
São Paulo tem a menor taxa de desemprego em 13 anos em 2025
Além disso, enquanto a população ocupada com carteira assinada subiu 5,2% de 2024 para 2025, a sem carteira assinada caiu 8,7% O estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 13 anos em 2025: 5%. Trata-se da menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2012. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE e divulgados pela Fundação Seade. O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 5,6% no ano passado, e que da região Sudeste (5,3%). Assim, a taxa de desemprego em SP caiu 1,2 ponto percentual de 2024 para 2025, 2,5 pontos percentuais entre 2023 e 2025 e 4,1 pontos percentuais de 2022 para 2025. “Temos alcançado resultados de impacto para o trabalhador paulista graças ao compromisso de modernização da máquina pública que estabelecemos desde o dia 1 de governo. É um ciclo muito bem-sucedido: criamos um ambiente de negócios confiável, que reflete na geração de postos de trabalho que, por sua vez, transforma vidas de famílias inteiras. O aumento de vagas formais, que trazem mais segurança ao trabalhador, também é motivo de celebração”, diz o governador Tarcísio de Freitas. Além disso, enquanto a população ocupada com carteira assinada subiu 5,2% de 2024 para 2025, a sem carteira assinada caiu 8,7%. Veja as taxas de desemprego ano a ano no estado de São Paulo: 2025: 5% 2024: 6,2% 2023: 7,5% 2022: 9,1% 2021: 14,4% 2020: 14,0% 2019: 12,4% 2018: 13,2% 2017: 13,5% 2016: 12,4% 2015: 10,1% 2014: 7,4% 2013: 7,5% 2012: 7,2% Já a taxa anual de informalidade foi de 29% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 38,1% e da região Sudeste de 33%. Em relação ao rendimento médio real habitual, enquanto no Brasil foi de R$ 3.560 em 2025, no estado de São Paulo ficou em R$ 4.190. O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.958) e que dos estados que compõem a região: Rio de Janeiro (R$ 4.177), Espírito Santo (R$ 3.497) e Minas Gerais (R$ 3.350). Os dados estão dentro das diretrizes do programa São Paulo na Direção Certa, que apontam o caminho a ser seguido para tornar o Estado mais eficiente, com maior capacidade de atração de investimentos e geração de oportunidades. Quarto trimestre No quarto trimestre de 2025 (de outubro a dezembro), o estado de São Paulo registrou taxa de desemprego de 4,7%, também a menor da série histórica do IBGE iniciada em 2012. Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (5,1%) e que da região Sudeste (4,8%). O total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi o maior entre todas as unidades da Federação: 11,593 milhões de pessoas – alta de 2,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, o total ficou em 39,409 milhões. Assim, o estado responde por 30% do total de trabalhadores com carteira assinada no país. O percentual de empregados com carteira assinada foi de 82,2% dos trabalhadores do setor privado no estado, segundo maior do país. No Brasil, o índice geral ficou em 74,4%. O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) era de 24,576 milhões no estado – alta de 1,1% em relação ao trimestre anterior e 1,3% ante o mesmo trimestre do ano passado. Foi o maior número em toda a série histórica desde 2012. No país, eram 102,998 milhões. Já o número de desocupados na força de trabalho era de 1,212 milhão – queda de 9,3% ante o trimestre anterior e de 20,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Foi o menor número em todos os trimestres desde o início da pesquisa, em 2012. Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,6% da população ocupada, São Paulo teve a terceira menor taxa entre os demais estados (29,7%). Já o rendimento médio em São Paulo ficou em R$ 4.324, maior que da região Sudeste (R$ 4.033) e da média do país (R$ 3.613). Além disso, o estado teve o maior rendimento entre os demais da região: Rio de Janeiro (R$ 4.183), Espírito Santo (R$ 3.508) e Minas Gerais (R$ 3.353). Veja as taxas de desemprego registradas trimestre a trimestre desde o início da pesquisa do IBGE: 2025 1º tri: 6,3% 2º tri: 5,1% 3º tri: 5,2% 4º tri: 4,7% 2024 1º tri: 7,4% 2º tri: 6,4% 3º tri: 6,1% 4º tri: 5,9% 2023 1º tri: 8,5% 2º tri: 7,8% 3º tri: 7,2% 4º tri: 6,9% 2022 2º tri: 9,2% 3º tri: 8,7% 4º tri: 7,7% 2020 (pandemia afetou pesquisa) 1º tri: 12,3% 2019 1º tri: 13,6% 2º tri: 12,9% 3º tri: 12,2% 4º tri: 11,6% 2018 1º tri: 14,1% 2º tri: 13,8% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,6% 2017 1º tri: 14,4% 2º tri: 13,6% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,8% 2016 1º tri: 12,2% 2º tri: 12,3% 3º tri: 12,9% 4º tri: 12,5% 2015 1º tri: 8,6% 2º tri: 9,2% 3º tri: 9,8% 4º tri: 10,2% 2014 1º tri: 7,3% 2º tri: 7,1% 3º tri: 7,3% 4º tri: 7,2% 2013 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7,4% 4º tri: 6,6% 2012 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7% 4º tri: 6,8% Trampolim e PATs O Governo de São Paulo conta com mais de 200 unidades dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) espalhadas por todo o estado para auxiliar quem está em busca de emprego. Os trabalhadores de São Paulo contam ainda com o Trampolim, plataforma que reúne vagas de emprego e cursos de qualificação. A plataforma Trampolim reúne vagas de emprego e cursos de qualificação em um só lugar. Por lá, o candidato pode aplicar filtros para vagas de acordo com a área e com a localização de sua preferência. Além disso, também encontra









