Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Festa Julina do Lago União acontece no dia 25 com atrações gratuitas

Defesa Civil alerta para risco de temporais, granizo e até tornados no Rio Grande do Sul

Morre Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, aos 83 anos

Baixas temperaturas pioram sintomas de doenças reumáticas; veja cuidados

Aeronaves, óleo, café e carne estão fora do tarifaço imposto pelos EUA

Encontro reunirá fãs de Harry Potter no Pátio Limeira Shopping

Dia: 9 de junho de 2025

Anvisa aprova caneta usada no tratamento de diabetes para combater obesidade

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso do medicamento Mounjaro para o tratamento da obesidade no Brasil. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (9). Antes indicado apenas para o tratamento do diabetes tipo 2, o remédio agora poderá ser utilizado também como aliado no combate ao excesso de peso. A medicação já era utilizada “off-label”, ou seja, a prescrição fora do que a bula do remédio prevê. O princípio ativo da medicação, a tirzepatida, atua reduzindo os níveis de açúcar no sangue e controlando a glicemia. Além disso, promove maior sensação de saciedade e retarda o esvaziamento gástrico, o que contribui para a perda de peso. Entenda O excesso de peso já atinge a maioria dos brasileiros. Isso impulsiona a demanda por diferentes meios de emagrecimento, incluindo medicamentos. Aliás, é o que tem acontecido com um medicamento indicado para diabetes, mas que também ajuda a emagrecer. Depois do Ozempic, é a vez do Mounjaro, que tem como princípio ativo a tirzepatida. O tratamento pode custar até 7 mil euros, mas a procura pelo produto importado é grande, o que faz surgir um mercado oportunista e ilegal.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/RECORD TV/Arquivo

Leia Mais

EUA e China buscam prolongar trégua comercial em negociações em Londres

Depois de uma reunião em Genebra há um mês, Estados Unidos e China iniciam nesta segunda-feira (9) uma nova rodada de negociações em Londres para prolongar a trégua na guerra comercial, em um contexto no qual as tensões persistem entre as duas potências econômicas. Do lado americano, o presidente Donald Trump afirmou que a delegação será integrada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, pelo secretário do Comércio, Howard Lutnick, e pelo representante da Casa Branca para o Comércio (USTR), Jamieson Greer. A delegação chinesa será liderada pelo vice-primeiro-ministro He Lifeng, como nas conversações na Suíça, informou o Ministério das Relações Exteriores. “A reunião deve seguir muito bem”, disse Trump em uma mensagem na sua plataforma Truth Social. “Queremos que China e Estados Unidos aproveitem o impulso do acordo assinado em Genebra”, insistiu no domingo, em entrevista ao canal Fox News, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. O governo britânico informou que não participará nas negociações, mas que defende “o livre comércio”. “Já deixamos claro que uma guerra comercial não é boa para ninguém, então apoiamos as conversações”, declarou um porta-voz à AFP. O encontro acontece após uma primeira conversa telefônica entre os presidentes americano e chinês na quinta-feira, que Trump classificou como “muito positiva”. Xi Jinping pediu ao homólogo americano para “corrigir o curso do grande navio das relações sino-americanas”, segundo a imprensa chinesa. A reunião, no entanto, também acontece em um cenário de aumento das tensões, depois que Trump acusou Pequim de não respeitar o acordo para reduzir a crise assinado em Genebra. “Queremos que a China aplique sua parte do acordo. E é isso que nossa equipe pretende discutir em Londres”, destacou Leavitt. Na Suíça, após dois dias de negociações, Washington aceitou reduzir as tarifas sobre os produtos chineses de 145% para 30%, em troca de uma medida similar por parte de Pequim, de 125% para 10% sobre os produtos americanos, durante um período de 90 dias.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/X  

Leia Mais

Governo vai baixar IOF e rever isenções fiscais, anuncia Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo vai rever o decreto que aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Medida foi anunciada após a reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo o ministro, todos os pontos do decreto serão revistos. Como alternativa para manter as contas públicas, o governo vai publicar uma medida provisória revendo isenções fiscais. Durante a semana, devem ser apresentados mais detalhes das medidas. “O decreto será refeito“, disse Haddad. Segundo ele, no entanto, o novo texto só será apresentado após a volta do presidente Lula, que está em viagem a oficial a França. Hugo Motta comemorou o resultado da reunião, que chamou de “noite histórica”. Segundo ele, além do acordo sobre o IOF, foi muito importante o debate sobre as isenções fiscais. “Para resolver a situação, uma medida provisória menos danosa do que a continuidade do IOF. Tivemos a oportunidade de inaugurar um debate que é discutir as isenções fiscais, que está chegando a um nível insuportável”, afirmou. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também ressaltou esse mesmo ponto. “Nós estamos juntos para buscar uma solução estrutural para o Estado brasileiro em relação as contas públicas e ter a coragem de enfrentar um tema muito sensível, a possibilidade de iniciarmos um debate em relação as isenções tributárias no Brasil”, destacou.   Fonte: R7 Foto: Correio do Povo

Leia Mais

Moraes começa a interrogar Bolsonaro e mais 7 acusados de tentativa de golpe

O STF (Supremo Tribunal Federal) começa nesta segunda-feira (9) os interrogatórios do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. A audiência tem início às 14h e deve terminar às 20h. As audiências serão feitas presencialmente na corte. Apenas o interrogatório do general Walter Braga Netto será por videoconferência, pois o militar está preso. Todos os réus devem acompanhar a sessão do começo ao fim dos questionamentos. Serão interrogados os réus do chamado “núcleo 1″ de investigados. O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, vai ser questionado primeiro por ter fechado acordo de delação premiada. Depois, serão ouvidos os demais réus em ordem alfabética: Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência); Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal; Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; Jair Bolsonaro, ex-presidente da República; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice de Bolsonaro em 2022. Quase todos os réus do “núcleo 1″ são acusados de cinco crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito; Tentativa de golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça; e Deterioração de patrimônio tombado. A única exceção é Alexandre Ramagem, que responde por tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada. Por decisão do STF, a ação penal contra o deputado em relação aos outros dois crimes só vai ser analisada ao fim do mandato dele. Dinâmica do interrogatório O interrogatório vai acontecer na sala da Primeira Turma do STF. O ministro Alexandre de Moraes se sentará no meio da mesa de ministros e conduzirá a audiência. Poderão acompanhar o representante da PGR (Procuradoria-Geral da República) e os demais ministros da Primeira Turma (Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin). Na frente de Moraes, haverá uma mesa com dois lugares. Nela se sentarão um réu e um advogado para apresentar a versão. Atrás, haverá oito mesas separadas por um palmo para ficarem outros réus e advogados. Nessas mesas se sentarão os réus. Cid e Bolsonaro, inicialmente, ficariam lado a lado, mas o STF decidiu mudar os dois de lugar. Segundo o Supremo, Cid vai sentar na primeira mesa, e a posição dos demais réus será por ordem alfabética. Sendo assim, Bolsonaro vai ficar entre Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira. Nesta fase processual, o primeiro a interrogar é o juiz instrutor, que no caso é o ministro Alexandre de Moraes. Depois, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, seguido pelas defesas dos outros corréus (sempre em ordem alfabética). O ministro deixou claro que os réus têm o livre direito de falar ou ficar em silêncio, nos termos da Constituição. Calendário dos interrogatórios Caso haja necessidade, o ministro Alexandre de Moraes designou as seguintes datas para continuidade do interrogatório: 10 de junho, das 9h às 20h; 11 de junho, das 8h às 10; 12 de junho, das 9h às 13h; e 13 de junho, das 9h as 20h. Após as manifestações dos réus, Moraes elaborará o relatório (resumo do caso) e apresentará seu voto para o julgamento. A conclusão dessa análise não tem prazo definido. Assim que estiver finalizada, a ação penal será liberada para inclusão na pauta de julgamento.   Fonte: R7 Foto: Antonio Augusto/STF

Leia Mais

Farmácia Central de Cordeirópolis continua fechada nesta segunda (9)

A Secretaria de Saúde de Cordeirópolis informa que a Farmácia Central continuará fechada nesta segunda-feira (9). A empresa responsável pela troca dos pisos comunicou que precisará de mais um dia para finalizar o serviço. Além disso, é recomendado aguardar antes que o piso seja utilizado novamente, para que não ocorra defeitos. De acordo com a pasta, as farmácias nas unidades de saúde dos bairros funcionam normalmente. Para quem precisa de medicamentos controlados, a orientação é procurar as unidades do Jd. Cordeiro, do Jd. Juventude ou de Cascalho. Além disso, um funcionário ficará na Farmácia Central para orientar e atender a população, caso necessário.   Foto: Secretaria de Saúde/Prefeitura de Cordeirópolis

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz