setembro 2, 2026 - Página 2 de 2 - Portal Veloz Pular para o conteúdo principal

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Dia: 2 de setembro de 2026

Nova regra do Pix amplia prazo para contestar golpe

Questionamento de devolução pelo MED passa de 30 para 80 dias Uma nova regra do Pix amplia, a partir desta terça-feira (1º), de 30 para 80 dias o prazo para contestar uma devolução realizada pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) quando houver suspeita de fraude. A mudança foi estabelecida pelo Banco Central e busca proteger principalmente comerciantes, prestadores de serviço e pequenos negócios vítimas de golpes que usam o próprio sistema de segurança do Pix. O novo prazo vale para quem recebeu um Pix de forma legítima, mas teve o dinheiro devolvido posteriormente por causa de uma contestação considerada fraudulenta. A contagem começa na data da devolução feita pelo MED. O prazo para quem enviou um Pix e foi vítima de fraude continua sendo de 80 dias, contados a partir da transação original. Dois prazos Com a mudança, há duas situações distintas em que o prazo é de 80 dias: •    Vítima que enviou o Pix: tem até 80 dias a partir da transferência para pedir o MED; •    Recebedor que sofreu devolução indevida: tem até 80 dias a partir da devolução para contestá-la. A alteração está prevista na Instrução Normativa BCB 766, que atualizou o Manual Operacional do Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), integrante das regras do Pix. Golpe contra lojistas A mudança mira uma fraude que explora o mecanismo de proteção do Pix. O golpista pode fazer um pagamento para uma loja ou prestador de serviço e, depois, alegar que transferiu o dinheiro por engano. Ele pede que o comerciante devolva o valor por uma nova transferência, muitas vezes para uma chave diferente. Depois, o criminoso aciona o MED no próprio banco e afirma que o pagamento original foi resultado de fraude. Se a contestação for aceita e houver saldo disponível, o valor pode ser devolvido pelo banco. Nesse cenário, o comerciante pode acabar perdendo dinheiro duas vezes: primeiro ao fazer uma nova transferência e depois com a devolução do Pix original. Por isso, a recomendação é utilizar a função de devolução vinculada à própria transação no aplicativo do banco, em vez de fazer um novo Pix para uma chave informada pela outra pessoa. Como funciona O MED foi criado para facilitar a recuperação de valores em casos de fraude, golpe, crime ou falha operacional. O mecanismo, porém, não serve para cancelar qualquer Pix. Não estão incluídos casos como: •    arrependimento de uma compra; •    erro de valor cometido pelo próprio usuário; •    erro na escolha da chave Pix; •    simples desacordo comercial sem indício de fraude. Ao identificar uma fraude, o usuário deve procurar o banco e solicitar a abertura do MED. As instituições analisam o caso e, no fluxo de fraude, têm até sete dias para verificar se há indícios de irregularidade. Se a fraude for confirmada, a devolução depende da existência de recursos disponíveis nas contas envolvidas e pode ser total ou parcial. MED 2.0 A ampliação do prazo ocorre em meio à implantação do chamado MED 2.0, versão mais robusta do mecanismo de devolução. Desde fevereiro de 2026, o sistema permite rastrear o caminho percorrido pelo dinheiro depois que ele é transferido para outras contas. Antes, a recuperação ficava mais concentrada na conta que havia recebido originalmente os recursos. O novo modelo pode aumentar as chances de bloqueio e recuperação mesmo quando o dinheiro é movimentado entre diferentes contas. A devolução, entretanto, não é garantida: se os recursos já tiverem sido sacados, transferidos novamente ou não houver saldo disponível, a recuperação pode ser prejudicada. Uma etapa adicional de comunicação entre as instituições, inicialmente prevista para agosto, foi adiada para 26 de outubro. Segundo o Banco Central, a alteração não muda o funcionamento do rastreamento já disponível. Se cair no golpe Quem perceber que foi vítima de fraude deve procurar o banco o mais rápido possível, mesmo que ainda esteja dentro do prazo de 80 dias. A rapidez aumenta a possibilidade de encontrar recursos disponíveis para bloqueio. Também é importante guardar: •    comprovante da transferência; •    conversas e mensagens; •    anúncios ou documentos relacionados à negociação; •    dados da conta que recebeu o dinheiro; •    outros registros que possam comprovar a fraude. Dependendo do caso, também é recomendável registrar um boletim de ocorrência.   Fonte: Agência Brasil Foto:  Bruno Peres/Agência Brasil

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Estacionamento irregular gerou 56 mil infrações neste ano em Campinas, sendo 3,4 mil identificadas por câmeras

Fiscalização da Emdec gerou 1,5 mil remoções ao Pátio; infração representa desrespeito ao espaço dos pedestres e às vagas dedicadas a idosos e deficientes Estacionar o veículo ferindo as regras previstas na legislação é um comportamento que pode colocar em risco a segurança de pedestres e até provocar sinistros (acidentes). A fiscalização realizada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), pelos agentes em campo ou pelas câmeras de monitoramento remoto, resultaram em 56,2 mil condutas desse tipo penalizadas entre janeiro e agosto de 2026. É a terceira conduta mais cometida pelos condutores, atrás apenas do excesso de velocidade e do avanço semafórico. O número já é 37% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado (quase 41 mil). As três infrações mais cometidas pelos condutores envolvem estacionar em desacordo com a regulamentação (estacionamento rotativo – Zona Azul), com 23,5 mil infrações; estacionar em local ou horário proibido, com 19 mil infrações; e sobre as calçadas, com 3,1 mil infrações. Quase 3,4 mil destas condutas de risco foram identificadas por meio das câmeras de fiscalização remota – são 21 pontos ativos atualmente. As infrações que mais aparecem entre as identificadas pelo videomonitoramento envolvem: estacionamento em local proibido, com quase 1,5 mil irregularidades, em vaga de curta duração (442), sobre a calçada (419), em pontos de táxi (406) e em vaga de carga e descarga (131). “Mais do que descumprir o que prevê a legislação, o estacionamento irregular representa, muitas vezes, desrespeito ao espaço dos pedestres, às vagas dedicadas a idosos e deficientes e pode resultar em risco à circulação dos pedestres, podendo causar sinistros durante manobras sobre calçadas, por exemplo”, destaca o coordenador do Centro de Controle Operacional de Trânsito e Transporte, Ayrton Martins. A fiscalização se concentra principalmente em áreas como o Aeroporto de Viracopos e o Terminal Multimodal “Ramos de Azevedo”, além dos locais indicados pela população como pontos recorrentes de situações irregulares. Quase 27% das remoções ao Pátio envolveram estacionamento irregular No mesmo período, o Centro de Controle Operacional de Trânsito e Transporte (CCO) registrou mais de 1,5 mil remoções ao Pátio por estacionamento irregular – quase 27% do total de 5,7 mil . As remoções ocorrem sempre com a presença do agente da mobilidade urbana, no local da infração. Confira as cinco vias que mais registraram remoções, a maioria por estacionamento em local proibido): – Avenida Embarque – 44 remoções (43 por estacionamento em local proibido). – Rua Barreto Leme – 39 remoções (28 por estacionamento em local proibido). – Rua Antônio Lapa – 28 remoções (18 por estacionamento em local proibido). – Rua Coronel Quirino – 27 remoções (18 por estacionamento em local proibido). – Avenida Francisco Glicério – 25 remoções (17 por estacionamento em local proibido). As infrações por estacionamento irregular podem ser leves (multa de R$ 88,38), aplicáveis ao estacionamento em acostamentos; médias (R$ 130,16), como é o caso de estacionar em local proibido pela sinalização ou na contramão; graves (R$ 195,23), aplicáveis a quem estaciona sobre a calçada ou sobre faixa de pedestre; ou gravíssimas (R$ 293,47), como usar sem credencial vaga de idoso ou deficiente. E podem resultar na remoção do veículo ao Pátio, a depender da situação. Estacionamento irregular gerou quase 12 mil ações de fiscalização Uma das situações mais reportadas pela população à Emdec, o estacionamento irregular gerou 11,7 mil ações de fiscalização entre janeiro e agosto deste ano. O número representa quase 50 solicitações atendidas por dia pelo Centro de Controle Operacional e Trânsito e Transporte (CCO) e pelos agentes da mobilidade urbana. A população pode solicitar a fiscalização quando o veículo estiver estacionado em: – local/horário proibido pela sinalização (incluindo estacionamento rotativo); – faixa exclusiva de ônibus; – em vaga de idosos ou pessoa com deficiência sem a credencial; – ciclovias; – pontos de ônibus ou táxi; – vagas de carga e descarga; – em frente a guias rebaixadas destinadas à entrada ou saída de veículos; – próximo a esquinas, faixas de pedestres, sobre calçada ou canteiro central, na contramão de direção, nos acostamentos, em fila dupla, nas ilhas ou refúgios.   Fotos: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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Início da reforma do Viaduto Ministro Ralph Biasi é anunciado em Americana

O prefeito Chico Sardelli anunciou, na manhã desta terça-feira (1º), o início das obras de reforma do Viaduto Ministro Ralph Biasi, conhecido como Viaduto Centenário. As melhorias visam a recuperação das juntas de dilatação e da estrutura do viaduto, recapeamento asfáltico e nova sinalização de solo. “É uma intervenção muito importante, aguardada há décadas pelos americanenses, e necessária para preservar a estrutura do viaduto, a conservação do pavimento e promover melhorias na via, que recebe um intenso tráfego de veículos. As obras vão reforçar a segurança viária, beneficiando toda a população”, afirmou o prefeito Chico. As obras de reforma consistem na demolição da base do pavimento, fresagem, aplicação de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), pela empresa Casamax, vencedora do processo licitatório. A sinalização viária será executada posteriormente. O investimento estimado nessas etapas será de R$ 2 milhões, em recursos próprios da Prefeitura. Também serão executados reparos, recuperação de berços de concreto e juntas de dilatação, desobstrução/manutenção dos buzinotes (chamados de gárgulas ou canos de águas pluviais), tratamento do concreto e aplicação e pintura antipichação. Os serviços serão feitos por meio de taxas de PGT (Polo Gerador de Tráfego), por meio da empresa Cataguá Construtora, e do FMDU (Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano), totalizando um investimento de R$ 2,5 milhões. O secretário de Obras e Serviços Urbanos, Adriano Alvarenga Camargo Neves, falou sobre a importância da iniciativa. “O Viaduto Ralph Biasi receberá uma reforma geral para melhorar toda a sua estrutura. A recuperação das juntas de dilatação e a nova camada de asfalto vão garantir mais estabilidade e segurança para os usuários além de preservar a via por mais tempo”, explicou Adriano. Os trabalhos terão início na noite desta quarta-feira (2) e devem avançar ao longo da madrugada de quinta. As ações serão realizadas sempre no período noturno para minimizar o impacto no trânsito. A recuperação do pavimento deve ser finalizada em cerca de 15 dias, a depender das condições climáticas. Já os demais serviços, em até seis meses. “Essa é uma obra muito importante para a mobilidade da nossa cidade e com certeza vai trazer mais segurança para os motoristas. Serão alguns dias de obra e impacto no trânsito, mas contamos com a compreensão da população, pois as melhorias vão transformar o local”, disse o vice-prefeito Odir Demarchi.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Americana

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Inter de Limeira apresenta detalhes da SAF e projeta novos objetivos para o clube

O presidente Danilo Maluf afirmou que o objetivo é recolocar o clube entre os protagonistas do futebol brasileiro Após a Assembleia Geral Extraordinária que aprovou a constituição da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) da Associação Atlética Internacional de Limeira nesta segunda-feira (31), o clube realizou uma coletiva de imprensa para apresentar e esclarecer os principais pontos do processo. Participaram da coletiva o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo César Scavariello Junior, o presidente do Executivo, Danilo Rodrigues Maluf, e o proponente da SAF, Enrico Ambrogini. Com a coletiva aberta aos profissionais de imprensa, os dirigentes responderam aos questionamentos dos jornalistas e esclareceram dúvidas sobre a aprovação e os próximos passos da SAF. Maluf afirmou que o clube confia em Ambrogini e sua equipe, já projetando sucesso na jornada da Inter de Limeira. “Que a Inter volte a um título de Série B de 88, volte a disputar uma Série A, por que não? Mas vai ter que trabalhar”, disse o presidente do time. Confira neste vídeo a coletiva completa.   Foto: Divulgação/Inter de Limeira

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Conservar para valorizar: o boom das películas de proteção em um país com 48,8 milhões de veículos rodando

Com a idade média dos carros passando de 11 anos, cresce a demanda por soluções que preservam pintura, estética e valor de revenda, movimentando um setor global que já vale bilhões de dólares O Brasil fechou 2025 com uma frota de 48,8 milhões de autoveículos em circulação e uma idade média de 11 anos e 5 meses, segundo levantamento do Sindipeças. É esse dado que ajuda a explicar o momento vivido por um segmento ainda pouco conhecido do grande público, mas que já movimenta bilhões de dólares no mundo: o mercado de películas automotivas e PPF (Paint Protection Film), voltado à proteção da pintura, ao controle solar e à valorização estética e patrimonial dos veículos. Uma frota grande e envelhecida cria uma equação simples do ponto de vista comercial: quanto mais tempo o consumidor pretende manter o carro, maior a preocupação em conservá-lo. E esse público se soma a outro, mais recente, o de quem acabou de comprar um veículo, muitas vezes de ticket mais alto, e já quer protegê-lo desde o primeiro dia. É nesse cruzamento de interesses que o setor de proteção veicular tem encontrado espaço para crescer. Em escala global, o tamanho desse mercado impressiona. Segundo a consultoria Grand View Research, o setor de películas automotivas, que reúne window film, PPF e wraps, foi avaliado em US$ 12,8 bilhões em 2025 e é projetado para atingir US$ 26,3 bilhões até 2033, crescendo a uma taxa anual de 9,5%. É um ritmo de expansão que coloca o segmento entre os mais dinâmicos do mercado automotivo de acessórios e personalização. No Brasil, essa realidade aparece de forma mais concreta nos preços já praticados pelo mercado: uma aplicação parcial de PPF (o chamado Front Kit) costuma custar entre R$ 3.000 e R$ 8.000, enquanto uma aplicação completa, o Full Body, pode chegar a R$ 15.000 e passar de R$ 35.000 em veículos de padrão premium, uma faixa de preço que por si só já indica o tamanho do investimento que consumidores brasileiros vêm topando fazer para proteger seus carros. Parte do crescimento do setor está ligada à evolução dos materiais. O PVC, usado por anos em películas de proteção, vem perdendo espaço para o TPU (poliuretano termoplástico), que não amarela com o tempo e conta com tecnologia de autorregeneração, o chamado self-healing. Segundo a Fortune Business Insights, o TPU já responde por 47,67% de todo o mercado mundial de proteção de pintura, um sinal de que a sofisticação técnica se tornou também um argumento de venda. É nesse cenário, de frota grande e envelhecida, mercado global em expansão e evolução constante de materiais, que fabricantes internacionais têm buscado espaço no Brasil. Um exemplo é a Quad Film, marca que se apresenta com mais de 20 anos de experiência no segmento e desenvolve películas com tecnologia de Magnetron Sputtering, processo de deposição a vácuo usado na fabricação de filmes de alta performance. A empresa oferece um portfólio que vai de linhas de entrada a séries premium de PPF, além de películas para vidros, teto solar e Color PPF, produto voltado à personalização visual do veículo. Um dos lançamentos que ilustra bem a direção que o setor vem tomando é o EV Sunroof PPF, apresentado pela QUAD como solução voltada a veículos eletrificados: segundo a empresa, o produto usa uma estrutura de 24 camadas de metais de terras raras, entre eles ouro e prata, para aumentar a reflexão térmica e contribuir para a eficiência energética do carro, uma resposta direta ao avanço dos elétricos e híbridos na frota mundial. No Brasil, a QUAD Film opera por meio da QUAD Film Brasil Acessórios Automotivos Ltda., aberta em julho de 2025, com sede na Avenida Paulista, em São Paulo. A estratégia da empresa no país segue um padrão comum entre marcas que tentam se firmar nesse mercado: em vez de vender apenas bobinas de película, ela busca formar uma rede de distribuidores, lojas especializadas e instaladores, além de manter centros de treinamento autorizados para capacitar profissionais na aplicação do produto, já que, no PPF, a qualidade da instalação é tão determinante para o resultado final quanto a qualidade do material. O cruzamento entre uma frota que segue envelhecendo e um mercado global em franca expansão ajuda a explicar por que o setor de proteção automotiva deve continuar aquecido nos próximos anos. Cada vez mais, o veículo deixa de ser tratado apenas como meio de transporte e passa a ser visto como um patrimônio a ser preservado, o que deve manter a disputa acirrada entre fabricantes, distribuidores e prestadores de serviço em todo o país.

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