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Dia: 5 de maio de 2025

Como é o novo míssil balístico revelado pelo Irã em meio a tensões com os EUA

O Irã revelou neste domingo (4) um novo míssil balístico, batizado de “Qassem Bassir”, em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos e Israel, segundo as agências de notícias AP e Reuters. O Qassem Bassir, de combustível sólido e com alcance de 1.200 quilômetros, é capaz de penetrar sistemas de defesa aérea, como os israelenses THAAD e Patriot, e possui melhorias em orientação e manobrabilidade, o que o permite contornar defesas antibalísticas com precisão, de acordo com a mídia estatal iraniana. A TV estatal do país também disse que o míssil pode identificar e atingir alvos específicos sem depender de GPS. Testes recentes do armamento foram realizados no último dia 17, segundo a AP. A apresentação do míssil foi feita pelo ministro da Defesa do Irã, General Aziz Nasirzadeh, durante uma entrevista à TV estatal. Ele disse que o país está preparado para responder com “força” a qualquer ataque dos EUA ou de Israel, ameaçando atingir bases norte-americanas no Oriente Médio, se necessário. “Se a guerra for iniciada pelos EUA ou pelo regime sionista, o Irã atacará seus interesses, bases e forças, onde quer que estejam e sempre que for necessário”, disse, segundo a Reuters. Nasirzadeh afirmou, no entanto, que o Irã não tem hostilidade contra países vizinhos e busca relações fraternais, mas considera as bases norte-americanas na região alvos legítimos em caso de conflito. Embora o Irã não tenha informado se o Qassem Bassir possui capacidade nuclear, autoridades iranianas têm alertado que o país poderia buscar uma arma nuclear, uma vez que o estoque de urânio enriquecido já chega a níveis próximos aos necessários para armamento, segundo a AP. Tensões regionais O anúncio do míssil ocorre em meio a uma escalada de hostilidades. Recentemente, o grupo terrorista Houthi, apoiado por Teerã, lançou um ataque com mísseis próximo ao Aeroporto Ben Gurion, em Israel. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu retaliar, responsabilizando o Irã pelo incidente. Nasirzadeh, por sua vez, negou envolvimento direto, afirmando que os Houthis agem de forma independente. Paralelamente, as negociações sobre o programa nuclear iraniano enfrentam impasses. Em abril, o presidente norte-americano Donald Trump pressionou pela retomada das conversas, ameaçando atacar instalações nucleares iranianas caso as negociações fracassem. As tratativas indiretas entre Irã e EUA, mediadas por Omã, foram suspensas na semana passada, sem data para retomada, segundo o Ministério das Relações Exteriores do Irã. Os EUA também intensificaram ações contra os Houthis no Iêmen, com ataques a redutos do grupo desde março, sob ordens de Trump. O republicano prometeu responsabilizar o Irã por ações do grupo, que tem lançado mísseis e drones contra Israel em apoio ao Hamas, grupo terrorista em guerra com tropas israelenses em Gaza desde outubro de 2023.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Ministério da Defesa do Irã

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Três em cada 10 pessoas não sabem ler ou escrever no Brasil

Três em cada dez brasileiros com idade entre 15 e 64 anos ou não sabem ler e escrever ou sabem muito pouco a ponto de não conseguir compreender pequenas frases ou identificar números de telefones ou preços. O grupo, chamado de analfabetos funcionais, corresponde a 29% da população, o mesmo percentual de 2018. Os dados são do Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional), divulgado nesta segunda-feira (5), e acendem um alerta sobre a necessidade e importância de políticas públicas voltadas para reduzir essa desigualdade entre a população. O Inaf traz ainda outro dado preocupante. Entre os jovens, o analfabetismo funcional aumentou. Enquanto em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam na condição de analfabetos funcionais, em 2024, esse índice subiu para 16%. Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, o aumento pode ter ocorrido por causa da pandemia, período em que as escolas fecharam e muitos jovens ficaram sem aulas. Teste O indicador classifica as pessoas conforme o nível de alfabetismo com base em um teste aplicado a uma amostra representativa da população. Os níveis mais baixos, analfabeto e rudimentar, correspondem juntos ao analfabetismo funcional. O nível elementar é, sozinho, o alfabetismo elementar e, os níveis mais elevados, que são o intermediário e o proficiente correspondem ao alfabetismo consolidado. Seguindo a classificação, a maior parcela da população, 36%, está no nível elementar, o que significa que compreende textos de extensão média, realizando pequenas interferências e resolve problemas envolvendo operações matemáticas básicas como soma, subtração, divisão e multiplicação. Outras 35% estão no patamar do alfabetismo consolidado, mas apenas 10% de toda a população brasileira estão no topo, no nível proficiente. Limitação grave Segundo o coordenador da área de educação de jovens e adultos da Ação Educativa, uma das organizações responsáveis pelo indicador, Roberto Catelli, não ter domínio da leitura e escrita gera uma série de dificuldades e é “uma limitação muito grave”. Ele defende que são necessárias políticas públicas para garantir maior igualdade entre a população. “Um resultado melhor só pode ser alcançado com políticas públicas significativas no campo da educação e não só da educação, também na redução das desigualdades e nas condições de vida da população. Porque a gente vê que quando essa população continua nesse lugar, ela permanece numa exclusão que vai se mantendo e se reproduzindo ao longo dos anos”. A pesquisa mostra ainda que mesmo entre as pessoas que estão trabalhando, a alfabetização é um problema: 27% dos trabalhadores do país são analfabetos funcionais, 34% atingem o nível elementar de alfabetismo e 40% têm níveis consolidados de alfabetismo. Até mesmo entre aqueles com alto nível de escolaridade, com ensino superior ou mais, 12% são analfabetos funcionais. Outros 61% estão na outra ponta, no nível consolidado de alfabetização. Desigualdades Há também diferenças e desigualdades entre diferentes grupos da população. Entre os brancos, 28% são analfabetos funcionais e 41% estão no grupo de alfabetismo consolidado. Já entre a população negra, essas porcentagens são, respectivamente, 30% e 31%. Entre os amarelos e indígenas, 47% são analfabetos funcionais e a menor porcentagem, 19%, tem uma alfabetização consolidada. Segundo a coordenadora do Observatório Fundação Itaú, Esmeralda Macana, entidade parceira na pesquisa, é preciso garantir educação de qualidade a toda a população para reverter esse quadro que considera preocupante. Ela defende ainda o aumento do ritmo e da abrangência das políticas públicas e ações: “A gente vai precisar melhorar o ritmo de como estão acontecendo as coisas porque estamos já em um ambiente muito mais acelerado, em meio a tecnologias, à inteligência artificial”, diz. “E aumentar a qualidade. Precisamos garantir que as crianças, os jovens, os adolescentes que estão ainda, inclusive, no ensino fundamental, possam ter o aprendizado adequado para a sua idade e tudo aquilo que é esperado dentro da educação básica”, acrescenta. Indicador O Inaf voltou a ser realizado depois de seis anos de interrupção. Esta edição contou com a participação de 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, que realizaram os testes entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada, considerando um intervalo de confiança estimado de 95%. Este ano, pela primeira vez, o Inaf traz dados sobre o alfabetismo no contexto digital para compreender como as transformações tecnológicas interferem no cotidiano. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social. A edição de 2024 é correalizada pela Fundação Itaú em parceria com a Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).   Fonte: R7 Foto: Divulgação/ MEC

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Operações integradas fiscalizam estabelecimentos alvo de denúncias e coíbem irregularidades de trânsito em Sorocaba

A Prefeitura de Sorocaba, por meio do Setor de Fiscalização de Posturas da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (Seplan), vistoriou 17 estabelecimentos alvos de denúncia de perturbação de sossego, durante ação no sábado (3). A iniciativa avançou pela madrugada deste domingo (4) e contou com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), que também realizou operação integrada com a Polícia Militar (PM), para coibir irregularidades de trânsito na Zona Norte. A fiscalização de estabelecimentos contemplou estabelecimentos nos bairros: Jardim Isaura, Jardim América, Vila Santa Rita, Jardim Santa Rosália, Vila Barão, Jardim Betânia, Vila Elza, Vila Formosa, Jardim J. S. Carvalho, Parque das Paineiras, Mineirão, Vila Fiori e Jardim Brasilândia. Nove locais estavam fechados no momento da fiscalização, três operavam regularmente e cinco foram notificados por falta de alvará de funcionamento, dos quais dois deles também por obstrução do passeio público. Não houve interdições. Por sua vez, a operação integrada com a PM aconteceu na Rua Augusto Severo, Vila Elza, ocasião em que foram emitidas 20 autuações de trânsito, devido a irregularidades em veículos ou ligadas a condutores. A Secretaria de Segurança Urbana (Sesu) e as autoridades policiais contam, sempre, com o apoio da população, para que as acione e envie informações, em caso de constatação de perturbação do sossego, eventos clandestinos ou outras irregularidades. O contato pode ser feito pelos telefones: 153 (GCM) e 190 (Polícia Militar).   Foto: Prefeitura de Sorocaba

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Óbitos no trânsito de Campinas caem 34% no primeiro trimestre

Doze vidas foram salvas em vias urbanas e rodovias de Campinas no primeiro trimestre de 2025. É o que aponta o Boletim Mensal de Óbitos no Trânsito da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Foram 23 vidas perdidas entre janeiro e março de 2025, número 34% menor do que o registrado no mesmo período de 2024 (35 mortes). Em vias urbanas, foram 14 mortes no trânsito. A maioria (86%) envolveu os usuários mais vulneráveis: sete motociclistas ou garupas (50%) e cinco pedestres (36%). Também houve um óbito de ocupante de demais veículos e uma morte de ciclista no período. Quando se considera o mês de março, foram cinco vidas perdidas – três em vias urbanas e duas em rodovias. Confira os locais onde ocorreram os sinistros fatais no primeiro trimestre, por tipo de usuário:  R. Celso Lopes (automóvel).  R. Antônio Arnaldo Albergaria Pereira / r. das Acácias (ciclista).  Av. Padre Gaspar Bertoni (motociclista).  Av. Ruy Rodriguez (motociclista).  Av. José Christóvão Gonçalves (motociclista).  R. Dez / antiga Rodovia Santos Dumont (motociclista).  Av. Suaçuna (motociclista).  R. General Osório (motociclista).  Av. das Amoreiras (motociclista).  R. Dr. Eduardo Edarge Badaró (pedestre).  R. Barão de Jaguara (pedestre).  Av. Comendador Aladino Selmi (pedestre).  Av. Prefeito Faria Lima (pedestre).  Av. Isaura Roque Quércia (pedestre). Entre os 14 óbitos em vias urbanas registrados, cinco tiveram as causas analisadas pelo Comitê Vida no Trânsito. Duas mortes envolveram o excesso de velocidade e outros dois óbitos foram motivados pelo desrespeito à sinalização de trânsito. O Boletim Mensal Informativo de Óbitos no Trânsito está disponível no site da Emdec, na seção “Cadernos de Acidentalidade”. 155 vidas perdidas em 2024 O balanço preliminar atualizado também indica 155 vidas perdidas no primeiro trimestre de 2024 – quatro a menos que as 159 computadas em 2023. Foram 71 mortes em vias urbanas e 84 em rodovias. Um boletim contendo os dados de mortes no trânsito no ano passado será distribuído no evento de abertura do Maio Amarelo, previsto para o dia 7 de maio, às 10h, no Shopping Parque das Bandeiras. ‘Maio Amarelo’ potencializa conscientização Em 2025, o Movimento Maio Amarelo, iniciativa internacional de combate à violência no trânsito, tem como tema “Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana”. Diversas atividades de conscientização serão promovidas pela Emdec para promover a valorização da vida, destacando que a pressa e a imprudência podem se refletir em mortos e feridos no trânsito. Pedestres e ciclistas, principais vítimas do trânsito, serão mobilizados por meio de blitze educativas e esquetes teatrais, entre outras atividades. Ações permanentes para salvar vidas Ao longo de todo o ano, a Emdec também promove ações contínuas para mobilizar a sociedade a salvar vidas no trânsito. Uma delas envolve o reforço da sinalização de trânsito: entre janeiro e março, foram 37,2 mil metros quadrados de sinalização horizontal (solo) executados, 1,6 mil novas placas e 72 novas rampas de acessibilidade. A frente que promove “tolerância zero” aos comportamentos de risco no trânsito vem realizando operações de fiscalização quase diariamente. Até março deste ano, a Emdec promoveu 71 blitze integradas com a Guarda Municipal (GM) e a Polícia Militar (PM), identificando mais de 2,3 mil infrações de trânsito. E 92 ações educativas promoveram uma mobilidade urbana mais segura para todos, impactando mais de 12 mil pessoas.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Obras na Tamoios reduzem viagem em 29 min e mudam rotina de moradores

As obras dos Contornos Norte e Sul da Rodovia dos Tamoios, no litoral norte de São Paulo, entregues entre 2023 e 2024 pelo governo paulista e que somam R$ 3 bilhões em investimentos, têm impactado positivamente a vida de trabalhadores que utilizam a estrada. Inaugurado em novembro do ano passado, o Contorno Sul liga São Sebastião a Caraguatatuba e reduziu o tempo de deslocamento entre esses os municípios de 45 minutos para 16. O governo paulista lançou o São Paulo Pra Toda Obra, maior programa de modernização e melhorias do sistema rodoviário da história do estado. O pacote reúne R$ 30 bilhões de investimento em rodovias públicas e concedidas, somando iniciativas do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e das concessionárias, fiscalizadas pela Agência de Transporte do Estado (Artesp). São mais de 1.500 obras, com extensão de 22,3 mil km e 252 mil empregos criados. Ao todo, já são 544 intervenções concluídas, 208 em andamento e 829 melhorias a caminho. Amanda Aline Trindade, caminhoneira moradora de São Sebastião e usuária da Rodovia dos Tamoios Moradora de São Sebastião, Amanda Aline Trindade trabalha com o pai, Elias, fazendo carreto e mudanças na região. Ela conta que, para além do impacto direto da obra em seu trabalho, as mudanças promovidas pelo Governo de São Paulo na região deram a ela mais qualidade de vida. ”Antes, eu demorava até quatro horas para fazer uma mudança de Topolândia para o Jaraguá (bairros de São Sebastião). Hoje, em uma hora eu carrego, descarrego e volto. Com isso, tenho a oportunidade de ter mais qualidade de vida e aproveitar o tempo”, disse. O trecho da Tamoios entre São Sebastião e Caraguatatuba é parte do dia a dia de Amanda. Na direção de seu caminhão de mudanças, ela conta que a intervenção trouxe sensação de segurança. “Além do tempo, antes, a gente pegava muito trânsito. Agora está muito melhor e mais seguro”, conta Amanda. O Contorno Sul facilita o deslocamento de 250 mil habitantes dos dois municípios e também de llhabela, além dos turistas da região. A via opera com sistema de pedágio free flow. Amanda destaca também o impacto positivo das obras na infraestrutura logística da região. “O acesso ao porto de São Sebastião ficou mais fácil. Com a rodovia nova, já é possível descer direto no porto”, afirmou. O taxista Marcos Severiano mora em Caraguatatuba e utiliza diariamente os Contornos Norte e Sul da Rodovia dos Tamoios O taxista Marcos Severiano mora em Caraguatatuba e utiliza diariamente os Contornos Norte e Sul da Rodovia dos Tamoios. O trecho Norte facilita o acesso dos usuários às cidades de Caraguatatuba e Ubatuba, ampliando a fluidez do trânsito e a segurança no trecho com cerca de oito quilômetros. A rodovia, localizada entre o km 82 de Caraguatatuba e o acesso à praia de Massaguaçu, faz o trajeto durar, aproximadamente, oito minutos, com velocidade máxima permitida de 80 km/h. “No ponto de táxi, a gente pega muita corrida para São Sebastião e Ubatuba. Nossa carga horária diminuiu bastante, o consumo de combustível diminuiu também e, como motorista, eu me sinto muito mais seguro exercendo minha profissão”, afirmou Marcos. Os impactos do Contorno Norte e Sul, além do reflexo na mobilidade e economia locais, uma vez que reduzem o fluxo de veículos pesados dentro das cidades, melhoram a fluidez do trânsito e tornam os deslocamentos mais rápidos e seguros. Além disso, a infraestrutura facilitou o acesso às rodovias estaduais, beneficiando o transporte de mercadorias e incentivando novos investimentos. Os efeitos das obras também incluem a perspectiva de aumento no número de visitantes, impulsionando setores como hotelaria, gastronomia e comércio.   Foto: Governo de SP

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Em busca de um passeio na natureza? Existe uma floresta em plena Campinas

Para quem ama contato com a natureza e busca um passeio tranquilo sem sair de Campinas, a Mata de Santa Genebra é uma excelente opção. Com 251,77 hectares de área verde protegida, a reserva florestal abriga uma rica biodiversidade e oferece um refúgio natural no coração da metrópole. A Mata de Santa Genebra fica localizada na Rua Mata Atlântica, 447, no Bosque de Barão Geraldo. É uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) que oferece contato direto com a Mata Atlântica preservada, sem necessidade de viagem para zonas rurais ou parques distantes. Conheça a Mata de Santa Genebra Administrada pela Fundação José Pedro de Oliveira, a unidade de conservação possui estrutura completa para receber visitantes, incluindo banheiros, bebedouros e áreas para piquenique. Os visitantes da reserva florestal têm a oportunidade de ver de perto centenas de espécies de árvores nativas e frutíferas. Além de encontrar espécies de macacos-prego e várias espécies de aves. A Mata de Santa Genebra é um local de reprodução para as onças-pardas que a utilizam como berçário. Elas passam um período no local antes de migrarem para outros territórios. É importante ressaltar que esses animais evitam o contato com seres humanos e só reagem caso se sintam acuados, uma vez que as onças-pardas não representam ameaça direta para as pessoas. “É importante que o cidadão campineiro, alunos de escolas municipais, estaduais, particulares, universidades conheçam a floresta, o borboletário, um pouco sobre as abelhas nativas (os polinizadores). Além das grandes árvores e as trilhas”, destaca Rogério Menezes, Presidente da Fundação José Pedro de Oliveira, que administra a Mata de Santa Genebra Ele ressalta a importância de conhecer para cuidar, desenvolvendo compreensão e consciência sobre a educação ambiental como forma de preservar a Mata e outras florestas. “As unidades de conservação contribuem para a melhora da qualidade do ar, na redução da temperatura e da poluição”, disse. Sobre a Mata de Santa Genebra A Mata de Santa Genebra, em Campinas, ocupa uma área de 251,77 hectares, o equivalente a aproximadamente 300 campos de futebol, e é o maior fragmento florestal da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Reconhecida como uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), a Mata abriga uma grande diversidade de fauna e flora em meio à urbanização. A gestão da área é compartilhada entre a Fundação José Pedro de Oliveira e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Biodiversidade da Mata de Santa Genebra A Mata é um verdadeiro santuário ecológico. Somente entre os vertebrados, já foram identificadas 365 espécies, sendo: 38 espécies de répteis 20 espécies de anfíbios 247 espécies de aves 56 espécies de mamíferos 4 espécies de peixes Entre os invertebrados, embora o número exato seja desconhecido, destaca-se o grupo das borboletas, com 700 espécies identificadas. A fauna local inclui espécies ameaçadas de extinção, como: Onça-parda (Puma concolor) Gato-do-mato-do-sul (Leopardus guttulus) Jaguatirica (Leopardus pardalis) Outros animais classificados como “quase ameaçados” também são encontrados por lá, como o bugio-ruivo (Alouatta guariba), o macaco-prego (Sapajus nigritus) e diversas aves nativas. Visite a Mata de Santa Genebra A Mata oferece diferentes formas de visitação, ideais para quem busca turismo ecológico em Campinas e educação ambiental. Visita autoguiada Indicada para visitantes individuais ou pequenos grupos. Os roteiros variam entre 900 metros e 2 km, sem acompanhamento de condutores. Consulte datas e horários e inscreva-se: https://www.fjposantagenebra.sp.gov.br/visita-autoguiada Visita autoguiada – Fundação José Pedro de Oliveira Visita monitorada para grupos Ideal para grupos acompanhados por condutores autorizados. Acesse:  https://www.fjposantagenebra.sp.gov.br/visita-monitorada-para-grupos Visita monitorada – Fundação José Pedro de Oliveira Escolas públicas e entidades filantrópicas As vagas são limitadas e as inscrições abrem em fevereiro e julho. Informações: https://www.fjposantagenebra.sp.gov.br/escolas-publicas-e-entidades-filantropicas Visitas para escolas e entidades Eventos e atividades culturais Agenda nas redes sociais: fjposantagenebra.sp.gov.br facebook.com/matadesantagenebra http://instagram.com/matasantagenebra/   Foto: Prefeitura de Campinas

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Secretário de Americana vistoria Casarão do Salto Grande e Casa Hermann Müller para processo de recuperação

O secretário de Cultura e Turismo de Americana, Vinicius Ghizini, vistoriou nesta semana o Casarão do Salto Grande e a Casa de Cultura Hermann Müller. A ação faz parte do diagnóstico de medidas para recuperação gradual desses dois patrimônios históricos da cidade. “O prefeito Chico Sardelli nos pediu atenção especial ao patrimônio histórico de Americana, para preservar as raízes da cidade”, destacou o secretário. “Estive em Brasília discutindo políticas públicas de financiamento a projetos culturais e, com o diagnóstico atualizado em mãos, vamos acelerar este processo de recuperação”. Em fevereiro, como parte do esforço por recursos para o setor, Ghizini se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, e com a coordenadora-geral da pasta, Teresa Labrunie. O encontro tratou de programas de incentivo à preservação do patrimônio histórico de Americana, entre outros temas.   Foto: Prefeitura de Americana

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Mutirão contra a dengue em Americana já removeu 7,2 toneladas de criadouros

Com o apoio da população, a Prefeitura de Americana tem intensificado as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Por meio da Secretaria de Saúde, o mutirão preventivo já percorreu 38.056 imóveis e retirou 7,2 toneladas de materiais que poderiam se tornar criadouros do mosquito. A mobilização faz parte da campanha “Todos contra a Dengue – Para não deixar água parada, tem que se mexer!”. Agentes percorrem bairros com visitas casa a casa, orientações, eliminação de focos e reforço da vigilância em áreas com maior número de casos confirmados. Nesta sexta-feira (2), a força-tarefa passou pelo Jardim Paulistano e Vila Santa Maria, somando-se a regiões já atendidas, como São Roque, Vila Dainese e Jardim Guanabara. No total, mais de 30 bairros foram contemplados, entre eles Cidade Jardim, Jardim dos Lírios, Parque da Liberdade, Antônio Zanaga, Jardim Alvorada, Vila Bertini e São Jerônimo. Além da remoção de criadouros, a Prefeitura ampliou a aplicação de inseticidas por nebulização veicular (fumacê) e costal. Mais de 20 mil imóveis já foram atendidos com o fumacê e outros 1.127 com nebulização costal, com base no monitoramento do Programa Municipal de Controle da Dengue (PMCD), que prioriza áreas com maior risco de transmissão. O coordenador da Vigilância Ambiental, Antônio Jorge da Silva Gomes, destaca que o sucesso das ações depende do envolvimento da população. “A dengue não se combate sozinho. Quando eliminamos criadouros, quebramos o ciclo do mosquito. Mas isso só funciona se cada pessoa fizer sua parte, cuidando do quintal e permitindo o trabalho dos agentes”, afirma. As ações seguem nos próximos dias em novos bairros. A Prefeitura reforça o pedido de colaboração dos moradores: autorizar a entrada das equipes, seguir as orientações e manter os ambientes livres de recipientes que possam acumular água parada. Mais ações A campanha contra a dengue ainda conta com mais ações, que vão desde a mobilização social, passando pelo emprego de novas tecnologias e intersetorialidade. Um novo material, incluindo cartilha e check-list, foi elaborado pela Secretaria de Comunicação e Tecnologia da Informação e distribuído à Secretaria de Educação e à Diretoria Regional de Ensino. O conteúdo tem sido utilizado em atividades com professores e alunos. O município produziu cerca de 200 mil folders, que estão sendo distribuídos à população pelos agentes de controle durante as visitas de casa em casa, bem como nas ações educativas. Americana também possui um grupo condutor para o enfrentamento às arboviroses, composto por equipe multiprofissional, de diversos setores da Saúde, o qual elaborou um Plano de Contingência e Fluxograma para padronizar, controlar e fazer a vigilância dos atendimentos. O município implementou um sistema online de monitoramento baseado em Inteligência Artificial (IA), que auxilia os profissionais de saúde no acompanhamento dos casos em tempo real. Para reforçar as ações de monitoramento dos casos, a Prefeitura contratou 24 agentes de promoção de saúde por meio de concurso público. Eles estão atuando no monitoramento de pacientes sintomáticos e na prevenção da dengue nas unidades de saúde, conforme critérios do Plano de Contingência local. Todas as Unidades Básicas de Saúde da rede contam com testes rápidos para dengue, utilizados de acordo com os critérios estabelecidos no Plano de Contingência. A Prefeitura adquiriu 80 novas poltronas reclináveis para soroterapia venosa, as quais foram distribuídas nas unidades de atenção básica e Pronto Atendimento do bairro Antônio Zanaga. A vacina contra a dengue também segue disponível para crianças e adolescentes, de 10 a 14 anos, também em todas as UBSs, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h – na Praia Azul e São Vito, o atendimento ocorre das 8h às 20h. Situação de emergência A Prefeitura de Americana decretou situação de emergência em saúde pública em razão do cenário da dengue no município. O Decreto nº 13.702/2025, publicado no Diário Oficial, estabelece medidas administrativas para intensificar o controle e combate às arboviroses. A decisão acompanha as diretrizes do Governo de São Paulo, conforme o Decreto Estadual nº 69.359/2025, que reconhece a epidemia de dengue em todo o território paulista. Além da dengue, o decreto também abrange medidas de combate a outras arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como Chikungunya e Zika. Entre as ações previstas a partir do decreto de emergência, estão: – Contratação emergencial de serviços e aquisição de insumos – Admissão temporária de servidores para reforçar o atendimento – Prorrogação de contratos que favoreçam o combate ao mosquito e a assistência à saúde – Mobilização de agentes comunitários de saúde e controle de vetores para intensificação das visitas domiciliares – Campanhas educativas para conscientização da população – Aplicação de sanções aos moradores que mantiverem focos do Aedes aegypti em suas propriedades – Reforço na fiscalização de terrenos baldios e imóveis abandonados, com possibilidade de limpeza compulsória – Suspensão de férias e folgas de servidores da Saúde e de outros órgãos envolvidos no enfrentamento da epidemia A Secretaria de Saúde, por meio da Sala de Situação Municipal de Prevenção e Controle das Arboviroses, instituída pelo Decreto nº 13.703/2025, é a responsável pela coordenação das ações e pelo monitoramento dos indicadores epidemiológicos, como incidência de casos, taxa de letalidade e índices de infestação. O Decreto Municipal, publicado em 28 de março, tem validade de 90 dias e pode ser prorrogado caso a situação exija novas medidas. A campanha “Todos Contra a Dengue – Para não deixar água parada, tem que se mexer!” tem o apoio e a parceria de outros setores, como as secretarias de Meio Ambiente, Educação, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Assistência Social e Direitos Humanos, Planejamento, Comunicação e Tecnologia da Informação, Obras e Serviços Urbanos, ACIA (Associação Comercial e Industrial de Americana), Diretoria Regional de Ensino, Defesa Civil, DAE (Departamento de Água e Esgoto) e CPFL Paulista.   Foto: Prefeitura de Americana

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13 mil pessoas passaram pela 3ª Festa das Nações Joaquim Egídio de Campinas

De acordo com a Comissão Organizadora da 3ª Festa das Nações Joaquim Egídio, mais de 13 mil pessoas passaram pelo evento, em Campinas, cidade do interior do Estado de São Paulo. A festa, que aconteceu entre os dias 01 e 04 de maio, reuniu uma grande diversidade artísticas e gastronômica, além de ser uma festa inclusiva. Pela primeira vez na história 15 artistas se apresentaram no palco, levando entretenimento, alegria e diversão para o público. O sucesso desta edição só foi possível graças ao comércio local e investimento da iniciativa privada, através do escritório Viola Brasil Produções Artísticas e da Cervejaria Germânia e com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, vereadora Débora Palermo, e da subprefeitura de Joaquim Egídio. Segurança, diversão, gastronomia e muita música boa estiveram presentes nesta edição. O evento agitou a população campineira e demais cidades da região. A festa aconteceu na Praça Dom Agnelo Rossi, em frente a igreja de São Joaquim e São Roque. O evento teve entrada franca, todos os dias. Entre os artistas presentes no evento, vale destacar Lucas & Breno que se apresentaram na Festa do Peão de Barretos do ano passado com grande destaque. Outra dupla de destaque que se apresentou na festa foi Giovanni & Rafael. Giulia Blue, Thammy Cézar, Leandro Guimarães Trio, Carlinhos Carranca e Amigos, Bob Joe, Amigos do Samba e Raul Seixas Cover, entre outros artistas também estiveram se apresentando com grande destaque. Na área gastronômica, uma praça de alimentação com barracas típicas e grande variedade de lanches, porções, salgados e doces estiveram à disposição do público que preza por uma alimentação diversificada. A festa teve uma feira de artesanato com dez barracas. Vale destacar também que as crianças tiveram muitas oportunidades para se divertir e curtir a festa com os pais. Durante o evento, além de cama elástica para os pequenos se divertirem, personagens de super-heróis estiveram se apresentando durante a festa. A 3ª Festa das Nações Joaquim Egídio foi um marco na história do distrito e da cidade de Campinas. A segurança foi monitorada pela Guarda Civil Municipal, Segurança Privada, Equipe de Brigadistas e pela Polícia Militar. O evento contou ainda com estacionamento no local, banheiros químicos e acesso para pessoas com deficiência. Carlos Barbosa, diretor comercial do escritório Viola Brasil Produções Artísticas, comemorou o sucesso do evento. “Foi uma festa histórica, graças ao apoio e comprometimento de todos envolvidos. Trouxemos grandes artistas de diferentes gêneros musicais para fazer a alegria do público presente. Já estamos empenhados, desde já, para fazer uma festa ainda melhor no próximo ano”, disse.   Fotos: Fernando Righetto

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Primeiro reservatório do Plano de Macrodrenagem da região central de Campinas já está em obras; veja

A Prefeitura de Campinas colocou em execução o Plano para Controle de Enchentes na região central. O projeto inclui oito obras de combate às enchentes nas bacias do córrego Serafim e do córrego Proença. A primeira dessas obras, que já está em andamento, é a construção do reservatório chamado de RP-1, na Praça de Esportes Paranapanema para contenção de cheias na região do Jardim Paranapanema. Com investimento de R$ 205,8 milhões, o reservatório será coberto, permitindo que a praça seja requalificada e devolvida à comunidade para atividades esportivas e de lazer, assim que a obra for concluída. Como o reservatório vai funcionar? Conhecido popularmente como piscinão, o RP -1 terá capacidade para armazenar cerca de 120 milhões de litros de água. Quando estiver em operação, nos momentos de cheia, vai receber a água excedente do córrego Proença, que passa pela Avenida Princesa d’Oeste usando uma galeria de derivação e bombas submersíveis para evitar que a água cause enchentes na região. O reservatório será coberto e, assim que a obra for concluída, o espaço será reaberto para para a prática de esportes como acontecia antes das intervenções. Como está o andamento da obra? Atualmente, os trabalhadores estão construindo o túnel que vai ligar a Avenida Princesa d’Oeste até o reservatório, passando sob a Praça Paranapanema. Esse túnel, feito com revestimento metálico é chamado de Tunnel Liner, tem 3,50 metros de diâmetro e é uma etapa fundamental para o funcionamento do sistema, é por ele que a água excedente do córrego Proença, durante as cheias, vai escoar para o reservatório. Além do túnel, também estão sendo feitas as estruturas de sustentação do reservatório, como as armaduras e a concretagem das lamelas. Essas estruturas são essenciais para garantir a segurança, estabilidade e impermeabilização do sistema, prevenindo infiltrações e deformações. Para realizar essas obras, foi necessário bloquear um trecho da Rua Joaquim Roberto de Azevedo Marques, na Vila Lemos, entre as avenidas Dr. Arlindo Joaquim de Lemos e Guarani. Os moradores continuam tendo acesso ao local e à igreja Nossa Senhora Aparecida, sem impacto para eles. A previsão é que essa intervenção no local seja concluída até o mês de agosto. Quais são as etapas para execução de uma obra desse porte? Antes de começar a construção, foi elaborado o projeto executivo, que é como um manual detalhado com todas as instruções, desenhos e especificações técnicas para orientar os profissionais no canteiro de obras. Essa fase garante que tudo seja feito de forma segura e correta. Enquanto isso, em julho de 2024, o consórcio JDPF, formado pelas empresas Jogefe Pavimentação e Construção Ltda., DP Barros Construção e Pavimentação Ltda., e FBS Construção Civil e Pavimentação S.A., que foi o vencedor da licitação, iniciou a sondagem do solo e a montagem do canteiro de obras, preparando tudo para o início efetivo da construção do RP-1. Em novembro de 2024, a Secretaria de Infraestrutura realizou vistorias cautelares nos imóveis próximos à obra. Essas vistorias são feitas por motivos de segurança, para verificar o estado das propriedades e evitar problemas futuros, além de registrar o estado geral de paredes, tetos, pisos e outros itens importantes dos imóveis que ficam no entorno da obra. Por fim, em fevereiro de 2025, a equipe começou a construir o Tunnel Liner, que é o túnel por onde a água excedente do córrego Proença vai passar durante as cheias, ligando a Avenida Princesa d’Oeste ao reservatório RP-1 sob a Praça Paranapanema. Essa etapa é fundamental para garantir o funcionamento eficiente do sistema de controle de enchentes. A Prefeitura vai fazer outras obras para prevenir enchentes na cidade? Sim, o plano completo de macrodrenagem inclui oito obras de combate às enchentes nas bacias do córrego Serafim, na avenida Orosimbo Maia, e no córrego Proença, na avenida Princesa d’Oeste. Na primeira etapa, serão construídos três reservatórios (piscinões): o RP-1, que já está em construção na Praça de Esportes Paranapanema; outro na Praça da Ópera, cuja licitação foi homologada no dia 24 de abril; e um terceiro na avenida José de Souza Campos, cujo projeto está em elaboração. Segundo o secretário de Infraestrutura, esses três piscinões devem resolver cerca de 95% das ocorrências de enchente na região central da cidade, o que significa que a maioria das chuvas que antes causavam problemas será controlada, e mesmo nas situações de enchente, o impacto será bem menor, pois a maior parte da água ficará retida nesses reservatórios. Qual o investimento da Prefeitura para implantação do plano de macrodrenagem? Para a execução de todas as obras do plano de macrodrenagem, a Prefeitura vai investir aproximadamente R$ 1 bilhão. Para isso, o município conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na primeira etapa, o valor investido é de cerca de R$ 559,6 milhões, sendo R$ 503 milhões financiados pelo BNDES e aproximadamente R$ 55,9 milhões de contrapartida da Administração Municipal. A segunda etapa inclui outras cinco obras, como novos reservatórios, remodelações e obras de alargamento, para completar o plano de combate às enchentes na região central da cidade.   Foto: Prefeitura de Campinas

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