da tecnologia também impactou o volume de autuações. Em alguns trechos monitorados, o número de multas cresceu mais de 40% em um ano, refletindo a capacidade dos sistemas de identificar infrações que antes passavam despercebidas. A tendência é de ampliação do uso desses equipamentos em rodovias brasileiras. As concessionárias avaliam novos pontos de instalação, com foco em redução de acidentes e monitoramento de comportamentos de risco.   Fonte: R7 Foto: Renovias/Divulgação

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Caoa Changan prepara CS55 e CS75 para o Brasil com produção nacional e foco em SUVs médios

SUvs médios ficarão acima do Uni-T e podem ser híbridos e híbridos plugin A Caoa Changan avança na expansão da sua operação no Brasil e já prepara os próximos lançamentos da marca: os SUVs CS55 e CS75, que serão produzidos em Anápolis (GO) e chegam ao mercado ao longo de 2026. Changan/Divulgação Os dois modelos fazem parte do plano de industrialização da parceria entre a Caoa e a montadora chinesa, que já soma investimentos bilionários no país na ordem de R$ 5 bilhões adicionais e busca ganhar escala no segmento de SUVs. Estratégia: ampliar portfólio e ganhar volume Depois da estreia do UNI-T, a marca planeja ampliar rapidamente sua presença com uma linha formada majoritariamente por SUVs. Changan/Divulgação Os CS55 e CS75 entram como produtos-chave para disputar segmentos mais competitivos do mercado brasileiro, posicionando a Caoa Changan contra modelos consolidados como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross e BYD Song Plus. O R7-Autos Carros já flagrou os dois modelos em testes na cidade de Campos do Jordão. Changan/Divulgação Além disso, os dois utilitários fazem parte de um pacote maior que inclui versões híbridas e eletrificadas no médio prazo. CS55: porte de SUV médio e foco em volume O Changan CS55 será o modelo de maior volume dentro da estratégia da marca. Com dimensões próximas de SUVs médios vendidos no Brasil, ele terá 4,55 m de comprimento e 2,65 m de entre-eixos. Changan/Divulgação No conjunto mecânico, o modelo utiliza motor 1.5 turbo com cerca de 192 cv e 31,6 kgfm de torque. Changan/Divulgação Internamente, o CS55 aposta em painel digital, multimídia ampla e pacote tecnológico atualizado, alinhado ao padrão das marcas chinesas mais recentes. CS75: SUV maior com proposta mais premium Acima do CS55, o Changan CS75 chega com porte maior e posicionamento mais sofisticado dentro da linha. Changan/Divulgação O modelo tem dimensões próximas de SUVs médios/grandes: 4,77 m de comprimento e 2,80 m de entre-eixos. Inicialmente, deve adotar motor 1.5 turbo com cerca de 180 cv e 29,2 kgfm que é a motorização do Uni-T. Embora cheguem inicialmente com motorização a combustão, os dois SUVs já têm versões eletrificadas previstas. Na China, o conjunto híbrido plug-in do CS75 pode superar 300 cv e oferecer autonomia combinada acima de 1.000 km, indicando o potencial técnico da plataforma. Isso coloca os SUVs diretamente na disputa com modelos médios já consolidados — justamente o segmento com maior volume no país. A Caoa deve sobrepor o C55 e CS65 às linhas do Tiggo 7 e 8 oferecendo mais opções aos clientes dentro do porfolio da Changan.   Fonte: R7 Foto de capa: Changan/Divulgação

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SUVs por R$ 300 mil: o que dá para comprar no lugar do novo Volkswagen Tiguan?

SUV da Volkswagen reestreia mais potente e caro: valerá a pena? A chegada do Volkswagen Tiguan 2026 por R$ 299,9 mil reposiciona a marca no segmento de SUVs médios no Brasil. Mas o preço coloca o modelo em uma zona onde a concorrência deixou de ser apenas entre SUVs a combustão — e passou a incluir híbridos plug-in, modelos mais potentes e até opções maiores. Hoje há muitos produtos nessa faixa de preço e vale lembrar que há um grande espaço entre o Taos Highline de R$ 209,9 mil ao Tiguan de R$ 299,9 mil, Na prática, o Tiguan entra em um território onde o consumidor pode escolher entre tecnologia eletrificada, desempenho elevado ou espaço para sete ocupantes. No caso do Tiguan a ideia é oferecer melhor motor da categoria (ou um dos mais potentes) para cinco lugares. Mas o que se pode comprar por R$ 299,9 mil que é o preço do Tiguan? O novo cenário: Tiguan enfrenta um mercado mais complexo A faixa entre R$ 290 mil e R$ 320 mil concentra hoje SUVs com propostas bem distintas. Há Híbridos plug-in com autonomia elétrica relevante, SUVs grandes com sete lugares, Modelos com mais potência que carros premium e alternativas chinesas com mais tecnologia embarcada Haval H6 PHEV34: mais potência e autonomia elétrica O GWM Haval H6 PHEV34 é um dos principais rivais diretos dentro da mesma faixa. Preço: cerca de R$ 288 mil a R$ 319 mil na versão GT. Oferece mais potência tendo até 393cv e autonomia elétrica que podem chegar a 100km com uma bateria de 34kwh e também com tração integral (AWD). GWM Haval H6 tem motor de 243 cv e torque de 54 kgfm – GWM/Divulgação Aqui, o Tiguan perde claramente em números. O Haval entrega mais potência, mais torque e a possibilidade de rodar longos trechos sem consumir combustível. BYD Song Plus Premium: eficiência e proposta eletrificada O BYD Song Plus Premium entra exatamente na mesma faixa de preço do Tiguan. A versão topo de linha do Song Plus também tem tração integral e custa R$ 299,8 mil. BYD Song Plus Premium tem 324 cv – BYD/Divulgação Ele combina motor 1.5L turbo a gasolina com motores elétricos, totalizando uma potência combinada de 324 cv. Ele possui tração integral (AWD) e aceleração de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos, com bateria Blade de 26,3kw. Na prática também entrega 100km de autonomia elétrica. O foco aqui não é desempenho extremo, mas eficiência energética e uso urbano com menor consumo. Jeep Commander Blackhawk: mais espaço e motor mais forte O Jeep Commander Blackhawk muda completamente a proposta. Saímos da eletrificação para entrar no puro a combustão e aqui o Jeep usa motor 2.0 Hurricane 4 de 272cv e 40kgfm de torque tendo mais força nesse aspecto que o Tiguan. Jeep Commander Blackhawk – Jeep/Divulgação Mesmo com visual já bem conhecido e prestes a receber sistema híbrido leve o Commander é competitivo na entrega e traz até 7 lugares, algo que o Tiguan não tem. É o único dessa lista com capacidade real para famílias grandes, além de manter motor forte e tração integral. Custa R$ 324,9 mil mas se encontra facilmente nas lojas por R$ 299,9 mil. Chevrolet Equinox: proposta tradicional com motor forte e pegada tecnológica O Chevrolet Equinox representa a escola mais conservadora. Apesar do visual arrojado e de fazer sucesso no México e Estados Unidos sua presença é discreta por aqui. O motor é 1.5 Turbo a gasolina (177 cv e 27,8 kgfm), acoplado a um câmbio automático de 8 marchas. Disponível nas versões RS e Premier, o SUV médio tem preços que partem de R$ 291.190. Oferece tração integral, teto solar panorâmico e design atual como principal diferencial. Não traz eletrificação, mas ainda aposta em conjunto mecânico equilibrado. O novo Tiguan chega com proposta clara: SUV médio premium com foco em dirigibilidade e acabamento. Porém, ao custar R$ 299 mil, ele enfrenta um cenário onde os chineses entregam mais tecnologia e eletrificação. Olhando para alternativas tradicionais o O Commander oferece mais espaço e 7 lugares mas vence facilmente o Equinox que é menos potente e igualmente caro. No fim das contas, a Volkswagen atende ao clamor dos consumidores que queriam a versão mais forte do motor 2.0 TSI com 272cv mas talvez já devesse sinalizar a oferta futura de uma versão híbrida que já existe lá fora e sequer foi mencionada no lançamento.   Fonte: R7 Foto de capa: Marcos Camargo Jr 24.03.2026

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Caoa Changan lança SUV UNI-T em março com motor 1.5 turbo flex por R$ 169,9 mil

CAOA Changan anuncia nova fábrica em Anápolis e lança SUV Changan UNI-T no Brasil A CAOA Changan anunciou a inauguração de sua nova linha de produção em Anápolis (GO), com um investimento total de R$ 8 bilhões. A iniciativa faz parte da estratégia da marca para expandir sua presença no mercado brasileiro e fortalecer a produção local. Paralelamente, a montadora lançou hoje o Changan UNI-T, um SUV médio que chega para disputar espaço com modelos consolidados, como Corolla Cross, Taos, Equinox, Compass e Tiggo 7 Sport. Inicialmente lançado com motorização a combustão, o modelo terá futuramente versões híbridas, alinhando-se à tendência global de eletrificação. O lançamento marca um passo importante da CAOA Changan no Brasil, combinando investimento industrial, tecnologia e estratégia de produto para competir em um segmento cada vez mais competitivo. foto: Caoa Changan/Divulgação

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Novo Toyota RAV4 é confirmado para o Brasil e chega em abril com duas versões

SUV deve vir somente híbrido plugin posicionado acima do Corolla Cross A Toyota do Brasil confirmou a chegada do novo RAV4 ao mercado nacional. O SUV mais vendido do mundo será apresentado oficialmente em abril e já teve a pré-campanha de lançamento iniciada, com abertura de cadastro para clientes interessados em garantir prioridade na lista de espera. Toyota RAV4 – Toyota/Divulgação A nova geração chega ao país em duas versões, ampliando o posicionamento do modelo no segmento de SUVs médios. A estratégia da marca é atender diferentes perfis de consumidores, mantendo os atributos já reconhecidos do RAV4 e adicionando mais tecnologia e refinamento. Novo RAV4 terá versões S e SX no Brasil A configuração de entrada será a inédita versão S, que aposta em um design mais moderno e mantém características que consolidaram o modelo no mercado. Entre os destaques estão a condução eficiente, o bom aproveitamento de espaço interno e o conjunto de tecnologias voltadas ao uso cotidiano. Toyota RAV4 – Toyota/Divulgação Já a versão SX eleva o nível do SUV com acabamento mais sofisticado, maior oferta de sistemas de assistência à condução e um pacote tecnológico mais avançado. A proposta é posicionar o modelo entre os mais completos da categoria, reforçando o equilíbrio entre desempenho, eficiência e conforto. Toyota RAV4 – Toyota/Divulgação Apesar da confirmação, a Toyota ainda não divulgou preços nem detalhes completos dos equipamentos, que serão revelados no lançamento oficial. Motorização nos Estados Unidos antecipa o que pode chegar ao Brasil Nos Estados Unidos, o Toyota RAV4 é oferecido atualmente com três configurações mecânicas principais, todas eletrificadas ou com foco em eficiência. A versão de entrada utiliza um motor 2.5 aspirado a gasolina, que entrega cerca de 203 cv, associado a um câmbio automático de oito marchas e opções de tração dianteira ou integral. Toyota RAV4 – Toyota/Divulgação Já a versão híbrida combina esse mesmo motor 2.5 com motores elétricos, formando um sistema híbrido convencional (HEV) com potência combinada próxima de 219 cv. Nesse caso, a tração integral é eletrificada, com motor elétrico no eixo traseiro. Toyota RAV4 0 – Toyota/Divulgação No topo da gama está o RAV4 Prime, versão híbrida plug-in (PHEV), que entrega aproximadamente 302 cv e permite rodar no modo 100% elétrico por cerca de 60 km no ciclo americano. Trata-se da configuração mais potente já oferecida no SUV. Brasil deve manter foco na eletrificação Para o mercado brasileiro, a expectativa é que a Toyota mantenha o foco nas versões eletrificadas, estratégia já consolidada pela marca no país com modelos como Corolla e Corolla Cross. Toyota RAV4 – Toyota/Divulgação A tendência é que o novo RAV4 seja oferecido ao menos com motorização híbrida convencional, podendo incluir evoluções no sistema atual para melhorar consumo e desempenho. SUV mais vendido do mundo chega renovado O RAV4 ocupa uma posição estratégica globalmente e segue como o SUV mais vendido do mundo. A nova geração reforça essa liderança ao apostar em design atualizado, mais tecnologia e um pacote mecânico alinhado às tendências de eletrificação. No Brasil, o modelo chega para competir diretamente com SUVs médios mais sofisticados e eletrificados, ampliando a presença da Toyota em um segmento cada vez mais disputado. Com lançamento confirmado para abril, o novo RAV4 deve marcar mais um passo importante na estratégia da marca no país, combinando eficiência energética, tecnologia e forte apelo de mercado.   Fonte: R7 Foto de capa: Toyota/Divulgação

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Preço do etanol sobe em 23 Estados, cai em dois e fica estável no DF

A maior alta na semana foi registrada em Pernambuco, de R$ 5,43 para R$ 5,77 o litro Os preços médios do etanol hidratado subiram em 23 estados, caíram apenas no Acre e em Mato Grosso do Sul e ficaram estáveis só no Distrito Federal na semana encerrada em 21 de março. No Amapá não houve levantamento de preços. Os dados são da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu na comparação com a semana anterior, de R$ 4,64 para R$ 4,70 o litro (+1,29%). Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 1,12%, para R$ 4,52 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 6,26%, foi registrada em Pernambuco, de R$ 5,43 para R$ 5,77 o litro. A maior queda ocorreu no Acre, de -12,58%, de R$ 6,20 para R$ 5,42 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,86 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,99, foi observado no Rio Grande do Sul. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,34, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Rio Grande do Norte, de R$ 5,89 o litro. Competitividade O etanol era mais competitivo em relação à gasolina apenas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo na semana encerrada em 21 de março. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 70,68% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas. Em Mato Grosso, a paridade era de 69,57%; em Mato Grosso do Sul, de 68,89%, e em São Paulo, de 69,11%. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.   Fonte: R7  

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Veja 5 cuidados com o carro após uma temporada de chuvas

Além dos pneus e dos freios, a proliferação de bactérias pode ser mais comum nessa época Embora os veículos de hoje em dia sejam muito mais resistentes à corrosão do que antigamente, o fim da temporada de chuvas relembra alguns cuidados essenciais. Durante as fortes chuvas, especialmente as do verão, diversos itens do veículo são colocados à prova de maneira mais exigente. Estamos falando dos pneus, freios, climatização e cuidados com a carroceria. Por isso, o R7-Autos Carros traz 5 cuidados com o carro após a passagem de uma temporada de chuva. Pneus Devem ser verificados por conta do desgaste. Em tempos chuvosos, muita gente esquece de calibrar os pneus e de verificar sinais de desgaste irregular. Também durante as chuvas, a ocorrência de buracos nas vias é ainda maior, o que pode colocar à prova toda a suspensão do veículo. Verificar sinais de desgaste e calibrar os pneus garantem segurança a bordo. Freios Durante as fortes chuvas, o piso molhado também exige ainda mais dos freios. Pisando mais forte no pedal, não devemos esquecer das pastilhas e dos discos que devem ser devidamente verificados por um mecânico de confiança. Climatização Também durante a época mais chuvosa, o ar-condicionado do carro é especialmente exigido. O filtro de cabine deve ser verificado, evitando a proliferação de fungos e bactérias, além de mofo. De forma preventiva, indicada a troca do filtro de cabine e uma verificação do ar-condicionado. Cuidados com a carroceria Com a passagem das chuvas, pontos importantes de junção da carroceria e itens como borrachas, portas, capô e porta-malas devem ser verificados. As borrachas devem estar em perfeito estado, sem sinal de cortes ou de esfarelamento. Folhas, galhos e outros itens nas junções devem ser retirados, pois acumulam umidade e podem causar corrosão a longo prazo. Agora que as chuvas passaram, é importante também fazer uma lavagem completa no veículo, especialmente na parte inferior. Evitar mofo e bactérias Por conta das chuvas e da presença constante de umidade, o carro fechado é uma fonte para proliferação de fungos e bactérias. O recomendável é fazer uma higienização interna. Se isso não for possível, vale a pena uma limpeza simples com água e muito sabão neutro. Ele deve ser aplicado nas superfícies das portas, bancos e também do carpete, secando em seguida com um pano úmido ou seco. O carro também deve ficar algum período com as portas abertas, se houver uma garagem fechada. Fazer a limpeza interna evita a proliferação dos fungos que podem ser prejudiciais para a saúde.   Fonte: R7

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