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Lula vai ao Japão neste sábado para ‘vender’ carne brasileira e discutir acordo com Mercosul

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja neste sábado (22) ao Japão, para negociar a abertura do mercado do país para a carne do Brasil, especialmente carne bovina e suína in natura, uma demanda de produtores brasileiros há 20 anos. O presidente também deve se dedicar para avançar nas negociações do acordo comercial entre o Japão e o Mercosul, defendido por empresários dos países envolvidos ao menos desde 2015. O bloco econômico é formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Lula deve cumprir agenda no país asiático até quinta-feira (27) — de lá, ele segue para o Vietnã. Será a primeira vez de um líder estrangeiro em visita oficial ao Japão em seis anos (leia mais abaixo). O presidente deve retornar ao Brasil em 30 de março.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, com a viagem o governo tenta conseguir um compromisso político para que o Japão envie autoridades sanitárias, em missão técnica, para inspecionar as condições da produção brasileira de carne. A fiscalização é considerada crucial para o Brasil vender os produtos ao país asiático.

Em maio de 2024, quando o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, veio ao Brasil, Lula reforçou a reivindicação para ter acesso ao mercado. A nação compra cerca de 70% da carne que consome e gasta aproximadamente US$ 4 bilhões por ano. Do total importado, 80% são dos Estados Unidos e da Austrália. Segundo o Itamaraty, desde 2005, o Brasil tenta, sem sucesso, entrar no mercado japonês de carne.

Agenda

No Japão, Lula vai se reunir com o imperador Naruhito, a imperatriz Masako e o primeiro-ministro Shigeru Ishiba. Em 2025, Brasil e Japão celebram 130 anos de relações diplomáticas, e a comemoração tem sido chamada de “Ano do Intercâmbio e da Amizade Brasil-Japão”.

Além disso, haverá um fórum empresarial, com cerca de 500 participantes, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). A expectativa é que o evento reúna integrantes dos setores de alimentos, agronegócio, aeroespacial, bebidas, energia, logística e siderurgia.

Há, ainda, previsão de assinatura de atos em áreas como ciência e tecnologia, combustível sustentável, educação, pesca, recuperação de pastagens. As parcerias serão fechadas tanto no setor público como na iniciativa privada.

Visita

Na semana passada, o embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, falou da visita de Lula ao país. “É uma visita oficial de primeira categoria. Essa primeira categoria é uma ocasião muito especial, porque, no caso do Japão, somente um chefe de Estado estrangeiro é recebido anualmente como visita oficial de primeira categoria. Durante seis anos, durante a pandemia da Covid, essa visita de primeira categoria foi suspensa. E, para retomar, escolhemos o presidente brasileiro. Isso representa como é importante as relações com o Brasil para o governo japonês e também para o povo japonês”, explicou.

O embaixador japonês reforçou o fortalecimento das relações econômicas durante a visita. “O Brasil é um dos mercados prioritários para os japoneses. Através dessa visita do presidente Lula, que será acompanhada de empresas brasileiras, espero uma maior parceria empresarial entre Brasil e Japão”, completou Hayashi.

Lula foi ao país asiático em maio de 2023, para a cúpula estendida do G7. O Brasil tem a maior comunidade nipodescendente fora do Japão — são cerca de 2 milhões de pessoas. Segundo o MRE (Ministério das Relações Exteriores), aproximadamente 211 mil brasileiros vivem na nação — o quinto maior grupo nacional fora do Brasil.

 

Fonte: R7

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Comerciante tenta vender galo pintado de verde como papagaio no Paquistão

Um comerciante de Karachi, no Paquistão, gerou repercussão nas redes sociais ao anunciar um galo pintado de verde como se fosse um papagaio. O anúncio, publicado em uma plataforma de classificados, oferecia a ave por 6.500 rúpias paquistanesas (cerca de R$ 150) e chamava atenção para seu “hábito incomum” de cantar ao amanhecer — característica que acabou desmascarando a fraude. Compradores atentos notaram que o suposto papagaio apresentava traços típicos de um galo, o que levou à rápida identificação do engano. Fraudes desse tipo são recorrentes em mercados informais e plataformas de comércio online, onde a fiscalização é limitada. Especialistas alertam que consumidores devem redobrar a atenção ao adquirir animais, verificando detalhes como aparência, comportamento e histórico de venda do anunciante. A legislação paquistanesa prevê penalidades para práticas comerciais enganosas, mas a aplicação das regras pode ser dificultada pela falta de fiscalização em ambientes digitais.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Pesquisa Quaest: 62% dos brasileiros são contra a reeleição de Lula

A maioria dos brasileiros acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deveria concorrer à reeleição em 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (3). O levantamento aponta que 62% dos entrevistados são contra um novo mandato do petista, um aumento de 10 pontos percentuais em relação a dezembro de 2024, quando esse índice era de 52%. Por outro lado, 35% dos entrevistados defendem que Lula se candidate novamente ao Palácio do Planalto, enquanto 3% não souberam ou não quiseram responder. O percentual dos que rejeitam a reeleição do presidente é o mais alto desde julho do ano passado, quando a série histórica da Quaest começou a medir essa percepção. O levantamento foi realizado entre os dias 27 e 31 de março, por meio de entrevistas presenciais com 2.004 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Volta de Bolsonaro x permanência de Lula A pesquisa também avaliou o temor da população em relação aos principais nomes da política nacional. Para 44% dos brasileiros, a volta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao poder causa mais preocupação. O ex-mandatário está inelegível até 2030, após condenação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Dos entrevistados, 41% afirmam temer a permanência de Lula na Presidência. Além disso, 6% disseram ter receio de ambos, 4% não temem nenhum dos dois e 5% não souberam ou preferiram não responder.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert / PR

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Dólar cai a R$ 5,60 com tombo do petróleo e temor de recessão nos EUA após tarifaço

O dólar à vista opera em baixa e chegou a a R$ 5,6070 na manhã desta quinta-feira, 3, replicando as perdas da divisa americana e dos rendimentos dos Treasuries em Nova York. Uma aversão ao risco também derruba as bolsas internacionais por temores de que o novo tarifaço às importações dos EUA, o quarto da administração Donald Trump em três meses de governo, gere inflação e recessão na economia americana. O valor é o menor valor intradia desde 15 de outubro do ano passado (R$ 5,5823). O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma tarifa mínima de 10% sobre as importações do Brasil, válida a partir de 5 de abril. Ele também apresentou tarifas para outros países: 34% para a China, 30% à África do Sul, 24% para o Japão, 20% para União Europeia. Aço e alumínio, já punidos com taxa de 25%, não terão novas taxações. Todos os carros produzidos fora dos EUA serão taxados em 25% a partir desta quinta-feira. O petróleo acelera perdas intradia para perto de 6% e contribuía à desvalorização do real e seus principais pares emergentes ligados a commodities. Rubens Pereira Júnior (PT-MA) foi escolhido para presidir a comissão que analisará a ampliação da isenção do IR para R$ 5 mil e prometeu trabalhar junto com o relator Arthur Lira (PP-AL). O PP pretende sugerir a ampliação da isenção de tributação sobre dividendos de R$ 50 mil para R$ 100 mil mensais, cobrando 10% sobre valores acima desse limite. O Citi estima que as tarifas de 10% dos EUA sobre importações possam reduzir o Ebitda da Embraer em 9% em 2025, embora o impacto já tenha sido refletido na queda das ações. A União Europeia votará em 9 de abril sobre contramedidas às tarifas de aço e alumínio dos EUA, segundo um alto funcionário do bloco.   Fonte: R7  

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