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Quatro pessoas ficam feridas após carro sair da pista em Charqueada

Dia: 12 de fevereiro de 2025

Linha 164 é alvo de reclamações em Campinas com remendos e bancos rasgados

Os passageiros da linha 164 de Campinas (SP) vem se deparando com condições precárias no transporte público da cidade. O ônibus da linha foi flagrado por populares com diversos problemas estruturais e de manutenção, mostrando a falta de cuidados com a frota. Imagens feitas por passageiros e enviadas para a redação da RFTV mostram bancos rasgados, um fecho quebrado na parte de trás do ônibus e até a corda para dar sinal, que estava remendada com fita isolante. A situação tem gerado revolta entre os usuários. Nesta terça-feira (11), o repórter Fábio Oliveira foi até o ônibus da linha mencionada para verificar a situação. Lá, ele conversou com munícipes que utilizam o transporte público e foram apontadas mais linhas com problemas estruturais – muitas estão sem o funcionamento do ar-condicionado. Assista aqui a matéria completa:

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Inter de Limeira e Palmeiras se enfrentam em jogo crucial do Paulistão 2025

Confira desfalques, transmissão e expectativas para o duelo no Limeirão   Inter de Limeira e Palmeiras se enfrentam nesta quinta-feira (13) pela nona rodada do Campeonato Paulista. Este confronto é crucial para ambas as equipes, que buscam recuperação no estadual. A Inter de Limeira, ainda sem vitórias este ano, luta para evitar o rebaixamento, enquanto o Palmeiras, fora da zona de classificação, almeja uma virada para garantir um lugar nas quartas de final. A partida terá lugar no estádio Major José Levy Sobrinho, popularmente conhecido como Limeirão, situado em Limeira. Com capacidade para aproximadamente 18 mil torcedores, o estádio promete ser o palco de um jogo intenso entre os dois clubes. Como e Onde Assistir ao Jogo? Torcedores e aficionados pelo futebol poderão acompanhar o duelo entre Inter de Limeira e Palmeiras por meio da transmissão ao vivo pela TNT e pela plataforma Max. A bola começa a rolar às 19h30, horário de Brasília. Desfalques e Preparativos da Inter de Limeira A Inter de Limeira enfrenta desafios significativos no Campeonato Paulista deste ano. No último jogo, a equipe perdeu Juan Tavares, que foi expulso e cumprirá suspensão na partida contra o Palmeiras. Roberto Rosa, que estava suspenso, agora retorna ao time titular. Felipe Conceição, treinador da equipe, também conta com o retorno de Leocovick, Flávio e Iba Ly. No entanto, Gui Mariano permanece como dúvida por questões físicas. Questões do Palmeiras para o Jogo O Palmeiras também enfrenta um momento desafiador no Paulistão, ainda tentando definir sua formação ideal. O técnico Abel Ferreira pode realizar alterações no time titular, em busca de um desempenho melhor. A equipe ainda não conta com Bruno Rodrigues e Paulinho, que seguem fora por não estarem 100% fisicamente, enquanto Felipe Anderson permanece como dúvida. Quais São as Campanhas das Equipes no Campeonato? Até agora, o desempenho da Inter de Limeira no Campeonato Paulista tem sido abaixo das expectativas, sem vitórias e com uma ameaça real de rebaixamento. Por outro lado, o Palmeiras, que busca estabilizar sua campanha, está focado em reformular sua estratégia para garantir uma posição nas quartas de final. O resultado desta partida pode ser decisivo nas aspirações de ambos os times no Campeonato Paulista de 2025, tornando essencial para as duas equipes conquistarem um bom resultado nesta noite no Limeirão.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Inter de Limeira/@claudiof2.8fotos/@dutrafotos

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Café fica mais caro na mesa dos brasileiros: preços mais que triplicam em cinco anos

Mesmo com o aumento dos preços, o consumo de café no Brasil continuou em crescimento   O preço do café torrado e moído no varejo disparou nos últimos cinco anos no Brasil. Segundo dados da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) coletados pelo R7, o quilo do produto custava, em média, R$ 16,78 em janeiro de 2020. Em janeiro de 2025, esse valor saltou para R$ 56,07, um aumento de aproximadamente 234%. A alta impacta diretamente os consumidores, tornando um dos itens mais tradicionais do café da manhã brasileiro um produto cada vez mais caro na cesta básica. Segundo a Abic, diversos fatores contribuíram para esse aumento expressivo. Entre os principais estão: Custos de produção elevados: o preço da matéria-prima subiu mais de 224% nos últimos quatro anos, enquanto o preço do café ao consumidor aumentou 110%; Mercado internacional instável: oscilações no valor do grão impactam diretamente o mercado interno; Mudanças climáticas: a produção sofreu com eventos climáticos extremos, como geadas e secas, reduzindo a oferta e pressionando os preços; Inflação dos insumos agrícolas: fertilizantes, combustíveis e embalagens também tiveram aumentos significativos, encarecendo o produto final. Diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio explica que, mesmo com o forte aumento nos custos da indústria, o setor tentou minimizar os repasses para os consumidores. “Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica [2,7%]”, destacou o diretor. Ainda assim, os repasses ao longo do ano passado foram inevitáveis, e a expectativa é de que os preços sigam em alta nos próximos meses. A Abic prevê que o preço do café pode sofrer novos reajustes nos próximos três meses, variando entre 15% e 20%. Entretanto, há a expectativa de que a partir de abril os preços possam se estabilizar, caso a produção nacional tenha um bom desempenho e as condições climáticas sejam favoráveis. Consumo segue crescendo apesar dos preços altos Mesmo com o aumento dos preços, o consumo de café no Brasil continuou em crescimento. Em 2024, o consumo interno aumentou 1,11% em relação a 2023, atingindo 21,9 milhões de sacas — o equivalente a 40,4% da safra brasileira do ano. O Brasil se mantém como o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, no consumo per capita, os brasileiros bebem mais café do que os norte-americanos: cada pessoa consome, em média, 6,26 kg de café cru por ano, ou 5,01 kg de café torrado e moído. O café continua sendo um dos produtos mais importantes da mesa dos brasileiros, mas o seu preço elevado tem gerado desafios para consumidores e para a indústria. Segundo os dados da Abic, a maior parte do consumo de café em 2024 está concentrada na região Sudeste. O café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, ficando atrás apenas da água, e tem um papel fundamental na cultura e nos hábitos alimentares dos brasileiros. Com a alta nos preços, o impacto no consumo é evidente, levando muitas famílias a adotarem estratégias para economizar. O doutor em economia e professor da Universidade Mackenzie Hugo Garbe explica que esse aumento nos preços pode gerar um fenômeno conhecido como “efeito substituição”, em que os consumidores buscam alternativas mais baratas. “Primeiro, as pessoas tentam consumir uma marca de café um pouco mais barata, que muitas vezes tem até uma qualidade duvidosa”, afirma Garbe. Ele ressalta que, para muitas famílias, o custo elevado também resulta em uma redução no consumo da bebida. “As famílias tendem a diminuir a quantidade de café que consomem ou até colocar menos pó na mistura para render mais”, explica o economista. Segundo ele, essa mudança de comportamento reflete a relevância do café na cesta básica e o peso que seu preço tem no orçamento dos brasileiros. Faturamento da indústria cresce A indústria de café torrado faturou R$ 36,82 bilhões em 2024, um crescimento de 60,85% em relação a 2023. No entanto, esse aumento no faturamento foi impulsionado principalmente pela alta dos preços, enquanto as margens de lucro das indústrias seguem pressionadas pelos custos elevados da matéria-prima. “Apesar do desempenho positivo, a indústria teve que lidar com um aumento de mais de 116% no custo da matéria-prima. Mesmo diante da necessidade de repassar parte desse impacto ao varejo, o setor adotou uma estratégia cautelosa e conseguiu transferir apenas 37% do reajuste ao longo do ano”, explicou Celírio Inácio. Além disso, a busca por qualidade e certificação tem sido um fator essencial para manter a competitividade no setor. Em 2024, a Abic certificou 278 novos produtos, um crescimento expressivo em categorias como cafés especiais (85%) e gourmets (17%).   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Limeira realiza castração de 174 animais no Bairro do Pinhal

O Bairro do Pinhal recebeu no domingo (9) a primeira edição do ano do programa Castra + Limeira, mutirão de castração gratuita de cães e gatos. Ao todo, foram 174 castrações: 85 gatos e 89 cães. As castrações são realizadas em ônibus equipados e personalizados. A iniciativa é da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura. A secretária Antonieta Polatto afirma que a procura do público foi muito positiva, e que o programa deve ocorrer em outras regiões da área rural ainda este ano. “Nós temos recebido diversos pedidos da população da área rural e estamos trabalhando intensamente para garantir esse atendimento”, diz.   Foto: Prefeitura de Limeira

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Caderneta de poupança volta a render acima da inflação, com alta dos juros

O desempenho do ano passado atingiu 7,09%, um ganho real de 2,26% em relação ao IPCA, de 4,83% A caderneta de poupança voltou a registrar rendimento acima da inflação em 2024. O investimento mais popular do país teve rentabilidade de 7,09% no ano passado, enquanto a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi de 4,83%. Com isso, o investidor teve um gano real de 2,26%. Os dados são de levantamento da Economatica. Diferentemente de 2019 a 2021, quando a poupança registrou rendimento negativo, desde 2022, o investimento tem tido resultados que superam a taxa de inflação. “Isso é importante por várias razões, mas, em especial, por não retirar poder de compra de quem coloca seus recursos nesse tipo de aplicação, popular e simples de se fazer. Além disso, os saldos da caderneta de poupança ajudam na capitação de recursos utilizados no mercado imobiliário, sobretudo para a construção de imóveis residenciais para a classe média”, afirma Haroldo da Silva, vice-presidente do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo). No entanto, Silva pondera que a poupança não é o melhor retorno do mercado financeiro. “Mas ensina a guardar dinheiro e manter os orçamentos familiares equilibrados. O ato de poupar é essencial para uma vida financeira tranquila, longe de dívidas”, acrescenta. Um dos fatores que explicam o rendimento da poupança é a questão da taxa básica de juros elevada. Para combater a alta dos preços, o Banco Central elevou a Selic a 13,25% ao ano na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), em janeiro, com a perspectiva de chegar a 14,25% no primeiro trimestre de 2025. Por isso, a tendência da poupança é positiva. “A expectativa para 2025 é que o ganho real seja ainda maior, dado o crescente aperto monetário que estamos vendo, para ancorar a inflação no horizonte relevante. Naturalmente, quanto maior esse ganho real, maior é o incentivo para o poupador manter seu capital aplicado”, afirma Fernando Marx, trader da TC Cosmos. Atualmente, com a taxa Selic a 13,25% ao ano, a poupança é remunerada pela taxa referencial (TR), mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês. Quando a Selic está abaixo de 8,5%, a atualização é feita com TR mais 70% da taxa básica de juros. Rendimento mensal da poupança – Arte/R7 Para Mayra Saitta, advogada tributária, apesar de ser um investimento seguro e isento de Imposto de Renda, a poupança continua a perder atratividade em comparação a outros produtos de renda fixa, como CDBs e fundos DI, que oferecem retornos mais expressivos atrelados à taxa Selic. “Em 2024, a caderneta de poupança continuou a seguir a regra de rentabilidade estabelecida pelo Banco Central: quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Quando a Selic está igual ou abaixo desse patamar, a rentabilidade cai para 70% da Selic mais a TR”, explica a advogada. Segundo ela, ao investidor que busca segurança e liquidez diária, a poupança segue sendo uma opção viável. “No entanto, para quem deseja maior rentabilidade, alternativas como Tesouro Selic e CDBs de bancos médios podem oferecer retornos mais vantajosos”, afirma Mayra. Histórico A caderneta de poupança tem registrado recorde de retirada. O movimento ocorre em meio aos juros elevados, que reduzem a competitividade da poupança frente a outros investimentos. Além disso, reflete o grau de endividamento da população. Com a alta da taxa básica de juros, a Selic, a aplicação tem perdido recursos. Em 2024, a caderneta registrou resgate líquido de R$ 15,4 bilhões, com saques dos brasileiros do que depósitos. Mas o recorde foi em 2022, quando a poupança registrou saldo devedor de R$ 103,23 bilhões, a pior captação negativa da série histórica da aplicação. Até então, a maior perda anual da poupança, de R$ 53,6 bilhões, havia ocorrido em 2015. Em 2023, a saída líquida foi de R$ 87,8 bilhões.   Fonte: R7 Foto: FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Casos de febre amarela aumentam 5% na América Latina, com 61 casos confirmados em 2024

Apenas em janeiro de 2025, já houve 17 novos casos, resultando em sete óbitos A Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) emitiu um alerta epidemiológico devido a um aumento de 5% nos casos de febre amarela na América Latina em 2024 na comparação com anos anteriores. No ano passado, foram 61 infecções confirmadas em 2024, sendo 30 fatais. Esse aumento superou os 58 casos e 28 mortes registrados entre 2022 e 2023 na Bolívia, Brasil, Colômbia e Peru. Entre os últimos meses de 2024 e as primeiras semanas de 2025, a Opas diz que houve crescimento no número de infecções e mortes, além da expansão da doença para novas áreas. Em janeiro de 2025, foram 17 novos casos, resultando em sete óbitos, segundo a instituição. Inicialmente, a febre amarela estava concentrada na região amazônica da Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana e Peru. No entanto, em 2025, a doença se espalhou para o estado de São Paulo e o departamento de Tolima, na Colômbia. O Peru também relatou um caso fatal. A Opas alerta que outros países podem enfrentar uma situação semelhante. Prevenção e controle A febre amarela é uma doença viral grave e, em sua forma mais severa, pode ser fatal. O aumento dos casos reforça a necessidade de medidas urgentes para conter a propagação do vírus. Entre as ações recomendadas pela Opas estão: Reforço da vigilância epidemiológica: monitoramento ativo para detectar rapidamente casos suspeitos, inclusive em regiões não tradicionalmente afetadas; Vacinação universal: garantia de que pelo menos 95% da população em áreas de risco esteja imunizada. A maioria dos casos de 2024 ocorreu entre pessoas não vacinadas; Diagnóstico laboratorial preciso: exames virológicos por PCR nos primeiros 7 a 10 dias da doença ou testes de IgM ELISA na fase de recuperação, levando em conta a possibilidade de reatividade cruzada com outros vírus; Manejo clínico aprimorado: diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para reduzir o número de mortes; Preparação para surtos: atualização dos estoques nacionais e regionais de vacinas para garantir uma resposta rápida em emergências. Vacinação gratuita no Brasil Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é a estratégia mais eficaz para prevenir a febre amarela. O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece a vacina gratuitamente para toda a população. Desde abril de 2017, o Brasil segue a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) e adota o esquema vacinal de dose única, válida para toda a vida. Para reduzir o risco de novos surtos, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação para todo o país desde 2020, incluindo 1.101 municípios do Nordeste que antes não faziam parte da Área com Recomendação de Vacina. Essa medida busca garantir maior proteção, mesmo em locais sem histórico de transmissão da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra febre amarela é altamente eficaz, conferindo imunidade em 95% a 99% dos adultos vacinados e em cerca de 90% das crianças pequenas. Desenvolvida a partir do vírus vivo atenuado da cepa 17DD, a vacina é utilizada no Brasil desde 1937. Embora segura, a vacina contra febre amarela pode causar efeitos adversos, que variam de leves a graves. Entre 2000 e 2015, a taxa de eventos adversos graves foi de 0,3 caso para cada 100 mil doses administradas. Para mais informações, o Ministério da Saúde disponibiliza uma página sobre Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização. A vacina é aplicada por via subcutânea e está disponível o ano todo nas unidades de saúde. Quem nunca tomou a vacina deve recebê-la pelo menos 10 dias antes de viajar para áreas de risco. Fonte: Agência Brasil Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Reunião discute prevenção à violência contra a mulher em Limeira

A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Limeira, Luciana Félix, participou nesta segunda-feira (10) de uma reunião sobre a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher. Realizado no Núcleo de Atendimento ao Cidadão (NAC), o encontro contou com a presença da coordenadora da Rede Elza Tank de Atendimento Integrado à Mulher em Situação de Violência, Marina Alencar, da representante do Movimento Mulher Vive, Gisele Godoi, e da assessora executiva do Ceprosom, Renata Chiari. Luciana Félix destacou a importância dos movimentos de defesa dos direitos da mulher, bem como a necessidade de intensificar as medidas de sensibilização da sociedade. Serviço: * A Rede Elza Tank está disponível para informações, denúncias e treinamentos pelo e-mail: redeelzatank@ceprosom.sp.gov.br * Em caso flagrante de violência, a Guarda Civil Municipal (GCM) deve ser acionada pelo telefone 153. Foto: Prefeitura de Limeira

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‘Quase aprovada’, vacina da dengue nacional deve chegar a sete em cada 10 para evitar surto

Dose única, mais acessível que a concorrente, oferece proteção abrangente contra a doença, explica Gustavo Mendes, chefe de imunizantes do Butantan   A vacina contra a dengue do Instituto Butantan, um imunizante 100% nacional para combater uma das principais doenças endêmicas do Brasil, está prestes a ser aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com o aval da agência, o imunizante poderá ser negociado com laboratórios, farmácias e clínicas privadas e chegar ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), para que usuários do SUS sejam vacinados. Com a iminência da aprovação e diante de outro surto no país neste ano, o diretor de Assuntos Regulatórios, Qualidade e Ensaios Clínicos da Fundação Butantan, Gustavo Mendes, deu detalhes do imunizante em uma entrevista exclusiva ao R7. A vacina da dengue nacional é de dose única, mais barata que a concorrente, importada, que já é aplicada em crianças de 10 a 14 anos no SUS e tem 79,6% de eficácia. Como a epidemia de dengue é sazonal e se associa às chuvas do começo do ano, o imunizante — quando disponível — precisará chegar ao braço de sete em cada dez brasileiros a fim de garantir que não haja uma explosão de casos de dengue em 2026 e nos anos seguintes. Segundo Ministério da Saúde, até a noite de terça-feira (11), o Brasil somava 269.919 casos da doença. Destes, 303 pessoas morreram por suspeita da dengue. Já 85 brasileiros perderam a vida. Ontem, a Prefeitura de Sâo Paulo confirmou a primeira morte do ano — uma criança de 11 anos de idade, público-alvo da vacina disponível. Mendes ainda falou sobre o desenvolvimento de uma vacina para a gripe aviária, que será testada em humanos, e de um imunizante contra a chikungunya, que deverá chegar às farmácias e postos de saúde nas próximas semanas. Fonte: R7 Foto: Divulgação/Instituto Butantan

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Medidas unilaterais são ruins para economia global, diz Haddad

Medidas unilaterais como as tarifas comerciais impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, são ruins para a economia global, disse nesta terça-feira (11) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, o impacto sobre a economia brasileira ainda não foi avaliado e o governo ainda está levantando informações para decidir se reagirá à sobretaxação em 25% do aço e do alumínio importados pelos Estados Unidos. “A avaliação é de que medidas unilaterais desse tipo são contraproducentes para a melhoria da economia global. A economia global perde com isso, com essa retração, a desglobalização que está acontecendo. Isso não significa defender a velha globalização que trouxe outros desequilíbrios, mas defender um tipo de globalização sustentável do ponto de vista social, do ponto de vista ambiental”, declarou Haddad. Haddad informou que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) está organizando as informações sobre a decisão de Trump. Segundo o ministro, os dados sobre o impacto na economia brasileira serão levados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tomará uma decisão. Ressaltando que a tarifa sobre o aço e o alumínio não se refletem apenas sobre o Brasil, Haddad disse que há espaço para o governo brasileiro negociar, com base nas diretrizes do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). “Não é uma decisão contra o Brasil. [A sobretaxação do aço e do alumínio] é uma coisa genérica para todo mundo. Então, observamos as reações do México, do Canadá, da China a esse respeito”, declarou Haddad. “Na linha do que nós propusemos no G20, estamos imaginando voltar para a mesa de negociação com propostas nessa direção. Acho que há espaço então para negociar.” O ministro comentou que o Itamaraty também está participando das discussões e que não há, até agora, avaliações sobre os impactos na economia brasileira. Sobre as reações das indústrias de alumínio e de aço, Haddad informou que deve se reunir com os setores afetados pelo tarifaço após voltar da viagem que fará ao Oriente Médio, nesta e na próxima semana. CNI Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lamentou a decisão de Trump. Segundo a entidade, a decisão atinge diretamente a indústria brasileira porque o Brasil é o quarto maior exportador de ferro e de aço aos Estados Unidos, destino de 54% das vendas externas dos dois produtos. A confederação ressaltou que o Brasil não representa uma ameaça comercial aos Estados Unidos. “A balança comercial entre os países é, desde 2008, favorável aos americanos, ao contrário do que ocorre entre os EUA e Canadá, China e México. Em 2024, o Brasil exportou US$ 40,4 bilhões e importou US$ 40,7 bilhões”, prosseguiu o comunicado. A CNI informou que buscará diálogo e negociará alternativas para reverter a elevação das tarifas. “O caminho do diálogo, portanto, é preferencial a medidas de retaliação que podem prejudicar outros setores produtivos cuja importação de produtos norte-americanos seja importante para a produção brasileira”, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban, na nota. Fonte: Agência Brasil Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

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