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Marco Luque apresenta espetáculo no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas

Operação mira grupo suspeito de fabricar armas em impressoras 3D no interior de SP

PF faz operação contra fraudes em licitações em Campinas, Jundiaí, Americana, Itu e Sumaré

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Dia: 12 de março de 2026

Marco Luque apresenta espetáculo no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas

Humorista apresenta releitura de seus personagens em três sessões  O humorista Marco Luque chega a Campinas (SP) com o espetáculo “É Disso Que Eu Tô Falando!”, em que revisita quatro de seus personagens: Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente. Cada personagem tem novas histórias, improvisos e situações hilárias. As apresentações ocorrem nos dias 13 e 14 de março, às 21h, e no dia 15 de março, às 19h, no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi. Os ingressos estão disponíveis em ingressodigital.com e na bilheteria do teatro. Há descontos de até 30% nos valores dos ingressos.   SERVIÇO Espetáculo: É Disso Que Eu Tô Falando! Humorista: Marco Luque Local: Teatro Oficina do Estudante Iguatemi – Campinas (SP) Datas e horários: 13 e 14 de março às 21h | 15 de março às 19h Ingressos: ingressodigital.com e bilheteria do teatro (descontos de até 30%)   Foto: Divulgação

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Operação mira grupo suspeito de fabricar armas em impressoras 3D no interior de SP

Ação da Polícia Militar e do GAECO cumpre mandados em Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho e Tambaú Uma operação policial realizada na manhã desta quinta-feira (12) mobilizou equipes da Polícia Militar (PM) em quatro cidades do interior paulista para combater a fabricação e comercialização ilegal de armas de fogo produzidas por impressoras 3D. Batizada de Operação Arma Fantasma, a ação foi deflagrada pelo Comando de Policiamento do Interior-9 (CPI-9), por meio do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), com sede em Piracicaba. Os policiais cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão nos municípios de Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho e Tambaú. A operação é resultado de um trabalho conjunto entre a Polícia Militar do Estado de São Paulo e o Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). De acordo com as investigações, os alvos da operação são suspeitos de integrar uma organização criminosa que utilizava tecnologia de impressão 3D para fabricar armas de fogo e acessórios de forma clandestina. O material produzido poderia ser utilizado para abastecer atividades criminosas. Durante a operação, as equipes buscaram apreender equipamentos utilizados na produção dos armamentos, além de reunir novas provas que possam contribuir para o avanço das investigações e a responsabilização dos envolvidos.   Foto: Divulgação/PM  

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PF faz operação contra fraudes em licitações em Campinas, Jundiaí, Americana, Itu e Sumaré

Quarta fase da Operação Coffee Break cumpre mandados de busca, prisão preventiva e medidas cautelares para investigar corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da Secretaria de Educação de Sumaré A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12), a quarta fase da Operação Coffee Break, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre fraudes em processos de licitação pública envolvendo agentes públicos e particulares. Nesta etapa da operação, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e uma medida cautelar de monitoramento eletrônico, além do afastamento de funções públicas e medidas de bloqueio patrimonial autorizadas pela Justiça. As diligências ocorrem nos municípios de Campinas, Jundiaí, Americana, Itu e Sumaré. De acordo com a PF, o foco desta fase é apurar fraudes em licitações realizadas pela Secretaria de Educação de Sumaré entre 2021 e 2025, além de identificar possíveis práticas de lavagem de dinheiro utilizadas para ocultar a origem de valores desviados dos cofres públicos. A operação teve como alvo a secretária de Finanças de Itu, Monis Marcia Soares, que teve uma tornozeleira eletrônica instalada. Além disso, também resultou na prisão do ex-secretário de Educação de Sumaré, José Aparecido Ribeiro Marin. Os investigados poderão responder, conforme o grau de envolvimento, por corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa. Somadas, as penas previstas para esses crimes podem chegar a 60 anos de prisão. O nome da operação faz referência ao termo “café”, que, segundo os investigadores, era utilizado pelos envolvidos como código para se referir ao pagamento de propina no esquema investigado.   Foto: Divulgação/PF

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