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Gilmar Mendes rejeita pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

Investidores do Banco Master já podem pedir devolução de valores investidos

Palmeiras encara o Mirassol para ‘dormir’ na liderança do Paulistão

Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado (17)

Homem é preso por violência doméstica após agredir ex-companheira em Limeira

SP enfrenta chuvas intensas e risco de temporais até domingo (18)

Dia: 17 de janeiro de 2026

Gilmar Mendes rejeita pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

Ministro do STF afirmou que habeas corpus foi apresentado por advogado sem vínculo com a defesa O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu não conhecer o pedido de habeas corpus que solicitava prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi proferida na sexta-feira (16), durante o recesso do Judiciário. Segundo o ministro, o pedido é inadmissível porque não foi apresentado pela defesa técnica do ex-presidente. O habeas corpus foi impetrado pelo advogado Paulo Emendabili Sousa Barros de Carvalhosa, que não integra a equipe responsável pela representação processual de Bolsonaro. Na decisão, Gilmar Mendes destacou que a defesa do ex-presidente está regularmente constituída e atua de forma ativa nos processos em curso, o que afasta a possibilidade de atuação substitutiva por terceiros. De acordo com o ministro, admitir pedidos dessa natureza poderia interferir indevidamente na estratégia defensiva e violar o princípio do juiz natural. O relator também citou jurisprudência consolidada do STF segundo a qual, embora o habeas corpus tenha legitimidade ampla, o manejo do instrumento por terceiros exige cautela, especialmente quando não há indícios de omissão ou deficiência da defesa constituída. O pedido havia sido encaminhado ao ministro Gilmar Mendes após o ministro Alexandre de Moraes declarar impedimento para analisar o caso. Moraes era apontado como autoridade coatora no habeas corpus, já que a ação questionava decisões de sua própria relatoria. Ao final, Gilmar Mendes afirmou que não conhecia do habeas corpus por manifesta inadmissibilidade, com base no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi comunicada aos ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Investidores do Banco Master já podem pedir devolução de valores investidos

Cerca de 800 mil credores têm direito ao ressarcimento; valor total das garantias soma R$ 40,6 bilhões Investidores e depositantes do Banco Master a partir deste sábado (17) podem solicitar o pagamento dos valores cobertos pela garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). O pedido está liberado, após a conclusão da consolidação da lista de credores feita pelo liquidante nomeado pelo Banco Central . Segundo o comunicado ao mercado, cerca de 800 mil credores têm direito ao ressarcimento. O valor total estimado a ser pago em garantias é de R$ 40,6 bilhões, ligeiramente abaixo da projeção inicial, que era de R$ 41,3 bilhões. Mesmo após o pagamento das garantias relacionadas ao conglomerado Master, o FGC informa que mantém liquidez de R$ 125 bilhões, suficiente para enfrentar cenários severos de estresse no sistema financeiro. Como funciona o pagamento da garantia O pagamento da garantia só é iniciado quando o Banco Central decreta a liquidação de uma instituição financeira. A partir daí, o liquidante reúne e revisa as informações dos credores processo técnico que pode levar, em média, até 30 dias úteis e encaminha a lista ao Fundo Garantidor de Créditos. Com essa base consolidada, o FGC libera o pedido para que os credores indiquem a conta bancária e validem os dados necessários para o recebimento. De acordo com o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima, após a conclusão das etapas no aplicativo ou no portal, o pagamento é feito em até dois dias úteis, diretamente em conta de titularidade do credor. Pedido para pessoa física No caso de pessoa física, a solicitação deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo do FGC, disponível nas lojas de aplicativos. O processo envolve duas etapas principais: Cadastro no aplicativo, com validação de dados e biometria; Solicitação do pagamento, que só fica disponível após o FGC receber a lista oficial de credores da instituição liquidada. Pelo aplicativo, também é possível acompanhar o andamento do pedido e receber notificações sobre cada etapa do processo. Pedido para pessoa jurídica Empresas credoras devem solicitar a garantia pelo Portal do Investidor, no site do FGC. O responsável legal precisa: Cadastrar a empresa no portal; Indicar os representantes autorizados; Concluir o pedido após a liberação da lista de credores. O pagamento é feito por transferência para conta corrente ou poupança em nome da empresa, com o mesmo CNPJ informado no pedido. E no caso do DPGE? Para investidores com DPGE (Depósitos a Prazo com Garantia Especial), o pedido é feito diretamente pelo site do FGC, por meio de um link específico que é liberado quando a instituição associada entra em liquidação. Após o preenchimento do formulário e o envio da documentação, o credor assina o termo de sub-rogação e a autorização para transferência do ativo registrado na B3. O pagamento é realizado na conta de titularidade do investidor, após a validação dos dados.   Fonte: R7 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Palmeiras encara o Mirassol para ‘dormir’ na liderança do Paulistão

Adversário tem sido pedra no sapato do Verdão O Palmeiras encara o Mirassol neste sábado (16), às 20h30, na Arena Barueri, pela terceira rodada do Campeonato Paulista. Em segundo lugar, com seis pontos, o time de Abel Ferreira quer somar mais três para dormir na liderança — o Red Bull Bragantino está na ponta da tabela, mas só joga amanhã contra o Botafogo-SP. Nos últimos anos, o Mirassol tem sido uma pedrinha no sapato do Palmeiras. Em 2025, a única vitória do alviverde diante do clube do interior foi pelo Paulistão, na última rodada da fase de grupos — ainda no formato antigo. No Brasileirão do ano passado, o Verdão perdeu por 2 a 1 fora de casa e empatou por 1 a 1 jogando no Allianz Parque. Para a partida de hoje, Abel Ferreira deve promover mudanças na escalação. Jefté (recuperado de um edema), Maurício, Marlon Freitas e Ramón Sosa (poupados contra o Santos), devem ser novidade. Outra mudança prevista no time passa pela ausência de Andreas Pereira, que sofreu uma lesão no ombro no jogo contra o Peixe — a expectativa é que o jogador fique fora, em tratamento, por cerca de um mês. Mirassol venceu o São Paulo na estreia do estadual – TAINA ARAUJO/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO – 15.01.2026 O Mirassol começou o Paulistão com o pé direito e venceu o São Paulo por 3 a 0 na estreia, mantendo a invencibilidade do time no Estádio José Maria de Campos Maia — no Brasileirão, em 2025, o Leão não perdeu jogando diante da sua torcida. Na segunda rodada, porém, o time comandado por Rafael Guanaes foi derrotado pelo Primavera por 3 a 1, fora de casa. O treinador, inclusive, assumiu a responsabilidade pelo revés e disse que o Leão continua em um momento de reestruturação, após diversas mudanças no elenco.   Fonte: R7 Foto: VINICIUS NUNES/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO

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Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado (17)

Após 26 anos de negociação, representantes dos blocos de integração regional Mercosul e União Europeia (UE) devem assinar, neste sábado (17), um acordo de livre comércio com potencial de integrar um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas (450 milhões na UE e cerca de 295 milhões no Mercosul). Aprovado por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado será assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul. A cerimônia de assinatura acontecerá a partir das 12h15 (horário de Brasília), no teatro José Asunción Flores, do Banco Central paraguaio – mesmo local onde, em 1991, foi assinado o Tratado de Assunção, considerado o primeiro passo para a criação do Mercado Comum do Sul (Mercosul), hoje composto por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. O evento contará com a presença de representantes dos países-membros, a exemplo dos presidentes Javier Milei (Argentina); Rodrigo Paz (Bolívia); Santiago Peña (Paraguai) e Yamandú Orsi (Uruguai), bem como da cúpula europeia, como Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu. Por questões de agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não viajará ao Paraguai. O Brasil será representado na cerimônia de assinatura pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Na véspera (16), contudo, Lula recebeu Ursula e Costa no Rio de Janeiro, onde discutiram a implementação do acordo comercial e outros temas da agenda internacional. Protocolar, a assinatura do acordo comercial formaliza o fim da fase de tratativas técnicas e políticas iniciadas em junho de 1999, quando as partes começaram a negociar seus termos. O texto estabelece a gradual eliminação de tarifas de importação para mais de 90% do comércio bilateral, envolvendo bens industriais (máquinas, ferramentas, automóveis e outros produtos e equipamentos) e produtos agrícolas. Após a assinatura, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A entrada em vigor da parte comercial do acordo depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos. De qualquer forma, a expectativa é que o tratado seja implementado gradualmente e que seus efeitos práticos demorem algum tempo para começar a ser sentidos, estabelecendo a maior zona de livre comércio do mundo. Nesta quinta-feira (15), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse crer que o acordo comercial entre em vigor ainda no segundo semestre deste ano. Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência”, afirmou Alckmin. Celebrado por governos e setores industriais, o acordo é alvo de críticas e protestos de agricultores europeus que temem a concorrência dos produtos sul-americanos, já que, entre outras coisas, eliminará tarifas alfandegárias. O tratado também é alvo da desconfiança de ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola – embora a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, avalie que o texto final está alinhado à agenda ambiental, em termos capazes de promover o desenvolvimento e proteger a natureza. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional. >> Confira os principais pontos do acordo: 1. Eliminação de tarifas alfandegárias Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços; Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos; União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos. 2. Ganhos imediatos para a indústria Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais. >> Setores beneficiados: Máquinas e equipamentos; Automóveis e autopeças; Produtos químicos; Aeronaves e equipamentos de transporte. 3. Acesso ampliado ao mercado europeu Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo; UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões; Comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas. 4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis Produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação; Acima dessas cotas, é cobrada tarifa; Cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições; Mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus; Na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil; No mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor. 5. Salvaguardas agrícolas >>UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se: Importações crescerem acima de limites definidos; Preços ficarem muito abaixo do mercado europeu; Medida vale para cadeias consideradas sensíveis. 6. Compromissos ambientais obrigatórios Produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal; Cláusulas ambientais são vinculantes; Possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris. 7. Regras sanitárias continuam rigorosas UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários. Produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar. 8. Comércio de serviços e investimentos >>Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros. >>Avanços em setores como: Serviços financeiros; Telecomunicações; Transporte; Serviços empresariais. 9. Compras públicas Empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE; Regras mais transparentes e previsíveis. 10. Proteção à propriedade intelectual Reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias; Regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais. 11. Pequenas e médias empresas (PMEs) Capítulo específico para PMEs; Medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação; Redução de custos e burocracia para pequenos exportadores. 12. Impacto para o Brasil Potencial de aumento das exportações, especialmente do agro e da indústria; Maior integração a cadeias globais de valor; Possível atração de investimentos estrangeiros no médio e longo prazo. 13. Próximos passos Assinatura prevista para 17 de janeiro, no Paraguai; Aprovação pelo Parlamento Europeu; Ratificação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai;

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