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Dia: 8 de agosto de 2025

Piracicaba conta com aumento de 18,48% na tarifa de água e vereador quer detalhes da decisão

A Câmara Municipal de Piracicaba aprovou, na noite desta segunda-feira (4), na 39ª Reunião Ordinária, requerimento de autoria do vereador André Bandeira (PSDB), “sobre informações referentes ao aumento da tarifa de água e esgoto”. O parlamentar traz no requerimento que “as tarifas de água e esgoto em Piracicaba terão um aumento de 18,48% a partir de agosto. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município e vale para as contas do Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) e já os preços dos demais serviços do Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), como aferição e troca de hidrômetro, reposição de camada asfáltica e religação de água, terão aumento de 5,48%”. Ainda segundo o documento, “a revisão foi solicitada pelo Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) e foi aprovada pela Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rio Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Ares-PCJ) sendo que a Ares informa na resolução que deu parecer favorável ao aumento “por vislumbrar plena regularidade do pleito em sua composição documental, base jurídico-legal e atendimento aos prazos e premissas definidas por esta Agência Reguladora”. André Bandeira ainda cita a recente aprovação pela Casa do projeto de lei 65/2025, que de acordo com a justificativa do Executivo, “tem por objetivo a atualização da legislação de criação do Conselho de Regulação e Controle Social, conforme solicitação da Agência Reguladora ARES-PCJ, a qual esclareceu que devido à ratificação da segunda alteração do Protocolo de Intenções da Agência, houve uma alteração na Resolução ARES-PCJ nº 01/2011 que, dentre outras questões, modificou a composição do referido Conselho de Regulação”. O texto ainda traz, na justificativa, que “o mandato dos atuais membros do Conselho Regulador, objeto do Decreto nº 19.572/2023 se findará em 31/05/2025, havendo necessidade de nova nomeação e que tais providências são primordiais para possibilitar a elaboração de parecer consolidado do processo de revisão tarifária do Semae, além de possibilitar a reunião que visa dar transparência aos atos da ARES-PCJ e que legitima suas decisões regulatórias”. O parlamentar também traz no requerimento 733/2025, que no dia 18 de junho de 2025 foi publicado o Decreto Municipal nº 20.539 de 18 de junho de 2025, nomeando os membros para compor o Conselho Municipal de Regulação e Controle Social de Piracicaba. Assim, o vereador pergunta como foram feitas as indicações dos membros do Conselho Municipal e pede que seja encaminhada “cópia dos ofícios protocolados com os pedidos de indicações aos entes elencados na referida Lei para composição do Conselho Municipal de Regulação e Controle Social de Piracicaba”. Ele também pede “cópia das respostas encaminhadas dos entes contendo as indicações para a composição do Conselho” e pede que seja indicado o local e cargo/função de cada indicado, “ou seja, que nos seja apresentado o local onde estas pessoas trabalham, para comprovar sua representação em cada local indicado destes no Decreto nº 20.539 de 18 de junho de 2025” André Bandeira também questiona se todos os indicados são moradores residentes de Piracicaba e solicita cópia da “ata da reunião técnica com os membros do Conselho onde foi deliberado pelo aumento de 18,48% nas tarifas de água e esgoto de Piracicaba a partir de agosto de 2025”.

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Sumaré avança na segurança com tecnologia do projeto Smart Suma

A Secretaria Municipal de Segurança Pública de Sumaré está reforçando a proteção da população com o projeto Smart Suma, uma iniciativa de monitoramento inteligente que está transformando a forma como a cidade cuida da sua segurança. Por meio da instalação de totens com câmeras em pontos estratégicos do município, a Polícia Municipal passa a contar com um sistema de vigilância moderno, com identificação facial, leitura de placas de veículos, monitoramento em tempo real e suporte à localização de pessoas desaparecidas ou foragidos da Justiça. A estrutura tecnológica complementa as ações de segurança junto ao CIM (Centro Integrado de Monitoramento) e ao programa Muralha Paulista, do qual Sumaré faz parte ao lado de outras cidades da região. A integração regional fortalece a troca de informações e amplia a capacidade de resposta das forças de segurança. Além das vias públicas, o sistema cobre locais sensíveis como unidades de saúde, escolas, prédios públicos e áreas de serviços urbanos, oferecendo uma gestão em tempo real da segurança pública municipal. Segundo o secretário municipal de Segurança Pública e comandante da Polícia Municipal, Jeverson Eclair Soares, os totens funcionam como verdadeiros aliados da atuação policial. “Esses equipamentos são como agentes da Polícia Municipal. Eles estão espalhados pela cidade e ajudam no trabalho preventivo, com identificação rápida de situações suspeitas e suporte ao trabalho de patrulhamento. É tecnologia a favor da segurança do cidadão”, destacou o comandante. O prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso, também reforçou a importância da modernização da segurança pública. “A segurança é uma das prioridades da nossa gestão. Com o Smart Suma, unimos tecnologia e inteligência para oferecer uma cidade mais segura, com ações integradas e monitoramento eficiente. Estamos investindo para que o cidadão viva com mais tranquilidade”, afirmou o prefeito.   Foto: Prefeitura de Sumaré

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Israel aprova plano para ocupar Gaza e intensificar ofensiva contra o Hamas

Em uma movimentação considerada decisiva, o gabinete de segurança de Israel, liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, autorizou formalmente nesta sexta-feira (8) um plano para assumir o controle de Gaza como parte de uma ofensiva mais ampla contra o Hamas. A estratégia, conhecida como os “cinco princípios para encerrar a guerra”, envolve: A desmilitarização da área; A desarticulação da infraestrutura do Hamas; O estabelecimento de uma zona de segurança israelense; O resgate de todos os reféns, vivos ou mortos; A implementação de uma nova administração civil, sem a participação do Hamas ou da Autoridade Palestina Antes da reunião, iniciada na noite de quinta-feira (7) e que se estendeu até a madrugada, Netanyahu havia declarado que a intenção de Israel era retomar todo o território, remover o Hamas e, posteriormente, transferir a administração para forças árabes aliadas que se opõem ao grupo. No entanto, segundo a imprensa israelense, a decisão final foi menos abrangente, possivelmente em razão de alertas do chefe das Forças de Defesa de Israel, general Eyal Zamir, que teria advertido que uma ocupação total colocaria em risco os cerca de 20 reféns ainda vivos e sobrecarregaria o exército após quase dois anos de conflitos regionais. De acordo com o canal israelense Channel 12, o plano aprovado prevê uma operação em duas fases para conquistar Gaza. Estaria incluída a evacuação temporária de cerca de 1 milhão de habitantes — metade da população da Faixa — para permitir a criação de infraestrutura civil no centro do território. A proposta foi apresentada como uma ação limitada, evitando a caracterização de invasão total, o que atenderia às preocupações de comandantes militares contrários a uma ocupação prolongada. A decisão gerou críticas de famílias de reféns, que temem que a nova ofensiva reduza as chances de resgate. O Hamas, por sua vez, declarou ao canal Al Jazeera Mubasher que qualquer força designada para governar Gaza sob a proposta israelense seria considerada uma força de ocupação ligada diretamente a Israel. A Jordânia também reagiu, afirmando à agência Reuters que os países árabes só apoiarão medidas aceitas pelos próprios palestinos.   Fonte: R7 Foto: Correio do Povo

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Polícia Federal investiga suspeita de bomba em aeronave no Aeroporto de Brasília

Voo partiu de São Luiz (MA) para Campinas (SP), mas teve de mudar de rota após bilhete com ameaça ser encontrado no banheiro A Polícia Federal investiga, no Aeroporto Internacional de Brasília, uma suspeita de bomba em uma aeronave da Azul na noite desta quinta-feira (7). O voo partiu de São Luís (MA) com destino a Campinas (SP) e precisou desviar a rota e pousar no Aeroporto de Brasília após uma suspeita de bomba a bordo. Segundo informações preliminares, a tripulação teria encontrado um bilhete com ameaça no toalete da aeronave. Diante da situação, segundo apurou a reportagem, o comandante declarou “mayday” — código internacional usado na aviação para indicar emergência grave — e pediu prioridade para pousar em Brasília. Em nota, a PF afirma que “realiza varredura antibombas na aeronave para verificar a eventual existência de artefatos explosivos e apura a autoria da ameaça”. (Leia abaixo). A Azul comunicou que o voo foi desviado “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”. De acordo com a companhia, “o pouso aconteceu normalmente, e os clientes e tripulantes desembarcaram em total segurança”. Após o pouso, a aeronave permaneceu posicionada na pista, aguardando a atuação das autoridades. Até o momento, nenhuma bomba foi encontrada a bordo do avião. A Inframerica, administradora do Aeroporto Internacional de Brasília, também emitiu nota (Leia abaixo). Segundo a empresa, o plano de contingência do aeroporto foi acionado, como prevê o protocolo de segurança da concessionária, e uma pista teve a operação suspensa. O texto informa, ainda, que a PF (Polícia Federal) atua no local para averiguar a “suspeita de um artefato no interior da aeronave” (Leia abaixo). Leia a íntegra da nota da Azul A Azul informa que o voo AD4816 (São Luiz-Viracopos) declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo. O pouso aconteceu normalmente, e os Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança. A Azul vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades. A Companhia ressalta que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul. Leia a íntegra da nota da Inframérica A Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, informa que na noite de hoje, um avião de São Luiz com destino a Viracopos, declarou emergência e alternou para o terminal brasiliense. A aeronave pousou às 20:45 e os passageiros e tripulação desembarcaram em total segurança. Todo o plano de contingência do aeroporto foi acionado, como prevê o protocolo de segurança da concessionária. A Polícia Federal está atuando no local para averiguar a suspeita de um artefato no interior da aeronave. As operações aéreas seguiram normal por uma das pistas do aeroporto, sem impacto em pousos e decolagens. O terminal aéreo da capital federal possui duas pistas paralelas, e no momento está com uma das pistas com a operação suspensa. Leia a íntegra da nota da Polícia Federal Brasília/DF. A Polícia Federal esclarece que, na noite desta quinta-feira (7/8), foi acionada para averiguar a informação de ameaça de artefato explosivo em voo da companhia aérea Azul que partiu de São Luís/MA com destino a Campinas/SP. O voo pousou no Aeroporto Internacional de Brasília, onde os passageiros e a tripulação desembarcaram em segurança. A PF realiza varredura antibombas na aeronave para verificar a eventual existência de artefatos explosivos e apura a autoria da ameaça.   Fonte: R7 Foto: Thiago Silva/Record

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Faustão passa por transplante de fígado; apresentador está internado há quase três meses

Ícone da TV, de 75 anos, também realizou um retransplante renal O apresentador Fausto Silva, de 75 anos, passou por um transplante de fígado nesta quarta-feira (6), em São Paulo, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Einstein. Além disso, Faustão fez um retransplante renal nesta quinta (7). Ele está internado desde o dia 21 de maio no hospital localizado na zona sul de São Paulo devido a uma infecção bacteriana aguda com sepse. Em menos de dois anos, Faustão passou por quatro procedimentos cirúrgicos. No final de 2023, ele foi diagnosticado com insuficiência cardíaca e passou por um transplante de coração. Alguns meses depois, em fevereiro de 2024, o apresentador passou por um transplante de rim. Porém, o novo órgão foi rejeitado e ele teve que fazer um tratamento intensivo. Veja o boletim médico na íntegra: “Fausto Silva está internado no Einstein Hospital Israelita desde o dia 21 de maio de 2025 devido a uma infecção bacteriana aguda com sepse. Durante o período, passou por controle infeccioso e reabilitação clínica e nutricional, para estabilização do quadro de saúde. O paciente foi submetido a um transplante de fígado nesta quarta-feira, 6 de agosto, combinado a um retransplante renal, planejado há um ano, e realizado hoje, 7 de agosto. Os procedimentos ocorreram após o Einstein ser acionado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo e confirmar a compatibilidade dos órgãos doados por doador único. Dr. Alvaro Pacheco e Silva Filho, nefrologista do Einstein Hospital Israelita Dr. Marcelo Bruno de Rezende, cirurgião da equipe de transplante hepático do Einstein Hospital Israelita Dr. Fernando Bacal, cardiologista do Einstein Hospital Israelita Dr. Eliezer Silva, diretor executivo de sistemas de saúde do Einstein Hospital Israelita”   Fonte: R7 Foto: Reprodução/RECORD

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Com fim da obstrução no Congresso, cenário político deve seguir tensionado

Após dias de protesto da oposição, Câmara e Senado retomam votações; especialistas avaliam o que muda daqui para frente Depois de quase 48 horas ocupando o plenário da Câmara dos Deputados, a oposição encerrou, na noite da última quarta-feira (6), a obstrução que paralisava os trabalhos no Congresso desde o início da semana. Na quinta-feira (7), com a pauta desobstruída, a Câmara aprovou a medida provisória que prevê pagamentos extras a servidores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No Senado, as votações também foram retomadas após o fim do protesto de parlamentares na manhã dessa quinta. O movimento da oposição, no entanto, deixou marcas: segundo especialistas ouvidos pelo R7, apesar do fim do impasse imediato, a tensão política deve persistir, afetando o ambiente de negociação entre os Poderes. A obstrução foi liderada por parlamentares principalmente de PL, Novo e Republicanos, que ocuparam as mesas diretoras da Câmara e do Senado com esparadrapos na boca. O protesto foi uma reação à decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de impor prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, sob a justificativa de que ele teria violado medidas judiciais anteriores. As principais exigências do grupo eram: anistia geral aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, o impeachment de Moraes e o fim do foro privilegiado. A pressão surtiu efeito parcial. Segundo o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líderes de partidos do centro, como PP, União Brasil e PSD, se comprometeram a pautar, na próxima semana, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com o foro privilegiado. O que muda com o fim da obstrução A retomada das votações não significa necessariamente que a crise foi superada. Para o cientista político André César, o episódio revela a fragilidade das articulações no Congresso e inaugura uma nova fase de pressão da oposição sobre o governo e os demais Poderes. “O episódio mostra que há uma oposição disposta a tensionar e usar os instrumentos regimentais para impor sua pauta. Mesmo sem conseguir tudo o que queria, ela colocou suas demandas no centro do debate político”, avalia. O professor de direito Nauê Bernardo Pinheiro concorda que a paralisação teve impacto, mas alerta para um ambiente mais polarizado no parlamento. “Pode haver uma dificuldade maior para articular pautas até mesmo do próprio grupo. Além disso, coloca em xeque a capacidade de condução política do presidente da Câmara, Hugo Motta, que enfrenta seu primeiro grande teste”, afirma. Risco de crise e próximos passos Apesar da retomada das votações, o ambiente nas duas Casas ainda é de instabilidade. A promessa de pautar temas sensíveis, como o fim do foro privilegiado, coloca em xeque a capacidade de articulação da base governista, que já enfrenta dificuldades para manter o apoio de partidos que ocupam ministérios, mas demonstram independência em votações importantes. Especialistas apontam que a crise entre o Congresso e o Judiciário, acirrada com os protestos, pode continuar influenciando as negociações legislativas. “O STF tenta responder com base técnica, mas é impossível ignorar o impacto político das decisões judiciais. A tensão entre os Poderes tende a continuar”, observa André César. A depender da repercussão pública das demandas da oposição, o movimento pode ganhar ou perder força. “Se a sociedade não enxergar a legitimidade nas demandas da oposição, o movimento tende ao isolamento. Mas, se houver desgaste maior do Judiciário, especialmente do STF, o quadro pode mudar. Tudo depende de como os próximos dias evoluírem”, analisa Pinheiro.   Fonte: R7 Foto: Reprodução 5.08.2025

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Veja o que sabe sobre caso de brasileira, presa em Portugal, suspeita de matar cinco filhos em MG

Gisele Oliveira, de 40 anos, foi presa nesta quarta-feira (6), na cidade de Coimbra, em Portugal. A mulher é acusada de matar os próprios cinco filhos em Minas Gerais. Foragida da Justiça brasileira há cerca de um ano, ela foi localizada pela Polícia Judiciária portuguesa e teve a prisão preventiva decretada após audiência no Tribunal da Relação. Investigações Segundo o Ministério Público, Gisele é suspeita de ter envenenado as crianças ao longo de cinco anos, entre 2008 e 2013. Os casos ocorreram no município de Timóteo, a cerca de 200 km de Belo Horizonte. No início, as mortes eram tratadas como naturais ou acidentais, mas a própria mãe da suspeita, e avó das vítimas, desconfiou da sequência de óbitos e procurou a polícia. Segundo ela, a filha dava sedativos às crianças durante a noite. A denúncia deu origem à investigação que levou ao pedido de prisão internacional. Mãe da suspeita Em entrevista exclusiva à RECORD, a mãe da brasileira presa em Portugal suspeita de matar cinco filhos contou que está assustada com os desdobramentos do caso. Segundo a mãe da suspeita, as mortes aconteceram depois que a mulher ofereceu doses altas de medicamentos às crianças. A senhora contou também que assustou com a atitude da filha, já que os netos eram saudáveis e estavam bem de saúde. As duas primeiras crianças morreram em 2010. O Kauan, de 10 meses, e o João Vitor, de 2 anos. Em 2019, o crime volta a acontecer, quando outros dois filhos faleceram. A Ana Júlia e o Kaique, os dois com 1 ano. Em 2023, Gisele Oliveira teria matado a quinta vítima, o filho Tiago. Ainda segundo a mãe de Gisele, a suspeita fazia tratamento com psicólogo e psiquiatra, mas interrompeu o tratamento. Após alegar problemas familiares, Gisele fugiu para Coimbra, onde foi presa. O governo brasileiro solicitou a extradição para que responda às acusações no país. Prisão No momento da prisão, Gisele estava ilegalmente em Portugal desde abril, vivendo com o atual companheiro e um filho menor de idade, que não é uma das vítimas. A polícia informou que a criança foi acolhida pelos serviços de proteção infantil do país. O homem, que é pai do menor e de três das crianças mortas no Brasil, não foi preso. A brasileira não resistiu à prisão e, segundo as autoridades portuguesas, poderá permanecer detida por até 40 dias enquanto o Brasil formaliza o pedido de extradição. Se condenada pelos crimes, ela poderá enfrentar penas que, somadas, ultrapassam 150 anos de prisão, embora a legislação brasileira limite o cumprimento da pena a 30 anos, conforme o Código Penal vigente. Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes Sociais/Via Folha de Pernambuco

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Lula escolheu não entrar em embate com oposição após tumulto no Congresso

Legislativo foi ocupado por oposicionistas, que protestaram contra a prisão domiciliar imposta por Moraes a Bolsonaro O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu não comentar publicamente a obstrução de parlamentares da oposição à pauta do Congresso Nacional. O R7 apurou que a determinação não partiu de assessores nem de pessoas próximas a Lula — foi uma decisão do próprio petista. O Legislativo foi ocupado por deputados e senadores de oposição ao petista entre segunda (4) e quarta-feira (6), em protesto após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde o início do movimento, Lula teve ao menos quatro oportunidades para comentar o assunto, mas optou pelo silêncio. Na terça de manhã, o presidente discursou por uma hora na 5ª plenária do CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), o Conselhão. De tarde, o presidente participou de reunião do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) e falou por quase 40 minutos. Na quarta, ele deu entrevista à agência internacional Reuters e, à noite, recebeu parte do elenco e da produção do filme O Agente Secreto, para a primeira exibição do longa no Brasil. Punições Os partidos governistas PT, PSB e PSOL acionaram a Mesa diretora da Câmara dos Deputados nessa quinta (7), pedindo a suspensão de seis meses dos mandatos de cinco deputados do PL que participaram da ocupação do plenário da Casa. “A ação [de ocupação] foi premeditada, coordenada e executada com o intuito de obstaculizar o regular exercício do Poder Legislativo, valendo-se do uso de força física, correntes, faixas, gritos e objetos simbólicos, como adesivos na boca, compondo uma encenação de ‘censura’ que distorce e subverte o debate democrático”, alegam os partidos. Os deputados citados, que teriam quebrado o decoro, são: Júlia Zanatta (PL-SC), Marcel van Hattem (PL-RS), Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC). O grupo argumenta que Júlia impediu o funcionamento do plenário quando se sentou na cadeira da Presidência com sua filha, de 4 meses, no colo. Para os governistas, a parlamentar usou a criança como “escudo” e a “expôs”.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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PGR recorre para limitar alcance de ampliação do foro privilegiado

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para limitar a decisão da Corte que ampliou o foro por prerrogativa de função, nome técnico do foro privilegiado para deputados federais e senadores. Em março deste ano, o Supremo decidiu que o processo contra um político pode continuar na Corte mesmo após o fim do mandato. Pelo entendimento, o foro privilegiado de um político fica mantido no STF se o crime tiver sido cometido durante o exercício da função de parlamentar. A regra se aplica aos casos de renúncia, não reeleição ou cassação. Na manifestação enviada ao STF na terça-feira (5), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, diz que a decisão não pode ser aplicada de forma automática e irrestrita para todos os processos. Para o procurador, a decisão não deve valer para ações penais que já estão em fase final. Dessa forma, esses processos devem permanecer nas instâncias inferiores em que tramitavam. “As persecuções penais que já se encontravam com a instrução encerrada, com a abertura de prazo para apresentação de alegações finais, deverão permanecer sob a jurisdição dos órgãos que lhes vinham conferindo regular andamento, assegurando-se, assim, desfecho compatível com as garantias do devido processo legal”, defende Gonet. Na avaliação do procurador, a decisão do STF que ampliou o foro pode acarretar em “retrocesso investigativo”. “Ao contrário do que se pretendia, a implementação automática e irrestrita da nova orientação tem reproduzido exatamente os efeitos deletérios que se buscava mitigar com a superação do entendimento anterior, ocasionando riscos concretos de retrocesso investigativo, morosidade e, em última análise, de inefetividade jurisdicional”, completou. Apesar da manifestação da PGR, não há data para o julgamento do recurso. Fim do foro A pauta sobre mudanças no foro privilegiado voltou à tona nesta semana após parlamentares que apoiam Jair Bolsonaro iniciarem articulações políticas pela aprovação de alterações nas regras de julgamentos do STF para retirar o processo da trama golpista da Corte e impedir o julgamento do ex-presidente. No STF, Bolsonaro é um dos réus do núcleo 1 da ação penal do golpe. O processo está na fase final, faltando apenas a entrega das alegações finais das defesas, que ocorrerá na próxima semana. O julgamento deve ocorrer em setembro.   Fonte: Agência Brasil Foto: José Cruz/Agência Brasil

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STF aprova orçamento de R$ 1 bi para 2026 com mais gasto em segurança

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou nesta quinta-feira (7) proposta orçamentária de R$ 1 bilhão para 2026. A previsão foi aprovada durante sessão administrativa e será enviada ao Ministério do Planejamento e Orçamento para compor a proposta orçamentária da União para 2026. A proposta do STF para o ano vem teve aumento em relação ao orçamento deste ano, que ficou em R$ 953 milhões. No relatório em que votou a favor da aprovação do orçamento, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, destacou que a Corte foi obrigada, por “fatores externos”, a aumentar os gastos com segurança. Em 2020, o gasto com a proteção das instalações e com segurança dos ministros foi R$ 40 milhões. No ano que vem, o valor proposto é de R$ 72 milhões. “Essa é uma despesa que tem causas externas ao tribunal. Vem do aumento das hostilidades ao Supremo Tribunal Federal, que são fato público e notório. O risco à segurança aumentou a necessidade de investir em infraestrutura, tecnologia e equipamentos e aumento de pessoal (servidores e terceirizados), com severo impacto no orçamento, mas inevitável”, justificou Barroso. No relatório, o ministro também afirmou que os gastos da Corte estão dentro dos limites fiscais. “Como mencionado no relatório, ao montante de despesas primárias com receitas do Tesouro (obrigatórias e discricionárias), foi acrescido o campo de despesas discricionárias com receitas próprias do tribunal”, completou o ministro.   Fonte: Agência Brasil Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

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