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Dia: 15 de maio de 2025

Relatório da ‘Abin paralela’ atrasa mais uma vez, e PF chama 2 da gestão Lula a depor

A Polícia Federal ouviu o chefe de gabinete do diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Luiz Fernando Corrêa, e o corregedor-geral da agência no âmbito da investigação sobre a chamada “Abin paralela” e postergou, mais uma vez, o fim do inquérito. Tanto o chefe de gabinete de Corrêa, o delegado da PF Luiz Carlos Nóbrega Nelson, como o corregedor-geral da agência, o também delegado José Fernando Moraes Chuy, foram intimados como investigados. Os dois prestaram depoimento na semana passada de forma simultânea. O inquérito da “Abin paralela” foi aberto no primeiro ano do governo Lula (PT) para investigar indícios de que a agência tenha sido aparelhada e usada de forma ilegal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-diretor-geral Alexandre Ramagem (PL-RJ), hoje deputado federal. Desde o ano passado, porém, a polícia mantém a direção-geral sob suspeita por suposta obstrução de Justiça. Cerca de um mês atrás, o próprio Corrêa e o ex-número dois dele, Alessandro Moretti, prestaram depoimento simultaneamente aos investigadores. A ampliação do inquérito vem tensionando ainda mais a relação nos bastidores do governo entre Corrêa e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues -e ampliando a pressão sobre Lula, diante da possibilidade de indiciamento do chefe da Abin, tido como homem de confiança do petista. Como mostrou a Folha de S.Paulo, os dois protagonizaram uma discussão tensa diante do presidente e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, após a revelação de uma suposta ação hacker da Abin contra autoridades paraguaias em meio à negociação sobre os valores pagos ao país vizinho pela energia elétrica da usina de Itaipu. A PF já indicou diferentes datas para o fim do inquérito. A primeira delas, agosto de 2024, foi informada à imprensa pelo diretor-geral do órgão. Em dezembro, em um balanço sobre o trabalho da corporação, Rodrigues afirmou haver um esforço para finalizar o caso ainda em 2024. No começo deste ano, a PF sinalizou que esperaria a conclusão de um relatório complementar das investigações sobre a trama golpista -o que acabou descartado após a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), em fevereiro. Ao longo da apuração, a PF afirmou ter reunido depoimentos e provas documentais e técnicas que levantam a suspeita de que Corrêa e Moretti agiram para dificultar a apuração do caso, que teve origem no governo Bolsonaro. Investigadores apontam ainda que a Abin agiu fora da lei em suas atividades de inteligência. Próximo ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, Chuy assumiu a corregedoria-geral da Abin em setembro do ano passado para um mandato de dois anos por indicação da direção atual. Já Nóbrega está com Corrêa desde o começo da gestão dele na Abin. Ele foi superintendente da PF no Rio Grande do Norte no governo Bolsonaro. Em outra frente, a CGU (Controladoria-Geral da República) começou a ouvir servidores da agência no âmbito de um processo administrativo disciplinar sobre o uso do software espião First Mile durante a gestão de Ramagem. O caso estava aos cuidados da última corregedora-geral da Abin, Lidiane Souza dos Santos, mas foi remetido à CGU pouco antes da saída dela do cargo, em agosto do ano passado. A Abin foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou. Desde que a história do First Mile veio à tona, oficiais de inteligência argumentam que o problema não é a utilização da ferramenta em si, mas o uso dela para atividades ilícitas, como o monitoramento de pessoas sem qualquer justificativa. O uso do programa, agora em investigação na CGU, acabou saindo do foco da PF ao longo do inquérito para dar lugar à apuração sobre dossiês feitos para atender a demandas pessoais de Bolsonaro -seja contra desafetos políticos ou temas que o interessavam, como supostas vulnerabilidades no sistema eleitoral. Uma ação que tramita no STF discute a regulamentação do uso desse tipo de software por órgãos de inteligência.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Vendas no varejo crescem 0,8% em março e atingem maior patamar histórico, aponta IBGE

As vendas do comércio varejista cresceram 0,8% em março de 2025, frente a fevereiro, e atingiram o maior nível da série histórica iniciada em janeiro de 2000. Os dados fazem parte da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio) divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este é o terceiro mês seguido de alta nas vendas, que já haviam registrado avanço de 0,5% em fevereiro e de 0,7% em janeiro. Com isso, a média móvel trimestral avançou 0,6%, sinalizando uma tendência positiva no setor. “O resultado de março consolida a recuperação do varejo iniciada no fim de 2024. Apesar das adversidades em alguns segmentos, a trajetória segue de crescimento”, analisa Cristiano Santos, gerente da pesquisa. Variação anual é negativa, mas acumulado em 12 meses é positivo Na comparação com março de 2024, porém, o volume de vendas caiu 1,0%, interrompendo uma sequência de resultados positivos na comparação interanual. Ainda assim, o setor acumula alta de 1,2% no ano e crescimento de 3,1% nos últimos 12 meses. No recorte do varejo ampliado — que inclui os segmentos de veículos e material de construção — o volume de vendas subiu 1,9% em março na comparação com fevereiro, mas caiu 1,2% frente a março do ano passado. No acumulado do ano, o avanço foi de 1,1%, e em 12 meses, 3,0%. Maioria dos segmentos teve alta em março Seis das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento no volume de vendas em março, com destaque para: Livros, jornais, revistas e papelaria: +28,2% Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: +3,0% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: +1,5% Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: +1,2% Tecidos, vestuário e calçados: +1,2% Hiper e supermercados: +0,4% Por outro lado, dois segmentos recuaram no mês: Móveis e eletrodomésticos: -0,4% Combustíveis e lubrificantes: -2,1% No varejo ampliado, material de construção teve alta de 0,6% e veículos, motos, partes e peças, avanço de 1,7%. Pressão negativa vem de supermercados e papelarias na comparação anual Na comparação com março de 2024, cinco das oito atividades do varejo registraram queda, com destaque para: Livros, jornais, revistas e papelaria: -6,9% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -6,3% Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -2,1% Hiper e supermercados: -1,4% Combustíveis e lubrificantes: -0,8% Segundo o IBGE, o recuo nas vendas de livros e papelaria é o mais intenso desde novembro de 2024, e o segmento já acumula 11 meses consecutivos de queda. Já o setor de hiper e supermercados — de grande peso no índice geral — exerceu a maior influência negativa no resultado interanual de março, respondendo por -0,8 ponto percentual do total de -1,0% registrado no varejo. Receita cresce mais que o volume de vendas Enquanto o volume de vendas variou positivamente, a receita nominal do comércio varejista cresceu ainda mais: +1,2% em março, +7,0% no acumulado do ano e +8,0% nos últimos 12 meses. No varejo ampliado, a receita teve alta de 1,5% no mês, 5,9% no ano e 7,0% em 12 meses — reflexo, em parte, da inflação e do aumento no preço dos produtos, especialmente nos setores de combustíveis, medicamentos e alimentos.   Fonte: R7 Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

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Projeto “Teatro nas Escolas” traz dois espetáculos infantis gratuitos para Araras

Desde o final de abril, até 02 de junho, o projeto Teatro nas Escolas está na cidade de Araras, levando o espetáculo “Rio que Passa Lá” a todos os alunos do Ensino Fundamental I da rede pública municipal, com sessões exclusivas para os estudantes no Teatro Estadual de Araras, durante o período letivo. Além das apresentações voltadas à rede pública, o projeto também realiza duas sessões abertas ao público em geral. A primeira acontece no dia 17 de maio (sábado), às 11h, no Centro Cultural Leny de Oliveira Zurita, localizado na Avenida Ângelo Franzini, s/n, Parque Cidade Jardim, com o espetáculo “Cada Um é Um”, da Companhia No Mundo da Lua – iTeatro. A apresentação acontece durante a Feira ‘Garimpo Urbano’, evento promovido pela Secretaria Municipal de Cultura com várias apresentações teatrais e musicais, praça de alimentação, entre outras atrações. “Cada Um é Um” traz três palhaços mambembes que chegam de longe com seus instrumentos para fazer uma grande festa. Como uma caixa de surpresas, concretizada no cenário com cortinas de teatro, janelas, objetos antigos, entradas e saídas, a peça traz brincadeiras, músicas, bonecos e desafios, numa encenação que tem como pano de fundo convidar as crianças para pensarem sobre o tema da diferença. A peça foi delineada a partir de quadros independentes, unificados pela relação dos atores com uma brincadeira-desafio sobre a diferença e peculiaridade de cada um, comunicando, nas entrelinhas, sobre respeito e aceitação do outro. O espetáculo é encenado pela Companhia No Mundo da Lua – iTeatro, fundada em 1990 pelos atores Valdo Matos e Renata Mucci com o objetivo de pesquisa, produção e apresentação de espetáculos teatrais. A companhia tem como missão o desenvolvimento de projetos voltados à valorização do potencial artístico e humano, além da experimentação de técnicas e linguagens que se inter-relacionam com a arte do clown/palhaço e o teatro de animação/bonecos e máscaras como suporte e instrumentos de diálogo em seus processos criativos.   Teatro Estadual No dia 1º de junho (domingo), às 16h, o Teatro Estadual de Araras – Maestro Francisco Paulo Russo, recebe o espetáculo “Rio que Passa Lá”, do grupo Último Tipo, com entrada franca para toda família, sem necessidade de retirada prévia de ingressos. Com linguagem lúdica e temática ambiental, “Rio que Passa Lá” é uma fábula que conta, por meio do teatro e da fantasia, a história do rio Tietê — desde seu nascimento até a relação atual do homem com suas águas. A peça é permeada por músicas, danças típicas, festas populares e elementos do folclore das cidades banhadas pelo rio, despertando a reflexão das crianças sobre a importância da água e do cuidado com o meio ambiente. Em “Rio que passa lá” o rio Tietê é o personagem central da história, num espetáculo que une educação ambiental e valorização da cultura popular de modo bastante divertido, encantador e inesquecível. A peça é produzida pelo grupo Último Tipo, criado em Goiânia em 1988 e radicado em Campinas desde 1996. Com uma trajetória de mais de três décadas, o grupo se destaca pela mistura de música e teatro, com humor, irreverência e forte interação com o público. Ao longo de sua história, o grupo desenvolveu um trabalho consistente com o público infantil, com vários espetáculos voltados às crianças, além de dezenas de apresentações em escolas, festivais e projetos culturais por todo o país, com sua arte criativa, trilhas sonoras originais, instrumentos inusitados e figurinos feitos com materiais recicláveis. Teatro nas Escolas é um projeto cultural que leva a arte ao ambiente escolar por meio de espetáculos teatrais que abordam, de forma lúdica e envolvente, temas como preservação ambiental, cidadania, valores sociais e respeito à diversidade. Com uma abordagem acessível e dinâmica, as apresentações promovem reflexões importantes para os estudantes. Ele é uma realização da Direção Cultura e, desde 2005, já passou por mais de 30 cidades em três estados brasileiros, alcançando mais de 130 mil pessoas. Em Araras, a iniciativa tem patrocínio da Usina São João, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com apoio da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Araras.   Sobre a Direção Cultura Com sede em Campinas, a Direção Cultura atua há 25 anos com consultoria e desenvolvimento de projetos culturais, sociais e esportivos, em parceria com empresas, artistas, ONGs e órgãos públicos. Sua missão é orientar empresas e proponentes no melhor uso das diferentes leis de incentivo, promovendo o desenvolvimento social através do acesso à arte e cultura. Desde 2010, conta com atendimento também na capital paulista, através da Kalihtéa Produções.   Sobre a Usina São João Completando 90 anos de atuação, a Usina São João é referência na produção de açúcar, etanol e energia elétrica, unindo tradição, tecnologia e sustentabilidade. A empresa também investe em ações socioambientais, como os projetos Usina do Saber e Margem Verde, voltados à educação e preservação ambiental. Por meio do apoio à cultura, a empresa reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional e a construção de um futuro mais sustentável.   Foto: Divulgação

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Bebês reborn viram febre e dividem opiniões: hobby, afeto ou exagero?

Os bebês reborn têm sido um dos assuntos mais comentados nas últimas semanas. Cada vez mais, colecionadores e pessoas que tratam as bonecas realistas, que parecem recém-nascidos, como filhos têm aparecido para mostrar seus bebês. Expressões, textura, peso e até cheiro similar ao de uma criança são algumas das características que fazem os bonecos realistas serem um desejo entre o público infantil e adulto. Vídeos publicados recentemente mostram a rotina de mães que levam seus bebês reborn para passear, ao supermercado e até ao hospital, o que tem gerado uma onda de críticas nas redes sociais. Outro caso que chamou atenção foi o relato da advogada Suzana Ferreira, que compartilhou nas redes sociais o atendimento a uma cliente que busca a guarda do boneco que adotou com o parceiro. CONFIRA O CASO: Famosos e influenciadores também não ficaram de fora do tema. Jojo Todynho, Luciana Gimenez e Sabrina Sato são alguns dos exemplos. Entretanto, apesar de o assunto ter infiltrado nas rodas de conversa recentemente, os bebês reborn são mais antigos do que muitas pessoas pensam. Outra famosa, Britney Spears já havia apresentado sua filha aos fãs em 2021. Apesar de muitos encararem como um hobby ou uma brincadeira saudável, algumas pessoas começam a ficar preocupadas quando o apego emocional parece ir longe demais. Será que o nascimento de um bebê reborn pode estar relacionado a problemas de saúde? O nascimento dos bebês reborn Segundo sites especializados na arte reborn, a origem das bonecas estaria relacionada à escassez de recursos causadas pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Na época, mães inglesas revitalizavam as bonecas das crianças em um processo artesanal. Mesmo após a guerra, a revitalização continuou e, na década de 1980, a artista plástica, Joyce Moreno, começou a criar bonecas de vinil com características realistas. Aquele foi o começo de uma técnica que se popularizaria por todo o mundo e ganharia o coração dos colecionadores. Muitos artistas tiveram seu trabalho alavancado pelo alcance da internet. A capixaba Sydia Bertoldo, por exemplo, trabalha com a Art Reborn, há 13 anos. Ela já produziu para clientes de todo Brasil, Estados Unidos, Europa, Ásia e África. “Em pouco tempo as pessoas esperavam por até 6 meses na fila de espera pelo seu bebezinho”, conta. Segundo ela, inicialmente seu público era majoritariamente adulto, mas hoje tem se tornado cada vez mais infantil. “Os adultos não compram para brincar, geralmente são colecionadores. À medida que foram ficando conhecidos no mercado, também foi despertando interesse nas crianças. Com a demanda, cresceu o número de artistas e conteúdo on-line”, explicou. A procura é grande e o número de artesãs acompanha o mercado. No Rio de Janeiro, a Câmara Municipal instituiu o dia 4 de setembro como o “Dia da Cegonha Reborn”, para homenagear quem se especializou na prática. O projeto segue para aprovação do prefeito Eduardo Paes (PSD). A visão da psicologia sobre os bebês reborn Assim como qualquer outro objeto, ter um bebê reborn não representa qualquer problema. Entretanto, como destaca o psicólogo e professor do Unesc Alexandre Vieira Brito, o apego excessivo é o que deve ser fonte de preocupação. “Quando você começa a comparar com experiências afetivas, corre o risco de haver uma alienação e ter prejuízos no vínculo social com outras pessoas. Além de prejuízos psicológicos também quanto a sua capacidade de simbolização. É esse limite entre ter o bebê reborn como simbólico ou se alienar na experiência que devemos ter atenção”, explica. Segundo ele, a psicologia compreende o fenômeno do bebê reborn sob várias perspectivas, incluindo o psicológico e o social. “Pode ser um hobby, como acontece com os colecionadores, mas também pode ter questões mais profundas, envolvendo alguma compensação de uma experiência vivida ou faltosa a partir do bebê reborn. Pode, simbolizar, por exemplo, um luto ou um desejo de ser mãe”, disse. Quando o apoio psicológico se torna necessário Quando a linha entre a simbolização e a humanização extrema é quebrada, o apoio psicológico pode ser necessário, explica o psicólogo. Caso a pessoa esteja vivendo um processo de exclusividade com o bebê reborn e começa a ter prejuízos na vida, como com qualquer outro elemento que causa sofrimento psíquico, ela pode ter ajuda. Portanto, apesar de levantar muitos questionamentos e estranhamento, os bebês reborn não representam algo negativo, desde que a realidade não se misture com a fantasia. “A prática de brincar com bonecos e bonecas não é nenhuma novidade”, afirma.   Fonte: R7 Foto: Reprodução: Instagram/ @sydiapaganoto

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Desmatamento no Brasil caiu 32,4% em 2024

Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento em 2024, segundo o Mapbiomas. A exceção foi a Mata Atlântica, que se manteve praticamente estável em relação a 2023. Na comparação com o ano anterior, a redução em 2024 foi de 32,4% na área desmatada e 26,9% sobre os alertas de desmatamento. Ao todo, foram desmatados em 2024 no Brasil 1.242.079 hectares e foram registrados 60.983 alertas no território nacional. Os dados consolidados foram lançados nesta quarta-feira (14), na apresentação do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD). Na comparação entre os dois anos, o Pantanal e o Pampa foram os biomas que apresentaram a maior redução das áreas desmatadas. O Cerrado aparece em terceiro lugar, seguido da Amazônia e da Caatinga. A Mata Atlântica teve um crescimento de 2%. Desmatamento registrado em 2024, na comparação com 2023: Pantanal – redução de 58,6% Pampa – redução de 42,1% Cerrado – redução de 41,2% Amazônia – redução de 16,8% Caatinga – redução de 13,4% Mata Atlântica – crescimento de 2% Em 2024, mais de 89% da área desmatada no país integram a Amazônia ou o Cerrado. As formações savânicas foram as áreas mais desmatadas e responderam por 52,4% de todo o desmatamento no país. As formações florestais representaram outros 43,7%. Segundo Tasso Azevedo, coordenador geral do Mapbiomas, um dos dados monitorados pela instituição é a perda de vegetação nativa por causa de eventos extremos climáticos, e esse foi o motivo de a Mata Atlântica não ter acompanhado a diminuição do desmatamento observada nos demais biomas. “Se não tivesse os desmatamentos que foram computados por conta dos eventos extremos, o desmatamento teria sido 20% menor”, explica. Área desmatada Em 2024, por dia, a área média desmatada foi de 3.403 hectares e 141,8 hectares por hora. Dia 21 de junho, quando 3.542 hectares de vegetação nativa foram desmatados em 24 horas, foi o dia que registrou maior desmatamento no ano passado. No Cerrado, o ritmo da perda foi mais intenso: 1.786 hectares ao dia. Na avaliação dos pesquisadores, esse resultado pode refletir três mudanças observadas nesse período. “Nesses últimos anos, foram construídos planos de enfrentamento ao desmatamento para todos os biomas, o que não havia antes. Outra questão é que aumentou a participação dos estados nas ações em relação ao desmatamento, em termo de atuarem mais nos embargos e autuações feitas pelo Ibama. O terceiro fator é a questão do crédito rural. Houve um aumento do uso desses dados para a concessão de crédito rural”, explica Tasso. Apesar das reduções, em 2024, pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado foi o bioma que registrou maior área desmatada no país com a subtração de mais de 652 mil hectares de vegetação nativa.  “Essa mudança ocorreu pela primeira vez em 2023. A gente sempre teve historicamente o desmatamento concentrado em regiões da Amazônia. Esse ano, os dois biomas tiveram uma redução, mas ainda manteve o padrão anterior, porque o desmatamento do Cerrado foi maior que o da Amazônia”, alerta Marcos Rosa, coordenador técnico do Mapbiomas. Regiões A Amacro (pólo agropecuário nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia) teve, pelo segundo ano consecutivo, queda no desmatamento. Foram registrados 5.753 alertas em 89.826 hectares no ano de 2024, o que representa uma redução de 13% em relação a 2023. No outro extremo, a região do Matopiba (estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foi onde ocorreu 42% do total de perda de vegetação nativa do país, e também é onde o Cerrado mais foi desmatado, representando 75% da perda de vegetação nativa no bioma. Estados Os quatro estados do Matopiba e o Pará foram os que mais desmataram em 2024, representando 65% da área total no Brasil. Os estados que tiveram maior participação no desmatamento no país em 2024 foram o Maranhão, Pará e Tocantins. Eles representaram respectivamente 17,6%, 12,6% e 12,3% do total de perda de vegetação no país. Na comparação entre os anos de 2023 e 2024, os estados de Goiás, Paraná e Espírito Santo reduziram o desmatamento em mais de 60%. Já os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Acre foram os que apontaram maior crescimento.  “No Rio Grande do Sul, todos os desmatamentos que estavam associados a eventos extremos aconteceram na Mata Atlântica e não nos Pampas”, explica Natália Crusco, da equipe Mata Atlântica do Mapbiomas. Segundo a pesquisadora, entre abril e maio de 2024, eventos climáticos extremos no estado do Rio Grande do Sul resultaram em grandes perdas da vegetação nativa no estado. Foram registrados 627 alertas que totalizaram 2.805,8 ha de áreas naturais perdidas. Municípios De todos os municípios brasileiros, mais da metade (54%) tiveram pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2024. Os quatro municípios com maiores aumentos proporcionais são Canto do Buriti, Jerumenha, Currais e Sebastião Leal, todos no estado do Piauí. Terras indígenas No último ano, as terras indígenas tiveram uma redução de 24% na perda de vegetação nativa por desmatamento. Foram atingidos 15.938 hectares, o que equivale a 1,3% do total desmatado no país. A Terra Indígena Porquinhos dos Canela-Apãnjekra (MA) se manteve no topo da lista da que mais desmatou, tendo perdido, em 2024, 6.208 hectares, o que representa um aumento de 125% em relação a 2023. Apenas 33% das terras indígenas brasileiras tiveram algum evento de desmatamento ano passado. Nas Unidades de Conservação (UCs), a perda de vegetação nativa alcançou 57.930 hectares, 42,5% a menos que em 2023. A Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu (PA), no bioma Amazônia, foi a que teve maior área desmatada no país, com 6.413 hectares. Autorizações A partir de dados obtidos nos estados, o Relatório Anual do Desmatamento traz ainda dados sobre autorização para supressão de vegetação a partir da análise de dados disponibilizados em portais de transparência ou após provocação dos órgãos ambientais das unidades federativas. Em 2024, 43% da área desmatada teve alguma autorização para desmatar, sendo o Cerrado o bioma que mais teve esse tipo de liberação, com 66% da vegetação nativa suprimida ocorreu com autorização. Na Amazônia, esse

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Em Limeira, UBS Dores 1 e Parque Cidade recebem Plantão de Vacinação neste sábado (17)

A Secretaria de Saúde de Limeira realiza neste sábado (17), das 8h às 13h, mais um Plantão de Vacinação. A UBS Dores 1 irá oferecer a multivacinação, incluindo doses contra a gripe para os grupos prioritários, enquanto o drive-thru do Parque Cidade, doses da vacina contra dengue (para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos), covid (para pessoas acima de 5 anos), gripe e febre amarela. Para a vacinação, é necessário apresentar documentos pessoais, Carteira de Vacinação, comprovante de residência e Cartão SUS. Menores de 18 anos devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis. SERVIÇO UBS Dores 1 – multivacinação (doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, além da vacina contra a gripe para os grupos prioritários). Endereço: Av. Frei João das Mercês, 50 Drive-thru do Parque Cidade – gripe (para os grupos prioritários), dengue (crianças e adolescentes de 10 a 14 anos), covid (pessoas acima de 5 anos) e febre amarela. Endereço: Entrada pela Portaria A – Via Antônio Cruãnes Filho, s/nº (ao lado da pista de skate) Confira os grupos prioritários da vacinação contra a gripe: Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade; gestantes; idosos com 60 anos ou mais; puérperas (até 45 dias após o parto); povos indígenas; quilombolas; pessoas em situação de rua; trabalhadores da saúde; professores; profissionais das Forças Armadas; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso; população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade; e pessoas com doenças crônicas.   Foto: Prefeitura de Limeira

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Frente de Trabalho: Limeira cria novo programa de apoio e capacitação para desempregados

A Prefeitura de Limeira sancionou a lei que institui o Programa Frente de Trabalho, uma iniciativa voltada ao apoio de pessoas desempregadas e em situação de vulnerabilidade social. A coordenação será do Ceprosom (Centro de Promoção Social Municipal), e a previsão é que o programa comece no segundo semestre deste ano. Os interessados atuarão em atividades como limpeza de vias públicas, jardinagem, pequenas reformas em moradias populares e suporte a comércios e empresas. A jornada será de quatro horas diárias, em quatro dias da semana. O quinto dia será dedicado à qualificação profissional, por meio de cursos de capacitação. Cada beneficiário receberá um auxílio financeiro equivalente a meio salário mínimo, por até seis meses, com possibilidade de prorrogação. O programa também inclui vale-transporte, cartão-alimentação, seguro contra acidentes e fornecimento dos materiais necessários para o desempenho das funções. Serão disponibilizadas até 150 vagas por ciclo. Para se inscrever, será necessário ter entre 18 e 59 anos, residir em Limeira há pelo menos dois anos, estar desempregado há mais de um ano e estar inscrito no CadÚnico. Terão prioridade na seleção famílias com crianças, pessoas com deficiência, idosos, mulheres vítimas de violência e pessoas em situação de rua. As inscrições serão divulgadas no site da Prefeitura. Além de garantir uma renda temporária, o programa tem como objetivo oferecer formação e oportunidades reais de reinserção no mercado de trabalho. O Ceprosom também poderá estabelecer parcerias com empresas locais para facilitar entrevistas e contratações.

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Cachorro adotado de abrigo que parece o Bambi da vida real deixa todo mundo apaixonado por ele

Apricot é uma daquelas cachorrinhas que parecem ter saído diretamente de um conto de fadas — ou melhor, de um desenho da Disney. Com pelagem caramelo salpicada por pintinhas brancas, ela conquistou milhares de corações nas redes sociais por lembrar ninguém menos que Bambi, o adorável cervo que marcou gerações. Mas, ao contrário do personagem dos filmes, Apricot abana o rabinho e adora um petisco. Resgatada das ruas de Gana ainda filhote, Apricot teve um começo de vida difícil. Apricot foi resgatada das ruas de Gana ainda filhote. (Foto: TikTok/@apricottheghanadog) De acordo com a tutora — que compartilha vídeos da cadelinha no TikTok (@apricottheghanadog) —, ela foi encontrada faminta, cheia de vermes e com apenas alguns dias de vida. Agora, morando nos Estados Unidos, a história mudou completamente: ela tem uma irmãzinha Shih Tzu, ganha muito carinho, petiscos e até passou por uma cirurgia no joelho para tratar uma lesão antiga. E sim, está se recuperando super bem! Mas foi sua aparência encantadora que realmente capturou os corações dos internautas. O pelo marrom-claro combinado com manchinhas brancas fez com que muitos achassem que estavam vendo um veadinho. “Eu sei que é um veado, você não pode me enganar”, brincou um seguidor. “O Bambi em forma de cachorrinho”, disse outro. Até a conta oficial do YouTube entrou na brincadeira: “Podia vê-la correndo por um campo florido, para ser sincero.” Apricot não tinha essas manchinhas quando foi resgatada. (Foto: TikTok/@apricottheghanadog) O mais curioso é que, segundo a tutora, Apricot não tinha essas manchinhas quando foi resgatada. Elas surgiram com o tempo, o que só aumentou o encanto e o mistério ao redor da aparência da cadelinha. Com tanta gente perguntando a raça de Apricot, a tutora decidiu fazer um teste de DNA. O resultado foi surpreendente: Apricot é 100% cão de aldeia da África Ocidental. O que é um Cão de Aldeia? Segundo a Embark, referência em testes genéticos para cães, os chamados “cães de aldeia” (ou village dogs, em inglês) são a forma mais antiga e natural de cão existente. Apricot é 100% cão de aldeia da África Ocidental. Cachorro parecido com o Bambi. (Foto: TikTok/@apricottheghanadog) Estima-se que, dos cerca de 1 bilhão de cães no mundo, a maioria não descende de raças puras ou mestiças modernas, mas sim dessas populações indígenas, moldadas pela natureza e pela convivência espontânea com humanos ao longo de milênios. Cão de aldeia vs. cão de raça O cão de aldeia não é um vira-lata (mestiço), mas também não é considerado um cão de raça. Os cães de raça foram cuidadosamente selecionados por humanos ao longo do tempo com base em características específicas. Já os cães de aldeia se reproduzem livremente e evoluem por conta própria, adaptando-se aos ambientes e estilos de vida das regiões onde vivem. Isso os torna geneticamente mais diversos e com uma estrutura física adaptável, normalmente de porte médio, focinho pontudo e aparência ágil. No caso de Apricot, como cão de aldeia da África Ocidental, ela faz parte de uma linhagem única que existe há gerações na região. Esses cães podem viver em desertos, florestas, planícies e montanhas — e por mais independentes e engenhosos que sejam, quando adotados ainda jovens e criados com carinho, se tornam companheiros incríveis.   Fonte: R7 Foto de capa: TikTok/@apricottheghanadog

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Quem é a pesquisadora brasileira que recebeu o prêmio conhecido como ‘Nobel’ da Agricultura

Mariangela Hungria da Cunha começou sua carreira pensando que, por estudar insumos biológicos, dificilmente seria valorizada e reconhecida. Hoje, a pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) acumula três dezenas de prêmios e foi anunciada como a laureada do World Food Prize 2025 – a condecoração mais importante da agricultura mundial, conhecida como o “Nobel” da Alimentação e Agricultura. “Eu aqui, no interior do Paraná, sempre lutando, num país onde o financiamento para pesquisa é muito irregular, e tendo dedicado uma carreira aos insumos biológicos, numa época que era só de químicos. Além de ser mulher, mãe, eram tantas improbabilidades na minha vida toda, numa carreira que era essencialmente masculina, que tudo isso era muito difícil de acreditar. Mas, deu certo desse jeito”, conta. O World Food Prize foi criado por Norman Borlaug, agrônomo vencedor do Nobel da Paz em 1970 que teve a ideia de fazer uma premiação à altura do Nobel para a área da agricultura, reconhecendo quem contribui de forma significativa para aumentar a qualidade, a quantidade ou o acesso a alimentos no mundo. Morando há mais de 30 anos em Londrina, no interior do Paraná, Mariangela dedicou sua carreira à pesquisa de insumos biológicos como alternativa para substituir os fertilizantes químicos – e, por esse trabalho, recebeu o prêmio mundial, cuja celebração será em outubro. Desde os oito anos de idade ela já sabia que queria ser uma microbiologista. Graduou-se em Engenharia Agronômica na USP, na época “uma profissão bem masculina e machista”, conta. Depois, fez mestrado e doutorado, ambos com teses em fixação biológica do nitrogênio. Entrou na Embrapa em 1982. Hoje, ela lidera, na Embrapa Soja, pesquisas em fixação biológica do nitrogênio, tecnologia que economiza ao Brasil até US$ 25 bilhões por ano em fertilizantes, reduzindo impactos ambientais e fortalecendo a produção sustentável. “Eu tinha uma avó que era professora de Ciências e ela descobriu minha vocação, sempre me estimulava. Com oito anos, ela me deu um livro sobre vida dos microbiologistas, eu fiquei apaixonada, falei que queria ser microbiologista, só que eu não queria ser da área da saúde. Eu queria trabalhar com agricultura ou com meio ambiente, produzir alimentos, porque eu lembro que eu ficava muito triste quando eu via uma pessoa na rua passando fome”, lembra. Na época em que começou suas pesquisas na área de biológicos havia um senso comum de que eram úteis apenas para hortas e agricultura comunitária, mas nunca para produção de larga escala conta a pesquisadora. Atualmente, o Brasil tem a maior taxa de inoculação do mundo na produção de soja (que também é o alimento mais exportado pelo País), com 85% dela sendo cultivada com insumo biológico. Funcionando como “fertilizantes naturais”, esses microrganismos benéficos, como bactérias e fungos, são aplicados nas sementes ou no solo para melhorar o crescimento e desenvolvimento das plantas no lugar de fertilizantes químicos. “Alguns insumos biológicos conseguem substituir totalmente ou parcialmente esses fertilizantes químicos. O meu trabalho é selecionar esses microrganismos e fazê-los mais eficientes para que consigam substituir o máximo possível os fertilizantes químicos que as plantas precisam receber para conseguir produzir”, explica. Enquanto os fertilizantes são mais fáceis de aplicar, são também mais custosos e geram maior poluição. Por isso, os insumos biológicos são mais sustentáveis – tanto financeiramente, quanto para o meio ambiente. “No caso da soja, por exemplo, o fertilizante nitrogenado é o mais caro que tem, paga em dólar porque é importado. Se a gente tivesse de usar fertilizante nitrogenado na soja, só na última safra isso teria custado ao País US$ 25 bilhões”, compara. “O insumo biológico é muito barato”. “E a gente não pode ser negacionista, nós temos um problema climático global terrível, temos de diminuir a emissão de gás de efeito estufa. No Brasil, a agricultura é o principal setor emissor de gases de efeito estufa, e não usar fertilizantes químicos tem um impacto enorme em não emitir gás de efeito estufa. Só com a soja, na última safra, foram 230 milhões de toneladas de CO2 equivalente que a gente deixou de emitir porque usou os biológicos e não os químicos”, acrescenta. A substituição dos químicos por biológicos também melhora a saúde do solo e, por consequência, os nutrientes dos alimentos ali produzidos. Na Academia Brasileira de Ciências, onde é membro, Mariangela coordena um grupo de trabalho sobre segurança alimentar e nutricional. Um de seus objetivos sempre foi contribuir para o combate à fome, mas ela reconhece que a agricultura, ainda que muito importante, não faz isso sozinha, e que é preciso um esforço interdisciplinar para um problema tão complexo. “Produzir alimentos é muito importante e o Brasil tem um papel fundamental e é muito eficiente na produção de alimentos, mas tem vários outros fatores, desde educação, comunicação, economia para você estudar, mercado, estimular cadeias emergentes de alimentos, como na Amazônia… É uma série de fatores. Só produzir não resolve o problema de segurança alimentar”, afirma. Se ela pudesse deixar um legado, seria uma homenagem às mulheres. “Se não fossem as mulheres, a gente teria um número ainda maior de pessoas passando fome.” “As mulheres que, em grande parte, fazem agricultura, passam as ervas medicinais de avó pra mãe pra filha. Elas cuidam das hortas comunitárias, preparam a refeição procurando fazer uma refeição nutritiva para os seus filhos com aquilo que elas têm, elas preservam as melhores sementes”, diz. “A nossa visão é muito diferente da dos homens. Eles querem produzir mais, já a visão da mulher é que a gente quer aumentar a produtividade, mas cuidando do meio ambiente.”   Fonte: R7 Foto: Embrapa/ reprodução

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Holambra abre inscrições para aulas gratuitas de Muay Thai e Beach Tennis

A Prefeitura de Holambra abriu inscrições para aulas gratuitas de Muay Thai e de Beach tennis. A matrícula pode ser feita por meio do link https://forms.gle/pNo5EwaeheXnTRur8 ou presencialmente no Departamento Municipal de Esportes, que fica na  Rua Solidagos, s/nº, no bairro Parque dos Ipês ( ao lado da Biblioteca Municipal e da Guarda Civil Municipal). O atendimento ocorre de segunda a quinta-feira das 7h às 17h e às sextas-feiras das 7h às 16h. É necessário apresentar Cartão Cidadão e documento  oficial com foto. Segundo a auxiliar esportiva Caroline Daniel, as aulas de Beach Tennis são voltadas para holambrenses entre 6 e 17 anos. “Temos algumas raquetes para empréstimo, mas pedimos que, quem tiver, leve a sua”, falou. Já as de Muay Thai podem ser realizadas por crianças acima de 6 anos e adultos. “Seguimos ampliando a oferta de modalidades esportivas no município com atividades voltadas para diferentes faixas etárias e perfis da população”, explicou o diretor municipal de Esportes, Pedro Paoliello. Ele lembra que, no fim do mês de abril, foram abertas inscrições para aulas de BMX, canoagem havaiana e ginástica artística. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas por meio do telefone 3802- 8098. Confira dias e horários das aulas: Muay Thai Crianças (acima de 6 anos) e adultos 3ª e 5ª Os horários serão definidos após a formação das turmas Local: Rua Antônio Damásio Filipini, nº 188 – Centro Beach Tennis Crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos 3ª e 5ª – 17h às 18h Local: Praça dos Crisântemos   Foto: Prefeitura de Holambra

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