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Dia: 13 de setembro de 2025

Semifinalistas da Copa do Brasil, Flu e Corinthians viram a chave para buscar reação no Brasileirão

O Fluminense recebe o Corinthians no Maracanã, às 21h deste sábado (13), pela 23ª rodada do Brasileirão. Os dois times chegam com moral após garantirem a classificação para as semis da Copa do Brasil durante a semana. Agora, o Tricolor e o Timão querem aproveitar o bom momento para reagir no campeonato nacional — eles estão em 9º e 12º lugar, respectivamente, na tabela. Para a partida de hoje, o Fluminense, de Renato Gaúcho, conta com um retrospecto positivo jogando em casa em 2025. Nesta temporada, são apenas três derrotas em 24 partidas disputadas no Maracanã. O Tricolor, que segue vivo na Copa do Brasil e na Libertadores, quer somar três pontos para diminuir a diferença do primeiro pelotão, e tentar chegar ao G-6. Herói da classificação do Flu no torneio nacional mata-mata, o zagueiro Thiago Silva esta em ótima fase e é um dos responsáveis por manter a qualidade do time. Sob o comando de Dorival Júnior, o Corinthians quer repetir o desempenho da Copa do Brasil, com 100% de aproveitamento. Para isso, o treinador deve apostar em Gui Negão, joia da base de 18 anos, que ganhou espaço com a ausência de Yuri Alberto, e provou que pode ser decisivo. Para a partida de hoje, Dorival não vai poder contar com um dos principais nomes do elenco corintiano. Memphis Depay foi diagnosticado um edema no músculo posterior da coxa direita após o jogo contra o Athletico-PR. O holandês iniciou o tratamento, mas segue como desfalque. Como chegam os times? O Fluminense vem de empate fora de casa contra o Santos na rodada anterior. O time comandado por Renato Portaluppi é o nono colocado na tabela de classificação e soma 28 pontos em 20 jogos, com oito vitórias, quatro empates e oito derrotas. Já o Corinthians saiu do clássico contra o Palmeiras com um ponto no último jogo e foi para a 12ª posição. Com seis partidas ganhas, oito empatadas e outras oito perdidas, o Timão soma 26 pontos em 22 duelos.   Fonte: R7 Foto: RUANO CARNEIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO e CAIO DE SOUSA/PERA PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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Inelegibilidade e indenização de R$ 30 milhões: entenda outras penas de Bolsonaro e aliados

Além da condenação à prisão, ex-presidente e outros condenados receberam penas específicas O ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados foram condenados pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta semana pela tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022. Além das penas de prisão, os ministros fixaram sanções complementares, como o pagamento de R$ 30 milhões em indenização coletiva, oito anos de inelegibilidade a todos os envolvidos e a perda de cargo público no caso de Anderson Torres e Alexandre Ramagem, ambos delegados da Polícia Federal. Outro ponto definido foi que, no caso dos cinco militares das Forças Armadas condenados a mais de dois anos de prisão, deverá ser aberto um processo de perda da patente na Justiça Militar assim que o julgamento transitar em julgado, isto é, quando não houver mais como recorrer da sentença do STF. As defesas ainda podem apresentar recursos ao STF contra a decisão. Para isso, no entanto, é necessário que a Primeira Turma do STF publique o acórdão da condenação, que o documento com a decisão do colegiado. O prazo para a publicação é de até 60 dias. Quando isso for feito, os advogados dos oito condenados terão até cinco dias úteis para contestar o julgamento. Inelegibilidade Todos os condenados foram declarados inelegíveis pelo prazo de oito anos. Esse tempo pode começar a ser contado só depois do cumprimento da pena de prisão, como prevê a atual redação da Lei da Ficha Limpa. Contudo, uma mudança recentemente aprovada pelo Congresso Nacional pode fazer com que o período passe a valer a partir da data da condenação. O projeto aprovado pelo parlamento depende da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a nova regra passe a valer. Indenização coletiva Após a fixação das penas individuais, os ministros estabeleceram em R$ 30 milhões o valor mínimo de indenização a ser pago pelo grupo. A quantia é referente a danos morais coletivos e vai servir para ressarcir o prejuízo pela depredação dos prédios públicos em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Esse valor será pago de forma solidária com outros condenados pelos atos antidemocráticos. Mauro Cid foi excluído da indenização, visto que não havia previsão de multa no acordo de colaboração premiada que ele firmou com a Polícia Federal ao longo do processo. Perda de mandato A Primeira Turma também determinou a perda do mandato do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). O colegiado decidiu isso porque a pena em regime fechado aplicada ao parlamentar (pouco mais de 16 anos de prisão) é superior a 120 dias (prazo máximo de afastamento de um parlamentar) o que o impediria de marcar presença nas sessões da Câmara dos Deputados. Sendo assim, ele perderia o mandato por faltas. Segundo a decisão do colegiado, a Câmara terá que declarar a perda do mandato, sem abrir uma votação para referendar ou rejeitar a ordem. A Câmara ainda não se pronunciou oficialmente sobre esse ponto. Contudo, em um caso recente envolvendo a deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada pelo STF à perda do mandato no caso da invasão aos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), a Casa contrariou o Supremo e abriu um procedimento para decidir se a parlamentar deve ser cassada. Perda de cargo público Ramagem e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, ambos delegados de Polícia Federal, devem perder os cargos. Essa pena foi aplicada porque o Código Penal estabelece que a perda de cargo ou função pública é um efeito da condenação à prisão por tempo igual ou superior a um ano em crimes praticados com abuso de poder ou violação do dever para com a administração pública. Perda de patente A Primeira Turma do STF determinou que, após o trânsito em julgado, o STM (Superior Tribunal Militar) seja oficiado para declarar a perda da patente de Bolsonaro, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier. Segundo a Constituição, oficiais das Forças Armadas condenados pela Justiça comum a mais de dois anos de prisão podem perder o posto e a patente. Na sexta-feira (13), o tribunal militar disse que não pode agir por conta própria no caso e que vai precisar ser acionado pelo MPM (Ministério Público Militar). “A atuação do tribunal depende de prévia provocação do Ministério Público Militar, sendo inviável qualquer atuação ex officio. O STM exerce função eminentemente jurisdicional”, informou o órgão. O STM destacou que não pode rever as condenações, apenas decidir sobre a perda das patentes. “Cabe à Corte Militar decidir apenas sobre a idoneidade de permanência do oficial no posto, não reavaliando o mérito da condenação já proferida.” Caso o STM instaure um procedimento contra os militares de alta patente condenados pela trama golpista e entenda que eles não têm mais aptidão para ostentar as insígnias de general ou almirante, perderão definitivamente a patente, além dos salários e benefícios vinculados ao cargo. Nessa hipótese, a remuneração poderá ser convertida em pensão para cônjuges ou filhos menores. O mesmo critério vale para Bolsonaro. No entanto, mesmo na reserva, ele manteria o título de capitão reformado. Perguntas e Respostas Quais foram as condenações de Jair Bolsonaro e seus aliados? Jair Bolsonaro e mais sete aliados foram condenados pela Primeira Turma do STF pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. As penas incluem prisão, inelegibilidade por oito anos e um pagamento de R$ 30 milhões em indenização coletiva. Qual é o valor da indenização e a que se refere? O valor da indenização é de R$ 30 milhões, referente a danos morais coletivos, destinado a ressarcir os prejuízos causados pela depredação dos prédios públicos em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Quais sanções adicionais foram impostas aos condenados? Além da indenização, todos os condenados foram declarados inelegíveis por oito anos. A perda de cargo público foi determinada para Anderson Torres e Alexandre Ramagem, e os militares condenados a mais de dois anos de prisão terão processos para perda de patente na Justiça Militar. Como será o processo de perda de patente para os militares? Os militares condenados a mais de

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