Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Mulher é resgatada após cair em poço de 16 metros de profundidade em Campinas

Câmera flagra dupla furtando motocicleta em poucos segundos em Limeira

Incêndio de grandes proporções atinge fábrica de solventes e provoca explosões em Itaquaquecetuba

Nova convocação da Prefeitura reúne 201 aprovados em concursos e processo seletivo

Zoo Americana registra mais de 30 mil visitas em julho, maior público dos últimos 12 meses

Funcionário preso após ataque em atacadista de Jundiaí já havia respondido por tentativa de feminicídio

Dia: 14 de agosto de 2025

Mar da Galileia fica vermelho e levanta interpretações de mau presságio bíblico

Autoridades informaram que a água segue própria para banho e não há registros de problemas de saúde O Mar da Galileia, em Israel, mudou de cor e apresentou tons avermelhados no último final de semana, causando preocupação entre moradores e gerando comparações com passagens bíblicas como as “dez pragas do Egito”. Para parte da população, o fenômeno foi interpretado como mau presságio. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente de Israel, a alteração ocorreu devido à proliferação da microalga Botryococcus braunii. A espécie pode adquirir coloração vermelha quando há acúmulo de um pigmento natural sob intensa luz solar. As autoridades informaram que as algas são inofensivas, a água segue própria para banho e não há registros de problemas de saúde. O fenômeno é favorecido por altas temperaturas, forte incidência de luz e presença de nutrientes na água. Embora seja verde, a microalga produz hidrocarbonetos que podem ser usados na fabricação de biocombustíveis. Casos semelhantes já foram registrados na região, incluindo uma lagoa próxima ao Mar Morto, na Jordânia, que ficou vermelha em 2021. O Mar da Galileia tem importância histórica e religiosa para cristãos e judeus. No Novo Testamento, é cenário de episódios como a caminhada sobre as águas, a pesca milagrosa e a multiplicação de pães e peixes. Já para os hebreus, foi uma importante área de pesca e moradia. Especialistas destacam que o episódio é uma forma de maré vermelha, fenômeno natural em que microalgas ou cianobactérias se multiplicam e produzem pigmentos que alteram a cor da água. Nem todas as marés vermelhas são tóxicas, mas algumas podem causar prejuízos à vida marinha e à saúde humana. No caso do Mar da Galileia, não há indícios de risco. O que aconteceu com o Mar da Galileia recentemente? O Mar da Galileia, em Israel, apresentou tons avermelhados no último final de semana, gerando preocupação entre os moradores e comparações com passagens bíblicas, como as “dez pragas do Egito”. Qual é a causa da mudança de cor da água? A alteração da cor foi causada pela proliferação da microalga Botryococcus braunii, que pode adquirir coloração vermelha quando há acúmulo de um pigmento natural sob intensa luz solar. A água do Mar da Galileia é segura para banho? Sim, as autoridades informaram que a água continua própria para banho e não há registros de problemas de saúde associados ao fenômeno. Quais condições favorecem esse fenômeno? O fenômeno é favorecido por altas temperaturas, forte incidência de luz e presença de nutrientes na água. Esse fenômeno já ocorreu em outras ocasiões? Sim, casos semelhantes já foram registrados na região, incluindo uma lagoa próxima ao Mar Morto, na Jordânia, que ficou vermelha em 2021. Qual é a importância histórica e religiosa do Mar da Galileia? O Mar da Galileia é importante para cristãos e judeus, sendo cenário de episódios do Novo Testamento, como a caminhada sobre as águas, a pesca milagrosa e a multiplicação de pães e peixes. Para os hebreus, foi uma área significativa de pesca e moradia. O que especialistas dizem sobre o fenômeno? Especialistas afirmam que o episódio é uma forma de maré vermelha, um fenômeno natural em que microalgas ou cianobactérias se multiplicam e produzem pigmentos que alteram a cor da água. Embora nem todas as marés vermelhas sejam tóxicas, algumas podem prejudicar a vida marinha e a saúde humana. No caso do Mar da Galileia, não há indícios de risco.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Flickr/Daniel Weber

Leia Mais

Acusado de crimes de guerra pelo TPI, Putin pode ser preso durante encontro com Trump?

Líderes serão recebidos na base Elmendorf-Richardson, a maior instalação militar do Alasca, na próxima sexta-feira (15) O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participará de uma cúpula com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Alasca, marcada para sexta-feira (15), mesmo sendo alvo de um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional em 2023 por acusações de crimes de guerra. A escolha do local, entretanto, elimina o risco de prisão do líder russo, já que os Estados Unidos não são signatários do TPI e não têm obrigação legal de detê-lo. Segundo especialistas em segurança e direito internacional ouvidos pelo jornal britânico The Sun, Putin só viaja a países que não reconhecem a jurisdição do tribunal. Além da Rússia e dos Estados Unidos, essa lista inclui China, Paquistão e outras nações que ignoram a estrutura jurídica internacional. Hamish de Bretton-Gordon, ex-oficial britânico ouvido pelo jornal, afirmou que o encontro no Alasca representa uma “brecha” para o líder russo circular sem risco de detenção. A localização também atende a exigências de segurança do Kremlin. O Alasca mantém proximidade geográfica com o extremo leste da Rússia e permite que o avião presidencial russo voe quase todo o trajeto em espaço aéreo considerado seguro. O czar Alexandre II vendeu o território aos Estados Unidos em 1867 por 7,2 milhões de dólares, e a região hoje é vista por autoridades americanas como estratégica para defesa nacional e dissuasão no Ártico. Embora o encontro seja visto por analistas como uma vitória simbólica para Putin, Trump também ganha protagonismo por receber o presidente russo em solo americano. A Casa Branca confirmou na terça-feira (12) que a reunião vai ser em Anchorage, a maior cidade do Alasca. Os dois vão serão recebidos na base Elmendorf-Richardson, a maior instalação militar do Alasca. A base de 26 mil hectares é um local estratégico para a preparação militar dos EUA no Ártico. A mídia russa classificou a cúpula como um “golpe diplomático” contra o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que ficou de fora das negociações. O evento ocorre em um momento de alta tensão internacional e deverá ser acompanhado de perto por governos e organismos multilaterais. Qual é o motivo da cúpula entre Putin e Trump no Alasca? O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participará de uma cúpula com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Alasca, marcada para sexta-feira (15). Ele é alvo de um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em 2023 por acusações de crimes de guerra. Por que o encontro no Alasca elimina o risco de prisão para Putin? A escolha do local elimina o risco de prisão do líder russo, pois os Estados Unidos não são signatários do TPI e não têm obrigação legal de detê-lo. Quais países Putin costuma visitar e por quê? Putin só viaja a países que não reconhecem a jurisdição do TPI. Além da Rússia e dos Estados Unidos, isso inclui China, Paquistão e outras nações que ignoram a estrutura jurídica internacional. O que especialistas dizem sobre a segurança do encontro? Hamish de Bretton-Gordon, ex-oficial britânico, afirmou que o encontro no Alasca representa uma “brecha” para Putin circular sem risco de detenção. A localização também atende a exigências de segurança do Kremlin, permitindo que o avião presidencial russo voe em espaço aéreo considerado seguro. Qual é a importância estratégica do Alasca para os EUA? O Alasca é visto como estratégico para a defesa nacional e dissuasão no Ártico. O czar Alexandre II vendeu o território aos Estados Unidos em 1867 por 7,2 milhões de dólares. Como a mídia russa está reagindo ao encontro? A mídia russa classificou a cúpula como um “golpe diplomático” contra o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que ficou de fora das negociações. O evento ocorre em um momento de alta tensão internacional e será acompanhado de perto por governos e organismos multilaterais. Onde será realizada a cúpula e qual a importância do local? A Casa Branca confirmou que a reunião será em Anchorage, a maior cidade do Alasca, na base Elmendorf-Richardson, a maior instalação militar do Alasca, que é um local estratégico para a preparação militar dos EUA no Ártico.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Mikhail Klimentyev/TASS

Leia Mais

Rebeca Andrade anuncia que não competirá Mundial de Ginástica Artística de 2025

Quem estava ansioso para o retorno da maior medalhista olímpica do Brasil às competições, vai ter que esperar mais um pouco. Rebeca Andrade confirmou, nesta terça-feira, que só voltará aos compromissos oficiais nos ginásios em 2026. Inicialmente, o objetivo da atleta e da sua equipe técnica era o Mundial de Jacarta, que ocorre em outubro, na Indonésia, mas os planos mudaram. A ginasta vai estender o seu período sabático nesta temporada, com o intuito de descansar, aproveitar as oportunidades comerciais após campanha histórica em Paris-2024 e, sobretudo, se fortalecer física e mentalmente para o ciclo olímpico de Los Angeles-2028. Rebeca não compete desde setembro de 2024, quando participou Campeonato Brasileiro. “Destreinamento ativo” “A gente optou por ela não competir este ano. Dentro do planejamento da Rebeca, este ano seria mais tranquilo. Ativo sim dentro do ginásio, manter a preparação física, a proteção articular de todo o corpo, que ela precisa, fisioterapia, dores crônicas que ela leva, e vai levar talvez até quando parar a ginástica. É muito sacrifício”, afirmou o técnico Francisco Porath, o Xico, ao Globo Esporte. “Vamos manter esse ‘destreinamento ativo’, que ela possa atender toda essa demanda fora do ginásio. Toda a equipe achou que não era o melhor momento para não tirar ela desse voo de cruzeiro que a gente tá, e tá indo muito bem. Aí sim em 2026 a gente tem compromissos muito importantes. Começa a valer a classificação olímpica”, completou o treinador. Mesmo sem competições em 2025, a medalhista olímpica continua treinando no Centro de Treinamento do Time Brasil, no Rio de Janeiro, só que em um ritmo menos intenso. Até então, durante o descanso, ela vem participando – e vencendo – premiações importantes no cenário do esporte internacional, como o Laureus, e fazendo viagens pessoais mundo afora. Fora também do Solo e do Individual Geral “Tô descansando. Tá sendo bem importante pra mim. Era algo que eu queria há muito tempo, mas eu entendia as minhas prioridades. Então acabei jogando mais pra frente. Mas hoje para mim tá sendo maravilhoso”, disse Rebeca, que compete profissionalmente no adulto, sem grandes períodos de folga, desde 2015. O anúncio desta quarta-feira segue uma confirmação que os fãs de ginástica artística esperavam desde o fim dos últimos Jogos Olímpicos, mas não queriam aceitar: Rebeca não competirá mais no solo. Sem mais “Baile de Favela” e “Movimento da Sinfoninha”, a atual campeã olímpica do aparelho, em final disputada contra Simone Biles que resultou em pódio histórico com três ginastas negras, decidiu preservar o joelho. Ao longo da carreira, ela já passou por cinco cirurgias delicadas, e a intenção é preservar o físico para estar bem em Los Angeles. Com a decisão, no entanto, a atleta fica automaticamente fora das disputas no individual geral, já que não se apresentará mais em um dos quatro aparelhos necessários para compor a nota dessa categoria.   Fonte: R7 Foto: AFP / CP

Leia Mais

Tentativa de golpe: veja argumentos de Bolsonaro e demais réus contra condenação

O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus na ação penal que apura uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 apresentaram nesta quarta-feira (13) suas alegações finais ao STF (Supremo Tribunal Federal). Nas manifestações, todos pediram a absolvição e alegaram que não há provas concretas que sustentem as acusações feitas pela PGR (Procuradoria-Geral da República). Com a entrega das alegações finais, o processo entra na reta final e fica pronto para julgamento. Caberá à Primeira Turma do STF decidir o destino dos réus. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, deve conceder um prazo de cerca de um mês para que os demais integrantes do colegiado analisem o processo antes de pedir a inclusão do julgamento na pauta. A ação penal envolve militares e ex-integrantes do governo Bolsonaro acusados de planejar e incentivar ações para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo reuniões, discursos e supostos planos de interferência no processo eleitoral. A defesa de todos os acusados afirma que os fatos apontados pela PGR foram distorcidos e não configuram crimes previstos no Código Penal. Jair Bolsonaro Defesa de Jair Bolsonaro pediu absolvição – Ton Molina/STF  A defesa do ex-presidente sustenta que houve nulidades processuais, ausência de provas concretas e que as condutas atribuídas a ele não configuram crime. Os advogados afirmam que houve cerceamento de defesa, alegando que não tiveram acesso integral a todo o material probatório — como mídias digitais e dados de celulares — antes das audiências. Alegam ainda que não puderam participar de interrogatórios de outros acusados ligados aos mesmos fatos. Outro ponto é a contestação da validade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A defesa sustenta que ele mentiu e foi pressionado, inclusive com restrições de visitas familiares, o que teria viciado a colaboração. Segundo os advogados, a acusação baseia-se quase exclusivamente no depoimento do militar, apesar de omissões e contradições. A defesa afirma que não há provas de envolvimento de Bolsonaro em qualquer plano golpista, nem ordens para movimentação de tropas. Sustenta que manifestações políticas e críticas ao sistema eleitoral são atos legítimos, protegidos pelo debate democrático, e que as ações atribuídas seriam, no máximo, preparatórias — e, portanto, não puníveis. Os advogados ressaltam que ele garantiu a transição de governo e pediu a desmobilização de protestos, o que contrariaria a narrativa acusatória. Sobre os atos de 8 de janeiro de 2023, os advogados dizem que se tratam de crimes multitudinários, nos quais não é possível imputar instigação a um agente sem destinatários determinados. A defesa também nega a existência de organização criminosa armada sob liderança de Bolsonaro. Se o ex-presidente não for absolvido, a defesa pede que seja reconhecido que ele desistiu por vontade própria de levar adiante qualquer suposto plano. Outra opção solicitada é que os crimes apontados sejam tratados como um só ou como partes de uma mesma ação, para evitar que ele seja punido duas vezes pelo mesmo fato. Braga Netto Defesa de Braga Netto pediu absolvição – Antonio Augusto/STF  A defesa de Braga Netto sustenta que o processo deve ser anulado por supostas nulidades processuais ou, no mérito, que não há provas da participação dele em atos criminosos ligados à tentativa de golpe de Estado. A defesa afirma que a investigação nasceu de forma ilegal, ao retomar fatos já arquivados, e que o STF seria incompetente para julgá-lo, pois ele não exercia função com foro privilegiado na época. Também aponta suspeição do relator, ministro Alexandre de Moraes, por ser a “vítima” indicada na denúncia, e acusa o magistrado de atuação “inquisitorial”, incluindo direcionamento de depoimentos e participação em oitivas. Os advogados ainda pedem a nulidade da delação de Mauro Cid, alegando falta de concordância da Procuradoria-Geral da República, ausência de provas de corroboração e coação policial para obtenção de depoimentos. A defesa sustenta que as acusações se baseiam unicamente na palavra de Mauro Cid, com versões contraditórias, e que não há provas de envolvimento de Braga Netto em reuniões golpistas, entrega de dinheiro, coordenação de ataques virtuais ou ligação com os atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília — quando estaria no Rio de Janeiro. Afirma que documentos e grupos de mensagens citados na denúncia não provam sua ciência ou adesão a supostos planos ilícitos. Além disso, argumenta que, mesmo se os fatos fossem comprovados, eles seriam atípicos, configurando no máximo atos preparatórios sem violência ou grave ameaça. Caso haja condenação, a defesa pede pena no mínimo legal, afastamento de agravantes, aplicação de concurso formal e que não seja fixado valor mínimo para reparação de danos. Anderson Torres Defesa de Anderson Torres pediu absolvição – Ton Molina/STF  A defesa do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF Anderson Torres afirmam que as condutas imputadas a ele são atípicas e que não há provas de participação dolosa nos crimes de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Entre os pontos centrais, a defesa questiona a competência do STF para julgar o caso, alegando que Torres não tem foro privilegiado e que não há conexão com autoridades que possuem essa prerrogativa. Os advogados também afirmam que houve cerceamento de defesa, citando o indeferimento de diligências como a identificação de quem publicou na internet a chamada “minuta do golpe” — que, segundo eles, já circulava no Google antes de ser apreendida na casa de Torres. A defesa sustenta que a denúncia não descreve elementos essenciais para caracterizar os crimes imputados. Os advogados argumentam que não houve associação estruturada para fins criminosos, nem uso de violência ou grave ameaça por parte de Torres. A defesa rebate episódios citados pela acusação, como a live de julho de 2021, reuniões com ministros e comandantes militares, suposto direcionamento da PRF no segundo turno e a omissão na segurança de Brasília. Em todos os casos, afirmam haver testemunhos e documentos que mostram que Torres não participou de tratativas golpistas, agiu dentro da legalidade e não estava no Brasil

Leia Mais

Aluguel residencial acumula aumento médio de 10,28% em um ano, o dobro da inflação

O aluguel residencial acumula aumento médio de 10,28% nos últimos 12 meses, o dobro da inflação oficial do país. O dado é do Índice FipeZAP de julho, divulgado nesta quinta-feira (14), com base em informações de 36 cidades. O valor supera as variações da inflação, tanto a medida pelo IPCA/IBGE (+5,23%), como a do IGP-M/FGV (+2,96%). Os imóveis com quatro dormitórios lideraram a valorização média nesse período, com alta de 11,33%, enquanto o aumento de unidades de dois dormitórios foi de 9,90%. Das 36 localidades monitoradas, 34 registraram aumento no valor do aluguel residencial, incluindo as seguintes capitais: Salvador (+20,39%); Belém (+18,42%); Teresina (+17,69%); Cuiabá (+15,79%); Fortaleza (+14,89%); Porto Alegre (+14,29%); Recife (+13,72%); Belo Horizonte (+13,29%); João Pessoa (+12,72%); São Luís (+12,02%); Natal (+10,73%); Manaus (+10,69%); Goiânia (+10,40%); Vitória (+10,03%); São Paulo (+10,01%); Florianópolis (+9,78%); Maceió (+9,75%); Curitiba (+9,38%); Rio de Janeiro (+9,29%); Campo Grande (+7,09%). Já em Brasília e Aracaju, os preços de locação residencial recuaram 1,26% e 0,06% em 12 meses, respectivamente. No mês Em julho, o aumento médio foi de 0,45% nos preços de locação residencial. O que equivale a uma nova desaceleração em relação às altas apuradas em abril (+1,15%); maio (+0,59%) e junho (+0,51%). Já no acumulado dos últimos sete meses deste ano, o Índice FipeZAP registrou alta de 6,13% no, até julho. O preço médio foi de R$ 49,46/m² em julho, com base nos anúncios de apartamentos prontos nas 36 cidades que fazem parte do Índice FipeZAP de Locação Residencial. Os maiores valores ocorrerem entre imóveis com um dormitório (R$ 66,65/m²) e os menores, em unidades com três dormitórios (R$ 42,22/m²). O preço do aluguel nas capitais São Paulo (R$ 61,63/m²); Recife (R$ 59,83/m²); Belém (R$ 59,40/m²); Florianópolis (R$ 58,64/m²); São Luís (R$ 55,21/m²); Rio de Janeiro (R$ 53,23/m²); Maceió (R$ 52,53/m²); Manaus (R$ 49,47/m²); Vitória (R$ 49,03/m²); Salvador (R$ 48,21/m²); Brasília (R$ 47,29/m²); Belo Horizonte (R$ 47,24/m²); João Pessoa (R$ 44,90/m²); Curitiba (R$ 44,71/m²); Cuiabá (R$ 44,46/m²); Goiânia (R$ 42,45/m²); Porto Alegre (R$ 42,05/m²); Natal (R$ 39,24/m²); Campo Grande (R$ 37,39/m²); Fortaleza (R$ 35,42/m²); Aracaju (R$ 25,82/m²); Teresina (R$ 24,43/m²). Rentabilidade O retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 5,93% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. A rentabilidade média foi maior entre imóveis residenciais com um dormitório (6,70% ao ano), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,88% ao ano).   Fonte: R7 Foto: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leia Mais

Após 18 meses de alta, preço do café cai em julho, mas acumula inflação de 70% em um ano

O preço do café moído ficou 1,01% mais barato em julho, interrompendo uma sequência de 18 meses seguidos de aumento, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país, divulgada na terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A última queda — de 0,23% — havia ocorrido em dezembro de 2023. Desde então, o item sofreu aumentos sucessivos, pressionado por fatores como a redução na oferta, a valorização do grão no mercado internacional e custos mais altos de produção e transporte. Apesar do recuo em julho, o preço do café moído ainda pesa no bolso dos consumidores. No acumulado dos últimos 12 meses, o produto acumula inflação de 70,51%. Esse avanço coloca o café como o alimento com maior alta no período, refletindo a sensibilidade do item a variações climáticas nas regiões produtoras e à volatilidade cambial. Variação do preço do café nos últimos 12 meses – Luce Costa/Arte R7 A redução no preço do café já havia aparecido nos resultados de julho tanto do IPCA-15, a prévia da inflação calculada pelo IBGE, quanto do IPC (Índice de Preços ao Consumidor), indicador da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A inflação geral também marcou alta em julho, avançando 0,26%, com grande pressão da conta de luz, cujo aumento de 10,18% no acumulado do ano representa o maior impacto individual no índice desde 2018. Ao mesmo tempo, grupos como alimentação e bebidas, vestuário e comunicação registraram recuo nos preços, ajudando a aliviar parte da pressão inflacionária no mês. Perguntas e respostas sobre o assunto Qual foi a variação do preço do café moído em julho? O preço do café moído caiu 1,01% em julho, interrompendo uma sequência de 18 meses seguidos de aumento, conforme dados do IPCA divulgados pelo IBGE. Quando foi a última vez que o preço do café havia caído antes de julho? A última queda no preço do café moído ocorreu em dezembro de 2023, quando houve uma redução de 0,23%. Qual é a inflação acumulada do café moído nos últimos 12 meses? No acumulado dos últimos 12 meses, o preço do café moído acumula uma inflação de 70,51%, tornando-se o item com a maior alta no período. Como a redução no preço do café foi refletida em outros indicadores? A redução no preço do café também foi observada nos resultados de julho do IPCA-15 e do IPC, que são indicadores de inflação. Qual foi a inflação geral do país em julho? A inflação geral do país acelerou e chegou a 0,26% em julho, enquanto o grupo de alimentação e bebidas registrou uma queda de 0,27%.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Leia Mais

Tarifaço: plano bilionário do governo é paliativo e não atinge problemas estruturais do Brasil

O governo federal anunciou, no início da tarde de quarta-feira (13), um pacote de R$ 30 bilhões para ajudar empresas afetadas pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Especialistas, porém, apontam cuidados e críticas às medidas. O pacote foi anunciado mais de um mês após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decretar as tarifas, período em que empresas e setores produtivos já registravam perdas significativas. O programa concentra-se principalmente em pequenas e médias empresas, deixando medidas imediatas para grandes exportadores ainda indefinidas. Especialistas ouvidos pelo R7 enxergam as medidas como passo inicial esperado, mas há sérias preocupações com o impacto fiscal e a necessidade de ampliar mercados para reduzir a dependência dos EUA após “política externa agressiva”. ‘Solução paliativa’ Para Fabio Murad, CEO da Super-ETF Educação, o pacote representa uma solução paliativa diante de problemas estruturais mais profundos: “A MP reflete uma tentativa desesperada de enfrentar as consequências de uma política externa agressiva, mas ela é uma solução paliativa diante de problemas estruturais mais profundos. A medida, ainda que seja vista como um alívio momentâneo para setores afetados, como o agronegócio e a indústria, não resolve a fragilidade fiscal do país.” Segundo o especialista, no ponto de vista econômico, essa ação pode até trazer algum alívio pontual, mas ela adia o enfrentamento das questões fiscais que continuam a pressionar as contas do governo. “Em vez de buscar diversificação de receitas ou reformas estruturais, o governo opta por soluções emergenciais, que não resolvem a raiz do problema e podem até aumentar o peso da dívida pública no futuro”, alerta Murad. Mudanças estruturais e dívidas Assim também pensa Carlos Honorato, economista e professor da FIA Business School. “O plano não atinge o que é preciso mudar estruturalmente no Brasil, mas o que a gente observa é que, aparentemente, não tem ninguém interessado em mudar estruturalmente o Brasil”, critica o especialista. Ele dá exemplos do Judiciário “que gasta demais”; do Executivo, “que não se propõe a fazer um ajuste fiscal”; e do Congresso Nacional, “que se perde ali nos seus próprios benefícios, tentando trabalhar só com a política, só com a posição ideológica”. “Não são com essas medidas que a gente vai mudar a questão estrutural. Mas o importante é que a gente não vê nenhum agente político de respeito no Brasil pautando as reformas que precisam ser feitas”, continua. Honorato concorda que o Brasil vive uma “guerra comercial” e que, por isso, é importante olhar para os setores que estão sendo mais atingidos, como café, pesca e o setor moveleiro do sul. “Nesses setores, você tem que ter uma abordagem até de, realmente, adiar pagamento de impostos, criar condições para que essas empresas sobrevivam”, considera. Por outro lado, os empresários devem tomar muito cuidado com as dívidas que podem ser adquiridas agora. “Quando a gente está falando em crédito: crédito é dívida. Por mais que o juro seja baixo, você dá a opção para as empresas se endividarem”, aponta. Sucesso depende de resultados O cientista político André César, em contraponto, afirma que o governo agiu cautelosamente, ouvindo os setores mais afetados. “É um primeiro movimento do governo, feito com cautela e focado em quem sente mais o impacto do tarifaço. Congelar tributos, abrir linhas de crédito e direcionar compras governamentais para esses produtos são medidas inteligentes neste momento”, avalia. O cientista ressalta, no entanto, que o sucesso dependerá de resultados concretos. “Temos que ver se vai realmente ajudar quem está sentindo na pele. E também olhar para o impacto fiscal, porque as contas públicas estavam em situação menos piores antes dessas medidas.” Segundo André, o Brasil também precisa acelerar a diversificação de destinos de exportação. Ele cita como exemplo a missão do Ministério da Agricultura no Japão, que tenta abrir o mercado local para a carne bovina brasileira após mais de 20 anos de negociação. “É um movimento simbólico e estratégico, mas a instabilidade de Trump exige que o governo mantenha o radar ligado para novas sanções”, conclui. Carlos Honorato aponta a situação como uma oportunidade de aprendizado para os empresários não dependerem do governo. “A gente está sofrendo hoje com os Estados Unidos, poderia ser com a China, poderia ser com a Europa”, lembra. “A grande dica que a gente dá para as empresas é que elas têm que diversificar, elas têm que ter uma estratégia. As empresas têm que se posicionar com estratégias de olhar para fora, buscar novos mercados”, ensina o economista. Alcance do pacote A MP (Medida Provisória) assinada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê linhas de crédito específicas, suspensão temporária de tributos e priorização de compras governamentais de itens impactados. Haddad afirmou que a ação é um primeiro passo e não descartou novas medidas caso os efeitos das tarifas — impostas pelo governo de Donald Trump — se agravem. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou que a prioridade é negociar, mas destacou que o país “não se submeterá a chantagens” e que buscará novos mercados se necessário. No lançamento, o Planalto buscou transmitir coesão interna. Participaram do evento os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além de representantes empresariais e da sociedade civil. O professor de Economia do Ibmec Brasília João Gabriel Araújo considera que o pacote é uma resposta emergencial adequada para o momento. “Há uma expectativa de que o Brasil possa sofrer um impacto quase imediato de uma redução de mais de 140 mil postos de trabalho. O pacote poderá diminuir esse impacto e garantir mais tempo para negociações entre os dois países”, afirma. Ele alerta, porém, para o risco de endividamento das empresas e defende que, caso o quadro se agrave, sejam consideradas medidas mais agressivas, como subsídios diretos ou transferências de renda aos setores prejudicados. “Será essencial que o Ministério da Fazenda elabore uma estratégia fiscal compatível com o espaço orçamentário disponível, para evitar o aumento do déficit público”, completa. Qual foi o anúncio feito pelo governo federal em relação às tarifas impostas pelos Estados Unidos? O governo federal anunciou um pacote de

Leia Mais

Espécie invasora coloca fauna e flora de Americana em risco, alerta vereadora

A vereadora Professora Juliana (PT) protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Americana solicitando informações da prefeitura sobre a atualização e adequação do Plano Municipal de Arborização Urbana de Americana visando o controle da planta Leucena (foto de capa) na cidade. No documento, a parlamentar destaca uma notícia veiculada na imprensa que aponta a planta como uma praga e questiona como a Prefeitura de Americana lida com o manejo desta espécie no Plano Municipal de Arborização Urbana de Americana. “Essa planta pode parecer inofensiva à primeira vista, por não oferecer risco explícito a vida humana ou animal, contudo, ela pode se tornar uma praga e vir a comprometer todo o ecossistema na cidade”, comenta Juliana. Segundo a autora, a planta tem o potencial de afetar o ecossistema local e causar danos ao meio ambiente. “A Leucena cresce e se propaga no solo com facilidade superior a maioria das outras espécies, podendo levar a extinção de diversos arbóreos. Não bastasse isso, essa planta é considerada uma invasora, pois é nativa da América Central, e na prática isso significa que os animais que aqui vivem não se alimentam dela, ou seja, se outras espécies de vegetação forem extintas pela Leucena, a oferta de alimento para a fauna local vai se reduzir drasticamente, podendo ocasionar extinção de animais, insetos, e um desequilíbrio ambiental local”, aponta. A autora questiona se a prefeitura realizou alguma adequação no Plano Municipal de Arborização Urbana para o controle da espécie e de que maneira isso tem sido feito, além de possíveis punições e campanhas de conscientização sobre o tema. Ainda no documento, Juliana pergunta se houve um programa de compensação das áreas que supostamente foram degradadas nas obras de construção de uma nova avenida no bairro Werner Plaas. O requerimento foi aprovado pelos vereadores em Plenário durante a sessão ordinária de terça-feira (5) e será encaminhado ao Poder Executivo para resposta.

Leia Mais

Seminário esclarece novas regras para aposentadoria de servidores públicos municipais de Sumaré

Evento contou com 160 inscritos e foi realizado pela Câmara Municipal de Sumaré, por meio da Escola do Legislativo Professora Ceilita Miranda De Nadai, em parceria com o Sumprev A Câmara Municipal de Sumaré, por meio da Escola do Legislativo Professora Ceilita Miranda De Nadai, e o Fundo de Previdência Social do Município (Sumprev) realizaram um seminário sobre as novas regras para concessão de aposentadoria aos servidores públicos municipais. O evento gratuito foi realizado nesta quarta-feira (13), no plenário da Câmara, e a transmissão está disponível no canal do Legislativo no YouTube (@camarasumare). Durante o curso, que contou com 160 inscritos em turmas pela manhã e à tarde, foram abordadas as mudanças trazidas pela Lei Municipal nº 6.449/2020, que adequou a legislação local à Reforma da Previdência implementada pelo Governo Federal em 2019. A capacitação foi conduzida pelo advogado Douglas Tanus Amari Farias de Figueiredo, diretor técnico da ABCPREV, empresa que presta serviços de consultoria e assessoria previdenciária. Procurador de carreira no RPPS de Indaiatuba, palestrante e professor, Douglas possui especialização em Regime Próprio de Previdência Social pela Faculdade Damásio, MBA em Gestão Pública e em Direito Processual Civil pela PUC de Campinas. Entre os temas abordados no seminário estão os princípios constitucionais e administrativos aplicáveis ao RPPS, a sustentabilidade do regime e equilíbrio entre custeio e benefícios, as novas regras de aposentadoria na Sumprev, as regras permanentes e de transição, aposentadorias especiais, direito adquirido e suas implicações práticas, abono de permanência, averbação de tempo de contribuição e readaptação funcional sob a ótica previdenciária.   Foto: Câmara de Sumaré

Leia Mais

PL na Câmara de Limeira propõe criação do Programa de Conscientização e Combate à Adultização nas escolas

A vereadora Mara Isa Mattos Silveira (PL) protocolou na Câmara Municipal de Limeira, no dia 11 de agosto, o Projeto de Lei Nº 196/2025 para criação do Programa de Conscientização e Combate à Adultização nas escolas da rede pública municipal. A iniciativa tem como objetivo prevenir e combater a exposição precoce de crianças e adolescentes a responsabilidades, padrões estéticos e comportamentos típicos da vida adulta, preservando seu desenvolvimento físico, emocional e social. O texto estabelece diretrizes como: Respeitar as etapas de desenvolvimento infantil e juvenil; Alertar sobre os prejuízos psicológicos e sociais da adultização precoce; Incentivar práticas familiares e educacionais que protejam a infância; Combater a exposição a conteúdos inapropriados em mídias e redes sociais; Valorizar políticas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O projeto também prevê ações práticas, como palestras e oficinas com profissionais especializados, distribuição de materiais educativos, atividades lúdicas, campanhas anuais de conscientização e parcerias com órgãos de proteção, como Conselho Tutelar e Ministério Público. A proposta é que as ações ocorram especialmente no mês de outubro, alusivo ao Dia das Crianças. Para a vereadora Mara Isa, o tema é urgente. “A infância é um período que deve ser protegido e respeitado. Esse programa quer unir família e escola numa rede de proteção, garantindo que as crianças cresçam no tempo certo, com segurança e afeto”, destacou. O projeto segue em tramitação na Câmara, será lido em Plenário, antes de ser apreciado pelas comissões permanentes da Casa e se tornar apto para votação em sessão ordinária. Se aprovado, será regulamentado pela Prefeitura de Limeira.

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz