Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Festa Julina do Lago União acontece no dia 25 com atrações gratuitas

Defesa Civil alerta para risco de temporais, granizo e até tornados no Rio Grande do Sul

Morre Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, aos 83 anos

Baixas temperaturas pioram sintomas de doenças reumáticas; veja cuidados

Aeronaves, óleo, café e carne estão fora do tarifaço imposto pelos EUA

Encontro reunirá fãs de Harry Potter no Pátio Limeira Shopping

Dia: 27 de junho de 2025

Projeto no Senado aumenta em R$ 7,1 bi remunerações fora do teto para servidores

O projeto de lei 2.721, de 2021, atualmente tramitando no Senado, poderá fazer com que diversos benefícios que servidores públicos recebem sejam classificados como verbas indenizatórias –em teoria, um tipo de pagamento que só deveria ser usado para ressarcir gastos do servidor durante sua jornada de trabalho e que, tipicamente, não são contabilizados dento do teto constitucional e ficam livres de Imposto de Renda. Há uma série de benefícios recebidos por funcionários públicos que não têm natureza bem definida –por exemplo, auxílio funeral. O PL 2.721 dá uma classificação clara para eles, mas, ao mesmo tempo, transforma 32 pagamentos em verbas indenizatórias. A República.org e a Transparência Brasil, duas instituições que pesquisam políticas públicas, examinaram o texto do PL e os possíveis efeitos da proposta que tramita no Senado. De acordo com essa análise, cerca de R$ 7,1 bilhões em pagamentos que têm natureza de remuneração seriam transformados em verba indenizatória pelo PL. Um dos benefícios que seriam transformados em indenizatórios é a gratificação por exercício cumulativo. Essa mudança daria segurança jurídica para a licença-compensatória, um adicional que representou R$ 2,3 bilhões em pagamentos no ano passado. Dos 32 benefícios que são transformados em verba indenizatória, 19 aparecem nos contracheques dos membros do Judiciário, somando R$ 10,5 bilhões em 2024. Os pesquisadores analisaram uma reclassificação de 3.300 nomenclaturas distintas de benefícios que aparecem nas bases de dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). De acordo com o texto, muitos desses pagamentos também existem no Ministério Público, mas há dificuldade no acesso aos dados da instituição. Cristiano Pavini, do Transparência Brasil, um dos que assinam o estudo, afirma que o texto do projeto é dúbio. Em um trecho, por exemplo, o PL estabelece de forma objetiva o que passará a ser classificado como verba indenizatória. No entanto, na mesma lei determina-se que esses pagamentos até podem extrapolar o teto constitucional, mas que esse dinheiro deve ser contabilizado como renda passível de tributação. “Esse limbo pode ensejar o não recolhimento de Imposto de renda sobre alguns desses benefícios”, afirma ele. Classificar os pagamentos como verba indenizatória pode implicar aumento de gastos do orçamento em alguns casos, diz ele: “Por exemplo, as gratificações por exercício cumulativo, um benefício criado por legislações, são benefícios do Judiciário e do Ministério Público que determinam que quem trabalha com acúmulo de serviço pode receber, a cada três dias em acúmulo, um dia a mais de salário. É um pagamento remuneratório que bate no teto”. Para os autores do estudo, alguns pagamentos que deveriam ser esporádicos se tornaram recorrentes e, portanto, deixaram de ser indenizatórios e passaram a ser remuneratórios –ou seja, para fins práticos, viraram parte do salário. Eles classificam esses pagamentos como “remuneratórias por desvirtuamento”. Por exemplo, magistrados têm 60 dias de férias por ano e é comum que eles usufruam de parte desses dias de descanso, mas trabalhem nos outros. Como isso se tornou recorrente, para os pesquisadores, trata-se de remuneração. “São pagamentos que podem até ser indenizatórios inicialmente, mas que foram tão desvirtuados que, pelo menos, sejam calculados dentro do teto”, afirma Ana Pessanha, do República.org. “Entendemos que esses pagamentos são privilégios com os quais não há comparações entre outros trabalhadores públicos ou privados. Auxílio-moradia, por exemplo, sendo recorrente, vira privilégio.”   Fonte: R7 Foto: Leonardo Sá/Agência Senado  

Leia Mais

Brasil assume presidência do Mercosul em julho, com objetivo de incluir setor automotivo

O Mercosul, bloco integrado por Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Bolívia, será presidido temporariamente pelo Brasil a partir da próxima semana. O comando do grupo é rotativo e está sob a Argentina, que conclui o período à frente do bloco na próxima quinta (3), após a cúpula de chefes de Estado, em Buenos Aires. Entre as prioridades da liderança brasileira, está a inclusão do setor automotivo nos acordos do Mercosul e concluir a incorporação da Bolívia como Estado-parte. Segundo a secretária de América Latina e Caribe do MRE (Ministério das Relações Exteriores), embaixadora Gisela Padovan, a expectativa é montar um grupo de trabalho para discutir a inclusão do setor automotivo no Mercosul. “Mais ou menos um quarto de todas as trocas estão no setor automotivo, que ainda é por meio de acordos bilaterais”, informou. Segundo o MRE, o governo brasileiro apresentou uma minuta de acordo para uma política industrial comum. Outra ideia do Brasil à frente do bloco é incluir o setor açucareiro. Gisela informou que, no caso dessa área, não há sequer tratados bilaterais. Um eventual acordo abarcaria também a cadeia de produtos agregados do açúcar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da reunião na capital argentina, que encerra a presidência do país vizinho. Na cerimônia, o início do período brasileiro no comando do bloco será oficializado. A última cúpula de chefes de Estado do bloco ocorreu em dezembro do ano passado, em Montevidéu, no Uruguai. O evento contou com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para anúncio da conclusão do acordo entre Mercosul e União Europeia. O tratado, que ainda não entrou em vigor, está na fase de adequações em cada país. A Bolívia aderiu ao Mercosul em julho do ano passado, com a ratificação do protocolo de entrada pelos demais países membros. A nação tem cinco anos para se adequar às normas do bloco, e um dos objetivos da presidência brasileira do Mercosul é acelerar o processo.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

Leia Mais

Com renovação bilionária, Cristiano Ronaldo deve buscar os 1000 gols e a Copa do Mundo

Cristiano Ronaldo estendeu o vínculo com o Al-Nassr até 2027 por, praticamente, o dobro do salário que recebia antes. O novo contrato inclui um ganho de 400 milhões de euros (R$ 2,5 bilhões, na cotação atual) por ano. Antes, o craque português recebia 234,7 milhões de euros (cerca de R$ 1,5 bilhão). Embora o alto salário impressione, o fato mais curioso a respeito dessa renovação é que Cristiano Ronaldo jogará até, pelo menos, os 42 anos. Mesmo na reta final da carreira, o jogador ainda tem metas esportivas a cumprir, especialmente, com a seleção de Portugal. O atacante liderou todas as conquistas mais importantes vencidas pelos portugueses na história, incluindo a Eurocopa de 2016 e as Ligas das Nações de 2019, e a mais recente, a de 2025. Mas ainda falta uma conquista no currículo do português: a Copa do Mundo. O mais perto que Cristiano Ronaldo chegou da taça foi na sua estreia na competição, em que caiu nas semifinais com Portugal e perdeu a disputa de terceiro lugar para a Alemanha por 3 a 1. Na edição de 2022, a seleção portuguesa chegou às quartas, mas sem Cristiano Ronaldo como titular, que perdeu a vaga no time principal para Gonçalo Ramos e deixou o torneio sem marcar gols. Aos 41 anos, o craque deve voltar a posição de titularidade no ataque português após liderar a equipe na Liga das Nações de 2025 e nas Eliminatórias da Europa como capitão do time. Mesmo que não levante a taça, Cristiano Ronaldo já quebrará um recorde histórico ao se tornar o jogador que mais disputou Copas do Mundo (seis vezes). E caso faça um gol, será o atleta mais velho a marcar na competição. Este posto é defendido pelo ex-companheiro de equipe, Pepe, que aos 39 anos balançou as redes da Suíça na última Copa. Cristiano Ronaldo também tem metas a cumprir na Arábia Outro objetivo para Cristiano Ronaldo atingir na carreira é chegar aos 1000 gols. O jogador tem, atualmente, 938 gols. No Al-Nassr, fez 99 gols em 111 partidas, e já é o terceiro maior artilheiro da história do clube, posto que deve ocupar em breve se marcar mais 24 gols, superando Mohammed Al-Sahlawi. Além da artilharia, Cristiano Ronaldo deve buscar ampliar as conquistas com a camisa do Al-Nassr. Até o momento, o jogador só venceu a Copa dos Campeões Árabes em 2023 com o clube. A equipe chegou às semifinais da Liga dos Campeões da Ásia desta temporada e na Liga Saudita de 2025, o time ficou na terceira posição, a 13 pontos do líder.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/@cristiano

Leia Mais

Redes sociais terão que moderar mais: entenda novas regras de responsabilização

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nessa quinta-feira (26) que bigs techs podem responder civilmente por conteúdos criminosos e ofensivos publicados por usuários nas redes sociais até que o Congresso Nacional aprove uma nova lei sobre o assunto. Além disso, a corte definiu que as plataformas devem ampliar a moderação sobre o que é postado para remover conteúdos que violam direitos fundamentais ou afetam a democracia. Para isso, basta uma notificação dos usuários, sem a necessidade de uma ordem da Justiça. A mesma regra se aplica nos casos de contas denunciadas como inautênticas. Caso isso não ocorra, a empresa vai estar sujeita a sanções. Em caso de posts sucessivos de um fato ofensivo já reconhecido por decisão judicial, fica determinado que todas as plataformas deverão remover as publicações com o mesmo conteúdo, independentemente de novas decisões judiciais. De acordo com os ministros, a plataforma será responsabilizada se não remover imediatamente conteúdos relacionados com: Condutas e atos antidemocráticos; Crimes de terrorismo; Crimes de induzimento, instigação ou auxílio a suicídio ou a automutilação; Incitação à discriminação em razão de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexualidade ou identidade de gênero; Crimes praticados contra a mulher; Crimes sexuais contra pessoas vulneráveis, pornografia infantil e crimes graves contra crianças e adolescentes; e Tráfico de pessoas. Nesses casos, a plataforma não será responsabilizada por um conteúdo isolado, apenas se ficar constatada que houve falha sistêmica da empresa em combater publicações com esse viés. Também ficou estabelecida a presunção de responsabilidade dos provedores em caso de conteúdos ilícitos de anúncios e chatbot ou robôs. “Nestas hipóteses, a responsabilização poderá se dar independentemente de notificação. Os provedores ficarão excluídos de responsabilidade se comprovarem que atuaram diligentemente e em tempo razoável para tornar indisponível o conteúdo”, diz a tese do STF. Sede no Brasil Pela decisão do STF, as plataformas com atuação no Brasil devem constituir e manter sede e representante no país. Além disso, a identificação e as informações para contato devem ser disponibilizadas e estar facilmente acessíveis nas páginas da empresa. Essa representação no Brasil deve ter plenos poderes para: Responder perante as esferas administrativa e judicial; Prestar às autoridades competentes informações relativas ao funcionamento do provedor, às regras e aos procedimentos utilizados para moderação de conteúdo e para gestão das reclamações pelos sistemas internos; Prestar informações sobre os relatórios de transparência, monitoramento e gestão dos riscos sistêmicos; Prestar informações sobre as regras para o perfilamento de usuários (quando for o caso), a veiculação de publicidade e o impulsionamento remunerado de conteúdos; Cumprir as determinações judiciais; Responder e cumprir eventuais penalizações, multas e afetações financeiras em que o representado incorrer, especialmente por descumprimento de obrigações legais e judiciais. Artigo 19 do Marco Civil Os ministros analisaram dois recursos sobre a validade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, em vigor desde 2014, que estabelece que as plataformas só podem ser responsabilizadas civilmente por conteúdos de terceiros se não retirarem a publicação após ordem judicial. O STF entendeu que esse artigo é parcialmente inconstitucional por não conferir proteção suficiente a direitos fundamentais e à democracia. Contudo, segundo a tese do Supremo, a ordem judicial continua sendo obrigatória nos casos de crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação) e para provedores de serviços de email, provedores de aplicativos de reuniões fechadas por vídeo ou voz e provedores de serviços de mensagens instantâneas. “Produzimos uma solução bem equilibrada e moderada dentro das circunstâncias de um tema que é divisivo em todo o mundo, e nós preservamos, na maior extensão possível, a liberdade de expressão, sem permitir, no entanto, que o mundo desabe em um abismo de incivilidade, legitimando discursos de ódio ou crimes praticados na rede”, disse o presidente do STF, Luís Roberto Barroso. O julgamento durou cerca de oito meses para ser concluído e terminou com o placar 8 a 3, com divergências de Kassio Nunes Marques, Edson Fachin e André Mendonça. Antes da divulgação da tese final, os ministros se reuniram por mais de quatro horas a portas fechadas para fechar consenso sobre o tema.   Fonte: R7 Foto: Fellipe Sampaio – STF

Leia Mais

Trauma contundente e hemorragia causaram a morte de brasileira em vulcão na Indonésia

A autópsia realizada no corpo da publicitária brasileira Juliana Marins, encontrada morta em um vulcão na Indonésia, apontou que a causa da morte foi um trauma contundente que afetou órgãos internos, além de uma hemorragia grave. O exame foi feito em um hospital local e o resultado foi divulgado nesta sexta-feira (27). Segundo o laudo, foram identificadas fraturas em várias partes do corpo, incluindo tórax, costas, ombros, coluna e coxa. Também foram observados arranhões e escoriações. Natural de Niterói (RJ), Juliana caiu em uma vala enquanto fazia uma trilha no vulcão Rinjani, na ilha de Lombok. Em coletiva à imprensa, o especialista forense Ida Bagus Alit explicou que os ferimentos provocaram danos internos severos, levando à morte. “Essas fraturas causaram lesões em órgãos internos e sangramento. A principal causa da morte foram os ferimentos na caixa torácica e nas costas”, afirmou. Alit também destacou não haver indícios de que Juliana tenha sobrevivido por muito tempo após o acidente. “Havia um ferimento na cabeça, mas sem sinais de hérnia cerebral — que costuma surgir horas ou dias após o trauma. Da mesma forma, apesar do sangramento significativo no tórax e abdômen, nenhum órgão apresentava retração típica de hemorragias lentas. Isso indica que a morte ocorreu logo após os ferimentos”, completou. Quanto ao horário da morte, o especialista estima que Juliana tenha falecido cerca de 20 minutos após sofrer os ferimentos. No entanto, ele ressalta que é difícil determinar o momento exato, devido a diversos fatores — entre eles, o fato de o corpo ter sido transportado até o hospital em um freezer. Além disso, segundo o perito, não foram encontrados sinais de hipotermia. “Com base nos sinais observados, estima-se que a morte tenha ocorrido pouco tempo após os ferimentos”, afirmou. Relembre o caso Nascida em Niterói (RJ), Juliana Marins tinha 26 anos e era publicitária. Desde a madrugada de sábado (21), ela estava isolada em um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. A turista se acidentou durante uma trilha na região de Cemare Nunggal, em Lombok. De acordo com as equipes locais, o resgate foi dificultado devido ao terreno íngreme e às condições climáticas dos últimos dias. Na terça-feira (24), a família informou que Juliana foi encontrada sem vida pelas equipes de resgate.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram/@resgatejulianamarins

Leia Mais

Entenda ponto a ponto o que muda com o aumento do etanol na gasolina

Com o aumento do percentual de etanol na gasolina de 27% para 30%, o governo federal espera reduzir o preço do combustível em pelo menos R$ 0,02 por litro, segundo informações divulgadas pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. No estudo apresentado pelo governo federal, a economia de um motorista de táxi ou de aplicativo que roda 7.500 km por mês, por exemplo, poderá chegar a R$ 150 mensais. A medida, adotada na quarta-feira (25) pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), também prevê a elevação do biodiesel no diesel de 14% para 15%. As mudanças começam a valer a partir de 1º de agosto. O ministério defende que as novas regras reduzem a dependência brasileira de combustíveis fósseis, “diminuindo a necessidade de importações em um momento de incertezas no mercado global”. Segundo o Ministério de Minas e Energia, ampliar para 30% a quantidade de etanol na gasolina levará a uma redução no consumo de Gasolina A em até 1,36 bilhão de litros e o aumento do consumo de etanol anidro em até 1,46 bilhão de litros. Com isso, o país deixaria de ser importador da gasolina e geraria um excedente de 700 milhões de litros por ano. Benefícios de mais etanol na gasolina Investimento de R$ 8,45 bilhões em capacidade industrial e R$ 1,69 bilhões em máquinas agrícolas; Geração de até 51,6 mil empregos diretos e indiretos, incluindo a fase industrial e agrícola; e Redução das emissões de 3 milhões de toneladas de gases de efeito estufa por ano. Benefícios de mais biodiesel no diesel Investimento em novas usinas e esmagadoras de soja em R$ 5,2 bilhões; Geração de até 4.000 empregos direto e indiretos; Aumento da massa salarial em até R$ 17 milhões; e Inserção de mais 5.000 famílias no programa de agricultura familiar e aumento da renda. Medida é elogiada Representantes do setor de biodiesel elogiaram a medida. Para o diretor superintendente da Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene), Donizete Tokarski, o “aumento está em consonância com os objetivos da Lei Combustível do Futuro”. “Trata-se de um passo estratégico na transição energética brasileira, que fortalece a cadeia produtiva, gera empregos, distribui renda no campo e na indústria e contribui de forma concreta para a redução das emissões de gases de efeito estufa”, afirma. Na avaliação do vice-presidente do grupo Potencial, Carlos Eduardo Hammerschmidt, a medida “é um marco”. “Acho que é um start para a gente dar continuidade na política de descarbonização”, disse. “Hoje, o Brasil tem abundância em matéria-prima, em tecnologia, inovação e capacidade industrial de produção. Nada mais justo do que a gente incentivar esses empresários a gerar emprego, gerar renda e gerar riqueza para o país, em paralelo ao agronegócio”, defendeu. Para ele, o aumento do percentual de combustíveis renováveis vai beneficiar todo o ecossistema do setor. “Não é um ganho somente em autossuficiência de produto, mas sim na economia circular, porque quando a gente fala em biocombustível, a gente está falando do agronegócio, de maior produção de soja, maiores possibilidades para a agricultura familiar e maior possibilidade para a produção de ração animal.”   Fonte: R7 Foto: MARLON COSTA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leia Mais

Como fica o uso do cartão de crédito com a derrubada do decreto que aumentava o IOF?

Após o Congresso Nacional derrubar nesta quarta-feira (25) decreto que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), as regras voltam como eram antes. As medidas eram para garantir o cumprimento da meta fiscal pelo governo federal. Uma delas encarecia as viagens para o exterior, pois operações de câmbio, como compra de moeda em espécie e carregamento de cartão internacional pré-pago para gastos pessoais, passaram a ter uma alíquota de 3,5%. Com a queda dos dois decretos do governo federal, o imposto voltou como era antes. A compra de dólar em espécie e contas de cartão internacional pré-pago passam agora a ter o IOF de 1,1%. Já as compras feitas com cartão de crédito no exterior voltam a ter alíquota de 3,38% em vez de 3,5%. “Algumas regras voltaram ao cenário anterior. Para quem viaja ou faz compras internacionais com cartão de crédito, a alíquota do IOF continua em 3,38%, um percentual que vinha sendo reduzido gradualmente até 2028, mas que agora permanece nesse patamar por tempo indefinido”, afirma Wagner Moraes, CEO da A&S Partners. Já no caso de transferências para contas no exterior de mesma titularidade, como aquelas feitas por aplicativos de câmbio digital, o IOF volta a ser de 1,1%. “As remessas com fins de investimento mantêm a alíquota reduzida de 0,38%, o que é um ponto positivo para quem aplica em ativos internacionais, como ações ou fundos”, acrescenta Moraes. Para ele, o principal efeito da decisão é duplo: de um lado, o governo perde um instrumento de arrecadação e mostra fragilidade política no Congresso; de outro, há um certo alívio para consumidores e viajantes, que vinham se preparando para um cenário de aumento nas taxas. “Ainda assim, é fundamental lembrar que, além do IOF, outros custos, como o spread cambial, seguem impactando o valor final das operações. Por isso, vale a pena comparar as condições oferecidas por bancos e plataformas antes de tomar decisões de gastos ou investimentos no exterior”, orienta o especialista em finanças. Como fica a cobrança de IOF Compra de dinheiro estrangeiro em espécie – 1,1% Cartões internacionais (crédito, débito, pré-pagos) – 3,38% Cartões de contas internacionais – 1,1% Cheques de viagens para gastos pessoais – 3,38% Transferências para aplicações de fundos nacionais no exterior – 0% Remessa para conta no exterior (investimentos) – 0,38% Como era com o decreto Compra de dinheiro estrangeiro em espécie – 3,5% Cartões internacionais (crédito, débito, pré-pagos) – 3,5% Cartões de contas internacionais – 3,5% Cheques de viagens para gastos pessoais – 3,5% Transferências para aplicações de fundos nacionais no exterior – 0% Remessa para conta no exterior (investimentos) – 1,1% Incerteza jurídica Para o advogado tributarista Iuri Alexandre Guralh da Silveira, da Andersen Ballão Advocacia, a derrubada do decreto trouxe uma incerteza jurídica. “Um decreto legislativo que suspende outra norma deve, no melhor dos mundos, dizer o que acontece com as relações jurídicas constituídas na vigência daquela norma que ele suspende. Isso não aconteceu. O texto do decreto que foi promulgado pelo Congresso Nacional simplesmente afirma que o decreto da alta do IOF está suspenso”, afirma o advogado. Segundo ele, a situação das contas públicas do governo federal, já que a intenção do decreto era aumentar a arrecadação, é improvável, porque não há medidas compensatórias ou de ressarcimento por parte do executivo federal. “Esse decreto tem uma potencial de inconstitucionalidade. Isso porque a Constituição só autoriza que o Congresso Nacional suspenda uma norma do poder executivo quando ela extrapola seu limite regulamentar. E, em tese, o poder executivo poderia alterar as alíquotas do IOF por meio do decreto”, avalia. As medidas que alteravam o IOF foram apresentadas pelo governo federal como uma forma de equilíbrio fiscal. A expectativa inicial do Executivo era obter cerca de R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026 com as mudanças.   Fonte: R7 Foto: THIAGO TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leia Mais

Atletas da Melhor Idade de Sumaré são homenageados na Câmara Municipal por destaque no JOMI 2025

Os atletas da Melhor Idade de Sumaré que brilharam nos Jogos da Melhor Idade (JOMI) 2025 foram homenageados na Câmara Municipal, durante a sessão desta terça-feira (24). A moção de aplauso foi proposta pelo vereador Rai do Paraiso e celebrou a dedicação dos participantes que representaram a cidade com excelência. A secretária de Inclusão Social, Noemi Stein Sciascio, participou da cerimônia e destacou o impacto positivo da ação. “Esses atletas mostram que não existe idade para buscar sonhos e se superar. Ver o brilho nos olhos deles e o orgulho com que representam Sumaré nos enche de gratidão”, disse. Foto: Prefeitura de Sumaré

Leia Mais

Em Piracicaba, linha 817 terá ampliação de atendimento no Nova Suíça a partir de sábado (28)

A Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Transportes de Piracicaba informou que, a partir de sábado (28), a linha do transporte coletivo 817 terá melhorias no itinerário com a ampliação do atendimento aos condomínios Residencial Nova Suiça 06, 07 e 08. O início da operação ocorrerá mais cedo, com saída do bairro às 4h35, de segunda a sexta-feira, e às 4h40 aos sábados, domingos e feriados. Os horários das viagens já existentes não sofrerão alterações.   Foto: Prefeitura de Piracicaba

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz